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Notícias da Rússia
« em: Agosto 21, 2006, 08:49:56 pm »
Do DD

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Rússia conclui pagamento de dívida soviética a Clube de Paris

Moscovo anunciou esta segunda-feira ter concluído o pagamento antecipado ao Clube de Paris dos cerca de 17.550 milhões de euros de dívida herdados dos tempos da URSS.

 

De acordo com o Ministério das Finanças russo, o pagamento antecipado permitiu uma poupança de seis mil milhões de euros em serviço da dívida.
A Rússia deixa assim de ser um país devedor ao Clube de Paris.

 



E os Beriev para pagamento da dívida a Portugal? Há novas???
"Há vários tipos de Estado,  o Estado comunista, o Estado Capitalista! E há o Estado a que chegámos!" - Salgueiro Maia
 

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JoseMFernandes

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« Responder #1 em: Agosto 22, 2006, 12:26:29 am »
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Rússia conclui pagamento de dívida soviética a Clube de Paris

O acordo de reembolso antecipado, com data de 16 de Junho ultimo, seguiu-se a outro nos mesmos moldes efectuado o ano passado (então 15 000 milhoes de USD contra esta ultima prestação de 23 700  milhões).
Lembremos que esta dívida data de 1991 aquando da conhecida crise económica no período pós-soviético(perestroika).O chamado Clube de Paris era(é) constituido por 17 países que se dispuseram  a financiar então a ex-URSS, que honra seja lhe feita, ao contrário  do repúdio das dividas "czaristas" de 1918, preferiu o caminho de herdar as dívidas (e tambem os seus activos) no estrangeiro.
Evidentemente que o facto de ser actualmente o segundo exportador mundial de petróleo, com os crescentes ganhos que a situaçao mundial no sector por todos conhecida lhe tem proporcionado, muito contribuiu para que o Fundo de Estabilizaçao criado por  V.Poutine, e depois da hiperinflação dos anos 90, pudesse agora honrar os compromissos assumidos.
Por curiosidade os principais credores por ordem decrescente de importância são - Alemanha, França, Reino Unido e Holanda.
Embora a Rússia liquide o essencial das dívidas da ex-União Soviética, existem evidentemente outras dívidas comerciais especialmente a países que não fazem parte do Clube de Paris ( aprox. 4 600 milhoes USD) ainda por regularizar.
 

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ricardonunes

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« Responder #2 em: Agosto 31, 2006, 03:29:33 pm »
Gigante do alumínio vai nascer na Rússia

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Na Rússia vai formar-se o maior produtor de alumínio do mundo. A Rusal, a maior empresa do sector no país vai comprar o seu maior concorrente, a SUAL e ainda o negócio de alumínio da suíça Glencore. Um negócio que permite a Rusal ultrapassar a Alcoa e a Alcan para se assumir como maior produtor de alumínio no mundo.

A transacção que deve estar concluída em Outubro vai criar uma companhia avaliada em cerca de 30 mil milhões de dólares, mais de 23 mil milhões de euros. O novo gigante será detido a 64,5% pela Rusal, a Sual fica com 21,5% e os restantes 14% serão da Glencore. O negócio insere-se na estratégia do Kremilin de consolidar os sectores da energia e do metal.

A luz verde para a compra terá sido dada por Vladimir Putin a Oleg Deripaska, o patrão da Rusal, numa reunião que o presidente russo teve com o empresário de 38 anos no início deste mês. A nova companhia terá capacidade para produzir 4 milhões de toneladas de alumínio por ano, um número próximo dos 5 milhões de toneladas/ano que a Rusal quer estar produzir em 2013. Este negócio confirma o renascimento da Rússia enquanto grande potência mundial em especial no sector da energia e na produção de produtos estratégicos. Graças à escalada do preço do petróleo os cofres russos voltam a encher-se
Potius mori quam foedari
 

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Marauder

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« Responder #3 em: Setembro 16, 2006, 01:15:14 pm »
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Moscovo apoia criação de “campeões nacionais”
A Consolidação da indústria russa começou na energia e Putin prepara-se para repetir a fórmula noutros sectores.

Arkady Ostrovsky e Neil Buckley/FT

A fusão entre a Rusal e a Sual, que tem em vista a criação de um líder mundial na indústria do alumínio, é o último exemplo da determinação russa em se afirmar como ‘player’ global em indústrias estratégicas.
A reconstrução da economia russa foi apontada como prioridade pelo presidente russo, Vladimir Putin, nestes últimos seis anos. A par da recuperação da sua influência geopolítica, para que o Ocidente volte a tratar a Rússia com o devido respeito.
Putiu ficou visivelmente irritado quando a Arcelor, a companhia de aço sediada no Luxemburgo, rejeitou o plano de fusão com o grupo de aço russo Severstal. O fiasco da operação foi visto como uma afronta do Ocidente, a prova de que não está interessado em que as empresas russas entrem nos seus mercados. A criação de um “gigante” no sector do alumínio, capaz de ultrapassar a produção total da norte-americana Aluminium Company, é uma das metas do Kremlin, enquadrada numa estratégia mais abrangente: a criação de campeões nacionais com impacto internacional. O ‘takeover’ foi liderado pela Rusal, a líder russa do alumínio, detida por Oleg Deripaska. Fonte próxima do Kremlin diz que Putin apoiou activamente a operação de fusão num encontro que teve com Deripaska no início de Agosto.
O segundo mandato de Putin tem sido pródigo na consolidação do controlo de sectores considerados estratégicos. O processo implica a criação de um campeão nacional, seguido da venda de uma participação minoritária a investidores estrangeiros que trazem, por sua vez, o ‘know-how’ e a tecnologia.
Esta estratégia tem sido particularmente evidente no sector energético. Exemplos? O Kremlin aumentou a sua participação na Gazprom, o gigante russo do gás, de 38% para 51%, a fim de reforçar as restrições à participação estrangeira nas restantes acções. A esta decisão soma-se a aquisição da petrolífera Sibneft pela Gazprom, que viu a sua capitalização bolsista disparar para cerca de 250 mil milhões de dólares e, com isso, tornar-se numa das maiores empresas do mundo.
Criou ainda um campeão nacional no sector petrolífero quando a estatal Rosneft assumiu o controlo do principal activo de Mikhail Khodorkovsky, a Yukos - aquela que já foi a maior petrolífera russa e que está hoje na falência devido a milhares de milhões de dólares em impostos reclamados pelo Estado.
Esta política musculada não se cingiu, contudo, ao sector energético. A Rosoboronexport, uma agência estatal de exportação de armas gerida por um antigo colega de Putin do KGB, integrou no ano passado a Avtovaz e tem planos ambiciosos para revitalizar o construtor automóvel Lada. O Kremlin tem também em curso uma política de consolidação da indústria aeroespacial e prepara uma nova ‘holding’ estatal para controlar os activos russos de energia nuclear.
Aparentemente, tudo indica que o Estado não vai participar na criação do “gigante do alumínio”. Christopher Weafer, estratega-chefe no Alfa Bank, defende o contrário. Para Weafer a fusão pode ser o primeiro passo para o Estado vir também a controlar a indústria mineira.
Abramovich, um dos oligarcas russos mais leais ao actual inquilino do Kremlin, aceitou recentemente adquirir uma participação de 41% na Evraz, a líder russa do aço.
Ironicamente, foi Khodorkovsky quem tentou criar, pela primeira vez na história do país, uma nova espécie de campeão nacional ao fundir a Yukos com a Sibneft, ao vender uma participação do novo grupo à Exxon-Mobil. Mas optou, ao invés, por se afirmar como uma força política independente. Resultado? Cumpre pena na Sibéria por fraude e evasão fiscal.


Perfil:  Alexander Bulygin
CEO da Rusal
Idade: 38
Local de nascimento: Rússia
Formação académica: Licenciou-se com distinção em 1990 pela Universidade Estatal Técnica de Moscovo
Percurso profissional: Carreira feita na indústria do alumínio; ocupou, entre 1993 e 2000, funções em lugares de gestão em diversas unidades de fundição russas que viriam a integrar a Rusal; nomeado vice-director executivo da Rusal quando da criação da empresa.


Perfil:  Brian Gilbertson
Presidente da Sual
Idade: 62
Local de nascimento: África do Sul
Formação académica: Licenciado em Matemática e Física, mestre em liderança.
Percurso profissional: O primeiro emprego na indústria mineira foi na sul-africana JCI. Passou pela Rustenburg Platinum Mines e pelo grupo Gencor que rebaptizou de Billiton.  Em 2001, foi co-autor da fusão da Billiton com a australiana BHP, passando a ser o maior grupo mineiro do mundo.  Em 2003 assumiu a presidência da Vedanta. Oito meses depois a da Sual.

Tradução de Ana Pina


de:
http://diarioeconomico.sapo.pt/edicion/ ... 87179.html

Pois, vão-se criando campeões nacionais e mundiais através de decisões feitas mais à base do Kremlim que no mercado. Os russos lá conseguem ser capitalistas e ter uma economia de mercado...à maneira deles..
 

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Hollywood

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« Responder #4 em: Setembro 18, 2006, 08:07:35 pm »
Algo me diz, que não tarda a Russia volta a dar umas cartadas sérias no jogo Mundo. Claro que o que digo é pura especulação e pouco fundada ainda, mas quem sabe?
Os americanos deixavam de fazer tudo o que lhes dá na teia ou então não.
Apto mais Apto não há!
 

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ricardonunes

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« Responder #5 em: Fevereiro 10, 2007, 07:08:24 pm »
Potius mori quam foedari
 

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ricardonunes

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« Responder #6 em: Março 06, 2007, 12:38:52 pm »
Jornalista russo ameaçado morreu
Preparava artigo sobre venda ilegal de armas pela Rússia à Síria e ao Irão

 
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O jornalista Ivan Safronov morreu, na passada sexta-feira, ao cair da janela do seu apartamento, no quinto andar de um edifício do centro de Moscovo. O diário russo “Kommersant” revela hoje que o jornalista preparava um artigo sobre venda ilegal de armas pela Rússia à Síria e ao Irão e já tinha sido ameaçado.
Especialista em assuntos militares do “Kommersant”, Ivan Safronov preparava-se para escrever sobre "venda de caças SU-30 à Síria e complexos de defesa anti-aérea S-300 V ao Irão".

Em ambos os casos e de acordo com informações obtidas pelo jornalista, os fornecimentos de armamentos seriam feitos através da Bielorrússia para que o Ocidente e Israel não acusassem Moscovo de estar a armar aqueles países.

O “Kommersant” acrescenta que Ivan Safranov informara por telefone a redacção que "tencionava escrever um artigo depois de regressar da viagem" a Abu Dhabi, nos Emirados Árabes Unidos, onde decorreu a IDEX-2007, feira internacional de armamentos em Fevereiro.

A 27 de Fevereiro, depois de uma conferência de imprensa do chefe do Serviço Federal da Rússia para a Cooperação Técnico-militar, Mikhail Dmitriev, Ivan Safronov terá afirmado aos colegas que "a Rússia e a Síria já tinham assinado outros contratos de fornecimento de complexos de lançamento de mísseis Pantsir-S1, caças MIG-29 e mísseis operativo-tácticos Iskander-E".

O jornal recorda que, no início de 2005, Ivan Safronov tinha informação sobre a venda de mísseis Iskander à Síria mas que não iria publicar por ter sido prevenido de que "caso publicasse, provocaria um grande escândalo internacional e o Serviço Federal de Segurança da Rússia (antigo KGB, serviços secretos soviéticos) o acusaria de divulgação de segredos de Estado e o levaria à barra do tribunal". O jornalista não revelou quem o teria ameaçado.
JN
Potius mori quam foedari
 

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TOMKAT

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« Responder #7 em: Maio 18, 2007, 02:55:43 am »
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UE-Rússia mergulhada na crise

A cimeira União Europeia-Rússia parece condenada ao fracasso. O encontro dos líderes realiza-se esta sexta-feira na cidade russa de Samara e deveria marcar o início das negociações do novo acordo de parceria e cooperação estratégica entre Bruxelas e Moscovo.

No entanto, a presidência alemã da União Europeia e o Kremlin não conseguiram ultrapassar as divergências que actualmente estão em cima da mesa.

Nos últimos tempos, as relações entre a União Europeia e a Rússia têm sido afectadas por vários problemas. A crise do abastecimento de gás e a remoção de uma estátua de homenagem aos soldados russos na Estónia, são alguns exemplos.

Mas, o pior problema tem sido o embargo russo à carne polaca que dura há 18 meses. Esta iniciativa tem provocado o veto do Governo de Varsóvia ao início das negociações para o novo acordo de parceria e cooperação com a Rússia.


A visita que o chefe da diplomacia alemã fez esta semana a Moscovo para tentar desbloquear o impasse revelou-se inútil. Concordou-se apenas na necessidade de se chegar a um consenso. Uma tarefa difícil de alcançar nas próximas horas.

O ambiente está tenso entre as duas partes. Citado pelo Financial Times, um diplomata alemão referiu mesmo existir um clima de guerra fria, por não se saber o que esperar da Rússia.

Seja como for, Moscovo evita falar em crise. Refere apenas que existem dificuldades nas relações entre a União Europeia e a Rússia.

Os líderes europeus têm poucas expectativas quanto ao novo acordo de parceria e cooperação estratégica. O actual acordo está em vigor desde 1 de Dezembro de 1997 e termina no final deste ano. Porém, caso não seja alcançada uma solução, o acordo é renovado automaticamente por um ano.

Uma ideia que, no entanto, não agrada aos líderes europeus. Uma vez que pretendem definir o quanto antes um quadro mais favorável aos interesses da União no que respeita à política energética.

Na agenda da cimeira incluem-se temas como a adesão da Rússia à OMC, a implentação do protocolo de Kyoto e políticas de cooperação judicial. Na área internacional, os líderes vão discutir o problema do Kosovo e a conjuntura do Médio Oriente.

Além do líder russo, Vladimir Putin, a cimeira vai contar com a presença do presidente da Comissão, Durão Barroso, e com a chanceler alemã, Angela Merkel.

Alexandre Guerra

http://diariodaeuropa.eu/index.php?article=469&visual=1&id=7


A excessiva depêndencia europeia dos recursos energéticos russos, sobretudo o gás natural, que se situa nos 70% creio, ainda irá causar dissabores à UE.

A UE está demasiado vulnerável aos caprichos da liderança russa, perfeitamente consciente dessa vulnerabilidade. Putin claramente "posa" para a fotografia com a mão na torneira do gasoduto, jogando com a falta de alternativas e com os tradicionais diferentes centros de poder existentes dentro da própria UE (leia-se países) que poucas vezes falam a uma só voz.

Valha-nos a "estável" Argélia, demasiado dependente das receitas energéticas para seguir o exemplo russo. Resta saber até quando...

Sarkozy já relançou o nuclear para a discussão em França.
Aguarda-se a reação da Alemanha, talvez o país da UE mais vulnerável.
IMPROVISAR, LUSITANA PAIXÃO.....
ALEA JACTA EST.....
«O meu ideal político é a democracia, para que cada homem seja respeitado como indivíduo e nenhum venerado»... Albert Einstein
 

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Bravo Two Zero

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« Responder #8 em: Maio 28, 2007, 06:10:32 pm »
Afinal parece que vai haver dinheirinho para a malta........

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O governo português e as autoridades russas vão assinar amanhã um acordo com vista à concretização de uma linha de crédito recíproca de apoio às exportações entre os dois países. O ministro das Finanças, Teixeira dos Santos, anunciou esta tarde em Moscovo que o compromisso tem duas componentes: “Por um lado, a Rússia compromete-se a pagar antecipadamente, até 20 de Agosto, a dívida que mantém com Portugal (83,6 milhões de dólares). Por outro, nós comprometemo-nos a pormenorizar até Julho as nossas condições para o estabelecimento desta linha de crédito”.
Por razões de natureza negocial, e porque Moscovo não avançou com nenhum montante para esta linha de crédito, Portugal também não revelou o valor que tenciona propor. Teixeira dos Santos adiantou, no entanto, que a intenção portuguesa “é conseguir que esta linha de crédito seja no valor de 200 milhões de euros”. O ministro adiantou ainda que o objectivo é que a linha de crédito esteja a funcionar a partir de Julho. A entidade bancária que será parceira do Governo português neste projecto é a Caixa Geral de Depósitos.
José Sócrates afirmara antes que existem em Portugal “quase 300 empresas que exportam para a Rússia”. E tem repetido ao longo da visita: “A Rússia é uma economia emergente, um mercado de oportunidades. É absolutamente essencial para uma economia como a portuguesa, que se quer afirmar no contexto da globalização, estar presente neste mercado”.


http://expresso.clix.pt/Actualidade/Int ... _id=395645
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oultimoespiao

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« Responder #9 em: Junho 04, 2007, 12:20:33 am »
O problema da russia e que mudao os nomes mas as pessoas continuam as mesmas.
 

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SSK

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« Responder #10 em: Junho 29, 2007, 02:23:53 pm »
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MiG estima vendas de 7 mil milhões até 2020
A empresa russa RSK-MiG revelou, durante o Paris Air Show, que estima vender cerca de 350 aviões de combate até 2020, num total de 7 mil milhões de euros, em particular os modelos MiG-29K, o “multi-role” MiG-29M/M2 e o recente MiG-35, o substituto do Sukhoi Su-33.

A MiG está também interessada em fazer um upgrade ao modelo MiG-29, com 1.600 aparelhos colocados em todo o mundo. Este upgrade pode ser feito para duas versões, a MiG-29SD, com o ajustamento às regulações da NATO e da Organização Internacional de Aviação Civil, ou a MiG-29SMT, que permite uma completa reconstrução do sistema de bordo com as mais recentes gerações de produtos e sistemas aviónicos, armamento e controlo de motores.
"Ele é invisível, livre de movimentos, de construção simples e barato. poderoso elemento de defesa, perigosíssimo para o adversário e seguro para quem dele se servir"
1º Ten Fontes Pereira de Melo
 

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André

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« Responder #11 em: Outubro 05, 2007, 02:24:28 pm »
Rússia e Cazaquistão activam corredor energético no Cáspio

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Os presidentes russo, Vladimir Putin e cazaque, Nursultan Nazarbaiev, acordaram quinta-feira impulsionar um ambicioso projecto energético e de transporte cujo eixo central é um gasoduto que levará o gás da Ásia Central aos mercados de todo o mundo.

«Tratamos com Vladimir Putin o projecto de criar um corredor de transporte e energético do Mar Cáspio», disse à imprensa o presidente de Cazaquistão, depois da reunião de ambos na cidade siberiana de Novosibirsk durante um encontro bilateral de cooperação.
Explicou que este projecto prevê construir um sistema altamente tecnológico de nível mundial, que incluirá gasodutos, oleodutos, estradas, caminhos-de-ferro e linhas de comunicação e de fornecimento eléctrico«, segundo a agência Interfax.

Acrescentou que o Cazaquistão já iniciou a construção dessas modernas infra-estruturas para o futuro «corredor do Cáspio» que unirá a Rússia, o Cazaquistão e o Turquemenistão, e que mais adiante se unirá nos seus extremos com o Mar Báltico e o Golfo Pérsico.

À Rússia, o maior produtor e exportador mundial de gás, fica mais rentável comprar e extrair gás natural na Ásia Central do que fazê-lo das suas jazidas na Sibéria, o que requer grandes investimentos.

O Gasoduto do Cáspio, de 510 quilómetros de comprimento, terá uma capacidade inicial de bombagem de 12.000 milhões de metros cúbicos de gás, que aumentará até aos 30 milhões em 2017.

A Rússia fica assim com a chave do gás na Ásia central, afastando assim as esperanças da União Europeia de acesso directo aos hidrocarbonetos dessa região.

O actual gasoduto Ásia Central-Centro que une desde 1967 as jazidas uzbeques, turcomanas e cazaques e exporta o carburante para a Rússia e a Ucrânia, não tem capacidade suficiente para enfrentar a crescente procura, pelo que também será ampliado.

Em Julho, Putin mostrou-se interessado em que este gasoduto inclua também uma ramificação uzbeque.

O ministro da Indústria e Energia russo, Victor Jristenko, disse durante o encontro de Novosibirsk que os integrantes do projecto se preparam para assinar proximamente acordos multilaterais a longo prazo, «de 30-50 anos», para o transporte de gás pela Ásia central.

Acrescentou que actualmente a Rússia e o Cazaquistão ultimam os termos de um acordo a longo prazo para o transporte do petróleo cazaque pelo território da Rússia e de crude russo através do Cazaquistão, como parte de umas estratégia energética comum para as próximas décadas.

Diário Digital / Lusa

 

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PedroM

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« Responder #12 em: Setembro 17, 2008, 12:09:25 pm »
Rússia: Bolsas de valores suspendem actividades devido a queda de acções de empresas russas17 de Setembro de 2008, 10:45

Moscovo, 17 Set (Lusa) - A Bolsa de Moscovo (BIM) e a Bolsa de Comércio e Matérias-Primas da Rússia (BCMPR) suspenderam hoje as suas actividades por tempo indeterminado.

A decisão foi tomada pelo Serviço Federal para Mercados Financeiros devido à continuada queda do valor das acções das empresas russas cotadas nessas bolsas.

Na BIM, a queda média das acções foi, em duas horas de actividade, de 5,2 por cento e, na BCMPB, de 3,33 por cento.

Na véspera, essas bolsas tiveram de encerrar as actividades anctecipadamente, pois registou-se uma queda média superior a 10 por cento.

O Ministério das Finanças da Rússia injectou ontem cerca de 1.500 milhões de dólares para manter a liquidez no mercado e afirma ter meios para injectar até 33 mil milhões de dólares.

Os dirigentes russos não se cansam de afirmar que controlam a situação e que a crise financeira não deverá atingir os cidadãos comuns.

"A situação no mercado financeiro não deve preocupar os russos: a situação com a inflação, no meio ano que passou, estabilizou-se, não haverá sérias alterações na cotação do rublo", declarou Alexei Kudrin, vice-ministro das Finanças da Rússia.

"Para os russos simples, a situação praticamente não se altera, a inflação continua a ser o risco maior, pois aumentou, mas agora já diminui", declarou Kudrin, numa entrevista à televis��o russa Vesti-24.

"Não há razões para se preocuparem", frisou.

No entanto, nem todos os analistas económicos apoiam o ponto de vista optimista do ministro das Finanças da Rússia.

"O mercado de valores afecta um número relativamente pequeno da população, mas, dentro de três ou quatro meses, a onda poderá atingir a maioria dos cidadãos. Não sei se haverá crises sociais, mas certamente que haverá desilusões", considera Dmitri Orechkin, analista do grupo económico Mercator.

Quanto às origens da crise financeira no mercado russo, os analistas consideram que, em 75 por cento, ela se deve a crise análoga nos mercados internacionais, mas sublinham que, em 25 por cento, foi originada pela fuga de capitais do mercado russo, iniciada durante a guerra entre a Rússia e a Geórgia.

O Governo russo fala de uma fuga de capitais de cerca de 5 mil milhões de dólares, mas os analistas independentes sobem esse número para 35 mil milhões.
http://noticias.sapo.pt/lusa/artigo/ae8 ... 0cccf.html
 

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PedroM

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« Responder #13 em: Dezembro 12, 2008, 10:42:42 am »
Andrei Klepach, vice-ministro do Desenvolvimento Económico da Rússia, admitiu hoje que a economia russa entrou em recessão.
"A recessão começou", disse o responsável governamental, ao explicar que se registou uma queda da produção durante dois trimestres consecutivos, de acordo com a Lusa.

"Em Outubro passado, acrescentou, teve início um declive importante e o mesmo se passará em Novembro e Dezembro. Por enquanto, não há dados sobre o índice da produção industrial no mês de Novembro".

Segundo Klepach, "até ao fim do ano corrente, o incremento da produção industrial na Rússia poderá desacelerar-se até cerca de 1,9%, face aos 4,7% previstos inicialmente".

Klepach declarou que o aumento do Produto Interno Bruto será, este ano, inferior à previsão oficial de 6,8%, mas recusou a anunciar novas estimativas.

Entre Janeiro e Setembro de 2008 a economia russa cresceu 7,3%, quatro décimas abaixo da previsão inicial do Ministério do Desenvolvimento Económico.

http://www.jornaldenegocios.pt/index.ph ... &id=344960
 

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André

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« Responder #14 em: Abril 06, 2009, 04:32:58 pm »
Rússia pretende continuar a diversificar rotas de exportação


A Rússia vai continuar a diversificar as rotas de exportação de hidrocarbonetos, declarou hoje o primeiro-ministro russo, Vladimir Putin.

«No ano passado, começou a extracção industrial de crude na nova região petrolífera do Leste da Sibéria e entrou em funcionamento o primeiro troço do oleoduto "Sibéria do Leste–Oceano Pacífico"», anunciou Putin, ao apresentar, pela primeira vez na história do país, um relatório anual do Governo ao parlamento.

Dentro de algumas semanas «o oleoduto chegará à fronteira chinesa e continuaremos a avançar», sublinhou.

O acordo russo-chinês, que prevê a construção de um ramal do gasoduto "Sibéria do Leste–Oceano Pacífico" até à China e o fornecimento de petróleo russo a esse país a longo prazo, foi assinado a 17 de Fevereiro.

Esse documento prevê também que Pequim concederá um empréstimo de 15 mil milhões de dólares à petrolífera russa Rosneft e dez mil milhões à Transneft.

A Rússia prevê fornecer ao país vizinho 15 milhões de toneladas de crude por ano. Vladimir Putin sublinhou também que a Rússia continua a fazer avançar os projectos dos gasodutos Nord Stream, South Stram, Cáspio e Burgas-Alexandropolis.

«Claro que nem todos os países do mundo estão interessados em que os novos tubos entrem em funcionamento», continuou Putin, sublinhando que «os projectos em questão estão em conformidade com as normas ecológicas mais rigorosas» e «contribuem para a segurança energética global».

O primeiro-ministro russo reafirmou que «são contraproducentes» as tentativas de marginalizar a Rússia do processo decisório no âmbito energético e de menosprezar os seus interesses legítimos.

Lusa

 

 

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