Notícias da China

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Re: Notícias da China
« Responder #45 em: Março 23, 2010, 08:36:41 pm »
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Algo cheira mal na China

Se de repente Lionel Messi, estrela do Barcelona, não conseguisse ser espectacular num jogo, diríamos que algo cheira mal. Mas é isso que se passa com a China: a bolsa da economia mais pujante do mundo mostra sinais de esgotamento há meses. Apesar de os mercados estarem a marcar novos máximos há algum tempo, a bolsa chinesa continua a não mostrar sinais de subida. A partir da vulnerabilidade relativa do índice Shanghai Composite, digo que algo cheira mal. E esse algo pode ser o que muitos gigantes do mundo financeiro vêm alertando: a maior bolha imobiliária de sempre está na China.

Jim Chanos já disse que a China é como o Dubai mas mil vezes pior. Entretanto, o Goldman Sachs está a vender as propriedades que ali tem e em várias grandes cidades metade os prédios de escritórios estão vazios. Mas mais do que o alerta, importa saber quando vai rebentar a bolha - e disso ninguém fala. Digo eu que acontecerá quando os preços o determinarem. Quando assistirmos a uma súbita queda a pique do Shanghai Composite. Price action! Nada mais. Mesmo que nesse momento não haja razões para a queda.

E como é que isto pode afectar-nos? No mínimo, vamos assistir a uma quebra na procura de materiais de construção, como o ferro e o cobre. E se a coisa for mais grave, a procura de commodities em geral será afectada - excepção feita ao ouro. Se já estamos a assistir às dificuldades da bolsa chinesa, devíamos ter muita atenção às commodities. Ambas andam de mãos dadas.
 

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Lusitano89

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Re: Notícias da China
« Responder #46 em: Agosto 11, 2010, 06:30:40 pm »
China fecha duas mil fábricas para poupar energia


Pequim decidiu tomar medidas drásticas para reduzir a sua dependência energética do exterior, bem como para cumprir as metas na redução de emissões de CO2.

O governo chinês anunciou ontem o maior encerramento em massa de fábricas da História. Segundo o ministro da indústria chinês, Li Yizhong, um total de 2.087 indústrias pesadas vão fechar as portas até ao dia 30 de Setembro, de modo a cumprir os objectivos governamentais de melhorar a eficiência energética do país, ao mesmo tempo que reduz as emissões de carbono.

"Estas unidades obsoletas consomem muita energia, contaminam o meio ambiente e apresentam riscos de segurança. Também são a causa da baixa qualidade, ineficiência e fraca competitividade da nossa economia", afirmou Li, citado pelo jornal China Daily.

A lista de empresas obrigadas a fechar as portas inclui 762 cimenteiras, 279 empresas da pasta de papel, 175 produtoras de aço e 84 firmas produtoras de couro, afirmando Pequim que o seu desaparecimento vai melhorar a estrutura industrial e a produtividade do país.

Maior consumidor de energia

Os analistas notam que a decisão chinesa representa um passo significativo para o país conseguir reduzir a sua dependência energética do exterior, que é estrategicamente vital para Pequim.

"A China necessita de energia segura, barata e amiga do ambiente. O uso de energia do país quase duplicou na última década, e o uso de electricidade cresceu ainda mais depressa, tendo-se superado os EUA como o país que mais energia consome no mundo. Mas este crescimento preocupa as autoridades. Actualmente, o país tem que importar metade do petróleo que consome, e os receios sobre apagões, sustentabilidade energética e poluição do ar estão todos a contribuir para pressionar o governo" a eliminar todas as ineficiências energéticas que encontra, nota o Worldwatch Institute, que analisa a evolução das energias renováveis no mundo. A aposta chinesa é cada vez mais nas energias alternativas, tendo-se o país tornado num dos maiores produtores de painéis solares do planeta.

Menos emissões de carbono

Ironicamente, o anúncio do encerramento surge apenas dois dias depois do responsável norte-americano para as alterações climáticas, Jonathan Pershing, ter afirmado que a China se estaria a "afastar" dos compromissos alcançados em Copenhaga. Os analistas recordam que governo chinês havia anunciado no ano passado que vai reduzir até 2020 as suas emissões de carbono entre 40 a 45% relativamente a 2005, e que pelo menos 20% da sua energia irá ser alcançada através da energia renovável. É notado que a Pequim nunca quantifica em quanto irá reduzir as suas emissões de dióxido de carbono (CO2), prometendo ao invés que irá produzir cada vez mais com menos emissões.
"Quando a China promete algo, isso será cumprido. Este tipo de medidas pode ser tomado pelo governo", nota Fiath Birol, economista- chefe da Agência Internacional de Energia.

Diário Económico
 

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Re: Notícias da China
« Responder #47 em: Agosto 17, 2010, 05:10:04 pm »
China celebra posição de 2ª economia mundial, mas admite fraquezas

De Susan Stumme (AFP) – Há 6 horas

PEQUIM — A China celebrou nesta terça-feira o fato de ter superado o Japão como segunda economia mundial, mas reconheceu que ainda tem muito trabalho pela frente para tirar milhões de habitantes da pobreza.

O Produto Interno Bruto (PIB) chinês no segundo trimestre foi de 1,3369 trilhão de dólares, contra US$ 1,2883 trilhão do Japão, segundo números oficiais divulgados na segunda-feira.

Assim, a Chino destronou o Japão como segunda economia mundial, um posto que os nipônicos ocupavam há 40 anos, atrás dos Estados Unidos.

Nos seis primeros meses do ano, no entanto, a atividade japonesa permaneceu levemente superior, com um PIB de 2,578 trilhões de dólares, contra US$ 2,532 trilhões da China.

Desde o início da política de reforma e abertura do país comunista no fim dos anos 70 por Deng Xiaoping, o PIB de China superou o da Grã-Bretanha, França e Alemanha, o que deu aos países em desenvolvimento um peso mais importante no Banco Mundial (Bird) e no Fundo Monetário Mundial (FMI).

Recentemente, a China, país mais povoado do mundo conquistou os de maior exportador mundial, principal mercado automobilístico e líder na produção de aço.

Mas o próprio governo admitiu que a China ainda tem muito trabalho pela frente e que está atrás de muitos países no que diz respeito à renda per capita.

"Não deveríamos estar preocupados apenas com o PIB, deveríamos estar atentos à renda per capita", declarou o porta-voz do ministério do Comércio, Yao Jian.

A renda per capita na China é de 3.800 dólares, o que deixa o país na 105ª posição no mundo. Dos 1,3 bilhão de habitantes, 150 milhões vivem abaixo da linha de pobreza estabelecida pela ONU.

"A qualidade do crescimento econômico chinês deve melhorar, seja em termos de qualidade de vida ou em termos de proteção ao meio ambiente, ciência ou tecnologia", destacou o porta-voz.

Apesar do PIB chinês ter superado o japonês, é preciso lembrar que o Japão tem uma população 10 vezes menor e que, portanto, é 10 vezes mais rico por habitante que a China.

"Ainda temos que preencher uma brecha enorme", admitiu Yao.

Para a imprensa, o fato da China ter se tornado a segunda economia mundial não muda o fato de que se trata de um país em desenvolvimento.

"A economía chinesa ainda está no nível de um país em desenvolvimento. A segunda economia mundial não equivale à segunda potência econômica mundial", afirma o Diário do Povo, órgão do Partido Comunista (partido único, no poder desde 1949).

Para o jornal oficial em inglês China Daily, a comunidade internacional "não deve esperar muito de uma economia em desenvolvimenlo e com uma renda per capita ainda frágil".

"Aqueles que querem que a China assuma responsabilidades internacionais ainda maiores apenas pelo tamanho de sua economia também devem considerar os enormes desafios em termos de desenvolvimento que o país enfrenta", completa.

Muitos analistas ocidentais pensam que a nova China deve exercer um papel de liderança muito maior a nível mundial em temas como diplomacia, defesa do meio ambiente ou direitos humanos.

Mas também é correto que o segundo lugar da China é muito relativo, em particular se for considerado que uma valorização do yuan em relação ao dólar - como pedem os parceiros comerciais de Pequim - permitiria ao Japão conservar o segundo lugar, atrás dos Estados Unidos.

De todos os modos, o objetivo da China é superar os Estados Unidos, o que pode acontecer dentro de 15 a 25 anos, segundo Li Hong, colunista do Diário do Povo.

"Nosso objetivo final é, naturalmente, alcançar o topo, suplantar os Estados Unidos", afirma.

http://www.google.com/hostednews/afp/ar ... cHGpXFItAw
"[Os portugueses são]um povo tão dócil e tão bem amestrado que até merecia estar no Jardim Zoológico"
-Dom Januário Torgal Ferreira, Bispo das Forças Armadas
 

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Re: Notícias da China
« Responder #48 em: Dezembro 15, 2010, 11:49:06 am »
Fábrica na China tinha deficientes mentais como «escravos»


A polícia chinesa prendeu o proprietário de uma fábrica de produtos químicos que empregava 12 doentes mentais “vendidos” por um asilo, no segundo caso de escravatura descoberto na China nos últimos três anos, revelou hoje a imprensa oficial.

Li Xinglin, patrão da Jiaersi Green Construction Material Chemical Factory, em Toksun, na região do Xinjiang, noroeste da China, foi detido na terça-feira, na província de Sichuan, juntamente com o filho, Li Chenglong.

O dono do asilo que “vendia” mão-de-obra para a fábrica, Zeng Lingquan, foi também detido e a fábrica, com cerca de 6.600 metros quadrados, foi encerrada.

Li Xinglin considerava o contrato com Zeng Lingquan "um ato de filantropia", disse o jornal China Daily.

Desde 1996, o mesmo asilo, situado na província de Sichuan, sudoeste da China, enviou pelo menos 70 deficentes para trabalhar em Pequim, Tianjin e outras cidades, indicou um responsável local.

Registada desde julho de 2006 como produtora de pó de talco e areia de quartzo, a fábrica foi descoberta há menos de uma semana por repórteres de um jornal local.

Residentes nas imediações contaram que as fábricas da região fechavam no inverno e os empregados recebiam no mínimo 150 yuan por dia (17 euros), mas na Jiaersi os operários trabalhavam o ano todo, sem receber qualquer pagamento, disse o Xinjiang Metropolis News.

Em 2007, na província de Shanxi, norte da China, foi descoberta uma fábrica de tijolos que durante três meses escravizou 32 trabalhadores.

Lusa
 

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Re: Notícias da China
« Responder #49 em: Janeiro 08, 2011, 04:23:30 pm »
Renault suspeita da China no escândalo de espionagem industrial


O construtor automóvel francês Renault suspeita que os três altos quadros suspensos por alegada espionagem industrial estavam a passar à China os planos do veículo elétrico da marca, diz hoje o jornal francês Le Fígaro.

O jornal, que cita "diversas fontes internas" da Renault, dá conta de suspeitas que os três executivos da marca, "em posição particularmente estratégica na empresa", terão vendido patentes que não tinham sido ainda registadas a um ou mais intermediários, especialistas em informações económicas secretas.

Ainda citando fontes da marca francesa, o jornal diz que a Renault suspeita que o destinatário final dos segredos - sobre a bateria e o motor dos futuros veículos - tenha sido um cliente chinês, pista que os serviços secretos franceses estão também a seguir, diz o Fígaro, em notícias a que o construtor automóvel preferiu não responder.

O mais alto quadro suspenso da Renault, diz o Fígaro, é Jean-Michel Balthazard, membro da comissão de direção e diretor da divisão de projetos, que já tinha liderado o projeto do modelo Laguna 3, até 2005.

Os outros dois funcionários são Bertrand Rochette, adjunto de Balthazard e Matthieu Tenenbaum, adjunto do diretor do projeto de veículos elétricos.

A Renault planeia lançar os carros elétricos Fluence e Kangoo Express em meados de 2011 e os modelos Twizy e Zoe no final deste ano ou inícios do próximo.

Um escândalo de espionagem industrial já tinha abalado o construtor francês em 2007, quando uma revista divulgou fotografias e projetos de dois novos modelos que a Renault estava a desenvolver.

A Renault e a parceira Nissan têm vindo a apostar na produção de veículos elétricos, com o objetivo de lançar para o mercado diversos modelos até 2014, em resposta ao aumento da procura por meios de transporte mais amigos do ambiente.

Lusa
 

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Re: Notícias da China
« Responder #50 em: Janeiro 20, 2011, 06:46:41 pm »
Economia chinesa cresceu 10,3 por cento em 2010

 
A economia chinesa cresceu 10,3 por cento em 2010, mais 1,1 pontos do que ano anterior, anunciou hoje o Gabinete Nacional de Estatísticas da China.
Aquele índice de crescimento ultrapassa a meta de «cerca de 8 por cento» preconizada pelo governo chinês e a média de 9,94 por cento registada na década anterior.

No último trimestre de 2010, o PIB cresceu 9.8 por cento, mais 0,2 pontos do que no trimestre anterior, e 11,9 por cento e 10,3 por cento no primeiro e segundo trimestres do ano, respectivamente.

Ao apresentar os resultados do desempenho da economia chinesa em 2010, o Gabinete Nacional de Estatísticas da China anunciou também que a produção industrial aumentou 15,7 por cento e as vendas a retalho, um dos principais indicadores do consumo interno, 18,4 por cento.

A produção de cereais subiu 2,9 por cento, para 546,41 milhões de toneladas, e o crescimento do investimento em património fixo abrandou 6,3 pontos, para 23,8 por cento, indicou a mesma fonte.

A China é a segunda maior economia do mundo, a seguir aos Estados Unidos.

Lusa
 

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Re: Notícias da China
« Responder #51 em: Fevereiro 10, 2011, 04:53:45 pm »
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The China Superpower Hoax

China must have the best public relations maestros in the world. How else would a country with a lower per capita income than Iran, Mexico and Kazakhstan, one of the worst environmental records of any major nation, endemic corruption, jails stuffed with dissenters, and a dictatorship, besides, be hailed by so many as the next global superpower?

Certainly China is big -- 1.3 billion people big, a fifth of the global population. As Forbes' columnist John Lee has written, China has long been the place for the world's biggest anything: the Great Wall, the 2008 Olympics, Tiananmen Square, the South China Mall in Dongguan, dams, consumption of cement and production of automobiles; most recently, China even had the world's biggest traffic jam -- an incredible 60 miles long -- which lasted a month and during which drivers were stuck in their cars for days at a time.

The world has never see anything like mega-nations the size of China (or India for that matter), and no one even knows if populations of this magnitude ultimately are sustainable. China's voracious need to supply its population and avoid the social explosions that have plagued its history has made it one of the world's largest consumers of natural resources, especially timber and energy, extracted from places like Africa, Southeast Asia and South America. With such large appetites, China has the ability to drive global markets, and, consequently, has become the new frontier where "get rich quick" investors and Western businesses go panning for gold by speculating in some hot Chinese start-up.

Unfortunately, the hype ignores a starker reality -- that China is barely holding it together. Contrarian voices like Hu Ping, the chief editor of Beijing Spring, a pro-human rights and democracy journal, try to humanize the conventional wisdom of economic statistics and facts that obscure reality. "With China portrayed in the news every day as an economic and political powerhouse, the rest of the world, at least those parts that treasure freedom and peace, should pay attention to the real China," says Hu.

The Paradox of China

To understand the "real" China, it is necessary to see it through the double lens of its paradoxical condition as both a major economy and a still-developing country. China is filled with contradictions and serious challenges. When I visited China in August and September of 2008, after the Olympics, the country that I saw, whether in Shanghai, Beijing or the rural areas, was a long, long way from being a global leader in any meaningful sense. Two hundred million people out of a working population of nearly 800 million are migrants, chafing at their lowly status and rotten wages.

Inequality is rampant. Returning from the rural areas -- where the vast majority of Chinese still live -- to cities is like a form of time travel, moving from feudal conditions where plowing is still done by water buffalo to a land of impressively jutting skyscrapers. Corruption is epidemic, whether in banks, the legal system or the political leadership at national, provincial and local levels, causing an estimated annual economic loss of approximately 15 percent of GDP, according to economist Hu Angang.

Even China's much-touted economic power has been misunderstood. Recently it was announced around the world that China had surpassed Japan to become the second-largest national economy. But compared to the United States and Europe, China is still an economic mini-me. Europe's gross domestic product is $17.5 trillion, according to the latest IMF figures, while the U.S.

figure is $14.8 trillion and China's is $5.4 trillion (by Europe, I mean the EU 27 plus Norway, Switzerland and Iceland).

Beyond economic output, more than three-fifths of China's overall exports and nearly all its high-tech exports are made by non-Chinese, foreign companies. Foreign companies take advantage of low Chinese wages to reprocess imports of semi-manufactured goods that are then shipped to Europe and the U.S. China remains, in essence, a subcontractor to the West, says Will Hutton, British political analyst and author of an influential book on China, "The Writing on the Wall." Despite China's export success, there are few great Chinese brands or companies. China needs to build them, says Hutton, but doing that in a one-party authoritarian state, where the party second-guesses business strategy for ideological and political ends, is impossible."

Because of China's climate of corruption and authoritarian secrecy, even the volume of industrial output has been questioned. Some doubt China's numbers and official reports. Investment guru James Chanos, who rose to prominence when he predicted the Enron meltdown (and pocketed a billion dollars shorting Enron stock), is shorting China now.

Says Chanos, "China is cooking its books. State-run companies are buying fleets of cars and storing them in parking lots and warehouses" to pump up state-mandated production figures. As evidence of this, experts point out that while car sales have been rising by a huge 20 percent per month, auto fuel usage seems to be rising by only 3-5 percent per month. Chanos also says China is plagued by an ominously growing real estate bubble in high-rise buildings, offices and condos. Much of China's high growth originally came from decades-long heavy investment in infrastructure, but increasingly it has been coming from construction. Chanos estimates that 50 percent to 60 percent of China's GDP now comes from alarming levels of overbuilding, virtually none of which is affordable to the average Chinese. "This is not affordable housing for the middle class; this is high-end condos in major urban areas and high-end office buildings, which no one is buying," says Chanos.

China is on this "treadmill to hell," he says, because so much of its GDP growth comes from construction which can't be sustained. If China were to slow down the construction industry, its GDP growth would go negative very quickly.

"That's not going to happen, because in China people are rewarded at almost every level of government for making their economic growth numbers. The easiest way to do that is put up another building. They're really hooked on this sort of heroin of real estate development to keep the numbers going," Chanos says.

Sino enthusiasts are betting that China's rulers, whom they see as having been competent stewards of a growing economy for decades, have the means to slowly let the air out of the bubble and avert disaster. But with entire building complexes--urban forests of office and condo high-rises--standing empty in China, Chanos and others are predicting a housing market crash like the one that occurred in the United States.

Walking an Environmental Tightrope Without a Net

The only thing cloudier than China's economic model is the sky over its major cities, so choked with smog that some days you can't see the high-rises a few blocks away. During the run-up to the 2008 Olympics in Beijing, many were concerned that athletes wouldn't be able to breathe the foul air. To try to clear the air, the government instituted an odd-even auto policy, i.e. cars with license plates ending in an even number could drive one day, odd numbers the next. People in Beijing told me that the skies had not been so clear in decades (and they were greatly chagrined when the authorities eventually reverted to the previous laissez-faire policy, resulting in unprecedented traffic jams that make India's look tame by comparison).

Four hundred thousand Chinese die every year of respiratory diseases caused by pollution. About 500 million rural Chinese -- equivalent to the population of the entire European Union -- still do not have access to safe drinking water. Acid rain, caused by sulfur dioxide emissions that belch from smokestacks of power plants, is endemic, with the state-run China Daily reporting that in Guangdong province -- China's most prosperous region, and also its most industrialized -- 53 percent of total rainfall in 2008 was acid rain.

Food scares, such as industrial toxins mixed into milk powder, pet food and cough syrup, have been frequent, and there have been instances of exported toys bearing lead paint and drywall containing highly toxic sulfur compounds that made brand-new homes in the U.S. and elsewhere unlivable.

These consumer dangers are additional manifestations of the amoral, corrupt, robber-baron business practices that have been unleashed in China. The 2008 earthquakes in western Sichuan province, which resulted in the collapse of more than 7,000 schoolrooms and thousands of deaths among schoolchildren, disproportionately impacted the poor who lived in areas where corruption had resulted in shoddy construction practices. The suicide rate among the elderly in rural areas is four to five times higher than the world average because 90 percent of the elderly have no retirement pension, even as there is a growing shortage of nursing home services, and so many elderly choose to quietly end their lives on a barren hillside or in a forest to avoid being a burden to their children. For all these reasons and more, China is plagued by 70,000 protests per year, many of them more like riots and quite violent (including occasional bombings), and had 300,000 labor disputes in 2006 alone, nearly double the number reported in 2001.

Young men and women I met in the cities had fled the Third World conditions in their farming villages only to accept the yoke of working in sweatshop factories or as bar waitresses, earning just enough to afford a bedroom shared with three others, four to a tiny room, two to a bed. Disposable income was practically nil and life was hard. Education is not a way out for most, since it is not free at any level and university is much too expensive for most young people to afford. The only hope they nurtured was that their country would one day be more affluent and some of that wealth would trickle down their way, as according to the Confucian virtues of "sacrifice" drilled into them by the ruling Communist Party. Recent strikes at factories producing products for Western corporations like Apple, Honda and others have managed to exact sizable wage increases of about 20 percent. But for most Chinese, life is a grim struggle and will remain so for years to come. Walking around China, even with all its tourist charms and ancient curiosities, it is hard to envision a superpower taking shape, no matter how far one peers into the future.

There's Gold in Them China Hills

Welcome to China Inc., this ancient land where the entire country is run like a giant corporation. Certainly the land of "capitalist communism" -- an oddball combination, to be sure -- has made some impressive gains with its roaring economic growth rates and in lifting several hundred million people out of the abject poverty of the Mao years. Over the past 30 years, China has sustained nearly double-digit growth, a remarkable run which has produced a growing middle class of perhaps 200 million to 300 million people. But an important qualifier is that China started from a very low level of GDP. By 2009, China's per capita GDP still was only $3,600, compared with $46,000 in the United States. China's metrics indicate significant challenges for years to come, and considering all its other economic and environmental ills, its past record is no guarantee of future success. Prophecies of its global leadership are premature at best.

Beyond economic and ecological indicators, the hallmark of a great power is when other nations want to emulate you. What made the United States the great power of the post-World War II era was not just its military might but its promise of economic betterment and freedoms -- glamorized by Hollywood, the best public relations machine ever -- which caused people from all over the world to want to flock to our shores. The City on the Hill inspired people toward an ideal, however much America itself didn't always live up to that ideal. But no one is banging down doors to get into China, and only the poorest countries aim to be like the People's Republic.

China inspires curiosity with its ancient history and huge population, but not envy or emulation. That will not change anytime soon, and perhaps never unless China at some point opens up its political and economic system. The absolute unwillingness of Communist Party authorities to tolerate any public reflection, let alone protest, during the 20-year anniversary in June 2009 of the Tiananmen Square crackdown exposed their great fear of their own people, as well as the lack of confidence among China's rulers in either their system or themselves. It remains to be seen how much of a "new China" will continue to emerge, but all these horizons certainly provide a different view of China from the one typically given by the Sino enthusiasts.

Given this reality, why does China receive so many rave reviews while Japan and Europe--which actually do a far better job of providing for their people--are treated with scorn and derision? The answer seems to boil down to the fact that China's high-growth economy has become the place where corporations can realize the quickest return for their quarterly profit sheets. To many awestruck pundits, China represents the future, or at least the future of business success.

But it is also the case that China's über-growth has become an ideological weapon in the hands of free market fundamentalists and pro-growth zealots.The Chinese economy and its high growth engine is used to browbeat other countries viewed as growing insufficiently. Europe and Japan are proof that high growth is not necessary to create the highest living standards in the world, yet in an ideological battle between free market fundamentalists and everyone else, China is a useful propaganda tool.

But once you peel back the curtain, as Toto did in "The Wizard of Oz," the China reality doesn't live up to Wall Street's hype. In fact, the hype actually is damaging to China, as it causes members of the U.S. Congress to propose foolish ideas such as protectionist measures, when in reality China needs different forms of assistance -- especially technical assistance -- from Europe, the U.S. and other developed powers. The entire world has a stake in China succeeding, both economically and in greening its economy and reducing its carbon emissions. The prospect of China as a "failed state" is too terrible to contemplate.

China has come a long way, but it has a long, long way to go. It's anyone's bet whether China will sink or swim. So much for superpower status.
 

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« Responder #52 em: Março 05, 2011, 04:38:15 pm »
Wen Jiabao reconhece que desenvolvimento da China é "desequilibrado"


O primeiro-ministro chinês, Wen Jiabao, congratulou-se hoje com o crescimento económico da China, mas reconheceu que o desenvolvimento do país é «desequilibrado» e que a corrupção, aumento dos preços e outros problemas continuam a suscitar descontentamento.
«Estamos vivamente conscientes que continuamos a enfrentar um grave problema acerca do nosso desenvolvimento, que ainda não é bem equilibrado, coordenado e sustentável», disse Wen Jiabao no relatório apresentado à Assembleia Nacional Popular.

«Além disso, ainda não resolvemos, no fundo, um certo número de questões que as massas populares muito ressentem», acrescentou.

Entre as referidas «questões», Wen Jiabao mencionou «a desequilibrada distribuição» de recursos médicos, «aumentos exorbitante de preços» da habitação, «ilegal expropriação de terras» e «vertiginosa corrupção em algumas áreas».

«Temos de trabalhar incansavelmente para resolver estes problemas mais depressa de modo a satisfazer o povo», disse Wen Jiabao.

Em 2010, a economia chinesa cresceu 10,3 por cento (2,3 pontos acima da meta inicialmente anunciada), mas a inflação (3,3 por cento) excedeu o teto de três por cento apontado pelo governo.

No relatório de quase 39 páginas, lido hoje aos cerca de 3.000 delegados à Assembleia Nacional Popular, o primeiro-ministro chinês disse que «a primeira prioridade» do controlo macreconómico em 2011 será «manter o conjunto de preços estável». A inflação prevista, no entanto, subiu para quatro por cento.

«A China está ainda na primeira fase do socialismo e continuará a estar por muito tempo. Por isso devemos continuar a encarar o desenvolvimento como a nossa tarefa central», afirmou Wen Jiabao, que é também o 'numero 3' da hierarquia do Partido Comunista Chinês.

Constitucionalmente, a Assembleia Nacional Popular é «o supremo órgão do poder de Estado na China». Além do relatório do governo e do 12º Plano Quinquenal, a assembleia aprovará o orçamento, que segundo foi já revelado, prevê um aumento de 12,7 por cento nas despesas com a Defesa.

A reunião anual da Assembleia Nacional Popular, iniciada hoje, decorre durante nove dias no Grande Palácio do Povo, no centro de Pequim.

Lusa
 

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« Responder #53 em: Março 07, 2011, 02:25:49 pm »
China espera baixar saldo comercial com mais importações


As importações da China deverão aumentar este ano e o excedente comercial deverá diminuir, disse hoje o ministro do comércio do país, em resposta aos apelos de vários países para que a China permita o aumento do consumo interno.

O Governo chinês está a preparar para este ano a promoção dos gastos dos consumidores, respondendo às reivindicações dos Estados Unidos e de outros parceiros comerciais que se queixam do controlo do Governo face à moeda chinesa, o yuan, e das barreiras à importação.

Durante uma conferência de imprensa após a sessão anual da Assembleia Legislativa chinesa, o ministro do Comércio, Chen Deming, não quis dar uma previsão detalhada do comércio, mas disse que Pequim iria tentar agilizar os procedimentos de importação.

“Os nossos princípios de política de comércio exterior para este ano passam por estabilizar as exportações, promover a importação e reduzir o excedente" comercial, disse Chen Deming.

O responsável espera este ano que o crescimento das importações “seja relativamente rápido”, acrescentou, ao mesmo que afirma que “o rácio do excedente em relação ao Produto Interno Bruto (PIB) deve cair”.

Ainda assim, a China não “descarta a possibilidade de ainda haver um excedente."

O ministro do comércio chinês disse ainda que não há planos para reduzir as exportações que dão empregos a milhões de chineses na indústria.

A China é o maior exportador mundial tendo registado um excedente comercial de 190 mil milhões de euros em 2010, abaixo dos 196 mil milhões de dólares registados no ano anterior.

Os analistas estão a prever que este ano um excedente comercial na ordem de 200 mil milhões de dólares.

Chen Deming defendeu ainda decisão de Pequim de limitar as exportações de metais raros, minerais exóticos e de outros produtos de alta tecnologia, justificando com os danos ambientais apesar de Pequim também estar a reservar a matérias-primas para os seus próprios produtores.

A China tem cerca de 30 por cento das reservas mundiais de metais raros, mas é responsável por 97 por cento da produção. Estados Unidos e Canadá, entre outros países que também possuem reservas, pararam com a mineração nos anos 1990 após a concorrência a baixos custos dos minérios chineses.

“Espero que outros países, que possuem abundantes reservas de metais raros, possam explorar os seus recursos", disse o ministro do comércio chinês.

Lusa
 

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Re: Notícias da China
« Responder #54 em: Maio 23, 2011, 11:16:35 pm »
Vendas da Porsche na China aumentaram 60% em 2010


As vendas da Porsche na China aumentaram 60 por cento em 2010, para quase 14 mil veículos, e este ano deverão exceder os 20 mil, disse um responsável do fabricante alemão citado hoje pelo jornal China Daily.

Nos primeiros quatro meses de 2011, a Porsche já registou mais de metade das vendas de 2010, projectando para o conjunto do ano um crescimento superior a 40 por cento, precisou o director executivo da Porsche-China, Helmut Broeker.

O maior sucesso daquela marca alemã assenta nos SUV da série "Cayenne", que representam 60 por cento das vendas da marca.

Segundo Helmut Broeker, a China tornou-se mesmo o segundo maior mercado mundial da Porsche, a seguir aos Estados Unidos, e no caso dos "Cayenne" já é o primeiro.

O modelo mais barato do SUV da Porsche custa cerca 893.000 yuan (96.600 euros) - cerca de 46 vezes mais do que o rendimento anual per capita nas zonas urbanas -, mas nas ruas de Pequim vêem-se também muitos "Cayenne Turbo", cujo preço ultrapassa os 2 milhões de yuan (216.380 euros).

A Porsche abriu o primeiro stand na China em 2001, em Pequim. Uma década depois, o número já vai em 31 e este ano deverão abrir mais dez, adiantou Helmut Broeker.

DN
 

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Re: Notícias da China
« Responder #55 em: Junho 13, 2011, 12:30:32 pm »
TGV Pequim-Xangai começa a rolar a 1 de Julho



A linha ferroviária de alta velocidade Pequim-Xangai, a mais extensa do mundo com 1.318 quilómetros de comprimento, vai começar a funcionar a 1 de Julho, anunciou hoje o Ministério chinês dos caminhos-de-ferro.
Com a nova linha, a duração da viagem entre as duas principais cidades chinesas será reduzida para cerca de cinco horas, metade do melhor tempo actual.

A velocidade máxima será de 300 kms/hora, menos do que os 350 Kms/hora inicialmente projectados, e haverá também comboios um pouco mais lentos, que não ultrapassarão os 250 kms/hora.

O preço dos bilhetes também varia, entre 410 yuan (44 euros) e 1.750 yuan (186 euros), conforme a classe e velocidade.

“É a maior linha de alta velocidade construída de uma só vez e com os mais elevados padrões tecnológicos do mundo”, disse Hu Yadong, vice-ministro chinês dos Caminhos-de-ferro.

Mais de 1.500 testes foram conduzidos durante o ultimo mês e nos dias 25 e 26 de Maio um grupo de trinta académicos e peritos efectuou o seu próprio exame aquela infraestrutura, referiu o responsável.

“Todos os indicadores atingiram o mais alto nível internacional e a linha está totalmente pronta para entrar em funcionamento”, acrescentou.

O início da exploração comercial, anunciado hoje, coincide com o 90º aniversário da fundação do Partido Comunista Chinês.

A exploração começará com noventa comboios por dia em cada sentido, dois terços dos quais a 300 kms/hora, que irão atravessar sete províncias e grandes municipalidades (Pequim, Tianjin, Hebei, Shandong, Anhui, Jiangsu e Xangai) e os dois maiores rios do país: Amarelo e o Yangtze.

Nos comboios mais rápidos, a viagem demorará 4 horas e 48 minutos, menos três horas do que outros (os que circularão no máximo a 250 kms/hora).

A redução da velocidade, de 350 kms/hora para 300 kms/hora, “poupa muita energia” e proporciona “uma manutenção mais barata da linha”, disse Hu Yadong.

Lusa
 

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Re: Notícias da China
« Responder #56 em: Julho 14, 2011, 09:32:16 pm »
Linha Pequim-Xangai criticada no jornal oficial do Partido Comunista chinês


A linha de alta velocidade entre Pequim e Xangai foi duramente criticada num artigo do Diário do Povo, o órgão oficial do Partido Comunista chinês depois de sofrer três avarias devido a apagões nos últimos quatro dias. As falhas técnicas na mais extensa linha de alta velocidade do mundo, com 1.318 quilómetros, devido às fortes chuvas que afectam o centro do país fazem com que as pessoas «se sintam incomodadas e insatisfeitas com as viagens no comboio de alta velocidade», destaca o artigo de opinião na página do diário na Internet.

Os problemas técnicos provocaram atrasos até duas horas em cerca de 50 comboios da linha que liga as duas principais cidades chinesas e que abriu ao público a 1 de Julho, coincidindo com os 90 anos do Partido Comunista da China.

O Ministério dos Transportes Ferroviários tentou sair ileso das criticas ao assegurar que as avariais não provocaram situações de perigo para os viajantes, já que os comboios estão construídos para pararem em caso de faltas de energia.

Peritos citados hoje no diário South China Morning Post, que se publica em Hong Kong, atribuíram os problemas a falhas normais do início da actividade de um novo projecto e asseguraram que a linha precisa de tempo para melhorar.

No artigo do Diário do Povo também é criticado o serviço aos passageiros do comboio como a venda de bilhetes já que «é fácil adquirir, mas difícil de reaver o dinheiro no caso de atrasos».

«A velocidade dos comboios pode ser aumentada rapidamente, mas será difícil fazer melhorar ao mesmo tempo a qualidade do serviço», refere o jornal que assegura ainda que os responsáveis estatais do Ministério dos Transportes Ferroviários «têm o hábito de ignorar as necessidades e interesses dos passageiros».

Lusa
 

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Re: Notícias da China
« Responder #57 em: Novembro 29, 2011, 07:18:02 pm »
Novo sistema de contagem quadruplica pobres


A população oficial chinesa que vive abaixo da linha da pobreza vai passar de 26,8 milhões para 100 milhões de pessoas, depois do governo chinês anunciar esta terça-feira que vai adoptar os padrões de linha da pobreza nacional, os mesmos usados pela ONU - indivíduos que vivem com menos de 1 dólar por dia.

O primeiro-ministro chinês, Wen Jiabao, anunciou a mudança numa conferência sobre programas de alívio à pobreza esta terça-feira no Grande Palácio do Povo de Pequim, com a presença do presidente Hu Jintao, detalhou a agência oficial Xinhua.

Até ao momento, Pequim considerava pobre e, portanto, candidato a receber ajuda do Governo, aquele com receitas inferiores a 0,53 dólares, mas a partir de agora entrarão nesta classificação os que vivem com menos de 0,98 dólares.

A decisão foi tomada duas semanas depois de o Governo chinês revelar que nos últimos 10 anos o número de chineses a viver na extrema pobreza passou de 94,2 milhões de habitantes há uma década para os 26,8 milhões actuais. O novo número ultrapassa a primeira estimativa, chegando a 100 milhões de pessoas.

A alta no índice demonstra os esforços da China para se transformar numa sociedade acomodada na próxima década, destacaram os máximos lideres comunistas chineses.

«O nosso objectivo para 2020 é garantir que os pobres do país não tenham de se preocupar com alimentos e roupas. Também garantir o acesso à educação, serviços sanitários básicos e moradia», declarou o presidente Hu.

O regime comunista chinês garantiu que nos 30 anos de reforma e abertura económica saíram da pobreza entre 300 milhões e 400 milhões de pessoas no país.

Embora a China seja a segunda economia mundial em termos de produção total (PIB), a renda per capita chinesa ainda é muito baixa devido ao tamanho da sua população, o que a situa por volta do 100º posto no ranking de nações do planeta.

Lusa
 

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Re: Notícias da China
« Responder #58 em: Dezembro 10, 2011, 01:45:24 pm »
Exportações abrandam na China devido à crise na Europa e EUA


O crescimento das exportações chinesas abrandou em Novembro, face à diminuição da procura dos Estados Unidos e Europa, com o superavit comercial a cair 35 por cento em relação a 2010 para 14,5 mil milhões de dólares (10,85 mil milhões de euros). Dados divulgados hoje indicam que as exportações cresceram 13,8 por cento para 174,5 biliões de dólares (130,68 mil milhões de euros), inferior aos 15,9 por cento de crescimento registados em Outubro.

Por sua vez, as importações cresceram 22,1 por cento para 159,9 mil milhões de dólares (119,7 mil milhões de euros), também abaixo do registado no mês passado, em que a China importou mais 28,7 por cento de produtos.

O excedente comercial da China com os Estados Unidos diminuiu ligeiramente em relação ao mês anterior, para 19,45 mil milhões de dólares (14,56 mil milhões de euros) em Novembro.

Foi também registado uma quebra no excedente comercial com os mercados europeus.

Face à diminuição da procura e crise na Europa e Estados Unidos, a China procura agora expandir as suas exportações para os mercados emergentes como a Austrália e Brasil, fornecedores asiáticos de componentes industriais e produtores ocidentais de equipamentos e bens de consumo.

O crescimento das exportações tem estado em queda desde que atingiu o pico máximo de quase 36 por cento, em Março.

Lusa
 

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Re: Notícias da China
« Responder #59 em: Janeiro 05, 2012, 12:35:03 pm »
Excedente comercial chinês diminuiu em 2011


O excedente comercial da China desceu para cerca de 160 mil milhões de dólares (123,8 mil milhões de euros) em 2011, anunciou hoje o ministro chinês do Comércio, Chen Deming. No conjunto, o comércio externo da China terá aumentado 20 por cento em relação a 2010, indicou Chen Deming, sem especificar o montante das exportações e das importações.

A China tornou-se a maior potência exportadora do mundo em 2009, ultrapassando a Alemanha.

O seu crónico excedente comercial tem vindo, contudo, a cair, devido à diminuição da procura na Europa e nos Estados Unidos, os dois maiores mercados da China.

Em 2008, o excedente comercial chinês atingiu 295 mil milhões de dólares (228,3 mil milhões de euros), contra 196 mil milhões de dólares (151,6 mil milhões de euros) e 183,1 mil milhões de dólares (141,6 mil milhões de euros) em 2009 e 2010, respectivamente.

No livro Branco sobre o Comércio Externo divulgado há um mês, o governo chinês atribuiu aqueles à "globalização e divisão internacional do trabalho"

Segundo a mesma fonte, em 2010, mais de dois terços do excedente (68,4 por cento) foram facturados pelas empresas com capitais externos estabelecidas na China.


Lusa
 

 

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