Necessidade de uma Força de MineWarfare?!?

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papatango

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« Responder #15 em: Julho 06, 2007, 12:52:14 pm »
A possibilidade aventada mais vezes, é a de Sines.


<má lingua mode>

O problema com bases longe de Lisboa, é o mesmo para todos os ramos das Forças Armadas. Os nossos amigos almirantes e generais não gostam de ficar longe da casa na linha...  :roll:

A Força Aérea mantém Figo Maduro, que é mais conveniente...
O exército, esse tem muita gente e muitos organismos em Lisboa, não tem que se preocupar com as várias unidades

<END má lingua mode>

Do ponto de vista estratégico, o lugar mais adequado para uma base naval para a marinha, sería provavelmente uma base em Santa Maria, na Terceira ou em São Miguel, ou ainda em Porto Santo.
 

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JLRC

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« Responder #16 em: Julho 06, 2007, 01:32:30 pm »
Citação de: "Yosy"
 
Eu punha a BN em Portimão ou construía uma de raiz na costa alentejana - mas isso é um grande encargo orçamental


A Marinha projecta transferir a BNL para outra zona, num futuro distante.  As zonas propostas são o Montijo, Setúbal e Sines, sendo esta última a preferida. Pessoalmente duvido que tal se venha a fazer. Se nos lembrarmos das discussões sobre a localização do Novo Aeroporto de Lisboa e das verbas envolvidas, então sobre a mudança da BNl (que envolveria também verbas astronómicas será fácil imaginar o histerismo que não envolveria esta discussão.
 

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SSK

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« Responder #17 em: Julho 06, 2007, 04:44:26 pm »
Citar
Do ponto de vista estratégico, o lugar mais adequado para uma base naval para a marinha, sería provavelmente uma base em Santa Maria, na Terceira ou em São Miguel, ou ainda em Porto Santo.

 :shock:  :shock:
Não percebi, importa-se de explicar esse ponto de vista se fizer favor.
"Ele é invisível, livre de movimentos, de construção simples e barato. poderoso elemento de defesa, perigosíssimo para o adversário e seguro para quem dele se servir"
1º Ten Fontes Pereira de Melo
 

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zocuni

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Bases Navais
« Responder #18 em: Julho 07, 2007, 01:14:11 pm »
Tudo bem,

Li aqui várias opiniões,todas elas muito válidas embora e infelizmente,não é projecto considerado prioritário para os nossos governos.Mas farei algumas considerações.
Acho uma temeridade a escolha de Sines,senão vejamos primeiro é um porto de alto valor estratégico,não só para nossa economia como em termos europeus pela sua excelente condição geográfica,segundo é um porto com terminais petroleiros,petroquimicos,GNL entre outros,e por último o governo celebrou um contrato com a Repsol YFP e Artensa para a criação de polo petroquimico de grande vulto.Ora,não seria muito arriscado ter uma base naval e atrás um verdadeiro paiol de pólvora?
Em Peniche devido às suas águas profundas (200 a 3000m) de profundidade,seria excelente para os nossos submarinos.Realmente me parece muito interessante devido a seu istmo (Cabo Carvoeiro).Contudo nosso governo também celebrou um contrato de prospecção petrolifera com a Petrobrás,Galp e Partex,onde e devido à fossa de Peniche estão sendo desenvolvidos estudos de sismologia.Acham que apesar disto seria possivel?
Eu pessoalmente penso que deveriamos ter uma Base Naval (Aeronaval)ou nos Açores ou na Madeira,pois entendo como profundamente limitador só termos a BNL.
A ilha de Porto Santo,estratégicamente seria vital só não possuo dados que viabilizassem tal projecto.
Não entendo esta questão como menor,dentro das nossas prioridades maritimas.


Abraços,
zocuni
 

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SSK

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« Responder #19 em: Julho 08, 2007, 07:07:32 pm »
Citar
Em Peniche devido às suas águas profundas (200 a 3000m) de profundidade,seria excelente para os nossos submarinos.Realmente me parece muito interessante devido a seu istmo (Cabo Carvoeiro).Contudo nosso governo também celebrou um contrato de prospecção petrolifera com a Petrobrás,Galp e Partex,onde e devido à fossa de Peniche estão sendo desenvolvidos estudos de sismologia.Acham que apesar disto seria possivel?


Sabe por acaso a quantas milhas são de peniche aos locais que referiu...
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zocuni

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?
« Responder #20 em: Julho 08, 2007, 07:12:58 pm »
Tudo bem,

SSK,com toda franqueza não faço a mínima ideia e já agora faz diferença no quê?Acho Peniche uma boa solução,penso que você também,contudo é preciso desenvolver nossas ideias,se achar que estou errado mudo sem o menor constragimento,mas gosto de ouvir todo mundo.Não sou sabichão.


Abraços,
zocuni
 

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SSK

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« Responder #21 em: Julho 08, 2007, 07:20:46 pm »
O cabo carvoeiro, ou melhor a cidade de Peniche é um tombulo. As condições de abrigo são excelentes bem como a sua posição mais ou menos a meio da costa oeste de Portugal.

A exploração petrolífera é de facto muito longe do cabo, bem como da ilha das Berlengas. Quanto ao estudo de sismologia depreendo que esteja a ser realizado no canhão da nazaré e não em peniche, se não o fôr peço desculpa pela minha ignorância.
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SSK
« Responder #22 em: Julho 08, 2007, 07:23:39 pm »
Tudo bem,

Estamos tão participativos que enquanto colocava a sua eu editava a minha.Penso a saída de Peniche,francamente melhor que Sines pelo que já enumerei.Com diálogo chegaremos lá,fosse assim em outras áreas.

Abraços,
zocuni
 

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SSK

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« Responder #23 em: Julho 08, 2007, 07:32:41 pm »
:wink:
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Oceanografia.
« Responder #24 em: Julho 09, 2007, 11:18:29 pm »
Tudo bem,

Estou postando aqui um estudo oceanográfico,sobre a nossa ZEE.Para este tema ler com particular atenção,os tópicos (zonas costeiras e bacias hidrográficas).

http://w3.ualg.pt/~jdias/JAD/ebooks/ImpOcPort.pdf

Abraços
zocuni
 

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JLRC

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« Responder #25 em: Novembro 11, 2008, 01:07:05 pm »
European Defence Ministers, meeting in the Steering Board of the European Defence Agency, launched today concrete initiatives and projects for improving European military capabilities.....

Maritime Mine Counter-Measures
The Steering Board also launched two other projects. Ten Member States (Belgium, Estonia, Finland, France, Germany, Netherlands, Poland, Portugal, Romania and Sweden) plus Norway will work closely together in an EDA project for the future replacement of their maritime mine counter-measures capabilities in an EDA project.

Activities will commence with an assessment phase, leading to recommendations for the selection of systems solutions and addressing all relevant aspects. Mine counter-measures in littoral sea areas has been identified as one of the initial 12 prioritised actions in the context of the Agency’s Capability Development Plan (CDP).


O artigo na totalidade:

European Air Transport Fleet Launched  

(Source: European Defence Agency; issued November 10, 2008)

European Defence Ministers, meeting in the Steering Board of the European Defence Agency, launched today concrete initiatives and projects for improving European military capabilities. Decisions were taken on programmes related to air transport, maritime surveillance and helicopters, amongst others.

"This is the concrete follow-up to the discussions which took place at the Informal EU Defence Ministers meeting in Deauville early October. We are seeing today that the Agency can very quickly translate political intentions into concrete proposals. These programmes will create tangible European capabilities and improve the capacity for crisis management operations”, said Head of the Agency Javier Solana, who chaired the meeting.

European Air Transport Fleet
European Defence Ministers launched today EDA work on establishing a European Air Transport Fleet (EATF). A Declaration of Intent on participation in the initiative was signed by Defence Ministers of Belgium, Czech Republic, France, Germany, Greece, Italy, Luxembourg, Netherlands, Portugal, Romania, Slovakia and Spain.

The EATF aims at reducing European air transport shortfalls by pooling aircraft such as the A400M and C130. Participation can take different forms: making aircraft available; purchasing, providing or exchanging flying hours; or to provide and benefit from shared and/or pooled support functions (training, maintenance, etc.). Milestones have been set with the aim of reaching EATF initial operational capability by the next decade.

“The EATF Declaration is most welcome, as pooling European aircraft and services will improve the lift capabilities and alleviate a significant European shortfall”, said Alexander Weis, the Agency’s Chief Executive.

Maritime Mine Counter-Measures
The Steering Board also launched two other projects. Ten Member States (Belgium, Estonia, Finland, France, Germany, Netherlands, Poland, Portugal, Romania and Sweden) plus Norway will work closely together in an EDA project for the future replacement of their maritime mine counter-measures capabilities in an EDA project.

Activities will commence with an assessment phase, leading to recommendations for the selection of systems solutions and addressing all relevant aspects. Mine counter-measures in littoral sea areas has been identified as one of the initial 12 prioritised actions in the context of the Agency’s Capability Development Plan (CDP).

Future Unmanned Aerial System
Another project, related to Maritime Surveillance, is the launch of work for a Future Unmanned Aerial System. Based on common requirements, seven Member States (Finland, France, Germany, Poland, Portugal, Spain and Sweden) will begin the preparations for the development of an unmanned aerial system, which will be able to take off and land on a ship’s deck. This future system will increase the capability for wide area surveillance in support of ESDP operations, a need which has been identified in the Capability Development Plan.

Space-based Earth Surveillance System
Five Member States (Belgium, France, Germany, Greece, Spain) signed a Letter of Intent on the second generation of space-based imaging capacity. This Multinational Space-based Imaging System for surveillance, reconnaissance and observation (MUSIS) project aims at continuity of service from 2015 onwards. The MUSIS partners intend to launch an EDA Category B project on the basis on their initiative, which will be open for other Member States' participation.

Helicopters
The Steering Board endorsed a roadmap for the Helicopter Tactics Training Programme, part of the Agency’s work to improve availability of helicopters for ESDP operations. The contents of this programme will be defined in the course of 2009, based on the results of two studies – focussing on the requirements – and the lessons learned from an exercise, to take place in France in spring 2009. The Programme itself will start in 2010.

“The Agency is quickly progressing with its helicopter work. The Helicopter Tactics Programme is proving that in some cases training can provide additional capabilities in the short-term. Improving ESDP capabilities does not always require new equipment”, said Alexander Weis, EDA’s Chief Executive.

Ministers also took stock of the progress made on the Agency’s work on upgrading helicopters, with the aim to offer a detailed menu with upgrade options by spring 2009.

Germany and France informed the Steering Board of their intent to bring their bilateral initiative for a Future Transport Helicopter into the Agency in the near future, opening up the project to other interested Member States. The project aims at developing intra-theatre transport helicopter for the 2020+ timeframe.

European Defence Research and Technology Strategy
Ministers endorsed the European Defence Research and Technology (EDRT) Strategy to enhance and develop more effective research collaboration to deliver timely the right technologies in support of military capabilities. The Strategy defines “ends” (key technologies to invest in), “means” (how to invest better, such as through improved R&T collaborations) and “ways” (roadmaps and action plans). Four of the 12 priority actions of the Capability Development Plan have been chosen for identifying potential R&T projects: Counter-Man Portable Air-Defence Systems (C-MANPADS), Mine Counter- Measures, Counter-Improvised Explosive Devices (C-IED) and Chemical, Biological and Radiological or Nuclear (CBRN) - specifically detection of biological weapons.

The EDRT Strategy completes the EDA work on its strategic framework. With the CDP as the overall strategic tool this framework consists of the EDRT Strategy, the Armaments Cooperation Strategy (endorsed in October 2008) and the European Defence Technological and Industrial Base Strategy (endorsed in May 2007).

Innovative Concepts and Emerging Technologies
Ten Member States (Cyprus, France, Germany, Greece, Hungary, Italy, Poland, Slovakia, Slovenia and Spain) plus Norway signed the Programme Arrangement for the Joint Investment Programme on Innovative Concepts and Emerging Technologies (JIP-ICET). The Programme aims at promoting basic research cooperation, for example on an integrated navigation architecture and on nanotechnologies for soldier protection.

Forum for Military Airworthiness Authorities
Ministers decided to create a European Union-wide Forum for Military Airworthiness Authorities. This Forum will be used to harmonise the different national military airworthiness regulations within the European Union in order to stop duplication of work, to reduce costs and to shorten timelines for multinational procurement.

Work Programme
The Steering Board approved the Agency’s Work Programme for 2009. The focus of the Work Programme is on concrete projects, in particular related to the 12 prioritised actions stemming from the Capability Development Plan. The Agency will have a 2009 budget of EUR 30 million, including EUR 8 million operational budget for studies, and will recruit ten new staff. The budget was adopted by the General Affairs and External Relations Council in Defence Ministers formation.

Defence Data 2007
Ministers were informed on the results of the Agency’s defence data-collecting for 2007 and on the assessment of the collective benchmarks for Defence R&T and equipment procurement.

-ends-