Armada Russa

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Cabeça de Martelo

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« Responder #30 em: Setembro 08, 2006, 11:35:10 am »
Já se falou várias vezes disso aqui. É algo que aconteceu e que felizmente o governo Espanhol da altura não foi em cantigas...
7. Todos os animais são iguais mas alguns são mais iguais que os outros.

 

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papatango

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« Responder #31 em: Setembro 08, 2006, 10:18:20 pm »
Para deixarmos o tópico para a Armada Russa, respondo aqui:

http://www.forumdefesa.com/forum/viewtopic.php?p=54969#54969
 

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Farinha

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« Responder #32 em: Setembro 10, 2006, 11:54:11 am »
O inspirador do Kowsar iraniano...
Citar
Project 904/902R Orlan class
Amphibious landing craft

Wing-In-Ground (WIG) effect craft take advantage the fact that the aerodynamic efficiency of a wing, and particularly its lifting capacity, improves dramatically when is operated within approximately one-half of its span above ground or water, in what is termed ground effect. If the wing’s natural accelerated flow passing over it is further accelerated by the high-velocity exhaust of a turbojet engine, the lifting capacity of the wing is even more greatly enhanced. In 1966 the Central Hydrofoil Design Bureau under Rostislav Alekseev produced a gargantuan "ekranoplan" ("surface plane") combining the smooth hull form of a ship with stub wings, a large vertical fin and horizontal tail. The craft featured ten engines: eight mounted in two clusters of four directly behind the cockpit to provide augmented lift, and two on the vertical fin to provide cruise power. This machine, which American intelligence organizations dubbed the Caspian Sea Monster, could lift 540 tons and cruise at over 300 mph at an altitude of over 10 feet. Alekseev developed a smaller military WIG, the Lun ("Dove"), armed with six large antishipping cruise missiles perched unaerodynamically on its back. This led to the jet-and-turboprop-powered Orlyonok ("Little Eagle," NATO name Orlan), intended as an amphibious assault craft. The apparent success of these machines hid some very real problems, not least of which were serious stability and control deficiencies, as well as tremendous power requirements to get off the water.
The first unit began testing in 1973, and the system entered service in 1979. The last flight was in October 1993, and the remaining units are believed to be in storage at Kaspiisk Naval Air Base.

Displacement (tons):  140  
Speed (kts):  200  
Dimensions (m):  58,1 x 31,5 x 1,5  
Propulsion:  2 start. turboreact.turbines +1; 15'000 hp; 550 n.m/180 kts; for 902R 2'200/250 kts;
 
Crew:  ? crew + 200 marines +20 tons  
Armament:  
Missiles:  for 902 R:   3 x 2 Moscit (SS-N-22)
(R: 80 n.m; S: 2,5 mach)  
Guns:  no  
Torpedoes:  no  
Other:  no  


http://www.fas.org/man/dod-101/sys/ship/row/rus/904.htm
"E das profundezas da alma da Pátria surgiu então o anseio por uma bandeira que todos pudéssemos seguir"
A.O.S.

    Filipe Farinha
 

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P44

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« Responder #33 em: Setembro 28, 2006, 10:59:31 am »
Russian Federation Ship to Join Operation ACTIVE ENDEAVOUR

Naples, Italy - 15 September 2006. NATO announced today that the North Atlantic Council has authorised the Russian Federation Ship Pitliviy to participate in NATOs Operation Active Endeavour (OAE). Following the NATO and Russian Exchange of Letters in December 2004 and three periods of dedicated training; the Pitliviy will sail from Aksaz, Turkey, where she is conducting a brief port visit.

Pitliviy will conduct counter-terrorism operations in the Mediterranean while being fully integrated into the NATO naval task group monitoring shipping and possible threats under NATO operational control.

This is historic reunion of two partners - NATO and Russia – cementing their growing ties in an operational engagement at sea countering the common threat of maritime terrorism.

Operation Active Endeavour, under the command of Allied Maritime Component Commander Vice-Admiral Roberto Cesaretti, is part of NATOs maritime contribution to the fight against terrorism. Launched in October 2001, it continues to conduct surveillance and monitoring operations of the major shipping lanes of the Mediterranean. In 2004, NATO decided to enlist the support of partner nations, Mediterranean Dialogue countries and other selected nations. To date, Active Endeavour units have conducted over one hundred compliant boardings of merchant vessels at sea.

For further detailed information about OAE, please refer to the page
http://www.jfcnaples.nato.int/JFCN_Oper ... eavour.htm

Video clip (.WMV/6613Kb) available at http://www2.hq.nato.int/multi/video/200 ... 60918a.wmv

 

Fonte
"[Os portugueses são]um povo tão dócil e tão bem amestrado que até merecia estar no Jardim Zoológico"
-Dom Januário Torgal Ferreira, Bispo das Forças Armadas
 

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Bravo Two Zero

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« Responder #34 em: Fevereiro 19, 2007, 12:37:02 pm »
Rússia e Ucrânia procuram comprador para o "Ukrania"

Citar
Russia and Ukraine agreed to cooperate in an effort to export the missile cruiser Ukraina. Two potential clients are considered - India and China. 'Ukraina', a Project 1164 (Slava Class) cruiser was launched in 1984 at the Nikolayev shipyards during the time of the former Soviet Union. However, construction was stalled at the final stage in the late 1980s. Initially, the government of Ukraine planned to complete construction and induct the ship to its navy but this endeavor was never completed and the shuip was left to rust at the shipyard. According to the latest agreement, the two countries will jointly complete construction. Russia will be required to supply the mission systems and weaponry to the vessel, necessary to prepare the vessel for export.






http://www.fas.org/man/dod-101/sys/ship ... s/1164.htm
"Há vários tipos de Estado,  o Estado comunista, o Estado Capitalista! E há o Estado a que chegámos!" - Salgueiro Maia
 

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JLRC

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« Responder #35 em: Fevereiro 20, 2007, 12:03:01 am »
Imagens das provas de mar da corveta Steregushchyy





 

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Leonidas

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« Responder #36 em: Fevereiro 20, 2007, 02:48:49 am »
Xissa-penico!  

Corvetas do tamanho das nossas VdG.  :oops:

cumprimentos
 

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P44

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« Responder #37 em: Março 10, 2007, 09:41:06 pm »
Navios russos a caminho do desmantelamento

Entre eles o PH LeninGrad

 :arrow: http://www.fotosdebarcos.com/viewtopic.php?t=9246
"[Os portugueses são]um povo tão dócil e tão bem amestrado que até merecia estar no Jardim Zoológico"
-Dom Januário Torgal Ferreira, Bispo das Forças Armadas
 

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SSK

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« Responder #38 em: Maio 24, 2007, 06:35:32 pm »
Ora aí está mais uma máquina de juízo final :twisted:

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Rússia retira o submarino estratégico "Yuri Dolgoruki" de estaleiro
15/04 - 05:28 - EFE
Moscou, 15 abr (EFE).- O submarino nuclear russo de quarta geração "Yuri
Dolgoruki" foi retirado hoje em cerimônia oficial das oficinas dos estaleiros de
Severodvinsk, nas margens do Mar Branco, informou a agência oficial russa "Itar-
Tass".
"É uma festa para a Rússia, para a indústria, para a Marinha de Guerra, para as Forças
Armadas. Agora temos não só que nos defender, mas com o que nos defender", disse o
vice-primeiro-ministro russo, Serguei Ivanov, na cerimônia ocorrida por causa do
acontecimento.
Ivanov admitiu estar "emocionado", pois pela primeira vez em 17 anos o país constrói
um submarino nuclear.
"De fato é o primeiro submarino nuclear estratégico russo e, além disso, é de nova
geração", disse o número dois do Governo, em alusão ao fato de esse ser o primeiro
submersível dessas características que os russos construíram desde o desaparecimento
da União Soviética.
O "Yuri Dolgoruki", que custou cerca de US$ 1 bilhão, foi retirado das oficinas do
estaleiro para que sua construção seja concluída.
Espera-se que novo submarino nuclear, que leva o nome do príncipe russo que fundou
Moscou, entre em operação no próximo ano, uma vez que supere os testes técnicos e de
navegação.
Um porta-voz dos estaleiros citado pela agência "Interfax" indicou que o prazo para o
submarino entrar em operação dependerá também do andamento dos testes dos foguetes
estratégicos com os quais será dotado.
"Como é de conhecimento, o sistema de foguetes 'Bulava', que vai estar o submarino, se
encontra em período de provas", acrescentou.
Os foguetes "Bulava" são capazes de carregar até dez cargas nucleares individuais com
um alcance de oito mil quilômetros.
O submersível, o primeiro do denominado "Projeto 995", tem 170 metros de
comprimento e 13,5 metros em sua parte mais larga.
O submarino poderá navegar a até 450 metros de profundidade e sua tipulação será
integrada por 107 marinheiros.
Outros dois submarinos dessa mesma classe, o "Alexandr Nevski" e o "Vladimir
Monomaj", encontram-se em processo de construção.

"Ele é invisível, livre de movimentos, de construção simples e barato. poderoso elemento de defesa, perigosíssimo para o adversário e seguro para quem dele se servir"
1º Ten Fontes Pereira de Melo
 

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Lancero

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« Responder #39 em: Junho 28, 2007, 09:05:13 pm »
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Rússia: Marinha de Guerra russa testa novo míssil balístico

Moscovo, 28 Jun (Lusa) - A Marinha de Guerra da Rússia lançou, quinta-feira,  com êxito o novo míssil balístico Bulava, revelou o porta-voz daquele ramo  das Forças Armadas, Igor Digalo.  

     

   O míssil foi lançado a partir de um submarino estratégico, submerso  no Mar Branco, no Norte da Rússia, e atingiu um alvo no polígono de Kura  em Kamtchaka, no Extremo Oriente do país.  

     

   "A ogiva do míssil chegou ao polígono nos prazos previstos", disse Digalo.  

     

   Os três testes anteriores tinham falhado, o que levou as autoridades  militares russas a proibir toda a informação sobre os testes desta nova  arma.  

     

   O novo submarino nuclear "Iúri Dolgoruki" irá ser equipado com um conjunto  de mísseis "Bulava-M" com blocos nucleares de direcção individual.  

     

   Porém, até 2008, os militares russos irão fazer pelo menos mais dez  ensaios e só depois os mísseis "Bulava" passarão a equipar a Armada russa.  
"Portugal civilizou a Ásia, a África e a América. Falta civilizar a Europa"

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Lancero

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« Responder #40 em: Junho 28, 2007, 09:05:45 pm »
Citar
Rússia: Marinha de Guerra russa testa novo míssil balístico

Moscovo, 28 Jun (Lusa) - A Marinha de Guerra da Rússia lançou, quinta-feira,  com êxito o novo míssil balístico Bulava, revelou o porta-voz daquele ramo  das Forças Armadas, Igor Digalo.  

     

   O míssil foi lançado a partir de um submarino estratégico, submerso  no Mar Branco, no Norte da Rússia, e atingiu um alvo no polígono de Kura  em Kamtchaka, no Extremo Oriente do país.  

     

   "A ogiva do míssil chegou ao polígono nos prazos previstos", disse Digalo.  

     

   Os três testes anteriores tinham falhado, o que levou as autoridades  militares russas a proibir toda a informação sobre os testes desta nova  arma.  

     

   O novo submarino nuclear "Iúri Dolgoruki" irá ser equipado com um conjunto  de mísseis "Bulava-M" com blocos nucleares de direcção individual.  

     

   Porém, até 2008, os militares russos irão fazer pelo menos mais dez  ensaios e só depois os mísseis "Bulava" passarão a equipar a Armada russa.  
"Portugal civilizou a Ásia, a África e a América. Falta civilizar a Europa"

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nelson38899

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« Responder #41 em: Junho 28, 2007, 09:27:03 pm »
boas a todos

Finalmente temos de volta o nosso forum :D

mas voltando ao tópico da marinha russa, pelo que posts postos anteriormente, deu para reparar que temos de volta uma mini corrida ao armamento, mas desta vez os russo estão a equipar-se bastante bem.  Por isso vendo os novos equipamentos até era a favor de Portugal adquirir equipamentos aos russos, tanto ao nivel da marinha, força aérea e exercito, o problema que iamos como haverá alguem a dizer é a falta de assistencia que os russos dão aos países que vendem o material, mas mesmo assim acho que compensa.

Cump
"Que todo o mundo seja «Portugal», isto é, que no mundo toda a gente se comporte como têm comportado os portugueses na história"
Agostinho da Silva
 

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SSK

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« Responder #42 em: Junho 28, 2007, 10:10:24 pm »
A marinha russa sempre correu às armas armou-se sempre com o melhor, agora não é novidade.
Quanto ao comprar, a aquisição deveria ser barata e a manutenção?!? Sempre podiamos fazer como se fazia até a algum tempo atrás (antes das vasquinho) a manutenção era tabu e depois sai caro... a assistência do estaleiro e os planos de manutenção são essenciais para a operacionalidade dos meios, convém equipas dedicadas e especializadas. Veja-se o exemplo dos actuais submarinos portugueses, o país de origem é o mesmo das JB's e o resultado não tem nada em comum, graças à equipa de manutenção dedicada e especializada (todos submarinistas) que faz parte da Inspecção e Reparação de Submarinos do Arsenal do Alfeite. Tudo isto se for realidade a falta de assistência por parte dos fornecedores russos... caso contrário seria excelente! Sou um grande admirador dos submarinos russos...
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SSK

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« Responder #43 em: Junho 28, 2007, 10:47:04 pm »
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Rússia testa seu novo míssil nuclear com sucesso
Quinta-feira 28 de Junho, 2007 4:21 GMT
MOSCOU (Reuters) - A Rússia fez um teste bem-sucedido com seu novo míssil balístico intercontinental Bulava na quinta-feira, lançando-o a milhares de quilômetros de distância, do mar Branco até a península de Kamchatka, afirmaram agências russas.

"Tudo correu sem nenhuma falha, em todos os estágios do lançamento", afirmou o porta-voz da Marinha Igor Dygalo, segundo as agências. O míssil, que percorreu quase o equivalente ao comprimento do país, foi lançado do submarino nuclear Dmitry Donskoy.

"A ogiva simulada do míssil atingiu seu alvo."

O sucesso do teste do Bulava é uma boa notícia para as Forças Armadas russas, depois de vários fracassos. Em outubro do ano passado, um míssil Bulava caiu no mar com poucos minutos de vôo. Antes de reconhecer o fracasso, fontes militares afirmaram que o lançamento tinha sido um sucesso.

A frota de submarinos russa é a segunda maior do mundo e é uma parte importante do escudo de defesa do país. O Bulava pretende ser um projeto equivalente ao Trident norte-americano, segundo a imprensa russa.

O Bulava foi projetado para os submarinos nucleares da classe Borei, de última geração. O primeiro submarino desse tipo, chamado Yuri Dolgoruky, foi inaugurado em abril, depois de muitos atrasos.
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« Responder #44 em: Junho 28, 2007, 10:49:20 pm »
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Rússia construirá a frota de porta-aviões movidos a energia nuclear
A ciência e a indústria russa permite construir para Força Naval uma frota de porta-aviões movidos a energia nuclear, afirmou nesta sexta-feira o almirante Vladimir Masorin, comandante-em-chefe da Marinha russa. Os navios dessa classe confirmará o estatuto da Rússia como potência naval e acrescentará seu prestígio, o que responde à Doutrina Naval Da Federação Russa.
"Atualmente estamos trabalhando no projeto do futuro porta-aviões com a ajuda dos cientistas e da indústria. Mas já está claro que se tratará de um porta-aviões nuclear, com um deslocamento de cerca de 50 mil toneladas", disse Masorin à agência de notícias "Interfax".

O almirante informou que o porta-aviões nuclear deverá servir de base a cerca de 30 aviões e helicópteros de combate. "Não vamos construir, como faz a Marinha dos Estados Unidos, gigantes para até 130 aviões", ressaltou.

Masorin disse que o único porta-aviões russo, o Almirante Nikolai Kuznetsov, continuará em serviço pelo menos até 2015. Ele entrou em serviço em meados dos anos 80, tem 304,5 metros de comprimento e 58 mil toneladas de deslocamento, com capacidade para 39 aviões e helicópteros.

Masorin pela primeira vez nos últimos anos revelou o número dos navios e submarinos russos que estão executando o serviço de combate no mar aberto. “ São 19 navios e submarinos”, disse, de acordo com Ria-Novosti. Ele informou também que em breve as organizações e empresas respetivas começarão o desenvolvimento de nova modificação de navio contratorpedeiro.

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