Os 30 F16A/B MLU da FAP

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papatango

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« Responder #75 em: Outubro 18, 2007, 11:24:31 am »
Efectivamente a OGMA pode efectuar esse tipo de operação, mas a empresa está certificada para o fazer, mas tem um numero limitado de técnicos, pelo que a sua capacidade para efectuar esse tipo de conversão parece ser limitada e uma das razões dos atrasos no programa MLU.

A OGMA, mesmo sendo maioritariamente controlada pela EMBRAER não teria capacidade suficiente para as necessidades brasileiras.

O que a OGMA e a Força Aérea Portuguesa estão a fazer é agarrar em cacos velhos de AMARC com 66% de vida gasta e fazer um revisão completa que descasca o avião todo e quase o reconstroi.

Em principio a OGMA pode fazer essa operação em qualquer F-16A/B que exista no mundo e não apenas nas carcaças compradas pela FAP ao preço da chuva, para serem transformados em F-16AM/BM (a transformação é o que realmente custa dinheiro).

A vantagem dos F-16 portugueses sobre os restantes, é que como somos os últimos, os F-16 que saem de linha modernizados, são dos mais modernos, se não OS mais modernos F-16MLU que existem.

Mas um programa destes só faria sentido, se o Brasil comprasse aos E.U.A. algumas dezenas de F-16 A/B e os enviasse para a OGMA/EMBRAER fazer a conversão para o padrão MLU/T3 ou T4.

Eu apenas acho que a empresa não teria capacidade para aumentar assim tanto a sua capacidade sem afectar outros projectos.

E acho isto, porque o F-16MLU, sendo uma aeronave actual (e não digo que em fim de linha porque o avião parece ter sete vidas com a adição de tanques conformais e toda a tralha que lhe colocam em cima) ele parece não ser exactamente o mais adequado para a dimensão de um país como o Brasil.

Tudo depende das ideias e dos planos da FAB.

O F-16 só servirá para o Brasil, se o país optar pela aquisição de um numero maior de F-16 para substituir não o principal esquadrão nas proximidades de Brasilia, mas sim os F-5, e mesmo os AMX, criando um maior numero de polos/bases que permitissem ter os aviões mais próximos de qualquer fronteira, nomeadamente para evitar problemas com aquilo que abre a fechadura. :twisted:

Já agora, esquisito mesmo, é a modernização dos P3 brasileiros na CASA, quando a OGMA é a única empresa europeia reconhecida pelo fabricante para fazer upgrades aos P3.

Cumprimentos
 

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Lightning

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« Responder #76 em: Outubro 18, 2007, 11:52:01 am »
Citação de: "papatango"
Já agora, esquisito mesmo, é a modernização dos P3 brasileiros na CASA, quando a OGMA é a única empresa europeia reconhecida pelo fabricante para fazer upgrades aos P3.

Cumprimentos


A EADS CASA no site faz referencia à instalação do FITS em aeronaves P-3, agora se é reconhecida pela Lockeed não sei.

http://www.eads.net/1024/en/casa/fits.html

P-3 Upgrade

The Spanish Air Force P-3B Operational Modernisation programme carried out by the Military Transport Aircraft Division has covered the installation of the new FITS tactical system, and state-of-the-art sensors (360 degrees search radar with automatic TWS and image mode, IFF interrogator, IR/EO turret, ESM, acoustic system, Link-11 Data Link) replacing legacy systems. Other activities included are the upgrade of communication and navigation systems and the supply of a new ground Mission Support Facility.

The Military Transport Aircraft Division has also been selected to upgrade the Brazilian Air Force P-3A (acquired from US Navy inventory) with the FITS tactical system, new sensors and avionics. These solutions are also considered for other P-3 upgrade programmes.
 

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Jorge Pereira

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« Responder #77 em: Outubro 19, 2007, 12:28:25 am »
A modernização dos P-3 espanhóis e o estado da sua frota em si, estão a ser um autêntico desastre.

Tanto é assim, que os responsáveis do «EdA» desejavam a todo custo que os P-3 espanhóis fossem modernizados nas OGMA.
Um dos primeiros erros do mundo moderno é presumir, profunda e tacitamente, que as coisas passadas se tornaram impossíveis.

Gilbert Chesterton, in 'O Que Há de Errado com o Mundo'






Cumprimentos
 

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Menacho

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« Responder #78 em: Outubro 20, 2007, 11:25:24 am »
Citação de: "Jorge Pereira"
A modernização dos P-3 espanhóis e o estado da sua frota em si, estão a ser um autêntico desastre.

Tanto é assim, que os responsáveis do «EdA» desejavam a todo custo que os P-3 espanhóis fossem modernizados nas OGMA.


Si, ha habido problemas pero ya solucionados al ser los P-3 del EA. los conejillos de indias, o prototipos del FITS, pero ya sen solucionado:

Primer P-3 FITS del EA:

 

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Jorge Pereira

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« Responder #79 em: Outubro 20, 2007, 11:26:01 pm »
Citação de: "Menacho"
Citação de: "Jorge Pereira"
A modernização dos P-3 espanhóis e o estado da sua frota em si, estão a ser um autêntico desastre.

Tanto é assim, que os responsáveis do «EdA» desejavam a todo custo que os P-3 espanhóis fossem modernizados nas OGMA.

Si, ha habido problemas pero ya solucionados al ser los P-3 del EA. los conejillos de indias, o prototipos del FITS, pero ya sen solucionado:

Primer P-3 FITS del EA:



Menacho, atenção que o FITS tem dado grandes problemas ao nível do software. Tem alguma informação recente sobre estes problemas?
Um dos primeiros erros do mundo moderno é presumir, profunda e tacitamente, que as coisas passadas se tornaram impossíveis.

Gilbert Chesterton, in 'O Que Há de Errado com o Mundo'






Cumprimentos
 

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Pedro Monteiro

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« Responder #80 em: Outubro 21, 2007, 08:36:47 am »
A próxima Fuerzas Militares del Mundo trará um artigo sobre a modernização dos P-3 do EdA.

Cumprimentos,
Pedro Monteiro
 

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sivispacem

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« Responder #81 em: Outubro 31, 2007, 06:06:01 pm »
Juro que não é por sadismo, mas.....

http://www.janes.com/news/defence/jdw/j ... _1_n.shtml

será que a Turquia podia dar uma mãozinha às OGMA????
 

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ricardonunes

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« Responder #82 em: Novembro 29, 2007, 03:07:00 pm »
Resolução do Conselho de Ministros que autoriza a realização da despesa com a aquisição de bens e serviços relativos à sustentação logística do sistema de armas da aeronave F-16

Esta Resolução vem autorizar a adjudicação, por ajuste directo, ao Governo dos Estados Unidos da América e a realização da despesa necessária à aquisição de bens e serviços relativos à sustentação logística do sistema de armas da aeronave F-16.



Portal do Governo
Potius mori quam foedari
 

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nelson38899

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« Responder #83 em: Dezembro 11, 2007, 09:43:08 am »
Citar
FAP prescinde das verbas mas quer os aviões prontos
Os trabalhos de modernização dos caças F-16 da Força Aérea (FAP), a cargo da empresa aeronáutica OGMA, "pioraram" ao longo deste ano e depois de realizada uma inspecção aos atrasos existentes pelo Ministério da Defesa Nacional (MDN), revelaram fontes ligadas ao processo.

A modernização dos F-16 foi entregue à OGMA em Novembro de 2002, pelo então ministro da Defesa Paulo Portas, alegando estar em causa "o desenvolvimento estratégico" das indústrias de defesa nacionais - e, no caso da empresa de Alverca, a sua privatização parcial. Mas a ausência de qualquer contrato suscitou fortes críticas do Tribunal de Contas. A Força Aérea e a OGMA viriam a assinar um protocolo em 2004, porque "não havia nada com a FAP para fazer a manutenção dos F-16", disse ao DN o chefe do Estado-Maior do ramo (CEMFA). "Mas o que é um protocolo?", interrogou-se o general Luís Araújo, adiantando: "O protocolo diz que, quando há atrasos, a OGMA tem de indemnizar. E quando nós dizemos indemnizem, a OGMA diz que [o protocolo] não tem valor jurídico e a FAP não pode obrigar a OGMA a pagar as indemnizações. A situação é esta", lamentou o CEMFA.

A auditoria do TC (51/06), divulgada em Fevereiro passado, levou o MDN a ordenar um inquérito a esse programa por parte da Inspecção-Geral da Defesa Nacional (IGDN). Nuno Severiano Teixeira ratificou depois as recomendações feitas e, segundo fonte oficial do ministério, "determinou que fosse criada uma estrutura especializada de acompanhamento". O ministro decidiu ainda que a IGDN "fizesse, no prazo de seis meses [e que estará a terminar], nova avaliação" à forma como evoluiu a modernização dos caças F-16.

Ora, segundo outras fontes, "as coisas ainda pioraram" na OGMA. "A FAP cumpriu as recomendações [da IGDN] e até foi mais além", ao ponto de ter chamado a Portugal "especialistas da Força Aérea dos EUA para definir a organização e as técnicas de trabalho em linha" do programa. Até foi "comprada uma máquina que permite testar 16 mil pontos dessa linha de trabalho em três dias - quando esse mesmo processo dura dois meses se feito à mão". Este equipamento, um dos que só se compram sob autorização expressa dos EUA, foi posto na OGMA, "mas nem isso, que permite recuperar quase dois meses de atraso, a OGMA tem usado", garantiu uma das fontes directamente ligada ao processo.

O CEMFA disse ao DN já ter falado com o presidente da OGMA sobre a matéria. "Não quero dinheiro. Dinheiro não voa, quero é os F-16." O general reconheceu que a empresa "tem um problema gravíssimo, que é o da contratação de pessoal altamente especializado", mas insistiu que a OGMA "tem de fazer a doca 4 [última das quatro fases de modernização dos caças] e tem de começar a preparar pessoal" para essa área.

O CEMFA frisou ainda que "a doca 4 já não pode sair de Monte Real", a base dos F-16, e onde a FAP substituiu a empresa de Alverca na realização daquela fase dos trabalhos. "Se a OGMA tiver, e tem, de ir para a doca 4, tem de ir lá para cima com os seus operários, os seus equipamentos", sustentou Luís Araújo.

O problema, segundo outras fontes, é que "a OGMA cumpre os prazos que tem com as empresas civis. Com a FAP, vai adiando". A dada altura, a empresa até se comprometeu a "criar dois turnos de trabalho para recuperar parte dos atrasos, mas manteve o mesmo número de trabalhadores. Resultado? O mesmo".

Daí que o MDN e a OGMA estejam a estudar um contrato para fazer avançar os trabalhos a um ritmo constante - desde logo porque o Governo se comprometeu, em letra de lei, a vender 12 dos F-16.

A ausência do presidente da OGMA, no estrangeiro, não permitiu ao DN obter respostas da empresa.


fonte:
ww.dn.pt
"Que todo o mundo seja «Portugal», isto é, que no mundo toda a gente se comporte como têm comportado os portugueses na história"
Agostinho da Silva
 

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Duarte

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« Responder #84 em: Dezembro 11, 2007, 02:34:48 pm »
Esta telenovela já se torna maçadora..

Quanto a veneder 12 F-16, eu sou contra, acho um erro político e militar enorme, mas se tal tiver que acontecer, porque não vendê-los ao Brasil?
 

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PereiraMarques

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« Responder #85 em: Dezembro 11, 2007, 02:57:33 pm »
O Brasil já adquiriu 12 Mirage 2000 como medida de emergência/forma de "remediar" a situação existente, até que o concurso para a produção de caças de nova geração no país esteja concluído (Programa FX-2).

Neste sentido, qual a lógica de adquirir caças de uma geração anterior (à do futuro Programa FX-2), de um modelo diferente, e existindo bastantes limitações por parte dos norte-americanos na utilização de armamento, nomeadamente mísseis BVR (Beyond Visual Range, tipo, por ex. AIM-120 AMRAAM).

Por fim, como é que conseguim explicar à opinião pública que ia comprar aviões ao "país dos padeiros" c34x ?
 

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Lancero

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« Responder #86 em: Dezembro 11, 2007, 03:22:47 pm »
Esta foto é real?



Citar
The Advanced Refueling Boom System (ARBS) being developed for several A330-based tanker customers performs initial in-flight dry contacts Dec. 5, 2007. Northrop Grumman's KC-30 Tanker will directly benefit from ongoing development and flight testing of the ARBS.



Citar
Photo Release -- Northrop Grumman KC-30 Tanker Aerial Refueling Boom System Successfully Completes In-Flight Contact With An F-16 Receiver Aircraft
 
December 10, 2007: 09:00 AM EST


MELBOURNE, Fla., Dec. 10, 2007 (PRIME NEWSWIRE) -- The Northrop Grumman Corporation (NYSE:NOC) KC-30 Tanker Aerial Refueling Boom System (ARBS) performed its first in-flight contacts with a receiver aircraft, marking the successful completion of a key program milestone and underscoring the company's low-risk approach for quickly replacing the U.S. Air Force's KC-135 tanker fleet.

A photo accompanying this release is available at: http://media.primezone.com/noc/

The initial refueling contacts used the advanced ARBS installed on an A310 testbed aircraft, which operated with an F-16 receiver aircraft flying at 27,000 feet. The contacts reflected a typical refueling mission, with the ARBS' 40-ft.-long boom deployed to its operational length and inserted into the F-16 receiver aircraft's refueling receptacle.

Multiple boom hook-ups were conducted with the F-16. The ARBS was controlled by Don Cash, a 21-year U.S. Air Force veteran and refueling boom operator, using the A310's Remote Aerial Refueling Operator (RARO) console. The RARO station employs a three-dimensional vision surveillance system, providing a high-fidelity visual representation of the boom's position during the entire air-to-air refueling process. Today's flight test was the 60th for the boom, totaling more than 160 flight hours.

"Successful completion of this milestone reflects the KC-30 industrial team's focus on providing a next-generation, low-risk solution for recapitalizing the Air Force's refueling assets," said Paul Meyer, Northrop Grumman vice president and general manager of the KC-30 program. "The pace of our test and development program, including the completed assembly and flight testing of the very first KC-30 Tanker aircraft, is strong evidence that the KC-30 Tanker will meet or exceed all U.S. Air Force requirements."

Northrop Grumman's KC-30 Tanker teammate EADS developed the ARBS, the most capable in-flight refueling system available today. It is already onboard the first of five KC-30B Multi-Role Tanker/Transport aircraft EADS is supplying to the Royal Australian Air Force and will be used on three similar A330 MRTT aircraft ordered by the United Arab Emirates.

Fly-by-wire technology incorporated in the ARBS provides enhanced controllability and includes an automatic load alleviation system, which greatly aids the boom operator -- as well as the receiver aircraft's pilot -- during refueling operations. With the capacity to offload up to 1,200 gallons of fuel per minute, the ARBS is easily adaptable to future mission requirements, including the refueling of unmanned aerial vehicles.

"A new era in aerial refueling has begun with our team's advanced ARBS' initial in-flight contacts," said John Young, chief executive officer of EADS North America Tankers. "The ARBS brings tanker technology into the 21st century with a highly capable refueling system that will fulfill Air Force aerial refueling requirements throughout the KC-30's operational life."

Following the ARBS' initial in-flight contacts, subsequent tests will be performed with fuel transfers from the A310 testbed's boom to a variety of receiver aircraft.

A powerful U.S. and allied industrial team led by Northrop Grumman has been established to produce and supply KC-30 Tankers for the U.S. Air Force. The aircraft is based on the A330 Multi-Role Tanker Transport (MRTT), which was selected by the air forces of Australia, the United Kingdom and the United Arab Emirates.

The KC-30 Tanker aircraft will be assembled in Mobile, Ala., and the KC-30 team will employ 25,000 American workers at 230 U.S. companies. It will be built by a world-class industrial team led by Northrop Grumman, and includes EADS North America, General Electric Aviation and Sargent Fletcher.

About the KC-30: Northrop Grumman's KC-30 Tanker carries 45,000 more pounds of fuel than a KC-135 or any competitor, providing a significant boost to the U.S. Air Force's global reach. The KC-30 is also designed to refuel Navy and coalition aircraft, and to serve as a multi-role transport aircraft to move passengers, cargo and medical evacuation patients. The KC-30 incorporates defense systems, precision fly-by-wire technology, and the ability to integrate a militarized communications suite and a global support network.

Northrop Grumman Corporation is a $30 billion global defense and technology company whose 120,000 employees provide innovative systems, products, and solutions in information and services, electronics, aerospace and shipbuilding to government and commercial customers worldwide.



Fonte
"Portugal civilizou a Ásia, a África e a América. Falta civilizar a Europa"

Respeito
 

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Cabeça de Martelo

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« Responder #87 em: Dezembro 11, 2007, 04:49:07 pm »
Eu sei que os "nossos" fazem isto com os Americanos, agora se a foto é ou não verdadeira...nada me leva a crer o contrário.
7. Todos os animais são iguais mas alguns são mais iguais que os outros.

 

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Get_It

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« Responder #88 em: Dezembro 11, 2007, 05:38:26 pm »
Citação de: "Lancero"
Esta foto é real?


Já se confirmou num outro fórum que é falsa. Duvidava muito que utilizassem um caça estrangeiro e, ainda por cima, armada para esse tipo de teste.

Cumprimentos,
:snip: :snip: :Tanque:
 

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TaGOs

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« Responder #89 em: Dezembro 11, 2007, 09:10:51 pm »
Os misseis parecem ser dos de treino.