Notícias da China

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Re: Notícias da China
« Responder #60 em: Janeiro 06, 2012, 06:52:22 pm »
China recusa pagar taxa europeia sobre emissões de CO2
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Re: Notícias da China
« Responder #61 em: Janeiro 10, 2012, 07:12:08 pm »
China reconhece problemas de corrupção no país


A China disse hoje que a corrupção no país ainda é um problema sério, mesmo tendo em conta a intensificação no esforço de combate ao crime. A agência oficial noticiosa Xinhua News Agency noticia hoje que o supervisor de disciplina do Partido Comunista Chinês entende que o combate à corrupção ainda é uma tarefa «árdua».

O PCC mostra-se ciente das altas expectativas da população no combate à corrupção, mas também de que o fenómeno «não pode ser erradicado no curto-prazo».

O próprio Presidente Hu Jintao já disse que a corrupção ameaça o controlo do partido exercido pelo partido.

Vários nomes sonantes da economia e da política chinesas foram condenados por este crime com penas severas nos últimos anos

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Re: Notícias da China
« Responder #62 em: Fevereiro 09, 2012, 12:38:02 pm »
China prevê aumentar salário mínimo 'pelo menos 13 por cento' até 2015


O governo chinês tenciona aumentar anualmente o salário mínimo «pelo menos 13 por cento até 2015», acima da média de 12,5 por cento registada nos últimos cinco anos, disse hoje a imprensa oficial. Instituído na década de 1990, o valor do salário mínimo chinês varia de região para região: Shenzhen, uma zona económica especial adjacente a Hong Kong, tem o mais alto - 1.500 yuan (180 euros) - enquanto em Chongqing, o mais populoso município do país, com cerca de 30 milhões de habitantes, é de apenas 870 yuan (104 yuan).

O plano divulgado na quarta-feira pelo governo chinês preconiza também que em 2015 o salário mínimo seja equivalente a 40 por cento dos respectivos salários médios, proporção que em algumas regiões se situa hoje entre 20 e 30 por cento.

O governo prevê ainda a criação de 45 milhões de postos de trabalho entre 2011 e 2015, o que permitirá manter o desemprego urbano abaixo dos 5 por cento, e a extensão dos contratos colectivos de trabalho até 80 por cento das empresas do país.

No final de 2010, apenas metade das empresas tinha aquele tipo de contratos, indicou a agência noticiosa oficial chinesa.

Comparado com a União Europeia, o salário mínimo na China continua baixo, mas já é cerca do triplo do vizinho Vietname, por exemplo, e mais elevado do que noutros países asiáticos onde muitas multinacionais estão também a instalar fábricas.

Lusa
 

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Re: Notícias da China
« Responder #63 em: Fevereiro 22, 2012, 01:33:04 pm »
Filho de Wen Jiabao nomeado presidente da China Satcom


Wen Yunsong, filho do primeiro-ministro chinês, Wen Jiabao, foi nomeado presidente da China Satcom, a companhia de telecomunicações estatal, revelou hoje o diário South China Morning Post. O filho do chefe do Governo chinês, também conhecido como 'Winston' Wen, irá substituir Lei Fangpei, um engenheiro aeronáutico, à frente de uma das principais empresas de telecomunicações chinesas, revela o jornal sobre o caso, também noticiado na agência China News Service.

Segundo o diário, "Winston" Wen é um exemplo do interesse dos "príncipes" – como são conhecidos os filhos dos líderes chineses – em ocupar altos cargos no importante sector das telecomunicações chinesas, aproveitando a influência das suas famílias.

A China Satcom é um dos seis operadores de infra-estruturas de telecomunicações no país asiático com receitas anuais de 16.000 milhões de yuan (cerca de 1.920 milhões de euros) e com negócios terrestres e via satélite já que em três anos deverá estar a operar 15 satélites.

A vida dos familiares mais próximos dos líderes chineses está sempre rodeada de algum secretismo, mas "Winston" Wen, como outros 'príncipes' estudou nos Estados Unidos e criou a empresa de telecomunicações Unihub ou a financeira New Horizon Capital.

Lusa
 

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Re: Notícias da China
« Responder #64 em: Fevereiro 27, 2012, 07:33:55 pm »
Governo chinês anuncia «embargo» a carros de marca estrangeira para uso oficial


O governo da China vai suspender a compra de carros de marcas estrangeiras para uso oficial. A decisão tira fabricantes como a Audi da competição para atender autoridades e funcionários e fecha a porta de uma verba estimada em 13 mil milhões de dólares. Segundo a proposta apresentada hoje pelo Ministério da Indústria chinês, todos os 412 modelos aprovados para compra por órgãos governamentais serão de marcas chinesas.

Entre as maiores beneficiadas pela medida estão as fabricantes locais Dongfeng e Great Wall. A intenção do governo é proteger a indústria interna da competição de produtores internacionais.

Segundo analistas, o mercado chinês pode estar a entrar num processo de fecho inclusive para investimentos externos. O primeiro passo ocorreu com a suspensão dos incentivos a investimentos estrangeiros este ano, motivados pelo excesso de capacidade produtiva da indústria no país.

As marcas estrangeiras detinham cerca de 80% de participação no fornecimento de veículos ao governo, com a Audi a equipar perto de um terço das frotas estatais. No mercado total do país, as marcas estrangeiras vendem sete de cada dez carros vendidos.

Lusa
 

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Re: Notícias da China
« Responder #65 em: Abril 05, 2012, 02:20:41 pm »
Primeiro-ministro chinês apela ao fim do 'monopólio' dos grandes bancos


O primeiro-ministro chinês, Wen Jiabao, apelou ao fim do «monopólio» da concessão dos empréstimos pelos grandes bancos, que diz impedirem as empresas de financiarem as suas necessidades de desenvolvimento, num discurso publicado hoje pela imprensa oficial. Wen Jiabao disse que o governo precisa de «quebrar este monopólio» para facilitar a circulação de capital privado na segunda maior economia mundial, em declarações publicadas hoje no sítio de internet da rádio nacional chinesa.

«No que respeita ao financiamento dos custos, deixem-me dizer honestamente que os nossos bancos estão a ter lucros demasiado fáceis. E isto acontece porquê? Porque uns quantos grandes bancos estão numa posição de monopólio», disse numa visita ao sul da China.

O primeiro-ministro chinês invocou as «grandes dificuldades» na obtenção de créditos, afirmando que «só através dos grandes bancos se conseguem empréstimos».

«O que podemos fazer agora para facilitar a circulação de capital privado no sistema financeiro é quebrar este monopólio», declarou.

Lusa
 

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Re: Notícias da China
« Responder #66 em: Abril 13, 2012, 10:43:54 pm »
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Re: Notícias da China
« Responder #67 em: Abril 15, 2012, 05:20:04 pm »
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Re: Notícias da China
« Responder #68 em: Abril 21, 2012, 04:00:46 pm »
China esgotaria a produção mundial de petróleo se tivesse tantos carros como os EUA


Se a percentagem de veículos na China fosse igual à dos Estados Unidos o consumo chinês de petróleo excederia largamente toda a produção mundial, indica um estudo divulgado hoje no China Daily. A China tornou-se em 2009 o maior mercado automóvel do mundo, mas o número de veículos, relativamente à população, é cerca de 14 vezes inferior ao dos Estados Unidos.

Pelas contas do jornal, em 2010, havia na China 58 veículos por mil habitantes, contra 840 nos Estados Unidos, 590 no Japão e 547 na Alemanha.

Na mesma altura, a procura de petróleo por parte da China rondava os 6 milhões de barris por dia.

Se a percentagem de veículos fosse igual à dos Estados Unidos, a procura chinesa nesse domínio chegaria aos 86,8 milhões de barris por dia, mais 12,8 milhões de barris do que a produção mundial em 2010.

Até há apenas vinte anos, a bicicleta era o único meio de transporte privado acessível à esmagadora maioria das famílias. Só em Pequim, a capital do "Reino das Bicicletas", havia cerca de 7,5 milhões - mais de uma por cada família.

Segunda maior economia do mundo, a seguir aos Estados Unidos, a China é também o país mais populoso, com cerca de 1.340 milhões de habitantes.

O Governo anunciou um reforço das leis antiterrorismo. Mas Hollande defendeu que a França já tem um sistema de protecção suficientemente musculado. O socialista prometeu ainda a retirada das tropas francesas do Afeganistão no final de 2012.

Lusa
 

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Re: Notícias da China
« Responder #69 em: Maio 14, 2012, 11:07:20 pm »
Estudo sobre crescimento na China mostra que dinheiro traz infelicidade



O crescimento económico dos últimos 20 anos na China geralmente foi alcançado com uma redução da felicidade, especialmente entre os elementos das classes menos favorecidas da sociedade, revelou uma análise publicada esta segunda-feira nos Estados Unidos.

O estudo, publicado no Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS), baseia-se em seis pesquisas diferentes sobre satisfação auto-declarada com a vida desde 1990, período em que o produto interno bruto per capita da China quadruplicou.
 
«Há muitos que acreditam que o bem-estar é impulsionado pelo crescimento económico e que quanto mais rápido o crescimento, mais felizes são as pessoas. Não poderia haver um país melhor do que a China para testar essas expectativas», explicou o principal autor do estudo, Richard Easterlin, professor de economia da Universidade da Carolina do Sul (UCS).
 
«Mas não há evidências de um aumento evidente na satisfação de vida na China da magnitude que poderia esperar-se em vista da enorme multiplicação no consumo per capita», disse Easterlin, que é conhecido pelo seu trabalho nos anos 1970 sobre como a felicidade não costuma estar vinculada com a riqueza, chamado de Paradoxo de Easterlin.
 
«De facto, em termos gerais, as pessoas são subtilmente menos felizes, e a China saiu de um dos países mais igualitários do mundo em termos de satisfação com a vida para um dos menos» equitativos nestes termos, acrescentou.
 
Em 1990, 68% das pessoas pertencentes à classe mais rica e 65% das mais pobres reportaram altos níveis de satisfação.
 
Mas os números mais recentes demonstraram uma queda de mais de 23 pontos percentuais nas últimas duas décadas, segundo uma análise feita pela UCS com base em pesquisas de opinião realizadas pelos institutos Pew Research Center, Gallup e Horizon Research Consultancy Group, entre outros.
 
De acordo com o relatório do PNAS, apenas 42% dos chineses com renda mais baixa reportaram elevados níveis de satisfação com a vida em 2010.
 
Enquanto isso, a percentagem dos chineses mais ricos que se disseram satisfeitos com as suas vidas aumentou cerca de três pontos percentuais ou 71%.
 
«Não há evidências de uma tendência progressiva substancial na satisfação com a vida da magnitude que deveria ser esperada em vista da quadruplicação do PIB per capita ao longo do período estudado», revelou a pesquisa.
 
Enquanto as consultas não documentaram as razões deste declínio, é um fenómeno bem conhecido que «o crescimento das aspirações induzidas pelo aumento de salário mina o aumento na satisfação de vida relacionada ao próprio aumento de salário», destacou o estudo.
 
Segundo a pesquisa, outras razões podem incluir «a vida doméstica e a necessidade de se ter um trabalho para assegurá-la, assim como a saúde, amigos e familiares», acrescentou.
 
Tendências similares têm sido observadas na União Soviética e na Alemanha Oriental durante os períodos de transição.
 
Mas o estudo alertou que seria «um equívoco concluir, a partir da experiência de satisfação com a vida na China, e a de países em transição de forma mais genérica, que um retorno ao socialismo e a ineficácia total do planeamento central seriam benéficos».
 
Ao invés disso, os líderes deveriam observar que «trabalho e segurança salarial e laboral, juntamente com uma rede de segurança social, são de importância crítica para a satisfação da vida».
 
O estudo também aplaudiu o governo chinês pelos avanços nos últimos anos para «reparar a rede de segurança social», o que é descrito como «encorajador» para os cidadãos menos abastados do país.

Lusa
 

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Re: Notícias da China
« Responder #70 em: Julho 05, 2012, 08:32:36 pm »
Pequim começa a armazenar terras raras para fazer reserva estratégica


A China começou a armazenar terras raras, utilizando fundos estatais para constituir uma reserva estratégica destes minérios, usados na produção de bens de alta tecnologia, desde Iphones a mísseis, noticia hoje a imprensa chinesa. «Este é o início do trabalho, por parte da China, de compra e armazenamento estratégico de terras raras», diz o jornal financeiro chinês China Securities Journal, que não adianta, especificamente, quando teve início esse armazenamento.

A China assegura mais de 90 por cento da produção mundial de terras raras, e definiu limites de produção e de exportação nestes minerais indispensáveis às indústrias de alta tecnologia.

Segundo o China Securities Journal, foi o actual baixo preço deste material que levou à compra e armazenamento estratégico das terras raras, para utilizar estas reservas em eventuais futuras situações de escassez.

Os maiores parceiros comerciais da China, no mês passado, pediram à Organização Mundial do Comércio a criação de um painel de arbitragem das disputas sobre os limites chineses às exportações de terras raras, depois do falhanço de uma primeira ronde de negociações no quadro da instituição.

A União Europeia, os Estados Unidos e o Japão acusam a China de proteccionismo e dizem que os limites às exportações têm como objectivo beneficiar as empresas chinesas.

Pequim defende as suas políticas, justificando-as com políticas ambientais e com a necessidade de assegurar uma produção sustentável dos minerais e afirmando que elas estão de acordo com as regras que regulam o comércio internacional.

A China já tinha anunciado planos de constituição da reserva estratégica dos materiais, mas não tinha ainda dito publicamente que o armazenamento já tinha começado.

Segundo dados oficiais, as autoridades chinesas já atribuíram este ano às empresas do país licenças de exportação de 21.226 toneladas de metais raros, contra uma quota total de 30.200 toneladas, em 2011.

Lusa
 

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Re: Notícias da China
« Responder #71 em: Agosto 30, 2012, 03:47:15 pm »
China vai investir mais na Europa


O primeiro-ministro chinês, Wen Jiabao, disse hoje que a China continuará a comprar títulos do Tesouro da União Europa, «depois de avaliar plenamente os riscos» do investimento. «A China aumentará a comunicação e as consultas com a União Europeia (UE), o Banco Central Europeu, importantes fundos monetários e os principais países para apoiar os membros da UE afetados pela crise da dívida soberana a enfrentar as dificuldades», disse Wen Jiabao, citado pela agência noticiosa oficial chinesa.

Wen Jiabao falava após um encontro com a chanceler alemã, Angela Merkel, que iniciou hoje a sua segunda visita à China em menos de um ano.

A União Europeia é o maior parceiro comercial da China.

«Fortalecer a cooperação prática entre a China e a União Europeia contribui para ultrapassar o problema da dívida soberana na Zona Euro», disse o primeiro-ministro chinês.

Segundo o relato da France Press, Wen Jiabao manifestou também as «sérias preocupações» da comunidade internacional acerca da possível saída da Grécia do euro e da disposição da Itália e Espanha para aceitarem «medidas globais de resgate».

«A solução destes problemas depende da determinação da Grécia, Espanha, Itália e outros países para procederem a reformas», disse o primeiro-ministro chinês.

Wen e Merkel copresidiram à segunda ronda das consultas intergovernamentais sino-germânicas, um mecanismo de diálogo e cooperação que foi instituído no ano passado e ilustra o crescente relacionamento entre os dois países.

A Alemanha é o maior parceiro comercial da China na União Europeia, assegurando quase metade das exportações dos ‘27’ para aquele país e mais de um quinto (22 por cento) das importações que a UE faz do país asiático.

A China, entretanto, tornou-se o principal destino do investimento externo alemão, ultrapassando pela primeira vez a Europa, e a Alemanha é o país europeu onde as empresas chinesas preferem investir.

«Temos com a China uma relação de trabalho muito estreita e ao mais alto nível (...) Em termos de cooperação económica, as relações entre a Alemanha e a China têm um futuro brilhante», disse Angela Merkel em Fevereiro em Pequim.

Em 2011, o comércio sino-alemão aumentou 18,9 por cento, para 169.200 milhões de dólares (134.690 milhões de euros).

Lusa
 

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Re: Notícias da China
« Responder #72 em: Outubro 11, 2012, 02:03:17 pm »
Chineses tirados de casa à força, muitos espancados e mortos


Estão a aumentar os casos de chineses que são tirados das suas casas à força para que sejam construídas fábricas ou estradas. A Amnistia Internacional denuncia a situação que ameaça a estabilidade social e política do país. As demolições forçadas de habitações de cidadãos chineses tornaram-se muito frequentes. Décadas de crescimento económico fizeram como que disparasse a construção e o desenvolvimento imobiliário, forçando muitos habitantes a abandonarem as suas casas sem qualquer recompensa.

Pior: os que se recusam são vítimas de retaliação, muitos são espancados e até há casos de mortes, denuncia a Amnistia Internacional. Estes casos dispararam nos últimos três anos.

A AMI examinou em detalhe 40 casos de despejo e revela que nove culminaram na morte de pessoas que protestaram ou resistiram à expulsão. Num dos casos, uma mulher de 70 anos foi enterrada viva por uma retroescavadora enquanto tentava impedir os trabalhadores de demolirem a sua casa. Noutro caso, as autoridades tiraram um bebé à mãe e recusaram-se a entregá-lo enquanto a mulher não assinasse a ordem de despejo.

Outras vítimas que resistem acabam na prisão ou em campos de trabalho forçado. Além destes casos, muitos habitantes desesperados imolam-se pelo fogo.

SOL
 

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Re: Notícias da China
« Responder #73 em: Outubro 25, 2012, 01:32:41 pm »
China vai retomar construção de centrais nucleares


A China vai retomar a construção de centrais nucleares, suspensa após o desastre de Fukushima, no Japão, em 2011, anunciou hoje a imprensa oficial, citando um novo plano do Governo para o setor.

"Um pequeno número" de centrais nucleares, "todas localizadas nas zonas costeiras", será lançado até 2015, indicou o China Daily.
 
Antes do desastre de Fukushima, a China planeava construir 40 centrais nucleares, nomeadamente nas províncias de Hunan e Hubei, no interior do país.
 
O novo plano do Governo, adotado na quarta-feira passada, refere que a China retomará a construção de centrais nucleares "de maneira firme e ordenada", "a um ritmo razoável" e "cumprindo os mais elevados padrões internacionais de segurança".
 
O nuclear, na China, assegura apenas 1,8 por cento da eletricidade consumida no país, abaixo da média de 14 por cento nos outros países que utilizam aquele tipo de energia, diz o jornal.
 
O carvão continua a ser a principal fonte de energia na China, gerando cerca de 80 por cento da produção elétrica chinesa.
 
Em março de 2011, na sequência do desastre de Fukushima, o Governo chinês ordenou a realização de inspeções de segurança a todos os reatores em atividade no país ou em fase de construção e suspendeu a aprovação de novos projetos.
 
A China tem 13 reatores nucleares, ocupando o 11.º lugar no ranking mundial dos produtores de energia nuclear, atrás dos Estados Unidos da América (104 reatores), França, Japão, Rússia, Coreia do Sul, Índia, Reino Unido, Canadá, Alemanha e Ucrânia.

Lusa
 

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Re: Notícias da China
« Responder #74 em: Novembro 10, 2012, 03:05:50 pm »
Corrupção pode "provocar colapso" do Estado diz Hu Jintao


 O Presidente chinês, Hu Jintao, afirmou hoje que a China alcançou "históricos sucessos" na última década, tornando-se a segunda maior economia do mundo, mas advertiu que a corrupção poderá "provocar o colapso" do Partido Comunista e do Estado.

"A corrupção é uma questão de grande preocupação para o povo (...) Se não conseguirmos controlar bem essa questão, poderá ser fatal para o Partido e até causar o colapso do Partido e a queda do Estado", disse Hu Jintao no relatório apresentado ao 18.º Congresso do Partido Comunista Chinês (PCC).

O Presidente chinês, que é também secretário-geral do PCC, alertou igualmente que o país está confrontado com "muitas dificuldades", afirmando que "o desenvolvimento desequilibrado, descordenado e insustentável continua a ser um grande problema".

"A questão quanto ao caminho que devemos prosseguir é de vital importância para a sobrevivência do Partido, o futuro da China, o destino da nação chinesa e o bem-estar do povo", disse.

Hu Jintao defendeu o "socialismo com características chinesas" como a única via para "concluir a edificação de uma sociedade moderadamente próspera em todos os aspectos" e "acelerar a modernização e a grande renovação do país".

A expressão "socialismo com características chinesas" é evocada mais de 50 vezes ao longo das 46 páginas do relatório apresentado por Hu Jintao, ultrapassando largamente as referências ao marxismo-leninismo e ao Pensamento Mao Zedong.

A democracia é um dos "aspetos" da sociedade que o PCC pretende implantar, mas o Presidente chinês reafirmou que a China "nunca copiará um sistema político ocidental".

O 18.º Congresso do PCC, que irá escolher a liderança do país para a próxima década, decorre até quarta-feira no Grande Palácio do Povo, em Pequim.

Hu Jintao, que está a concluir o seu segundo e último mandato de cinco anos à frente do PCC, deverá ceder o cargo de secretário-geral do partido ao atual vice-presidente, Xi Jinping.

Lusa
 

 

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