Relações Portugal-China

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Re: Relações Portugal-China
« Responder #75 em: Março 25, 2013, 12:53:57 pm »
Calçado português assenta os pés na China


Onze empresas portuguesas de calçado clássico e desportivo vão participar em Abril numa feira internacional em Xangai, na maior embaixada do género enviada à China, revelou à agência Lusa um responsável do sector. "A China é, para nós, um dos mercados com maiores potenciais de crescimento", disse o porta-voz da Apiccaps (Associação Portuguesa de Industriais de Calçado, Componentes, Artigos de Pele e Sucedâneos), Paulo Gonçalves.

"Vamos a Xangai em Abril e voltaremos em Julho, para participar noutra feira", acrescentou.

O primeiro certame, o "Micam Xangai 2013", organizado pela Feira de Milão e a Associação Italiana de Fabricantes de Calçado, decorrerá de 09 a 11 de abril, num centro de exposições situado no centro da capital económica da China.

"Será a nossa maior participação de sempre. Já exportamos para 132 países, mas, neste momento, a Europa está num período crítico e temos de conquistar novos mercados", realçou o porta-voz da Apiccaps.

Constituída por cerca de 500 empresas, aquela associação, fundada em 1975, representa 80% do sector.

"Exportamos mais de 95% do que produzimos e no ano passado ultrapassámos, pela primeira vez, os 1.000 milhões de euros", indicou também Paulo Gonçalves.

As empresas portuguesas representadas na edição deste ano da "Micam Xangai" são: Arcopedico, Bnop, Fly London, In the Pink/Fidji, Perlato, See2Bee, Softwalk, Sónia Patrício, Storm/Kayak, Tentoes/J.Reinaldo e Walkys.

Em Julho, idêntico número de empresas portuguesas do setor é esperado na "Novomania 2013", um certame internacional de moda organizado em Xangai pelo consórcio chinês Novo Group, sob a direcção de um gestor português.

"Portugal tem imenso potencial. O nosso calçado, por exemplo, é de grande qualidade", disse Guilherme Faria, director-geral do "NOVOMANIA International Fashion Trade Show".

Os dois certames ocorrem num bom momento das relações comerciais luso-chinesas.

Em 2012, as exportações portuguesas para a China aumentaram 30%, atingindo o valor recorde de 1.128 milhões de euros.

Lusa
 

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Re: Relações Portugal-China
« Responder #76 em: Março 27, 2013, 07:30:19 pm »
Indústria têxtil portuguesa aposta na China


As marcas chinesas de vestuário procuram cada vez mais os tecidos europeus para tentarem distinguir-se internamente, proporcionando novas oportunidades aos industriais têxteis portugueses, disse hoje à agência Lusa uma responsável do setor. "Os chineses são fortes na confecção devido à mão de obra barata, mas as marcas de gama média e alta precisam de mais qualquer coisa que lhes dê valor acrescentado e que as diferencie uma das outras", afirmou Sofia Botelho, directora executiva da Associação Têxtil e Vestuário de Portugal (ATP).

"Eles reconhecem-nos como europeus, ao lado dos italianos, com um nível de preços e de qualidade idêntico. Temos de facto um bom produto", acrescentou.

Em declarações à agência Lusa na inauguração da "Intertextil Pequim 2013", que decorre durante três dias com centenas de expositores de mais de dez países, Sofia Botelho realçou que "as exportações de tecidos portugueses para a China têm aumentado de ano para ano".

"Temos de procurar alternativas à Europa, onde o mercado está parado. Há muito mercado no mundo inteiro, da Turquia ao Japão", disse a responsável, que representa também a Associação Seletiva Moda, o organismo da ATP encarregue de promover o país nas feiras internacionais.

A "Intertextile Pequim", organizada pela Messe Frankfurt, é um dos mais concorridos certames do género na Ásia.

Sete empresas portuguesas (mais duas do que em 2012) participam na edição deste ano: Arco Texteis, Lemar, Riopele, Somelos, Teviz, Têxtil Serzedelo e Troficolor.

"Temos qualidade, inovação, design e moda", disse Sofia Botelho acerca da oferta portuguesa. As empresas portuguesas ocupam o pavilhão "From Portugal", um espaço onde predomina o vermelho, a cor que os chineses associam à felicidade, e com o nome do país escrito também na língua local ("Pu Tao Ya").

"From Portugal" (em inglês) é um projeto da Associação Seletiva Moda apoiado por fundos comunitários (Qren).

Segunda maior economia mundial, com um crescimento anual que se mantém acima de 7,5%, a China está empenhada em "mudar o padrão de desenvolvimento", privilegiando mais o aumento do consumo interno do que as exportações.

A "Intertextile Pequim 2013" ocorre num bom momento das relações comerciais luso-chinesas.

Em 2012, as exportações portuguesas para a China aumentaram 30%, atingindo o valor recorde de 1.128 milhões de euros.

Lusa
 

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Re: Relações Portugal-China
« Responder #77 em: Abril 15, 2013, 05:55:21 pm »
Portugal será 'chave dourada' para chineses milionários


Portugal poderá ser uma "chave dourada" para investidores chineses entrarem na Europa, diz Winner Xinli Xing, presidente de uma agência chinesa de emigração, acerca dos novos "vistos gold" concedidos pelas autoridades portuguesas. Pelas contas daquele empresário, cerca de 400.000 famílias chinesas possuem "mais de um milhão de dólares em dinheiro" e muitas delas querem ter "um estilo de vida global".

"Em 2012, Chipre vendeu 1.200 casas a clientes chineses", realça Xinli Xing a propósito da autorização de residência naquele país a quem comprar uma casa de pelo menos 300.000 euros.

"Se os promotores portugueses se interessarem pelo mercado chinês podemos chegar às 2.000 casas já este ano", acrescentou.

Em Portugal, a fasquia é mais alta (500.000 euros), mas com uma vantagem que Chipre, que não faz parte do espaço Schengen, não pode oferecer: a possibilidade de viajar por mais 25 países europeus.

Segundo a legislação publicada há dois meses e meio, os estrangeiros que criarem pelo menos dez postos de trabalho ou efectuarem um depósito bancário superior a um milhão de euros também têm direito à Autorização de Residência para Actividades de Investimento (ARI).

"A facilidade de viajar no espaço Schengen e a possibilidade de ter património fora do país são as principais motivações", disse Duarte Pinto Gonçalves, responsável da PG Consulting, uma das três empresas portuguesas representadas na Feira de Imobiliário de Pequim que terminou no passado fim de semana.

Para a PG Consulting, empresa sedeada em Macau e parceira da PLMJ, sociedade portuguesa de advogados com escritório em Pequim, os números falam por si: "Se houver mil famílias chinesas a comprar uma casa de 500.000 euros em Portugal isso representa a entrada de 500 milhões de euros na economia do país".

António Clímaco, da imobiliária Castelhana, que participou há um mês numa feira idêntica em Xangai, constatou que "os chineses são muito rápidos a reagir".

"Quase todas as semanas temos agendadas visitas de prospeção (de clientes chineses). Prevejo mais de 500 operações em 2013", disse.

A Consultan também se mostrou animada: "Num dia atendemos mais de trinta pessoas. As expectativas são boas", disse Guilherme Grossman.

Duas imobiliárias chinesas, uma dos quais com um 'stand' onde sobressaía o retrato de Cristiano Ronaldo, promoviam igualmente o "visto gold" concedido por Portugal.

"É um programa de investimento e não de imigração, dirigido à classe média alta chinesa que viaja com frequência para a Europa. Desde Janeiro, já foram a Portugal dezenas de chineses interessados", disse o embaixador Tadeu Soares pouco antes de concluir a sua missão na China, no passado dia 05 de Abril.

Nuno Batista, diretor da Soulfato, empresa portuguesa com sede em Hong Kong que está também a explorar as novas oportunidades, referiu que, após uma recente visita a Lisboa, um dos seus clientes mostrou-se "disposto a investir dez milhões de euros na reabilitação de edifícios devolutos".

"Os chineses começam a ver Portugal como um país seguro para investir", disse Nuno Batista.

O primeiro "visto gold" foi entregue há cerca de mês em Nova Deli a um empresário indiano pelo ministro português dos Negócios Estrangeiros, Paulo Portas.

Lusa
 

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Re: Relações Portugal-China
« Responder #78 em: Abril 19, 2013, 06:07:33 pm »
Chineses esgotam stocks de leite em pó em Lisboa


Os navios de guerra chineses que estiveram nos últimos dias em Lisboa deixaram hoje a capital carregados de leite em pó para bebés, depois de uma corrida às lojas pelos marinheiros que esgotou o produto em vários locais. “A procura em lojas da zona de Lisboa levou a que momentaneamente houvesse rupturas de stock. [Os marinheiros chineses] compraram em supermercados, áreas de saúde, farmácias e parafarmácias”, disse à Lusa Nuno Ribeiro, responsável de vendas da Nestlé.

“Têm falta de produto lá [na China]. Vi talões de compra de 400 euros”, adiantou Ribeiro, que acompanhou um cliente numa venda directa de cerca de 200 latas, hoje carregadas nos navios chineses atracados no Jardim do Tabaco.

A China tem vivido uma sequência de escândalos de segurança alimentar, depois de em 2008 seis bebés terem morrido e outros 330 mil terem ficado doentes, por ingestão de leite contaminado com uma substância tóxica.

A procura por leite de bebé importado aumentou nos últimos meses, havendo pessoas fora da China a enviar produtos para consumo dos familiares ou para revendê-los.

No caso de Portugal, a China proíbe a exportação directa de leite e derivados, desde a crise das vacas loucas, situação que até agora os dois países não conseguiram resolver.

Segundo o responsável da Nestlé, a ruptura de stocks registou-se na quinta-feira em algumas lojas, mas o mercado português “não ficou por abastecer”.

A farmacêutica Marta Ortet afirmou que, das 3 farmácias da sua empresa, o produto esgotou em duas (Baixa e Belém).

Foi contactada quinta-feira ao final do dia para vender o restante stock e acabou por encomendar ao armazém “quantidades enormes” para satisfazer os clientes asiáticos.

“Um comercial disse-me que também já tinham outras farmácias a pedirem mais leite. Tinham tido muitas a pedir mais nos últimos dias”, disse à Lusa.

“No início não estava muito segura do que estava a fazer. Vieram aqui à farmácia e fizeram pagamento no balcão. Em vez de levar duas levaram 50, foi a primeira vez com esta quantidade”, adiantou.

Contudo, a farmacêutica conhece relatos da passagem de outros navios chineses por Lisboa em que as prateleiras também ficaram vazias numa das suas farmácias.

Segundo uma outra fonte, as parafarmácias de grandes superfícies nalguns centros comerciais de Lisboa, nomeadamente no Parque das Nações, também tiveram ruptura de stock.

“Tinham facturas com eles de 500 a 800 euros”, disse a mesma fonte, que falou com alguns dos oficiais e marinheiros chineses.

Os três navios que compõem a 13.ª esquadra - duas fragatas "Huangshan" e "Hengyang" e o navio de abastecimento "Qinghaih"` - chegaram a Lisboa na segunda-feira para uma visita de cortesia, e zarparam esta tarde.

Estiveram nos últimos quatro meses envolvidos em acções de combate à pirataria na Costa da Somália, com perto de 600 homens a bordo, e seguem agora para a França, antes do regresso à China.

Na segunda deslocação desta esquadra a Lisboa - a primeira foi em 2002 -, os oficiais mantiveram contactos com homólogos portugueses, responsáveis governamentais e apresentaram as operações antipirataria.

Lusa
 

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Cabecinhas

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« Responder #79 em: Abril 22, 2013, 02:33:27 am »
Nós agradecemos. :P
Um galego é um português que se rendeu ou será que um português é um galego que não se rendeu?
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« Responder #80 em: Maio 07, 2013, 05:25:01 pm »
Chineses estão interessados nas conservas portuguesas


O secretário de Estado português da Alimentação e Inovação Agroalimentar, Nuno Vieira e Brito, afirmou esta terça-feira que "há muitos importadores e distribuidores" chineses interessados nas marcas portuguesas do sector, nomeadamente nas conservas de peixe.
 
"As conservas portuguesas já têm um nome no mercado internacional e é notório que, nesta área, há uma marca Portugal", disse Vieira e Brito à agência Lusa.

O governante português chegou segunda-feira à noite à Xangai, primeira etapa de uma visita de três dias à China destinada a promover as marcas portuguesas do setor.

Vieira e Brito assistiu hoje à inauguração do 14º. Salão Alimentar Internacional de Xangai (SIAL 2013), que conta este ano com a participação de quinze empresas de Portugal, na maior representação de sempre da indústria agro-alimentar portuguesa na China.

"Pelo seu volume, a China é um mercado estratégico para nós", disse o secretário de Estado.

O programa de Vieira e Brito em Xangai incluiu encontros com empresas chinesas do setor da distribuição e responsáveis da Comissão Municipal de Agricultura.

Sede de um município com 23 milhões de habitantes, Xangai é considerada a "capital económica da China" e a mais cosmopolita cidade chinesa.

Vieira e Brito parte para Pequim na quarta-feira, acompanhado pela directora-geral da Alimentação e Veterinária, Teresa Villa de Brito, e no dia seguinte vai encontrar-se com dois vice-ministros chineses do sector.

Em Julho passado, em Pequim, o ministro português dos Negócios Estrangeiros, Paulo Portas, anunciou que Portugal entregou às autoridades os dossiês técnicos para poder exportar para a China carne de porco, enchidos, lacticínios e cavalos lusitanos, admitindo que o processo de certificação estivesse concluído em 2013.

Questionado sobre o assunto, Vieira e Brito disse apenas que "houve desenvolvimentos" e que o processo está agora "numa fase mais adiantada".

Maçarico, Nutrigreen, Conservas Portugal Norte, Conservas A Poveira, Dancake, Du Bois de la Roche, 1912 Wine Makers, Clube dos Produtores do Fundão, Sonae, Unicer, Sumol+Compal, Imperial, Conservas Ramirez e Vieira de Castro são as empresas portuguesas representadas no SIAL 2013.

Lusa
 

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« Responder #81 em: Maio 21, 2013, 01:05:21 pm »
China abre portas ao leite português


Os produtores nacionais de lacticínios podem a partir de hoje exportar os seus produtos para a China, disse hoje a ministra da Agricultura, Assunção Cristas, acrescentando que este "é um marco num caminho que se pretende alargar a outros produtos".

"Temos finalmente a boa notícia de que o mercado chinês está aberto ao nosso leite, aos nossos produtos derivados do leite", disse Assunção Cristas após a assinatura de um acordo de cooperação com o governo chinês, que espera estender brevemente a outros produtos como a carne de porco, os cavalos e a fruta.

A governante destacou a importância do memorando para "o estreitamento das relações no sector agro-alimentar", sublinhando que se trata de um mercado com 1,3 mil milhões de pessoas, representando a área alimentar cerca de 70 mil milhões de euros por ano.

"É uma oportunidade extraordinária para os produtores portugueses que naturalmente procuram mercados onde colocar os seus produtos. São produtos de qualidade, caracterizados por uma elevada segurança alimentar que é um aspecto que interessa particularmente à China", afirmou a ministra.

O dossier relativo às exportações de lacticínios, aberto por Portugal em 2008, "demorou tempo" sobretudo devido às barreiras fitossanitárias que surgem no "percurso da internacionalização" e desempenham um papel "muito relevante".

"É preciso ultrapassá-las com esforço, com empenho em cumprir a legislação dos países envolvidos, no caso, da China", defendeu Assunção Cristas, considerando que o memorando de entendimento hoje assinado é fundamental para poder caminhar "mais rapidamente em todas estas matérias".

A ministra assinalou ainda que este "é apenas um marco" num caminho que pretende alargar a outros produtos nos quais a China tem interesse como a carne de porco e seus derivados (um "dossier que está muito avançado"), cavalos e frutas.

Lusa
 

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Re: Relações Portugal-China
« Responder #82 em: Maio 26, 2013, 01:47:18 am »
Há menos 30% de chineses a quererem vir para Portugal


A crise financeira provocou uma quebra de cerca de 30% no número de imigrantes provenientes da China, apesar do aumento das oportunidades geradas pelas parcerias empresariais, disse à Lusa o presidente da Liga dos Chineses em Portugal.

Devido à entrada em Portugal de grandes empresas chinesas, como a China Three Gorges Corporation, que comprou 21,3% do capital da EDP, tem havido uma "maior empregabilidade dos chineses de segunda ou terceira geração", ainda que não seja para já um número muito significativo, afirmou Y Ping Chow.

Depois de as primeiras famílias chinesas terem chegado a Portugal em 1930, maioritariamente vindas da província de Zhejiang, sudoeste da China, a comunidade atingirá hoje - quando se assinalam os 500 anos da chegada do primeiro português à China, em 1513 - as 22 mil pessoas, entre as cerca de 17 mil contabilizadas oficialmente em 2011 pelo Serviço de Estrangeiros e Fronteiras e os naturalizados e descendentes.

Y Ping Chow constata que "a segunda e terceira gerações têm uma situação privilegiada face aos portugueses que nasceram cá", já que "entre duas pessoas com o mesmo curso superior, a que conseguir falar chinês tem vantagem em arranjar emprego, por causa das empresas portuguesas que querem ter relações com a China".

O presidente da Liga dos Chineses em Portugal recordou que "as lojas continuam a ser o principal factor económico, mas a forma de as gerir é que está um pouco alterada", sendo agora obrigatório "ter melhor exposição, ter melhor atendimento e ter melhores embrulhos".

Para Y Ping Chow, os cidadãos chineses em Portugal têm funcionado como uma "ponte" entre empresas nos dois países.

"Chinês com português, chinês com chinês, têm ido à China à procura de oportunidades de investimento", afirma.

O dirigente da Liga dos Chineses em Portugal realçou que a relação entre a China e Portugal dura há 500 anos e é de "amizade", sendo que Pequim prefere hoje encarar o futuro em vez de olhar para o passado.

Lusa
 

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« Responder #83 em: Junho 01, 2013, 07:30:17 pm »
Empresários continuam a utilizar Macau como porta para a Ásia


Empresários portugueses continuam hoje a utilizar Macau como porta de entrada para a Ásia, procurando alternativas que rentabilizem os seus negócios face à crise que a Europa enfrenta.

Luís Américo e Marco Gomes são chefes de cozinha e donos de vários restaurantes no norte de Portugal e abriram este mês em Macau um espaço de sabores portugueses em parceria com um hotel do território, que poderá ser uma rampa de lançamento para uma expansão na Ásia e uma forma de contornarem os efeitos da crise europeia.

«O nosso Governo está a matar o setor da restauração e isso reflete-se com a saída de vários profissionais para o estrangeiro (...), vemo-nos completamente atados com as políticas atuais e nestes últimos dois anos já fecharam mais restaurantes do que nos últimos 10», lamentou Marco Gomes em declarações à agência Lusa.

Marco Gomes constata que «só com muita vontade, empenho e amor» o tem conseguido, pois «não se consegue ganhar dinheiro com esta política, lutar para sobreviver é como estamos em Portugal».

Luís Américo mantém «semiaberto» o seu restaurante no Porto, por «haver maior dificuldade em fazer vingar um restaurante com uma cozinha mais elaborada e com um custo superior» e decidiu abrir há dois anos outros dois estabelecimentos para «combater este sentimento de crise».

Perante «a elevada taxa de desemprego de Portugal e uma carga fiscal brutal», acrescentou, «quem quiser trabalhar de forma honesta não consegue e há que procurar alternativas».

Por isso, esta dupla de cozinheiros começou a «olhar de forma cada vez mais interessada para a Ásia como futuro», tendo surgido a possibilidade de abrirem o restaurante «Fado» em Macau, havendo planos para expandir a marca na China, quando se assinalam 500 anos da chegada do primeiro português ao império do meio, em 1513.

«Como estamos a abrir um projeto em Macau, temos recebido dezenas e dezenas de pedidos de pessoas que querem trabalhar no território, pelo facto de ser uma ex-colónia portuguesa e uma porta de entrada privilegiada para a Ásia face às notícias sobre a economia da região», constatou Luís Américo.

Ao reconhecer que «toda a gente está a tentar neste momento encontrar uma oportunidade fora do país», este empresário observa que «Macau aparece nas primeiras opções de muita gente ao nível da Ásia».

Esta situação verifica-se no setor da hotelaria e restauração, já que Macau é hoje a capital mundial do jogo e tem cerca de 100 hotéis, como noutras áreas como a arquitetura e advocacia, as que tradicionalmente são mais procuradas por portugueses no território.

Maria José de Freitas tem um gabinete de arquitetura em Macau e disse à Lusa que recebe «praticamente todos os dias currículos de portugueses, tanto de recém-formados como com quatro ou cinco anos de experiência e até de arquitetos seniores e mesmo de engenheiros e advogados».

«Sabemos que a situação em Portugal não está fácil, mas aqui curiosamente nesta área também não está, porque não há praticamente encomendas do Governo nem dos grandes casinos, por isso quem tem a sorte de ter clientes particulares vai-se aguentando», constatou.

Se houvesse mais projetos, defendeu, «seria benéfico contratar profissionais de Portugal», até porque, «havendo muita massa crítica disponível no país, era aquela ocasião de ouro para trazer os melhores e pensar numa cidade para o futuro, pois esta seria uma forma de preservar a identidade de Macau, que resulta de uma confluência cultural entre o ocidente e o oriente».

Rui Cunha, que detém um escritório de advogados em Macau, diz receber também diariamente currículos de portugueses, considerando que seria «útil» absorver a experiência e conhecimento «valiosos» destes profissionais, mas reconhece a necessidade de se fazer um «balanço entre os que vêm e os que cá estão» dada a pequena dimensão do mercado, que tem menos de 600 mil habitantes.

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« Responder #84 em: Julho 05, 2013, 11:08:38 pm »
Exportação de enchidos portugueses para a China pode ser autorizada ainda este ano


A exportação de presuntos e enchidos de carne de porcos portugueses para a China poderá será autorizada ainda este ano, acentuando o "bom entendimento" já alcançado na área dos lacticínios, anunciou hoje o secretário de Estado do sector. "Estamos numa fase extraordinariamente avançada (das negociações). Tivemos hoje a confirmação que muito em breve teremos boas notícias. Provavelmente será ainda este ano", disse o secretário de Estado português da Alimentação e Inovação Agro-alimentar, Nuno Vieira e Brito, à agência Lusa em Pequim.

A confirmação foi dada pelo director da Administração-geral da Qualidade e Inspecção da China (AQSIQ), o vice-ministro Wei Chuanzhong, que assinou em Maio passado, em Lisboa, o acordo que permite a exportação de lacticínios portugueses para a China.

Nuno Vieira e Brito encontrou-se com o homólogo chinês hoje de manhã (hora local), naquele que foi o terceiro encontro entre os dois governantes no espaço de apenas dois meses.

"Há um bom entendimento com as autoridades chinesas, que permitiu agilizar este tipo de procedimentos", realçou o secretário de Estado português.

Vieira e Brito contou que o homólogo chinês "gostou imenso do presunto e dos vinhos portugueses".

"A China já reconheceu a qualidade e segurança dos nossos produtos alimentares", acrescentou.

Vieira e Brito revelou também estar empenhado em "abrir o mercado chinês às frutas portuguesas", nomeadamente uvas de mesas sem grainha, cerejas, kiwis, pêra rocha, maças e dióspiros, e "fomentar a cooperação tecnológica bilateral no domínio agro-alimentar".

O secretário de Estado deslocou-se à China acompanhado por responsáveis de sete empresas portuguesas de lacticínios, na primeira promoção do género realizada naquele país.

A produtividade agro-alimentar em Portugal aumentou 28,3% nos últimos doze anos e, no domínio das exportações, aquele sector foi o que mais cresceu em 2012, realçou Vieira e Brito num seminário empresarial promovido pelo AICEP (Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal), que decorreu num hotel de Pequim.

Um seminário idêntico decorreu na quarta-feira em Xangai, a capital económica da China, organizado pela delegação local do AICEP.

"Portugal é bem conhecido pela elevada qualidade e extrema segurança de um conjunto de produtos como o vinho, azeite, hortaliças, frutas e lacticínios", disse Vieira e Brito aos profissionais chineses.

Segundo indicou, "as exportações do sector agro-alimentar português cresceram 7,6% em 2012 e o objectivo, este ano, é atingir "um crescimento próximo dos dois dígitos".

Vhumana, Lactaçores, Montiquiejo, Queijo Saloio, Bel Portugal, Indulac e Lactovil são as empresas portuguesas presentes no seminário.

"Queremos transformar a China num dos principais clientes das nossas exportações alimentares", disse ainda o embaixador de Portugal em Pequim, Jorge Torres-Pereira.

A exportação para a China de lacticínios e enchidos de carne de porco portugueses foi um dos temas abordados há um ano, em Pequim, pelo ministro dos Negócios Estrangeiros, Paulo Portas.

Na altura, Portas anunciou que Portugal já tinha entregue às autoridades chinesas os dossiers técnicos necessários e admitiu que o processo de certificação estivesse concluído em 2013.

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« Responder #85 em: Setembro 15, 2013, 07:16:03 pm »
Embaixador português em Pequim saudou 'nova dinâmica' nas relações económicas bilaterais


O embaixador de Portugal na China, Jorge Torres Pereira, considerou hoje o fórum empresarial da EDP em Pequim como um "exemplo" susceptível de "manter a nova dinâmica" instaurada nos últimos dois anos nas relações económicas luso-chinesas. "Os investimentos chineses em Portugal representam uma nova etapa qualitativa e estamos efectivamente numa nova dinâmica nas relações económicas bilaterais. É preciso não deixar esmorecer este ímpeto", disse Torres Pereira.

O diplomata falava na embaixada de Portugal em Pequim, durante uma recepção às dezenas de executivos portugueses e chineses que vão participar segunda e terça-feira num fórum organizado pela EDP e o seu maior accionista, a China Three Gorges (CTG).

"Eventos como este ajudam Portugal a ter outro papel em relação à área de maior crescimento global e nós temos uma oportunidade de contribuir para resolver grande parte dos problemas da economia portuguesa", disse o embaixador português.

É um dos maiores fóruns empresariais luso-chineses e o primeiro do género promovido pela Electricidade de Portugal (EDP) na capital chinesa.

"Queremos intensificar o relacionamento económico entre Portugal e a China e pôr os dois países a olhar conjuntamente para as oportunidades de um mercado emergente, que é África, e particularmente os PALOP (Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa) ", disse à agência Lusa João Marques da Cruz, membro da Conselho de Administração Executivo da EDP.

Além dos tradicionais fornecedores da EDP, sobretudo empresas de engenharia e de equipamento, a reunião de Pequim contará com a participação de bancos, escritórios de advogados e até de companhias eléctricas chinesas concorrentes da China Three Gorges (CTG), o maior accionista da eléctrica portuguesa.

De acordo com o programa, a sessão de abertura contará com a participação dos presidentes da EDP e da CTG, António Mexia e Cao Guangjing, respectivamente, de um representante do ministério chinês do Comércio e do embaixador de Portugal

A CTG ganhou em Dezembro de 2011 um concurso internacional para a privatização da EDP, pagando 2.700 milhões de euros pela participação de 21,35% que o Estado português detinha na empresa. Foi uma das maiores aquisições feitas pela China na Europa.

No ano passado, uma outra grande empresa estatal chinesa, a China State Grid, comprou 25% do capital da REN por cerca de 280 milhões de euros.

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« Responder #86 em: Outubro 02, 2013, 01:25:13 pm »
Pastilhas Gorila chegam à China pela primeira vez


As pastilhas elásticas portuguesas Gorila chegaram à China pela primeira vez. A Lusiteca, empresa que fabrica este ícone do imaginário português, ambiciona começar a explorar o Oriente e o primeiro contentor, com 15 toneladas de pastilhas, seguiu para território chinês o mês passado.
 
A notícia é avançada pelo Jornal de Negócios, que falou, em exclusivo, com Ana Paula Costa, diretora executiva da companhia. "Houve uma feira em Lisboa e aí tivemos um contacto com um agente que surtiu efeito. Provaram e gostaram. Acharam a nossa pastilha interessante e quiseram levá-la para experimentar", contou a responsável ao jornal. Agora, a empresa está a aguardar os resultados.
 
A Lusiteca começou a exportação das pastilhas Gorila há 20 anos, altura em que deu início à aposta nos mercados de língua portuguesa, uma aposta que veio a ser bem-sucedida. Atualmente, a companhia pretende arrancar com a expansão nos mercados de África e do Médio Oriente, sendo que a China vai também manter-se na mira.
 
"Estamos a dar os primeiros passos, mas todos sonham com a China e o seu potencial", confessou ao Jornal de Negócios o administrador da Lusiteca, Pedro Ribeiro da Cunha. "A exportação é muito interessante, mas tem um custo agregado inicial, porque, para vendermos a sério para a China, temos de lá ir umas cinco vezes e isso custa muito dinheiro. Primeiro que se crie um mercado é um namoro de muitos anos", admitiu, porém.
 
Ainda assim, Pedro Ribeiro da Cunha assegurou ao Jornal de Negócios que as perspetivas para o negócio na China são muito realistas. "Não construímos o nosso negócio à volta de expetativas, mas de mercados concretos", realçou.
 
Segundo o mesmo jornal, a Gorila e as outras marcas da Lusiteca foram, há cinco anos, alvo de um processo de 'rebranding' que correspondeu a um investimento de cinco milhões de euros. Em 2016, a companhia pretende atingir os 20 milhões de euros em vendas, sendo que, este ano, a faturação deverá rondar os 12,5 milhões, um valor 25% superior ao de 2012.

Boas Notícias
 

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Lusitano89

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Re: Relações Portugal-China
« Responder #87 em: Novembro 04, 2013, 04:15:41 pm »
Portugal vai poder exportar mais leite e lacticínios para a China


O vice-primeiro-ministro português, Paulo Portas, congratulou-se hoje com o "avanço de alguns dossiers importantes para Portugal poder vender mais para a China", em particular leite e lacticínios. "Portugal está na recta final do processo de certificação que permitirá às nossas empresas exportar para o mercado chinês", disse Paulo Portas após um encontro em Macau com um dos vice-primeiros-ministros chineses, Wang Yang.

Paulo Portas considerou "muito profícua" e "muito pragmática" a reunião com Wang Yang, um dos mais conhecidos dos quatro vice-primeiros-ministros chineses, habitualmente descrito como "reformista liberal".

Segundo também anunciou, na área da carne de porco, a China irá enviar a Portugal técnicos fitossanitários "para certificar o sistema português"

"Estamos a resolver alguns problemas" e "já apresentámos novos dossiers técnicos, para poder exportar frutas e arroz", indicou o governante português.

O vice-primeiro-ministro português encontrou-se também com o ministro chinês do Comércio, Gao Hucheng.

Em declarações aos jornalistas, Porta Portas referiu que "as autoridades chinesas saudaram o facto de que a economia portuguesa dá sinais de estar a sair da recessão técnica, que durou praticamente mil dias".

"E isso - acrescentou - é caminho aberto para maior crescimento, maior redução do desemprego e a dinamização das trocas comerciais entre os nossos países".

Paulo Portas chegou a Macau domingo à noite (hora local) para participar na IV reunião do Fórum para Cooperação Económica e Comercial China-Países de Língua Portuguesa, que decorrerá na terça e quarta-feira sob o lema "Novo Ciclo, Novas Oportunidades".

Hoje de manhã (hora local), num seminário económico organizado pelo semanário Expresso, Paulo Portas salientou que "a China foi determinante para o crescimento das exportações portuguesas em 2012".

"O relacionamento especial que Portugal tem com a China no quadro da União Europeia tem uma âncora mutuamente desejada em Macau e o interesse das China em Portugal e das empresas portuguesas na China vai continuar", disse.

Paulo Portas tem enfatizado que "na última década, a China subiu 18 lugares na lista dos principais clientes de Portugal", situando-se hoje entre os três maiores mercados portugueses fora da União Europeia.

Lusa
 

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Cabecinhas

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Re: Relações Portugal-China
« Responder #88 em: Novembro 05, 2013, 03:21:29 pm »
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Um atraso do vice-primeiro-ministro a uma recepção no consulado português de Macau faz hoje manchete no Hoje Macau, um dos jornais de língua portuguesa que se publicam no território.
O Hoje Macau, sob o título 'Inenarrável', refere que Paulo Portas deixou os convidados duas horas à espera. Adianta ainda que o ministro "não se desculpou e fez um discurso equívoco. Metade dos convidados já se tinha ido embora". O jornal conclui: "A comunidade portuguesa perdeu a face".

A recepção estava marcada para as 21h, Portas chegou pelas 23h. Na altura, uma parte dos convidados chineses já tinham abandonado a residência do cônsul de Portugal, mas foi ainda recebido por elementos do Gabinete de Ligação do Governo da China e por Cao Guangjing, presidente da Three Gorges, accionista maioritária na EDP.


Three Gorges que tem vindo a contestar a intenção do Governo de introduzir uma taxa energética extraordinária, um imposto que incidirá sobre os rendimentos da EDP no próximo ano, anunciado precisamente por Paulo Portas.

Sobre o incidente, fonte do gabinete do ministro diz ao SOL que “a notícia é mal intencionada”. O atraso, segundo a mesma fonte, terá ficado a dever-se “às ligações entre o voo e o ferry”, na chegada a Macau, e às “formalidades relacionadas com a entrada no território”.

Paulo Portas foi a Macau para a reunião do Fórum para a Cooperação Económica e Comercial entre a China e os PALOP.

Será isto uma afirmação da diplomacia portuguesa em dizer de maneira muito própria que Portugal ainda tem uma palavra a dizer... ou é só uma simples irresponsabilidade.
Um galego é um português que se rendeu ou será que um português é um galego que não se rendeu?
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Lusitano89

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Re: Relações Portugal-China
« Responder #89 em: Novembro 13, 2013, 10:36:00 pm »
Número recorde de empresas portuguesas numa feira internacional em Xangai


Um número recorde de cerca de 70 empresas portuguesas vinícolas e alimentares participa numa grande feira internacional do sector em Xangai, a partir da próxima quarta-feira, ao lado de mais de mil expositores de dezenas de países. É a maior participação portuguesa na "Food and Hospitality China" (FHC China), certame que vai já na 17.ª edição, e parece confirmar o crescente interesse das empresas de Portugal pelo maior mercado do mundo.

Nos últimos quatro anos, as exportações de vinhos portugueses para a China triplicaram, somando 8,494 milhões de euros no primeiro semestre de 2013. Se a tendência se mantiver, no final deste ano, o volume total deverá atingir cerca 17 milhões de euros, contra apenas 8,5 milhões em 2010.

A participação recorde de empresas portuguesas na "FHC China 2013" coincide com o anunciado empenho do governo chinês de converter o consumo interno no novo motor do crescimento económico do país e aumentar as importações, aproveitando a acentuada valorização do yuan face ao euro e ao dólar norte-americano.

Segunda economia mundial, logo a seguir aos Estados Unidos, a China continua a crescer acima dos 7,5% ao ano e possui as maiores reservas cambiais do planeta, estimadas em Setembro passado em 3,66 biliões de dólares (2,65 biliões de euros).

A "FHC China 2013" decorre até à próxima sexta-feira.

Na edição do ano passado, que reuniu 1.500 expositores de 70 países e regiões, o certame atraiu cerca de 30.000 profissionais do sector.

Lusa
 

 

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