Desactivação da Base aérea nº 6 do Montijo

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raphael

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Re: Desactivação da Base aérea nº 6 do Montijo
« Responder #15 em: Novembro 05, 2014, 11:25:16 pm »
Citação de: "Johnnie"
Citação de: "Lightning"
Citação de: "nelson38899"
Citação de: "Lightning"
Citação de: "nelson38899"
Nada contra, mas estamos a chegar à solução, 3 bases para o exercito, duas bases para a força aérea e 1 base para a marinha

Só por curiosidade, como é que é isso?

Um base para cada brigada do exercito, duas bases uma para o F16 e outra para as restantes e a base do alfeite

Ah ok, já percebi  :D.


E a base das Lages?

A BA4 não tem nenhuma esquadra de vôo atribuída funciona com destacamentos, tal como o AM3 em Porto Santo e o AT1 em Figo Maduro (Lisboa). Qualquer uma delas partilha a pista com vôos civis e a BA4 maior ou menor terá sempre um destacamento americano lá estacionado.
A reorganização que o nelson38899 sugere será mais a nível de unidades com meios aéreos atribuídos. Faltam outras unidades que garantam apoio logístico e , instrução de pilotagem mas não sobrará muito mais com as unificações a nível de ensino militar, tanto academias como curso de sargentos QP.
Um abraço
Raphael
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Re: Desactivação da Base aérea nº 6 do Montijo
« Responder #16 em: Setembro 21, 2015, 01:31:12 am »
Artigo sobre a opção Portela + Montijo.

Lisboa vai ter 72 voos por hora
(20 de Setembro de 2015)
Citação de: "Margarida Fiúza / Expresso"
O memorando de entendimento que pretende fixar o aeroporto complementar ao da Portela na base aérea do Montijo, e que o Governo espera assinar ainda antes do final da legislatura, já está na posse das várias entidades envolvidas (ministérios das Finanças, da Economia e da Defesa, NAV, Câmara de Lisboa, Câmara do Montijo e ANA), segundo apurou o Expresso junto de fontes próximas do processo.

O documento define o Montijo como localização complementar — recorde-se que na equação chegaram a estar também as bases aéreas de Alverca, Sintra, Monte Real e Beja — e prevê o aumento do número máximo de movimentos por hora em Lisboa dos actuais 40 que a Portela consegue operar para um total de 72.

O objectivo é que o aeroporto de Lisboa aumente a sua capacidade para um limite de 48 movimentos por hora e que a infraestrutura do Montijo — actualmente base da Força Aérea com duas pistas (2187 metros e 2448 metros) — permita um máximo de 24 movimentos por hora.

O aumento da capacidade na Portela já foi, aliás, testado pela NAV, em 2014, aquando da final da Liga dos Campeões em Lisboa, quando chegou a ser registado um pico de 47 movimentos numa hora no aeroporto de Lisboa.

O memorando de entendimento tem o propósito de fixar assim a localização no Montijo e pressupõe um investimento da ANA na base aérea complementar, mas também no aeroporto de Lisboa. Caso haja consenso, caberá ainda à gestora aeroportuária apresentar o master plan para o projecto do Montijo, sujeito a aprovação do Estado.

O projecto prevê também um investimento em acessibilidades — a Administração do Porto de Lisboa (APL) chegou a ser sondada sobre a criação de uma ligação fluvial e o presidente da Câmara do Montijo, Nuno Canta, tem defendido que para adaptar a base do Montijo a aeroporto civil será preciso uma nova ligação da Ponte Vasco da Gama — e em navegação aérea, através de um reajustamento da gestão do espaço aéreo. O que está previsto é que as bases aéreas do espaço aéreo de Lisboa deixem de ter uma disponibilização permanente e passem a ser geridas através de uma abordagem mais utilitária, consoante as necessidades.

Conforme o secretário de Estado das Infraestruturas, Transportes e Comunicações avançou em entrevista ao Expresso há dois meses, o Governo ainda espera, até ao final da legislatura, assinar o memorando de entendimento onde se fixe em definitivo a localização Montijo. «A informação que temos, e com base na proposta que a ANA já nos fez chegar e que tem de ser construída num clima de consenso com os municípios de Lisboa e do Montijo, é que o somatório da capacidade da Portela com as operações que teremos no Montijo permite riscarmos completamente a necessidade de um novo aeroporto durante a vida deste contrato de concessão, ou seja, nos próximos 50 anos», disse na altura Sérgio Monteiro.
Já esta semana, o secretário de Estado reiterou a expectativa deste Governo em chegar a entendimento e definir o futuro da capacidade aeroportuária de Lisboa.

Espero que seja possível assinar um memorando com diversas partes onde nos comprometemos com a localização. Mesmo que não seja possível, julgo que a decisão será essa e tudo ficará preparado para que o Montijo seja a alternativa complementar à Portela”, sublinhou. Os próximos 10 dias úteis, que contam até à data das eleições, serão decisivos para o processo.
Fonte: http://expresso.sapo.pt/economia/2015-09-20-Lisboa-vai-ter-72-voos-por-hora

Cumprimentos,
:snip: :snip: :Tanque:
 

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Re: Desactivação da Base aérea nº 6 do Montijo
« Responder #17 em: Outubro 03, 2016, 01:10:44 am »
Citar
Portela+1 já só depende da Força Aérea

Regulador e Defesa já entregaram estudos sobre o aeroporto complementar no Montijo.
Executivo em negociações com a Força Aérea.

http://expresso.sapo.pt/economia/2016-10-01-Portela-1-ja-so-depende-da-Forca-Aerea
 

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Re: Desactivação da Base aérea nº 6 do Montijo
« Responder #18 em: Novembro 21, 2016, 03:33:16 pm »
 

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Re: Desactivação da Base aérea nº 6 do Montijo
« Responder #19 em: Novembro 21, 2016, 04:50:50 pm »
Este mister e o  mister da Ryannair não largam o osso será que também tencionam oferecer-se para pagar a despesa?

http://www.presstur.com/empresas---negocios/aviacao/david-neeleman-mobiliza-hoteleiros-para-pressionar-solucoes-para-o-aeroporto-de-lisboa/

Esta já é antiga.
http://www.transportesenegocios.pt/ryanair-disponivel-para-gerir-o-aeroporto-do-montijo/


Não sei o que me espanta mais: se ver dois empresários estrangeiros a pressionar o Estado, e consequentemente um ramo das Forças Armadas, a praticamente abdicar de uma unidade vital como é a BA6, ou do silêncio do Ministério da Defesa, e consequentemente do Governo, na salvaguarda dos interesses da Força Aérea, das Forças Armadas e nacionais, em prol do turismo. E já não vou falar nos estudos de impacto ambiental e ecológico feitos dos anos 90 para cá a desaconselhar seriamente a opção pelo uso - ou duplo uso como agora querem chamar - da Base Aérea do Montijo, todos eles arquivados longe da vista muito provavelmente.  ::)
« Última modificação: Novembro 21, 2016, 05:20:22 pm por Charlie Jaguar »
Saudações Aeronáuticas,
Charlie Jaguar

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Re: Desactivação da Base aérea nº 6 do Montijo
« Responder #20 em: Novembro 21, 2016, 09:31:31 pm »

Citar
Não sei o que me espanta mais: se ver dois empresários estrangeiros a pressionar o Estado, e consequentemente um ramo das Forças Armadas, a praticamente abdicar de uma unidade vital como é a BA6, ou do silêncio do Ministério da Defesa, e consequentemente do Governo, na salvaguarda dos interesses da Força Aérea, das Forças Armadas e nacionais, em prol do turismo. E já não vou falar nos estudos de impacto ambiental e ecológico feitos dos anos 90 para cá a desaconselhar seriamente a opção pelo uso - ou duplo uso como agora querem chamar - da Base Aérea do Montijo, todos eles arquivados longe da vista muito provavelmente.  ::)



Pelo vistos passaram-se todos a borrifar para a zona de nidificação dos flamingos, ou o outro tipo de passarocos de que tanto se falou quando construíram a ponte Vasco da Gama. Ecologias à parte e esquecendo os futuros surdos a viver no Montijo, podemos sempre esperar pelo primeiro avião a enfiar uma ave de 8/12kg nos motores à descolagem e assistir a um remake do milagre do rio Hudson realizado no rio Tejo com cacilheiros. Isso deve dar cá um aumento de receitas ao turismo....

http://edition.cnn.com/2016/08/11/us/hudson-landing-archive-news-story/

Mais a sério e visto que não vi nada aqui no fórum há mais este artigo que menciona o estudo da Defesa

http://observador.pt/2016/10/03/defesa-recusa-quaisquer-despesas-com-o-uso-civil-do-aeroporto-do-montijo/
« Última modificação: Novembro 22, 2016, 12:33:09 am por perdadetempo »
 
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Re: Desactivação da Base aérea nº 6 do Montijo
« Responder #21 em: Dezembro 06, 2016, 11:12:32 am »
Expresso dia 3 de Dezembro

Força Aérea quer 400 milhões para sair do Montijo

Enquanto a parte civil considera que é possível compatibilizar o uso militar e civil da base sem ter de deslocalizar a base militar fontes da Força Aérea julgam impossível tal coabitação acima de determinado volume de tráfego.

Fontes militares alegam também que um dos motivos que podem fazer subir o custo da alternativa é a deslocalização do campo de tiro de Alcochete contíguo à base. Acima dos 12 movimentos por hora uma aterragem descolagem de cinco em cinco minutos fica em causa a atividade do campo diz fonte ligada ao meio. Ora a ANA prevê esse número de movimentos logo num primeiro ano de atividade podendo subir para 20 no segundo.
Deslocalizar Alcochete ia engordar a fatura pelo menos em 250 milhões de euros verba que assenta num estudo feito ainda no tempo do Governo de José Sócrates quando se planeou construir um aeroporto de raiz na margem sul.

Se a verba dos 400 milhões já é vista no Governo como demasiado elevada e sobretudo como um número atirado para a negociação então com Alcochete nem pensar. Fontes governamentais salientam que em princípio a decisão do alargamento do aeroporto de Lisboa deverá recair sobre o Montijo que se revela como a solução mais evidente para o problema mas nada é ainda dado como adquirido.
A decisão do ministro do Planeamento e das Infraestruturas Pedro Marques deverá ser tomada no princípio do próximo ano e estará dependente da conclusão de um estudo sobre a procura e evolução do tráfego que está a ser ultimado sob a responsabilidade do regulador a Autoridade Nacional de Aviação Civil ANAC. Um outro preliminar sobre o impacto ambiental também está a ser elaborado. O Governo inscreveu essa decisão nas Grandes Opções do Plano para 2017.

Entre compatibilizar o uso civil e militar e a deslocalização completa da base há várias alternativas com diferentes custos. A Defesa já disse que não pagará e que esse custo tem de ser visto de um ponto de vista financeiro global. O custo da eventual ou total deslocalização da base nº6 e o custo do aeroporto dependem da solução final decidida disse ao Expresso fonte oficial do Ministério do Planeamento. Nos termos do contrato de concessão esse custo caberá ao Estado mas pode reverter para a concessionária a ANA em troca do prolongamento por exemplo do período de concessão.
Entre as alternativas está a ser considerada a dispersão dos meios aéreos atualmente estacionados na base do Montijo os helicópteros de busca e salvamento poderiam ir para a base de Sintra e os de transporte os C130 e C295 para Tancos.
 

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Re: Desactivação da Base aérea nº 6 do Montijo
« Responder #22 em: Dezembro 06, 2016, 05:43:43 pm »
Tancos! :bye:

Alguém consegue mesmo imaginar o governo compensar a Força Aérea pelo Montijo e por Alcochete? Eu não consigo.

Cumprimentos,
:snip: :snip: :Tanque:
 

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Re: Desactivação da Base aérea nº 6 do Montijo
« Responder #23 em: Dezembro 06, 2016, 09:18:15 pm »
Eu acho que já fui mais adepto da solução Montijo, é que se fosse para aproveitar as infraestruturas aeronáuticas já existentes na Base e só construir o terminal de passageiros, uma placa de estacionamento de aviões comerciais, uma via rápida de acesso à ponte Vasco da Gama, do género do que temos nas Lajes e em Beja, até achava boa ideia.

Aeroporto de Beja


Aeroporto da Terceira (placa de estacionamento à esquerda da pista e terminal de passageiros)


Mas o que vejo não é isso, parece que é preciso "arrasar" com a Base Aérea para construir o aeroporto, a pista principal da BA6 cruza com a aproximação à pista da Portela, tem que se utilizar a outra pista da Base Aérea mas parece que não tem condições para isso, tem que ser aumentada, se for aumentada as estruturas da Base, a Esquadra 751 e a Esquadrilha de Helicópteros da Marinha podem permanecer onde estão? Terão que ser deslocadas, dentro da Base, para outra Base? Então isso não é construir um aeroporto novo?





E até parece que a CM do Montijo está cheia de exigências, quer uma circular rodoviária, quer obras nos esgotos, sei lá mais o quê.
« Última modificação: Dezembro 06, 2016, 09:43:09 pm por Lightning »
 

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Re: Desactivação da Base aérea nº 6 do Montijo
« Responder #24 em: Dezembro 07, 2016, 06:54:30 pm »
Face a essa situação, não ficaria mais barato meter Tancos como extensão à Portela e construir um maglev entre Tancos e Lisboa? ;D

Cumprimentos,
:snip: :snip: :Tanque:
 

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Re: Desactivação da Base aérea nº 6 do Montijo
« Responder #25 em: Dezembro 07, 2016, 08:29:18 pm »
E visto que querem criar uma pista nova no Montijo, porque a existente interfere com o corredor aéreo das aproximações à Portela, porque não redesenhar a orientação da pista de Alverca de maneira a ficar paralela à da Portela. Provavelmente incomoda-se menos gente e fica na margem certa do rio, porque toda a gente sabe que a margem sul é um deserto como dizia um certo ministro.

Cumprimentos
 

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Re: Desactivação da Base aérea nº 6 do Montijo
« Responder #26 em: Dezembro 07, 2016, 09:16:29 pm »
Por isso é que todos os Camelos têm que o atravessar para ir para o Algarve.....
 

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Re: Desactivação da Base aérea nº 6 do Montijo
« Responder #27 em: Dezembro 07, 2016, 09:21:43 pm »
Alverca tem espaço para crescer? Não me parece.
E porque não Tires + Sintra? Não esquecendo Évora e Beja!
Não vejo qual o problema dos aeroportos partilhados com bases da FA. De um lado o civil, do outro o militar.
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Re: Desactivação da Base aérea nº 6 do Montijo
« Responder #28 em: Dezembro 07, 2016, 10:22:40 pm »
Alverca tem espaço para crescer? Não me parece.
E porque não Tires + Sintra? Não esquecendo Évora e Beja!
Não vejo qual o problema dos aeroportos partilhados com bases da FA. De um lado o civil, do outro o militar.
Se considerarmos o terreno agrícola existente, Alverca tem espaço para se expandir aproximadamente num rectângulo de 1600mX500m. Como a pista teria de mudar de ângulo teria que ganhar espaço ao rio, mas com muito dinheiro é tecnicamente possível. Apenas apresentei esta hipótese "ridícula" porque segundo se escreve nos posts anteriores na base do Montijo não se querem limitar a aproveitar o espaço junto ao rio e ao pé do terminal fluvial para criar um novo terminal  aéreo e sim modificarem a orientação das pistas e outras alterações em vez do que aconteceu nas Lajes ou em Beja.

Tires só tem uma pista de 1500/1600m e pouco terreno para expansão além de que os tios e as tias de certeza que têm dinheiro suficiente para contratar os advogados necessários para não terem aviões a rebentarem-lhes com os tímpanos todos os cinco minutos.

Sintra tem espaço à sua volta com a orientação actual, mas duvido que se precisarem de alterarem a pista como nos casos anteriores isso continue a ser verdade, estava a pensar em 2000-2500m de pista mais as áreas livres nas cabeceiras para os aviões poderem levantar voo e aterrarem. De certa maneira é uma pena, sempre aproveitava para visitar o museu do ar e recordar os tempos do liceu em que estava no apeadeiro da CP da Portela de Sintra a ver os T-37 dos Asas de Portugal a treinarem as suas rotinas, ou a tentarem ensinar os futuros pilotos deste país.
 
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Re: Desactivação da Base aérea nº 6 do Montijo
« Responder #29 em: Dezembro 07, 2016, 10:46:46 pm »
Tires só tem uma pista de 1500/1600m e pouco terreno para expansão além de que os tios e as tias de certeza que têm dinheiro suficiente para contratar os advogados necessários para não terem aviões a rebentarem-lhes com os tímpanos todos os cinco minutos.

Tendo em conta que o que está a fazer rebentar a Portela são as low cost como a EasyJet e Ryanair mais os constantes Tap Express.
Esses 1600 não são suficientes para os A319 e Boeing 737 e ATR destas companhias? Era o antigo comprimento da pista da Madeira.
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