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Substituiçao dos F-16's

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Smoke Trails

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« Responder #75 em: Maio 15, 2008, 05:57:26 pm »
Citação de: "AMRAAM"
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Posso estar errado mas actualmente conferir a um avião como o Typhoon uma maior capacidade de ataque ao solo será mais uma questão de software do que outra coisa.
Exacto.De hecho,los eurofighter tranche 3,con la que se terminara la produccion de este avion,a expensas de las posibles exportaciones asi como las posibles opciones extras que puedan ejercer los distintos paises del consorcio,van a ser en la practica verdaderos cazas multirol,pudiendo llevar un gran arsenal de armas en sus 13 estaciones subalares y ventrales segun la mision que se requiera.
De hecho si alguien esta interesado ,que se pase por el link que dejo donde vienen datos y graficos acerca de las posibles configuraciones de armamaneto que este avion puede realizar.(recomiendo tambien un vistazo general a los distintos apartados que hay en esa pagina,son muy interesantes sobre las capacidades generales de este avion):

 :wink:
http://www.eurofighter.com/et_sr_mc_sw.asp


Os críticos do Typhoon devem ter-se deixado iludir pelo facto das nas versões iniciais ter sido dada prioridade ás capacidades ar-ar e nas demonstrações aéreas ter sido evidenciado um grande poder de manobra.
Se o clima da guerra-fria tem continuado e não tivesse havido a redução de forças que houve na Europa, na RAF, as primeiras unidades a converterem para o Typhoon seriam os esquadrões de Jaguar (6, 41 e 54) e os dois esquadrões de Phantom (56 e 74).
O Jaguar tinha uma função de ataque ao solo e normalmente era destacado para a Noruega como parte da força de intervenção rápida.
Na Alemanha as unidades que vão receber o Typhoon são as de defesa aérea equipadas com o Phantom e o MiG-29 (JG71, JG72, JG73 e JG74) e uma unidade de ataque ao solo equipada com o Tornado (JBG 31).
Em Espanha o Typhoon vai substituir o Mirage F1M da Ala 14. Os Mirage F1M também têm uma função secundária de ataque ao solo, correcto?
 

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AMRAAM

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« Responder #76 em: Maio 15, 2008, 07:49:08 pm »
Citar
Em Espanha o Typhoon vai substituir o Mirage F1M da Ala 14. Os Mirage F1M também têm uma função secundária de ataque ao solo, correcto?

Correcto :wink:
SALUDOS!!
"Con la sangre de un guerrero y el primer rayo de sol, hizo Dios una bandera, y se la dio al pueblo español"
 

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Sintra

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« Responder #77 em: Maio 16, 2008, 10:54:24 am »
Citação de: "nelson38899"
a) as forças a que este está sujeito durante o vôo para saber a resistência necessária em cada parte da aeronave

As partes mais sensiveis dos aviões são os bordos de ataque, como a frente das asas (titânio), a frente da cauda e o bico do avião, por isso mudar um material na fuselagem que em principio ja é composito por outro que tambem é compósito mas que tem caracteristicas de absorção de ondas de radar, não vai alterar muito as caracteristicas

b) como a diferente distribuição de peso do novo material afecta o vôo

a fuselagem não tem uma contribuição muito significativa no peso do avião estamos a falar de placas com cerca de tres milimetros e espessura no caso do aluminium e mais um pouco composito, que por acaso em principio é mais leve.

c) como o diferente peso total afecta o vôo

Em principio os materiais que absorvem as ondas de radar são em composito, como o composito em principio é mais leve isso significa menor consumo de combustivel, maior raio de acção.


 Nelson

 O que você escreve seria parcialmente verdade até aos anos 70 do século passado quando os aviões eram naturalmente estáveis, hoje em dia um avião de combate é aerodinâmicamente instavel, ele é mantido no ar através de multiplos movimentos por segundo das várias superficies dinâmicas das asas,cauda, etc, que são controlados automaticamente por computador. Se desligarmos os sensores e/ou os computadores do FCS (Flight Control System) o avião perde imediatamente o controlo e vai "estatelar-se" no chão. Ora se alteramos os materiais, alteramos a interacção destes com o ar, os pesos relativos destes no interior do avião, as resistências internas destes, etc. Imediatamente a primeira coisa que se tem de fazer é redesenhar todo o "Flight Control System" do avião, se as alterações não forem profundas, a alteração do software bastará, mas mesmo algo tão simples como mudar linhas de codigo requer simulação em grandes quantidades e um sem fim de horas de vôo de teste, isto é caro e Portugal tem capacidades minimas nesta área, o unico avião instavel com o qual já se trabalhou por estas bandas é o Viper e se temos dificuldades em arranjar gente suficiente para fazer um upgrade MLU que basicamente é uma montagem "lego" em grande escala e em que as alterações de software vêm da Lock Mart, imagine o diabo em que nos metiamos se nos pusessemos a modificar estruturas sem o apoio de ninguém e a mexer no software do avião "á lá gardere". Isto se as alterações não forem muito profundas, porque se o forem, alterar os materiais de grande parte da fuselagem, por exemplo, ai se calhar estamos a falar num sistema FCS completamente customizado, os Indianos (HAL) andam a tentar dominar esta tecnologia à duas decadas com a ajuda de vários parceiros externos com um sucesso relativo (HAL LCA).
 É claro que se tivessemos mercado e dinheiro, tudo se consegue mas não seria barato, nem rapido, nem facil.

 Abraço  :wink:
 

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Stalker

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Substituiçao dos F-16's
« Responder #78 em: Maio 16, 2008, 03:50:05 pm »
Boas!
Sou novo no fórum, mas gostaria de dizer que tenho sido um usuário fiel, pois parece-me que este é uma das grandes fontes de informação acerca de sistemas de defesa, um tema pelo qual tenho interesse.

Ainda assim, há algumas coisas com as quais não concordo muito.  Por exemplo, creio que o JAS39 Gripen é bastante subestimado.

Citar
Já muitas vezes foi neste forum referido que pelo menos o Gripen existente (o NG não sei mas penso que ainda não existe nenhum), não trás nenhuma vantagem em relação ao F-16 axepto ser uma plataforma nova, além de ter a desvantagem de ter um menor raio de acção.


Talvez eu seja suspeito por ser apreciador da lendária série J de caças suecos. Mas, a verdade, é que os engenheiros da SAAB têm sido capazes de criar os melhores caças ligeiros de cada geração.  Lembro-me que o Draken  conseguía fazer cobras, e era uma aeronave monomotor  da década de 50!
Dito isto, o Gripen, na minha opinião, possui muitas das características de peso pluma, que tornaram o Viper uma máquina tão fenomenal no seu tempo, com a vantagem de ser muito mais recente e polivalente, e de ter uma aerodinâmica mais conseguida. Tenho um livro acerca da aviação moderna que refere dados extraordinários acerca do Gripen JAS39C, incluindo a sua capacidade de super-cruzeiro (não esperada pelos designers) e as suas perfomances em termos de viragem e altitude, que superam até as do F-22.
Tem uma aerodinâmica muito bem conseguida. Por outro lado a manutenção é muito mais barata do que a dos Vipers, o que significaria poupanças enormes com o passar dos anos,  mesmo que o preço de fábrica seja um pouco maior do que o de um F-16 novo.
Não nos esqueçamos que o Viggen foi considerado superior ao Tornado ADV, por uma fracção do preço de fábrica e com uma manutenção muito mais barata e simples.
Creio que se a nossa FAP apostasse nos Gripen não ficaria assim tão mal servida!

Desculpem o longo post  deste novato, mas creio sinceramente que o JAS39 é uma aeronave muito melhor do que os media mundiais a pintam!
 

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Luso

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« Responder #79 em: Maio 16, 2008, 04:31:46 pm »
Um outro aspecto vantajoso do Grippen será a sua superioridade em operações de dispersão. No contexto da defesa do território nacional não me parece que isso deja de desprezar.
Ai de ti Lusitânia, que dominarás em todas as nações...
 

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Substituiçao dos F-16's
« Responder #80 em: Maio 16, 2008, 04:42:02 pm »
Certamente!
Se nos detruirem os campos, ou quisermos diminuir a  probabilidade de destruição do nosso material essas capacidades serão sempre de grande utilidade.
E para lá disso a noção de guerrilha aplicada ao contexto aéreo é algo que me entusiasma de uma perspectiva táctica. E os Gripen têm uma extraordinária capacidade de operar desde estradas e assim, e de serem remuniciados, mantidos e abastecidos nessas condições, no meio do nada e sem grandes infraestruturas. Sei que com bons técnicos um JAS39 pode aterrar, mudar um motor e  voltar a subir nos céus em 45 minutos! E sei que bons técnicos não faltam no nosso país!
Para além disso imagino qual seria o estado de espírito dos nossos pilotos ao ver uma daquelas belas máquinas na pista e saberem que tinham um brinquedo novo e que o seu governo estava a gastar uns trocos neles!   :D
 

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JMM

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« Responder #81 em: Maio 16, 2008, 11:41:14 pm »
Ora até que enfim que vejo alguém a defender a solução óbvia para a substituição dos F-16, se houvesse dinheiro... O Gripen, além de todas as vantagens associadas com os custos de manutenção ao longo do seu ciclo de vida, tem uma pequena vantagem de que toda a gente se está a esquecer: foi o primeiro avião de combate com capacidade operacional de partilha de informação em tempo real sem voz por toda a formação, o que fez com que em DACT contra toda a espécie de super-máquinas ocidentais tenha "brincado" com o pessoal todo... eles só viam um Gripen nos radares e de repente apareciam-lhes não sei quantos a dispararem AMRAAMs de todas as direcções!!! E as capacidades do novo Gripen NG nem se falam... querem relação preço/qualidade? Comprem Gripen e esqueçam os F-35... toda a gente os vai conseguir apanhar nos radares, excepto aos americanos e aos ingleses! Vai ser como aquelas séries dos Mig-21 e 23 e dos Sukhoi dos anos 70 que os russos exportavam para todos o lado só com metade do equipamento e depois eram autênticos "patos" (perguntem aos israelitas, por exemplo)...

O Gripen tem dois potenciais problemas, que não o são em Portugal:

i) Um só motor. É menos fiável que um bimotor, mas as alternativas realistas tb são monomotores e não há, nem nunca vai haver, "pilim" para comprar e manter duas esquadras de bimotores.

ii) Um alcance relativamente limitado. Agora pergunto: para que é que queremos um alcance enorme? Vamos atacar Marrocos entrando pelo Shara Ocidental à laia dos israelitas em 67 contra o Egipto? Não me parece... Os caças portugueses têm que ser polivalentes, baratos de manter, ter capacidade e raio de acção para defender o território nacional e para participar condignamente em missões multi-nacionais (o que quer dizer que não devem ser só para fazer de ama de AWACS e reabastecedores, percebem?).

O Gripen foi pensado exactamente para tudo isto: é verdadeiramente multi-role (é o único avião de combate da Suécia, lembrem-se que substituiu n versões do Viggen), foi pensado para defender a Suécia dos russos (e que eu saiba as fronteiras suecas são grandes como o raio), portanto também devem ter alcance para defender este cantinho da Europa, para ser barato, fiável e manter taxas de operacionalidade elevadas. Além disso, as novas versões são um autêntico "mimo"... é só vantagens!

Batam à vontade... c34x
 

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lurker

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« Responder #82 em: Maio 16, 2008, 11:54:20 pm »
Caro Sintra,
um excelente exemplo dessa questão foi o lançamento do primeiro Ariane V que falhou espectacularmente porque o software, adaptado do Ariane IV, não estava completamente preparado para a maior aceleração do Ariane V.
 

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« Responder #83 em: Maio 17, 2008, 01:34:58 pm »
Boas!
Descobri este site, que refere que a Noruega pretende substituir os seus F-16 por Gripens NG.

www.gripen.com/en/MediaRelations/News/2 ... ivered.htm

Citar
28/4/2008 | The 48 Gripen fighters that Sweden has offered to Norway meets all the requirements that Norway has specified in the request documentation for the Royal Norwegian Air Force Future Combat Aircraft.

The Gripen fighter for Norway is a true swing-role, next generation combat fighter to meet Norway’s needs for the defence of its national territory, including surveillance of the high North, and participation in international, multi-national forces. Gripen is fully NATO interoperable, can carry a wide range of internationally sourced weapons, includes increased combat range and endurance, additional weapons carriage capability and increased payload, a more powerful engine and super cruise capability. The proposal also includes a joint logistic solution and other areas of multi-national co-operation that will reduce the operational cost for both countries.

Besides the operational requirements, the Swedish offer meets the Norwegian requirements regarding life cycle costs and the Swedish offer includes very low acquisition, operation and support costs compared to alternative platforms.

– I am proud to say that the offer we have delivered today meets, or exceeds, all Norwegian operational and other requirements. This has been possible through a joint effort between the Swedish Government, FMV and Swedish industry, and we are confident that the Swedish offer is the complete solution to meet Norway’s future combat aircraft requirements, says Gunnar Holmgren, Director General of FMV.

An integral part of the Swedish offer to Norway, is a commitment on the part of the Swedish Government to operate the same advanced version of the Gripen fighter aircraft as offered to Norway, in the event that Norway selects Gripen as its future combat aircraft. This offer creates a win-win situation for both countries, as they would not only share the development costs for the new fighter but would also share future enhancements over the future operational life of Gripen fighter aircraft for the next 30-40 years.


Com um serviço ao cliente e perfomances destas, poderíamos, de facto, substituir os nossos veneráveis vipers por belezas destas. Não esqueçamos que o NG tem perfomances ainda superiores às do JAS-39C, que já se encontrava entre os melhores caças do mundo, a um preço de compra e de manutenção de facto excelentes.
 

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Substituiçao dos F-16's
« Responder #84 em: Maio 17, 2008, 01:35:59 pm »
Citar
Vai ser como aquelas séries dos Mig-21 e 23 e dos Sukhoi dos anos 70 que os russos exportavam para todos o lado só com metade do equipamento e depois eram autênticos "patos" (perguntem aos israelitas, por exemplo)...

O Gripen tem dois potenciais problemas, que não o são em Portugal:

i) Um só motor. É menos fiável que um bimotor, mas as alternativas realistas tb são monomotores e não há, nem nunca vai haver, "pilim" para comprar e manter duas esquadras de bimotores.

ii) Um alcance relativamente limitado. Agora pergunto: para que é que queremos um alcance enorme? Vamos atacar Marrocos entrando pelo Shara Ocidental à laia dos israelitas em 67 contra o Egipto? Não me parece... Os caças portugueses têm que ser polivalentes, baratos de manter, ter capacidade e raio de acção para defender o território nacional e para participar condignamente em missões multi-nacionais (o que quer dizer que não devem ser só para fazer de ama de AWACS e reabastecedores, percebem?).


Exactamente o que eu penso acerca do assunto.
Desconfio muito do F-35. Não representa um progresso real em relação à geração anterior (assim como o F-22, digo eu), e com preços demasaiado grandes. A versão internacional vai ser exactamente como disseste, e, mesmo assim, se apanhado de trás, com aquela grande tubeira traseira, o stealth do Lightning deixa muito a desejar.
 

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Cabeça de Martelo

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« Responder #85 em: Maio 17, 2008, 02:16:36 pm »
O problema é que nem tão cedo vamos substituir os F-16.
7. Todos os animais são iguais mas alguns são mais iguais que os outros.

 

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typhonman

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« Responder #86 em: Maio 17, 2008, 02:26:10 pm »
Falava-se da sua substituição por F-35 em 2020/2025.
Artigo 308º

Traição à Pátria

Quem, por meio de violência, ameaça de violência, usurpação ou abuso de funções de soberania:

a) Tentar separar da Mãe-Pátria, ou entregar a país estrangeiro ou submeter à soberania estrangeira, todo o território português ou parte dele
 

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nonameboy

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« Responder #87 em: Maio 17, 2008, 03:13:09 pm »
E os Rafale franceses? Bi-Motores mas com baixo custo inicial(?) e nao estou muito dentro do assunto mas, quero acreditar que tambem nao deve ser um aviao com custos de manutençao mais altos que um F-16 nao?

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Cabeça de Martelo

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« Responder #88 em: Maio 17, 2008, 03:22:44 pm »
Tanto o EF como o Rafale têm custos de aquisição e de manutenção superiores aos F-16.
7. Todos os animais são iguais mas alguns são mais iguais que os outros.

 

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« Responder #89 em: Maio 20, 2008, 01:18:40 pm »
até os Romenos....

Citar
Romania - F-16C/D Block 50/52 Aircraft
   
   
(Source: US Defense Security Cooperation Agency; dated May 16, web-posted May 19, 2008)
 
 
   
   WASHINGTON --- The Defense Security Cooperation Agency notified Congress of a possible Foreign Military Sale to Romania of F-16C/D Block 50/52 Aircraft as well as associated equipment and services.

The total value, if all options are exercised, could be as high as $4.5 billion.

The Government of Romania has requested a possible sale of:

-- 24 F-16C/D Block 50/52 aircraft with either the F100-PW-229 or F110-GE-129 Increased Performance Engines (IPE) and APG 68(V)9 radars;

-- refurbishment and upgrades of 24 F-16C/D Block 25 aircraft being provided as Excess Defense Articles with the F100-PW-220 Increased Performance Engines (IPE) and APG-68(V)1 radars;

-- 4 F100-PW-229 or F110-GE-129 IPE spare engines;
-- 5 F100-PW-220 IPE spare engines;
-- 4 APG-68(V)9 spare radar sets;
-- 60 LAU-129/A Launchers;
-- 30 LAU-117 Launchers;
-- 6 Joint Helmet Mounted Cueing Systems;
-- 4 AN/ARC-238 Single Channel Ground and Airborne Radio Systems (SINCGARS) with HAVE QUICK I/II;
-- 24 Conformal Fuel Tanks (pairs);
-- 4 Link-16 Multifunctional Information Distribution System-Low Volume Terminals;
-- 2 Link-16 Ground Stations;
-- 4 Global Positioning Systems (GPS) and Embedded GPS/ Inertial Navigation Systems (INS);
-- 12 AN/AAQ-33 Sniper or AN/AAQ-28 Litening Targeting Pods;
-- 4 Tactical Air Reconnaissance Systems or DB-110 Reconnaissance Pods (RECCE);
-- 4 AN/APX-113 Advanced Identification Friend or Foe (AIFF) Systems;
-- 28 AN/ALQ-213 Electronic Warfare Management Systems;
-- 28 AN/ALQ- 211 Advanced Integrated Defensive Electronic Warfare Suite (AIDEWS); or AN/ALQ-187 Advanced Countermeasures Electronic Systems (ACES), or AN/ALQ-178 Self-Protection Electronic Warfare Suites (SPEWS).

Also included: support equipment, software development/integration, tanker support, ferry services, CAD/PAD, repair and return, modification kits, spares and repair parts, publications and technical documentation, personnel training and training equipment, U.S. Government and contractor technical, engineering, and logistics support services, and other related elements of logistics support. The estimated cost is $4.5 billion.

The proposed sale will contribute to the foreign policy and national security objectives of the United States by enhancing the capability of Romania, a NATO ally. Delivery of this weapon system will greatly enhance Romania’s interoperability with the U.S. and other NATO nations, making it a more valuable partner in an important area of the world, as well as supporting Romania’s legitimate need for its own self-defense.

The proposed sale will allow the Romanian Air Force to modernize its aging air force by acquiring both new and used fighter aircraft, thereby enabling Romania to support both its own air defense needs and coalition operations. The country will have no difficulty absorbing this new capability into its armed forces.

The proposed sale of this weapon system will not affect the basic military balance in the region.

The principal contractors will be:
-- BAE Advanced Systems Greenlawn, New York
-- Boeing Corporation Seattle, Washington
-- Boeing Integrated Defense Systems St Louis, Missouri (three locations) Long Beach, California, San Diego, California
-- Raytheon Company Lexington, Massachusetts (two locations) Goleta, California
-- Raytheon Missile Systems Tucson, Arizona
-- Lockheed Martin Aeronautics Company Fort Worth, Texas
-- Lockheed Martin Missile and Fire Control Dallas, Texas
-- Northrop-Grumman Electro-Optical Systems Garland, Texas
-- Northrop-Grumman Electronic Systems Baltimore, Maryland
-- Pratt & Whitney United Technology Company East Hartford, Connecticut
-- General Electric Aircraft Engines Cincinnati, Ohio
-- Goodrich ISR Systems Danbury, Connecticut
-- L3 Communications Arlington, Texas

There are no known offset agreements in connection with this proposed sale.

Implementation of this proposed sale will require multiple trips to Romania involving U.S. Government and contractor representatives for technical reviews/support, program management, and training over a period of 15 years.

There will be no adverse impact on U.S. defense readiness as a result of this proposed sale.

This notice of a potential sale is required by law; it does not mean that the sale has been concluded.

-ends-


fonte
"[Os portugueses são]um povo tão dócil e tão bem amestrado que até merecia estar no Jardim Zoológico"
-Dom Januário Torgal Ferreira, Bispo das Forças Armadas
 

 

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