6 Helicópteros de Evacuação - LPM 2030

  • 148 Respostas
  • 7893 Visualizações
*

tenente

  • Investigador
  • *****
  • 2941
  • Recebeu: 1238 vez(es)
  • Enviou: 400 vez(es)
  • +134/-7
Re: 6 Helicópteros de Evacuação - LPM 2030
« Responder #135 em: Março 17, 2019, 11:34:11 am »
Vão ficar nos Zangões, tenente, até devido à transferência da Esquadra em breve para Sintra. Serão operados lado a lado com os Koala, e como ao que tudo indica serão mais AW119, não faria sentido de outra forma.

A nível de helicópteros na FAP o que tenho curiosidade neste momento até é em saber de que forma serão, ou estarão, a ser integrados os 3 AS350B3 Ecureuil ex-ANPC.

Que o modelo será, muito provavelmente, o mesmo que o 119 que actualmente possuímos não tenho qq dúvida, portanto vamos  cometer o mesmo erro duas vezes, OK tudo bem, mas se pensarmos um pouco mais á frente porque é que no caso do SAR costeiro o heli é da 552, e não como deveria ser da 751 ?

Quanto a mim a missão SAR deveria ser desempenhada só pela 751 a 552 ficaria com as restantes missões.

" MISSÃO
Executar operações de transporte aéreo, apoio tático e geral e ministrar instrução básica e avançada de helicópteros."

" Atualmente a Esq. 552 é responsável pela formação de Pilotos de Helicópteros para a Força Aérea e Marinha, garantindo um destacamento permanente no Aeródromo de Manobra nº1 (Ovar) para Busca e Salvamento (SAR) e Evacuações Médicas (MEDEVAC). "


Pergunto Não seria mais indicado e lógico a 751 possuir uns quantos 119 para desempenhar a missão SAR alocada ao heli que está sediado em OVAR ??

Não seria o mais correcto agregar os helis de apoio, AKA evacuação numa esquadra, que tivesse essa como missão principal e o transporte e reconhecimento como missões secundárias ???
...Mas caso isso não aconteça, e todos os helis de evacuação sejam colocados na 552 penso que também a 552 deveria receber os quatro 101 CSAR, por troca por alguns 119 para o SAR costeiro/Medevac da 751.

Se assim fosse a ESQ 751 ficaria com dois tipos de helis os oito 101 para o SAR longínquo e uns dois/três 119 para o SAR costeiro.

A ESQ 552 ficaria com quatro/cinco 119 para a instrução e afins, os seis Super koala e os quatro 101 armados para o apoio e transporte das Forças terrestres, em TO's mais sensiveis.

Estarei assim tão errado e a ver mal o agrupamento dos poucos helis que possuímos ??

Abraços
« Última modificação: Março 17, 2019, 11:41:16 am por tenente »
 
Os seguintes utilizadores agradeceram esta mensagem: Red Baron

*

Lancero

  • Investigador
  • *****
  • 4115
  • Recebeu: 21 vez(es)
  • +25/-0
Re: 6 Helicópteros de Evacuação - LPM 2030
« Responder #136 em: Março 17, 2019, 12:35:42 pm »
Ias obrigar as duas esquadras a ter equipas diferenciadas de manutenção e tripulação. Não sei se seria exequível (IMHO)
"Portugal civilizou a Ásia, a África e a América. Falta civilizar a Europa"

Respeito
 

*

tenente

  • Investigador
  • *****
  • 2941
  • Recebeu: 1238 vez(es)
  • Enviou: 400 vez(es)
  • +134/-7
Re: 6 Helicópteros de Evacuação - LPM 2030
« Responder #137 em: Março 17, 2019, 01:27:29 pm »
Ias obrigar as duas esquadras a ter equipas diferenciadas de manutenção e tripulação. Não sei se seria exequível (IMHO)

Bem quanto a tripulação de cockpit não sei bem se será assim pois acho que os pilotos de 101 e do 119 podem ser qualificados para pilotar ambos os helis, já quanto a pessoal de MNT poderá ser um pouco mais complicado, mas... as duas esquadras não vão ficar baseadas em Sintra ??
Se assim for, o problema nem se coloca !

Abraços
« Última modificação: Março 17, 2019, 05:38:47 pm por tenente »
 

*

Lancero

  • Investigador
  • *****
  • 4115
  • Recebeu: 21 vez(es)
  • +25/-0
Re: 6 Helicópteros de Evacuação - LPM 2030
« Responder #138 em: Março 17, 2019, 01:33:12 pm »
Certo. Mas a tropa é “complicada”. Olha as esquadras de transporte
"Portugal civilizou a Ásia, a África e a América. Falta civilizar a Europa"

Respeito
 
Os seguintes utilizadores agradeceram esta mensagem: tenente

*

tenente

  • Investigador
  • *****
  • 2941
  • Recebeu: 1238 vez(es)
  • Enviou: 400 vez(es)
  • +134/-7
Re: 6 Helicópteros de Evacuação - LPM 2030
« Responder #139 em: Março 17, 2019, 01:38:01 pm »
Certo. Mas a tropa é “complicada”. Olha as esquadras de transporte

Fod..e, no meu tempo eramos menos complicados, mandavam-nos para o mato e nós íamos, mandavam-nos lá ficar num fdp dum PO e nós ficávamos, mandavam-nos fazer uma PRLRA de 70 km e nós fazíamos, mandavam-nos cagar e nós íamos.....só temos é que descomplicar, essa das esquadras de transporte estarem separadas nunca entendi então não se poderiam juntar num grupo aéreo de transporte a duas ESQ, assim como se devia fazer com os helis e os F16 ??
Onde está o problema ??
Se calhar está no numero de Cmdts eram menos uns Coronéis e Tenentes Coronéis, lá eram menos uns tachos, pois é tens razão lancero !

Abraços 
« Última modificação: Março 17, 2019, 01:43:35 pm por tenente »
 

*

NVF

  • Investigador
  • *****
  • 2200
  • Recebeu: 752 vez(es)
  • Enviou: 1790 vez(es)
  • +81/-2
Re: 6 Helicópteros de Evacuação - LPM 2030
« Responder #140 em: Março 17, 2019, 03:05:49 pm »
De facto, se ambas as esquadras vão ficar baseadas na mesma BA, neste caso a BA1, na Granja do Marquês, não vejo nenhum impedimento prático para a ideia do tenente, já que muitos recursos vão certamente ser partilhados. Por outro lado, este cenário também pode ser utilizado pelos que defendem o actual status quo. Dá para os dois lados.
Everyone you will ever meet knows something that you don't.
- Bill Nye
 
Os seguintes utilizadores agradeceram esta mensagem: tenente

*

Charlie Jaguar

  • Investigador
  • *****
  • 1996
  • Recebeu: 763 vez(es)
  • Enviou: 364 vez(es)
  • +104/-22
Re: 6 Helicópteros de Evacuação - LPM 2030
« Responder #141 em: Março 17, 2019, 03:47:09 pm »
De facto, se ambas as esquadras vão ficar baseadas na mesma BA, neste caso a BA1, na Granja do Marquês, não vejo nenhum impedimento prático para a ideia do tenente, já que muitos recursos vão certamente ser partilhados. Por outro lado, este cenário também pode ser utilizado pelos que defendem o actual status quo. Dá para os dois lados.

Bom, a 751 só irá para Sintra se o aeroporto complementar avançar no Montijo, caso contrário ficará onde está há mais de 40 anos. Apesar de tudo tenho esperança que o Estudo de Impacte Ambiental (cujo resultado deve ser divulgado em breve) vete a BA6 como possível localização para o chamado Portela + 1. ;)

E se assim acontecer, a própria opção de transferir a 552 para Sintra deveria ser repensada pois a 751 e EHM - que já lá ficaria - permaneceriam no Montijo.


Que o modelo será, muito provavelmente, o mesmo que o 119 que actualmente possuímos não tenho qq dúvida, portanto vamos  cometer o mesmo erro duas vezes, OK tudo bem, mas se pensarmos um pouco mais á frente porque é que no caso do SAR costeiro o heli é da 552, e não como deveria ser da 751 ?

Quanto a mim a missão SAR deveria ser desempenhada só pela 751 a 552 ficaria com as restantes missões.

" MISSÃO
Executar operações de transporte aéreo, apoio tático e geral e ministrar instrução básica e avançada de helicópteros."

" Atualmente a Esq. 552 é responsável pela formação de Pilotos de Helicópteros para a Força Aérea e Marinha, garantindo um destacamento permanente no Aeródromo de Manobra nº1 (Ovar) para Busca e Salvamento (SAR) e Evacuações Médicas (MEDEVAC). "


Pergunto Não seria mais indicado e lógico a 751 possuir uns quantos 119 para desempenhar a missão SAR alocada ao heli que está sediado em OVAR ??

Não seria o mais correcto agregar os helis de apoio, AKA evacuação numa esquadra, que tivesse essa como missão principal e o transporte e reconhecimento como missões secundárias ???
...Mas caso isso não aconteça, e todos os helis de evacuação sejam colocados na 552 penso que também a 552 deveria receber os quatro 101 CSAR, por troca por alguns 119 para o SAR costeiro/Medevac da 751.

Se assim fosse a ESQ 751 ficaria com dois tipos de helis os oito 101 para o SAR longínquo e uns dois/três 119 para o SAR costeiro.

A ESQ 552 ficaria com quatro/cinco 119 para a instrução e afins, os seis Super koala e os quatro 101 armados para o apoio e transporte das Forças terrestres, em TO's mais sensiveis.

Estarei assim tão errado e a ver mal o agrupamento dos poucos helis que possuímos ??

Abraços

Concordo contigo que essa opção teria muita lógica, mas melhor que eu saberás que isso raramente acontece nas nossas FAs. Até porque também há lógica no manter os dois lotes de Koalas (se assim vier a ser) na mesma Esquadra, por razões óbvias. Correm também rumores que, a vir esse tal AW119 a esteróides como "heli de evacuação", os 5 aparelhos iniciais seriam - ou serão - mais tarde modernizados para o padrão dos 6 que hão-de vir de modo a que haja comunalidade na frota.
Saudações Aeronáuticas,
Charlie Jaguar

         "PER ASPERA AD ASTRA"
               (Por Caminhos Árduos, Até Às Estrelas)
 

*

Red Baron

  • Membro
  • *
  • 65
  • Recebeu: 14 vez(es)
  • Enviou: 24 vez(es)
  • +11/-5
Re: 6 Helicópteros de Evacuação - LPM 2030
« Responder #142 em: Março 17, 2019, 03:55:58 pm »
Desde que não seja nada como isto:
 

*

tenente

  • Investigador
  • *****
  • 2941
  • Recebeu: 1238 vez(es)
  • Enviou: 400 vez(es)
  • +134/-7
Re: 6 Helicópteros de Evacuação - LPM 2030
« Responder #143 em: Março 17, 2019, 05:42:09 pm »
Também espero que a BA6 se mantenha na esfera da FAP e que o novo aeroporto a ser feito, o seja noutro local, pois no Montijo, com os largos milhares de pássaros que por lá abundam construir um aeroporto Civil com largas dezenas ou até mais que duas centenas de movimentos/dia, é estar a arranjar sarna para nos coçarmos !!

Abraços
« Última modificação: Março 17, 2019, 06:26:36 pm por tenente »
 

*

Lancero

  • Investigador
  • *****
  • 4115
  • Recebeu: 21 vez(es)
  • +25/-0
Re: 6 Helicópteros de Evacuação - LPM 2030
« Responder #144 em: Março 17, 2019, 07:44:55 pm »
Se calhar está no numero de Cmdts eram menos uns Coronéis e Tenentes Coronéis, lá eram menos uns tachos, pois é tens razão lancero !

Abraços

Zing

Outro
"Portugal civilizou a Ásia, a África e a América. Falta civilizar a Europa"

Respeito
 

*

LM

  • Analista
  • ***
  • 607
  • Recebeu: 63 vez(es)
  • Enviou: 504 vez(es)
  • +18/-0
Re: 6 Helicópteros de Evacuação - LPM 2030
« Responder #145 em: Março 19, 2019, 10:35:03 pm »
Estou a ler com interesse este tópico:
https://www.doppeladler.com/da/forum/viewtopic.php?f=6&t=40 - com tradução google, que o meu alemão só  tem espaço para melhorar 😏

"JAR OPS-3 and EU Regulation 965/2012 are EU regulations that define the minimum standards for civilian rescue helicopters. For flights over densely built-up areas (where hospitals are usually located), 2 engines are required. I have been told that the ÖBH does not want to be behind civilian standards.
In some states, 2-engine helicopters are required for night flights (eg Switzerland). Something should be considered with regard to foreign missions including transfer flights."

Interessante a diferenciação entre o H145M e o AW169M - diferença peso e 1m dimensão favorecem  modelo Airbus em SOF e SAR em locais restritos. Mas:
"The transport capacity of the H145M is indeed very limited. According to the Bundeswehr, only four fully equipped soldiers (+ Pilot + Copilot + Doorgunner with M134) fit into this helicopter"
« Última modificação: Março 19, 2019, 10:41:13 pm por LM »
Quidquid latine dictum sit, altum videtur
 

*

tenente

  • Investigador
  • *****
  • 2941
  • Recebeu: 1238 vez(es)
  • Enviou: 400 vez(es)
  • +134/-7
Re: 6 Helicópteros de Evacuação - LPM 2030
« Responder #146 em: Março 19, 2019, 10:58:03 pm »
Estou a ler com interesse este tópico:
https://www.doppeladler.com/da/forum/viewtopic.php?f=6&t=40 - com tradução google, que o meu alemão só  tem espaço para melhorar 😏

"JAR OPS-3 and EU Regulation 965/2012 are EU regulations that define the minimum standards for civilian rescue helicopters. For flights over densely built-up areas (where hospitals are usually located), 2 engines are required. I have been told that the ÖBH does not want to be behind civilian standards.
In some states, 2-engine helicopters are required for night flights (eg Switzerland). Something should be considered with regard to foreign missions including transfer flights."

Interessante a diferenciação entre o H145M e o AW169M - diferença peso e 1m dimensão favorecem  modelo Airbus em SOF e SAR em locais restritos. Mas:
"The transport capacity of the H145M is indeed very limited. According to the Bundeswehr, only four fully equipped soldiers (+ Pilot + Copilot + Doorgunner with M134) fit into this helicopter"

LM, benvindo ao clube.
as joint aviation requirement/regulation, são a biblia das operações na aviação.
Ando aqui a dizer há canos que os nossos helis ligeiros, por todos os motivos e mais alguns deveriam ser biturbinas, tal como o são os do INEM, mas, será que ainda há algo por inventar na aviação ??
Não !
Não há !
Mas que agora há muitos espertos na aviação e não só, isso HÁ !!!!!
Quando na aviação se inventa, ou se aceleram processos, acontece como aconteceu com os dois  B737 MAX 8, apenas e tão só isso !!

Abraços
 
« Última modificação: Março 20, 2019, 07:08:10 am por tenente »
 

*

typhonman

  • Investigador
  • *****
  • 2884
  • Recebeu: 69 vez(es)
  • Enviou: 8 vez(es)
  • +32/-18
Re: 6 Helicópteros de Evacuação - LPM 2030
« Responder #147 em: Março 19, 2019, 11:32:39 pm »
Meus caros, acham que cada Koala com esteroides custa 8,9 milhões com armamento sensores e contra medidas incluidos?


Não estarão a pensar em algo mais " musculado" ?



Eles parecem-me tão frágeis....
Artigo 308º

Traição à Pátria

Quem, por meio de violência, ameaça de violência, usurpação ou abuso de funções de soberania:

a) Tentar separar da Mãe-Pátria, ou entregar a país estrangeiro ou submeter à soberania estrangeira, todo o território português ou parte dele
 

*

lexivia

  • Membro
  • *
  • 85
  • Recebeu: 6 vez(es)
  • Enviou: 20 vez(es)
  • +1/-0
Re: 6 Helicópteros de Evacuação - LPM 2030
« Responder #148 em: Março 21, 2019, 11:17:51 pm »
De facto, se ambas as esquadras vão ficar baseadas na mesma BA, neste caso a BA1, na Granja do Marquês, não vejo nenhum impedimento prático para a ideia do tenente, já que muitos recursos vão certamente ser partilhados. Por outro lado, este cenário também pode ser utilizado pelos que defendem o actual status quo. Dá para os dois lados.

Bom, a 751 só irá para Sintra se o aeroporto complementar avançar no Montijo, caso contrário ficará onde está há mais de 40 anos. Apesar de tudo tenho esperança que o Estudo de Impacte Ambiental (cujo resultado deve ser divulgado em breve) vete a BA6 como possível localização para o chamado Portela + 1. ;)

E se assim acontecer, a própria opção de transferir a 552 para Sintra deveria ser repensada pois a 751 e EHM - que já lá ficaria - permaneceriam no Montijo.


Uma pequena correção, o Estudo de Impacte Ambiental não veta absolutamente nada.
A Avaliação de Impacte Ambiental (AIA) é um procedimento obrigatório por Lei (Decreto-Lei nº 151-B/2013, de 31 de outubro), que antecede a implementação de qualquer projeto público ou privado identificado como suscetível de causar efeitos significativos no Ambiente.
A AIA permite assegurar que as infraestruturas a construir não causam danos graves ou irreparáveis, garantindo que o progresso e desenvolvimento se alcançam de forma ambientalmente sustentável.

Quando um Projeto se enquadra em alguma das categorias legalmente tipificadas é necessário obter a sua conformidade ambiental, procedendo-se ao respetivo Estudo de Impacte Ambiental (EIA), no sentido de identificar e prever os efeitos decorrentes da construção e funcionamento do projeto, bem como determinar as medidas necessárias para evitar, minimizar ou compensar esses efeitos, quando danosos.

Após o parecer de um conjunto de entidades com autoridade nos diversos temas objeto de estudo pelo EIA, as medidas de mitigação aplicáveis são compiladas num documento oficial: a Declaração de Impacte Ambiental (DIA).

A DIA representa a aprovação ambiental do Projeto e o compromisso de que serão tomadas as devidas providências para anular ou reduzir os impactes negativos no Ambiente. Sem ela não é possível o licenciamento da obra.

As medidas de mitigação preconizadas nas DIA são aplicáveis às diferentes fases do Projeto, podendo recair a responsabilidade do seu cumprimento em diversos intervenientes.

Durante as fases de construção e exploração a Autoridade de AIA requer provas deste cumprimento, pelo que as infraestruturas hidráulicas e parcelas beneficiadas por regadio podem ser objeto de fiscalização e, em última análise, alvo de sanções ou coimas caso resulte provado o desrespeito pelo definido nas DIA.

Note-se também que apesar de tudo isto o Governo pode decidir pela figura de Utilidade Pública do projeto e ignorar o parecer negativo da Avaliação de Impacto Ambiental.

Peço desculpa pelo extenso esclarecimento mas é com o objetivo de não acreditarem nos erros e omissões graves das notícias e mentiras dos governantes.
 

 

Açores: Novos helicópteros militares chegam em Outubro

Iniciado por Marauder

Respostas: 32
Visualizações: 13257
Última mensagem Maio 11, 2007, 03:27:25 pm
por Lancero
Helicopteros PUMA da FAP: Qual o seu destino?

Iniciado por vaz_f

Respostas: 65
Visualizações: 24903
Última mensagem Novembro 17, 2017, 10:38:34 am
por Menacho
Festa dos helicópteros - Beja 17 de Maio

Iniciado por Ricardo Nunes

Respostas: 0
Visualizações: 1493
Última mensagem Abril 10, 2008, 03:42:39 pm
por Ricardo Nunes