O GALE - Missões, Organização, Aeronaves

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Re: O GALE - Missões, Organização, Aeronaves
« Responder #525 em: Maio 15, 2017, 10:29:29 am »
Pior. A Jordânia ficou tão "insatisfeita" com o modelo que acrescentou mais 4 à encomenda devolvida pelo Portas...  ;D ;)
Citar
The Royal Jordanian Air Force agreed to purchase the 9 Portuguese helicopters in October 2002 and the first aircraft was delivered in July 2003. Jordan ordered a further 4 helicopters in January 2006 and deliveries of all machines were completed in 2007.

https://en.wikipedia.org/wiki/Eurocopter_EC635



Cumprimentos





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Re: O GALE - Missões, Organização, Aeronaves
« Responder #526 em: Maio 15, 2017, 10:54:25 am »
Fiquei a saber que este heli foi desenvolvido especialmente para Portugal!

É verdade Nélson, a versão EC635 foi especificamente desenvolvida para Portugal a partir de 1996/7 pela Eurocopter. Os nossos nove aparelhos seriam designados EC635 T2.

Algumas imagens dos mesmos, desconheço o autor.

Imagem daquele que seria o 19109 (c/n 0202 D-HECU) ainda na Alemanha


CJ, esta foto foi tirada no Aeroporto do Porto, e não na Alemanha.

Abraços
 
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Re: O GALE - Missões, Organização, Aeronaves
« Responder #527 em: Maio 15, 2017, 11:58:07 am »
Fiquei a saber que este heli foi desenvolvido especialmente para Portugal!

É verdade Nélson, a versão EC635 foi especificamente desenvolvida para Portugal a partir de 1996/7 pela Eurocopter. Os nossos nove aparelhos seriam designados EC635 T2.

Algumas imagens dos mesmos, desconheço o autor.

Imagem daquele que seria o 19109 (c/n 0202 D-HECU) ainda na Alemanha


CJ, esta foto foi tirada no Aeroporto do Porto, e não na Alemanha.

Abraços

Já corrigido nas notas, amigo tenente.  ;)

Os iraquianos também estão a gostar bastante dos seus EC635 T2+, só para nós é que era deficitário. E os suiços idem já que falar nos jordanos nem vale a pena.

Podendo empregar ninhos de foguetes, de metralhadoras e canhões, a desculpa do atraso e problemas de integração do míssil anti-carro foi uma de mal pagador para que o poder político se pudesse livrar de mais um encargo. E a ideia de se querer um "mini-Apache" só ajudou a essa decisão do Portas.

Mas isso agora não interessa para nada até porque o EC635 era um helicóptero bimotor e agora o nosso futuro são os monomotores.  ::)

Saudações Aeronáuticas,
Charlie Jaguar

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Re: O GALE - Missões, Organização, Aeronaves
« Responder #528 em: Maio 15, 2017, 01:40:08 pm »
Fiquei a saber que este heli foi desenvolvido especialmente para Portugal!

É verdade Nélson, a versão EC635 foi especificamente desenvolvida para Portugal a partir de 1996/7 pela Eurocopter. Os nossos nove aparelhos seriam designados EC635 T2.

Algumas imagens dos mesmos, desconheço o autor.

Imagem daquele que seria o 19109 (c/n 0202 D-HECU) ainda na Alemanha


CJ, esta foto foi tirada no Aeroporto do Porto, e não na Alemanha.

Abraços

Já corrigido nas notas, amigo tenente.  ;)

Os iraquianos também estão a gostar bastante dos seus EC635 T2+, só para nós é que era deficitário. E os suiços idem já que falar nos jordanos nem vale a pena.

Podendo empregar ninhos de foguetes, de metralhadoras e canhões, a desculpa do atraso e problemas de integração do míssil anti-carro foi uma de mal pagador para que o poder político se pudesse livrar de mais um encargo. E a ideia de se querer um "mini-Apache" só ajudou a essa decisão do Portas.

Mas isso agora não interessa para nada até porque o EC635 era um helicóptero bimotor e agora o nosso futuro são os monomotores.  ::)

Sempre ás ordens, desconhecia que até já tinham sido pintados alguns dos Helis, o que ainda me deixa mais pifo, depois do passaro na mão, FOD.....E, deixámo-lo fugir, mas que bela merda de gente IRrresponsável tem dirigido as negociatas das aquisições das FFAA!!!!

Imagina o que não se teria poupado se agora o substituto do ALIII fosse um modelo do mesmo fabricante e melhor ainda se fosse o mesmo modelo, ou um sub tipo do EC635 da UALE.
Ficavamos agora com quinze ou mais Helis, só com uma linha de peças e sobressalentes, a mesma formação para os Pilotos das duas unidades, a mesma formação para os mecânicos, etc, etc...............mas assim foi e é melhor nada na mão esquerda nada na direita e siga p'ra bingo que a linha já foi feita, os milhões já saíram de cá e a troco de NADA !!!

Abraços
« Última modificação: Maio 15, 2017, 01:43:10 pm por tenente »
 
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Re: O GALE - Missões, Organização, Aeronaves
« Responder #529 em: Maio 15, 2017, 02:04:55 pm »
Fiquei a saber que este heli foi desenvolvido especialmente para Portugal!

É verdade Nélson, a versão EC635 foi especificamente desenvolvida para Portugal a partir de 1996/7 pela Eurocopter. Os nossos nove aparelhos seriam designados EC635 T2.

Algumas imagens dos mesmos, desconheço o autor.

Imagem daquele que seria o 19109 (c/n 0202 D-HECU) ainda na Alemanha


CJ, esta foto foi tirada no Aeroporto do Porto, e não na Alemanha.

Abraços

Já corrigido nas notas, amigo tenente.  ;)

Os iraquianos também estão a gostar bastante dos seus EC635 T2+, só para nós é que era deficitário. E os suiços idem já que falar nos jordanos nem vale a pena.

Podendo empregar ninhos de foguetes, de metralhadoras e canhões, a desculpa do atraso e problemas de integração do míssil anti-carro foi uma de mal pagador para que o poder político se pudesse livrar de mais um encargo. E a ideia de se querer um "mini-Apache" só ajudou a essa decisão do Portas.

Mas isso agora não interessa para nada até porque o EC635 era um helicóptero bimotor e agora o nosso futuro são os monomotores.  ::)
Também leva umas coisitas. houvesse guito.  ;D :jok: :jaja2: :nice:







Saudações



« Última modificação: Maio 15, 2017, 02:15:51 pm por mafets »
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Re: O GALE - Missões, Organização, Aeronaves
« Responder #530 em: Junho 15, 2017, 10:34:49 am »
Algúem sabe se os Cougar que a FA Holandesa meteu a venda, ainda estão disponiveis ?  ;)
Artigo 308º

Traição à Pátria

Quem, por meio de violência, ameaça de violência, usurpação ou abuso de funções de soberania:

a) Tentar separar da Mãe-Pátria, ou entregar a país estrangeiro ou submeter à soberania estrangeira, todo o território português ou parte dele
 

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Re: O GALE - Missões, Organização, Aeronaves
« Responder #531 em: Fevereiro 02, 2018, 07:42:44 pm »
Juro que não é para bater no ceguinho mas apenas para evitar de encher ainda mais o tópico sobre os Allouette III.

Paramount upgrading Middle Eastern EC635 helos with modular FLASH weapon system
(2 de Fevereiro de 2018)
Citação de: Gareth Jennings / Jane's 360
South African company Paramount Group is fitting its Flexible Light Armed System for Helicopters (FLASH) onto Airbus Helicopters EC635 (H135M) platforms ahead of delivery to an undisclosed Middle Eastern customer.

Speaking at the IQPC International Military Helicopter conference in London on 31 January, Paramount CEO Ralph Mills said that with 26 similarly upgraded helicopters already delivered to an unnamed Middle Eastern customer, the work to integrate the company’s latest modular weapon system onto a further six platforms is ongoing.

Iraq is known to be the customer of the initial 26 EC635 helicopters that were fitted with the Stand-Alone Weapon System (SAWS) developed jointly by Airbus and South Africa's Advanced Technologies and Engineering (ATE), which is now part of the Paramount Group. It is not known if the six EC635s being fitted with the latest FLASH system are for Iraq, or if they are for a new customer.

As Mills explained, the FLASH upgrade comprises a helmet-mounted sight and display (HMSD), a mission computer armament relay selection unit, GPS receiver, weapon control panel, video recorder, HMSD computer and data transfer unit, mission display sight controls, and an electro-optical / infrared (EO/IR) sensor turret. The core weapon options are 12.7 mm heavy machine-gun pods and 70 mm rockets, with optional weapons comprising the FN Herstal Rocket Machine Gun Pod (RMP), 12-tube rocket launcher, 20 mm cannon pod, FZ guided rocket, 68 mm guided missile, as well as various anti-tank missiles.

Platforms that Paramount listed as being suitable for the upgrade include the Airbus Helicopters AS350/550, Bell 212, Mil Mi-17 ‘Hip’, and AgustaWestland AW109, though this list is not exhaustive.

[continua]
Fonte: http://www.janes.com/article/77551/paramount-upgrading-middle-eastern-ec635-helos-with-modular-flash-weapon-system

Serão os Jordanos a integrar armamento nos helicópteros que eram originalmente para Portugal?

Outra fotografia do que me parece ser o D-HECU mas já com as cores portuguesas:
https://www.helis.com/database/pics/news/2002/ec635-portugal.jpg
Fonte: https://www.helis.com/database/news/ec635-portugal/

Cumprimentos,
« Última modificação: Fevereiro 02, 2018, 07:46:49 pm por Get_It »
:snip: :snip: :Tanque:
 

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Re: O GALE - Missões, Organização, Aeronaves
« Responder #532 em: Novembro 03, 2018, 11:07:15 pm »
Estivemos ao que parece com pré contrato assinado para comprar UH-60... ::)

Futuro dos helicópteros 'Puma' continua a ser uma incógnita

Os ministros António Costa, da Administração Interna, e Luís Amado, da Defesa, continuam a discutir o futuro dos helicópteros Puma, um ano após a chegada a Portugal (11 de Fevereiro de 2005) do primeiro EH101 da frota que já os substituiu no continente.

Os dois governantes assinaram, em Maio de 2005, um protocolo para definir até Dezembro "os termos de utilização, a partir de 2006, dos helicópteros Puma da Força Aérea" na prevenção e combate aos fogos e missões de protecção civil. Mas esta semana, questionado pelo DN, o ministro da Defesa disse que o destino dos Puma "continua a ser discutido dentro do Governo. Há um relatório que aponta várias soluções".

Quanto à existência de uma data-limite para a decisão, Luís Amado afirmou não estar pressionado por isso. "Eu tenho tempo. Pergunte ao Ministério da Administração Interna", tutelado por António Costa - o que não se conseguiu.

Com a GNR a precisar de hélis para equipar o Grupo de Intervenção, Protecção e Socorro (a criar até finais de Abril), uma das soluções passa por atribuir os Puma à Guarda - sendo operados por pilotos do Exército na época de fogos, explicou uma das fontes ouvidas pelo DN. Esta solução favorece a estratégia do Exército de garantir o treino e as qualificações das suas tripulações, enquanto continua à espera de receber os helicópteros ligeiros e médios destinados ao seu Grupo de Aviação Ligeira (GALE).

Outra solução seria a de os Puma irem para o Exército até à chegada dos novos hélis - o que o ramo considera absurdo, pois esses hélis não cumprem missões de observação e segurança, estão velhos e são caros.

Contudo, o DN sabe que a Inspecção-Geral da Defesa Nacional (IGDN) recomendou expressamente essa solução em finais de 2003. Num relatório com mais de 30 páginas, assinado pelo coronel Álvaro Prata Mendes (FAP), propunha-se a transferência para o Exército dos Puma da Força Aérea à medida que esta os fosse substituindo pelos EH101 Merlin - garantindo transitoriamente a formação, treino e qualificações dos efectivos do GALE.

O documento, com base numa inspecção realizada ao GALE no último trimestre de 2003, sustentava que essa solução permitia ao Exército ganhar experiência e tradição aeronáutica até à chegada dos "seus" helicópteros. A IGDN recomendava ainda que a FAP cedesse três dos seus hélis ligeiros Alouette III, um piloto instrutor e dois outros técnicos com experiência no aparelho em que a Força Aérea forma os seus pilotos e os dos outros ramos.

Num clima de desconfiança e mesmo hostilidade mútua entre os dois ramos, aquelas recomendações não foram seguidas. Pelo meio, o ex--ministro da Defesa Paulo Portas anulou o concurso de compra dos hélis ligeiros EC635, porque o construtor tardava em os certificar para uso militar. E ficou sem efeito a solução alternativa dos Black Hawk americanos - apesar de se ter chegado à fase de escrever o pré-contrato de aquisição, revelou uma das fontes envolvidas no processo.

O Sistema de Forças/2004 atribui ao Exército dois esquadrões de hélis (dez médios e nove ligeiros).
Artigo 308º

Traição à Pátria

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Re: O GALE - Missões, Organização, Aeronaves
« Responder #533 em: Novembro 05, 2018, 06:17:38 am »
Estivemos ao que parece com pré contrato assinado para comprar UH-60... ::)

Futuro dos helicópteros 'Puma' continua a ser uma incógnita

Os ministros António Costa, da Administração Interna, e Luís Amado, da Defesa, continuam a discutir o futuro dos helicópteros Puma, um ano após a chegada a Portugal (11 de Fevereiro de 2005) do primeiro EH101 da frota que já os substituiu no continente.

Os dois governantes assinaram, em Maio de 2005, um protocolo para definir até Dezembro "os termos de utilização, a partir de 2006, dos helicópteros Puma da Força Aérea" na prevenção e combate aos fogos e missões de protecção civil. Mas esta semana, questionado pelo DN, o ministro da Defesa disse que o destino dos Puma "continua a ser discutido dentro do Governo. Há um relatório que aponta várias soluções".

Quanto à existência de uma data-limite para a decisão, Luís Amado afirmou não estar pressionado por isso. "Eu tenho tempo. Pergunte ao Ministério da Administração Interna", tutelado por António Costa - o que não se conseguiu.

Com a GNR a precisar de hélis para equipar o Grupo de Intervenção, Protecção e Socorro (a criar até finais de Abril), uma das soluções passa por atribuir os Puma à Guarda - sendo operados por pilotos do Exército na época de fogos, explicou uma das fontes ouvidas pelo DN. Esta solução favorece a estratégia do Exército de garantir o treino e as qualificações das suas tripulações, enquanto continua à espera de receber os helicópteros ligeiros e médios destinados ao seu Grupo de Aviação Ligeira (GALE).

Outra solução seria a de os Puma irem para o Exército até à chegada dos novos hélis - o que o ramo considera absurdo, pois esses hélis não cumprem missões de observação e segurança, estão velhos e são caros.

Contudo, o DN sabe que a Inspecção-Geral da Defesa Nacional (IGDN) recomendou expressamente essa solução em finais de 2003. Num relatório com mais de 30 páginas, assinado pelo coronel Álvaro Prata Mendes (FAP), propunha-se a transferência para o Exército dos Puma da Força Aérea à medida que esta os fosse substituindo pelos EH101 Merlin - garantindo transitoriamente a formação, treino e qualificações dos efectivos do GALE.

O documento, com base numa inspecção realizada ao GALE no último trimestre de 2003, sustentava que essa solução permitia ao Exército ganhar experiência e tradição aeronáutica até à chegada dos "seus" helicópteros. A IGDN recomendava ainda que a FAP cedesse três dos seus hélis ligeiros Alouette III, um piloto instrutor e dois outros técnicos com experiência no aparelho em que a Força Aérea forma os seus pilotos e os dos outros ramos.

Num clima de desconfiança e mesmo hostilidade mútua entre os dois ramos, aquelas recomendações não foram seguidas. Pelo meio, o ex--ministro da Defesa Paulo Portas anulou o concurso de compra dos hélis ligeiros EC635, porque o construtor tardava em os certificar para uso militar. E ficou sem efeito a solução alternativa dos Black Hawk americanos - apesar de se ter chegado à fase de escrever o pré-contrato de aquisição, revelou uma das fontes envolvidas no processo.

O Sistema de Forças/2004 atribui ao Exército dois esquadrões de hélis (dez médios e nove ligeiros).


Por aqui se pode ver a organização das nossas FFAA,  dezanove helis só para o Exército pelo sistema de forças de 2004.
A FAP, em 2018, tem um total de quinze Helis !!!!
Em 2018 as FFAA possuem vinte Helis !

Abraços
« Última modificação: Novembro 05, 2018, 06:19:23 am por tenente »
 

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Re: O GALE - Missões, Organização, Aeronaves
« Responder #534 em: Novembro 05, 2018, 02:19:43 pm »
Já para não falar da estupidez que grassava no Exército (e ainda continua). A Marinha quando adquiriu os Lynx confiou na FAP e continua a depender desta para operar os seus helis. Em contrapartida, no Exército a sobranceria reinava em 2004 e continua a reinar no presente.
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Re: O GALE - Missões, Organização, Aeronaves
« Responder #535 em: Novembro 08, 2018, 06:02:50 pm »
Já para não falar da estupidez que grassava no Exército (e ainda continua). A Marinha quando adquiriu os Lynx confiou na FAP e continua a depender desta para operar os seus helis. Em contrapartida, no Exército a sobranceria reinava em 2004 e continua a reinar no presente.

Exactamente NVF. E agora o GALE/UALE is no more...

Aliás, retirem mas é o azulejo com o NH90 lá da porta de armas de Tancos e coloquem-no à venda no OLX para ver se ainda rende uns cobres para a compra de mais arame farpado ou então algumas daquelas câmaras de vigilância falsas para dar a sensação que já está tudo como deve ser lá no perímetro depois do "assalto".  ::)
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Re: O GALE - Missões, Organização, Aeronaves
« Responder #536 em: Março 11, 2019, 09:46:16 pm »
A ser verdade, fez Portugal muito bem em sair.

Citar
? Portugal não é bom exemplo de bom pagador……. Okkk
No que toca a equipamentos militares estão todos pagos, salvo os que pelo método de contrato permitam uma linha de crédito mais extensa.
Por fim, a parceria está a ser cumprida, com ou sem KC, a parceira de cooperação com o Brasil por meio da Embraer tem sido cumprida tanto pelo estado português como pelo fundo europeu.

“Precisamos voltar a fazer reflexão na componente estratégica. Sobre se a Embraer é a melhor opção para Portugal”. Penso que com esta citação o ministro refere se, entre outros, ao facto de que as fábricas da Embraer, por exemplo, estão agora nas mãos de americanos…. Não que seja bom ou mau, até porque não se sabe o seu destino, mas que porque a narrativa do negócio mudou, também o valor estratégico da compra deve ser reavaliado. A parte económica inicialmente levantada, é na minha opinião um simples pretexto a usar conforme a decisão final.

Por fim Dodo, quanto a economia de Portugal, não está muito boa de facto, mas está melhor que a 5 anos, no entanto segue o exemplo de stress financeiro da maioria das economias globais. Não partilho por isso a sua opinião. Portugal é um país minimamente credível, sei porque acha o contrário é chego mesmo a perceber e por pouco não concordo, mas uma melhor análise das razões que são aqui discutidas para afirmar que Portugal é pouco credível, revela que as coisas não são bem assim.

Exemplo
NH90: quando melhor analisado o porquê de Portugal se retirar conseguimos ver que a decisão teve sentido. O projecto teve os seus custos drasticamente aumentados, para além do aceitável do ponto de vista económico portugues, um país pequeno.
Os custos que o estado teria, não seriam economicamente viáveis comparadamente a posterior compra e operação dos aparelhos, nem com a fatia industrial que os parceiros europeus destinaram a indústria lusa, menos de 5 por cento, o país pagaria mais, pelo mesmo e em certos aspectos até menos, o consórcio reaviliou os custos destinados ao estado português mas não reaviliou a sua participação, ao contrariou do que fez com os outros membros. O país estava a ser penalizado, bem para lá do moralmente expectável.
Portugal não falhou no entanto com o NH90, pelo contrário, precisamente para não falhar que o estado se retirou. Pagou na mesma o que tinha a pagar conforme a participação que teve, não ficou a dever nada. Manteve ainda por alguns anos, no entanto, a intenção de comprar os aparelhos até que decidiu que não. Tal como o KC, uma parceria “político industrial” e a aquisição do produto final, não se misturam. Portugal retirou se do consórcio mas podia muito bem ter adquirido os aparelhos, uma coisa não engloba a outra. Diria mesmo que foi o consórcio que não queriam os lusos e não os lusos que não queriam o consórcio.
Considerando todos os factores e stress em várias áreas que o país europeu tem enfrentado, diria mesmo que a sua credebilidade está até além do que seria de se esperar.
Quanto ao KC, se o vai adquirir ou não o facto é que nenhum dos parceiros se está a esforçar tanto quanto Portugal, credibilidade não lhe tem faltado. Esperemos que as negociações corram da melhor maneira para todos os envolvidos, mas se assim não for, ou seja se assim não se concretizar, independentemente das razões que o estado português eventualmente apresente, não se enganem, a única razão chama se Boeing. Mas esperemos que não faça diferença.
https://www.aereo.jor.br/2019/03/10/portugal-compra-do-kc-390-da-embraer-esta-em-processo-avancado-de-negociacao/
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