Força Aérea Russa

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Marauder

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Força Aérea Russa
« em: Agosto 01, 2006, 04:06:11 pm »
Russia compra 58 caça-bombardeiros SU-34 Fullback até 2015
http://en.rian.ru/russia/20060707/51034106.html

Russia receberá primeiro Tu-160 Blackjack no final de 2006
http://en.rian.ru/russia/20060705/50944049.html
(o que na guerra fria era às carradas agora é a conta-gotas)
 

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Bravo Two Zero

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« Responder #1 em: Agosto 01, 2006, 04:37:32 pm »
No caso do Blackjack não foi bem "às carradas": apenas 35 exemplares.  Do seu contemporâneo ocidental - B-1B Lancer- foram construidos 100
O fim da guerra fria e a desagregação da URSS quase que ditavam o fim deste belissimo e veloz bombardeiro pesado supersónico.
"Há vários tipos de Estado,  o Estado comunista, o Estado Capitalista! E há o Estado a que chegámos!" - Salgueiro Maia
 

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Marauder

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« Responder #2 em: Agosto 01, 2006, 05:32:27 pm »
Citação de: "Bravo Two Zero"
No caso do Blackjack não foi bem "às carradas": apenas 35 exemplares.  Do seu contemporâneo ocidental - B-1B Lancer- foram construidos 100
O fim da guerra fria e a desagregação da URSS quase que ditavam o fim deste belissimo e veloz bombardeiro pesado supersónico.


Sim, mas e quantos Bear?

Estou a falar do início da Guerra fria quando ambos os lados gastavam balurdios na Defesa.
 

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SSK

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« Responder #3 em: Agosto 01, 2007, 08:34:52 pm »
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Novos caças Sukhoi Su-34



Os primeiros caças Sukhoi Su-34 estão finalmente a entrar ao serviço da força aérea russa, depois de quase vinte anos de desenvolvimentos e vários percalços.

O Sukhoi Su-34 vem substituir os já ultrapassados Su-24 e tem um novo sistema electrónico, pode transportar oito toneladas de mísseis Terra-Ar, vários tipos de bombas inteligentes e mísseis anti-navio Moskit e Jachont.

Apesar dos atrasos na entrega dos Su-34, provocados principalmente por dificuldades financeiras, este novo caça representa o ponto mais alto da tecnologia aeronáutica russa. Em 2010, a Rússia conta ter operacionais vinte unidades, mas só em 2020 a frota estará completa, com 200 aparelhos em actividade.


2007/07/31
"Ele é invisível, livre de movimentos, de construção simples e barato. poderoso elemento de defesa, perigosíssimo para o adversário e seguro para quem dele se servir"
1º Ten Fontes Pereira de Melo
 

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comanche

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« Responder #4 em: Agosto 09, 2007, 06:51:33 pm »
Bombardeiros estratégicos russos retomam vôos da Guerra Fria

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MOSCOU (Reuters) - Bombardeiros estratégicos russos retomaram a prática, comum na Guerra Fria, de sobrevoar áreas distantes patrulhadas pela Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) e os Estados Unidos, disse um brigadeiro russo na quinta-feira.

Na quarta, um avião russo sobrevoou uma base militar dos EUA na ilha de Guam (Pacífico) e "trocou sorrisos" com pilotos norte-americanos que partiram em seu encalço, segundo o brigadeiro Pavel Androsov, comandante das operações de longo alcance da Força Aérea russa.

"Sempre foi tradição da nossa aviação de longo alcance voar oceano adentro, para encontrar porta-aviões (dos EUA) e saudar visualmente (os pilotos)", disse Androsov em entrevista coletiva.

"Ontem revivemos essa tradição, e dois dos nossos jovens tripulantes visitaram a área da base de Guam. Acho que o resultado foi bom. Encontramos nossos colegas -- pilotos de caça dos porta-aviões (dos EUA). Trocamos sorrisos e voltamos para casa", disse Androsov.

A Rússia vem buscando uma posição mais firme no cenário internacional e tenta projetar seu poderio militar bem além das suas fronteiras. Na semana passada, a Marinha anunciou a intenção de retomar a presença naval da era soviética no mar Mediterrâneo.
No mês passado, caças da Real Força Aérea britânica saíram no encalço de bombardeiros russos que se dirigiam ao espaço aéreo britânico. Os militares russos disseram que se tratava de um vôo de rotina.


 

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nelson38899

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« Responder #5 em: Agosto 09, 2007, 09:27:55 pm »
boas

ja agora quais são os bombardeiros estratégicos russos???
fotos agradecia

cump.
"Que todo o mundo seja «Portugal», isto é, que no mundo toda a gente se comporte como têm comportado os portugueses na história"
Agostinho da Silva
 

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SSK

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"Ele é invisível, livre de movimentos, de construção simples e barato. poderoso elemento de defesa, perigosíssimo para o adversário e seguro para quem dele se servir"
1º Ten Fontes Pereira de Melo
 

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André

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« Responder #7 em: Agosto 15, 2007, 02:22:42 pm »
Bombardeiros russos mais perto das costas dos EUA

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Bombardeiros de longo raio de acção russos efectuam cada vez mais missões e sempre mais próximo das costas territoriais dos Estados Unidos, indicou o comandante da defesa aérea norte-americana (Norad) num comunicado publicado terça-feira.

«Nos últimos meses, a força aérea russa realizou mais missões do que no passado e foi um pouco mais longe do que antes», refere o general Gene Renuart.

Esta declaração surgiu numa altura em que, em Moscovo, a força aérea russa anunciava que bombardeiros estratégicos russos vão efectuar até sábado exercícios sobre o Oceano Atlântico, o Oceano Pacífico e o Pólo Norte e disparar mísseis de cruzeiro.

«A Norad interceptou aparelhos russos sobre as águas internacionais, perto do Alasca», acrescenta o general Renuart no seu comunicado.

«O Comando continua a vigiar todos os voos dos bombardeiros russos de longo raio de acção, incluindo hoje mesmo (terça-feira)», acrescenta o responsável militar norte-americano.

Cerca de trinta aparelhos russos utilizados para o lançamento de mísseis nucleares participarão nos exercícios, até ao próximo dia 18.

Trata-se de bombardeiros Tu-95 («Bear», segundo a terminologia da NATO), TU-22 (o bombardeiro estratégico supersónico mais utilizado na Rússia) e Il-78 (quadri-reactores utilizados para o reabastecimento em voo).

Na semana passada, bombardeiros estratégicos russos passaram perto da base norte-americana de Guam, no Pacífico, retomando a uma tradição abandonada desde o fim da guerra fria. Caças dos Estados Unidos fizeram uma aproximação aos «visitantes».

A Rússia procedeu nestes últimos meses a vários exercícios com os seus bombardeiros de longo raio de acção. Em 20 de Julho, o estado-maior do exército norueguês assinalou bombardeiros russos no mar do Norte, voando a latitudes «não habituais» entre a Noruega e a Grã-Bretanha, que provocaram o envio de caças noruegueses e britânicos ao seu encontro.

Os voos de bombardeiros estratégicos de longo raio de acção russos tinham diminuído após a queda da URSS devido à falta de financiamento do exército.

Mas a Rússia não limita as suas ambições ao espaço aéreo, tendo no passado dia 02 uma missão de exploração sua colocado uma bandeira russa nas profundezas do Oceano Árctico, a mais de 4.000 metros sob o Pólo Norte, uma proeza felicitada pelo presidente Vladimir Putin, partidário da jurisdição sobre estas regiões ricas em hidrocarbonetos.

Diário Digital / Lusa

 

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Sickness

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« Responder #8 em: Agosto 16, 2007, 05:36:56 am »
Bonitos esses Sukhoi Su-34  :D
 

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André

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« Responder #9 em: Agosto 17, 2007, 05:15:51 pm »
Rússia retoma missões permanentes de patrulhamento aéreo

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O presidente russo, Vladimir Putin, anunciou hoje o reinício dos vôos de bombardeiros estratégicos russos de forma permanente, para missões de patrulha além fronteiras, retomando assim uma prática abandonada desde a Guerra Fria, que justificou com o argumento de que existem ameaças à segurança nacional.

«Decidimos retomar os vôos da aviação estratégica russa de uma forma permanente. Os aviões já estavam no ar à meia-noite» (hora de Moscovo, 20:00 TMG), declarou Putin durante exercícios militares conjuntos com a China em quatro Estados dos Montes Urais.

Putin acrescentou que 14 bombardeiros descolaram em simultâneo de sete campos de aviação em todo o país, com missões de longo curso.

Diário Digital

 

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André

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« Responder #10 em: Agosto 18, 2007, 02:45:54 am »
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 Russia Plans To Build 4500 Aircraft By 2025

MOSCOW (AP) - Russian aircraft-makers plan to build about 4500 planes by 2025 as part of an ambitious program to revive an industry that fell on hard times after the Soviet collapse, officials said Wednesday.

The program will cost about US$250 billion, said Alexei Fyodorov, president of state-controlled United Aircraft Corporation, the umbrella for Russia's plane-building companies.

"Russia must become one of the global leaders in aircraft-making," Fyodorov said at a news conference.

He and other industry leaders spoke in the run-up to the Moscow International Air Show that opens next week. It will feature several new Russian designs, such as the MiG-35 fighter jet, and will also attract the world's top aircraft-builders, such as Boeing Co. and Europe's Airbus-maker EADS.

President Vladimir Putin's government has pledged to support the nation's aircraft-makers, which saw once-generous state funding come to a near-halt after the 1991 breakup of the Soviet Union.

The industry has survived, thanks mostly to export orders for Sukhoi and MiG fighter jets, but civilian aircraft makers have struggled to find a market for their products as Russian carriers have opted increasingly for Boeings and Airbuses.

Russia's civilian air sector now has some 2500 aircraft. Only about 100 are Western-made, but they currently carry nearly a third of all passengers.

As Russia's economic fortunes have changed in recent years due to high global energy prices, the government has drafted ambitious plans to invest windfall revenues to revive aviation industries and other high-tech sectors of the economy. One of the initial steps was the creation of the United Aircraft Corporation, a holding that unites the nation's leading aircraft-makers.

However, progress has been slow. State-sponsored leasing schemes intended to lure Russian carriers to acquire domestically built aircraft have failed to achieve their aims, largely due to red tape.

Fyodorov said leasing programs would be streamlined this year to cut bureaucracy. The government also plans to earmark funds to modernize aging industrial equipment and attract young workers.

"All existing aircraft-builders need to conduct a deep modernization in order to cut costs and be able to compete with Western aircraft-makers," Konstantin Makiyenko, a leading expert with the Center for Analysis of Strategies and Technologies, said in a survey of Russia's aviation industry that was released Wednesday.

Makiyenko said that Russia's aircraft engines were lagging far behind Western designs, making the entire industry a hostage to its Western competitors.

Several new civilian aircraft are currently under development. One is the medium-range Superjet, developed by Sukhoi (OKBS.RS) in cooperation with Boeing, France's Snecma and Thales SA and other Western companies. Sukhoi already has more than 70 orders for the jet, including 20 from regional carrier Itali Airlines.

Tupolev's Tu-334 and Ilyushin Il-114, which fall in the same medium-range niche, have long been under development but yet to see commercial prospects.

Ilyushin has sold a number of wide-bodied, long-range Il-96 jets, the model Putin uses, while Tupolev has been less successful in promoting its Tu-204/214. Fyodorov said that the government would sponsor production programs for both aircraft.

Several Russian aircraft-makers are also cooperating in the development of the prospective MS-21 airliner intended to replace the civil aviation workhorse, the Tu-154, but the design is
not expected to enter service until 2015.

While Sukhoi and MiG have sold several hundred combat jets to foreign customers, primarily China and India, the Russian air force has purchased just a handful of new planes since the Soviet collapse.

The development of a new Russian fighter intended to compete with the U.S. F-22 Raptor, which already has been commissioned by the U.S. Air Force, has dragged on slowly. Officials said that the new jet was set to make its maiden flight next year, and Sukhoi's chief Mikhail Pogosian would not say Wednesday when it could reach a production stage.

Fyodorov acknowledged that Russia also has fallen behind in the development of unmanned drones.

"The Defense Ministry has yet to submit a concept and technical requirements for that, holding back our work," Fyodorov said.

 

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antoninho

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« Responder #11 em: Agosto 23, 2007, 05:48:06 pm »
Russia Unveils Pilotless ‘Stealth’ Bomber
By AGENCE FRANCE-PRESSE, MOSCOW


Russia unveiled on Thursday the mock-up of a pilotless bomber plane that its constructors say will be even better than the famous U.S. stealth fighter at evading enemy radars and anti-aircraft fire.
NTV television showed a full-sized model of the bat-like plane known as Skat, which means “stingray,” at an airshow just outside Moscow — the first public glimpse of the project run by Russia’s MiG corporation.
The aircraft has a flattened, swept-back profile reminiscent of the U.S. Air Force’s stealth aircraft, with a bubble-like cockpit area, although the plane will not have a pilot, NTV reported.
According to the report, the Skat’s constructors claim the stealth technology will make it even less vulnerable than the U.S. version to radar detection.
RIA Novosti news agency quoted the director of MiG’s OKB Mikoyana design bureau, Vladimir Barkovsky, as saying that the Skat will be able to attack land and sea targets even while coming under heavy anti-aircraft fire.
It will weigh 10 tons and be able to carry up to 2 tons of ordnance and will have a range of 4,000 kilometers (2,485 miles), RIA Novosti reported.
 

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unpredictable

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« Responder #12 em: Agosto 23, 2007, 09:58:15 pm »



Uma foto do "bicho"!!1
 

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Mcosta

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« Responder #13 em: Setembro 14, 2007, 10:44:19 pm »
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=10&id_news=294983
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Aviões militares russos interceptados no espaço aéreo da NATO
Caças britânicos e noruegueses interceptaram esta sexta-feira aviões militares russos que entraram no espaço aéreo controlado pela NATO, próximo do Reino Unido e Finlândia, anunciou o Ministério da Defesa em Londres.

O primeiro-ministro finlandês, Matti Vanhanen, exigiu uma explicação a Moscovo sobre a violação do espaço aéreo da Finlândia por um avião de transporte Ilyushin-76, também ocorrida hoje.

A Rússia informou que formou uma comissão para investigar as denúncias da Finlândia, mas fontes da Defesa em Moscovo disseram que o aparelho militar utilizou um espaço aéreo neutral.

O Ministério da Defesa britânico anunciou que dois caças Tornado F3 interceptaram dois bombardeiros russos, mas sem precisar onde ocorreu o incidente.

Os dois bombardeiros Tupolov-160 «Blackjack» foram interceptados inicialmente por caças F16 noruegueses antes de entrarem no espaço aéreo da NATO controlado pela Força Aérea britânica.

Um porta-voz do Ministério da Defesa britânico disse que os dois «Tornado» F3 seguiram os bombardeiros russos até estes alterarem a rota.

Apesar do incidente, a Defesa britânica reconheceu que a Rússia, tal como todos os países, tem o direito de exercitar a capacidade da sua Força Aérea e que «os motivos por trás de qualquer actividade militar russa é um assunto do governo russo».

Por sua vez, as autoridades finlandesas precisaram que o avião de transporte militar Ilyushin-76 entrou mais de 4 quilómetros no espaço aéreo da Finlândia durante cerca de 3 minutos.

«Estas violações não devem acontecer, este é a nossa mensagem clara. E quando acontecem, têm de ser resolvidas entre os países em questão», declarou o primeiro-ministro da Finlândia, país que não integra a Aliança Atlântica.

Ha cerca de uma semana, ocorreram incidentes semelhantes que obrigaram as forças aéreas da Noruega e Reino Unido a actuar.

Na altura, as agências russas citaram um porta-voz da Força Aérea, segundo o qual bombardeiros estratégicos russos iniciaram patrulhas em áreas distantes do globo, de acordo com planos anunciados pelo presidente Vladimir Putin para o recomeço dos voos destes aparelhos.

«De acordo com o plano confirmado, 14 bombardeiros estratégicos TU-95MC iniciaram quarta-feira à noite [5 de Setembro] patrulhas regulares sobre os oceanos Pacífico, Atlântico e Árctico, envolvendo reabastecimentos em voo», noticiaram então as agências de Moscovo.

Diário Digital / Lusa
 

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Lancero

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« Responder #14 em: Fevereiro 20, 2008, 10:17:53 pm »
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Rússia/Defesa: Novo caça Sukhoi-35 realiza primeiro teste com êxito

Moscovo, 20 Fev (Lusa) - O primeiro teste real do protótipo do novo  caça polivalente Sukhoi-35 (Su-35) decorreu na terça-feira durante 55 minutos  e com pleno êxito, anunciou hoje o presidente do consórcio aeronáutico russo.  

 

   Serguei Pogosian declarou estar "muito satisfeito" com o teste deste  avião sem precedentes, que deverá entrar ao serviço entre 2010-2011.  

 

   De acordo com um relatório do consórcio Sukhoi, "o sistema propulsor  e todo o equipamento corresponderam aos parâmetros" ao longo do teste realizado  na base de Zhukovski, arredores de Moscovo.  

 

   Outros dois Su-35 estão em fase de construção em Komsomolsk de Amur,  no extremo oriente da Rússia, sendo esperada a sua incorporação nos testes  ainda este ano.  

 

   A Sukhoi define o modelo 35 como "um caça de geração 4++, polivalente,  com enorme maleabilidade" e, segundo os engenheiros, fará a transição entre  o actual Su-30MK (em todas as suas versões) e o futuro caça de geração-5,  cujo fabrico poderia arrancar na década de 2010.  

 

   Fruto da modernização do Su-27, protótipo para o Su-30, e de um novo  propulsor, os criadores do Su-35 conseguiram dotar o avião com 6.000 horas  de autonomia de voo e materiais com uma durabilidade de três décadas.  

 

   Uma novidade é o sistema de controlo de armamento, baseado num sofisticado  radar que permite detectar e seguir até 30 alvos aéreos em simultâneo, podendo  atacar oito de cada vez.  

 

   A nova estação de radar Irbis-E localiza, selecciona e acompanha até  quatro objectivos terrestres em distintos modos cartográficos e a distâncias  de 400 quilómetros.  

 

   O SU-35 tem uma dúzia de pontos rígidos preparados para transportar  até oito toneladas de armamento.  

 

   Sobre as perspectivas de comercialização do aparelho - 40 unidades -,  o consórcio valorizou mercados no Sudeste Asiático, Médio Oriente, África  e América Latina.  

 

   O Su-30MK foi comprado pela China, Índia, Malásia, Argélia e Venezuela.  
"Portugal civilizou a Ásia, a África e a América. Falta civilizar a Europa"

Respeito
 

 

Componente aérea da Guarda Costeira de Cabo Verde

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