Guiné e as maravilhas da descolonização

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Luso

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(sem assunto)
« Responder #15 em: Agosto 30, 2007, 03:41:13 pm »
"Há 34 anos que estamos a aguardar que o Estado português nos pague aquilo que nos deve pelos anos de sacrifícios numa luta armada em que defendemos com honra e bravura a bandeira de Portugal", afirmou Regino Vieira."

Nada mais justo. Estes, para mim são portugueses como os outros porque lutaram para continuar a sê-lo. Honra lhes seja feita.
Ai de ti Lusitânia, que dominarás em todas as nações...
 

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Lancero

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(sem assunto)
« Responder #16 em: Agosto 30, 2007, 07:13:01 pm »
É pena é os traficantes usarem barcos...

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Guiné-Bissau:Chefe do governo subscreve ameaça de CEMGFA de abater aviões de narcotraficantes    

   Lisboa, 30 Ago (Lusa) - O primeiro-ministro da Guiné-Bissau defendeu hoje, em Lisboa, o recurso a acções radicais para acabar com narcotráfico, que utiliza o país como placa giratória para entrar na Europa, incluindo o abate de aviões de narcotraficantes.  

     

    "Constituímos um Estado em que existem regras, portanto não pode haver voos ilegais no nosso território. Se constatamos um voo ilegal, que não tem autorização, o que é que nós fazemos? Temos que aplicar a autoridade do Estado", disse Martinho N'Dafa Cabi.  

     

    O chefe do governo guineense, que iniciou na quarta-feira uma visita de uma semana a Portugal e hoje foi recebido pelo primeiro-ministro português, comentou assim as ameaças proferidas na passada terça-feira pelo chefe de Estado-Maior General das Forças Armadas guineenses, general Tagmé Na Waié, que ordenou o abate dos aviões utilizados pelos narcotraficantes no espaço aéreo guineense.  

     

    "As pessoas têm de cumprir as regras que existem no nosso país", frisou, reconhecendo que as autoridades guineenses "são incapazes do ponto de vista logístico, do ponto de vista de meios, de controlar totalmente" a Guiné-Bissau.

     

    "Nós não temos capacidade para controlar a totalidade do nosso território", salientou, recordando que a parte insular do país, formada por cerca de 80 ilhas, oferece condições para o trânsito de droga.  

     

    "A Guiné-Bissau não é um país produtor nem consumidor de droga. Mas a droga passa pelo nosso país. Precisamos de meios (para combater o narcotráfico), por isso estamos a bater às portas aos amigos", disse, referindo-se à visita oficial que está a efectuar a Portugal.  

     

    Instado a responder se subscrevia as ameaças proferidas terça-feira pelo CEMGFA do seu país, o primeiro-ministro guineense afirmou que pode chegar-se a esse ponto.  

     

    "Se se chegar a esse nível não é porque nós queremos isso. Não é a nossa atitude", esclareceu, adiantado que isso "é também uma forma de ameaçar a outra parte (narcotraficantes). Porque quem violar (o espaço aéreo) aproveita a nossa fragilidade".  

     

    Para melhor sensibilizar a comunidade internacional para o combate ao narcotráfico na Guiné-Bissau, Martinho N'Dafa Cabi propôs ao governo português a realização de uma conferência internacional, com a participação dos países africanos vizinhos - por exemplo o Senegal e a Guiné Conacri - que alega sofrerem igualmente com o flagelo do tráfico de droga.  

     

    "Para uma política e esforços conjugados é necessário que no quadro de uma conferência (internacional) se defina uma estratégia de combate ao narcotráfico", defendeu.  

     

    Martinho N'Dafa Cabi falou aos jornalistas depois do encontro que manteve na sede da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) com o secretário-executivo da organização, embaixador Luís Fonseca.  

     

    Foi à saída deste encontro que Martinho N'Dafa Cabi anunciou ter entregue ao primeiro-ministro português, no encontro realizado a meio da tarde, um memorando para a resolução da questão da alegada falta de pagamento de pensões de reforma aos guineenses que combateram no exército colonial português.

     

    "Nós apresentámos um memorando ao governo para permitir uma reflexão mais aprofundada. O governo português mostrou-se sensível aos aspectos que apresentámos", acrescentou, sem pormenores.  

     

    O primeiro-ministro guineense referiu-se ainda à eventual abertura de uma linha de crédito de Portugal à Guiné-Bissau e ao perdão da dívida de Bissau a Portugal, avaliada em 100 milhões de dólares (73 milhões de euros), adiantando que os ministros das Finanças dos dois países vão falar sobre esses assuntos nos próximos dias.  

     

    Antes, na residência oficial do primeiro-ministro português, e depois da audiência com José Sócrates, os dois chefes de governo testemunharam a assinatura de dois acordos bilaterais.  

     

    O primeiro documento a ser assinado, um acordo para evitar a dupla tributação fiscal, foi assinado pelos ministros das Finanças dos dois países, Fernando Teixeira dos Santos e Issufo Sanhá, respectivamente.  

     

    O segundo acordo, no domínio dos transportes aéreos, retira à Air Portugal o monopólio que detinha desde 1975 entre as companhias aéreas portuguesas de voar para a Guiné-Bissau, e foi subscrito pelo ministro dos Transportes e Comunicações da Guiné-Bissau, Gaspar Fernandes, e pelo ministro das Obras Públicas, Transportes e Comunicações de Portugal, Mário Lino.  

     

"Portugal civilizou a Ásia, a África e a América. Falta civilizar a Europa"

Respeito
 

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(sem assunto)
« Responder #17 em: Agosto 31, 2007, 03:25:43 am »
Há coisas que, sinceramente, fazem-me "confusão"!

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Lisboa, 30 Ago (Lusa) - O primeiro-ministro da Guiné-Bissau defendeu hoje, em Lisboa, o recurso a acções radicais para acabar com narcotráfico, que utiliza o país como placa giratória para entrar na Europa, incluindo o abate de aviões de narcotraficantes.
Como?! Com quê?
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"as autoridades guineenses são incapazes do ponto de vista logístico, do ponto de vista de meios, de controlar totalmente" a Guiné-Bissau..."
"Porque quem violar (o espaço aéreo) aproveita a nossa fragilidade"
Ahh, aí está o problema!
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"...Se constatamos um voo ilegal, que não tem autorização, o que é que nós fazemos?
Nada, obviamente!
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"Precisamos de meios (para combater o narcotráfico), por isso estamos a bater às portas aos amigos", disse, referindo-se à visita oficial que está a efectuar a Portugal.
Mau, mais um a fazer-se aos F-16.....
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Para melhor sensibilizar a comunidade internacional para o combate ao narcotráfico na Guiné-Bissau, Martinho N'Dafa Cabi propôs ao governo português a realização de uma conferência internacional, com a participação dos países africanos vizinhos - por exemplo o Senegal e a Guiné Conacri - que alega sofrerem igualmente com o flagelo do tráfico de droga.

Bom, se comprarem os Fs pelos 3 países pode ser que consigam arranjar 2 para fazer QRA. Já devem ter estudado o que se passa nos 3 países bálticos... :roll:

Isto sinceramente... ó sr.ministro guineense, que lá pela Guiné não haja muita gente a perceber do assunto é uma coisa, agora vir para "terras d'el rey" dizer isto! Por favor...


Cumptos
A realidade não alimenta fóruns....
 

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André

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« Responder #18 em: Agosto 31, 2007, 10:25:56 pm »
Luso-guineenses querem votar nas autárquicas portuguesas

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A comunidade da Guiné-Bissau em Portugal pediu hoje ao primeiro-ministro guineense que interceda junto de Lisboa para que os cidadãos naturalizados portugueses possam votar nas eleições autárquicas do país de acolhimento.

O pedido foi expresso por Augusto Mendes Pereira, presidente da associação de guineenses em Portugal, durante um «frente-a-frente» de perto de 150 membros da comunidade com o primeiro-ministro, Martinho N´Dafa Cabi, no último dia da visita a Portugal do chefe do executivo guineense.

A efectivação do direito de voto, defendeu o activista, «aumentaria o poder de intervenção da comunidade naquilo que os afecta ao nível do poder autárquico», nomeadamente na habitação, saúde e educação.

«Adquirir capacidade eleitoral em Portugal terá efeitos muito significativos nos recursos dos emigrantes», afirmou Mendes Pereira, intervindo na Universidade Lusófona, em Lisboa, perante um auditório praticamente repleto.

Outra «questão concreta» a necessitar de intervenção do governo e partidos guineenses, adiantou, é a abolição de vistos de entrada para naturais da Guiné-Bissau, que tenham adquirido outras nacionalidades.

«Porque é que cidadãos naturais guineenses têm de tirar visto para entrar na Guiné-Bissau, quando estão a tratar de assuntos que tem a ver com o desenvolvimento do país?», questionou, na presença de três ministros guineenses - Justiça, Finanças e Transportes - além do chefe do executivo e do secretário de Estado da cooperação.

Mendes Pereira salientou que a situação «desvaloriza o sentimento de amor à pátria» dos guineenses que se mantêm ligados ao país e contribui para «criar a sensação de estrangeiro» no seu próprio país de origem.

A questão foi considerada «bem colocada» pelo embaixador guineense em Lisboa, Constantino Lopes da Costa, que se defendeu afirmando que «compete ao governo analisar a questão no país e remeter instruções» à representação diplomática.

N´Dafa Cabi escusou-se a responder directamente à questão, antes lembrando que os intervenientes «não estão no terreno, portanto não conhecem a realidade objectiva», e em particular as dificuldades enfrentadas pelo governo, nomeadamente no combate ao tráfico de droga e reforma da administração pública.

Fernando Ká, da Associação Guineense de Solidariedade Social (Aguinenso), insistiu mais tarde na questão dos vistos, criticando a «discriminação» de naturais guineenses que adquiriram outra solidariedade.

Este «histórico» da comunidade guineense, também ele cidadão português, chamou ainda atenção para a «ausência de apoio social» aos guineenses em tratamento médico em Portugal, que muitas vezes são encaminhados para a Aguinenso.

«Temos quase uma centena de doentes, que muitas vezes não têm meios para comprar os medicamentos de que necessitam para completar os seus tratamentos», afirmou.

Diário Digital / Lusa

 

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André

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« Responder #19 em: Outubro 02, 2007, 06:01:21 pm »
Tráfico de droga ameaça consolidação democracia

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O tráfico de droga está a ameaçar a consolidação da democracia na Guiné-Bissau, afirmou segunda-feira o secretário-geral das Nações Unidas, ao apresentar um novo relatório sobre o país africano.
Segundo Ban Ki-moon, a Guiné-Bissau está a obter alguns progressos nas finanças públicas e na cooperação com as organizações económicas internacionais, mas os avanços no processo político estão a enfrentar vários obstáculos, sendo a questão do tráfico de droga um dos mais importantes.

«O tráfico de droga ameaça subverter os primeiros passos do processo de democratização do país, pois abarca o crime organizado e mina o respeito pelas normas de um Estado de Direito», disse Ban Ki-moon no relatório, relativo às actividades do Gabinete de Apoio das Nações Unidas na Guiné-Bissau (UNOGBIS), enviado ao Conselho de Segurança da ONU.

«Não há quaisquer dados fiáveis sobre as apreensões de droga, sobre o volume de droga em trânsito através da Guiné-Bissau, nem ainda sobre o consumo local de narcóticos», sublinhou o secretário-geral das Nações Unidas.

Ban Ki-moon relevou que existe um consenso cada vez mais generalizado de que a Guiné-Bissau se tornou um país de trânsito importante no tráfico de droga na sub-região da África Ocidental.

No relatório, é referido que foi enviada artilharia antiaérea para o arquipélago dos Bijagós, após inúmeros relatos de pequenos aviões não identificados aterrarem em pistas improvisadas nalgumas das ilhas e que serviriam de apoio ao tráfico, sobretudo de cocaína.

Por outro lado, acentua, foram retomadas as investigações sobre o desaparecimento de quase 700 quilos de cocaína apreendida em 2006 pelas autoridades guineenses, estando em curso diligências e interrogatórios sobre o alegado envolvimento de altas figuras do governo de então, liderado por Aristides Gomes.

«Dado a pouca capacidade do país em combater este novo fenómeno sozinho, é necessária uma resposta colectiva», escreve Ban Ki-moon no documento.

Nesse sentido, considera ser «vital» e «urgente» que os parceiros regionais e internacionais ajudem as autoridades guineenses com apoio técnico e financeiro.

«A Guiné-Bissau deve juntar esforços com os parceiros regionais e internacionais para conter esta ameaça crescente, através da criação de plataformas de cooperação no domínio da aplicação da Justiça e da Lei», acrescenta.

Em Julho e Agosto, as organizações da sociedade civil guineenses levantaram «preocupações» sobre as restrições à liberdade de imprensa e de expressão em relação às notícias que a comunicação social da Guiné-Bissau tem estado a publicar sobre o tráfico de droga.

Mais grave, o relatório adianta que vários jornalistas têm estado a ser sido pressionados e intimidados por reportarem os factos.

A 24 de Julho último, lembra-se no documento, a Federação Internacional de Jornalistas (FIJ) apresentou também a sua «preocupação» ao governo guineense sobre o caso de dois jornalistas alvo de intimidações.

Um deles, Albert Dabó, correspondente local da várias agências noticiosas estrangeiras, foi acusado de difamação após ter alegadamente sugerido que o chefe do Estado-Maior da Marinha (CEMM), José Américo Bubo Na Tchute, estaria ligado ao tráfico de droga.

O outro jornalista, não referenciado no relatório, é Fernando Jorge Pereira, actual correspondente do semanário português Expresso, várias vezes alvo de intimidações e que chegou a estar detido por algumas horas na ilha de Bubaque quando investigava precisamente um aparente caso de tráfico de droga naquela ilha do arquipélago dos Bijagós.

«Estes desenvolvimentos marcam um retrocesso no caminho positivo registado nos últimos três anos, em que a Guiné-Bissau não foi citada pelas organizações que vigiam a liberdade de imprensa, nomeadamente os Repórteres sem Fronteiras (RSF), entre os países que detêm o triste recorde de violações», sublinha Ban Ki-moon no relatório.

O secretário-geral da ONU apela, nesse sentido, à consolidação do pacto assinado a 12 de Março último pelos três maiores partidos políticos do país, que permitiu criar um governo liderado por Martinho N'Dafa Cabi.

Trata-se dos partidos Africano da Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC), da renovação Social (PRS) e Unido Social-Democrata (PUSD).

Por último, Ban Ki-moon mostra-se «preocupado» pelo facto de persistirem as divisões e rivalidades entre estes mesmos partidos políticos e outros, mesmo apesar de o pacto de estabilidade política continuar a constituir uma plataforma para uma governação mais consensual.

«Esta situação pode minar os esforços de estabilização que são cruciais e desencorajar os parceiros do país e os potenciais investidores», conclui Ban Ki-moon.

Diário Digital / Lusa

 

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Lancero

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« Responder #20 em: Novembro 15, 2007, 09:40:29 pm »
Excelente. Agora basta que alguém ofereça a electricidade para poderem ligar os novos aparelhos. Sim, porque a PJ da Guiné conta pelos dedos de uma mão os dias por ano que está ligada à corrente...

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Guiné-Bissau: Espanha oferece 350 mil euros em equipamentos para combater crime organizado    

   Bissau, 15 Nov (Lusa) - As autoridades espanholas ofereceram hoje ao  governo da Guiné-Bissau um conjunto de equipamentos, orçados em 350 mil  euros, destinados ao combate à imigração clandestina e tráfico de droga,  anunciou o embaixador de Espanha na capital guineense.  

     

   Os equipamentos, dez viaturas de caixa aberta, 16 telefones satélite,  dez fotocopiadoras, 16 computadores e respectivos acessórios, dez câmaras  digitais e material utilizado pela polícia constituem a resposta do governo  de Madrid aos pedidos de ajuda das autoridades guineenses no combate ao  crime organizado.  

     

   A Guiné-Bissau tem sido utilizada pelas redes de narcotraficantes da  América Latina para fazer entrar droga Europa e pelas redes de imigração  clandestina rumo ao território espanhol.  

     

   As autoridades guineenses têm manifestado a sua incapacidade para combater  os dois flagelos devido à falta de meios.  

     

   Durante a cerimónia de entrega dos equipamentos, o ministro da Administração  Interna, Certório Biote, afirmou que a polícia guineense ficará "melhor  preparada" para combater o crime organizado graças às ajudas do governo  espanhol.  

     

   "É o resultado das excelentes relações entre os Ministérios da Administração  Interna da Guiné-Bissau e do Interior da Espanha", defendeu Biote.  

     

   Segundo o embaixador Angel Ballesteros, Madrid considera a Guiné-Bissau  "um grande amigo" na luta contra a imigração clandestina na Europa e é um  país que "necessita de muito mais apoios".  
"Portugal civilizou a Ásia, a África e a América. Falta civilizar a Europa"

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