Programa de substituição do C-130

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Castro Santos

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Re: Programa de substituição do C-130
« Responder #1125 em: Fevereiro 07, 2019, 12:09:43 am »
Haverá alguma chance de Portugal vir a adquirir os A400?
Falaram aqui que os A400 tem tido problemas, eles já foram ultrapassados?

Quais as vantagens e desvantagens do A400 sobre o K390?

Obrigado

Acho pouco provável, a não ser que sejam excedentes das encomendas de algum dos países do consórcio vendidos com desconto de fim de estação.
Alguns dos problemas têm vindo a ser ultrapassados - ou pelo menos assim é anunciado - nos motores por exemplo. Mas outros ainda não, penso que os problemas na largada de paraquedistas pela portas laterais e de reabastecimento de helicópteros se mantêm e talvez nem sejam inteiramente solucionáveis.

As vantagens do A400 sobre o KC390 são em primeiro lugar ser um avião em utilização e já com algum emprego operacional e não um avião ainda em fase de testes e certificação. É bom lembrar que várias vezes os problemas aparecem quando os meios começam a ser usados regularmente em operações.
Outras vantagens são a maior capacidade de carga e autonomia de vôo e a capacidade comprovada de operar em pistas não preparadas - até na praia já foi usado. Apesar da publicidade em contrário, o KC390 deixa dúvidas neste aspecto.

As desvantagens são os custos de aquisição e operação e a série de problemas que têm existido com o A400, que levaram inclusive a França e a Alemanha a encomendar recentemente em conjunto alguns C130/KC130 para cobrir lacunas com o A400. Sendo 2 países nucleares do programa de desenvolvimento do A400 isto diz bem como têm andado as coisas...

Sinceramente acho que não nos deveríamos meter nesse filme, ainda para mais não estamos no consórcio de desenvolvimento e por isso também não temos os benefícios correspondentes. E se para o KC390 o custo é o entrave, para o A400 dificilmente seria diferente ou então reduzia-se o número de unidades ainda mais com a desculpa estúpida da maior capacidade de carga e fazia-se a borrada completa.

Se o KC-390 não vier, a única hipótese com sentido é o C130J, por muitas e boas razões.

Obrigado
 

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Charlie Jaguar

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Re: Programa de substituição do C-130
« Responder #1126 em: Fevereiro 08, 2019, 10:17:57 am »
Saudações Aeronáuticas,
Charlie Jaguar

         "PER ASPERA AD ASTRA"
               (Por Caminhos Árduos, Até Às Estrelas)
 
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Re: Programa de substituição do C-130
« Responder #1127 em: Fevereiro 08, 2019, 11:26:01 am »
 
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Re: Programa de substituição do C-130
« Responder #1128 em: Fevereiro 08, 2019, 12:48:49 pm »
Porquê o amor ao C-130J? Quer dizer, além do facto de ser um C-130, venerável plataforma, não estou bem a ver o fascínio. Mesmo enquanto actualização do C-130 já é literalmente do século passado, mas também não é assim tão barato que justifique a antiguidade.
 

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Re: Programa de substituição do C-130
« Responder #1129 em: Fevereiro 08, 2019, 01:25:27 pm »
Porquê o amor ao C-130J? Quer dizer, além do facto de ser um C-130, venerável plataforma, não estou bem a ver o fascínio. Mesmo enquanto actualização do C-130 já é literalmente do século passado, mas também não é assim tão barato que justifique a antiguidade.

Com 400 CJ's, não é o Charlie jaguar,  a voar, os operadores que possuem este modelo de aeronaves, segundo o teu ponto de vista, então só as têm porque devem gostar de aeronaves " antigas " ?

São só 400 C130J, só. c56x1

Actualmente que opções oferece o mercado das Aeronaves de transporte Táctico Militar, ás Forças Aéreas, para que não se escolha o C130J ?

https://www.ainonline.com/aviation-news/defense/2018-05-09/franco-german-c-130j-squadron-now-reality

https://www.raf.mod.uk/aircraft/c-130j-hercules/

https://www.flightglobal.com/news/articles/analysis-why-super-hercules-is-a-strong-performer-446175/

https://en.wikipedia.org/wiki/Lockheed_Martin_C-130J_Super_Hercules#Operators

Abraços


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Re: Programa de substituição do C-130
« Responder #1130 em: Fevereiro 08, 2019, 01:33:29 pm »
ANALYSIS: Why Super Hercules is a strong performer

01 March, 2018 SOURCE: FlightGlobal.com BY: Craig Hoyle London

With Lockheed Martin having marked the latest milestone in its C-130J “Super Hercules” programme on 9 February – the delivery of its 400th example – we use Flight Fleets Analyzer data to detail the type’s sales performance so far.

First flown from Lockheed’s Marietta final assembly site in Georgia in April 2006, the C-130J commenced deliveries to the UK Royal Air Force in September 1998. This followed a significant development delay, including with the integration of its new Rolls-Royce AE2100D3 turboprop engines.

Seventeen nations currently operate the tactical transport and multiple sub-variants, with Fleets Analyzer recording 375 examples as in current active service.


Royal Norwegian Air Force

“To date, the global fleet of C-130Js has surpassed more than 1.7 million flight hours supporting almost any mission requirement,” Lockheed says. It lists duties performed by the type as including “transport, firefighting, search and rescue, special operations, weather reconnaissance and aerial refuelling”.

Fleets Analyzer data shows that North American operators have 73% of all operational C-130Js, with Canada’s 17 dwarfed by the US military’s current 258. Five European operators fly a combined 47 examples, while three Asia-Pacific-region air forces have a combined 27. Six nations in the Middle East use 24 of the type, while Tunisia is the lone adopter in Africa so far, with two units acquired.

The milestone 400th aircraft has been produced in the MC-130J Commando II combat tanker configuration for the US Air Force Special Operations Command, but is destined for conversion into an AC-130J “Ghostrider” gunship prior to entering service.

Lockheed delivered 26 C-130Js to customers in 2017; two more than its previous year’s production total. Fleets Analyzer records its current firm order backlog for the type as standing at a combined 90 units, for the USAF (76), US Marine Corps (8), France and the US Coast Guard: both of which will receive three.

Meanwhile, the company also is advancing with certification testing of its LM-100J commercial freighter, which draws on its Super Hercules design experience while removing military equipment. The model is intended to replace aged examples of the L-100 freighter, which Lockheed produced until 1992.
 


Fleets Analyzer data shows that the C-130J has had a good safety record in military service, with 12 accidents recorded, including seven total hull losses. Of those, four involved fatalities.

The first fatal loss involving the type was in November 2009, when an Italian air force KC-130J tanker crashed shortly after taking off from Pisa. All five personnel aboard were killed in the incident. Five crew also died when a Royal Norwegian Air Force transport crashed into a mountain in southern Sweden In March 2012. An Indian air force transport was lost when it crashed into the ground during a tactical low-level flight in March 2014, also killing five.

In the worst loss involving a C-130J, a USAF example crashed in Afghanistan in October 2015 after its crew lost control and stalled immediately after a night-time take-off from Jalalabad airfield. Investigators found that a night-vision goggle case which had been used to jam the aircraft’s elevator in an up position during cargo loading had not been removed. All 11 people onboard were killed, along with three Afghan military personnel on the ground.

Non-fatal hull losses include a UK Royal Air Force aircraft which was destroyed by British personnel after sustaining extensive damage when an improvised explosive device was detonated as it landed at a remote strip in Iraq in February 2007.

In May 2013, a USAF C-130J was written off after over-running the landing strip at a forward operating base in Afghanistan.

And in April 2015, one of the service’s brand-new AC-130J gunships had to be scrapped after its pilots departed controlled flight during a flight-test conducted from Eglin AFB, Florida. The airframe was over-stressed – including by becoming inverted – during the incident, which happened when side-slip testing went wrong.


US Air Force

With a production backlog of 90 aircraft in hand and commercial-variant LM-100Js also to produce, Lockheed looks set to be able to continue producing the C-130J for many more years. Indeed, with Fleets Analyzer showing that the current production standard accounts for just 30% of the global fleet of 1,252 active Hercules, it has many additional sales targets still in its sights.

http://www.thefifthcolumn.xyz/Forum/viewthread.php?tid=103&page=3

Abraços



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Re: Programa de substituição do C-130
« Responder #1131 em: Fevereiro 08, 2019, 01:53:23 pm »
Portanto, é o ter muitas unidades/horas de voo com poucos acidentes? Não estou a atacar o modelo, estou a tentar compreender porque gostam tanto de um um avião que é, ao fim e ao cabo, uma actualização feita nos anos 90 de um modelo feito nos anos 50. A "concorrência" serão aqueles que vêm a ser discutidos neste tópico, e que foram já desenvolvidos neste século. Haver 400 C-130J entregues desde os anos 90 é certamente uma prova da qualidade do modelo, mas não me parecer ser, por si só, argumento que justifique a opção por adquirir-lo em detrimento de modelos comparáveis mais recentes.
 

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Re: Programa de substituição do C-130
« Responder #1132 em: Fevereiro 08, 2019, 02:42:00 pm »
- Boa relação preço-qualidade;
- Aviónicos state of the art;
- Motores mais eficientes e poderosos, que resultam em ganhos apreciáveis de performance face à versão H;
- Fácil integração nas cadeias logística, de treino e de operações da FAP (por razões óbvias e, provavelmente, o ponto mais importante);
- Bom suporte logístico entre os aliados (talvez o segundo ponto mais importante);
- Custos de operação mais baixos face à concorrência (KC e A400);
- Preço de aquisição mais baixo face à concorrência (KC e A400).

Quem perceba disto, pf, corrija ou complemente.

PS: O protótipo do C-130 foi efectivamente desenvolvido nos anos 50. No entanto, o modelo utilizado na FAP (C-130H) foi desenvolvido nos anos 60 e esteve em produção até meados dos anos 90. O modelo H foi precedido pelos modelos A, B, D e E.
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Re: Programa de substituição do C-130
« Responder #1133 em: Fevereiro 08, 2019, 03:25:53 pm »
Portanto, é o ter muitas unidades/horas de voo com poucos acidentes? Não estou a atacar o modelo, estou a tentar compreender porque gostam tanto de um um avião que é, ao fim e ao cabo, uma actualização feita nos anos 90 de um modelo feito nos anos 50. A "concorrência" serão aqueles que vêm a ser discutidos neste tópico, e que foram já desenvolvidos neste século. Haver 400 C-130J entregues desde os anos 90 é certamente uma prova da qualidade do modelo, mas não me parecer ser, por si só, argumento que justifique a opção por adquirir-lo em detrimento de modelos comparáveis mais recentes.

Mas, por onde andam os modelos comparáveis Vicente, aponta aí alguns, para eu poder dizer que tens razão.

Abraços
 

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Re: Programa de substituição do C-130
« Responder #1134 em: Fevereiro 08, 2019, 03:31:11 pm »
- Boa relação preço-qualidade;
- Aviónicos state of the art;
- Motores mais eficientes e poderosos, que resultam em ganhos apreciáveis de performance face à versão H;
- Fácil integração nas cadeias logística, de treino e de operações da FAP (por razões óbvias e, provavelmente, o ponto mais importante);
- Bom suporte logístico entre os aliados (talvez o segundo ponto mais importante);
- Custos de operação mais baixos face à concorrência (KC e A400);
- Preço de aquisição mais baixo face à concorrência (KC e A400).

Quem perceba disto, pf, corrija ou complemente.

PS: O protótipo do C-130 foi efectivamente desenvolvido nos anos 50. No entanto, o modelo utilizado na FAP (C-130H) foi desenvolvido nos anos 60 e esteve em produção até meados dos anos 90. O modelo H foi precedido pelos modelos A, B, D e E.

Mas ainda é necessário complementar as tuas afirmações ???
Para quê ??
O C130J não tem qq concorrência, o pedigree que tem isso prova !
Estamos a falar de uma aeronave de transporte táctico de até 20/22 tons de payload, dependendo do raio de acção.
Qual a aeronave desta classe, que possa concorrer com o " J " e já com provas dadas ??
Não Há !
É a verdade pura e crua, não Há !!
Sem mais comentários !!
Que venham mas é 4 ou 5 Jotas que é o que a FAP precisa e já vem tarde !!



Abraços
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Re: Programa de substituição do C-130
« Responder #1135 em: Fevereiro 08, 2019, 05:08:25 pm »
Portanto, é o ter muitas unidades/horas de voo com poucos acidentes? Não estou a atacar o modelo, estou a tentar compreender porque gostam tanto de um um avião que é, ao fim e ao cabo, uma actualização feita nos anos 90 de um modelo feito nos anos 50. A "concorrência" serão aqueles que vêm a ser discutidos neste tópico, e que foram já desenvolvidos neste século. Haver 400 C-130J entregues desde os anos 90 é certamente uma prova da qualidade do modelo, mas não me parecer ser, por si só, argumento que justifique a opção por adquirir-lo em detrimento de modelos comparáveis mais recentes.

Mas, por onde andam os modelos comparáveis Vicente, aponta aí alguns, para eu poder dizer que tens razão.

Abraços

Eu não estou a tentar provar que "tenho razão" porque não tenho cavalo nesta corrida. Só estava mesmo a tentar perceber porque é que o tenente e o Charlie Jaguar estavam a dizer que era um modelo preferível para a FAP. Os modelos comparáveis são os A400M e KC390, não? Este tópico tem falado muito deles.
 

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Re: Programa de substituição do C-130
« Responder #1136 em: Fevereiro 08, 2019, 08:38:27 pm »
Eu não estou a tentar provar que "tenho razão" porque não tenho cavalo nesta corrida. Só estava mesmo a tentar perceber porque é que o tenente e o Charlie Jaguar estavam a dizer que era um modelo preferível para a FAP. Os modelos comparáveis são os A400M e KC390, não? Este tópico tem falado muito deles.

O NVF de forma excelente, como é habitual, elencou todas as características que tornam o C-130J no natural sucessor do C-130H em Portugal:

- Boa relação preço-qualidade;
- Aviónicos state of the art;
- Motores mais eficientes e poderosos, que resultam em ganhos apreciáveis de performance face à versão H;
- Fácil integração nas cadeias logística, de treino e de operações da FAP (por razões óbvias e, provavelmente, o ponto mais importante);
- Bom suporte logístico entre os aliados (talvez o segundo ponto mais importante);
- Custos de operação mais baixos face à concorrência (KC e A400);
- Preço de aquisição mais baixo face à concorrência (KC e A400).




A aquisição de um A400M e/ou KC-390 pode vir perfeitamente a ser feita no futuro quando ambas as aeronaves já tiverem provas dadas e maturidade suficiente para aquilo que nós precisamos neste momento. E pessoalmente até mais o cargueiro militar da Airbus pois possui a capacidade de transporte estratégico enquanto todas as outras escolhas se ficam somente pela capacidade táctica. No estado actual das coisas, com as nossas necessidades, obrigações e parcos recursos, não nos podemos dar ao luxo de ir gastar uma fortuna para depois andar a "desmamar" uma aeronave verde e problemática, precisando antes de uma solução off-the-shelf testada e comprovada como é o caso do C-130J que este ano perfaz 20 anos de serviço.

Quanto a ser uma aeronave concebida e colocada ao serviço nos anos 50 do século passado isso não quer dizer obviamente nada pois tem sido alvo de constantes modernizações e actualizações, e os primeiros C-130A pouco terão a ver hoje em dia com a família C-130J Super Hercules a não ser a aparência externa. Por isso, se a FAP vier a apostar no J não será dinheiro deitado fora e muito menos uma má opção já que é um aparelho state of the art, alvo de constantes updates e melhoramentos, operado por uma fatia crescente dos nossos aliados da NATO e, por conseguinte, a escolha acertada da DECO.  :mrgreen: ;)
Saudações Aeronáuticas,
Charlie Jaguar

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Re: Programa de substituição do C-130
« Responder #1137 em: Fevereiro 08, 2019, 09:20:04 pm »
Portanto, é o ter muitas unidades/horas de voo com poucos acidentes? Não estou a atacar o modelo, estou a tentar compreender porque gostam tanto de um um avião que é, ao fim e ao cabo, uma actualização feita nos anos 90 de um modelo feito nos anos 50. A "concorrência" serão aqueles que vêm a ser discutidos neste tópico, e que foram já desenvolvidos neste século. Haver 400 C-130J entregues desde os anos 90 é certamente uma prova da qualidade do modelo, mas não me parecer ser, por si só, argumento que justifique a opção por adquirir-lo em detrimento de modelos comparáveis mais recentes.

Mas, por onde andam os modelos comparáveis Vicente, aponta aí alguns, para eu poder dizer que tens razão.

Abraços

Eu não estou a tentar provar que "tenho razão" porque não tenho cavalo nesta corrida. Só estava mesmo a tentar perceber porque é que o tenente e o Charlie Jaguar estavam a dizer que era um modelo preferível para a FAP. Os modelos comparáveis são os A400M e KC390, não? Este tópico tem falado muito deles.

Dos dois modelos que mencionas o A400 está na classe do transporte estratégico, logo não pode competir directamente com o J, além de ainda não se encontrar numa fase da sua vida útil que nos permita tirar conclusões válidas quanto ao seu desempenho operacional, talvez daqui a mais, pelo menos, uma meia dúzia de anos.

Quanto ao 390, além de ter ainda de ser devidamente testado, certificado, também, só depois de operado por umas quantas Forças Aéreas, diria que talvez daqui a uns dez anos, possamos afirmar com clareza se é ou não superior ao J, até lá, e para mim o C130J seria a opção lógica e bem mais útil para ser adquirido para a FAP, e até arriscaria dizer, operar nos próximos vinte anos, ou até mais.

Abraços
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