FAB - Força Aérea Brasileira

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Vitor Santos

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Re: FAB - Força Aérea Brasileira
« Responder #960 em: Janeiro 25, 2018, 08:27:20 pm »
Grupo FOX completa um ano preparando a chegada do F-39 Gripen


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O Grupo Fox foi criado em 2017 para planejar e efetuar o recebimento/entrada em serviço da nova aeronave de combate F-39 (designação oficial do Saab Gripen E/F) prevista para começar suas entregas no 2º semestre de 2019 (na Suécia).

Esse trabalho vai muito além de fazer os aviões funcionarem e depois colocá-los no ar. Trata-se de compreender na plenitude um avião com capacidade multi-missão em defesa aérea, ataque e reconhecimento.

O F-39 chegará ao Brasil com a FAB dispondo de um núcleo de pilotos capacitados a extrair o máximo do avião no combate BVR (além do alcance visual), em missões de ataque a alvos na superfície com armamento inteligente (bombas guiadas, mísseis anti-radiação, anti-navio e anti-carro) e no emprego do sofisticado radar AESA, sistemas defensivos/ofensivos de guerra eletrônica e o avançado datalink de comunicações.

É o que se chama, na literatura da caça, de pilotos “snipers” ou de elite.


O grupo atua desde janeiro de 2017 no Comando de Preparo (Comprep), em Brasília (DF), na coordenação de implantação do avião, um sofisticado sistema de armas com alto nível de complexidade e grande conteúdo tecnológico agregado.

Em termos de novos conhecimentos e idéias doutrinárias, as atribuições desse grupo de pilotos é algo de grande responsabilidade e exige alto preparo profissional.

Tanto isso é verdade que pela primeira vez, uma comitiva brasileira participou do Gripen Users Group, uma conferência de usuários do caça Gripen.

O evento aconteceu no final de 2017, em Praga, na República Checa, e contou com a presença de representantes da Suécia, Hungria, Tailândia, África do Sul, República Checa e Brasil (representado por quatro militares da Força Aérea Brasileira).

Em maio de 2018, o Brasil será o anfitrião pela 1ª vez, e o Grupo FOX terá um papel importantíssimo durante esse encontro. De periodicidade semestral, o evento é composto por um grupo de Aquisição e Desenvolvimento e dois subgrupos – Operacional e Logístico.

Em Praga, durante a última reunião, a empresa Saab, fabricante do caça, apresentou diversos seminários, elencou as ações desenvolvidas em resposta às solicitações dos operadores, e detalhou o atual estágio do pacote de desenvolvimento denominado MS-20 da aeronave Gripen C/D, além dos aspectos relativos à segurança de voo e um briefing sobre o desenvolvimento da versão adquirida pelo Brasil.


FONTE: http://tecnodefesa.com.br/grupo-fox-completa-um-ano-preparando-a-chegada-do-f-39-gripen/
 

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Vitor Santos

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Re: FAB - Força Aérea Brasileira
« Responder #961 em: Janeiro 25, 2018, 08:29:27 pm »
Brasil confirma compra do terceiro C295 SAR para a Força Aérea Brasileira


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O Brasil encomendou mais uma aeronave Airbus C295 (C-105 Amazonas) de busca e salvamento (SAR) que, eventualmente, elevará a 15 o número total de células do tipo em serviço com a Força Aérea Brasileira (FAB).

Esse pedido constitui a reafirmação de uma opção inserida em um contrato anterior de 2014.

A encomenda foi assinada no final do ano passado e, portanto, será incorporada à carteira de pedidos de 2017.

As três aeronaves SAR servirão ao lado de doze C295s configurados para transporte que já foram entregues.

O primeiro dos três aviões SAR foi entregue no ano passado e realizou um tour muito bem-sucedido de cinco semanas por quatro continentes antes de chegar ao Brasil.

A aeronave demonstrou sua habilidade de patrulha marítima e recursos de busca e salvamento em uma ampla gama de ambientes, tendo registrado 100% de disponibilidade durante o tour.

Na região da América Latina, mais de 100 aeronaves de transporte militar da Airbus estão em operação.

FONTE:http://tecnodefesa.com.br/brasil-confirma-compra-do-terceiro-c295-sar-para-a-forca-aerea-brasileira/
 

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Re: FAB - Força Aérea Brasileira
« Responder #962 em: Janeiro 29, 2018, 05:40:07 pm »
Sob novo comando, Esquadrão Orungan é transferido para o Rio de Janeiro


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Dando continuidade ao Processo de Reestruturação da FAB, 1º/7º GAV atuará na Ala 12

O 1º/7º Grupo de Aviação (Esquadrão Orungan) realizou a passagem de comando e despedida da Ala 14, em Salvador (BA). O Tenente-Coronel Aviador Allan Davis Cabral da Costa passou o comando do Esquadrão ao Tenente-Coronel Aviador Erivando Pereira Souza. O 1º/7º GAV será transferido para a Ala 12, no Rio de Janeiro (RJ). A cerimônia aconteceu no dia 11/01 e foi presidida pelo Comandante da Ala 14, Coronel Aviador José Henrique Kaipper.

O General da Força Aérea Portuguesa, Antonio José Frias Vasques Osório, prestigiou o evento, que também contou com a presença de veteranos e pracinhas da Segunda Guerra Mundial. Uma tropa de 41 militares da Marinha do Brasil, sob o comando do Capitão de Fragata Robson de Macedo Nascimento, Comandante do Grupamento de Patrulha Marinha do Leste, também esteve presente.

Em seu discurso de despedida, o Tenente-Coronel Allan agradeceu a equipe e as missões no Esquadrão Orungan. “Não esquecerei jamais do grande esforço de todos, seja nas longas horas de preparação da aeronave pela equipe de manutenção, seja no cumprimento de longas horas de voo”, afirmou.

destacou a honra e a alegria de poder estar à frente da Unidade Aérea. “É um grande desafio na minha carreira gerenciar a transferência desta Unidade e seu efetivo em apoio à Reestruturação da Força Aérea”, declarou.

Durante a cerimônia de despedida, alguns feitos do Esquadrão Orungan foram lembrados, dentre eles, as missões de Busca e Salvamento, o pioneirismo no Brasil no domínio da Guerra Eletrônica, a surpresa dos americanos e ingleses quando o Esquadrão alcançou o segundo lugar na missão da OTAN, Joint Warrior, e a operação do Projeto do P-3AM.

FONTE: Força Aérea Brasileira / http://www.aereo.jor.br/2018/01/29/sob-novo-comando-esquadrao-orungan-e-transferido-para-o-rio-de-janeiro/
 

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Vitor Santos

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Re: FAB - Força Aérea Brasileira
« Responder #963 em: Janeiro 29, 2018, 05:45:18 pm »
Esquadrão Falcão e 2º ETA passam a operar a partir de Natal (RN)


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Mudança compõe o processo de Reestruturação por que passa a Força Aérea Brasileira

Um dia após se apresentar na Ala 10 com suas equipagens, o Segundo Esquadrão de Transporte Aéreo (2º ETA) já realizou sua primeira missão sediado em solo potiguar. Uma aeronave C-95 Bandeirante foi acionada de Natal (RN), na terça-feira (23), pelo Primeiro Grupamento de Engenharia de Combate, em João Pessoa (PB), para transporte de tropa do Exército até Teresina (PI). Os aviões do 2º ETA e os helicópteros H-36 Caracal do Esquadrão Falcão (1º/8º GAV) chegaram a Natal na última segunda-feira (22).

Os Esquadrões, transferidos de Recife (PE) e Belém (PA), passam a compor a Ala 10 – que totaliza cinco esquadrões aéreos sob sua subordinação, sendo três de instrução (1º/5º GAV, 2º/5º GAV e 1º/11º GAV) e dois operacionais (2º ETA e 1º/8º GAV). Com isso, a organização atinge a composição esperada pelo Alto Comando da Aeronáutica, conforme a nova concepção estratégica, que prevê como a Força Aérea Brasileira (FAB) deve ser em 2041, quando a instituição completar 100 anos.

O Comandante da Ala 10 explica que, além da posição geográfica de Natal, que possibilita uma melhor pronta resposta em caso de acionamento, o fato do aeródromo ser exclusivamente militar também contribui para a gerência das operações dos cinco esquadrões sediados. “Em Recife e Belém, a demanda civil dos aeroportos está aumentando. A partir do momento que foi feito o Aeroporto de São Gonçalo [Aeroporto Internacional de Natal] e a gente ficou com esse complexo todo para os militares, tornou-se mais conveniente trazer essas unidades para cá, até mesmo para utilizar essa estrutura e facilitar a coordenação das operações”, explica o Oficial-General.

O Brigadeiro Medeiros vê, ainda, outro fator positivo na presença dos esquadrões de transporte e asas rotativas em Natal. “A vinda deles é muito boa, não só para os estagiários [do Programa de Especialização Operacional – PESOP] conhecerem, ainda durante o curso, um esquadrão operacional, mas para os oficiais do esquadrão servirem de exemplo de conduta para os que estão começando”, diz ele.


2º ETA – Depois de 48 anos de história em Recife, o Esquadrão Pastor passa a escrever um novo capítulo de sua história, agora em Natal. Segundo seu Comandante, Tenente-Coronel Aviador Marcio Henrique Santos da Costa, a expectativa pela nova casa é bastante positiva, por todas as possibilidades de operação na Ala 10. “Essa é uma das maiores Alas do Brasil, não só pelo espaço físico, mas em relação à estrutura operacional para comportar o esquadrão e para termos uma boa operação. A chegada aqui é vista com muito bons olhos”, afirmou o Comandante do 2º ETA.

O Esquadrão, que realiza missões de transporte aéreo logístico e aeroterrestre, como evacuação aeromédica e lançamento de fardos e tropas, utiliza as aeronaves bimotor C-95 Bandeirante, C-97 Brasília e C-98 Caravan. “O que facilita para a gente [com a mudança para a Ala 10] é o fato da preparação ser melhor observada, primeiro pela proximidade do 1º/5º GAV, que de alguma forma dita a doutrina, fica muito mais fácil de dialogar; e segundo porque tem Maxaranguape aqui do lado”, completa o Tenente-Coronel Marcio. Ele faz referência ao Esquadrão Rumba (1º/5º GAV), que especializa os pilotos da aviação de transporte da Força Aérea, e ao Estande de Tiro Aéreo de Maxaranguape, de responsabilidade da Ala 10, que permite, por exemplo, o treinamento de lançamento de fardos e paraquedistas.


1º/8º GAV – “O Esquadrão serviu 45 anos na Amazônia, em Belém e Manaus, então essa é a nossa terceira mudança de sede. Nos sentimos honrados pela Força Aérea nos ter designado para servir em Natal, porque ela certamente viu a necessidade de estarmos aqui”, afirma o Comandante do Esquadrão Falcão, Tenente-Coronel Aviador Mário Jorge Siqueira Oliveira. Segundo ele, a mudança do Norte para o Nordeste representará o aumento das capacidades de atuação do Esquadrão. “Nosso teatro de operações mudou. Lá, era o resgate voltado para a área amazônica e agora vai ser na área do sertão e para o alto mar. Acredito que isso aconteceu em virtude da capacidade da aeronave, de avançar em alto mar 180 milhas [em torno de 290 km] e poder fazer resgates de vítimas no mar e a embarcações. O cenário é diferente, mas o fato de virmos para cá não significa que a gente vai deixar de atuar na Amazônia. Na verdade, está abrindo nosso leque. Nós já temos a expertise para atuar no cenário amazônico, e agora vamos nos adaptar ao cenário do sertão e do alto mar”, concluiu o Comandante do Falcão.

A unidade de asas rotativas opera os helicópteros H-36 Caracal e é responsável pelo serviço de resgate, busca e salvamento na região Norte e agora Nordeste do País. Para que essa transição ocorra da melhor forma, evitando a diminuição da capacidade operacional, em especial do serviço de alerta, o Esquadrão dividiu sua transferência em três etapas, sendo a última prevista para o dia 29 de janeiro.

FONTE: Força Aérea Brasileira  /  http://www.aereo.jor.br/2018/01/29/esquadrao-falcao-e-2o-eta-passam-operar-partir-de-natal-rn/
 

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Vitor Santos

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Re: FAB - Força Aérea Brasileira
« Responder #964 em: Fevereiro 02, 2018, 01:32:13 pm »

 

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Re: FAB - Força Aérea Brasileira
« Responder #965 em: Fevereiro 09, 2018, 11:32:42 am »













Créditos: João Paulo Zeitoun Moralez / www.hunterpress.com.br
 

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mafets

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Re: FAB - Força Aérea Brasileira
« Responder #966 em: Fevereiro 10, 2018, 10:20:27 am »
Não percebo muito bem a polémica. Possivelmente o avião é irrecuperável ou o valor de recuperação muito alto.

http://tecnodefesa.com.br/forca-aerea-emite-nota-sobre-c-105-amazonas-em-surucucu/

Citar
Prezado Jornalista,

Com relação ao texto intitulado “C-105 Amazonas acidentado é flagrado canibalizado em Surucucu (Roraima)”, publicado na segunda-feira (05/02) no site Tecnodefesa, este Centro esclarece:

“Todos os equipamentos embarcados, motores, hélices, assentos e demais itens passíveis de remoção já foram recolhidos e estão em processo de recertificação para reaproveitamento pela Força Aérea Brasileira.

O Comando-Geral de Apoio realizou estudos de viabilidade técnica, financeira e logística para retirar a fuselagem da aeronave. A operação deverá ocorrer brevemente.”

Atenciosamente,

Centro de Comunicação Social da Aeronáutica



http://www.defesaaereanaval.com.br/acidente-com-c-105-amazonas-da-fab-em-roraima/?print=pdf

Citar
Um cargueiro bimotor turboélice Airbus Military C-105 Amazonas
da Força Aérea Brasileira acidentou-se durante procedimento de
pouso no aeroporto de Surucucu, na cidade de Alto Alegre, em
Roraima, neste sábado (27), aparentemente sem vítimas. A
pista fica ao lado do Pelotão Especial de Fronteira (PEF).



Cumprimentos
"Nunca, no campo dos conflitos humanos, tantos deveram tanto a tão poucos." W.Churchil

http://mimilitary.blogspot.pt/
 

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Re: FAB - Força Aérea Brasileira
« Responder #967 em: Fevereiro 21, 2018, 05:53:06 pm »
Não percebo muito bem a polémica. Possivelmente o avião é irrecuperável ou o valor de recuperação muito alto.

http://tecnodefesa.com.br/forca-aerea-emite-nota-sobre-c-105-amazonas-em-surucucu/

Citar
Prezado Jornalista,

Com relação ao texto intitulado “C-105 Amazonas acidentado é flagrado canibalizado em Surucucu (Roraima)”, publicado na segunda-feira (05/02) no site Tecnodefesa, este Centro esclarece:

“Todos os equipamentos embarcados, motores, hélices, assentos e demais itens passíveis de remoção já foram recolhidos e estão em processo de recertificação para reaproveitamento pela Força Aérea Brasileira.

O Comando-Geral de Apoio realizou estudos de viabilidade técnica, financeira e logística para retirar a fuselagem da aeronave. A operação deverá ocorrer brevemente.”

Atenciosamente,

Centro de Comunicação Social da Aeronáutica



http://www.defesaaereanaval.com.br/acidente-com-c-105-amazonas-da-fab-em-roraima/?print=pdf

Citar
Um cargueiro bimotor turboélice Airbus Military C-105 Amazonas
da Força Aérea Brasileira acidentou-se durante procedimento de
pouso no aeroporto de Surucucu, na cidade de Alto Alegre, em
Roraima, neste sábado (27), aparentemente sem vítimas. A
pista fica ao lado do Pelotão Especial de Fronteira (PEF).



Cumprimentos

Ele é irrecuperável.

Leia: http://tecnodefesa.com.br/forca-aerea-emite-nota-sobre-c-105-amazonas-em-surucucu/
 

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Vitor Santos

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Re: FAB - Força Aérea Brasileira
« Responder #968 em: Fevereiro 21, 2018, 05:53:38 pm »
Saab: primeiro caça Gripen da FAB será entregue em 2019


Desenvolvimento do caça Gripen E segue o cronograma, diz presidente da Saab

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A Saab permanece no cronograma para entregar os primeiros exemplares de produção da série Gripen E no terceiro trimestre do próximo ano e também tem esperança de concluir as vendas atrasadas de exemplares dos modelos C/D de nova fabricação em 2018, noticiou o site FlighGlobal.

“Vamos nos manter de acordo com o planejado e entregar as duas primeiras aeronaves para a Força Aérea Brasileira e a Força Aérea Sueca no próximo ano”, diz o presidente-executivo da Saab, Håkan Buskhe. “As coisas estão seguindo de acordo com o plano”, disse ele ao discutir os resultados financeiros da empresa de 2017, em 16 de fevereiro.

“Os testes e a avaliação do primeiro avião [protótipo] estão indo extremamente bem. Estamos recebendo dados melhores do que esperávamos”, diz Buskhe. Um segundo protótipo vai se juntar aos testes até o final deste ano.

“É sempre desafiante ter esse tipo de programa, mas, se não for desafiador, provavelmente não será um bom produto no final”, ele observa, enquanto descreve o trabalho de desenvolvimento como um progresso “bastante bom”.

Observando que a Saab está tendo oportunidades potenciais para vender o Gripen E para outras nações, incluindo Canadá, Finlândia e Suíça, ele diz: “Nosso desempenho na entrega também provará que temos um produto pronto”.


Buskhe diz que a Saab esperava concluir as novas vendas de seu Gripen C/D até o final do ano passado, mas esses fatores, incluindo processos políticos em potenciais países clientes, impediram que isso acontecesse. “O número de ofertas possíveis não mudou”, ressalta. “Temos algumas discussões intensivas com alguns países, e há grandes possibilidades durante este ano”.

Com a Força Aérea dos EUA tendo adiado uma decisão em sua competição de treinadores T-X do ano passado até meados de 2018, Buskhe diz que a Saab também gastou “muito mais do que antecipado” na atividade no ano passado. Trabalhando em parceria com a Boeing, empresa líder na licitação, está buscando um contrato para 350 aeronaves a fim de substituir o Northrop T-38 Talon da USAF.


FONTE: http://www.aereo.jor.br/2018/02/21/saab-primeiro-caca-gripen-da-fab-sera-entregue-em-2019/
 

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Re: FAB - Força Aérea Brasileira
« Responder #969 em: Fevereiro 23, 2018, 06:01:55 pm »















 

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Re: FAB - Força Aérea Brasileira
« Responder #970 em: Fevereiro 26, 2018, 01:24:27 pm »
Força Aérea Brasileira realiza a primeira missão de evacuação aeromédica (EVAM) utilizando o Boeing 767


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Pela primeira vez o Boeing 767, do Esquadrão Corsário (2º/2º GT) da Força Aérea Brasileira (FAB), realizou a missão de Evacuação Aeromédica (EVAM). A aeronave decolou nesta sexta-feira (23/02), às 9 horas, do Rio de Janeiro (RJ) rumo a Manaus (MA) para remover dois pacientes (uma mulher de 28 anos e um homem de 33). De Manaus, a equipe seguiu para Brasília (DF) para transportar outro paciente (um homem de 25 anos). A tripulação, composta por três militares da área da saúde, levou os removidos para o Hospital Central da Aeronáutica (HCA) e para o Hospital de Força Aérea do Galeão (HFAG). A aeronave pousou na Ala 11, localizada no Galeão (RJ), às 21 horas da sexta-feira.


Para o Tenente Médico Gustavo Messias Costa, do Instituto de Medicina Aeroespacial Brigadeiro Médico Roberto Teixeira (IMAE), que realizou o atendimento aos pacientes, os treinamentos e cursos para esse tipo de missão e a união da equipe são importantes. “Para missões desse porte, são primordiais os treinamentos e cursos. Estou muito feliz e orgulhoso em poder aplicá-los na prática para atender os três pacientes da melhor forma, em conjunto com minha equipe. A atuação dos enfermeiros é o carro chefe do atendimento. Sem eles, a missão não decola”, conclui.


Boeing 767 – A aeronave foi recebida pela Força Aérea Brasileira, em julho (2016), para cumprir missões com grandes cargas e longas distâncias. Tem capacidade para transportar 257 pessoas, possui capacidade de carga de 38 toneladas, somando os dois porões, e volume de 115m³. A configuração da aeronave para transporte de pacientes obedece aos padrões da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN).

Fonte: CECOMSAER / https://orbisdefense.blogspot.com.br/2018/02/forca-aerea-brasileira-realiza-primeira.html
 

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Re: FAB - Força Aérea Brasileira
« Responder #971 em: Fevereiro 26, 2018, 01:36:12 pm »





 

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Re: FAB - Força Aérea Brasileira
« Responder #972 em: Fevereiro 26, 2018, 02:00:47 pm »
 

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Re: FAB - Força Aérea Brasileira
« Responder #973 em: Março 02, 2018, 05:56:23 pm »
KC-390 se prepara para integrar a frota da FAB


O ano de 2018 promete trazer bons voos para a área operacional da FAB com a entrega prevista do primeiro KC-390. A nova aeronave multimissão de transporte da Força Aérea Brasileira já está 97% desenvolvida e, neste primeiro semestre, encerra a fase de testes em voo e certificação. As duas primeiras unidades estão confirmadas para serem entregues à Ala 2, em Anápolis (GO). Ao todo, 28 aeronaves adquiridas pelo governo brasileiro irão compor a frota da aviação de transporte da FAB.

Robusto, moderno e de alta capacidade operacional, o KC-390 se materializou a partir do conceito e ideias de pilotos e engenheiros da FAB que ansiavam por demandas acima das cumpridas pelo C-130 Hércules. A maior aeronave militar desenvolvida e fabricada no Brasil não tem deixado a desejar e tem cumprido com êxito uma intensa campanha de testes que validam toda a sua capacidade em diversos cenários.

Fabricado pela Embraer Defesa & Segurança, dois protótipos do KC-390 já somam aproximadamente 1.500 horas de voo e mais de 40.000 horas de testes em laboratório dos diversos sistemas da aeronave, garantindo uma alta disponibilidade nos testes de certificação, etapa essencial para dar continuidade à linha de montagem. Para se apresentar ao público como uma das mais modernas propostas da categoria, uma dessas aeronaves já fez escala, inclusive, na maior feira de aviação, em Le Bourget (França).

Para fechar 2017, no mês de dezembro, foi atingida a capacidade inicial de operação (Initial Operational Capability – IOC), fase fundamental para dar início à operacionalidade do tão esperado avião militar e que está em conformidade com o escopo da FAB. A fabricante também obteve um certificado de tipo provisório do KC-390 junto à Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC), atestando a adequação do projeto aos exigentes requisitos de certificação de aeronaves da categoria Transporte.


Dos protótipos à operacionalidade

Do calor ao frio, os protótipos do KC-390 têm de passar por cenários variados e enfrentar diversas temperaturas para garantir a adaptação e o desempenho em qualquer região do mundo. Já foram realizados testes no gelo artificial, nos Estados Unidos. Em um segundo estágio, ainda nos primeiros meses de 2018, serão realizadas operações em ambiente com gelo e neve. O avião ainda precisa atender aos requisitos da FAB de operar na Antártida, que reúne condições climáticas adversas e submete a aeronave a situações extremas de operação. No calor, o jato também foi aprovado: o avião esteve nos Emirados Árabes e na Arábia Saudita, quando operou em temperaturas ambiente de 45 graus e 49 graus Celsius respectivamente.

A conclusão do processo de certificação será realizado em duas etapas; uma delas estabelece a homologação do KC-390 no âmbito da aviação civil, que já foi conquistado na IOC. A certificação final da ANAC e o atingimento da IOC contemplam itens básicos da missão militar como características fundamentais para o voo, atestando segurança, qualidade de voo, possibilidade de reabastecimento em voo, transporte de cargas e lançamento. A outra etapa prevê a integração de todos os sistemas da missão militar, que se inicia a partir da entrega do KC-390 para a Força Aérea este ano.

Segundo o Coronel Samir Mustafá, gerente do Programa na Comissão Coordenadora do Programa Aeronave de Combate (COPAC), os terceiro e quarto protótipos já fazem parte da linha de montagem do KC-390 e serão entregues à Força Aérea em junho deste ano. Participar das duas etapas (ensaios e linha de montagem) garante também que a linha de produção seja certificada. “As duas unidades vão ser entregues com capacidade inicial, com condições de cumprir variadas missões, como transporte aerologístico, lançamento de fardos e paraquedistas – tanto pela rampa quanto pela porta, entre outras”, acrescenta.

Ainda de acordo com o Coronel, é preciso deixar claro que, baseada na configuração inicial que o KC-390 chega à FAB, a segunda etapa de certificação vai validar a operacionalidade da aeronave em missões militares e deve decorrer pelos próximos dois anos. Estão previstas certificações complementares de reabastecimento em voo (REVO), operação de sistemas de guerra eletrônica e lançamento de cargas pesadas. Com essas etapas finalizadas, o KC-390 vai atingir a Capacidade Final de Operação (Final Operational Capability – FOC), estando disponível para atender às demandas dos mais variados operadores civis e militares.

O diferencial

O KC-390 tem como proposta ser um novo padrão de aeronave dentro dos requisitos da categoria. A diversidade de missões realizadas pela aeronave brasileira, como transporte de cargas, tropa, paraquedistas, reabastecimento aéreo, apoio a missões humanitárias, combate a incêndios, busca e salvamento e evacuação aeromédica, chama a atenção pela amplitude de atuação.

Com capacidade de transportar até 26 toneladas, numa velocidade máxima de 870 km/h, o jato redefine o modelo de operação de uma aeronave de transporte em ambientes diversos, pistas não preparadas e com uma autonomia invejável.

E por falar em autonomia, o REVO é uma das características de destaque desta aeronave multimissão. Com os equipamentos instalados, o KC-390 consegue realizar até duas operações de reabastecimento em voo, simultaneamente, garantindo uma maior operacionalidade em aeronaves dentro de um pacote de missões.

Prevista para 2018, a fase final de testes de REVO deve acontecer no Rio de Janeiro (RJ). O KC-390, que em 2016 realizou apenas o contato seco com o caça F-5, agora vai finalizar o protocolo de testes e abastecer o A-1 durante os voos de ensaios. Um dos futuros clientes para ser reabastecido em voo é o novo caça F-39 Gripen, adquirido também pelo governo brasileiro e previsto para chegar em 2021. O H-36 Caracal é o helicóptero da aviação de asas rotativas da FAB que também será reabastecido pelo jato.


O fato inédito fica por conta da nova aeronave de transporte ser reabastecida por outras aeronaves de transporte. Com a possibilidade de transportar até 23,2 toneladas de combustível, o KC-390 está pronto para receber combustível de aeronaves abastecedoras, como o KC-130 Hércules ou até mesmo de outro KC-390.

A autonomia do KC-390 é um fator atraente. Saindo de Manaus (AM), com 26 toneladas de carga a bordo, o KC-390 consegue chegar até Brasília (DF) ou Lima (Peru), uma distância de aproximadamente 2.100 km. Se a carga for de 14 toneladas, por exemplo, a aeronave consegue decolar da capital amazonense e ir até Washington, D.C., capital federal dos Estados Unidos. Sem precisar abastecer, o alcance sobe para cerca de 5 mil km. Saindo da mesma origem, sem transportar nenhum tipo de carga (Ferry Flight) e utilizando os tanques auxiliares, o cargueiro tem autonomia de 8.500 km, com capacidade de combustível para cruzar o Atlântico e chegar à capital da França, Paris, ou Dublin, na Irlanda.

A vantagem da autonomia também colabora, e muito, nas missões de busca e salvamento, uma das capacidades em que a na aeronave poderá ser empregada. Tudo isso porque a FAB possui uma responsabilidade de controlar e realizar missões como essa numa área equivalente a 22 milhões de km2, que abrange desde a região costeira do Atlântico, quase atingindo o continente africano. Somado a um radar de última geração, o KC-390 poderá localizar embarcações naufragadas com possibilidade de acompanhar alvos e fazer o rastreio de mais de 200 pontos simultaneamente.

Outro diferencial do jato foram as parcerias estratégicas firmadas. Acordos bilaterais garantiram o desenvolvimento do KC-390 com a colaboração de países como Portugal, República Tcheca e Argentina, que avançaram nas negociações desde o início e contribuíram no intercâmbio de tecnologias.

Mercado

É um mercado em potencial que foi estudado e explorado pela indústria aeronáutica brasileira e que pode trazer muitos benefícios ao País. A cota de mercado (market share) estimada é de aproximadamente 300 aeronaves exportadas nos próximos 20 anos, o que pode representar uma injeção de até U$ 20 bilhões de dólares na economia.

Como se trata de propriedade intelectual desenvolvida no Brasil, a cada jato vendido pela Embraer, o Governo Brasileiro vai ter um retorno financeiro que pode ser novamente enxertado na economia. A expectativa é de que R$ 2,34 bilhões de royalties sejam gerados e R$2,40 bilhões em impostos acumulados.

“Esperamos que essa aeronave tenha sucesso comercial digno do esforço que foi feito para desenvolvê-la. Em termos de produto, ela é uma aeronave que supera a expectativa de qualquer cliente. Isso foi constatado nas nossas viagens de demonstração da aeronave tanto em 2016 quanto em 2017, quando todos os potenciais clientes da aeronave se encantaram com suas capacidades e se surpreenderam positivamente”, acrescenta o Coronel Samir.

A janela de oportunidades inclui também a geração de empregos diretos e indiretos. Durante o desenvolvimento do KC-390, que começou em 2009, a aeronave gerou mais de 8.500 empregos na cadeia produtiva que envolveu a engenharia de produção e a área ferramental da aeronave. Destes, são 1.430 empregados diretos com a Embraer. Nesta segunda fase de produção industrial, totalizam 6.360 empregos diretos e indiretos, envolvidos na fabricação de peças primárias e células, até a montagem final.


Doutrina

Mas, afinal, o KC-390 vai para qual Esquadrão da FAB? Eis a questão que tem inquietado pilotos e interessados da área. O novo jato vai para o Grupo Kilo, uma formação de pilotos especialistas na área de atuação do jato responsável por fazer a implantação operacional. Criado em 2016, o grupo está envolvido com a documentação operacional e com a estruturação do primeiro esquadrão que vai receber a aeronave.

Assim que ela for entregue, o grupo ficará imerso no universo da nova aeronave imbuído em criar a nova doutrina do equipamento. Enquanto aguardam a chegada do jato, o grupo também se organiza em Anápolis (GO), onde vai estar sediado o time a partir do mês de março deste ano, quando a formação será composta por 12 aviadores e 30 graduados. Toda a idealização e organização desse modelo adotado para receber o KC-390 é do Comando de Preparo (COMPREP), unidade da FAB que concentrou as atividades de treinamento, avaliação e doutrina.

Segundo o Chefe do Estado-Maior do COMPREP, Major-Brigadeiro do Ar Mário Luís da Silva Jordão, a grande novidade do Grupo Kilo é que ele não vai reunir apenas pilotos da Aviação de Transporte. “Devido às características amplas da aeronave e das várias missões que ele pode fazer, o Grupo Kilo vai abranger todas as aviações da Força Aérea”, disse.

O oficial-general explica que a capacidade multidisciplinar do KC-390 permite a integração de Asas Rotativas, Reconhecimento, Caça, Transporte e Patrulha. Um dos exemplos de equipamentos que serão incorporados ao KC-390 é o POD Litening, um radar de reconhecimento já empregado nos caças A-1 da FAB. “O POD Litening, que é um equipamento infravermelho, hoje é operado pelos esquadrões de A-1 de Santa Maria. Então, vamos trazer gente de Santa Maria para incluir nesse grupo”, acrescenta.

De acordo com o cronograma, até 2019, esses militares vão ter dedicação exclusiva ao Grupo Kilo e, depois de validar o jato nas missões operacionais militares, entregam o KC-390 na configuração final de operacionalidade. Devido à expertise adquirida, os envolvidos possivelmente devem assumir o comando da aeronave nas primeiras missões reais. “Esse time vai ser a base do futuro esquadrão,” declara o Major-Brigadeiro Jordão.


FONTE: Força Aérea Brasileira/Agência Força Aérea / http://www.aereo.jor.br/2018/03/02/kc-390-se-prepara-para-integrar-frota-da-fab/
 

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Vitor Santos

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Re: FAB - Força Aérea Brasileira
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Evolução do Programa Gripen E no Brasil!


 

 

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