Estaleiros de Viana com encomendas de 500 milhões

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Jorge Pereira

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Estaleiros de Viana com encomendas de 500 milhões
« em: Maio 23, 2007, 03:14:19 pm »
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A carteira de encomendas dos Estaleiros Navais de Viana do Castelo (ENVC) atinge, neste momento, 500 milhões de euros, relativos a "negócios fechados", anunciou ao DN fonte do maior construtor naval português, sendo que a entrega de navios de carga, e outros civis, está a acontecer a um ritmo "de uma embarcação a cada três meses".

Apenas em 2008, acrescentou a fonte, a empresa prevê entregar um total de seis navios, entre os quais dois navios de patrulha oceânica (NPO) para a Armada. A carteira de encomendas é, nesta altura, suficiente para os próximos três anos, estando a empresa já a "negociar novas encomendas" para o período entre 2010 e 2013. Do bolo de 500 milhões de euros de negócios contratados, 50 milhões correspondem ao que a empresa rubricou com o Governo Regional dos Açores, para a construção de dois navios destinados ao transporte de passageiros e viaturas entre as várias ilhas do arquipélago. Um dos novos navios terá 97 metros e capacidade para transportar entre o arquipélago 140 viaturas e 750 passageiros, enquanto que o segundo poderá transportar 400 passageiros e 30 viaturas. Os dois navios deverão entrar ao serviço entre Maio e Junho de 2008. Também com destino aos Açores, os ENVC acabam de entregar à empresa Mutualista Açoreana, um navio de transporte de car- ga a granel e contentores, baptiza- do de Corvo, com 120 metros de comprimento. O valor deste contrato, assinado em 2005, é de 19 milhões de euros e acontece no seguimento da construção, para o mesmo armador, em 1997, do porta-contentores Açor B.

"A Comissão de Trabalhadores fica satisfeita com estes números. No entanto, queremos sempre mais para garantir o futuro da empresa", afirmou ao DN Manuel Cadilha, porta-voz dos cerca de 920 trabalhadores da empresa.

Recorde-se que na carteira de encomendas dos ENVC contam-se, ainda, 7 navios de transporte de cargas pesadas, para além das construções para a Armada: seis navios de patrulha oceânicos, mais dois de combate à poluição, oito lanchas de fiscalização costeira. Por adjudicar continua a construção do navio polivalente logístico, a utilizar pelos três ramos das Forças Armadas, negócio que deverá render aos cofres dos estaleiros vianenses mais de 210 milhões de euros. Depois da situação de falência técnica, em que se encontrava a empresa em 2004, os ENVC fecharam as contas relativas a 2006 com um resultado de exploração positivo de 650 mil euros, tendo fechado o ano com um prejuízo de 5 milhões de euros, contra os 25 milhões há dois anos.

Segundo a administração da empresa, são resultados que permitem uma "maior estabilidade financeira" para poder "respirar" e "começar a planear políticas aprovisionamento, gestão orçamental e racionalização económica interna".

Fonte

Um dos primeiros erros do mundo moderno é presumir, profunda e tacitamente, que as coisas passadas se tornaram impossíveis.

Gilbert Chesterton, in 'O Que Há de Errado com o Mundo'






Cumprimentos
 

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SSK

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« Responder #1 em: Maio 23, 2007, 05:39:48 pm »
A ver vamos como diz o cego...

Bem vamos acreditar, também ao tempo que já passou...
"Ele é invisível, livre de movimentos, de construção simples e barato. poderoso elemento de defesa, perigosíssimo para o adversário e seguro para quem dele se servir"
1º Ten Fontes Pereira de Melo
 

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jconc

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« Responder #2 em: Julho 01, 2007, 10:51:28 am »
Boa noticia, mas cuidado com os atrasos de entrega que afecta muito a imagem do estaleiro de Viana! :cry:
Por mares nunca de antes navegados...
 

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Cabeça de Martelo

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« Responder #3 em: Julho 02, 2007, 01:58:07 pm »
Mas para além do atraso dos NPO's, qual são os outros atrasos?!

Quando o governo não quer, os estaleiros não têm culpa (penso eu de que...).
7. Todos os animais são iguais mas alguns são mais iguais que os outros.

 

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comanche

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« Responder #4 em: Julho 02, 2007, 07:09:35 pm »
Os Estaleiros Navais de Viana do Castelo (ENVC) devem ser mais organizados, devem ter uma cota de mercado diversificada, não podem ficar excessivamente dependentes das encomendas do estado português, porque essas encomendas acabarão mais cedo ou mais tarde, o mercado externo tem de ser uma aposta a ganhar, só assim se garante a sobrevivência da empresa a longo prazo.
 

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zocuni

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Indústria Naval.
« Responder #5 em: Julho 05, 2007, 11:12:05 pm »
Tudo bem,

Concordo consigo,Comanche.
Pode haver pessoas que não vão concordar comigo,por viver fora do país há muito tempo,mas noto que ando muito bem informado no que se passa pela nossa querida terrinha.
Já muito se escreveu sobre o atraso da entrega das duas primeiras unidades,de muita gente querer tornar um patrulheiro oceânico (e é o que esse NPO,é)numa corveta com poderes bélicos etc.Acontece que atrasos acontecem nos melhores estaleiros navais do mundo,onde coloco os nossos.Temos dois estaleiros de excelente porte como a (Lisnave),agora sediada na Matema(Setúbal) uma das empresas lideres no reparo naval,e os estaleiro ENVC,onde se está a construir os nossos novos patrilheiros oceânicos.Nestas minhas lidas por alguns fóruns,li uma coisa muito curiosa,no fórum brasileiro em breve linhas dizia o seguinte "a Portugal,quando colocar uma faixa dizendo que neste país,se constrói embarcações navais militares,recuperaríamos cada centavo investido",pois digo mais além de cada centavo gasto ainda ganhariamos muito,sabem porquê meus amigos,eu que vivo fora e me apercebi disso num outro país,que não precisamos de grandes operações de marketing,grandes aparatos mediáticos,porque temos uma passado nautico(história),que apor vezes nós portugueses nem entendemos.Podemos até não sermos tudo isso,e hoje não mas temos uma imagem de marca impressionante,diria até imcomparável e fazemos muito pouco por valorizar isso.Veja-se,temos poucos meios hoje,mas ainda assim somos considerados em várias instâncias como potência maritima,e olhe que nossos governantes têm se esforçado para denegrir tal facto.
Esses NPO,são um projecto para o fururo quem sabe exportaremos,já existem intenções de compra apesar de que pelo que li aqui,até duvidar que eles naveguem,tal tem sido a contra-informação,acerca do assunto.
Volto a frisar,a aparafusar porcas não saímos da cepa torta,ou fazemos o que poucos fazem ou afundamos a pique.
Agora os NPO,quem sabe após isso construíremos um LPD,uma corveta,até uma fragata,não precisamos de construir um porta-aviões do tipo Nimitz,mas coisas que países medianos comprem.
Me dizem que não temos capacidade tecnológica,tudo bem realmente não temos,mas para isso existem parcerias e outra coisa se fazemos software para a NASA,porque razão não conseguiremos construir um sonas,um radar,já nem falo de um míssil ou um sistema de defesa de ponto.
Agora estas coisas por seu alto investimento têm de ter sustentação inicila do nosso Estado,vontade política,não creio que seja só falta de dinheiro.
Sinceramente,posso parecer um idiota mas estou muito satisfeito com esse nosso NPO,e já agora com essas duas fragatas e com esses submarinos de ponta.Puxa,já saimos do marasmo estamos aos poucos renascendo,como fico satisfeito.O caminho é lento,mas chegaremos.
Desculpem tanta prosa.

Abraços,
zocuni
 

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Get_It

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Re: Indústria Naval.
« Responder #6 em: Julho 06, 2007, 12:58:46 am »
Citação de: "zocuni"
Esses NPO,são um projecto para o fururo quem sabe exportaremos,já existem intenções de compra apesar de que pelo que li aqui,
Essas intenções de compra por parte de estrangeiros foram dadas há três anos atrás pelo, então administrador do ENVC, Almirante Martins Guerreiro. Segundo ele a Argentina, Marrocos (nestes dois casos foi confirmado o interesse), a Indonésia, a Argélia, e a Tunísia estariam interessados.
Estas intenções agora desapareceram. Porquê? Por pelo menos três motivos: o primeiro é que o NPO já está a demorar mais do que previsto; o segundo pelo simples facto do Chile já desenvolveu um offshore patrol vessel mais moderno e mais capaz que o nosso, e que até é modular; e o terceiro está relacionado com marketing, os ENVC nem uma simples brochura ou apresentação sobre o NPO criaram, e o site dos ENVC que é o único que tem alguma informação sobre o projecto é, diria eu, muito fraquinho, ora comparem com o site do projecto chileno.

Citação de: "zocuni"
Me dizem que não temos capacidade tecnológica,tudo bem realmente não temos,mas para isso existem parcerias e outra coisa se fazemos software para a NASA,porque razão não conseguiremos construir um sonas,um radar,já nem falo de um míssil ou um sistema de defesa de ponto.
Agora estas coisas por seu alto investimento têm de ter sustentação inicila do nosso Estado,vontade política,não creio que seja só falta de dinheiro.
Sinceramente,posso parecer um idiota mas estou muito satisfeito com esse nosso NPO,e já agora com essas duas fragatas e com esses submarinos de ponta.

"Nós" criamos software no qual a NASA é um dos clientes - no qual também se incluem vários bancos e outras empresas famosas. Mas também só conseguimos criar esse software porque alguns professores e alunos tiveram a visão para o criar enquanto estavam ainda na universidade, ainda nem tinham fundado a empresa. Eles simplesmente não tiveram que depender de vontade política nem necessitaram de financiamento, mas se tivessem necessitado desse financiamento e dessa ajuda duvido que a tivessem conseguido. Não existe nem vontade política para fazer o que quer que seja, -- OK já vi que "caí da carroça" quanto ao meu raciocínio (está um calor do caraças), leia o post do senhor colega camarada JQT no tópico Projecto NPO 2000 da Marinha Portuguesa e penso que será suficiente para perceber onde queria chegar.

Cumprimentos,
:snip: :snip: :Tanque:
 

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zocuni

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Sr.Comanche
« Responder #7 em: Julho 06, 2007, 02:43:28 am »
Tudo bem,

Não vou entar em polemicas sobre o atraso dos NPO.Sinceramente,isso para mim é um aspecto menor.Já li esse conceito do JCT,apenas não concordo que privatizando teremos altos niveis de excelência.Isto é um projecto nacional,e sem isso não ocorrerá.Apesar de ele ter razão em muitas coisas,do qual corroboro,a célebre ineficiência estatal em questões práticas,nem todo mundo que é funcionário público é ineficiente,talvez o meio político o torne,são outros quinhentos.Quanto ao projecto chileno,não creio que seja tudo isso mas veremos.
Outra coisa,na minha opinião para não nos levarmos os cérebros priveligiados,para trabalhar fora do país,e são muitos podem crer,a todos os níveis,ou Portugal cria estruturas para que isso se inverta ou estaremos cada vez mais próximos do terceiro mundo.Não vejo nada melhor que aproveitar esses cérebros em projectos de defesa nacional"forças armadas",as nações ricas fazem isso,não podemos querer inventar a roda.


Abraços,
zocuni
 

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SSK

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Re: Sr.Comanche
« Responder #8 em: Julho 06, 2007, 05:00:41 pm »
Citação de: "zocuni"
Tudo bem,

Não vou entar em polemicas sobre o atraso dos NPO.Sinceramente,isso para mim é um aspecto menor.


Diz isso porque não conhece a realidade das nossas corvetas :? É pena mas é a realidade :cry:
"Ele é invisível, livre de movimentos, de construção simples e barato. poderoso elemento de defesa, perigosíssimo para o adversário e seguro para quem dele se servir"
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zocuni

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SSK
« Responder #9 em: Julho 06, 2007, 08:27:40 pm »
Tudo bem,

SSK.Não é só nosso  amor á pátria que irá nossa visão algo apocaliptica que temos de nós mesmo.É uma questão de postura face ao mundo global.Temos de ser protagonistas e não coadjuvantes,a nossa história comprova isso.Não devemos ir por quem dá mais,sómente seguir nossas convicções estejam elas certas ou não.O futuro dirá.Ninguém é dono da verdade.


Abraços,
zocuni
 

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Cabecinhas

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« Responder #10 em: Julho 10, 2007, 12:49:40 pm »
"Quanto aos cerebros irem trabalhar em prol das forças armadas era bem visto, mas quem é que quer ganhar tostões quando pode ganhar milhões. Por vezes só o amor à pátria não é tudo nem enche a barriga a ningem  É pena mas é a realidade "

Ainda há quem pense assim ;)
Não me vejo com um cerebro longe disso, mas vou trocar alguns tostões que possa vir ganhar cá fora por uns tostõezinhos que a vida militar me vai dar.
Um galego é um português que se rendeu ou será que um português é um galego que não se rendeu?
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zocuni

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Tecnologia
« Responder #11 em: Julho 10, 2007, 02:41:28 pm »
Tudo bem,

SSK,eu sei do estado de nossas corvetas são lastimáveis realmente e inadequadas para a função que desempenham,tenho consciência disso.
Mas puxa,estamos tentando desenvolver algo nosso,existe falta de articulação entre o nosso governo e os estaleiros,claro que sim,mas só nos aperfeiçoaremos se praticarmos.
Se reparar,os países que têm tecnologia militar e toda a sua envolvência(indústrias de alta capacitação),estão com economias francamente melhores que nós.Vemos nossos cérebros,em projectos europeus de alta tecnologia,que para o país acrescenta pouco.
Temos um centro de excelência em oceanografia nos Açores(Universidade),o nosso núcleo de engenharia da faculdade do Porto(projecta chassis para a fórmula-1),uma empresa de Coimbra desenvolve software para a NASA,o centro de biologia do Instituto Abel Salazar no Porto,tem uma área de pesquisa médica de reputação mundial,no projecto Galileu temos vários cientistas portugueses,em Inglaterra,EUA,etc.
Ganhamos tostões,e não saíremos daí se nos contentarmos em montar e aparafusar o que os outros projectam,temos de ser mais sofisticados.
As forças armadas,pois abrange inumeras áreas de alto grau de tecnologia e por entender que isso compete ao Estado,esses projectos de fundo,estruturais.
Veja-se noutras áreas,todo mundo achava impossível constrirmos tantos estádios,organizarmos o Euro/2004,pois não foi um sucesso.Seiu que isto não tem muito haver,mas falamos,falamos,mas quando existe um consenso fazemos bem.Não é aquele pensamento bacoco e provinciano,de achar que somos melhores que os outros,apenas podemos e devemos fazer mais e melhor.
Isto não é uma critica,SSK é apenas um complemento.

Abraços,
zocuni
 

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SSK

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« Responder #12 em: Julho 10, 2007, 06:33:13 pm »
Citação de: "Cabecinhas"
"Quanto aos cerebros irem trabalhar em prol das forças armadas era bem visto, mas quem é que quer ganhar tostões quando pode ganhar milhões. Por vezes só o amor à pátria não é tudo nem enche a barriga a ningem  É pena mas é a realidade "

Ainda há quem pense assim ;)
Não me vejo com um cerebro longe disso, mas vou trocar alguns tostões que possa vir ganhar cá fora por uns tostõezinhos que a vida militar me vai dar.


Caro cabecinhas, ainda tem muito a aprender quanto à vida militar e não me estou a queixar. Faço o que gosto...
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1º Ten Fontes Pereira de Melo
 

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Cabecinhas

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« Responder #13 em: Julho 11, 2007, 12:55:28 am »
"Caro cabecinhas, ainda tem muito a aprender quanto à vida militar e não me estou a queixar. Faço o que gosto..."

Não nego!
Neste momento da minha vida sinto e tenho vontade dar muito ao país sem receber nada em troca... tirando o ordenado e umas férias ao fim de 11 meses de trabalho  :G-beer2:
Um galego é um português que se rendeu ou será que um português é um galego que não se rendeu?
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SSK

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« Responder #14 em: Julho 11, 2007, 01:07:07 am »
Se vai para a vida operacional nem sempre dá para tirar as férias e se não as gozar também não são pagas...  :wink:
"Ele é invisível, livre de movimentos, de construção simples e barato. poderoso elemento de defesa, perigosíssimo para o adversário e seguro para quem dele se servir"
1º Ten Fontes Pereira de Melo
 

 

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