Noticias de Angola

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Nuno Bento

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Re: Noticias de Angola
« Responder #30 em: Outubro 20, 2013, 08:54:44 pm »
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MOSCOW, October 16 (RIA Novosti) – Russia’s state arms export monopoly has signed a $1 billion deal package with Angola to deliver military equipment, build an ammunition plant and provide maintenance services, Vedomosti business daily reported Wednesday.

Rosoboronexport will supply 18 Su-30K fighter jets to the southern African nation, the daily said, citing sources at the arms exports company and the Russian military.

The Su-30K fighters in question are a batch of aircraft that were initially supplied to India in the late 1990s, prior to Delhi receiving the more advanced multirole Su-30MKI variant. They were returned to Russia in 2007, Vedomosti said, and have since lain idle in a Belarusian repair plant.

They had previously been offered to Belarus, Sudan and Vietnam.

Also on the list are Mi-17 transport helicopters, tanks, artillery, firearms and ammunition, the newspaper said.

Rosoboronexport will conduct maintenance for Russian-made military equipment used by the Angolan military, the report said.

Rosoboronexport and the Russian Defense Ministry have made no official comment on the alleged deals, which Vedomosti said were signed last week during Russian Deputy Prime Minister Dmitry Rogozin’s trip to Angola, Russia’s geopolitical ally since the Soviet era.
 

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HSMW

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Re: Noticias de Angola
« Responder #31 em: Outubro 20, 2013, 08:59:46 pm »
Citação de: "Nuno Bento"
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They had previously been offered to Belarus, Sudan and Vietnam.

Tão bons que ninguém os quis...   :roll:
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"Tudo pela Nação, nada contra a Nação."
 

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Lusitano89

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Re: Noticias de Angola
« Responder #32 em: Maio 23, 2014, 12:30:49 pm »
Seguranças privados angolanos deixam de poder usar armas de guerra


As empresas privadas de segurança de Angola vão deixar de poder utilizar armas de guerra nas atividades de vigilância, contrariamente ao que acontecia até agora, passando a poder usar apenas armas para autodefesa.

A medida está prevista na nova Lei sobre as Empresas Privadas de Segurança, aprovada hoje pela Assembleia Nacional de Angola, que revoga a legislação de 1992, para permitir maior controlo dos operadores do setor e do pessoal afeto a esta atividade.

A nova legislação foi aprovada com 154 votos a favor, nenhum contra e duas abstenções (Partido de Renovação Social), e pretende regulamentar o tipo de armas usadas por estas empresas de segurança, uma questão muito debatida na sociedade angolana. O atual diploma estabelece que o pessoal de segurança privada pode fazer uso apenas de armas para autodefesa, quando em serviço e mediante autorização do responsável da empresa.

O armamento de guerra em posse destas empresas de segurança privadas foi várias vezes contestado pela Polícia Nacional, sublinhando a necessidade de desarmamento das mesmas. Em 2008, a Polícia Nacional estimava que cerca de 20 mil armas de guerra poderiam estar em posse das empresas privadas de segurança, devendo o processo de desarmamento da população ser extensivo a estas. É igualmente preocupação da polícia que um grande número de armas de guerra em posse de marginais foram supostamente obtidas junto de trabalhadores das empresas privadas de segurança.

O diploma hoje aprovado estabelece que cabe ao comandante da Polícia Nacional, mediante análise casuística, limitar o número de armas a utilizar pelas empresas, bem como a formação e atualização profissional do pessoal das empresas privadas de segurança, sob a égide do Ministério do Interior. A revisão da anterior lei teve como objetivo melhorar a articulação entre a necessidade que os cidadãos têm de criar ou utilizar os serviços de segurança privada e os superiores interesses que emergem do serviço público de segurança, exercida pelos órgãos do Estado.

Na nova lei estabelece-se que algumas instituições públicas e privadas, tais como bancos, sociedades financeiras, estabelecimentos de recreação e outros, adotem um sistema de segurança. O diploma tem como inovação a permissão de utilização de equipamentos eletrónicos de vigilância para a proteção de pessoas e bens, desde que sejam salvaguardados os direitos e interesses constitucionais.

O Parlamento angolano aprovou hoje igualmente as Leis dos Direitos de Autor e Conexos, o Projeto de Lei de Alteração Pontual à Lei nº 36/11, de 21 de dezembro (Lei Orgânica Sobre as Eleições Gerais), a Lei sobre a Redução dos encargos Legais Aplicáveis à Constituição de Sociedades Comerciais, a Lei das Linhas de Base sobre a Delimitação e Demarcação dos Espaços Marítimos de Angola, entre outros diplomas.

Na sexta-feira, a Assembleia Nacional volta a reunir-se para o debate mensal sobre o Plano Nacional de Formação de Quadros, sugerido pela bancada maioritária, o MPLA.

Lusa
 

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Lusitano89

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Re: Noticias de Angola
« Responder #33 em: Maio 23, 2014, 11:22:45 pm »
Formados primeiros 120 engenheiros militares angolanos


Os primeiros 120 engenheiros formados por uma instituição de ensino militar angolana receberam hoje os respetivos diplomas, em Luanda, com o ministro da Defesa a apontar o objetivo de alargar estes cursos ao resto do país.

A formação destes primeiros engenheiros das Forças Armadas Angolanas foi feita ao longo dos últimos cinco anos no Instituto Superior Técnico Militar (ISTM) nas áreas da mecânica (39 licenciados), construções e fortificações (30), eletrotecnia (29) e informática (22).

O corpo docente do ISTM é composto por especialistas angolanos, portugueses, cubanos, russos e vietnamitas, destinando-se estes primeiros 120 licenciados angolanos a incorporar os diferentes ramos e entidades das forças armadas daquele país. Durante a cerimónia de entrega destes diplomas, o ministro da Defesa Nacional, João Lourenço, assumiu como "uma das grandes apostas" do executivo a "expansão" desta rede de ensino superior militar, atualmente concentrada na capital angolana, pelo país.

"De forma a oferecer iguais e maiores oportunidades de formação aos jovens que abracem a carreira militar", airmou o governante, durante a sessão solene no ISTM.
Aquele instituto foi criado em 2008 para assegurar o apetrechamento das forças armadas com quadros técnicos superiores, no âmbito da modernização do setor militar angolano.

Lusa
 

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Lusitano89

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Re: Noticias de Angola
« Responder #34 em: Junho 05, 2014, 05:00:44 pm »
Minas em Angola mataram 69 pessoas e feriram 379 desde 1996


Desde 1996 morreram em Angola 69 pessoas e 379 ficaram feridas devido ao acionamento de 247 minas anti-pessoal e 196 minas anti-tanque, noticiou hoje o Jornal de Angola.

Os dados foram avançados pelo general António de Carvalho, do grupo operativo da Comissão Executiva de Desminagem, criada em 2005 e que Segundo António de Carvalho, Angola gastou nos últimos nove anos, neste processo de desminagem, 573 mil milhões de kwanzas (4,2 mil milhões de euros), o que permitiu deixar livre de minas milhares de quilómetros quadrados de áreas úteis para estradas, caminhos de ferro, linhas de fibra ótica e de transporte de energia. Aquele responsável salientou ainda que, no total, foram desativadas e destruídas 442.909 minas anti-pessoal, 24.776 minas anti-tanque e 2.739.499 engenhos explosivos não detonados.

Angola, que é Estado parte da Convenção de Otava, que ratificou em 2002, solicitou em dezembro de 2012 uma moratória de cinco anos para a continuação das suas operações de desminagem e segurança em zonas minadas. O pedido de prorrogação aceite, permite que Angola proceda até janeiro de 2018 à identificação e destruição de minas antipessoal.

O processo de desminagem em Angola é levado a cabo pelas Forças Armadas Angolanas, com 22 brigadas, o Instituto Nacional de Desminagem, com 18 brigadas, a Casa de Segurança da Presidência da República, com 14 brigadas, e a Polícia de Guarda Fronteira, com 58 brigadas, todas componentes da Comissão Executiva de Desminagem.

Lusa
 

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Re: Noticias de Angola
« Responder #35 em: Julho 03, 2014, 05:47:53 pm »
Angola negoceia fronteiras marítimas com três países


A definição das fronteiras marítimas de Angola envolverá negociações com três países, incluindo o alargamento da plataforma continental além das atuais 200 milhas, admitiu o Chefe da Direção Hidrográfica da Marinha angolana. Em causa, de acordo com o vice-almirante Martinho António, está o processo de delimitação das fronteiras marítimas a norte, envolvendo a República Democrática do Congo (RDCongo) e a República do Congo.

Além disso, recordou o oficial numa entrevista à rádio pública angolana, a pretensão angolana de extensão da plataforma continental além das 200 milhas, conforme proposta submetida à ONU, envolverá uma negociação, igualmente a norte, com o Gabão, por implicar uma "sobreposição" entre as duas propostas.

"Quando o Gabão fez a sua submissão nas Nações Unidas para estender a plataforma continental para além das 200 milhas Angola fez um protesto mostrando que eles estavam a entrar nas nossas águas. Quer dizer que Angola terá de negociar com estes três países", disse Martinho António. Este processo está a ser conduzido pela Comissão Interministerial de Delimitação e Demarcação dos Espaços Marítimos de Angola, ainda na fase técnica. "Só haverá conflito quando tivermos os primeiros contactos negociais. O que a comissão está a fazer neste momento é o trabalho técnico, no terreno, que nos permitirá fundamentar porque é que a linha de fronteira é aquela", explicou.

Desde já se perspetiva que a fronteira com os dois Congos, por ser uma importante área de exploração petrolífera, envolverá diferentes métodos técnicos na sua definição, consoante as partes envolvidas.

É que segundo o método utilizado pelas autoridades angolanas, que dizem estar suportado nas definições das Nações Unidas, o país não terá descontinuidade marítima entre o norte e o enclave da província de Cabinda, ficando a RDCongo com uma saída para o mar até às 32 milhas. Já com o método utilizado por aquele país, a área marítima sob jurisdição da RDCongo irá até às 200 milhas. De acordo com Martinho António, nos próximos dias deverão realizar-se reuniões entre as diferentes comissões, com vista à produção de um relatório técnico para ser submetido aos respetivos governos para decisão sobre "a melhor metodologia" a utilizar.

"As questões de fronteira, além do aspeto técnico, vão comportar sempre o bom senso político. Tem que haver negociação. Porque entram em jogo os interesses económicos", disse ainda o Chefe da Direção Hidrográfica da Marinha angolana. Neste processo, Angola garante que há um "histórico" deixado do passado colonial português que suporta igualmente as pretensões nacionais. Além das questões de soberania, a definição destas fronteiras marítimas a norte visa garantir a exploração de recursos marítimos existentes na área, nomeadamente de hidrocarbonetos.

Uma área com plataformas petrolíferas angolanas já foi entretanto reivindicada nas Nações Unidas pela RD Congo. A sul, com a Namíbia, as fronteiras marítimas de Angola já estão devidamente definidas por um acordo entre os dois países.

Lusa
 

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Re: Noticias de Angola
« Responder #36 em: Outubro 06, 2015, 09:38:45 pm »
Angola garante que segurança marítima foi reforçada


Georges Chikoti, que dava conta à imprensa dos resultados da preparação da Conferência Internacional sobre Segurança Marítima e Energética, que se inicia quinta-feira na capital angolana, sublinhou que o país "está seguro" nesta matéria.

O combate à imigração ilegal, por via marítima, e a atividades de pesca não autorizada têm merecido destaque por parte das autoridades angolanas.

O governante angolano considerou a realização desta conferência como oportuna para Angola, tendo em conta o importante espaço marítimo que possui e a sua atividade de produção de petróleo.

O evento, defendeu Georges Chikoti, visa também sensibilizar a comunidade internacional sobre a necessidade de uma maior coordenação sobre a segurança marítima, que tem afetado particularmente a região do Golfo da Guiné, com ações criminosas que têm prejudicado a economia petrolífera.

"Daí a importância de se tratar o tema nas duas vertentes, segurança marítima e energética, porque há um bom número de países produtores de petróleo na costa ocidental do continente africano, particularmente no Golfo da Guiné e isso por si só dá a importância deste tema e, sobretudo, a realização deste evento em Angola", frisou.

O chefe da diplomacia angolana defendeu a necessidade de se alargar o corredor da costa ocidental do oceano Atlântico, desde o sul de Angola até ao norte da Guiné-Bissau, melhorando assim a coordenação dos Estados sobre a matéria de segurança marítima na região do Golfo da Guiné, que ainda se limita a oito países, e tem sofrido particularmente com o fenómeno da pirataria.

"Penso que há desafios importantes relativamente a este aspeto, penso eu que os países não coordenam devidamente e eu penso que esta conferência pode permitir chamar a atenção a esta região", asseverou.

Segundo o ministro, em Angola estão já presentes representantes de 26 dos 54 países esperados para a conferência, que arranca oficialmente na quinta-feira, bem como oito organizações internacionais e regionais.

"Os países continuam a chegar e temos a esperança que até ao fim do dia de hoje e amanhã teremos todas as delegações presentes. Temos já alguns ministros que estão aqui em Luanda e outros por chegar. De modo geral a participação é boa", salientou o ministro.

Além da segurança marítima e energética, a conferência vai abordar também aspetos relacionados com a pesca, particularmente a invasão de navios em águas territoriais de outros países para a pesca ilegal, imigração ilegal, nomeadamente o estudo deste fenómeno e a feitura de uma maior regulamentação para a circulação na região do Golfo da Guiné, e o ambiente, no que se refere à questão da poluição marítima, como derrames de petróleo.

A conferência é organizada por Angola e conta com o apoio dos Estados Unidos da América e da Itália.

Lusa
 

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Re: Noticias de Angola
« Responder #37 em: Outubro 18, 2015, 02:20:18 pm »
Autor de "From Dictatorship to Democracy" solidário com presos políticos angolanos


Bárbara Bulhosa, responsável pela editora Tinta da China, disse à agência Lusa que o livro "From Dictatorship do Democracy" (Da Ditadura à Democracia) vai ser lançado, pela primeira vez, em português até ao final do ano e que o académico norte-americano "Gene Sharp cedeu os direitos de autor aos presos políticos angolanos".

"Eu expliquei a situação ao Gene Sharp e ele cedeu os direitos de autor. Ele não quer receber nada da edição portuguesa. Cede os direitos de autor aos presos e às famílias", explicou Bárbara Bulhosa.

A editora Tinta da China "vai também ceder o produto das vendas do livro aos 15 jovens e às famílias dos que se encontram presos" em Luanda por motivos políticos desde junho, estando dois deles em greve de fome: Luaty Beirão e Albano Bingo.

"Quem me propôs a tradução do livro de Gene Sharp foi o Pedro Coquenão", explicou Bárbara Bulhosa referindo-se ao luso-angolano membro do grupo "Batida" e amigo pessoal de Luaty Beirão, que também tem nacionalidade portuguesa, e que cumpre hoje o 28.º dia em greve de fome.

"É uma forma de estarmos solidários para com os presos e é uma forma para que mais pessoas possam ler o livro em português e perceberem o que está em causa. O que eles em Luanda estavam a ler é um guia para se passar da ditaduras à democracia de forma pacífica", acrescentou a responsável pela editora Tinta da China.

Os 15 jovens angolanos foram presos em Luanda no momento em que discutiam as ideias de Gene Sharp sobre as formas de resistir e combater as ditaduras de forma pacífica tendo sido acusados de golpe de Estado.

O livro "From Dictatorship to Democracy" foi publicado em 1993 para o Movimento Democrático da Birmânia após a detenção de Aung San Suu Kyi, Prémio Nobel da Paz, tornando-se no trabalho mais traduzido e divulgado de Gene Sharp, a nível mundial.

A mensagem central do livro indica que o poder das ditaduras baseia-se na "obediência voluntária" das pessoas que são governadas e que se os cidadãos desenvolverem técnicas para deixarem de consentir o poder o regime ditatorial pode desmoronar-se.

Gene Sharp nasceu em 1928 no Ohio, é formado em Ciências Sociais e esteve preso durante nove meses (entre 1953 e 1954) pelos protestos contra o serviço militar obrigatório imposto aos jovens norte-americanos durante a Guerra da Coreia.

A correspondência trocada entre Gene Sharp e Albert Einstein sobre os protestos contra o serviço militar obrigatório levaram mais tarde o cientista alemão a escrever a introdução do livro que o académico norte-americano publicou sobre Gandhi.

Os estudos e análises de Sharp sobre a aplicação de medidas não-violentas contra a prepotência política e as ditaduras baseiam-se, sobretudo, nos estudos sobre o Gandhi e nas teorias sobe a desobediência civil do filósofo norte-americano Henry Thoreau (1817-1862).

Sharp, professor na Universidade de Massachusetts desde 1972, foi várias vezes nomeado para Prémio Nobel da Paz e fundou, nos Estados Unidos, a Albert Einstein Institution, uma organização sem fins lucrativos dedicada à investigação e estudos sobre as ações políticas não violentas.

A par do livro "From Dicatorship to Democracy", Sharp publicou, entre outros trabalhos, as 198 medidas de ação não violenta ("198 Methods of Nonviolent Methods") que vão desde discursos públicos ao boicote eleitoral por parte dos cidadãos, ao uso da arte ao serviço das ideias políticas e a manifestações pacíficas ou vigílias.

As ideias de Sharp deram origem ao documentário "How to Start a Revolution" do escocês Ruaridh Arrow e são utilizadas por dissidentes e grupos de oposição a ditaduras em vários países que vivem sob ditaduras.

Lusa
 

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Lusitano89

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Re: Noticias de Angola
« Responder #38 em: Outubro 28, 2015, 11:57:55 am »
Protestos políticos têm tendência para aumentar


A Economist Intelligence Unit (EIU) considera que os protestos políticos em Angola deverão aumentar e que o Governo deve continuar a "reprimir duramente" tudo o que considere ser uma ameaça à estabilidade ou à sua hegemonia.

"O Governo deve continuar a reprimir duramente tudo o que considere ser uma ameaça à estabilidade ou à sua hegemonia", escrevem os analistas da unidade de análise da revista britânica The Economist, acrescentando que "a sensibilidade aos protestos está a aumentar durante o ambiente económico difícil, com o Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA), no poder, e os serviços de segurança envolvidos nas repressões, detenções preventivas e julgamentos mediáticos dos seus críticos".

Na nota de análise, enviada aos investidores ainda antes de o ativista Luaty Beirão ter terminado a greve de fome, e a que a Lusa teve acesso, alerta-se que esta dureza pode ter um efeito contrário aos interesses do Executivo: "os movimentos de protestos são relativamente pequenos, ainda que estejam a aumentar, mas a intolerância do Governo à mais pequena crítica, e o crescente catálogo de alegações sobre crueldade policial, podem levar a uma instabilidade sustentada".

Na opinião da EIU, "a raiva surge do estado de fraqueza da economia e é alimentada pela falta de mudanças políticas", e a nota de análise lembra que "José Eduardo dos Santos, que tem sido o chefe de Estado desde 1979, e segundo a Constituição adotada em 2010, pode, em teoria, permanecer no poder até 2022".

Na análise sobre as tendências políticas, a EIU considera que o Executivo vai "continuar a procurar promover o crescimento estável e inclusivo e a criação formal de empregos, bem como programas importantes sociais e de infraestruturas, apesar dos constrangimentos impostos pelo ambiente de preços baixos do petróleo, que tiveram um impacto substancial na receita pública".

O objetivo, adiantam, é "fomentar o desenvolvimento de médias empresas que possam gerar emprego e transferir competências para os angolanos", e o Governo continua "empenhado em aumentar a produção local, que tem dificuldades em competir com as importações mais baratas".

Para a EIU, "é questionável, no entanto, que os produtores domésticos consigam ser capazes de estar à altura da procura crescente por causa dos constrangimentos do lado da oferta", materializadas num conjunto de dificuldades que ficaram ainda mais expostas com a descida dos preços do petróleo e a consequente quebra na receita do Estado.

O desenvolvimento de um setor privado dinâmico, um dos objetivos da nova lei do investimento privado e do código do trabalho, "vai continuar a ser dificultado pelo capital humano deficiente, fraca regulação, ineficiente geração de energia, altos níveis de corrupção e esmagamento do investimento privado pelo setor público", conclui a EIU.

Lusa
 

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olisipo

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Re: Noticias de Angola
« Responder #39 em: Janeiro 08, 2016, 10:54:48 am »
Angola boosts maritime security

The Angolan government has signed an agreement with Italy ' s Finmeccanica to acquire two fast-attack naval craft and several coastal radar and repeater station systems worth €122 million.

http://www.marsecreview.com/2016/01/angola-boosts-security/
 

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Re: Noticias de Angola
« Responder #40 em: Janeiro 29, 2016, 02:29:01 pm »


Torpedo 324 mm. Whitehead A244SM.   

Angola assina contratos de armas com a Itália

http://www.defesaaereanaval.com.br/angola-assina-contratos-de-armas-com-a-italia/

(...) Serão instalados sistemas de vigilância radar (...) ao longo de toda a costa angolana (valor 115 milhões de euros).

A divisão AgustaWestland fornecerá à Marinha de Angola seis helicópteros -presumívelmente do tipo AW139  (por 90 milhões de euros) e a empresa Whitehead Sistemi Subacquei (...) vai entregar uma série de torpedos 324mm A244S, para equipar os navios angolanos -4 patrulhas rápidos alegadamente comprados  de Israel, modelo Super Dora MK III  (7,3 milhões de euros) (...)

De acordo com um membro da delegação angolana "nosso interesse em adquirir a tecnologia moderna baseia-se na necessidade de proteger o litoral e a fronteira, para combatir a imigração ilegal e o tráfico de drogas".
« Última modificação: Janeiro 29, 2016, 02:31:36 pm por olisipo »
 

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Re: Noticias de Angola
« Responder #41 em: Março 24, 2016, 05:41:51 pm »


Angola receives another four Mi-17-1sh helicopters

http://www.janes.com/article/59040/angola-receives-another-four-mi-17-1sh-helicopters

Russian Helicopters announced on 24 March that it had delivered four Mi-17-1sh helicopters using an An-124 Ruslan transport aircraft.   

The company  also revealed for the first time that it had already delivered four Mi-171sh helicopters to Angola in 2015.

It stated that the helicopters have modern flight controls and navigation equipment, weather radar, recuse hoists, and internal fuel tanks that increase their range to 1,065 km.
 

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Re: Noticias de Angola
« Responder #42 em: Março 29, 2016, 10:10:35 am »


17 Angolan activists jailed
 

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Re: Noticias de Angola
« Responder #43 em: Julho 13, 2016, 02:28:03 pm »

Dos Santos unopposed for leadership of Angola's ruling party
 

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P44

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Re: Noticias de Angola
« Responder #44 em: Agosto 23, 2016, 07:39:58 pm »
Defence minister João Lourenço's election as MPLA vice-president increases likelihood of his becoming Angolan president in 2018

IHS Jane's Country Risk Daily Report
23 August 2016

EVENT
Angola's ruling People's Movement for the Liberation of Angola (Movimento Popular de Libertação de Angola: MPLA) on 19 August confirmed President José Eduardo dos Santos as head of the party and its flag-bearer for the August 2017 general election.

It also chose Defence Minister João Lourenço as vice-president of the party and voted for two of President Dos Santos's children - José Filomeno, who heads Angola's sovereign wealth fund, and his sister Welwistchea, an active MPLA member - to join the party's central committee. This comes just two months after the appointment of the president's other daughter, Isabel dos Santos, to the position of chairwoman of the national oil company, Sonangol, indirectly putting her in charge of the oil and gas sector, which generates more than 95 % of government revenue and close to half of the country's GDP.

http://www.janes.com/article/63161/defence-minister-jo%E3o-louren%E7o-s-election-as-mpla-vice-president-increases-likelihood-of-his-becoming-angolan-president-in-2018
"[Os portugueses são]um povo tão dócil e tão bem amestrado que até merecia estar no Jardim Zoológico"
-Dom Januário Torgal Ferreira, Bispo das Forças Armadas
 

 

Uma aliança militar Brasil-Portugal-Angola-Moçambique

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