Notícias da Força Aérea Brasileira

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fischt75

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« Responder #75 em: Agosto 30, 2007, 02:27:43 pm »
Por muito que se discuta se os Brasileiros compram os SU-30, F-16, F-18, Typhoon, Rafale, Gripen toda a gente dá os seus palpites como quando se vai comprar um carro, cada um tem a sua preferência de marca cor e extras, mas um caça de combate não é um carro e todos os factores têm de ser bem ponderados. Para o Brasil  independência diplomática em relação á sua capacidade estratégica sempre foi preponderante, para provar está o facto, a aquisição dos Mirage 2000.
Por isso a minha ideia de FB-X 2 passará por 3 Modelos, continuação e aquisição de mais Mirage 2000 ou RAFALE ou GRIPEN.
Se estou errado espero que me ajudem a tirar estas duvidas…
Obrigado.
Portugal
 

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Get_It

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« Responder #76 em: Agosto 30, 2007, 03:13:08 pm »
Penso que já tinham dito aqui que o Gripen não tinha qualquer hipótese de ser escolhido devido ao seu baixo alcance (800km). Mas talvez o Future Gripen tenha mais hipóteses se for desenvolvido a tempo para ainda entrar no concurso.

Cumprimentos,
:snip: :snip: :Tanque:
 

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HJERONIMO

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O que o Brazil necessita
« Responder #77 em: Agosto 31, 2007, 10:07:51 pm »
Não gostava de dar mais ideias a outro Pais mesmo ratando-se este do Brasil que nos une por laços históricos e de sangue mas na minha modesta opinião e sabendo de ante-mão que ainda existem carências económicas no Brazil que têm prioridade sobre a modernização das suas FA acho que o Brazil devia considerar o seguinte :
- o Brazil é a maior potencia economica da America latina e por conseguinte um rival não declarado dos EUA , estes vêm com alguma preocupação o aumento de influencia economica do Brasil e têm inc. jogos de guerra num cenário da selva amazonica .

- O Brazil tem a maior area territorial da america latina e os seus recursos são enormes , muitos ainda não explorados.

- O Brasil  faz fronteira com alguns paises que se estão a modernizar militarmente e têm por habito emiscuirem-se nos assunto politicos de outros paises , caso da Venezuela.

- O Brasil têm um mercado interno de 180 milhões e está a crescer exponencialmente pelo que será um dos maiores mercados do continente americano e por isso uma potência económica.

Por todas estas razões , para defender o seu território , a sua economia , as suas populações o Brasil não pode estar dependente da boa vontade de terceiros e não pode esperar ue haja uma ameaça militar para melhorar as suas FA's. Deve ser independente , deve pertilhr e participar no desenvolvimento de aeronaves , de navios , de misseis , de satelites , etc ... de modo a conseguir fabricar em seu própio solo os meios necessários á sua defesa .

Os EUA consideram todo o continente americano como sua área estratégica e não admitem que outras potencias se relacionem com este continente , isto está escrito , penso que foi dito por Roosevelt e ainda hoje é referido.

Os EUA irão num futuro proximo encrar o Brasil como seu potencial rival e tentar limitar o seu crescimento assim como faz com todos os seus potenciais rivais.

Por tudo isto acho que o Brasil deveria ter umas FA's crediveis (acredito que esteja a tentar ou planear isso) , devia cooperar mais com a UE em detrimento dos EUA q nem sp estiveram disponiveis a ajudar o Pais.

A medio prazo , deveria voltar a ter a capacidade nuclear de dissuasão e uma clara supremacia do mar no atlantico sul.

Não me levem a mal os brasileiros , é só uma opinião.
etc
 

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MAC

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« Responder #78 em: Setembro 01, 2007, 01:55:37 am »
Comienzan a modernizar los 53 aviones AMX de la Fuerza Aérea Brasileña


Río de Janeiro, 31 ago (EFE).-

La Empresa Brasileña de Aeronáutica (Embraer) informó que puso hoy en marcha el proyecto para repotenciar los 53 aviones de combate AMX con que cuenta la Fuerza Aérea Brasileña y a los que dotará de modernos sistemas de radares, armamentos y sensores.

"El proyecto de modernización tiene por objetivo mantener activa por otros 20 años la flota de 53 unidades de uno de los más eficientes aviones de combate en actuación en el país y que fueron fabricados por Embraer entre 1989 y 2000", informó la empresa en un comunicado.

El contrato por 400 millones de dólares para modernizar los cazabombarderos fue firmado en agosto de 2004 y prevé que Embrear, que desarrolló y fabricó los aviones, los modernice en un plazo de cinco años.

"La actualización del AMX incorporará lo que hay de más actual en tecnología para sistemas de aviones, de armamento y sensores", según el fabricante.


Dotados con sistemas de última generación, las aeronaves alcanzarán el nivel operacional de los más avanzados aviones de combate disponibles en el mundo, según el fabricante.

Los cazabombarderos AMX, desarrollados en la década del ochenta por Embraer y empresas italianas con tecnología punta, tienen una autonomía de vuelo que le permite a la Fuerza Aérea Brasileña llegar a cualquier punto de América Latina y el Caribe.

La Fuerza Aérea Italiana, que llegó a tener en su flota cerca de 120 de estos aparatos en servicio, los utilizó en misiones de la OTAN en Kosovo.

Cada aparato puede cargar actualmente cerca de cuatro toneladas de misiles, cohetes y bombas, y está dotado de un sistema para su abastecimiento en pleno vuelo.

La Fuerza Aérea Brasileña tiene concentrada su flota de AMX en las bases aéreas de Santa María, en estado de Río Grande do Sul y próximo a la frontera con Argentina y Uruguay, y Santa Cruz, en el estado de Río de Janeiro.

Según Embraer, en la modernización de los AMX utilizará tecnología ya desarrollada para los Super Tucano y F-5BR, los aviones de combate más modernos entre los fabricados por la empresa brasileña.

El proyecto también pretende "reducir la obsolescencia de los equipos, sistemas y tecnologías" con tecnología ya controlada por Embraer, con lo que el mantenimiento de la flota ya no dependerá de abastecedores externos.

Para el fabricante, el proyecto le permitirá ampliar su capacidad tecnológica para "desarrollar nuevos productos para el Ministerio de Defensa de Brasil y generar posibilidades de exportación". EFE
 

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Miguel Sá

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« Responder #79 em: Setembro 01, 2007, 11:22:03 am »
Atendendo às ligações que existem entre a Embraer e Helibras com a EADS e Dassault, e a vontade política em obter tecnologia, creio a solução passará pelo Mirage 2000 (até em versões mais modernizadas como o 2000-5 ou 2000-9 ou outra à medida da FAB) e/ou Rafale
 

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Brasil

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« Responder #80 em: Outubro 01, 2007, 05:02:23 pm »
Força Aérea Brasileira
Defesanet 01 outubro 2007
DoU 25 Setembro 2007
 
Diário Oficial da União

Ministério da Defesa
Comando da Aeronáutica
Comando-Geral de Apoio
Centro Logístico da Aeronáutica




EXTRATO DE DISPENSA DE LICITAÇÃO N o 3/CELOG/2007

PROCESSO Nº.: 1082/CELOG/2007. OBJETO: Fornecimento de 11 aeronaves F-5, sendo 4 (quatro) modelo F-5E - monoplace, 4 (quatro) F-5EM modernizadosmonoplace e 3 (três) F-5F biplace.
FUNDAMENTO LEGAL: inciso XIX do Art. 24, da Lei Nº. 8.666, de 21/06/93, regulamento do pelo Decreto de 2 de abril de 1996, conforme Ata de Padronização de Material de Emprego na Aeronáutica, nomeada pela Portaria nº. 921/GC3, de 2 de setembro de 2004.
JUSTIFICATIVA: Inciso III, do Parágrafo único, do Art. 26, da Lei nº. 8.666/93. VALOR: US$ 21,000,000.00.
CONTRATANTE: Centro Logístico da Aeronáutica.
CONTRATADA: JORDAN AERONAUTICAL SYSTEMS COMPANY.
AUTORIDADE SOLICITANTE: Brig Ar NILSON SOILET CARMINATI Ordenador de Despesas.
AUTORIDADE RA TIFICADORA: Ten Brig Ar PAULO ROBERTO RÖHRIG DE BRITTO -Comandante do COMGAP.
NATUREZA DE DESPESA: 44.90.52.

 


_____________________________________________________________

Defesa @ Net

Em 08 fevereiro 2006, o Diário Oficial publicou o contrato entre a FAB, através da Comissão Aeronáutica Brasileira, em Washington DC., incluindo a dispensa de licitação, do contrato com a empresa C&C INTERNATIONAL INC.. O objeto da aquisição eram 09 aeronaves F-5 Tiger II, usadas, sendo 6F-5E e 3F-5F, da Real Força Aérea da Arábia Saudita (Royal Saudi Air Force - RSAF). No valor de total de US$ 24 milhões (vinte e quatro milhões de dólares americanos). O pagamento a ser efetuado em três parcelas anuais.

Vinte meses após a FAB realiza nova dispensa de licitação para a compra de 11 aeronaves, agora da Jordânia no valor de US$ 21 milhões (vinte e um milhões de dólares americanos).

A compra envolve 04 aeronaves modelo F-5E - monoplace, 04 F-5EM modernizados monoplace e 03 F-5F biplace. A compra será realizada junto a JORDAN AERONAUTICAL SYSTEMS COMPANY.

A compra de 11 aviões da Arábia Saudita não foi efetivada. Aparentemente três fatos contribuíram:
1 – Condição de uso das aeronaves;
2 – Dificuldade de obtenção de documentação de “end-user” (usuário final), essencial para a transferência de equipamentos militares;
3 – Possibilidade destes aviões constarem do pacote de compra dos Eurofighter, compra anunciada em 2005, e efetivada em 17 Setembro 2007.

Um ponto que necessita de maior esclarecimento é a citação de modelos F-5EM .
 



http://www.defesanet.com.br/fab1/f5_jor.htm
AD ASTRA PER ASPERA
 

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Brasil

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« Responder #81 em: Outubro 01, 2007, 05:06:32 pm »
se a FAB optar por modernizar estes 11, que é o que tenho certeza que ela vai fazer, teremos 66 F-5M modernizados com tecnologia de ultima geração.



Abraços
AD ASTRA PER ASPERA
 

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nelson38899

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« Responder #82 em: Agosto 23, 2008, 11:42:17 pm »
Citar
FAB no Red Flag

Kaiser Konrad

É aguardada com ansiedade a segunda participação brasileira no Red Flag. Neste sábado decolam da Base Aérea de Canoas (BACO), no Rio Grande do Sul, sete caças F-5 EM do Esquadrão Pampa. Eles seguem para Boa Vista - RR, de onde seis caças partirão no dia seguinte para os Estados Unidos. A sétima aeronave será reserva e poderá substituir rapidamente outra que sofrer uma pane em território nacional, sem que haja atraso no deslocamento aéreo.

Os pilotos do 1°/14° GAv, hoje a elite da aviação de caça brasileira, passaram o ano treinando missões de combate aéreo. Eles vão participar da edição 08.3 (anterior a dos indianos) do exercício, cumprindo missões de superioridade aérea ao lado de caças F-15C americanos do 48º Fighter Wing, lotados na Base Aérea da RAF de Lakenheath, Inglaterra.

Os pilotos brasileiros vão operar ao lado de um dos mais tradicionais esquadrões americanos baseados na Europa, e que participou de quase todas as campanhas militares dos Estados Unidos nos últimos 50 anos, sendo o único a operar F-15 no continente europeu. Seu lema é “Prontos para voar, lutar e vencer”.

Os F-5EM da FAB estarão armados com mísseis BVR israelenses Derby, e lutarão contra os Agressors F-15 e F-16C da Base Aérea de Nellis, a mesma base que operavam antes de serem comprados pelo Brasil. Ao contrário de informações divulgadas, não levarão o míssil ar-ar Python 5, pois a FAB ainda não adquiriu este armamento, usado para combates à curta distância.

A preparação da equipe brasileira tem sido primorosa. No primeiro semestre operou no Centro-Oeste com unidades do 1º GDA, 1º GAv, Esquadrão Guardião e outras unidades especializadas da FAB. Isto para gerar um ambiente próximo ao usado pela USAF com seus "pacotes".

Cobertura especial

A cobertura jornalística da participação brasileira no Red Flag será realizada pelo Centro de Comunicação Social da Aeronáutica, que vai levar dois enviados especiais, 1 oficial e 1 sargento, que ficarão responsáveis por abastecer com notícias toda a imprensa especializada brasileira.

Por motivos desconhecidos a FAB não autorizou a cobertura do exercício, nem por “meios próprios”, conforme mensagem enviada aos diversos veículos de comunicação do país. A posição brasileira contrasta com a das demais forças aéreas participantes, que levarão jornalistas junto com seus militares.

http://www.defesanet.com.br/usa1/rf_fab.htm
« Última modificação: Agosto 23, 2008, 11:58:34 pm por nelson38899 »
"Que todo o mundo seja «Portugal», isto é, que no mundo toda a gente se comporte como têm comportado os portugueses na história"
Agostinho da Silva
 

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nelson38899

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« Responder #83 em: Agosto 23, 2008, 11:43:38 pm »
PARTICIPAÇÃO NO RED FLAG PELA FAB

Citar
A taxa de vitórias versus as derrotas foi de 40 a 60 % de mais vitórias que perdas. Esse número é excepcional pois em muitos momentos a desvantagem da plataforma brasileira era sentida. Por exemplo o F-16 Agressor leva seis mísseis AIM-120 AMRAAM enquanto o F-5EM leva dois Derby. Embora os mísseis sejam similares em performance o poder de fogo de um agressor era 300 % maior. Outro ponto era que nas áreas de “recuperação” os Agressors recuperavam a sua vida e a carga de mísseis retornando prontamente ao combate.

Não ter o data link também influenciou pois tornava os pilotos mais dependentes do controle do E-3 AWACS da OTAN. Fato superado pela determinação e profissionalismo dos pilotos brasileiros.

Outro ponto salientado é que o KC-137, do Esquadrão Corsário, não foi abatido nenhuma vez durante os exercícios. Fato muito ressaltado e elogiado pela direção do exercício.

A disponibilidade do F-5EM par ter sempre 4 aviões disponíveis para os vôos duas vezes ao dia pos 10 dias seguidos impôs uma demanda excepcional às equipes de apoio e também mostrou a qualidade destas em operar na pista de Nellis com uma temperatura de até 50º C. Uma demanda técnica e profissional porém também física tantos para os pilotos como para as equipes de terra.

http://www.defesanet.com.br/fab1/rf_2.htm#


"Que todo o mundo seja «Portugal», isto é, que no mundo toda a gente se comporte como têm comportado os portugueses na história"
Agostinho da Silva
 

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nelson38899

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« Responder #84 em: Agosto 26, 2008, 06:09:40 pm »
Brazil Embarking Upon F-X2 Fighter Program?

http://www.defenseindustrydaily.com/bra ... #more-4179
"Que todo o mundo seja «Portugal», isto é, que no mundo toda a gente se comporte como têm comportado os portugueses na história"
Agostinho da Silva
 

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nelson38899

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« Responder #85 em: Agosto 30, 2008, 02:54:08 pm »
Brasil recebe últimos Mirage 2000 C

nápolis (GO) 27/08/2008 - O ministro da Defesa, Nelson Jobim, e o comandante da Aeronáutica, Brigadeiro Juniti Saito, receberam nesta quarta-feira (27/8) os últimos dois aviões de caça Mirage 2000, de um lote de doze adquiridos da França. Os aviões substituirão os modelos anteriores de Mirage que saíram de serviço em 2005, e deverão fazer a ponte até a chegada dos novos aviões que serão adquiridos no projeto F-X2, com entrega para após 2015.

Para comemorar a data, Jobim fez um vôo de aproximadamente 50 minutos em um Mirrage. Segundo Jobim, esta compra marca o fim do ciclo de aquisições puras para a área de Defesa. Os novos modelos já serão adquiridos sob a ótica da transferência de tecnologia por parte do fabricante. “Significa a importância de nós encerrarmos um ciclo, que é o ciclo do Brasil comprador. Agora nós deveremos começar um novo ciclo, que é o ciclo do Brasil Parceiro”, afirmou Jobim, em entrevista coletiva após a cerimônia.

De acordo com Jobim, a intenção do Brasil é adquirir um pequeno lote inicial do novo avião que vier a ser escolhido e passar a desenvolver localmente uma plataforma que participe da produção das unidades seguintes. “A nova estratégia de Defesa significa que nós seremos produtores”. Segundo o ministro, os principais países que participam da disputa afirmam que estão dispostos a transferir tecnologia. Mas ele pondera que nem sempre os fatos confirmam a intenção, e cita o caso do governo americano, que recentemente dificultou a remessa de componentes adquiridos para o Supertucano, da Embraer
http://www.defesanet.com.br
"Que todo o mundo seja «Portugal», isto é, que no mundo toda a gente se comporte como têm comportado os portugueses na história"
Agostinho da Silva
 

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antoninho

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« Responder #86 em: Agosto 30, 2008, 04:31:48 pm »
Não estou a ver nenhum país europeu, russia incluida, nem os USA a dar de bandeja, toda uma tecnologia de ponta em troca de meia duzia de aviôes, a um possivel e potencial concorrente, a menos que o Brasil se torne sócio de um consórcio e aí....o unico país que pode quebrar tal será a meu ver só um...............Israel.................
 

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rafafoz

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« Responder #87 em: Setembro 09, 2008, 09:32:29 pm »
Citação de: "antoninho"
Não estou a ver nenhum país europeu, russia incluida, nem os USA a dar de bandeja, toda uma tecnologia de ponta em troca de meia duzia de aviôes, a um possivel e potencial concorrente, a menos que o Brasil se torne sócio de um consórcio e aí....o unico país que pode quebrar tal será a meu ver só um...............Israel.................


Bem isso nós saberemos hoje, que nosso excelentíssimo e burrissimo (alem de semianalfabeto) Presidente da República Luis Inacio Lula da Silva vai falar sobre o plano de defesa do Brasil. Bem parece que sera em torno de 2,5 % do PIB nacional em torno de uns U$ 40 Bilhões (a cambio local). Isso melhorara muito nossa defesa ja que com oque é destinado atualmente menos de 1%, mais ou menos uns U$ 9 Bilhões.

E essa estratégia inclue Aeronaltica, Marinha e Exercito. Oque traria um lucro enorme pra frança em vendas de material belico e militar. Transferencia de Tecnologia alem dos acordos por baixos dos panos que nunca saberemos ...
 

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rafafoz

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« Responder #88 em: Setembro 10, 2008, 03:23:39 am »
Na verdade saberiamos...
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Lula adia divulgação do novo Plano Nacional de Defesa        
Por Defesa Brasil    
09 de Setembro de 2008  
REUTERS

BRASÍLIA - O presidente Luiz Inácio Lula da Silva decidiu nesta terça-feira submeter a proposta do Plano Estratégico de Defesa ao Conselho de Defesa Nacional.

Antes previsto para o dia 7 de setembro, o lançamento do programa ainda não tem nova data. Depois do desfile realizado em comemoração ao dia da Independência, no domingo, o chefe do Núcleo de Assuntos Estratégicos da Presidência da República, ministro Roberto Mangabeira Unger, afirmou a jornalistas que a divulgação do documento deve gerar polêmica.

Segundo o ministro, a proposta será acusada de causar desperdício de dinheiro público e promover uma corrida armamentista. O plano redefinirá o papel das Forças Armadas e as diretrizes para o reaparelhamento do Exército, Marinha e Aeronáutica.

A decisão de submeter o plano ao Conselho de Defesa foi tomada em reunião no Palácio do Planalto, da qual participaram Mangabeira Unger e os ministros Nelson Jobim (Defesa) e Dilma Rousseff (Casa Civil). Jobim e Mangabeira são os responsáveis pela produção do plano. A idéia do presidente Lula é ampliar a discussão sobre o tema.

Órgão de assessoramento do presidente da República, o Conselho de Defesa Nacional é integrado pelo vice-presidente, pelos presidentes da Câmara e do Senado e pelos ministros das Relações Exteriores, Fazenda, Planejamento e Justiça, além dos comandantes das Forças Armadas. (Reportagem de Fernando Exman)

Fonte: Reuters
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rafafoz

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« Responder #89 em: Outubro 01, 2008, 07:13:53 pm »
Comando da Aeronáutica Pré-seleciona candidatos do Projeto F-X2

Citar
Programa F-X2

Ministério da Defesa
Comando da Aeronáutica
CENTRO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL DA AERONÁUTICA



O Comando da Aeronáutica informa que, em obediência ao cronograma de renovação da frota das aeronaves de combate da Força Aérea Brasileira – FAB, completou mais uma etapa do processo de seleção dos novos caças multi-emprego a ser incorporados ao seu acervo.

A Comissão Gerencial do Projeto F-X2 (CGPF-X2), instituída em 15 de maio de 2008, conduziu os estudos de avaliação das aeronaves pré-selecionadas (Boeing F-18E/F Super Hornet, Dassault Rafale, Eurofighter Typhoon, Lockheed Martin F-16 Adv, Saab Gripen NG e Sukhoi SU-35), de forma a elaborar uma lista reduzida (short list) nesta etapa do processo.

A concretização desta short list visou a garantir o atendimento aos requisitos operacionais para aeronave de caça multi-emprego estabelecidos pelo Estado-Maior da Aeronáutica e permitir o aprofundamento das avaliações dos sistemas de armas candidatos que foram selecionados nesta fase.

Os estudos tiveram por base as informações fornecidas pelas empresas em resposta aos pedidos de informações (do inglês Request For Information - RFI), emitidos em Junho de 2008. Os dados provenientes das empresas participantes foram avaliados de forma sistêmica, considerando aspectos referentes às áreas operacional, logística, técnica, Compensação Comercial (offset) e transferência de tecnologia para a Indústria Nacional de Defesa.

A partir de agora, na nova etapa do processo de seleção, as avaliações irão concentrar-se nas seguintes aeronaves componentes da short list (listadas aqui em ordem alfabética dos respectivos fabricantes):

               1 - BOEING (F-18 E/F SUPER HORNET),
                2 - DASSAULT (RAFALE) e
                3 - SAAB (GRIPEN NG).


As 36 aeronaves, que integrarão o 1º lote, deverão ser entregues a partir de 2014, com expectativa de vida útil de, no mínimo, 30 anos. Assim, ao longo dos próximos anos, haverá a substituição, gradativamente, dos atuais caças Mirage 2000, F-5M e A-1M. O conjunto de conhecimentos e capacitação tecnológica adquiridos nesta aquisição irá contribuir para que o Brasil tenha condições de produzir ou participar da produção de caças de 5ª geração em um futuro de médio e longo prazo.

Por fim, o Comando da Aeronáutica ressalta que este processo representa um importante avanço para sua Indústria de Defesa com reflexos duradouros, possibilitando parcerias estratégicas de longa duração. No correr do próximo ano, deverá ser conhecido o vetor selecionado, tão logo as fases subseqüentes sejam concluídas.


CENTRO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL DA AERONÁUTICA


Minha opnião: creio que o Brasil deixou de lado os Su-35 para evitar qualquer problemas futuros com os EUA já que claramente vemos o desacordo dos governantes Brasileiros contra a tatica utilizada pelos Russos nos ultimos tempos de buscar espaço na America do Sul.
politicamente compreensivel, mais estratégicamente não pela superioridade dos Su-35, pena ter que deixar de lado um caça tao avançado.
« Última modificação: Outubro 02, 2008, 08:59:13 pm por rafafoz »
 

 

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