Projecto NPO 2000 da Marinha Portuguesa

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dremanu

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« Responder #15 em: Fevereiro 02, 2004, 04:50:22 pm »
Nós os Portuguêses devemos ser o país que menos acredita nas suas proprias qualificações para a finalização de projectos, e capacidade de produção de produtos de qualidade. Não me surpreende que exista interesse por parte de outros países no projecto NPO, tendo em conta que o barco oferece uma plataforma naval que atende aos requirimentos técnologicos das funções que tem que cumprir.

Aqui está uma lista das especificações técnicas do projecto NPO, fabricado pelos estaleiros de Viana, e do projecto "EEZ Management Vessel", que é a plataforma designada pela "Royal Navy"  para atender aos mesmo requirimentos operacionais do NPO, e que é fábricado pelos estaleiros Inglêses Vosper Thornycroft.

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ENVC - NPO
Classificação - DNV
Características Principais      
o   Comprimento total    81 m   
o   Comprimento entre perpendiculares    75 m   
o   Pontal ao convés      6.90 m   
o   Pontal ao castelo    9.60 m   
o   Boca convés    12.54 m   
o   Boca na linha de água    12.04 m   
o   Boca máxima    12.95 m   
o   Deslocamento    1600 t   
o   Velocidade máxima mantida    20 nós   
o   Guarnição (oficiais sargentos e praças)    35 pessoas
o   Alojamento adicional    32 pessoas   
Autonomia      
o   Combustivel - 5000 milhas em 14 dias a 15 nós    
o   Água doce : 30 dias       
Propulsão      
o   2 motores diesel de 3900 KW cada       
o   2 motores eléctricos de 200 KW (baixa velocidade)      
Produção de energia eléctrica      
o   4 alternadores diesel de 352 kW cada       
Sistemas de comando e controlo      
o   Sistema integrador de informação       
o   Sistema integrado de gestão de plataforma       
o   Sistema integrado de navegação       
o   Sistema integrado de comunicações
MF/HF/VHF/UHF, incluindo terminal satélite
INMARSAT, equipamentos GMDSS e acesso ao SIFICAP        
Meios de socorro, transporte e fiscalização      
o   2 embarcações semi-rígidas       
o   botes              
Armamento      
o   1 peça de artilharia de 40 mm       
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EEZ Management Vessel
Length   79.50 metres
Beam   13.60 metres
Draught to Baseline   3.80 metres
Maximum Continous Speed at Load Draught   20 knots
Range   5500 nautical miles at 12 knots
Endurance   21 days
Propulsion engines   
2 x Ruston 12RK 270 Main Engines developing 4125kW @ 1000rpm
Generators   3 x 250 kW
Emergency generator   1 x 170 kW
Accommodation   For up to 48 personnel including; Officers – 12, Senior Ratings – 14, Junior Rating - 22
Sick bay   2 berth plus dispensary
Crane   General purpose crane – 2.75t at 7.5m in SS6, 3t at 11.5m in calm water, Stores crane – 1.5t at 10 m in calm water (River Class only)
Fresh water capacity   50 tonnes
Ships Boats   2 x Halmatic Pacific 22 Mk II RIB’s
Armament   
1 x 20mm BMARC KAA Gun, 2 x GPMG (River Class only)
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Pode-se ver que basicamente os dois barcos oferecem as mesmas qualidades técnicas, com pequenas diferenças num pormenor ou outro, mas nada de radicalmente diferente um do outro, que favoreça uma embarcação em relação a outra.

Sendo assim, não entendo porquê é que existe tanto negativismo quanto a validade do projecto Português. Parece-me ser uma navio adequado a missão que se espera via a cumprir, tem aparência de ser uma plataforma que oferece flexibilidade para se adicionar outras opções técnicas, e projecta ser também um producto que tem competitividade a nível preço.

Cumprimentos
D.C.
"Esta é a ditosa pátria minha amada."
 

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Luso

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O problema não estará no OPV em si...
« Responder #16 em: Fevereiro 02, 2004, 05:28:07 pm »
O problema não estará tanto no OPV em si mas na ausência de plataformas armadas DE COMBATE válidas. São muito poucas e pelos vistos continuarão a ser. A vontade política é que seja mínima a capacidade de combate da Marinha Portuguesa. Já agora coloco-vos uma questão:

Se no futuro vamos perder a ZEE (não tenho dúvidas disso) para que necessitamos desses navios?
Não serão antes necessários meios que protejam antes a costa e as comunicações às ilhas?
Creio que o o futuro passará pela aceitação daquela realidade da força e não de uma legalidade abstracta.
Peço-vos que comentem as minhas afirmações, por favor.
Ai de ti Lusitânia, que dominarás em todas as nações...
 

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Lince

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Re: O problema não estará no OPV em si...
« Responder #17 em: Fevereiro 02, 2004, 09:32:16 pm »
Citar
Se no futuro vamos perder a ZEE (não tenho dúvidas disso) para que necessitamos desses navios?


Por que iríamos perder a nossa ZEE?

Pode-nos explicar o seu ponto de vista?
Cumprimentos

 

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Pedro Monteiro

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Re: Espanha também na corrida
« Responder #18 em: Fevereiro 02, 2004, 09:59:24 pm »
Citação de: "Tiger22"
O jornal “Semanário”  desta semana anuncia também que, para além de Marrocos e Argentina a Espanha também mostra interesse em adquirir o NPO 2000.
Vamos ver se este interesse se concretiza em aquisições efectivas.


--> Não. A Espanha mostrou interesse sim, mas foi em participar no concurso internacional de fornecimento destes navios à Argentina. Contudo, o convite feito pela Argentina aos ENVC é bastante positivo.
Cumprimentos,
Pedro Monteiro
 

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Ricardo Nunes

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« Responder #19 em: Fevereiro 02, 2004, 10:09:48 pm »
Lince,

Parece que ouve uma proposta na Comissão Europeia ( do comissário das pescas ) para a redução da nossa ZEE de 250 para 20 milhas ( por favor corrijam-me os valores se estes estão errados, já não me lembro muito bem ).

Caso essa proposta se venha a concretizar seria a maior machadada de sempre na indústria pesqueira portuguesa.
Ricardo Nunes
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Tiger22

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Re: Espanha também na corrida
« Responder #20 em: Fevereiro 02, 2004, 10:15:07 pm »
Citação de: "Pedro Monteiro"
--> Não. A Espanha mostrou interesse sim, mas foi em participar no concurso internacional de fornecimento destes navios à Argentina. Contudo, o convite feito pela Argentina aos ENVC é bastante positivo.


Só consegui ver a primeira página do jornal, como tal interpretei que a Espanha também estaria interessada no navio.

As minhas desculpas :oops:
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-George W. Bush-
 

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filcharana

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Re:
« Responder #21 em: Fevereiro 03, 2004, 01:44:01 am »
"Se no futuro vamos perder a ZEE (não tenho dúvidas disso) para que necessitamos desses navios?"

Concordo consigo Luso, isso vai mesmo acontecer.
E talvez só não aconteceu ainda porque cada vez que a proposta for discutida e rejeitada, é porque aqui o Portuga "abriu a pernita" (mais uma vez :( ) aos de fora!!


Cumptos
 

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Luso

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« Responder #22 em: Fevereiro 03, 2004, 09:20:02 am »
Lince,

O Ricardo Nunes respondeu à sua questão. Depois há a abertura das nossas águas aos pescadores espanhóis que ficou para 2006, creio eu?
Essa abertura só foi adiada por motivos eleitorais, e esse adiamento terá sido conseguido em troca da nossa aceitação do traçado do TGV imposto pelos espanhóis.
Acreditem em mim. Ou não: leiam os jornais e estejam atentos. Nós não temos governo. Temos um bando que está a zelar pela sua carteira de clientes e vão fazer tudo o que puderem para se manter no seu lugar.
Já é sabido que não gosto nada de conceitos abstractos. Pergunto-me é quando é que eu próprio abandonarei o único conceito abstracto de estimação: a Pátria.
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papatango

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« Responder #23 em: Fevereiro 03, 2004, 01:10:38 pm »
Citação de: "Luso"
Se no futuro vamos perder a ZEE (não tenho dúvidas disso) para que necessitamos desses navios?


Em primeiro lugar, não é verdade que se trate da perda da ZEE. Trata-se sim, de considerar que a ZEE portuguesa passe a ser considerada dentro da ZEE da União Europeia, coisa que dá muito jeito á união europeia, pois por muitos estados que absorva, nenhum terá grandes aguas territoriais ou ZEE, excepção feita á Noruega (que não faz parte da UE. E tem petróleo na suas aguas)

Chamem-lhes estupidos.

De qualquer forma, se acharmos que quando as nossas aguas, sendo parte da União Europeia, deixam de ter necessidade de patrulhamento, garanto-vos que OUTROS PAISES DA UNIÃO EUROPEIA, leia-se Espanha ou o Reino Unido, terão todo o prazer em se responsabilizar por isso.

O NPO-2000 não só faz todo o sentido, como é total e absolutamente necessário. É O QUE NECESSITAMOS para patrulha de aguas portuguesas que passam a europeias.

Além de tudo não é um projecto quimérico - muito ao gosto da  antiga portuguesa. Não é espampanante nem grandioso, ao gosto deste Portugal falido e que continua a achar que é a grande potência que há cinco séculos deixou de ser.

Sendo algo que podemos pagar, fabricar, reparar e modernizar com os nossos meios, é acima de tudo um projecto de pés-no-chão.

Temos que esperar é que não se transforme num sorvedouro de dinheiro, e se assim for, então serei o primeiro a dizer, que era melhor mandar fazer o NPO-2000 num estaleiro alemão ou espanhol, como com as dez corvetas.

Agora, negar a obvia necessidade destes navios ?
Eles servem para mostrar bandeira, SIM, mas a países da UE, se for necessário, e a países com os quais não vamos entrar em conflito.

Fossem todas as decisões da marinha e das forças armadas tão lógicas quanto as da construção do NPO-2000 e estariamos muito melhor do que estamos.

Cumprimentos
 

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Luso

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« Responder #24 em: Fevereiro 03, 2004, 02:09:39 pm »
Sim, papatango. Terá alguma razão no que diz. Mas o que é certo é que um tipo alto, musculado e com uns acessórios "de briga" impõe mais respeito que um rapazola com um canivete.
Depois de todas as palavras terem sido trocadas sem efeito, o que restará para resolver um diferendo?
Ai de ti Lusitânia, que dominarás em todas as nações...
 

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Tiger22

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Argentina pretende navios dos estaleiros
« Responder #25 em: Fevereiro 03, 2004, 06:49:34 pm »
Jornal de Notícias 2004/02/03

Citar
Viana do Castelo
Negócios dos Vasos de guerra a contratualizar serão destinados ao combate do tráfico e pesca clandestinos Países africanos também admitem interesse.

Vários países africanos e europeus estão interessados na construção de navios nos Estaleiros Navais de Viana do Castelo (ENVC), de acordo com o presidente do Conselho de Administração daqueles estaleiros, contra-almirante Martins Guerreiro. "Estamos em
fase de negociações e, por isso, não se pode referir nomes de todos, mas é público o interesse já manifestado por Marrocos e Argélia", referiu à Lusa, precisando que outros países africanos a sul do Sara têm mantido "conversações" com aqueles estaleiros.
Os Estaleiros Navais de Viana do Castelo estão também "receptivos e interessados" no concurso que o Governo argentino vai abrir, em breve, para a construção de três navios-patrulhas oceânicos (patrulhões), frisou.
O contra-almirante Martins Guerreiro explicou que teve conhecimento do interesse do ministro da Defesa argentino, José Bautista Pampurro, na participação dos ENVC no concurso internacional que vai ser aberto brevemente, interesse este que foi comunicado pelogabinete do ministro de Estado e da Defesa Nacional, Paulo Portas, no decorrer da sua recente visita à Argentina.
Os navios de guerra que a Argentina pretende comprar serão destinados a missões idênticas àqueles que Portugal já contratou com os ENVC, nomeadamente fiscalização oceânica e combate ao tráfico e pesca clandestina. O ministro da Defesa argentino deverá fazer
em breve uma visita a Portugal.
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ferrol

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Sobre o interés da Arxentina.
« Responder #26 em: Março 03, 2004, 02:33:23 pm »
Un saúdo a todos de novo. Gustaríame reproducir un anaco dun recente discurso de Kichner, presidente arxentino, aparecido nun foro daquelas terras:

"Se implementa la construcción de 5 patrulleros de alta mar con tecnología de punta, en astilleros argentinos, por un monto estimado del orden de los 120 millones de dólares estadounidenses. Se trata de buques multipropósito (patrullaje, rescate submarino, apoyo a campañas antárticas, rescate en superficie, combate de incendios en buques), con uso de tecnología de desarrollo local."

Foi feito o pasado día 2 deste mes de marzo. Despois de ler esto, penso que as posibilidades de adquisición de NPO-2000 por Arxentina vanse reducir.

En fin, un saúdo para todos desde Galicia.
Tu régere Imperio fluctus, Hispane memento
"Acuérdate España que tú registe el Imperio de los mares”
 

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emarques

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« Responder #27 em: Março 04, 2004, 01:35:12 am »
A não ser que queiram comprar o projecto para o construírem na Argentina. Sempre é mais fácil comprar o desenho de um casco em vez de se dar ao trabalho de o criar. Pelo menos o preço indicado é próximo do valor estimado para o NPO. Penso que a Argentina estará pelo menos interessada na experiência de desenhar um navio de patrulha de alto-mar a baixo preço.

A verdade é que os ENVC provavelmente não iam conseguir construír tantos navios. :) Uma dúzia para Portugal, mais cinco argentinos... Se mais algum país encomendasse, provavelmente passava dos vinte navios. E a capacidade de construção vai fazer falta para o NAVPOL. (Será que também vão aparecer interessados para esse?)
Ai que eco que há aqui!
Que eco é?
É o eco que há cá.
Há cá eco, é?!
Há cá eco, há.
 

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FinkenHeinle

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« Responder #28 em: Março 04, 2004, 03:19:48 am »
Citação de: "emarques"
A não ser que queiram comprar o projecto para o construírem na Argentina. Sempre é mais fácil comprar o desenho de um casco em vez de se dar ao trabalho de o criar. Pelo menos o preço indicado é próximo do valor estimado para o NPO. Penso que a Argentina estará pelo menos interessada na experiência de desenhar um navio de patrulha de alto-mar a baixo preço.

A verdade é que os ENVC provavelmente não iam conseguir construír tantos navios. :) Uma dúzia para Portugal, mais cinco argentinos... Se mais algum país encomendasse, provavelmente passava dos vinte navios. E a capacidade de construção vai fazer falta para o NAVPOL. (Será que também vão aparecer interessados para esse?)


E porque não é factível um projeto conjunto??? Acho que seria muito interessante para ambos... Talvez realizar um trabalho aberto à qualquer um que queira entrar (claro, com limitações...), pois creio ser um projeto com grandes possibilidades de vendas...
Um Forte Abraço.
André Finken Heinle
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"Em condições normais, corro para vencer e venço. Em situações adversas, também posso vencer. E, mesmo em condições muito desfavoráveis, ainda sou páreo." (AYRTON SENNA)
 

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Pedro Monteiro

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« Responder #29 em: Março 07, 2004, 01:12:18 pm »
Citação de: "emarques"
A verdade é que os ENVC provavelmente não iam conseguir construír tantos navios. :() para o NPO 2000, pois, diga-se o que se disser é um navio económico, bastante moderno, com reduzida tripulação, capacidades acrescidas para missões de interesse públcio e que cumpre os critérios mínimos da sua missão (o nome, aliás, diz tudo: é um patrulha, não um navio de combate de primeira linha). Se efectivamente se mostram limitados isso deve-se apenas a dois factores: falta de verbas e falta de navios aptos para realizar as missões acrescidas que se exigem ao mesmo.
Seis fragatas é talvez um número limitado, se considerarmos que normalmente 1-2 estão em manutenção ou treino de guarnições - seria interessante ter um navio derivado do NPO para instrução operacional - e uma VG está na STANAVAFORLANT; mas que ameaças exigem a presença de fragatas? Que cenários e qual a sua frequência? Guiné-Bissau é um bom exemplo. Em Timor, já, não necessitaria talvez de uma escolta bem armada - o que seria decidido graças às informações de uns serviços secretos eficientes e bem estruturados - e numerosa.
Em suma, para operações em Portugal o NPO 2000 é mais que eficiente. Poderá vir a ser necessário a existência de uma frota de combate para defesa da ZEE e da costa portuguesa num futuro não muito distante, mas vendo as marinhas estrangeiras que nos cercam - à excepção de Espanha, que jamais conseguiríamos superar fosse qual fosse o investimento - pudemos verificar que o seu reequipamento levará as mesmas a um grau mínimo no que toca a capacidades ofensivas/defensivas nos seus navios.
Cumprimentos,
Pedro Monteiro
 

 

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