Desactivação da Base aérea nº 6 do Montijo

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Charlie Jaguar

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Re: Desactivação da Base aérea nº 6 do Montijo
« Responder #150 em: Maio 24, 2017, 01:45:50 pm »
Governo descarta Beja como aeroporto complementar de Lisboa, e adianta que o mesmo deverá estar a funcionar no Montijo no final de 2021.

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Governo rejeita aeroporto complementar em Beja e defende "aposta" no Montijo
24 DE MAIO DE 2017
13:27
Lusa

Beja seria "alternativa suficiente", considerou o ministro do Planeamento e das Infraestruturas

O ministro do Planeamento e das Infraestruturas, Pedro Marques, afirmou hoje que o aeroporto de Beja "não é uma boa solução" como infraestrutura complementar ao de Lisboa, defendendo a opção de construção no Montijo."É uma alternativa insuficiente [Beja], eu diria não é uma boa solução para aeroporto complementar porque está demasiado distante de Lisboa, o tempo de transporte dos passageiros transportados, depois aos principais polos, é excessivo face a outros aeroportos complementares que existem no espaço europeu", disse."Os estudos internacionais indicam de forma clara que em comparação com outros aeroportos que têm, em termos de transportes ao centro da região metropolitana, [distâncias] superiores a 30 minutos não são competitivos para aeroportos complementares", acrescentou.

Pedro Marques falava aos jornalistas à margem da sessão de abertura do Portugal Air Summit, que decorre no Aeródromo de Ponte de Sor, no distrito de Portalegre até sábado. O governante, que elogiou o "cluster" aeronáutico no Alentejo, adiantou que o Governo espera, "no próximo ano", depois de "acabados" os estudos ambientais e de segurança, avançar com a construção da obra para, "em 2021 ou 2022" ter o aeroporto do Montijo a funcionar.

No decorrer da sua intervenção, Pedro Marques considerou que a construção de um aeroporto complementar no Montijo é uma "situação financeira comportável para o Estado"."A ser implementada, como acreditamos, uma solução também equilibrada do ponto de vista do desenvolvimento de toda a área metropolitana de Lisboa e das regiões adjacentes, incluindo o Alentejo", disse. Para o governante, a "opção Montijo" vai impulsionar a criação de emprego, estimando-se que possa gerar a prazo "20 mil postos de trabalho diretos e indiretos".

O ministro do Planeamento e das Infraestruturas enalteceu ainda o investimento feito em Portugal no setor da aeronáutica nos últimos 10 anos, transformando o país num "'player' [ator] importante" a nível mundial.

http://www.dn.pt/portugal/interior/governo-rejeita-aeroporto-complementar-em-beja-e-defende-aposta-no-montijo-8503048.html

Tanto o Governo como certos empresários nacionais e estrangeiros falam do Montijo como se não fosse uma base militar operada pela Força Aérea Portuguesa. Mas quando o respeito pela instituição Forças Armadas não é defendido e acautelado pelos seus próprios governantes, é só natural ouvir coisas como estas e outras que por estes dias se podem ler na imprensa.
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Re: Desactivação da Base aérea nº 6 do Montijo
« Responder #151 em: Maio 24, 2017, 02:40:51 pm »
Governo descarta Beja como aeroporto complementar de Lisboa, e adianta que o mesmo deverá estar a funcionar no Montijo no final de 2021.

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Governo rejeita aeroporto complementar em Beja e defende "aposta" no Montijo
24 DE MAIO DE 2017
13:27
Lusa

Beja seria "alternativa suficiente", considerou o ministro do Planeamento e das Infraestruturas

O ministro do Planeamento e das Infraestruturas, Pedro Marques, afirmou hoje que o aeroporto de Beja "não é uma boa solução" como infraestrutura complementar ao de Lisboa, defendendo a opção de construção no Montijo."É uma alternativa insuficiente [Beja], eu diria não é uma boa solução para aeroporto complementar porque está demasiado distante de Lisboa, o tempo de transporte dos passageiros transportados, depois aos principais polos, é excessivo face a outros aeroportos complementares que existem no espaço europeu", disse."Os estudos internacionais indicam de forma clara que em comparação com outros aeroportos que têm, em termos de transportes ao centro da região metropolitana, [distâncias] superiores a 30 minutos não são competitivos para aeroportos complementares", acrescentou.

Pedro Marques falava aos jornalistas à margem da sessão de abertura do Portugal Air Summit, que decorre no Aeródromo de Ponte de Sor, no distrito de Portalegre até sábado. O governante, que elogiou o "cluster" aeronáutico no Alentejo, adiantou que o Governo espera, "no próximo ano", depois de "acabados" os estudos ambientais e de segurança, avançar com a construção da obra para, "em 2021 ou 2022" ter o aeroporto do Montijo a funcionar.

No decorrer da sua intervenção, Pedro Marques considerou que a construção de um aeroporto complementar no Montijo é uma "situação financeira comportável para o Estado"."A ser implementada, como acreditamos, uma solução também equilibrada do ponto de vista do desenvolvimento de toda a área metropolitana de Lisboa e das regiões adjacentes, incluindo o Alentejo", disse. Para o governante, a "opção Montijo" vai impulsionar a criação de emprego, estimando-se que possa gerar a prazo "20 mil postos de trabalho diretos e indiretos".

O ministro do Planeamento e das Infraestruturas enalteceu ainda o investimento feito em Portugal no setor da aeronáutica nos últimos 10 anos, transformando o país num "'player' [ator] importante" a nível mundial.

http://www.dn.pt/portugal/interior/governo-rejeita-aeroporto-complementar-em-beja-e-defende-aposta-no-montijo-8503048.html

Tanto o Governo como certos empresários nacionais e estrangeiros falam do Montijo como se não fosse uma base militar operada pela Força Aérea Portuguesa. Mas quando o respeito pela instituição Forças Armadas não é defendido e acautelado pelos seus próprios governantes, é só natural ouvir coisas como estas e outras que por estes dias se podem ler na imprensa.

Para mim estas posturas dos nossos politicozecos de pacotilha, não são nada de novo a FAP que se cuide não tarda nada temos um Aeroporto em cada capital de distrito e afins e se por lá houver bases aereas...................................já foram/eram o que quiserem !!!!
 
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Re: Desactivação da Base aérea nº 6 do Montijo
« Responder #152 em: Maio 27, 2017, 10:47:55 am »
Governo descarta Beja como aeroporto complementar de Lisboa, e adianta que o mesmo deverá estar a funcionar no Montijo no final de 2021.

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Governo rejeita aeroporto complementar em Beja e defende "aposta" no Montijo
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Beja seria "alternativa suficiente", considerou o ministro do Planeamento e das Infraestruturas

O ministro do Planeamento e das Infraestruturas, Pedro Marques, afirmou hoje que o aeroporto de Beja "não é uma boa solução" como infraestrutura complementar ao de Lisboa, defendendo a opção de construção no Montijo."É uma alternativa insuficiente [Beja], eu diria não é uma boa solução para aeroporto complementar porque está demasiado distante de Lisboa, o tempo de transporte dos passageiros transportados, depois aos principais polos, é excessivo face a outros aeroportos complementares que existem no espaço europeu", disse."Os estudos internacionais indicam de forma clara que em comparação com outros aeroportos que têm, em termos de transportes ao centro da região metropolitana, [distâncias] superiores a 30 minutos não são competitivos para aeroportos complementares", acrescentou.

Pedro Marques falava aos jornalistas à margem da sessão de abertura do Portugal Air Summit, que decorre no Aeródromo de Ponte de Sor, no distrito de Portalegre até sábado. O governante, que elogiou o "cluster" aeronáutico no Alentejo, adiantou que o Governo espera, "no próximo ano", depois de "acabados" os estudos ambientais e de segurança, avançar com a construção da obra para, "em 2021 ou 2022" ter o aeroporto do Montijo a funcionar.

No decorrer da sua intervenção, Pedro Marques considerou que a construção de um aeroporto complementar no Montijo é uma "situação financeira comportável para o Estado"."A ser implementada, como acreditamos, uma solução também equilibrada do ponto de vista do desenvolvimento de toda a área metropolitana de Lisboa e das regiões adjacentes, incluindo o Alentejo", disse. Para o governante, a "opção Montijo" vai impulsionar a criação de emprego, estimando-se que possa gerar a prazo "20 mil postos de trabalho diretos e indiretos".

O ministro do Planeamento e das Infraestruturas enalteceu ainda o investimento feito em Portugal no setor da aeronáutica nos últimos 10 anos, transformando o país num "'player' [ator] importante" a nível mundial.

http://www.dn.pt/portugal/interior/governo-rejeita-aeroporto-complementar-em-beja-e-defende-aposta-no-montijo-8503048.html

Tanto o Governo como certos empresários nacionais e estrangeiros falam do Montijo como se não fosse uma base militar operada pela Força Aérea Portuguesa. Mas quando o respeito pela instituição Forças Armadas não é defendido e acautelado pelos seus próprios governantes, é só natural ouvir coisas como estas e outras que por estes dias se podem ler na imprensa.

Para mim estas posturas dos nossos politicozecos de pacotilha, não são nada de novo a FAP que se cuide não tarda nada temos um Aeroporto em cada capital de distrito e afins e se por lá houver bases aereas...................................já foram/eram o que quiserem !!!!
Quer dizer, se todos forem o estrondoso sucesso do Aeroporto de Beja, a Fap está safa (e quem se lixa é o contribuinte). ;D :nice: :G-sig:

Cumprimentos
"Nunca, no campo dos conflitos humanos, tantos deveram tanto a tão poucos." W.Churchil

http://mimilitary.blogspot.pt/
 

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Re: Desactivação da Base aérea nº 6 do Montijo
« Responder #153 em: Junho 04, 2017, 12:16:09 pm »
Mais um artigo de opinião sobre o assunto. Nada que já não se tenha dito por aqui, mas sempre terá outro peso.

http://revistacargo.pt/j-martins-pereira-coutinho-aeroporto-portela-montijo/

Cumprimentos,
 

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Re: Desactivação da Base aérea nº 6 do Montijo
« Responder #154 em: Junho 07, 2017, 02:20:52 pm »
http://www.dn.pt/portugal/interior/forca-aerea-estima-custos-de-372-milhoes-para-deixar-montijo-8542480.html

73 ME para reactivar a BA3 Tancos !!!! E eu pensava que isso nao passava de umas ideias sem fundamento...

E agora a questao...que esquadras la vao por ? Esq 501 Bisontes 5 C130 ou Esq 502 Elefantes 12 C295, as duas ?
 

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Re: Desactivação da Base aérea nº 6 do Montijo
« Responder #155 em: Junho 07, 2017, 02:52:17 pm »
http://www.dn.pt/portugal/interior/forca-aerea-estima-custos-de-372-milhoes-para-deixar-montijo-8542480.html

73 ME para reactivar a BA3 Tancos !!!! E eu pensava que isso nao passava de umas ideias sem fundamento...

E agora a questao...que esquadras la vao por ? Esq 501 Bisontes 5 C130 ou Esq 502 Elefantes 12 C295, as duas ?

Para complementar essa notícia fica aqui uma peça que deu no Jornal da Noite da SIC no passado Domingo, dia 5 de Junho, a propósito das dificuldades que a Força Aérea irá enfrentar quando o aeroporto complementar começar a operar no Montijo.

http://sicnoticias.sapo.pt/pais/2017-06-04-Aeroporto-do-Montijo-vai-condicionar-operacoes-da-Forca-Aerea
« Última modificação: Junho 07, 2017, 02:54:45 pm por Charlie Jaguar »
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Re: Desactivação da Base aérea nº 6 do Montijo
« Responder #156 em: Junho 07, 2017, 03:15:08 pm »
73 ME para reactivar a BA3 Tancos !!!! E eu pensava que isso nao passava de umas ideias sem fundamento...

E agora a questao...que esquadras la vao por ? Esq 501 Bisontes 5 C130 ou Esq 502 Elefantes 12 C295, as duas ?

O governo deve ter exigido à Força Aérea que apresentasse planos para todas as diferentes variáveis (Tancos, Beja, Sintra), o Montijo partilhado ou só para civis, os custos disso, etc.
 

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Re: Desactivação da Base aérea nº 6 do Montijo
« Responder #158 em: Junho 08, 2017, 05:12:53 pm »
Uma notícia um pouco mais detalhada que as anteriores e com pormenores que não li nas mesmas.

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Força Aérea propõe manter Centro de Treino no Montijo
Dinheiro Vivo/Lusa 07.06.2017 / 19:50

A Força Aérea propõe manter, na base militar n.º 6, apenas o Centro de Treino existente e um aeródromo de trânsito.

A Força Aérea propõe manter, na base militar n.º 6, apenas o Centro de Treino existente e um aeródromo de trânsito, segundo o relatório sobre as implicações da instalação de um aeroporto civil no Montijo. Com a instalação do aeroporto complementar ao da Portela no Montijo, a FA propõe passar toda a operação para outras bases, mantendo no local apenas o atual Centro de Treino de Sobrevivência da Força Aérea e a construção de um aeródromo de trânsito.

De resto, o relatório aponta para que toda a operação seja reorganizada e deslocalizada da base n.º 6 para outras unidades, com custos que a FAP (Força Aérea Portuguesa) estima em 372 milhões de euros, mais 21,7 de encargos relacionados com o Exército e a Marinha, disseram à Lusa fontes ligadas ao processo. A instalação de um aeroporto complementar ao da Portela na base militar do Montijo implicará, em específico, um custo de 73 ME com a reativação de Tancos, 31 ME com a transferência de parte da operação para a base de Sintra e 05 ME para a base de Beja. A estimativa inclui uma despesa de 20 ME para a desativação do dispositivo na base n.º 6, Montijo, incluindo 6,5 milhões de euros para obras de estruturas da NATO ali sediadas.

O estudo, que foi entregue ao Governo no final de abril e hoje discutido, à porta fechada, na primeira parte da audição parlamentar ao ministro da Defesa, Azeredo Lopes, estima ainda 242 ME com custos relacionados com a deslocalização do Campo de Tiro de Alcochete, somando no total 372 milhões de euros. Fontes parlamentares adiantaram à Lusa que coube ao secretário de Estado da Defesa Nacional, Marcos Perestrello, responder às perguntas dos deputados, reforçando a ideia de que os custos previstos não poderão sair do orçamento do ministério da Defesa e de que terá de haver uma negociação.

Aos 372 milhões de euros para deslocalizar a operação, acrescem 21, 7 ME: a Marinha precisará de 14 ME para deslocalizar os seus helicópteros da base do Montijo para outra base [Sintra] e o Exército precisará de 7,7 ME para retirar o efetivo atualmente em Tancos. Na base de Tancos ficariam as esquadras de transporte militar, C-130 e C-295, e para a base de Sintra seriam transferidos os dispositivos de salvamento marítimo. No estudo, segundo fontes ligadas ao processo, a FAP considera previsível que a construção de um aeroporto civil complementar ao da Portela no Montijo implique um rápido aumento do tráfego aéreo, tornando inviável manter a operação no Montijo, tal como está, a partir de 2023/24.

https://www.dinheirovivo.pt/economia/forca-aerea-propoe-manter-centro-de-treino-no-montijo-e-aerodromo-de-transito/
« Última modificação: Junho 08, 2017, 05:15:10 pm por Charlie Jaguar »
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Re: Desactivação da Base aérea nº 6 do Montijo
« Responder #159 em: Junho 08, 2017, 05:53:28 pm »
Entretanto para os lados de Monte Real...
http://www.asbeiras.pt/2017/06/coimbra-leiria-e-figueira-da-foz-unidas-na-reivindicacao-da-aviacao-civil-em-monte-real/

O que é que eu disse no meu post de 24MAIO, que iria acontecer ????? Exactamente isto !!!!

Cada distrito ou ajuntamento de Distritos vai querer ter um AEROPORTOZITO, Pais de gente Rica é o que somos, não de Rica Gente !!!!
Mesmo sem dinheiro, para mandar cantar um............... temos cá uma Cagança, podemos andar com os cueiros Rotos, mas temos que ter um Aeroportozito em cada chafarica, para Português ver, muito bom !!!

Abraços
 

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Re: Desactivação da Base aérea nº 6 do Montijo
« Responder #160 em: Junho 08, 2017, 06:34:22 pm »
Ainda tive alguma esperança que desse para manter as esquadras de voo no Montijo, mas afinal...

Se esse plano for para a frente ainda há alguns detalhes que faltam saber, por exemplo existe ai uma verba para a BA11 - Beja, mas não deve ir nenhuma esquadra do Montijo para lá, parece-me que deve ser para receber os Epslion da esquadra101, pois para ser possivel os 12 EH101 e 5 Lynx irem para Sintra não me parece que sobre muito espaço para os cerca de 16 Epsilons.

Também é referido a criação de um aeródromo de transito, o que é que isso quer dizer? Vai receber os Falcon da Portela e fechar o AT1 ou vai a Força Aérea ficar com 2 aeródromos de Transito, um na Portela e um no Montijo?
 

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Re: Desactivação da Base aérea nº 6 do Montijo
« Responder #161 em: Junho 08, 2017, 07:43:32 pm »

Também é referido a criação de um aeródromo de transito, o que é que isso quer dizer? Vai receber os Falcon da Portela e fechar o AT1 ou vai a Força Aérea ficar com 2 aeródromos de Transito, um na Portela e um no Montijo?

Os movimentos de cargas com destino ao teatros era feito pelo Regimento de Transportes no AT1 mas recentemente passou a ser maioritariamente na BA6.
Qualquer que seja a decisão terá implicações diretas nesta unidade do Exército. 
http://www.youtube.com/profile_videos?user=HSMW

"Tudo pela Nação, nada contra a Nação."
 

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Re: Desactivação da Base aérea nº 6 do Montijo
« Responder #162 em: Junho 08, 2017, 08:32:53 pm »
Ainda tive alguma esperança que desse para manter as esquadras de voo no Montijo, mas afinal...

Se esse plano for para a frente ainda há alguns detalhes que faltam saber, por exemplo existe ai uma verba para a BA11 - Beja, mas não deve ir nenhuma esquadra do Montijo para lá, parece-me que deve ser para receber os Epslion da esquadra101, pois para ser possivel os 12 EH101 e 5 Lynx irem para Sintra não me parece que sobre muito espaço para os cerca de 16 Epsilons.

Também é referido a criação de um aeródromo de transito, o que é que isso quer dizer? Vai receber os Falcon da Portela e fechar o AT1 ou vai a Força Aérea ficar com 2 aeródromos de Transito, um na Portela e um no Montijo?

Não acredito que se mantenham dois AT's tão perto, com a falta de espaço que temos em LIS para parqueamento das aeronaves o AT1 vai pura e simplesmente ser transferido para o Montijo.

Abraços
 

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Lightning

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Re: Desactivação da Base aérea nº 6 do Montijo
« Responder #163 em: Junho 09, 2017, 10:04:02 am »
Não acredito que se mantenham dois AT's tão perto, com a falta de espaço que temos em LIS para parqueamento das aeronaves o AT1 vai pura e simplesmente ser transferido para o Montijo.

Sim, parece-me a hipótese mais lógica, ainda por cima se há necessidade de mais espaço de parqueamento.
 

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Re: Desactivação da Base aérea nº 6 do Montijo
« Responder #164 em: Junho 09, 2017, 10:39:57 am »
Uma notícia um pouco mais detalhada que as anteriores e com pormenores que não li nas mesmas.

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Força Aérea propõe manter Centro de Treino no Montijo
Dinheiro Vivo/Lusa 07.06.2017 / 19:50

A Força Aérea propõe manter, na base militar n.º 6, apenas o Centro de Treino existente e um aeródromo de trânsito.

A Força Aérea propõe manter, na base militar n.º 6, apenas o Centro de Treino existente e um aeródromo de trânsito, segundo o relatório sobre as implicações da instalação de um aeroporto civil no Montijo. Com a instalação do aeroporto complementar ao da Portela no Montijo, a FA propõe passar toda a operação para outras bases, mantendo no local apenas o atual Centro de Treino de Sobrevivência da Força Aérea e a construção de um aeródromo de trânsito.

De resto, o relatório aponta para que toda a operação seja reorganizada e deslocalizada da base n.º 6 para outras unidades, com custos que a FAP (Força Aérea Portuguesa) estima em 372 milhões de euros, mais 21,7 de encargos relacionados com o Exército e a Marinha, disseram à Lusa fontes ligadas ao processo. A instalação de um aeroporto complementar ao da Portela na base militar do Montijo implicará, em específico, um custo de 73 ME com a reativação de Tancos, 31 ME com a transferência de parte da operação para a base de Sintra e 05 ME para a base de Beja. A estimativa inclui uma despesa de 20 ME para a desativação do dispositivo na base n.º 6, Montijo, incluindo 6,5 milhões de euros para obras de estruturas da NATO ali sediadas.

O estudo, que foi entregue ao Governo no final de abril e hoje discutido, à porta fechada, na primeira parte da audição parlamentar ao ministro da Defesa, Azeredo Lopes, estima ainda 242 ME com custos relacionados com a deslocalização do Campo de Tiro de Alcochete, somando no total 372 milhões de euros. Fontes parlamentares adiantaram à Lusa que coube ao secretário de Estado da Defesa Nacional, Marcos Perestrello, responder às perguntas dos deputados, reforçando a ideia de que os custos previstos não poderão sair do orçamento do ministério da Defesa e de que terá de haver uma negociação.

Aos 372 milhões de euros para deslocalizar a operação, acrescem 21, 7 ME: a Marinha precisará de 14 ME para deslocalizar os seus helicópteros da base do Montijo para outra base [Sintra] e o Exército precisará de 7,7 ME para retirar o efetivo atualmente em Tancos. Na base de Tancos ficariam as esquadras de transporte militar, C-130 e C-295, e para a base de Sintra seriam transferidos os dispositivos de salvamento marítimo. No estudo, segundo fontes ligadas ao processo, a FAP considera previsível que a construção de um aeroporto civil complementar ao da Portela no Montijo implique um rápido aumento do tráfego aéreo, tornando inviável manter a operação no Montijo, tal como está, a partir de 2023/24.

https://www.dinheirovivo.pt/economia/forca-aerea-propoe-manter-centro-de-treino-no-montijo-e-aerodromo-de-transito/

Ok, então o Quartel-General da BrigRR vai ser transferido ( Estado Maior e a Companhia de Transmissões) e isso é pacifico. Já o Agrupamento Sanitário talvez seja mais problemático, mas também há de se arranjar uma solução. Para mim o essencial são os C-130 irem voltar a Tancos! Isso são excelentes noticias a serem confirmadas! ;D

Dito isto e como eu não sou militar da FAP, para mim é tudo pacifico, mas não estou a pensar em quem tem família e casa nas imediações da dita Base Aérea...
« Última modificação: Junho 09, 2017, 10:45:29 am por Cabeça de Martelo »
7. Todos os animais são iguais mas alguns são mais iguais que os outros.

 

 

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