Notícias (Exércitos/Sistemas de Armas)

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Fábio G.

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« Responder #45 em: Maio 23, 2004, 08:04:11 pm »
III Parte
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EXP. -E não teme que parte desses bens estejam já hipotecados? Fala-se na criação de um Fundo Imobiliário...

V.P. - Não temo nem deixo de temer. O que sei é que o Exército tem de ter as suas infra-estruturas requalificadas e que isso custa dinheiro. Não sou eu que determino ou decido de onde é que ele surge.

EXP. -Não reverte para o Exército parte do produto da venda desse património imobiliário?

V.P. - Desde que este processo de significativa contracção do dispositivo começou, há umas duas décadas, tem havido alienações e alguma transferência de verbas para o Exército. Para mim o que conta é o entendimento político que é preciso requalificar as infra-estruturas do Exército e que isso encontrará boa expressão numa lei de programação das infra-estruturas militares que é objectivo do governo ter aprovada até ao fim deste ano.

EXP. -Há boas perspectivas quanto ao equipamento?

V.P. - O nosso desenho de levantamento de forças é muito exigente, ambicioso e exequível. Isto quer dizer o reequipamento vai contribuir decisivamente para isso. O Exército tem quatro grandes programas (o quinto é o do reequipamento em defesa NBQ): viaturas blindadas de rodas, arma ligeira, rádios e helicópteros. Em todos eles, os ‘timings’ têm vindo a correr como previsto. Ainda há dias, foi anunciado publicamente que estávamos a entrar na fase de negociação do contrato das viaturas blindadas de rodas — é um instrumento fundamental na transformação da capacidade operacional do Exército. O rádio é outro instrumento fundamental, se calhar ainda este mês, conseguiremos ter esse contrato assinado. Também penso que o programa da arma ligeira possa ter desenvolvimentos decisivos este ano. Este programa demorou mais tempo, não tanto por uma questão técnica e mais por procurar pôr em sintonia o conjunto das FA e das forças de segurança. Embora não tenham as mesmas necessidades, têm necessidades complementares, e isso define a compra duma família de armas. De modo geral, os ‘timings’ de fornecimento dos equipamentos são compagináveis com as nossas necessidades de edificação de forças.

EXP. -Está satisfeito com a taxa de execução da LPM?

V.P. - Só se está satisfeito com 100 por cento, não é? O Exército tem executado muito bem o dinheiro da LPM que está à sua disposição.

EXP. -Restam os helicópteros...

V.P. - O programa dos helicópteros existe na LPM. O ministro da Defesa disse em Coimbra, a 17 de Dezembro, que o Exército ia inquestionavelmente ter a sua subunidade de aviação ligeira, isto é, de helicópteros. É um compromisso do ministro e do Governo. O Exército tem-se mantido com um enorme esforço no programa dos NH-90, que é para levar até ao fim.

EXP. - Foram pagas todas as contribuições?

V.P. - Tudo o que é preciso pagar do NH-90 será certamente pago e tudo o que ainda não foi pago nunca comprometeu a presença portuguesa no programa e o desenvolvimento do programa no geral e no que se refere às especificidades lusitanas. É evidente que um país que tem uma esquadra de helicópteros utilitários, médios, como são os NH-90, tem de ter, por razões de instrução e de economia, uma esquadra de helicópteros mais ligeiros. Infelizmente, houve o problema com a Eurocopter, o contrato foi rescindido inapelavelmente e é compreensível que nessa sequência o Exército e o Ministério da Defesa tenham feito exercícios em muitas direcções para criar as melhores condições para ver em que direcção se podia ir. Essas direcções estão basicamente identificadas e seguramente teremos uma noção mais clara de desenvolvimentos concretos nessa área a muito curto prazo. Posso dizer que os helicópteros ligeiros terão de estar disponíveis no país antes de estarem disponíveis os utilitários. E o primeiro NH-90 deverá chegar em 2008.

EXP. - Para os ligeiros, fala-se dos Blackhawk, da Sikorsky americana

V.P. - Há muitas companhias na praça dos helicópteros e nós não devemos excluir nenhuma. Eu nunca falei com ninguém da Sikorsky, mas deixer-me dizer que o Blackhawk não é um helicóptero ligeiro, é médio. Nunca foram pensados pelo Exército para nenhuma tarefa específica, apenas nos limitámos a estudar todos os helicópteros do mercado e não houve nenhum raciocínio apoiado em nenhum tipo de helicóptero. O Exército tem procurado seguir a seguinte via: não tentar inventar a roda. Aquilo que comprovadamente serve em países tão bons e melhores que nós, serve-nos. Fizemos essa avaliação muito seriamente e deu-nos muito custo poder chegar a esta fase hoje.

EXP. -Para manter o seu grupo de aviação ligeira...

V.P. - Para manter uma unidade de aviação ligeira no Exército, que é hoje absolutamente característica e definidora da manobra terrestre. O Exército utilizou helicópteros de outros em Timor, na Bósnia, na Macedónia e quando fazemos exercícios. Isto é como as armas ligeiras, é uma necessidade do Exército. Para um novo tipo de actuação, o que não significa que, sendo indispensável que funcionem no quadro da manobra terrestre, não haja em montes de áreas possibilidade de procurar sinergias num espaço mais geral do que o do próprio Exército. Não vemos nisso nenhum problema.

EXP. - Para a reestrutração, falta o novo uniforme...

V.P. - O uniforme é uma questão básica. O Exército não precisa de uma nova imagem, mas os seus militares devem fardar igual. É uma questão de igualdade de condições e de circunstâncias. Até ao presente, tendo conscritos de quatro meses, não era pensável fardar os homens de quatro meses com requisitos de 40 anos, nem ao contrário. Com o fim do SEN, isto tem de terminar. O primeiro objectivo é uniformizar a apresentação, a maneira de viver e vestir dos militares do que será o exército profissional e profissionalizado. O segundo objectivo tem a ver com alguma questão de imagem, e o terceiro é uma questão de qualidade e de simplicidade. Os nossos uniformes vêm de há muito tempo, são muito complexos, há uma estrutura barroca. Temos basicamente quatro tipos (de cerimónia, serviço interno, instrução e camuflado) e queremos fundi-los dois a dois. A primeira etapa foi fundir o três e o quatro, que já está pronto e até na parada do 25 de Abril, todos já desfilaram com ele. Queríamos tê-lo introduzido a 1 de Janeiro, mas só foi possível fazê-lo em Março/Abril. Relativamente ao outro uniforme, que substituirá o chamado nº1 e 2, conto com ele em Janeiro de 2005. Fizemos uma consulta aos estilistas da praça, concorreu quem entendeu e seleccionámos uma estilista, Olga Rego. É com ela que estamos a desenvolver os protótipos, mas durante este mês, pela primeira vez, teremos para escolha uniformes feitos em diversas cores. Simultaneamente, há uma ponderação financeira, porque a introdução do novo uniforme vai ter custos. Quem paga o essencial das fardas são os militares (cada uma à roda dos 200-250 euros) e porventura haverá necessidade de encarar suplementos financeiros.

EXP. -No campo da reorganização, aborda os sectores em em que vai ser feito ‘outsourcing’?

V.P. - Estamos a fazê-lo um pouco naquilo que é mais necessário, as limpezas, num caso ou noutro a segurança, mas nada de forma muito sistematizada. É muito fruto das circunstâncias. Apenas agora se está a esboçar uma política, no âmbito do projecto da central de compras do Ministério da Defesa, que é, no fundo, uma central de negociação, na qual o Exército participa.

EXP. -As finanças do Exército estão melhor?

V.P. - Tivemos e temos dificuldades, mas mantemos a capacidade para actuar, sempre que é preciso e onde é preciso.

EXP. - E vai haver alterações na carreira?

V.P. - Tem de haver. O problema é que hoje há um estrangulamento na carreira de sargentos. Temos gente que está há muito tempo nalguns postos, sobretudo nos mais baixos, primeiro-sargento, sargento-ajudante. É um problema que decorre dos quadros que legalmente estão aprovados, há um número fixo que não pode ser excedido. A questão é que este número fixo que não pode ser excedido está completamente desfasado da realidade das necessidades. Há menos do que é preciso, os quadros são inferiores às necessidades. O problema não é exclusivo do Exército, até porventura é onde ele é mais atenuado. Tem de haver uma intervenção correctores e a solução só pode ser no plano legislativo.



Luísa Meireles

Voluntários na tropa já são 60%
A PROFISSIONALIZAÇÃO é o grande desafio para o Exército, cujo chefe confessa que, sobre esse assunto, não pode ter «estados de alma». Com uma reviravolta geral no modelo de recrutamento (a palavra de ordem é ir ter com os jovens), multiplicaram-se as iniciativas e as incorporações. O resultado está à vista: o objectivo mínimo dos 12 mil praças voluntários é atingido este mês. No total, o Exército já conta com 58% de voluntários e contratados entre as suas fileiras. As mulheres (que podem concorrer a todas as especialidades excepto, por enquanto, aos comandos e operações especiais) são 11%. Mas vão ser mais depois da profissionalização.



Olga Rego desenha nova farda
NA reestruturação em curso no Exército (a quinta em 50 anos!) nada foi deixado ao acaso. Vai haver dois novos uniformes, que substituirão os quatro existentes (cerimónia, serviço interno, instrução e camuflado). Um deles já está pronto (instrução e camuflado) e foi com ele que as tropas desfilaram na Parada do 25 de Abril. O segundo (cerimónia e serviço interno) está ainda em fase de protótipo, mas deverá estar ao serviço em Janeiro de 2005. A dificuldade está na escolha da cor. A estilista que ganhou o concurso foi Olga Rego.



Duas esquadras de «helis»
A MANUTENÇÃO de uma unidade de aviação ligeira no Exército custou horas de sono ao general Valença Pinto. Mas o ministro Portas já garantiu que o ramo terá não só uma esquadra de helicópteros utilitários (os NH-90 são para seguir até ao fim), como uma outra de helicópteros mais ligeiros, que terão de chegar antes - o primeiro está previsto para 2008. «Não se aprende a conduzir num Ferrari!», diz o general. Quais serão é que ainda não se sabe (à partida, a escolha é entre todos os que estão no mercado) e a mensagem é críptica: «Têm sido feitos exercícios em muitas direcções para se saber qual delas tomar».
 

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Fábio G.

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« Responder #46 em: Maio 24, 2004, 11:17:40 am »
CM

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Pára-quedistas - Aniversário marcado por dúvidas
BOINAS VERDES PREPARAVAM PROTESTOS  
Associações de pára-quedistas preparavam-se para lançar acções de protesto ontem, em Tancos, durante as cerimónias do Dia das Tropas Pára-Quedistas, no receio de que a anunciada reestruturação do Exército possa pôr fim a este corpo de tropas ou atingir a grande unidade dos pára-quedistas, a Brigada Aerotransportada Independente (BAI).  
 
“Não seria nada que pusesse em causa a disciplina, mas havia quem se preparasse para aparecer com gravata preta ou mesmo com cartazes”, adiantou um oficial.

Seria, no entanto, o suficiente para marcar a cerimónia, onde milhares de antigos pára-quedistas e famílias estiveram presentes associando-se às comemorações militares e oficiais. O protesto só não foi para a frente porque alguns sectores conseguiram à última hora demover os mais radicais e apelar à calma. “Conseguimos explicar que a reestruturação não aponta para o fim dos pára-quedistas e que nada é definitivo”, explicou um dos elementos contra os protestos previstos.

PREOCUPAÇÃO CRESCENTE

Há já sectores do Exército, porém, que começam a manifestar preocupação, uma vez que as associações são elementos-chave na angariação de voluntários e se se verificar um divórcio completo entre as associações e o Exército, as consequências poderão ser delicadas.

Ontem eram visíveis sinais de crispação. Manuel Silva, presidente da Associação de Pára-quedistas do Minho, já tinha “ouvido falar” da reestruturação e das consequências para os ‘páras’, mas, na sua opinião, “o Paulo Portas não deve cair nessa asneira”. Outro homem da velha-guarda atira: “Se ele aceitar reduzir os ‘páras’ é porque não percebe nada disto”.

E nem a mensagem enviada pelo Chefe de Estado-Maior do Exército, general Valença Pinto, lida às forças em parada, contribuiu para amenizar o ambiente. Manteve o mar de dúvidas, uma vez que não abordou a saída da BAI do batalhão de apoio e serviços, nem do grupo de artilharia e do esquadrão de reconhecimento e muito menos da ‘desactivação’ do 3.º batalhão de infantaria aerotransportada.

Em contrapartida, a mensagem de Valença Pinto abordou a constituição de uma força de reacção rápida com “subunidades de pára-quedistas e outras de elevada operacionalidade” – mas sem esclarecer quais, o que contribuiu para aumentar a confusão.

“Quem é que são essas?”, queria saber alguém e quando o CM esclareceu que “talvez pudessem ser os comandos” a resposta foi pronta: “Então mas não vieram quando os pára-quedistas passaram para o Exército e agora já vêm?”. E nem a promessa dos helicópteros – inserida na mensagem de Valença Pinto – convenceu: “Já se ouve falar disso há anos”.

HISTÓRIA RESUMIDA

MUDANÇA

Os pára-quedistas foram criados na Força Aérea Portuguesa (FAP), nos anos 50, pela mão de Kaúlza de Arriaga, depois de o Exército ter recusado esta força de elite. Entraram no Exército em 1993, quando o ramo terrestre das Forças Armadas conseguiu convencer o então ministro da Defesa, Fernando Nogueira, a apadrinhar a iniciativa. A transferência produziu muitos choques entre o Exército e a força então criada, a Brigada Aerotransportada Independente (BAI).

CRÍTICAS

O Exército criticava então o facto de a Brigada Ligeira Pára-quedista, da FAP, não ter sustentação própria e de apenas dispor de dois batalhões de infantaria, tendo em conta a doutrina, que pende para as estruturas de três. O Exército criticava também o facto de os pára--quedistas não disporem de apoio de fogo de artilharia, nem de uma subunidade de reconhecimento.

OPERAÇÕES

Desde a vinda para o Exército, os pára-quedistas têm sido a primeira força a avançar, sempre que o risco seja mais elevado. Foi assim na Bósnia, no Kosovo e em Timor, além da Guiné-Bissau, em 1998. Estão relativamente bem equipados face ao restante panorama do Exército. Na FAP sempre tiveram equipamento e armamento de primeira linha, pouco mas do melhor que na altura se fazia, das armas individuais às transmissões, passando pelos capacetes.

ACTUALIDADE

Na reorganização preconizada por Valença Pinto, a BAI fica com dois batalhões de infantaria, perde a artilharia e o reconhecimento, além do batalhão de apoio e serviços. A artilharia, o reconhecimento e o batalhão de apoio e serviços ficam num módulo conjunto com a Brigada Ligeira de Intervenção, a disponibilizar consoante o tipo de missão e o tipo de forças a empenhar.

UMA MEMÓRIA DA GUERRA DO ULTRAMAR

O colete não deixa margem para dúvidas. Bem definidas, a negro, as seguintes palavras: “Veterano de Guerra”. Daquela guerra que já lá vai, mas que deixou marcas em várias gerações de portugueses. Manuel Martins, de 55 anos, era um desses homens. Mas a boina verde na cabeça deixava outra mensagem: pára-quedista.

A câmara de vídeo manuseia-a freneticamente na direcção da formatura. “Venho cá sempre a Tancos, no dia 23 de Maio. É o dia dos pára-quedistas” – pois então. Como muitos destes homens, não gosta de falar da guerra. “Já passou, já lá vai”. Memórias que marcam e que a consciência faz por apagar cada vez que aparecem, mas a insistência do jornalista é maior. Olha, tira os óculos e dispara: “O que é que quer saber?”. Lá deixa escapar a memória, franjas de uma guerra que “já lá vai”, mas que nunca lhe sai da cabeça.

“Estive em Angola entre 68 e 70”. Passou por vários pontos da então província ultramarina, “sempre em guerra”. Um dia, no Chiume, foi apanhado numa emboscada, “trazia um prisioneiro às costas”. Às costas? “Sim era um miúdo, que eles também combatiam”. Logo de seguida os tiros rebentaram pela mata. Foram longos minutos, mas quando acabaram olhou para o camuflado e encheu-se de espanto: “Tinha o camuflado, junto à barriga, todo esfarrapado”. As múltiplas balas tinham passado de raspão – “Não morri porque não calhou”.

Mas o que mais o marca “nem foi isso”. Ainda hoje se lembra do Magalhães. “Éramos muito amigos”. Acabou por morrer numa picada, em combate, “mas até morrer fartou-se de sofrer. Não morreu logo, nem nada que se pareça”. O ataque foi já perto do quartel e ainda tiveram tempo para o levar para a enfermaria. Quando o Magalhães lá chegou, “quis despedir-se de toda a gente. Ele sabia que ia morrer”.

A conversa acaba ali e Manuel Martins volta a virar-se para a parada e continua a filmar. Não sabemos se para verter lágrimas reprimidas se para se esquecer da memória, mas ela não desaparece. Nem ela nem a boina verde dos pára-quedistas.

A ROSA PEIXEIRA E O ANÍBAL PÁRA-QUEDISTA

“Ó Rosa, Ó Rosa, está aqui o Correio da Manhã para falar contigo”. Rodeada de boinas verdes, a Rosa vira-se e sorri, sorri logo, sem mendigar – os olhos, a boca, as mãos. Que a Rosa sorri com as mãos, que giram encadeadas com o olhar vivo e matreiro. Mantém um encanto e uma graça que os anos nunca podem vencer, mas o seu coração, esse, “é do meu Aníbal”. E bate no peito, a palma das mãos acariciando o rosto de um homem fixo num medalhão.

Conheceram-se na Avenida Almirante Reis, em Lisboa. Ela vinha da Figueira da Foz “para vender marisco a um restaurante”. “Estava lá o Aníbal, começámos a trocar uns olhares e pronto, apaixonámo-nos”. (“Não seria difícil”, penso eu, a pôr-me na pele e nos olhos de Aníbal). Aviva ainda mais os olhos grandes e negros e diz: “Amámo-nos muito, foram 18 anos de muita felicidade”. Ele era um pára-quedista inveterado. Tinha passado pela guerra em Angola e nos anos seguintes manteve a tradição de anualmente respeitar o Dia dos Pára-quedistas, cada 23 de Maio. Sempre rumara a Tancos, à Escola de Tropas Aerotransportadas, e Rosa passou a acompanhá-lo. “Vínhamos cá sempre e como já tinha o restaurante da Figueira da Foz trazíamos sempre o peixe para a incorporação de 63”.

Um dia, em 1995, o Aníbal entendeu que tinha que ir saltar. “Ele tinha aquela coisa e às vezes falava que queria ir saltar, mas nunca acreditei”. Mas um dia foi mesmo, a Rosa bem lhe pediu que não fosse. “Sou supersticiosa e tinha uma coisa que me dizia que ia correr mal, mas era a vontade dele”. Saltou e a queda saiu mal. “Partiu a coluna”, recorda a Rosa. “Ainda fui com ele ao hospital. E ele dizia-me ‘tu tinhas razão, desculpa’”. E foi já bem perto da morte que surgiu o pedido. “Até poderes vai todos os anos a Tancos, dar de comer àqueles cabrõezinhos”.

A Rosa explica: “Ele falava assim mas não era por mal, era a maneira dele de brincar, que eles são todos muitos amigos – são todos pára-quedistas”. E a Rosa Peixeira cumpriu a promessa, religiosamente. A conversa já vai longa, que o tacho de arroz de tamboril tem que vazar. E todos chamam a Rosa. Os trovões rebentam no início da tarde e a Rosa Peixeira tem uma explicação: “É o meu Aníbal lá em cima. Está-me a avisar que estão muitos homens à minha volta. Não te preocupes”.  

 

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Paisano

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« Responder #47 em: Maio 26, 2004, 04:29:26 pm »
Olá pessoal,

No link abaixo, segue informações sobre o acidente com o helicóptero do Exército no município de Resende, RJ:

http://www.diarioon.com.br/arquivo/3717 ... -20654.htm

Um abraço a todos.
As pessoas te pesam? Não as carregue nos ombros. Leva-as no coração. (Dom Hélder Câmara)
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Volta Redonda
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Fábio G.

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« Responder #48 em: Maio 27, 2004, 02:47:42 pm »
Defensa

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EL GOBIERNO NO PREVÉ REFORZAR EL CONTINGENTE DE AFGANISTÁN CON LOS SOLDADOS RETIRADOS DE IRAK.

El Gobierno español ha anunciado que no tiene intención de aumentar las tropas en Afganistán tras la retirada de Irak. El ministro de Defensa, José Bono, se ha mostrado tajante y también ha anunciado que todos los agentes del Centro Nacional de Inteligencia han abandonado el territorio iraquí, por lo que no queda ningún efectivo allí. "No tenemos intención de llevar los soldados de Irak a Afganistán", afirmó durante su comparecencia en la Comisión de Defensa del Congreso.

En otro orden de cosas, Bono ha dado a conocer el gasto que le ha supuesto a las arcas públicas la presencia de las tropas españolas en Irak durante el ejercicio de 2003 y el primer semestre de 2004, repliegue incluido: 369.733.478 euros.
 

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« Responder #49 em: Maio 29, 2004, 02:11:00 pm »
Defensa

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Amper Programas, empresa especializada en sistemas y equipos electrónicos para la Defensa, ha sido seleccionada junto con Thales por el Ejército suizo para el suministro de sistemas de información para el mando y control del denominado Programa FIS HE. Amper suministraría la arquitectura y concepto del sistema, así como el sistema Zodiaco, en el que se basará la solución para el Ejército Suizo. Es la primera vez que la firma es contratada por un ejército distinto al español.
 

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« Responder #50 em: Junho 01, 2004, 11:50:49 am »
DD

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Exército inicia esta terça-feira acções de prevenção contra os incêndios

Os militares do Exército iniciam, esta terça-feira, as patrulhas das matas nacionais, numa acção de vigilância a possíveis incêndios florestais integrada no plano global de prevenção do Ministério da Agricultura.

Envolvendo 1.600 homens, que se revezarão num patrulhamento diário com 200 elementos, a acção de vigilância e fiscalização prolongar-se-á até ao final de Setembro, também com a participação de 30 homens da Engenharia Militar, os quais têm vindo a desempenhar uma função de limpeza e abertura de novos caminhos, desde 19 de Abril e até 30 de Junho.
Para além dos militares, vão estar envolvidos na prevenção e combate aos incêndios ais 10.000 elementos, incluindo guardas florestais, GNR, brigadas voluntárias, bombeiros e beneficiários do Rendimento Social de Inserção.

01-06-2004 10:54:58
 

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« Responder #51 em: Junho 02, 2004, 12:53:00 pm »
TSF

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TIMOR-LESTE
Militares portugueses regressam a casa
Metade dos militares portugueses que integraram até ao passado dia 20 de Maio o contingente de «capacetes azuis» estacionados em Timor-Leste regressa na quinta-feira a casa.  

12:14
02 de Junho 04    
   
 
  A chegada dos 250 efectivos está prevista para as 00:30 de sexta-feira no Aeroporto de Figo Maduro, em Lisboa. O avião fretado pelas Nações Unidas à Egypt Air faz escalas técnicas em Kuala Lumpur e no Cairo.

Os restantes 253 militares portugueses regressam no dia 11 e a sua chegada está prevista também para as 00:30.

Os 250 militares que regressam quinta-feira a Portugal integram a Companhia de Atiradores, formada por efectivos do Regimento de Infantaria 13, sedeado em Vila Real, uma companhia de fuzileiros, do Corpo de Fuzileiros da Armada, e a companhia de apoio, com militares de várias unidades.

O contingente militar português, que constituía o maior de entre os 27 países que contribuíram com efectivos para a Missão de Assistência da ONU em Timor-Leste (UNMISET), ficará agora reduzido a uma presença pouco mais que simbólica: apenas dez militares permanecerão em Timor-Leste ao serviço da ONU.
 

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Fábio G.

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« Responder #52 em: Junho 02, 2004, 01:25:04 pm »
DD

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Exército vai guardar votos das eleições europeias

O Exército vai recolher e guardar urnas de voto nas eleições europeias. De acordo com a edição desta quarta-feira do jornal Público, os militares já têm ordens para substituir as forças de segurança em alguns dos distritos que acolhem jogos do campeonato europeu de futebol.



De acordo com a mesma fonte, esta situação vai ocorrer porque os agentes da PSP e da GNR vão ser concentrados na segurança dos estádios onde se disputa o Euro2004 e as forças de segurança entendem que não têm pessoal suficiente para os dois eventos, que ocorrem em simultâneo.
O Exército dará uma ajuda na recolha e protecção das urnas de voto nos distritos de Lisboa, Porto, Leiria e Faro. Segundo informações do ramo, estarão envolvidos nesta operação 234 militares e 68 viaturas, uma vez que o Ministério da Administração Interna solicitou às Forças Armadas «um apoio suplementar» para as eleições europeias. Esse apoio traduz-se no transporte das urnas das assembleias de voto para os governos civis na sua guarda, se necessário, escreve o jornal.

02-06-2004 11:28:13
 

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« Responder #53 em: Junho 02, 2004, 04:16:49 pm »
Jane's

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Belarus to upgrade Buk SAMs
David C Isby
Belarus will upgrade its army's three brigades of Buk (SA-17 'Grizzly')
surface-to-air missiles (SAMs), writes David C Isby. The programme, already
in progress, will last for several years and will include a new missile,
said Belarus's Air and Air Defense Force commander, Lieutenant-General Aleh
Paferaw.
Some of the upgrade work will be carried out in Belarus, at Electronic
Armament Repair Plant Number 2566 in Barysaw, Minsk oblast. Most of the
upgrade programme will be carried out in Russia, at the Ulyanovsk
Engineering Plant and the Kalinin Machine Building Plant in Yekaterinburg.
The vehicles will be upgraded at Mytischi in Moscow oblast.
At the recent FIDAE air show in Chile, Makshud Sattarov, deputy chief
executive officer of the Ulyanovsk Mechanical Plant (the producer of the
system), announced that Russia has made a strong effort to market the Buk
M1-2 version of the system to Chile. According to reports in the Russian
press, Chile wants to order Buk M1-2 SAMs and launchers in 2005 but does not
plan to procure the entire integrated system. Instead, it intends to
integrate the SAMs and launchers with existing systems. Sattarov said that
such integration was feasible and that suitable software was already being
developed.
 

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Fábio G.

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« Responder #54 em: Junho 05, 2004, 12:29:14 pm »
CM

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PAQUISTÃO TESTA MÍSSIL  
O Exército paquistanês realizou, esta sexta-feira, mais um teste com um míssil balístico, de capacidade nuclear, o segundo que leva a cabo esta semana.  
d.r.
 
De acordo com o presidente paquistanês Perverz Musharraf, estes testes não tiveram como finalidade ameaçar o novo governo Indiano. Recorde-se que os testes ao míssil foram realizados após o novo Governo da Índia ter assumido posse e numa altura em que membros do governo indiano e paquistanês estão prestes a reunir-se, a fim de chegar a um consenso na rivalidade existente entre os dois Estados, ambos possuidores de armamento nuclear.

Segundo um porta-voz do Ministro dos Negócios Estrangeiros, estes testes não devem ter qualquer impacto no processo de diálogo com a Índia, na medida em que ambos os países testam periodicamente o seu armamento.  
 

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[PT]HKFlash

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« Responder #55 em: Junho 05, 2004, 10:03:11 pm »
Citação de: "Fábio G."
TSF

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TIMOR-LESTE
Militares portugueses regressam a casa
Metade dos militares portugueses que integraram até ao passado dia 20 de Maio o contingente de «capacetes azuis» estacionados em Timor-Leste regressa na quinta-feira a casa.  

12:14
02 de Junho 04    

Os restantes 253 militares portugueses regressam no dia 11 e a sua chegada está prevista também para as 00:30.

Os 250 militares que regressam quinta-feira a Portugal integram a Companhia de Atiradores, formada por efectivos do Regimento de Infantaria 13, sedeado em Vila Real, uma companhia de fuzileiros, do Corpo de Fuzileiros da Armada, e a companhia de apoio, com militares de várias unidades.



Ah pois é! :wink:

(sim, eu sou de Vila Real)
 

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Fábio G.

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« Responder #56 em: Junho 07, 2004, 02:05:01 pm »
Defensa

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DEFENSA ELIGE EL ANÍBAL DE SANTANA COMO VEHÍCULO OFICIAL.

El Ministerio de Defensa ha elegido el modelo 'Aníbal' de Santana Motor como nuevo vehículo oficial del Ejército de Tierra, en detrimento del Vam-TL de Urovesa, según ha anunciado el consejero de la Presidencia del Ejecutivo andaluz, Gaspar Zarrías. Defensa adquirirá 750 unidades de este vehículo en un periodo de cinco años, con posibilidad de ampliar el contrato de cara a la renovación de la flota. El concurso requería un todoterreno con capacidad de carga útil superior a los 1.000 kilogramos. El Ministerio de José Bono tendrá que desembolsar 19,78 millones de euros, considerando el coste por unidad presentado por Santana, que era de 26.384 euros.
El modelo de la firma gallega Urovesa tenía un coste por unidad de 29.986 euros, “una diferencia no muy grande si tenemos en cuenta que nuestro modelo tiene muchas más prestaciones”, declaró el director de marketing, Justo Sierra. “El todoterreno de Uro está fabricado directamente desde el punto de vista militar. En cambio, el de Santana es un vehículo civil adaptado a funciones del Ejército”, añadió. Sierra asegura además que la adjudicación no está cerrada y que no han recibido ninguna confirmación oficial.
 

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Fábio G.

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« Responder #57 em: Junho 07, 2004, 05:05:15 pm »
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Evans & Sutherland win UK army aviation training contract

SALT LAKE CITY-June 3, 2004--

Evans & Sutherland Computer Corp. (E&S®) (Nasdaq: ESCC) has received an on-site service and support contract from the United Kingdom's School of Army Aviation, the company announced today. Under the terms of the agreement, E&S will provide full-time on-site engineering and Encore(SM) service for the Aviation Command and Tactics Trainer (ACTT), which is located at Middle Wallop. Commissioned for training early last year, the ACTT uses E&S' Mission Command Trainer (MCT®) to provide cost-effective courses for their pilots, aircraft commanders and flight commanders.

The MCT, which has trained approximately 630 helicopter pilots in the past five years, is a low-cost tactics simulator that provides realistic mission command training, mission planning and mission rehearsal in a virtual environment against an intelligent enemy. Using real-world, high-fidelity databases, PC-based visual systems, and off-the-shelf components, the MCT allows students to experience maneuvers and battles while instructors observe and evaluate their performance. The ACTT is now in the final stages of a system upgrade, which will allow the facility to train nearly 180 pilots each year.

This contract provides an important service for the United Kingdom's army aviation training, and shows continued acceptance of E&S Encore as a full-service solution in the simulator environment.

"By choosing this comprehensive approach to engineering support and spares, the School of Army Aviation is ensuring that they will be able to meet its training requirements in the most cost-effective way," said E&S European Simulation Systems Sales Vice President David Figgins. "We have tailored a support program that addresses the school's critical needs and protects its long-term investment in equipment and technology."

About Encore Support
The most comprehensive package available in the industry, Encore takes customer service and support to a new level. For a yearly service fee, customers receive pre-positioned material and spares, access to regional distribution centers, a yearly preventive maintenance checkup and online and telephone support.

About Evans & Sutherland
Evans & Sutherland produces hardware and software to create highly realistic 3-D images. E&S business units deliver high-quality visual systems for simulation and training in defense and commercial applications, digital theaters and related applications throughout the world. Visit the E&S Web site at http://www.es.com.

E&S, MCT, and Encore are trademarks, service marks, or registered trademarks of Evans & Sutherland Computer Corp., Salt Lake City. All other trade names or marks are the properties of their respective owners.

 

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Fábio G.

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« Responder #58 em: Junho 07, 2004, 08:10:02 pm »
DD

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Exército já tem 809 candidatos via IEFP
Francisco Mota Ferreira
O Exército conseguiu, desde Abril, cativar 809 candidatos a este ramo das Forças Armadas através do Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP) esta segunda-feira o ministro da Segurança Social e do Trabalho, Bagão Félix.



Falando aos jornalistas após a assinatura de um protocolo de cooperação entre o IEFP e o Exército, o ministro esclareceu ainda que foram convocados por esta via 3.423 candidatos, tendo aceite a via castrense, após entrevista, 809 candidatos.
Bagão Félix disse ainda que estão previstas 6 mil vagas para este ano. O Exército tem já assegurados 12 mil contratados – o número mínimo considerado essencial para suprir as necessidades do ramo com o fim do Serviço Militar Obrigatório em Novembro deste ano.

Os contratos com os mancebos têm a duração mínima de dois anos e a máxima de seis. O regime de voluntariado mantém-se, com a duração de um ano.

O ministro disse ainda que o protocolo assinado prevê que, ao contrário do que sucede na actual lei - onde qualquer desempregado inscrito num centro de emprego só poderá recusar uma vez uma colocação via IEFP - no caso dos pedidos do Exército, o candidato poderá recusar sempre. Porque se trata de um caso à parte, esclarece o ministro, para quem «não fazia sentido aplicar a mesma regra que se aplica no mercado de trabalho.

O ministro esclareceu ainda que não há suspensão ou limitação do subsídio de desemprego para quem acabe os contratos com as Forças Armadas. A não ser que o subsídio de reintegração ultrapasse os 11 mil euros.

Referindo-se ao protocolo, Bagão Félix diz que esta «é uma colaboração inédita e inovadora», que irá dar às Forças Armadas «estabilidade na profissionalização», para além do «alcance social» que esta medida passará a ter.

Para o ministro de Estado e da Defesa Nacional, Paulo Portas, este protocolo vai levar «o Exército a procurar os jovens onde eles estão e oferecer-lhes uma oportunidade no mercado de trabalho».

07-06-2004 17:31:00
 

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Fábio G.

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« Responder #59 em: Junho 08, 2004, 12:33:00 am »
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Amper espera obtener 100 millones de euros con los nuevos programas de Defensa

El grupo Amper, a través de la filial Amper Programas, espera obtener unos ingresos de unos 100 millones de euros como proveedor de los nuevos programas plurianuales de modernización de las Fuerzas Armadas aprobados por el Consejo de Ministros el pasado día 5 de septiembre, según informó ayer la compañía.
No obstante, la empresa compañía precisó que esta cifra es una primera estimación y está condicionada a la programación detallada, plazos y ejecución diseñada por el Ministerio de Defensa.
Amper será el principal proveedor de los sistemas de comunicaciones VHF, UHF y HF, así como de los sistemas de intercomunicación de los 212 vehículos de combate Pizarro.
Por otra parte, la empresa está desarrollando los sistemas de mando y control para los nuevos vehículos mecanizados, aportando su experiencia en el sistema Lince instalado en los carros de combate Leopard, así como en los puestos de mando vehiculares del sistema SIMACET.
Asimismo, Amper Programas, como socio tecnológico del consorcio Eurocopter, ha llegado a un acuerdo para desarrollar los sistemas de mando y control del helicóptero europeo Tigre y su integración con el Sistema de Mando y Control del Ejército de Tierra (SIMACET).
En este sentido, Amper también está preparada para fabricar algunos de los componentes del sistema de aviónica de este helicóptero. También suministrará los sistemas de comunicaciones VHF para el buque de proyección estratégica y los submarinos S-80.
El consejero delegado de Amper, Rafael Lozano, aseguró que la participación de Amper Programas como una de las principales empresa proveedoras del plan desarrollado por el Ministerio de Defensa consolida la posición de la empresa como uno de los líderes europeos en la implantación del software para vehículos tácticos y carros de combate de este tipo de tecnologías".
 

 

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