Notícias da Força Aérea Brasileira

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HSMW

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Re: FAB - Força Aérea Brasileira
« Responder #735 em: Março 08, 2017, 11:34:30 am »
Também não consigo ver nada.  :-\
http://www.youtube.com/profile_videos?user=HSMW

"Tudo pela Nação, nada contra a Nação."
 

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Vitor Santos

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Re: FAB - Força Aérea Brasileira
« Responder #736 em: Março 08, 2017, 03:11:37 pm »
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Só pra mim que suas imagens não aparecem Vitor?

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Também não consigo ver nada.

Que estranho :-\ 

Para mim elas aparecem perfeitamente. Então por conta deste percalço vou editá-las novamente.
 

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mafets

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Re: FAB - Força Aérea Brasileira
« Responder #737 em: Março 13, 2017, 09:38:55 am »
http://www.aereo.jor.br/2017/03/12/fab-combate-voos-irregulares-na-fronteira/
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Operação Ostium combate voos irregulares ligados ao narcotráfico. Atividade de defesa aérea será intensificada na região de fronteira com a Bolívia e o Paraguai



Cumprimentos
"Nunca, no campo dos conflitos humanos, tantos deveram tanto a tão poucos." W.Churchil

http://mimilitary.blogspot.pt/
 

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Vitor Santos

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Re: FAB - Força Aérea Brasileira
« Responder #738 em: Março 16, 2017, 08:42:36 pm »
Brasil poderá ter acesso a sinal de GPS militar

GPS militar confere precisão e confiabilidade às missões aéreas. Pesquisas na área já são desenvolvidas no Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA)



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O sucesso das operações aéreas militares em tempos modernos envolve dois conceitos em sistema GPS: localização precisa e proteção às informações. Esse é o tema de um estudo conduzido por cerca de três anos no Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), em São José dos Campos (SP).

O Brasil poderá receber essa tecnologia desenvolvida pelos Estados Unidos. No entanto, é preciso aguardar o nome ser incluído na lista de países elegíveis para acesso ao GPS militar, do tipo PPS (Precision Positioning System).

Enquanto isso, o Estado-Maior da Aeronáutica criou um grupo de trabalho para analisar oportunidades e ameaças do uso desse sinal nas aeronaves da Força Aérea Brasileira (FAB). As pesquisas do ITA integram o parecer sobre o assunto.

De acordo com o Coronel Aviador Lester de Abreu Faria, especialista da Divisão de Projetos do Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA), “o GPS de uso militar oferece mais robustez ao sistema usado atualmente. Isso se deve à precisão na condução de aeronaves e mísseis até o alvo e, principalmente, na criptografia de dados, o que evita interferências ilícitas”.

Ele afirma que o GPS tornou-se essencial para aplicações civis e militares. O uso em aeronaves de combate é voltado para localização, navegação e sincronização de tempo. No entanto, características de transparência e previsibilidade dos sinais de GPS civis os tornam fáceis de imitar e de falsificar. Por isso, “a criptografia prevista no sistema de uso militar é tão oportuna contra possíveis fraudes do inimigo”, defende.

Além de superar os requisitos de precisão, continuidade, disponibilidade e integridade dos sistemas GPS civis, “as principais vantagens do GPS militar são o uso de contramedidas eletrônicas e uma visão prospectiva do cenário operacional futuro”, destaca o Coronel Lester.

Os estudos – alguns já consagrados em artigos científicos – são fruto do Curso de Especialização em Análise de Ambiente Eletromagnético, do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), realizado por pilotos de esquadrão que se tornam peritos em guerra eletrônica.

FONTE: FAB
 

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Vitor Santos

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Re: FAB - Força Aérea Brasileira
« Responder #739 em: Março 20, 2017, 06:30:09 pm »
Brasil e Itália debatem possíveis parcerias nos setores aeronáutico e aeroespacial



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O Comando da Aeronáutica (COMAER) recebeu, nessa sexta-feira (17/03), uma comitiva italiana composta pelo Secretário Geral da Defesa e Diretor Nacional dos Armamentos da Itália, Tenente-Brigadeiro do Ar Carlos Magrassi; pelo Embaixador da Itália, Antonio Bernardini; pelo Adido de Defesa, Coronel Aviador Paolo Cianfanelli, entre outras autoridades. O objetivo foi estabelecer contatos para realizar possíveis parcerias no setor aeronáutico e aeroespacial.

Os aparelhos de pilotagem remota que, no futuro, vão estar vinculados aos satélites, foram tema da discussão. A ideia da Itália é desenvolver tecnologia para realizar o controle satelital dos Veículos Aéreos Não tripulados (VANTs) e criar uma rede horizontal de parceiros, na qual o Brasil pode ser um deles, devido à sua importância na América do Sul. 

Durante o encontro também foi debatido sobre a metodologia de treinamento de pilotos que, na Itália, está passando da fase de simulação para a emulação.

"Temos interesse em nos aprofundar nesses assuntos e a Itália poderá ser um parceiro futuro do Brasil", ressaltou o Comandante da Aeronáutica, Tenente-Brigadeiro do Ar Nivaldo Luiz Rossato.   

AM-X

O Brasil já desenvolveu juntamente com a Itália o projeto AM-X, que projetou o caça ítalo-brasileiro conhecido aqui como A-1. O acordo determinava que as fabricantes italianas fossem responsáveis por cerca de 70% do programa, enquanto a Embraer assumiu os 30% restantes. Em apenas quatro anos, o avião saiu do papel e decolou. O caça A-1 entrou em operação na Força Aérea Brasileira (FAB) em 1989. Em setembro de 2013, o então Esquadrão Adelphi recebeu o primeiro A-1M com as aeronaves sendo totalmente modernizadas pela Embraer.

FONTE: FAB
 

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Vitor Santos

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Re: FAB - Força Aérea Brasileira
« Responder #740 em: Março 23, 2017, 01:06:15 pm »
FAB apoia vítimas de enchentes no Peru



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Brasília, 21/03/2017 – Uma aeronave C-130 Hércules da Força Aérea Brasileira (FAB), do Esquadrão Gordo (1º/1º GT), decolou, nesta terça-feira (21/3), às 8h34, do Rio de Janeiro, em direção a Lima, no Peru, para prestar apoio às vítimas da enchente no norte do País. A previsão de deslocamento é de 9 horas de voo, com escala em Porto Velho (RO) para reabastecimento.

Ao todo, 14 militares da FAB estarão engajados na missão humanitária, que prevê deslocamentos diários entre três cidades tingidas pelas fortes chuvas: Piura, Trujillo e Chiclayo. “Vamos operar, junto com as autoridades locais, em atendimento às regiões afetadas”, declara o Capitão Gustavo Magaldi, comandante da aeronave. A missão tem previsão de término na sexta-feira (24/03) e retorno da equipe da FAB no sábado (25/03).

Cerca de 800 municípios peruanos declararam estado de emergência desde o início das chuvas, que causaram deslizamento de terras e enchentes de rios. Algumas cidades ficaram totalmente alagadas. Segundo o último balanço divulgado, mais de 70 pessoas morreram e 100 mil estão desabrigadas. A queda de pontes em várias localidades tem dificultado o trabalho de assistência às áreas, que na maioria estão sem água potável e energia elétrica.

Fonte: Agência Força Aérea, por Ten Cynthia Fernandes

http://www.defesaaereanaval.com.br/fab-apoia-vitimas-de-enchentes-no-peru/
 

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Re: FAB - Força Aérea Brasileira
« Responder #741 em: Março 23, 2017, 01:23:08 pm »
FAB desloca aeronave E-99 para dar suporte aos aviões de caça



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Operando a partir da Ala 5 (nova denominação da Base Aérea de Campo Grande), avião-radar E-99, da Força Aérea Brasileira (FAB) está monitorando as fronteiras com a Bolívia e Paraguai, em trabalho de repressão ao tráfico de drogas. A aeronave deslocada para a região está integrada à Operação Ostium, deflagrada há dez dias pela Aeronáutica para patrulhamento das faixas de fronteira.

No Mato Grosso do Sul, o E-99 é apoiado por dois radares móveis, instalados em Corumbá e Dourados. A missão é coibir o tráfico aéreo da cocaína boliviana e da maconha paraguaia, que nos últimos meses teria se intensificado por meio de voos clandestinos. Além do avião-radar, o patrulhamento está sendo feito pelas aeronaves de caça A-29 Super Tucano, helicópteros H-60 Black Hawk e AH-2, as de reconhecimento R-35A e RA-1 e Aeronaves Remotamente Pilotadas RQ-450.

As ações fazem parte do Programa de Proteção Integrada de Fronteiras (PPIF), do Ministério da Defesa, e devem prosseguir até o fim do ano. Elas envolvem voos de monitoramento e patrulha, instalação temporária de radares móveis em cidades próximas às fronteiras, além de Chapecó (SC); reforço das atividades aéreas nas bases da FAB; e deslocamento de aeronaves militares para cidades como Cascavel (PR), Foz do Iguaçu (PR) e Dourados.
FONTE: Correio do Estado

http://www.defesaaereanaval.com.br/operacao-ostium-fab-desloca-aeronave-e-99-para-dar-suporte-aos-avioes-de-caca/
 

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Vitor Santos

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Re: FAB - Força Aérea Brasileira
« Responder #742 em: Março 27, 2017, 02:22:24 pm »
FAB está pronta para operação que vai combater crimes transfronteiriços

Força deslocou aeronaves, radares e pessoal para áreas estratégicas com o intuito de coibir tráfegos aéreos ilegais na região de fronteira

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A Força Aérea Brasileira (FAB) inicia, nesta sexta-feira (24/3), uma das maiores operações de patrulhamento de fronteira já realizadas pela instituição – com duração de pelo menos um ano e abrangendo uma extensa faixa de fronteira. A Ostium tem o objetivo de intensificar o trabalho da FAB no controle do espaço aéreo, especialmente no que se refere à repreensão de crimes transfronteiriços, como o narcotráfico.

“Estamos tentando levar a zero o índice de ilícitos por meio aéreo numa vasta área de fronteira”, afirma o Chefe do Estado-Maior Conjunto do Comando de Operações Aeroespaciais (COMAE), Major-Brigadeiro do Ar Ricardo Cesar Mangrich. Ele explica que, para isso, em um primeiro momento, foram deslocadas aeronaves, radares e pessoal para áreas consideradas estratégicas.



Nessa primeira etapa da Ostium, dois radares foram levados para as cidades de Chapecó (SC) e Corumbá (MS), para melhorar a probabilidade de detecção, já que as aeronaves envolvidas em ilícitos costumam voar muito baixo. Já as cidades de Campo Grande (MS), Dourados (MS), Cascavel (PR) e Foz do Iguaçu (PR) receberam caças, aeronaves remotamente tripuladas, aviões-radar e helicópteros, aumentando a eficiência do patrulhamento aéreo nos locais considerados mais sensíveis.

No Mato Grosso do Sul, um dos estados onde está concentrado o esforço, toda estrutura já foi montada para o início da operação Ostium.



Embora a operação Ostium tenha iniciado, oficialmente, na última sexta-feira (24/3), os militares envolvidos na organização logística, na segurança e no apoio às atividades estão mobilizados há pelo menos um mês. Isso porque, em uma operação como essa, não basta apenas o deslocamento de aeronaves e militares; é preciso montar uma estrutura para recebê-los.

Para a atuação da Força Aérea Brasileira (FAB) na cidade de Dourados (MS), onde estão mais de cem pessoas, foram necessários cinco caminhões e uma van para transportar toda a carga de materiais, explica um Tenente do Grupamento de Apoio de Canoas (RS). "Foram dois dias de deslocamento, com aproximadamente 200m³ de suprimentos", afirma o responsável. São barracas e módulos onde funcionam os centros de comando e controle, as salas de reuniões, os dormitórios e os banheiros - é a chamada Unidade Celular de Intendência (UCI). Existe até mesmo um módulo de lavanderia, importante pela característica de perenidade da Ostium.



Para Dourados, foram levados três geradores para prover energia elétrica ao acampamento, além da montagem da infraestrutura de comunicação. "É preciso até de uma antena específica para que as imagens geradas pela Aeronave Remotamente Pilotada (ARP) sejam enviadas, em tempo real, para o comando da operação, em Brasília", conta um Sargento do 3º/1º Grupo de Comunicações e Controle (GCC), de Natal (RN). Tudo isso precisou ser avaliado e montado, do zero, explica o Tenente-Coronel Sandro Bernardon, Comandante do Esquadrão Hórus (1º/12º) e coordenador local da operação. "Quando nós chegamos aqui, não havia nada, só o chão, que também precisou ser preparado. Tudo foi construído", disse.

Os aviadores que ficam em alerta 24 horas por dia, como os pilotos de AH-2 Sabre e A-29 Super Tucano, precisam de uma sala muito próxima às aeronaves, pois têm apenas alguns poucos minutos, uma vez acionados, para decolar e realizar a missão de defesa aérea. Já as dezenas de militares envolvidos na atividade de guarda e segurança - ou seja, manter a integridade das instalações e do pessoal - trabalham em escalas de vigilância e também precisam estar próximos ao centro nervoso da operação.

Assim como a logística e a montagem da estrutura, as atividades de guarda e segurança também compõem os bastidores da Ostium. Por ser tratarem de bases deslocadas por todo o território, ou seja, fora dos quartéis; e pela característica da operação, de combate a crimes transfronteiriços, a questão da segurança é primordial, explica o Capitão comandante do grupamento que saiu da capital sul-mato-grossense para Dourados com essa missão. É por questões de segurança, também, que a identidade dos envolvidos na Ostium está sendo mantida em sigilo nas publicações de divulgação da atividade.

A principal medida de segurança é o controle de acesso aos locais da operação, explica o Capitão. Pelo fato de se tratar de uma área isolada, a abordagem é diferente, por exemplo, das ações de segurança nos Jogos Olímpicos, onde o local assegurado era o mesmo de circulação geral. "Tomamos ciência de que aqui na fronteira com o Paraguai houve a utilização de metralhadoras de calibre .50 entre criminosos, então estamos com o contingente e o armamento adequados para realizar a segurança", afirma ele.

Segundo o Tenente-Coronel Bernardon, a Ostium também tem recebido apoio essencial de outros órgãos, como organizações militares do Exército Brasileiro e prefeituras municipais.


FONTE: FAB

 

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Vitor Santos

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Re: FAB - Força Aérea Brasileira
« Responder #743 em: Abril 01, 2017, 10:29:26 pm »
FAB continua auxiliando vítimas da enchente no Peru

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Após dez dias auxiliando as vítimas das enchentes no Peru, a aeronave C-130 Hércules do Esquadrão Gordo (1º/1º GT), retorna, neste sábado, ao Brasil. A tripulação, composta por 16 militares, cumpriu mais de 60 horas de missões humanitárias de transporte de pessoas, água, mantimentos e medicamentos.

“Foram dez dias operando junto com a Força Aérea Peruana, transportamos mais de 180 toneladas de materiais diversos e mais de 1100 passageiros. Estamos voltando com o sentimento de dever cumprido. A cada pouso observamos o olhar de gratidão dos passageiros e isso mostra para cada um dos tripulantes a importância do nosso trabalho aqui”, destacou o Capitão Gustavo Magaldi, um dos pilotos do esquadrão.



Na sexta-feira (31) à noite um C-130 do Esquadrão Cascavel (1º GTT) pousou em Lima transportando dez toneladas de barracas cedidas pela Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil (Sedec).

Já neste sábado (1º) essa aeronave começa a ser empregada nas missões de transporte de pessoas e materiais no país andino. O efetivo, também de 16 militares, deve permanecer no apoio às vítimas da enchente até o dia 8 de abril. A primeira missão será o transporte das barracas levadas do Brasil até uma cidade próxima a Lima.

Entenda - Após fortes chuvas, que causaram deslizamentos de terra e alagamentos, foram registradas 97 mortes. Mais de 124 mil moradores do Peru foram atingidos pelas enchentes e 1.200 pessoas estão desabrigadas. A FAB intensifica o apoio em cidades mais atingidas pelas temporais, como Tumbes, Chiclayo e Trujillo.


FONTE: FAB
 

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Vitor Santos

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Re: FAB - Força Aérea Brasileira
« Responder #744 em: Abril 03, 2017, 01:28:14 pm »
Simulação mostra como os caças da FAB podem abater aviões desconhecidos, vejam o vídeo exclusivo da blitz



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Uma distância de 50 metros separa um caça da Força Aérea Brasileira (FAB) de um jato executivo desconhecido. O espaço é menor que a largura de um campo de futebol, ínfimo ao ser comparado aos 5,5 mil exigidos por segurança, e ambos cortam o céu a 500 km/h. A aparente sincronia chega ao fim quando o piloto do F-5 comunica ao outro comandante, por meio de rádio, que a aeronave está sendo interceptada para análise de dados. É uma blitz que pode terminar em ação extrema.

Para se ter uma ideia da complexidade, 1,8 mil aviões percorrem diariamente os trajetos entre as regiões de São Paulo (SP), Rio de Janeiro (RJ), Brasília (DF) e Belo Horizonte (MG) e esse movimento aparentemente caótico entre as nuvens é organizado de forma minuciosa.

Passo a passo da interceptação

Uma sirene toca na base imediatamente após um avião não identificado surgir na área monitorada por satélite. O caça da FAB é enviado ao local para rastreamento e trabalho de contato visual, com objetivo de identificar a matrícula do jato executivo, além de produzir fotos e filmagem dele. Na sequência, a equipe em terra também rastreia informações como permissão para voo e destino.

A constatação de que o avião não tinha autorização para a viagem entre Cuiabá (MT) e Brasília é feita por militares do Centro Integrado de Defesa Aérea e Controle de Tráfego Aéreo (Cindacta), na capital federal. A partir de então, a decisão do comandante da aeronave interceptada em não colaborar com a equipe pode elevar a intensidade do policiamento que, em último caso, prevê hipótese de abater a aeronave.



"Foi autorizado que o piloto chegue até o extremo, que nós chamamos de medida de detenção, aonde ele pode executar um tiro para que coloque essa aeronave no chão", explica o major-brigadeiro Mário Luís da Silva Jordão. Segundo ele, a medida extrema também só deve ser adotada caso não haja efeito para uma ação de persuasão.

"São tiros que são dados na lateral, com munição que é visível para essa aeronave, informando a Defesa Aérea estar interceptando a aeronave, é importante que siga instruções. Nessa hora, se não cumpre, é classificada como hostil, já deu provas de que não quer colaborar", explica.

No caso da simulação feita durante a reportagem, o comandante do jato executivo decidiu seguir a recomendação para mudança de rota e pouso em Anápolis (GO). Em seguida, após constatar o pouso do avião interceptado, o caça também é orientado a descer ao solo para que dados oficiais da aeronave sejam avaliados com detalhes.



"Como nós não temos a possibilidade em voo de ver a documentação, então usamos a modificação de rota e o pouso obrigatório para ver, in loco, se estas documentações estão em dia", destaca o chefe do Centro de Operações Aéreas, Décio Dias Gomes.

Ele ressalta que a maioria dos casos está ligada à abordagem das aeronaves de pequeno porte que não têm plano de voo comunicado. Por exemplo, aviões que decolam de uma fazenda para outra. "Muitas vezes para evitar pagar tarifas. Então, não podemos classificar que um tráfego aéreo desconhecido é um ilícito, nem sempre é. Por isso, tomamos essas atitudes", reforça.

Segurança do espaço aéreo

Ao mencionar que o trabalho visa combater transporte de drogas ou produtos ilegais pelo espaço aéreo, Gomes explica detalhes sobre a cobertura de segurança do espaço aéreo brasileiro. "O nosso sistema de defesa é completo no sentido dos radares, nós temos por todo país, não só pelas fronteiras, mas também no interior.

Uma aeronave que às vezes voa muito baixo, o radar não tem condições de visualizá-la. Por isso, normalmente nas áreas de fronteira, utilizamos a 'Eco 99', uma aeronave radar baseada em Anápolis que desloca para várias regiões do país para apoiar esse tipo de missão, porque ela tem uma visualização para baixo. Por isso, a visualização é melhorada", explica.

FONTE: https://orbisdefense.blogspot.com.br/2017/03/simulacao-mostra-como-os-cacas-da-fab.html







 

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Vitor Santos

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Re: FAB - Força Aérea Brasileira
« Responder #745 em: Abril 05, 2017, 02:28:27 pm »
FAB se prepara para receber novo caça


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Antecipação. Essa é a palavra que resume a atuação da Força Aérea Brasileira (FAB) em relação a chegada da nova aeronave de combate, o Gripen NG, prevista para 2019.

“Em termos de conteúdo e ideias doutrinárias, nossas atribuições são voltadas para que, quando o avião chegar, não iniciemos do zero. Isso vai permitir que possamos operar em um nível que apresente efetividade de resultados logo no início”, avalia o Tenente-Coronel Renato Leal Leite, que lidera o “Grupo Fox”, nome da equipe de seis pilotos de caça dedicada à gerência operacional do projeto. O grupo trabalha desde janeiro no Comando de Preparo (Comprep), em Brasília (DF), na coordenação de implantação do caça, que por aqui recebeu a designação de F-39.

“O Gripen não é apenas um avião, é um sistema. E o nível de complexidade dele é grande. O trabalho do grupo vai ajudar a operação ocorrer em sua plenitude, mais rápido”, ressalta. O F-39 é um avião com capacidade multimissão: defesa aérea, ataque e reconhecimento. O primeiro voo do protótipo na Suécia está programado, de acordo com a fabricante, para o segundo semestre deste ano.

No plano de trabalho, que vai se estender até 2021, o grupo terá um relacionamento estreito com a Comissão Coordenadora do Programa Aeronave de Combate (Copac), responsável pelo contrato de aquisição das 36 unidades do caça. “O ponto-chave é concentrar os conhecimentos relacionados à questão operacional”, afirma o oficial.

Outra atribuição será o assessoramento aos “grandes comandos” da FAB em relação à infraestrutura a ser disponibilizada na Ala 2 (antes denominada de Base Aérea de Anápolis), em Goiás.O local será o primeiro a receber o F-39 e a ideia é garantir o início da operação de maneira efetiva.

A experiência dos pilotos que integram o time será importante para os desafios que a FAB terá ao longo dos próximos dois anos. Entre os oficiais que compõem o grupo está o Capitão Ramon Lincoln Santos Fórneas, um dos pilotos brasileiros que realizaram o curso do Gripen na Suécia e recentemente retornou ao país nórdico para o encontro de países que operam a aeronave, para intercâmbio de combate em simuladores. Outros militares também podem ser requisitados como colaboradores para atender a necessidades específicas.

Nova doutrina - As novas capacidades do F-39 trazem desafios de operação que não se restringem aos pilotos brasileiros. Segundo o Tenente-Coronel Leite, o novo caça possui recursos operacionais que podem ser considerados “sistemas revolucionários” para a aviação de combate no mundo, a exemplo do sensor infravermelho de busca e rastreamento (IRST - Infrared Search and Tracking) que permite identificar alvos e é apresentado de maneira integrada ao piloto. “Será necessário desenvolver doutrina para esses sistemas que são inovadores”, explica o oficial.

Por isso, entre as atribuições do grupo está a coordenação com os órgãos da FAB para realizar estudos a respeito das capacidades e possibilidades da aeronave F-39, com objetivo de desenvolver conteúdo doutrinário a ser proposto para a operação do novo avião.

A lista de tarefas também contempla a proposta de uma estrutura organizacional e a composição do efetivo das unidades operadoras de F-39 de maneira a atender às demandas operacionais e logísticas do novo conceito implantado. Também estão previstas interações e intercâmbios operacionais com outros operadores do Gripen com o intuito de agregar conhecimento ao desenvolvimento da doutrina de emprego da aeronave.

FONTE: FAB

« Última modificação: Maio 23, 2017, 01:27:17 am por Vitor Santos »
 

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mafets

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Re: FAB - Força Aérea Brasileira
« Responder #746 em: Abril 20, 2017, 10:10:49 am »
Muito interessante.  ;)



Saudações
"Nunca, no campo dos conflitos humanos, tantos deveram tanto a tão poucos." W.Churchil

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Charlie Jaguar

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Re: FAB - Força Aérea Brasileira
« Responder #747 em: Abril 20, 2017, 11:39:23 am »
Muito interessante.  ;)



Saudações

É a DOAB (Daughter Of All Bombs)!  ;D
Saudações Aeronáuticas,
Charlie Jaguar

         "PER ASPERA AD ASTRA"
               (Por Caminhos Árduos, Até Às Estrelas)
 
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Re: FAB - Força Aérea Brasileira
« Responder #748 em: Abril 25, 2017, 03:04:50 pm »
ONU vistoria aeronaves da FAB para emprego em missões de paz

Cinco aeronaves militares foram colocadas à disposição da ONU, sendo um C-105 Amazonas, dois H-60 Black Hawk e dois A-29 Super Tucano


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Empregar aeronaves da Força Aérea Brasileira (FAB) em missões de paz. Esse é o objetivo da vistoria de uma comitiva da Organização das Nações Unidas (ONU) a esquadrões aéreos em Manaus (AM) e Porto Velho (RO) a partir desta semana. A visita de assessoramento e aconselhamento faz parte de um programa da instituição que avalia as condições de emprego aéreo dos países voluntários, chamado United Nations Peacekeeping Capability Readiness System (UNPCRS).

Militares do Ministério da Defesa (MD), do Centro Conjunto de Operações de Paz no Brasil (CCOPAB), do Comando de Preparo (COMPREP) e do Estado-Maior da Aeronáutica (EMAER) também acompanham a comitiva que visitou, nesta segunda-feira (24/04), o Esquadrão Arara (1º/9º GAV), operador do C-105 Amazonas.

Cinco aeronaves da FAB foram colocadas à disposição para atuarem em missões de paz: um C-105 Amazonas, dois H-60L Black Hawk e dois A-29 Super Tucano. A visita da ONU visa avaliar as condições de emprego, assim como o histórico de missões. O Brasil, atualmente, está no nível 1 do UNPCRS, quando coloca à disposição os meios aéreos e se candidata a operações de paz.

Ao todo, o UNPCRS possui quatro fases. A vistoria in loco pode elevar o Brasil ao nível 3, quando a operacionalidade é aprovada pela ONU dentro de todos os pré-requisitos necessários (nível 2) e se dá início ao planejamento das missões de paz (nível 3). A última etapa é a prontidão para o emprego em, no máximo, 90 dias.

Doze países em situação de conflito fazem parte da lista da ONU, como Chipre, Líbano, República Centro Africana e Congo. Quatro países tiveram baixa aceitação depois de avaliação minuciosa do Ministério das Relações Exteriores (MRE) e do MD, por questões logísticas e de risco, como Sudão do Sul e Mali.


Segundo o Coronel Humayun Chohan Zia, líder da comitiva da ONU, o Brasil é um dos países que tem oferecido considerável contribuição às Nações Unidas, como o apoio ao Haiti (Minustah), e também grandes representações individuais em inúmeras missões, como staff e observadores. “O Brasil tem grande possibilidade de empregar meios aéreos na África e em outras missões muito bem”, pontua.

Para o Subchefe de Operações de Paz, Contra-Almirante Rogério Ramos Lage, o Ministério da Defesa está sempre atuando no sentido de mostrar à ONU que o Brasil possui condições de apresentar tropas, material e pessoal para o emprego em missões de paz. “Tenho orgulho de mostrar nossa capacidade de cumprimento de missão de paz e atendimento aos compromissos assumidos diante dessa organização e à comunidade internacional”, avalia.

Aprovação

Major Dailo Gonçalves de Aquino Júnior, do EMAER, explica que existe um processo com inúmeras etapas, cuja previsão é que as aeronaves da FAB, caso sejam aprovadas, possam ser empregadas no segundo semestre de 2018. Segundo ele, depois da visita e do sinal verde, o próximo passo é uma consulta informal da ONU ao MRE sobre o interesse do Brasil em empregar seus meios aéreos em determinada missão.

A partir daí, são feitas reuniões entre MRE, MD e FAB e, caso seja de interesse o emprego na missão ofertada, os custos são enviados ao Ministério do Planejamento e Congresso Nacional para se verificar a disponibilidade de recursos financeiros. “Com o orçamento pré-aprovado, a ONU é informada da resposta positiva do Brasil e é, então, disparado o processo formal com documentação, que irá seguir o mesmo trâmite, porém com votação no Congresso. Numa previsão otimista e célere, o emprego deve acontecer no segundo semestre de 2018”, comenta.

Vistoria

Parte da comitiva da ONU segue com a visita aos esquadrões aéreos da FAB até quarta-feira (26/04). Nesta terça-feira, o grupo viaja para Porto Velho (RO), onde está sediado o Esquadrão Grifo (2º/3º GAV), com aeronaves de caça A-29 Super Tucano. Na quarta-feira, a vistoria a unidades aéreas finaliza em Manaus, no Esquadrão Harpia (7º/8º GAV), com os helicópteros H-60L Black Hawk.

FONTE:http://www.fab.mil.br/noticias/mostra/29937/INTERNACIONAL%20%E2%80%93%20ONU%20vistoria%20aeronaves%20da%20FAB%20para%20emprego%20em%20miss%C3%B5es%20de%20paz
 

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Vitor Santos

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Re: FAB - Força Aérea Brasileira
« Responder #749 em: Abril 28, 2017, 01:26:32 pm »

Comitiva da ONU inspeciona H-60 Black Hawk para missões de paz
 

 

FAB e Força Aérea Portuguesa com um Caça de 5º Geração

Iniciado por Leonardo Besteiro

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Última mensagem Outubro 04, 2015, 11:21:29 pm
por luis simoes
Reunião da Aviação de Caça (Força Aérea Brasileira)

Iniciado por jambock01

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Última mensagem Maio 27, 2006, 11:21:18 am
por Cabeça de Martelo
Modernização da Força Aérea Brasileira

Iniciado por silversantis

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Última mensagem Junho 22, 2011, 05:40:41 pm
por HSMW