O problema do envelhecimento da pop. na Alemanha

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dremanu

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O problema do envelhecimento da pop. na Alemanha
« em: Maio 19, 2004, 05:37:35 pm »
Os principaís instigadores das políticas liberais europeias que estam a criar o declínio na raça branca, acordaram para o problema.

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Old dogs, new tricks?

May 13th 2004 | BERLIN
From The Economist print edition

Debating population policy is no longer taboo

IF GERMANY'S body politic is good at one thing, it is getting into a tizzy. Last week, the excitement was over the damage the ruling coalition of Social Democrats and Greens might suffer from a new immigration law. This week, the question is whether Hans Eichel, the finance minister, will have to go if the government borrows more money to cover huge tax shortfalls. Yet if you think Germany, in a year with more than a dozen elections, is all about short-term politics, think again. At last, Germany's chattering classes are facing up to the country's biggest long-term challenge: an ageing population. “In Germany, 2004 is the year of demography,” says James Vaupel, executive director of the Max Planck Institute for Demographic Research in Rostock.

After half a century of obscurity, population issues are resurfacing in headlines, bestseller lists and talk shows. When in April the Berlin Institute for World Population and Global Development, a think-tank, issued a study saying which regions will suffer from a shrinking population, it was amazed by the media interest. And Germany's bestselling book is “Das Methusalem-Komplott” (The Methuselah conspiracy), an anti-ageism tirade by Frank Schirrmacher, a co-publisher of the Frankfurter Allgemeine Zeitung newspaper.

Both publications paint a bleak picture. Some regions are in a death spiral of sorts, says Reiner Klingholz, one of the authors of the study—and others may share that fate in years to come: their population is imploding, not just because of a lack of babies but because young, qualified people are moving away, making many regions even less attractive for job-creating investments. Mr Schirrmacher fears a clash of the generations and wants a cultural revolution to rethink what it means to be old.



If Germany has suppressed its demographic problems for so long, it is mainly because of its Nazi past. Population policy sounded like racial policy. Even today, the country has only four university chairs in demography. There are many reasons Germans are waking up now, says Elisabeth Niejahr, author of a forthcoming book entitled “Altenrepublik” (Republic of the Old): the financial woes of public pension funds and the health-care system; unification (most imploding regions are in the east); and the fact that Germany's baby-boomers (like the 44-year-old Mr Schirrmacher) are beginning to be elderly.

Ms Niejahr's book is another sign that the debate is moving beyond numbers. She says Germany's ageing will affect not just pension funds, but the whole of society—how people “live, work and love”, to quote her subtitle. What does it mean for entrepreneurship and economic risk-taking if more than one-third of the population is older than 60? How must firms reorganise to use old people's experience and ideas? How can immigrants be integrated?

In the same vein, a recent study by Deutsche Bank looks at what a shrinking and ageing population will mean for public infrastructure. Intuition suggests that the state will need to spend less. In fact, maintaining acceptable road, utility and school systems may well become more expensive. Although the number of students in Germany will go down by about a third by 2050, for instance, costs per student will most likely go up because schools need to be kept open in less populated areas.

It is unlikely that politicians will deal with such long-term issues in time, given their slowness to tackle problems that will arise even sooner. Instead of pushing on with structural reform, the Social Democrats are talking of ditching the budgetary rigour demanded by the European Union. They have revived the Iraq war as a campaign issue to avoid disaster at the European elections in June. Meanwhile the opposition conservatives, while vowing to promote necessary reforms, are dragging their feet over details. Perhaps the only hope is that an older Germany will start turning into a wiser one—soon enough to avoid disaster.

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"Esta é a ditosa pátria minha amada."
 

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Guilherme

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« Responder #1 em: Maio 19, 2004, 05:50:43 pm »
Aqui no Brasil, a população começará a diminuir daqui a alguns anos, pois o número de filhos por mulher está despencando. Dados oficiais:

 

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dremanu

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« Responder #2 em: Maio 19, 2004, 06:28:06 pm »
ummm...Sinceramente Guilherme, não vejo como isso é possível. As estimativas que eu tenho lido, vindas de organizações fora do Brasil, sempre apontam para um crescimento populacional para o Brasil nos próximos anos.

Em facto os numeros que eu vi apontam para que o Brasil tenha um população de mais de 200M nos próximos 25 anos.

É possível que o numero de filhos por família estejam a diminuir, mas não creio que a população do Brasil esteja a diminuir, ainda está muito longe disso. E já lí num lado qualquer que o Brasil tem umas das populações mais jovens do mundo, com mais 50% da população a estar na faixa etária abaixo dos 30 anos.

Por isso vcs têm tanta menina linda por aí... :D
« Última modificação: Maio 19, 2004, 06:32:07 pm por dremanu »
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Guilherme

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« Responder #3 em: Maio 19, 2004, 06:31:21 pm »
Se o número de filhos por mulher for menor que 2, a população começa a diminuir; acredito que em 2010 já teremos essa situação. Além do fato do Brasil ser um país fechado à imigração, atualmente.
 

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NVF

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« Responder #4 em: Junho 15, 2004, 06:25:30 pm »
E qual é o impacto da imigração por aí? Nós aqui achamos que temos muitos brasileiros (penso que temos menos de 100.000 em todo o país), mas os EUA estão cheios de brasileiros.

Regressei de Boston no início deste mês e posso dizer-vos que aquela região está cheia de brasileiro (> 150.000 na cidade de Boston). Você encontra brasileiro trabalhando em tudo o que é café, restaurante, supermercado.  Encontra até supermercado brasileiro! Claro que eu acho isso óptimo; vou lá viver 4 anos e assim vou-me sentir mais em casa.

Também me disseram que Nova Iorque está, igualmente, com muito brasileiro. Claro que para a população do Brasil, estamos a falar de números insignificantes, mas certamente que tamanho nível de imigração têm impacto económico por aí.
Everyone you will ever meet knows something that you don't.
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Guilherme

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« Responder #5 em: Junho 15, 2004, 06:37:50 pm »
Citar
Migração
O número de estrangeiros residentes no Brasil está diminuindo. Em 1991 havia 767 mil estrangeiros vivendo no Brasil, 4,3% a mais do que em 2000.


http://www.brazilian-consulate.org/boletim/junho2002/outrasnoticias1.html

Isso dá aproximadamente 735 mil estrangeiros residindo no Brasil.

A população total do Brasil é de 178 milhões.
 

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papatango

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« Responder #6 em: Junho 19, 2004, 07:02:43 pm »
Realmente a questão do crescimento populacional coloca-se dessa forma no Brasil.

Tenho no entanto uma estatística relativamente á projecção de população no ano de 2050, que indica que a lingua portuguesa, a crescer em termos de falantes, crescerá mais em África.

Brasil: 205 milhões
Moçambique: 49 milhões
Angola: 35 milhões
Portugal: 9 milhões
Guiné-Bissau: 3 milhões
Cabo verde: 1.3 milhões
Timor: 1.1 milhões
São Tomé: 0.3 milhões


Outros países:
India: 1550 milhões
China: 1380 milhões
Estados Unidos: 390 milhões
Nigéria: 380 milhões
Indonésia: 350 milhões
Paquistão: 240 milhões
Etiopia: 180 milhões
Congo/Zaire: 175 milhões
Mexico: 165 milhões
Filipinas: 150 milhões
Vietname: 120 milhões
Egipto: 115 milhões
Japão: 100 milhões
Turquia: 98 milhões
Arabia Saudita: 95 milhões
Africa do Sul: 63 milhões
Marrocos: 59 milhões
Argelia: 58 milhões
Colombia: 55 milhões
Argentina: 48 milhões
Siria: 45 milhões
Senegal: 40 milhões
Libia: 27 milhões
Australia: 22 milhões

======
Europa
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Alemanha: 75 milhões
França: 55 milhões
Reino Unido: 54 milhões
Italia: 45 milhões
Polonia: 39 milhões
Espanha: 34 milhões
Holanda: 14 milhões
Grecia: 9.5 milhões
Belgica: 8.5 milhões
Hungria: 8 milhões
Bulgaria: 7.5 milhões
Austria: 7 milhões
Dinamarca: 4.5 milhões

Fica-se com a impressão de que estamos a ficar cercados.
 

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dremanu

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« Responder #7 em: Junho 22, 2004, 11:14:33 pm »
Citação de: "papatango"
Fica-se com a impressão de que estamos a ficar cercados.


??????????? A ficar cercados?
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Iniciado por Dinivan

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Última mensagem Março 26, 2006, 08:12:27 pm
por Lightning