Kosovo - À Procura do Beijo Impossível

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ricardonunes

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Kosovo - À Procura do Beijo Impossível
« em: Maio 26, 2007, 03:26:28 am »
Kosovo - À Procura do Beijo Impossível

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Oito anos depois da última guerra na Europa, o Kosovo vive entre a memória e o futuro. Esta província do sul da Sérvia é administrada pelas Nações Unidas desde 1999, com a segurança fornecida por exércitos da Nato, incluindo perto de 300 militares portugueses.

Há vários meses que se desenrolam negociações para definir o futuro estatuto desta região, com a Rússia a insistir na necessidade de articular as vontades de Belgrado e Pristina. No Kosovo vivem cerca de dois milhões de pessoas, na maioria albaneses mas também grupos de sérvios, bósnios e turcos. Entre civis e militares, a TSF foi escutar como bate um dos corações dos Balcãs.

Kosovo - À Procura do Beijo Impossível é uma grande reportagem de André Cunha com montagem e sonorização de João Félix Pereira.

Reportagem TSF
Sextas-feiras, 19h10m.
Repete à 01h00m e aos domingos, depois das 10h
Potius mori quam foedari
 

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comanche

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« Responder #1 em: Maio 29, 2007, 07:59:37 pm »
Não vejo com bons olhos a indepedência de uma provincia que é berço da nação servia, e que cairá nas mão dos muçulmanos de origem albanesa.
 

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« Responder #2 em: Junho 01, 2007, 06:25:01 pm »
Rússia rejeita novo projeto resolução sobre Estatuto Kosovo


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O Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE)russo rejeitou hoje o novo projecto de resolução de apoio ao plano de independência do Kosovo distribuído na ONU pelos Estados Unidos e pelos países europeus, e exigiu continuar com as negociações.
«A nova variante do projecto de resolução sobre o Kosovo ainda não satisfaz a Rússia. Esperamos que o trabalho continue», disse à agência Interfax o porta-voz do MNE russo, Mikhail Kaminin.

O porta-voz reafirmou que a Rússia quer «continuar as conversas para encontrar uma solução que satisfaça ambas as partes», os sérvios e os albano-kosovares.

O novo projecto distribuído quinta-feira na ONU apresenta pequenas mudanças em relação ao anterior, mas tenta abordar as reservas da Rússia, que ameaça com o veto.

Moscovo afirma que as negociações entre Belgrado e Pristina devem prosseguir até se chegar a um acordo.

«A versão actualizada não mudou em nada as nossas objecções. Devemos prosseguir os esforços para encontrar uma solução mutuamente aceitável para o futuro do Kosovo», disse quinta-feira o embaixador da Rússia na ONU, Vitaly Churkin.

O chefe da diplomacia russa, Serguei Lavrov, recusou-se na quinta-feira a ceder às pressões dos seus homólogos do G-8 (grupo dos sete países mais industrializados mais a Rússia), que pretendiam adoptar uma resolução sobre o Kosovo no Conselho de Segurança da ONU.

«O Kosovo pode ser o último problema dos Balcãs e também o primeiro de uma série de outros problemas. A Rússia não assumirá essa responsabilidade», disse Lavrov, acrescentando que espera não ter de recorrer ao seu direito de veto no Conselho de Segurança.

A Rússia defende que o Kosovo, onde 90% da população é de origem albanesa, não pode ter o seu futuro decidido contra a vontade da Sérvia, que rejeitou o plano elaborado pelo mediador Martti Ahtisaari, prevendo uma independência sob controlo internacional.

 

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« Responder #3 em: Junho 06, 2007, 11:41:13 pm »
Rússia mantém «firme solidariedade» com Sérvia sobre Kosovo


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A Rússia afirmou hoje que mantém uma «firme solidariedade» com a Sérvia em relação ao Kosovo, dando sinais de que o governo russo não mudará de opinião sobre o futuro da Província balcânica durante a cimeira do G8 (Grupo dos sete países mais industrializados mais a Rússia).
«Reafirmamos a nossa firme solidariedade convosco sobre a questão do Kosovo», disse o ministro dos Negócios Estrangeiros russo, Sergei Lavrov, num encontro com o seu homólogo sérvio, Vuk Jeremic.

«O governo sérvio propôs dar prosseguimento às negociações e nós somos favoráveis a isso. Não vamos aceitar qualquer imposição unilateral de uma decisão sobre o governo sérvio», disse Lavrov na residência oficial de Gorky 8, a oeste de Moscovo.

A maioria étnica do Kosovo, de origem albanesa, aguarda ansiosamente pela independência e conta com o apoio dos EUA e da União Europeia (UE).

A Rússia, um dos cinco membros permanentes do Conselho de Segurança da ONU, deu sinais de que pode vetar uma resolução que abra as portas à independência do Kosovo.

Enquanto diplomatas estão a pocurar um acordo no âmbito da ONU, o futuro da província deve ser um dos destaques da agenda informal dos líderes do G8, reunidos a partir de hoje no balneário alemão de Heiligendamm.

Os albaneses do Kosovo exigem independência total. A Sérvia, que considera a província sua pátria espiritual, afirma que uma larga autonomia é o máximo que pode oferecer
 

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« Responder #4 em: Julho 13, 2007, 05:54:25 pm »
NATO pede flexibilidade a Sérvia e Rússia no dossier Kosovo

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A NATO pediu flexibilidade à Sérvia e à Rússia e advertiu que o mais recente projecto de resolução sobre o Kosovo, prevendo intensas negociações entre as partes, é provavelmente a última hipótese para uma solução política controlada.
 


Em declarações à imprensa em Belgrado, onde hoje se reuniu com o governo sérvio, o secretário-geral da NATO, Jaap de Hoop Scheffer, apelou a todas as partes para que dêem mostras de "flexibilidade e contenção" para que a situação "não passe de controlada para descontrolada".

Scheffer acrescentou que a nova redacção do projecto de resolução, apoiada pelos países ocidentais membros permanentes do Conselho de Segurança (Estados Unidos, França e Reino Unido), "é provavelmente a última hipótese" de uma solução política controlada para o Kosovo.

Na tentativa de ultrapassar a ameaça de veto pela Rússia, os países ocidentais alteraram o texto da resolução para proporem quatro meses de intensas negociações entre os responsáveis albaneses do Kosovo e os sérvios, sem qualquer compromisso de que a independência seja declarada em caso de um fracasso dessas negociações.

A Sérvia rejeitou esta redacção e a Rússia disse que precisa de avaliar o novo texto, embora o ministro dos Negócios Estrangeiros russo, Serguei Lavrov, tenha dito que lhe parece uma versão revista do plano apresentado em Abril pelo enviado especial da ONU para o Kosovo, o ex-presidente finlandês Martti Ahtisaari, que continua a incluir "uma predeterminação da independência do Kosovo".

Lavrov voltou entretanto hoje a criticar duramente o enviado especial da ONU, depois de Ahtisaari ter dito numa entrevista que a Rússia perderia o seu estatuto no mundo se persistir em bloquear uma solução para o Kosovo.

"Se isso diminui o estatuto político de alguém, não é o da Rússia", disse Lavrov à imprensa.

A função de Ahtisaari era apresentar propostas para resolver a questão, prosseguiu Lavrov. "Se uma das partes não aceita essas propostas, é necessário continuar as negociações e é provavelmente necessário ter um mediador imparcial para isso", disse.

Os dirigentes kosovares têm advertido que um adiamento indefinido da desejada independência terá como consequência a separação unilateral do Kosovo da Sérvia - acção que pode desencadear violências entre as comunidades sérvia e albano-kosovar numa região onde os anos 1990 ficaram marcados por três guerras e milhares de mortos.

"O actual `satus quo` (do Kosovo) é insustentável. Devemos evitar adiamentos desnecessários de uma solução sobre o estatuto do Kosovo. A proposta de Ahtisaari é uma base bastante boa", disse hoje Jaap de Hoop Scheffer.

O Kosovo, uma província de dois milhões de habitantes, é formalmente parte da Sérvia mas é administrado desde 1999 pela ONU e pela NATO, que mantém estacionados na província cerca de 16.000 militares.

© 2007 LUSA - Agência de Notícias de Portugal, S.A.

 
 

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« Responder #5 em: Agosto 04, 2007, 12:08:52 pm »
Independência de Kosovo é ameaça à paz na Europa, diz Putin

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MOSCOU (Reuters) - A paz na Europa só poderá ser construída com respeito à integridade territorial da Sérvia, afirmou na sexta-feira o presidente russo, Vladimir Putin, respondendo à possibilidade de se dar independência a Kosovo.

"Hoje a população da Sérvia defende sua soberania e integridade territorial", disse Putin durante uma cerimônia no Kremlin. "A paz não poderá ser construída na Europa sem se levar em consideração os princípios fundamentais do direito internacional."

A Rússia apóia a oposição sérvia à pressão de potências do Ocidente para dar independência à Província de Kosovo. Segundo Moscou, tal precedente poderia provocar novos conflitos na região.

A Rússia tem partes de seu próprio território com forte sentimento separatista.

Na semana passada, uma ameaça de veto russo forçou os Estados Unidos e a União Européia (UE) a arquivar uma proposta de resolução da Organização das Nações Unidas (ONU) sobre Kosovo. Moscou afirmou que a proposta previa nas entrelinhas, sem se referir diretamente, a independência de Kosovo.

Uma força liderada pela Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) conta com 16 mil integrantes para manter a paz em Kosovo, onde 100 mil sérvios são minoria ante os albaneses locais.

A Província é administrada pela ONU desde 1999, quando bombardeios da Otan levaram à retirada de tropas sérvias, que mataram e expulsaram milhares de albanesas da área.

A maioria albanesa diz que não aceitará outra proposta a não ser a de independência, mas a Sérvia rejeita qualquer secessão.

 

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« Responder #6 em: Agosto 12, 2007, 04:41:21 pm »
Trio diplomático admite divisão territorial para Kosovo

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PRISTINA, Sérvia (Reuters) - O trio diplomático que lidera a nova rodada de diálogo em Kosovo disse neste domingo que a divisão do território, que já foi um tabu, pode ser uma opção se os sérvios e os albaneses estiverem de acordo.

A política ocidental para Kosovo inicialmente descartava a divisão por considerá-la uma faísca para o conflito regional. Qualquer divisão poderia colocar o norte do território, onde vive metade dos 100 mil sérvios de Kosovo, como parte da Sérvia.

"É o princípio deste trio estar preparado para endossar qualquer acordo que os dois lados possam conseguir. Isso inclui todas as opções", disse o enviado europeu para o grupo, Wolfgang Ischinger, em uma entrevista coletiva.

Perguntado se isso inclui a divisão territorial, ele respondeu "se assim eles quiserem".

Os albaneses, tanto de Kosovo quanto da Sérvia, já disseram que não querem a divisão, mas deram sinais de que não cederão na questão principal --a independência de Kosovo.

"Estamos pedindo aos dois lados para pensar de forma mais aberta", disse Ischinger. "Se os dois lados repetirem suas posições clássicas, há pouca esperança para um compromisso ou para a construção de uma ponte."

Ele disse que uma solução amigável apresentada ao Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) seria o melhor para todos os envolvidos.

O trio diplomático é composto por Estados Unidos, União Européia e Rússia, e é tido pelo Ocidente como o último momento de interferência no destino da província sérvia de maioria albanesa. Os diplomatas dizem que o trio pode apenas estar ganhando tempo antes que Kosovo declare independência unilateralmente após oito anos de governo da ONU.

Os diplomatas ocidentais argumentavam que a divisão de Kosovo em dois poderia reacender as disputas étnicas entre albaneses no vale de Presevo, sul da Sérvia, e na vizinha Macedônia, que haviam sido contidas em 2001 pela diplomacia da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) e da União Européia.

Enviados do trio fazem sua primeira visita a Kosovo desde que Moscou bloqueou um plano no Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) para dar a independência ao território. O Ocidente relutantemente aceitou mais quatro meses de negociações após mais de um ano de diálogo infrutífero entre os sérvios e albaneses.
Kosovo tem sido administrado pelas Nações Unidas desde 1999, quando a Otan bombardeou o território por 78 dias para expulsar as forças sérvias e interromper o assassinato e a expulsão dos albaneses em uma guerra separatista de dois anos.
Líderes albaneses de Kosovo disseram no sábado ao trio que esperam a independência até o final deste ano. Eles ameaçaram declarar independência unilateralmente e buscar reconhecimento das potências ocidentais, algo que poderia dividir os 27 membros do bloco europeu.

 

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« Responder #7 em: Agosto 27, 2007, 07:59:33 pm »
Kosovo quer independência logo depois do fim de negociações

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PRISTINA, Sérvia (Reuters) - Kosovo pretende declarar sua independência e obter o reconhecimento de seus parceiros ocidentais logo depois do encerramento das negociações com a Sérvia, no dia 10 de dezembro, disse na segunda-feira o primeiro-ministro Agim Ceku.

De acordo com Ceku, o território, de maioria de albaneses étnicos, permanecerá estável, desde que o Ocidente o reconheça logo como o mais novo Estado europeu, mais um formado a partir do desmembramento da Iugoslávia.

"Kosovo ficará estável e pacífico se todos nós nos dedicarmos, se formos cuidadosos e fizermos nosso trabalho", disse ele numa entrevista coletiva antes de mais uma rodada de negociações em Viena.

Questionado sobre o que aconteceria depois de 10 de dezembro, Ceku disse: "Minha única expectativa é a declaração e o reconhecimento da independência de Kosovo. Isso tem de acontecer imediatamente depois de 10 de dezembro."

Líderes da Sérvia e de Kosovo vão se reunir em Viena na quinta-feira com delegados dos Estados Unidos, da União Européia e da Rússia.

 

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« Responder #8 em: Agosto 30, 2007, 07:19:39 pm »
Kosovo pede à Sérvia que aceite futuro separado e cordial

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VIENA (Reuters) - Os líderes da maioria albanesa de Kosovo pediram na quinta-feira à Sérvia que pare de dificultar a independência dessa província e em vez disso olhe para um futuro de relações amistosas entre dois Estados soberanos.

Os albaneses de Kosovo foram os primeiros a se reunir com mediadores internacionais em Viena para negociações sobre o futuro da região. A delegação sérvia encontra os representantes de Rússia, Estados Unidos e União Européia ainda na quinta-feira.

Não há perspectiva de acordo. Os albaneses de Kosovo, há oito anos sob administração direta da ONU, exigem a independência, o que os sérvios rejeitam terminantemente.

"Temos a oportunidade de dar uma real clareza à independência de Kosovo", disse o primeiro-ministro da província, Agim Ceku, à "troika" diplomática, segundo uma nota.

"O núcleo disto é a nossa relação com a Sérvia. Temos a oportunidade de estabelecer os fundamentos de uma relação madura, estável e funcional entre vizinhos independentes."

Sérvios e albaneses passaram 13 meses tentando se entender, até março, quando o mediador da ONU, Martti Ahtisaari, paralisou o processo, declarando que um acordo seria impossível e que o correto seria declarar a independência de Kosovo sob supervisão da União Européia.

Mas a Rússia, aliada da Sérvia, bloqueou o plano no Conselho de Segurança da ONU. Com relutância, o Ocidente aceitou novas negociações, que espera concluir até 10 de dezembro, quando os diplomatas apresentam um relatório à ONU. A Rússia rejeita esse prazo.

Em uma nota conciliadora lida a jornalistas após a reunião, a delegação kosovar disse ter insistido que o pacote de Ahtisaari "não pode ser renegociado" e que nos encontros deve haver garantias de que "o oeste dos Bálcãs finalmente entrará numa era de existência pacífica."

Os albaneses de Kosovo se sentiam discriminados na década de 1990, sob o regime do falecido líder sérvio Sloboand Milosevic. Quando pegaram em armas, atraíram uma brutal reação sérvia, contida por bombardeios da Otan em 1999.

Desde então, Kosovo está sob ocupação das forças da Otan (atualmente, 16 mil soldados de 35 países). A população de etnia albanesa promete nunca mais fazer parte do país que tentou eliminá-la.

Belgrado, por sua vez, diz que a independência de Kosovo violaria o direito internacional. Diplomatas estrangeiros temem que, diante do inevitável, Belgrado jogue duro para sufocar economicamente o novo país, interrompendo acessos rodoviários, por exemplo.

Os dois lados se reúnem separadamente com a "troika" na quinta-feira e devem conversar diretamente em outubro ou novembro.

Diplomatas e alguns políticos kosovares prevêem tensão caso o impasse persista. Kosovo diz que vai declarar independência de forma unilateral após 10 de dezembro.

 

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« Responder #9 em: Setembro 12, 2007, 02:19:25 pm »
Europeus devem advertir Kosovares contra uma declaração de independência

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O primeiro-ministro sérvio, Vojislav Kostunica, apelou hoje aos europeus para "advertirem claramente" os independentistas kosovares que uma proclamação unilateral de independência seria "uma ameaça à paz e à estabilidade" nos Balcãs.
 


"A comunidade internacional e a União europeia devem advertir claramente que uma declaração unilateral de independência não apenas violaria a Carta das Nações Unidas mas seria também uma ameaça para a paz e estabilidade na região", declarou. Kostunica em Bruxelas, após um encontro com o presidente do Parlamento europeu, Hans-Gert Pöttering, e seguidamente com o chefe da diplomacia da UE, Javier Solana.

Os 27 ainda não disseram até agora o que fariam se ocorresse uma tal proclamação pelos independentistas kosovares e continuam divididos sobre este ponto, apesar de terem prometido no fim de semana, em Viana do Castelo, que iriam tentar encontrar uma posição comum até 10 de Dezembro, data em que expira a última ronda de conversações, para se alcançar um acordo entre sérvios e kosovares sobre o estatuto da província sérvia.

Um responsável norte-americano declarou sexta-feira que Washington está pronto a reconhecer o Kosovo se os Kosovars declararem unilateralmente a independência em caso de fracasso desta última ronda negocial.

Kostunica assegurou que a Sérvia não constituía "uma ameaça para ninguém", sublinhando que as declarações ameaçadoras lançadas a semana passada por um ministro sérvio tinham sido "mal interpretadas".

"A Sérvia não é uma ameaça para ninguém", ao contrário, "ela é que é ameaçada", declarou Kostunica.

O secretário de estado sérvio encarregado do Kosovo, Dusan Prorokovic, tinha advertido que uma proclamação unilateral de independência pelos albaneses do Kosovo justificaria a deslocação de forças sérvias para a província.

 
 

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comanche

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« Responder #10 em: Setembro 28, 2007, 01:04:35 am »
Kosovo: Grandes potências tentam na ONU ultrapassar as suas divisões

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Nações Unidas, Nova Iorque, 28 Set (Lusa) - O Grupo de Contacto sobre o Kosovo tentava quinta-feira ultrapassar as suas profundas divisões sobre o futuro estatuto daquela província sérvia, antes de sérvios e responsáveis kosovares se encontrarem hoje para um primeiro frente-a-frente crucial.

Os sérvios e os kosovares devem conduzir as suas negociações sobre o estatuto da província "de forma construtiva", declarou o ministro dos Negócios Estrangeiros britânico em nome das seis grandes potências no final de uma reunião do Grupo de Contacto sobre o Kosovo (França, Reino Unido, Alemanha, Rússia, Itália, Estados Unidos) na sede da ONU quinta-feira ao fim da tarde.

Hoje, sérvios e kosovares estarão na delegação da União Europeia em Nova Iorque para a sua primeira reunião directa sobre o futuro estatuto do Kosovo.

Os europeus, que poderiam ter um papel de árbitro estão divididos: a França, a Grã-Bretanha, e a Alemanha são favoráveis a um reconhecimento fora da ONU mas concertado com os Estados Unidos e os principais países europeus.

Países como a Espanha, a Grécia ou o Chipre, confrontados com reivindicações independentistas, estão reticentes e insistem que o estatuto do Kosovo deve ser solucionado com uma resolução das Nações Unidas.

 

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comanche

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« Responder #11 em: Novembro 06, 2007, 02:11:05 pm »
Belgrado prepara proposta para Kosovo baseada no modelo de Hong Kong


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O primeiro-ministro sérvio, Vojislav Kostunica, declarou hoje que a Sérvia apresentará na próxima ronda negocial sobre o estatuto do Kosovo uma nova proposta de ampla autonomia para a província separatista baseada no modelo de Hong Kong.
 


A proposta já foi rejeitada liminarmente por Hashim Thaçi, representante kosovar nas negociações sobre o futuro do território, que reiterou a intenção do Kosovo proclamar a independência após 10 de Dezembro.

Hoje mesmo, uma delegação ministerial kosovar que integra o Presidente Fatmir Sejdiu e o primeiro-ministro Agim Çeku reúne-se, em Lisboa, com o ministro dos Negócios Estrangeiros português e presidente em exercício do conselho europeu, Luís Amado, para reiterar a sua posição a favor da independência da província sérvia, disse à Lusa fonte diplomática.

Kostunica declarou à agência de notícias sérvia Tanjug que Belgrado mostrará, no próximo dia 20, em Bruxelas, numa nova reunião directa com os albano-kosovares com mediação da "troika" internacional, que "o máximo grau de autonomia para o Kosovo é uma solução real e a melhor" para resolver o conflito.

O primeiro-ministro sérvio mostrou-se convencido de que "essa é a via que leva a um acordo, e, ainda mais importante, tal acordo estaria em conformidade com a Carta da ONU e a Constituição sérvia".

Belgrado propôs segunda-feira, em Viena, na quarta reunião "cara a cara" com os albaneses sobre o futuro estatuto do Kosovo, o modelo de Hong Kong de autonomia administrativa especial dentro da China como uma base para uma solução "estável, sustentável, funcional e de prosperidade" para a província sérvia.

A delegação albano-kosovar rejeitou de imediato a proposta considerando-a "inapropriada", devido às diferenças históricas entre o Kosovo e Hong Kong.

Belgrado opõe-se a uma mudança das suas fronteiras internacionalmente reconhecidas considerando-a como uma violação do direito internacional e da Carta da ONU, e como uma "política de força" que "não poderia ficar sem consequências".

Os albaneses, que representam 90 por cento dos dois milhões de habitantes do Kosovo, reclamam a independência como a única solução, e os seus líderes advertiram que a proclamarão unilateralmente após 10 de Dezembro, seja qual for o resultado do processo negociador.

Os líderes albaneses consideram que essa soberania obteria o apoio dos Estados Unidos e de outras potências ocidentais.

A 10 de Dezembro termina o novo ciclo de negociações do estatuto do Kosovo iniciado em Agosto passado sob mediação da "troika", formada pela União Europeia (UE), Estados Unidos e Rússia.

A "troika" admite que são escassas as possibilidades de um compromisso entre ambas as partes, mas insiste que procurará encontrar um acordo.

O Kosovo encontra-se sob protectorado provisório internacional desde que acabou a guerra, em 1999, aguardando uma decisão sobre o seu estatuto político definitivo.

 
 

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Lancero

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« Responder #12 em: Novembro 14, 2007, 03:41:46 pm »
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Kosovo: Tropas portuguesas "de prevenção" no aquartelamento de Pristina - EMGFA

Lisboa, 14 Nov (Lusa) - Os militares portugueses no Kosovo "estão de  prevenção" no aquartelamento de Pristina e o Estado-Maior-General das Forças  Armadas (EMGFA) está a fazer "em permanência" uma avaliação da situação  no território em vésperas das legislativas de domingo.  

     

   Um porta-voz do EMGFA afirmou à Agência Lusa que, com o aproximar das  eleições, "não houve necessidade de tomar medidas excepcionais de segurança",  mantendo-se os militares portugueses "de prevenção" em Slim Lines, nos arredores  de Pristina.  

     

   Portugal tem 297 militares em Pristina, o contingente mais numeroso  de todas as forças nacionais destacadas, composto por um batalhão do regimento  de Infantaria 14, de Viseu, integrados na força multinacional destacada  no Kosovo (KFOR).  

     

   O contingente português é a "reserva táctica" da KFOR, podendo a ser  chamada a intervir, por decisão do comando da força, em qualquer ponto do  território.  

     

   ~De todas as missões do Exército no Kosovo, esta é a mais delicada,  dado que coincide com a fase crítica da definição do estatuto final do território.  

     

   Para domingo estão previstas eleições legislativas, aproximando-se também  a data de entrega, a 10 de Dezembro, pela "troika" - União Europeia (UE),  Estados Unidos e Rússia - do relatório ao secretário-geral das Nações Unidas  (ONU), Ban Ki-moon, sobre o futuro estatuto do território.  

     

   A maioria albano-kosovar - 90 por cento dos cerca de dois milhões de  habitantes do território - não abre mão da independência, enquanto as autoridades  sérvias não estão dispostas a ir além da concessão de uma ampla autonomia.  

     

   O Kosovo está sob administração da ONU (UNMIK) desde meados de 1999,  data do fim dos bombardeamentos da NATO que provocaram o êxodo de mais de  200.000 servo-kosovares.  

     

   O Exército português iniciou a sua participação em missões da NATO no  Kosovo, de 1999 a 2001, e retomada em 2005.  

     

     
"Portugal civilizou a Ásia, a África e a América. Falta civilizar a Europa"

Respeito
 

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comanche

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« Responder #13 em: Novembro 20, 2007, 01:05:13 am »
Líder do Kosovo só aceita independência

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Hashim Thaci, dirigente do Partido Democrático do Kosovo (PDK), vencedor, por maioria relativa nas legislativas de sábado, rejeitou em entrevista hoje publicada qualquer noção de federação ou confederação com a Sérvia, considerando apenas possível a via da independência.

"Cabe (ao Kosovo) decidir da sua independência, e desejo para tal o apoio internacional", disse Thaci, ex-líder da guerrilha separatista albanesa, em entrevista ao "Frankfurter Allgemeine Zeitung".

"Não podemos esperar que todos os Estados estejam dispostos a reconhecer" a independência do Kosovo, afirmou Thaci, considerando que, apesar das suas reticências, é do interesse da Grécia e do Chipre reconhecer a actual província da Sérvia.

"A ideia avançada pela Sérvia de uma solução do tipo Hong Kong não é viável. O modelo cipriota também não pode ser adaptado ao Kosovo, nem tão pouco as propostas de federação ou de confederação com a Sérvia. Nenhuma dessas ideias se tem de pé", disse Thaci.

O líder do PDK, principal partido vencedor das eleições de sábado, afirmou ainda que os representantes do Kosovo vão continuar a negociar com a Sérvia, no quadro dos esforços da Troika (Rússia, Estados Unidos, União Europeia) até à data prevista, 10 de Dezembro, mas salienta não esperar chegar a um acordo.

"Depois de 10 de Dezembro, o Kosovo tomará a sua decisão (sobre a independência) depois de consultas com Washington e Bruxelas", disse.

UE deve esperar pelo fim das negociações

Hoje, à entrada para uma reunião dos MNE's dos 27, em Bruxelas, o presidente em exercício do Conselho de ministros da UE, Luís Amado, disse que a União Europeia esperará até "ao último minuto" das negociações para tomar uma "posição clara" sobre o futuro estatuto do Kosovo.

O chefe da diplomacia portuguesa preside hoje e terça-feira a uma reunião dos ministros dos Negócios Estrangeiros dos 27, durante a qual o representante europeu da "troika" (UE, Estados Unidos e Rússia) para a região, Wolfgang Ischinger, vai fazer um ponto da situação sobre as negociações em curso, a menos de um mês do seu epílogo.

"Hoje não haverá conclusões, mas sim um debate. O embaixador Ischinger estará connosco, dar-nos-á conta da forma como têm decorrido as negociações, e vamos reflectir em conjunto sobre os próximos passos a dar", indicou Amado à entrada para o Conselho.

Lembrando que esta semana haverá uma nova ronda de negociações e no início de Dezembro outra, Luís Amado defendeu que a União Europeia deve esperar "até ao último minuto das negociações" para se pronunciar, o que deverá acontecer na próxima reunião de chefes de diplomacia dos 27, a 10 de Dezembro, precisamente a data em que a "troika" para o Kosovo apresentará um relatório às Nações Unidas sobre o resultado da sua mediação.

Questionado sobre se encara com receio a data de 10 de Dezembro - face à ameaça de os kosovares auto-proclamarem a sua independência relativamente à Sérvia - Amado respondeu que "não", admitindo ainda assim alguma "apreensão", mas disse acreditar que o bom-senso prevalecerá.

"Acreditamos que há bom-senso em todas as partes, temos estado em conversações com todas as partes envolvidas neste processo, e dia 10 é apenas um dia de reportar ao secretário-geral das Nações Unidas por parte da troika do grupo de contacto. Nesse mesmo dia teremos um Conselho, veremos depois quais os passos que a UE vai dar", indicou.

Situação no Kosovo mantém-se num impasse

A situação no Kosovo mantém-se num impasse, com a "troika" a estudar novas propostas para apresentar, tanto à Sérvia, como aos kosovares albaneses, acerca da definição de um futuro estatuto para a ainda província Sérvia.

A Sérvia, com o apoio da Rússia, declara-se disposta a conceder um estatuto de autonomia alargada - ao estilo de Hong Kong - à sua província de maioria albanesa, mas os kosovares exigem a independência, que se dizem dispostos a reclamar após a data limite para as conversações, em 10 de Dezembro.

UE apoia decisão da troika

Segundo fonte da presidência, a UE irá reiterar nesta reunião em Bruxelas o "apoio total" à "troika" e ao embaixador Ischinger, assim como confirmar que está pronta a "ter um papel relevante" no futuro do Kosovo.

A situação do Kosovo é um dos muitos pontos em agenda da reunião de Bruxelas, que entre hoje e terça-feira junta perto de 90 ministros europeus, com as pastas dos Negócios Estrangeiros, da Defesa e da Cooperação.

Outros pontos da agenda

Nesta reunião os 27 vão preparar a recta final da presidência portuguesa da União Europeia, e designadamente discutir as próximas cimeiras entre a UE e a China (28 de Novembro), Índia (30), África (08 e 09 de Dezembro) e o Conselho Europeu (14), para só citar alguns eventos.

O Conselho de Ministros também irá debater a política Europeia de Segurança e Defesa, o relacionamento com a NATO, a situação no Médio Oriente, Irão e Iraque entre outros temas.

Lusa

Kosovo: Vitória para ex-líder separatista albanês

O ex-líder da guerrilha separatista albanesa (o Exército de Libertação do Kosovo – UÇK), Hashim Thaci, festejou a vitória nas eleições legislativas, realizadas ontem, apesar de os resultados oficiais ainda não terem sido confirmados.

Thaci afirmou que o Kosovo vivia “um dia histórico” e prometeu alcançar a independência da província dentro de semanas. “O país está prestes a juntar-se à família europeia”, afirmou ainda.

O Partido Democrático do Kosovo (PDK), criado por antigos guerrilheiros, terá obtido 35% dos votos. Os números foram avançados pela coligação de ONGs locais Democracia em Acção.

"Estamos prontos a levar o nosso país para a União Europeia”

“Hoje os cidadãos kosovares enviaram uma mensagem ao mundo: que somos uma sociedade democrática e que estamos prontos a levar o nosso país para a União Europeia”, disse Thaci aos seus apoiantes no sábado à noite.

O vencedor das legislativas prometeu declarar a independência do Kosovo imediatamente depois de 10 de Dezembro, prazo estabelecido pels Nações Unidas para a conclusão das conversações sobre o estatuto futuro da província sérvia.

De acordo com estatísticas oficiais, a abstenção foi muito expressiva: 55% dos cidadãos optaram por não votar. Este é o nível de participações eleitoral mais baixo no país, desde a intervenção da NATO, em 1999.

Boicote sérvio

A fraca participação nestas eleições esteve relacionada com o apelo de Belgrado para que a minoria sérvia no Kosovo se abstivesse. O Governo sérvio apelou aos seus cidadãos para que não atribuíssem legitimidade a Pristina para decidir o futuro do Kosovo.

Governo de coligação

O resultado alcançado por Hashim Thaci não lhe permite governar sozinho. Em segundo lugar, com 22% dos votos, ficou a Liga Democrática do Kosovo (LDK), criada pelo falecido Ibrahim Rugova, que durante décadas lutou pela independência de Pristina.

A coligação entre estes dois partidos vai ao encontro do que a União Europeia e os Estados Unidos pretendem: um governo forte, amplo e representativo, para conduzir os primeiros meses de uma independência que se prevê complexa, pela oposição sérvia, que é apoiada pela Rússia.
 

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« Responder #14 em: Novembro 21, 2007, 02:46:29 pm »
Kosovo: A Serbian Question
 
27.01.2007 Source:  URL: http://english.pravda.ru/opinion/column ... voserbia-0

Facts: Kosovo is Serbian. The Serbian nation has always included Kosovo. Kosovo is the heart that beats at the centre of the Serb psyche. The recent meddling by Martti Ahtissaari with his absurd plan for independence not only defies logic, its acceptance by five of the six members of the Group of Contact (also G8 members) must have Mussolini and Hitler laughing in their graves, for this was their plan for a Greater Albania. History yet again proves Albania wrong and Serbia right.

The United States of America, the United Kingdom, France, Germany, Italy...five nations whose colonialist history and practices of slavery speak for themselves, think it is a good idea to contravene what history has been trying to prevent in the Balkans for centuries, namely the creation of a Greater Albania, by giving the nod to the Finnish UN special envoy to the Balkans, Martti Ahtissaari and his plan to gradually create an independent Kosovo.

“Gradual and unconditional” independence for Kosovo, ripping the heart out of Serbia, a meddlesome and intrusive, unwelcome and unasked-for act of blatant arrogance from non-Balkan peoples. What business is it of theirs? What business is it of Finland, England, America, Germany, France or Italy to deliberate what is or is not Serbian territory, to carve off the historic berth, the birthplace of Serbia, and grant it independence just because 90 per cent of its inhabitants are Kosovar Albanians?

Ninety per cent, why? Because over decades, Albanian women walked from their backward, underdeveloped eclave in Shqiperije (Eagle-land, i.e. Albania) to give birth in Kosovo, part of Serbia (and Yugoslavia), where living conditions and the people were civilised. Born the baby, then brothers, husbands, uncles, aunts, grannies and a whole host of weird and wonderful beings poured across the frontier and inflicted themselves on the ethnic Serbs.

It is like Marseilles being occupied by North Africans, who push out the French and declare it as an Algerian enclave. It is like Leicester in England having a population of 90% ethnic Bengalis, who install a Koranic state and impose sharia law on Mrs. Bridges, Mr. Smith and the spinster, Miss Jones, the only three English people left. It is like a German city with a 90 per cent ethnic Turkish population seceeding from the Bundesrepublik and forming a separate Free Turkish State. Then the UNO backs them up, draws lines on maps and declares “This territory is not yours, it is theirs”, rather like historically the same nations carved up huge swathes of territory overseas and said “This is ours, and that is yours”.


Mussolini and Hitler must be laughing in their graves

The only country standing up for the rule of law, right and reason, as usual, is the Russian Federation, which refuses to allow any settlement which would be humiliating for Serbia and wishes to postpone any UN decision until a Serbian government can be formed (after elections) to deliberate on the issue. After all, it is the soul of their nation that Ahtissaari wants to rip out. Mussolini and Hitler must be laughing in their graves, for it was they who in 1941 integrated Kosovo into Greater Albania as tens of thousands of Serbs were forced out of their homes.

History proves Albania wrong and Serbia right

The Albanian government has claimed at various times that the Albanians are the descendants of the Illyrians, the original inhabitants of this region, and that therefore they have a right to this Province of Serbia.

However, for anyone who bothers to do any research, it would appear evident that the Albanians have got their history in a twist. However much one adulterates the word “Illyria”, one does not get anywhere as near to “Albania” as the “Albani”, a tribe which had lived on the Caspian Sea and which many centuries after the Illyrians had been conquered by the Romans, moved westwards into their mountainous refuge, where these tribes remained as the “Shqiperi” or “eagle people”. Polybius (200 – 118 BC) writes that the Albani and Illyrians spoke two distinct languages and needed interpreters to understand each other. Indeed, it was under the Ottoman domination of the Balkans that the Albanians settled definitively in the area which is Albania today.

It was the Serbian army, led by prince Lazar, aided to some extent by Bosnians and Albanians, which fought the heroic battle of Kosovo Polje (Blackbird Field) on 28th June 1389, gaining an honourable draw against the might of the Ottoman Turks, but being so weakened that by 1459, all of Serbia had been occupied. However, Kosovo Polye stood firm in the hearts and minds of generations of Serbs for hundreds of years as their rallying cry.

If these imperialist nations which want to give Kosovo to those who invaded it over centuries thought of a battle which rallied the national spirit, for Serbia this would be Kosovo Polye, near Pristina.

Giving Kosovo to the Albanians by making it an independent state is paramount to giving the thumbs-up to the Fascist practices of the Albanians during the Second World War, when they sided with Hitler. It is to condone acts of terrorism perpetrated by the Ushtria Clirimtare e Kosoves, the KLA, against fellow Albanians and Serbs alike. It is to create an Albanian question in the Balkans, because after Kosovo will come Greece, Macedonia, Serbia and Montenegro. Perhaps these nations should decide what happens on their frontiers and not Washington, London, Paris, Berlin, Rome and Helsinki and perhaps these countries should, for once, get off their high horse of arrogance and listen to Vladimir Putin.

Timothy BANCROFT-HINCHEY

PRAVDA.Ru
"[Os portugueses são]um povo tão dócil e tão bem amestrado que até merecia estar no Jardim Zoológico"
-Dom Januário Torgal Ferreira, Bispo das Forças Armadas
 

 

KOSOVO: PORTUGUESES IMPULSIONAM NOVO CONCEITO DE EMPREGO

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