Guerra civil de Espanha

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SSK

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« Responder #15 em: Agosto 22, 2007, 03:55:49 pm »
Nunca chegarão a uma conclusão nx2l1 em que se construam e não se combata por combater  se não acaba por ser somente blx2x1 de um e outro lado.
"Ele é invisível, livre de movimentos, de construção simples e barato. poderoso elemento de defesa, perigosíssimo para o adversário e seguro para quem dele se servir"
1º Ten Fontes Pereira de Melo
 

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comanche

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« Responder #16 em: Agosto 22, 2007, 05:05:26 pm »
Citação de: "Aponez"
¿Podese enton considerar enton inocentes a persoas que colaboraron no asesinato dos seus vecinhos ou que formaron parte das Checas que colaboraban con o NKVD soviético? Sen esquenzer o "pequeno" detalle de que xa se estaba asesinando a membros da Iglesia Católica dende 1931, que non era algo recente. :roll:


Ainda não percebeste pois não? Eu sei que os républicanos também cometeram massacres, assassinios durante a guerra(durante 3 anos), que terminou quase á setenta anos, mas os franquistas, que conforme já disseste estiveram no poder até 1977, porque foram os vencedores da guerra, aplicaram uma politica de vingança e genocidio contra os seus opositores durante 41 anos, os criminosos franquistas que participaram nesses massacres, nunca foram julgados, tendo muitos deles ocupado cargos públicos.

Citar
En los años 40 el régimen practicó una fuerte represión de los perdedores de la guerra (demócratas liberales, nacionalistas periféricos, socialistas, comunistas, anarquistas, etc).

http://es.wikipedia.org/wiki/Franquismo



Qual é o teu problema em reconhecer os crimes dos franquistas?
Queres desculpá-los, diminui-los, ou mesmo negá-los?
Qual seria o teu interesse nisso?
A não ser que sejas neo-franquista.....



Citação de: "Aponez"
En quanto á fonte creo que xa o diz todo    http://www.rebelion.org/noticia.php?id=55112

¿Sería valido para vocé un enlace sobre crimenes republicanos se saise da fundación Francisco Franco? Non creo, pois aqui o mesmo, esa página da que sacou "isso" é pouco fiable por non dizer cosas peores



Quando uma notícia não te parece ser agradável(tu lá saberás porquê), todas as desculpas servem, esta notícia está a ser amplamente citada na blogosfera espanhola, por isso não venhas dizer que não tem crédito.
 

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garrulo

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« Responder #17 em: Agosto 22, 2007, 06:38:49 pm »
No es que no tengas crédito, nó tienes puta idea de lo que hablas. Estudia.
España tiene el 107% de la renta de la UE, Portugal el 75%, entramos al mismo tiempo. No seremos tan tontos.
 

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Aponez

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« Responder #18 em: Agosto 22, 2007, 06:53:37 pm »
Citação de: "comanche"
Citação de: "Aponez"
¿Podese enton considerar enton inocentes a persoas que colaboraron no asesinato dos seus vecinhos ou que formaron parte das Checas que colaboraban con o NKVD soviético? Sen esquenzer o "pequeno" detalle de que xa se estaba asesinando a membros da Iglesia Católica dende 1931, que non era algo recente. :roll:
 

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papatango

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« Responder #19 em: Agosto 22, 2007, 11:18:58 pm »
A fonte da notícia é o diario GARA do País Basco.
 

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Aponez

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« Responder #20 em: Agosto 23, 2007, 02:20:42 pm »
Citação de: "papatango"
A fonte da notícia é o diario GARA do País Basco.


GARA, si senhor un medio totalmente serio e neutral :roll:
 

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ferrol

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« Responder #21 em: Agosto 23, 2007, 02:30:51 pm »
Citação de: "comanche"
Quando uma notícia não te parece ser agradável(tu lá saberás porquê), todas as desculpas servem, esta notícia está a ser amplamente citada na blogosfera espanhola, por isso não venhas dizer que não tem crédito.
Non, perdon, amplamente non...a nova provén do Gara, o diario oficial da ETA...i é reflectido por rebelión.org, un sitio web, amparado pola excelente liberdade de prensa española e que ten, entre os séus anceios
Citar
mostrar los intereses que los poderes económicos y políticos del mundo capitalista ocultan para mantener sus privilegios y el status actual.
, ademáis de por outras publicacións extremistas, amparadas todas elas pola liberdade de expresión pública, que disfrutamos en España.

Nelas se pode atopar xente que aboga pola desaparición do país, pola creación dunha República, polo fusilamento dos Reis e dos políticos "parasitos da sociedade...", etc, etc, etc...

Así que, en resumidas contas...noraboa, acaba vostede de atopar un site de propaganda da ultraesquerda española. Se se pasa por http://www.avante.pt/ ou por http://resistir.info/ atopará o mesmo tipo de propaganda, e ademáis, en portugués... :wink:

En resumo, non tente pasar por "noticia" o que é propaganda...os que lemos este foro xa estamos vacunados... :wink:
Tu régere Imperio fluctus, Hispane memento
"Acuérdate España que tú registe el Imperio de los mares”
 

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papatango

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« Responder #22 em: Agosto 25, 2007, 04:00:33 pm »
Citação de: "SSK"
Nunca chegarão a uma conclusão. Porque é que não se dedicam a causas em que se construam e não se combata por combater…

Provavelmente para que não apareçam pessoas a dizer exactamente o que o SSK disse.

Caro SSK, embora eu entenda a razão do seu comentário, estou em absoluto desacordo com o posicionamento que propõe. O problema com que nos deparamos neste caso, é a tentativa de calar a verdade e de distorcer a História.

E se nós pura e simplesmente calamos e voltamos a cara para o lado, que tipo de memória termos no futuro?
Devemos esquecer tudo?
Devemos acreditar em qualquer mentira e patranha ?

Nós pura e simplesmente não podemos e não devemos desistir, porque não muitas causas mais causa mais nobres que a defesa da verdade. E o que infelizmente vemos em alguns casos, é a tentativa de encobri-la, em que os espanhóis costumam ser mestres.


<b>Essencialmente sobre a Guerra Civil de Espanha, há que explicar uma coisa:</b>

-1-
Houve crimes cometidos dos dois lados, isso é evidente e ninguém o pode negar.

-2-
Quando em Julho de 1936 se dá o «pronunciamiento» que é o nome que os espanhóis dão aos golpes mais ou menos palacianos, o «pronunciamiento» falha e os rebeldes não conseguem tomar o poder, mas ao mesmo tempo o governo legítimo também não o tem.

Ocorre em 1936 aquilo que Marcelo Caetano tentou impedir em 25/4/74 com a famosa frase «que o poder não caia na rua». Na Espanha de Julho de 1936, o poder caiu claramente na rua.

-3-
Quando o poder caiu na rua, deixou de haver respeito pela autoridade do Estado Espanhol e pelo governo da República, o qual tinha perdido grande parte do seu poder e tinha um poder mais formal que outro, porque grande parte da defesa da República estava de facto a ser feita por organizações que não estavam ligadas ao governo.

-4-
É aqui que está o logro, porque os nazistas a sul e os fascistas a norte podem-se é queixar de que o governo legitimo não conseguiu controlar os movimentos que tomaram o poder em variados lugares de Espanha e começaram a fazer justiça pelas suas próprias mãos, fora de qualquer controlo do governo da República.
Mas não podem acusar (como fazem) o governo da República Espanhola de ser tão responsável pelos morticinios e pelos massacres do lado republicano, como Franco foi responsável pelos massacres dos nazistas.

-5-
Não só os massacres do lado nazista (Gen. Franco) e do lado fascista (Gen. Mola) foram promovidos e organizados pelos mais altos comandos militares, como faziam parte das experiências que os alemães queriam levar a cabo sobre a utilização do terror sobre civis, como forma de ganhar a guerra.

Ao contrário, os massacres ocorridos do outro lado, foram massacres que ultrapassaram as regras e as ordens da República Espanhola, que não teve forças (e essa é a sua responsabilidade) para impedir os crimes que foram cometidos.

-6-
Mas a comparação que alguns espanhóis tentam fazer, colocando os crimes dos dois lados em igualdade de circunstâncias, é absolutamente mentirosa e execrável porque imoral.

---------------------------------------------------------------------------------------

Não só o numero de vítimas de massacres perpetrados pelos nazistas ultrapassou de forma exponencial as ocorrências do lado governamental, como do lado nazista os massacres eram a política oficial, ACEITE E PROMOVIDA PUBLICAMENTE PELO PRÓPRIO FRANCO.
Quando perguntaram a Franco o que seria necessário fazer para ganhar a guerra, ele respondeu: «Farei o que for necessário». Depois perguntaram-lhe novamente o que ele faria se para ganhar fosse necessário matar mais de 10 milhões de pessoas (aproximadamente a população no lado republicano) e Franco respondeu «Repito, farei o que for necessário».
A frase foi entendida da única forma possível. Franco afirmou que estaria na disposição de matar todos os espanhóis do lado republicano, se isso fosse o necessário para ganhar a guerra.

Isto demonstra claramente que Franco, seguiu a táctica de estender a toda a Espanha uma política de fomento do terror, que aplicou nas zonas conquistadas e mesmo muito atrás das linhas onde se desenrolavam os combates.

Foi tão brutal e cruel o comportamento da soldadesca de Franco, que numa batalha no sul de Espanha, até os fascistas italianos se mostraram incomodados com a desumanidade e a crueldade dos nazistas espanhóis.

Entre os desportos praticados, estava o hábito de castrar os cadáveres. O comportamento da Falange e da Legião espanholas, não pode ser descrito com nenhum outro adjectivo que não seja o de ANIMAL.

E são os próprios italianos que o afirmam.

Quando Beevor fala de compaixão, está provavelmente a falar deste tipo de comportamento dos nazistas espanhóis, que nem sequer os cadáveres dos mortos respeitavam. E este comportamento, continuou até ao fim da guerra. Depois dela, os assassínios continuaram.

E quantos casos houve, já depois da guerra, em que os acusados repúblicanos eram libertados por não haver qualquer indicio contra eles, mas os falangistas locais, pela calada da noite iam a casa deles, metiam-nos num carro e matava-nos à beira da estrada.

Na Espanha pós 1939, ninguém tinha coragem para afirmar que um seu familiar tinha sido arrastado à noite para dentro de um carro, para nunca mais ser visto.


Há um neonazi chamado Pio Moa, uma espécie de mistura de Skinhead com o embaixador Rito da Casa Pia, que resolveu dedicar-se a escrever livros, onde resolveu negar todos os crimes, acusando todos aqueles que escrevem sobre a Guerra Civil espanhola de mentirosos.
É a esses escritos de Pio Moa, que um dos participantes do fórum foi buscar os argumentos para contestar o Anthony Beevor.

Para azar dele, eu já li o Pio Moa, mesmo sob o risco de ter ataques de vómito e nojo, porque o «homen» dá asco.



Enfim…

Não temos o direito de calar, apenas por calar

Cumprimentos
 

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Aponez

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« Responder #23 em: Agosto 25, 2007, 05:31:40 pm »
Nós pura e simplesmente não podemos e não devemos desistir, porque não muitas causas mais causa mais nobres que a defesa da verdade. E o que infelizmente vemos em alguns casos, é a tentativa de encobri-la, em que os portugueses costumam ser mestres :twisted: ) e as unidades onde tivera habido calquer intento de rebelión o problema é que isso tivo lugar en TODAS as unidades, con o qual a República quedou sen ejercito.

Citação de: "papatango"
-3-
Quando o poder caiu na rua, deixou de haver respeito pela autoridade do Estado Espanhol e pelo governo da República, o qual tinha perdido grande parte do seu poder e tinha um poder mais formal que outro, porque grande parte da defesa da República estava de facto a ser feita por organizações que não estavam ligadas ao governo.


Esas organización SI que estaban ligadas ó goberno, eran as suas propias milicias, milicias de partidos que formaban parte do goberno repúblicano xa que TODOS os os membros de partidos de dereitas foron perseguidos

Citação de: "papatango"
-4-
É aqui que está o logro, porque os nazistas a sul e os fascistas a norte podem-se é queixar de que o governo legitimo não conseguiu controlar os movimentos que tomaram o poder em variados lugares de Espanha e começaram a fazer justiça pelas suas próprias mãos, fora de qualquer controlo do governo da República.
Mas não podem acusar (como fazem) o governo da República Espanhola de ser tão responsável pelos morticinios e pelos massacres do lado republicano, como Franco foi responsável pelos massacres dos nazistas.


Esta claro que o senhor ou segue a non saber o que eran as checas ou non ten ganha de o saber, debido a que a maioria estaban apoiadas por elementos do goberno repúblicano como por ejemplo as que tinha o SIM

Citação de: "papatango"
-5-
Não só os massacres do lado nazista (Gen. Franco) e do lado fascista (Gen. Mola) foram promovidos e organizados pelos mais altos comandos militares, como faziam parte das experiências que os alemães queriam levar a cabo sobre a utilização do terror sobre civis, como forma de ganhar a guerra.

Ao contrário, os massacres ocorridos do outro lado, foram massacres que ultrapassaram as regras e as ordens da República Espanhola, que não teve forças (e essa é a sua responsabilidade) para impedir os crimes que foram cometidos.


¿Realmente cree o que esta a dizer Papatango? Debería de se informar melhor das "forzas" que tinha cada um, como ejemplo ten a Marina Repúblicana onde case todos os oficiais foron asesinados sen que ninguem  abrira a boca, por que como eran oficiais que xa estaban durante a monarquia xa eran todos "fascistas"

Citação de: "papatango"
-6-
Mas a comparação que alguns espanhóis tentam fazer, colocando os crimes dos dois lados em igualdade de circunstâncias, é absolutamente mentirosa e execrável porque imoral.

---------------------------------------------------------------------------------------

Não só o numero de vítimas de massacres perpetrados pelos nazistas ultrapassou de forma exponencial as ocorrências do lado governamental, como do lado nazista os massacres eram a política oficial, ACEITE E PROMOVIDA PUBLICAMENTE PELO PRÓPRIO FRANCO.
Quando perguntaram a Franco o que seria necessário fazer para ganhar a guerra, ele respondeu: «Farei o que for necessário». Depois perguntaram-lhe novamente o que ele faria se para ganhar fosse necessário matar mais de 10 milhões de pessoas (aproximadamente a população no lado republicano) e Franco respondeu «Repito, farei o que for necessário».
A frase foi entendida da única forma possível. Franco afirmou que estaria na disposição de matar todos os espanhóis do lado republicano, se isso fosse o necessário para ganhar a guerra.

Isto demonstra claramente que Franco, seguiu a táctica de estender a toda a Espanha uma política de fomento do terror, que aplicou nas zonas conquistadas e mesmo muito atrás das linhas onde se desenrolavam os combates.

Foi tão brutal e cruel o comportamento da soldadesca de Franco, que numa batalha no sul de Espanha, até os fascistas italianos se mostraram incomodados com a desumanidade e a crueldade dos nazistas espanhóis.

Entre os desportos praticados, estava o hábito de castrar os cadáveres. O comportamento da Falange e da Legião espanholas, não pode ser descrito com nenhum outro adjectivo que não seja o de ANIMAL.

E são os próprios italianos que o afirmam.

Quando Beevor fala de compaixão, está provavelmente a falar deste tipo de comportamento dos nazistas espanhóis, que nem sequer os cadáveres dos mortos respeitavam. E este comportamento, continuou até ao fim da guerra. Depois dela, os assassínios continuaram.

E quantos casos houve, já depois da guerra, em que os acusados repúblicanos eram libertados por não haver qualquer indicio contra eles, mas os falangistas locais, pela calada da noite iam a casa deles, metiam-nos num carro e matava-nos à beira da estrada.

Na Espanha pós 1939, ninguém tinha coragem para afirmar que um seu familiar tinha sido arrastado à noite para dentro de um carro, para nunca mais ser visto.


Novamente dando mostras da sua grande sabedoria Papatango  :? , en quanto a esa compaixón da que vocé fala non creo que sexa ó que se refire Beevor por que os republicanos faziam o mesmo chegando incluso a profanar as tumbas dos religiosos, pero claro isso vocé como de costume non o sabia

Citação de: "papatango"
Não temos o direito de calar, apenas por calar


Non é certo, pero debería pelo menos enterarse bem das cousas antes de dizer unha sarta de mentiras, a non ser que seja isso o que gosta de fazer  :roll:

E como parece que o senhor tamben non esta muito enterado de como remataron os dous ejércitos aqui tem a división dos mesmos:



Infantería: Republicanos.-47'5%   Nacionais.- 52.5%
Caballería: Republicanos.- 40%    Nacionais.- 60%
Artillería: Republicanos.- 47.5%    Nacionais.- 52.5%
Ingenieros: Republicanos.- 67%   Nacionais.- 33%
Intendencia: Repúblicanos.- 43%  Nacionais.- 57%
Sanidad: Republicanos: 56.5%      Nacionais.- 43.5%
Ejército de África: Quedou todo en mans dos Nacionais.

Tanques: Republicanos.- 12                 Nacionais.- 8
Fusiles:    Republicanos.- 275.000        Nacionais.- 325.000
Ametralladoras: Republicanos.- 3.000  Nacionais.- 5.800
Morteros: Republicanos.- 1400            Nacionais.- 0 (so se fala dos tipo Valero que era o morteiro máis común)
Artillería: Republicanos.- 684 pezas + 100 en construcción
              Nacionais.- 649 pezas

¿Tinha armas a República? Sim
¿Tinha soldados? Sim
¿Podía ter combatido ós rebeldes sen armar ás milicias de partido? Sim
¿Por que é que se armaron enton ás milicias? Para simplementes aniquilar ás dereitas e que fose fisicamente imposible que estas voltasen ó goberno.
 

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garrulo

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« Responder #24 em: Agosto 25, 2007, 05:42:46 pm »
Aponez, da datos de la ARMADA y de las fuerzas del Aire, que la diferncia es aún mayor.
España tiene el 107% de la renta de la UE, Portugal el 75%, entramos al mismo tiempo. No seremos tan tontos.
 

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Aponez

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« Responder #25 em: Agosto 25, 2007, 06:06:05 pm »
Citação de: "garrulo"
Aponez, da datos de la ARMADA y de las fuerzas del Aire, que la diferncia es aún mayor.


Se bem na Armada a diferencia era abismal non o era tanto nas forzas aéreas debido a que a República mantivo o control de aproximadamente dous dos avións pero a maioría dos pilotos se uniron ó bando nacional (isso de permitir que se matase a oficiais que non tinhan feito nada non axudou muito á República a que estes a apoiasen :roll:  )

Armada: Republicanos.- 12.990 homes, Nacionais.- 6996 homes.

- Acorazados.- Republicanos.- Jaime I; Nacionais.- España (conhecido como "El Abuelo" estaba en Ferrol para ser desgüazado)
- Cruceros Pesados.- Canarias y Baleares, estan en construcción en Ferrol ó  comezar a guerra, quedan en mans dos nacionais.
- Cruceros Ligeros.- Republicanos.- Libertad, Méndez Núñez y Miguel de Cervantes.; Nacionais.- Almirante Cervera, República (En Cádiz con as maquinas averiadas e desarmado usado como pontón para marinheria)
- Destructores.- Republicanos.- 10 + 6 en construcción, Nacionais.- Velasco (en reparación)
- Submarinos.- Quedan os 12 en mans do goberno republicano
- Torpederos.- Republicanos.- 6; Nacionais.- 5
- Guardacostas.- Republicanos.- 3, Nacionais.- 6
- Cañoneros.- Republicanos.- 1, Nacionais.- 4 (2 en construcción)

Aviación: Republicanos.- 3200 homes (60%); Nacionais.- 2107 homes (40%)

Aviación del Ejército: Republicanos.- 207 avións, Nacionais.- 96
Aviación Naval: Republicanos.- 96 avións, Nacionais.- 11
Aviación Civil: Republicanos.- 122, Nacionais.- 12
 

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papatango

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« Responder #26 em: Agosto 25, 2007, 06:49:29 pm »
O poder caiu evidentemente na rua, isso é publico.

E é porque o poder cai na rua, que do lado republicano se criam multiplos poderes, baseados nos sindicatos e nos partidos politicos.

É porque o poder caiu na rua, que em fases posteriores começa uma autentica guerra civil dentro do lado republicano.

Muitos ds crimes cometidos pelos comunistas, são mais contra os seus opositores dentro da república que contra os franquistas.

A enorme fragmentação do lado repúblicano, deveria ser mais que duficiente para o fazer entender.

Quanto aos numeros de cada um dos lados, futuramente falaremos deles.

Os numeros são faceis de distorcer e os franquistas tiveram muitos anos para o fazer.

Só para lhe dar um exemplo, a marinha republicana tinha muito mais navios, mas muitos dos comandos eram contra a república, o que deixou a república com uma marinha de marinheiros sem comando, o que explica a absoluta incompetência por parte da marinha repúblicana, nomeadamente na sua ridicula incapacidade em impedir as forças de Franco de passarem o estreito.

A república teve em grande medida melhores armas, especialmene no campo dos tanques, mas utilizou-os de forma absolutamente desconexa e desastrada. Isto acontecia porque não havia uma república espanhola, porque o governo caiu na rua.

Quando o governo cai na rua, há sempre quem o apanha. Na Espanha, o poder foi tomado por quem tinha essa capacidade.

No país basco praticamente foi declarada a independência e a guerra foi feita pelos bascos. Na Catalunha havia mais que um exército, mais ou menos sob o comando de catalães que não obedecia as ordens do governo central.

Não havia na realidade um governo do lado republicano e é por isso que se pode afirmar que em 1936 o poder caiu na rua.

Evidentemente que para os nazistas vencedores, todo o tipo de mentiras servia para justificar as suas acções. É conveniente afirmar que a culpa era do governo repúblicano, porque asism é mais fácil justificar os assassinatos que ocorreram durante o conflito e que se seguiram à guerra.

Lembro por exemplo, que os nazistas julgavam os republicanos por traição, quando eram eles os nazistas, os traidores e os invasores.

Ocorreu na Espanha algo tão absurdo que seria se Itália a Máfia chegasse ao poder e levasse os policias a tribunal por terem cometido o crime de os perseguir.

Não há, nem pode haver desculpa nem para Franco nem para os nazistas.

Pessoalmente agradeço que não continuem com as mentiras do costume, tipo "não era possivel matar tanta gente na câmara de gaz" ou "Eu estive em Auschwitz e não vi nenhum crematório, logo era tudo mentira".

Cumprimentos
 

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garrulo

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« Responder #27 em: Agosto 25, 2007, 06:54:03 pm »
Eres un tarado papatango, todo lo que se refiere a España te descompone y cualquier rasgo de racionalidad desaparece de ti.
Enfermos a los siquiatricos , no en los foros.
España tiene el 107% de la renta de la UE, Portugal el 75%, entramos al mismo tiempo. No seremos tan tontos.
 

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Aponez

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« Responder #28 em: Agosto 25, 2007, 08:44:13 pm »
Melhor será seguir a educar ó senhor Papatango, ainda que el non queira aprender :roll:

Citar
A república teve em grande medida melhores armas, especialmene no campo dos tanques, mas utilizou-os de forma absolutamente desconexa e desastrada. Isto acontecia porque não havia uma república espanhola, porque o governo caiu na rua.

Sen lugar a dubidas o melhor que leo de toda a sua resposta, enton en Francia en 1940 tamben non había un goberno británico e un goberno francés por que a actuación dos seus ejércitos bordeou o rídiculo fronte a unha Wehrmacht muito peor equipada :roll:

Citar
Não havia na realidade um governo do lado republicano e é por isso que se pode afirmar que em 1936 o poder caiu na rua.

Parece que o senhor so sabe meter a pata, SIM había un goberno do lado republicano, tanto é así que é Largo Caballero como presidente do goberno quen nombra a Miaja para se fazer cargo da defensa de Madrid en novembro de 1936, é Negrin quen como Ministro de Economía decide o envio á URSS das reservas de ouro do Banco de España.

Melhor que se informe antes de dizer tantas cousas erradas Papatango.

Citar
Lembro por exemplo, que os nazistas julgavam os republicanos por traição, quando eram eles os nazistas, os traidores e os invasores.

É dificil poder lembrar algo que non pasou Papatango, salvo que esté a lembrar un dos seu sonhos :twisted:  Aqui non había nazistas, e os que julgaron ós republicanos non o faziam por traición, os republicanos foron julgados por asesinatos, auxilio á rebelión ou rebelión, o qual por certo se ajustaba a dereito debido á publicación dos Bandos Militares.

Citar
Pessoalmente agradeço que não continuem com as mentiras do costume, tipo "não era possivel matar tanta gente na câmara de gaz" ou "Eu estive em Auschwitz e não vi nenhum crematório, logo era tudo mentira"


Ate agora o que non parou de soltar mentiras foi vocé Papatango, así que melhor será que se aplique o conto. É vocé o que esta a tentar de justificar os crimes de un dos bandos.
 

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« Responder #29 em: Agosto 25, 2007, 09:18:39 pm »
Sr. Aponez, o sr. foi avisado de que não pode colocar neste fórum os pontos de vista dos extremistas nazistas franquistas.

As suas mentiras são consideradas violação grosseira das regras do fórum.

As restantes afirmações nada têm a ver com o facto de os nazistas de Franco se terem comportado como uma corja de animais (vide o caso das castrações, que era prática generalizada quer dos mouros quer dos legionarios nazistas).

Já aqui foi explicado que os crimes dos comunistas (e estamos a falar de periodos muito diferentes, porque até agora só me tenho referido ao ano de 1936) foram exactamente resultado de não haver um governo capaz de tomar o pulso à situação.

É evidente que quando o governo espanhol tentou sobreviver e só recebia apoio da União Soviética isso inevitavelmente aumetou o poder do partido comunista.

Mas muita da repressão comunista, nas fases mais adiantadas da guerra foi dentro da própria república, porque os comunistas também tinham entendido que era a completa desorganização da república que se apresentava como o principal problema.

Os resultados da Wermacht em França nada têm a ver com a GCE. A utilização de blindados alemães foi feita de forma diferente. A invasão da França é outra história.

Falaremos mais tarde na questão dos carros T-26 e BT-5 face aos PzKpfw-I mas isso não tem nada a ver com o problema da barbárie franquista...
 

 

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