EUA na Bancarrota?

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Re: EUA na Bancarrota?
« Responder #15 em: Maio 18, 2011, 09:04:55 am »
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A América já está a "arder"

A prisão preventiva do diretor-geral do FMI ofuscou os problemas "domésticos" dos Estados Unidos. Obama e os republicanos fazem um braço de ferro em torno do teto de endividamento. O secretário do Tesouro ameaçou que o governo federal poderá entrar em default em agosto

Jorge Nascimento Rodrigues (www.expresso.pt)
17:25 Terça feira, 17 de maio de 2011

O secretário do Tesouro, Timothy Geithner, avisou, esta semana, que as Finanças ficarão sem opções para evitar um default do governo federal no começo de agosto. O teto de endividamento de 14,3 biliões de dólares estaria a ser atingido.

Por seu lado, o presidente Obama, numa entrevista previamente gravada, divulgada esta semana veio repetir que sem o aumento do teto de endividamento dos Estados Unidos uma situação de disrupção do sistema financeiro mundial poderia rebentar, com a América recaindo em recessão.

Esta bomba enviada aos media até pode ser apenas mais uma achega para o braço de ferro político entre o presidente Obama e os republicanos no Congresso americano a propósito do aumento ou não do teto de endividamento federal.

"Esse risco de um evento de crédito no verão é muito diminuto. A percentagem no Congresso que acha que um default os beneficiaria politicamente é muito pequena. Mas esse grupo, certamente, vai alimentar esse assunto até ao último minuto, tornando a economia americana refém da sua tática, e depois concordarão num compromisso - a questão será saber quais os seus contornos", disse ao Expresso Peter Cohan, analista em Boston.
Os direitos adquiridos

O problema divide a política americana e os próprios economistas. Uns recomendam que Geithner, pura e simplesmente, ignore o teto, e quanto mais cedo melhor. Qualquer pálida hipótese de um "evento de crédito" seria um desastre para a América. Por outro lado, Peter Cohan acha que o teto de endividamento acabará por ser aumentado. Contudo, Robert Eisenbeis, da Cumberland Associates, uma firma de consultoria financeira global, acha que o Congresso não deve flexibilizar o teto. "O problema é a despesa, não é o teto. Aumentá-lo seria perder um mecanismo de pressão sobre o Congresso e o Presidente para os obrigar a dominar a despesa e controlar os défices", referiu ao Expresso. Este consultor internacional sublinha, ainda, que "os EUA têm de evitar um problema de dívida como o do Japão ou da Europa, que, em larga medida, é derivado de direitos adquiridos. Esses direitos adquiridos são perigosos e os políticos americanos têm estado relutantes em enfrentar esse problema. Mas isso talvez mude. O facto de esta discussão estar a acontecer e do teto ser algo vinculativo é muito positivo para os Estados Unidos".

Esta polémica revela as fraquezas da ainda maior economia do mundo que já levaram em 18 de abril a agência de notação Standard & Poor's a considerar negativa a perspetiva de revisão futura do rating do país.

No seu discurso de 13 de abril, o presidente americano teve de comprometer-se a iniciar um processo de redução do défice orçamental federal unificado na ordem dos 4 biliões de dólares em 12 anos, que implicaria cortes na despesa (50% da redução), aumento de impostos e redução nos juros a pagar. Obama destacou o seu vice-presidente Joe Biden para liderar negociações com um grupo de líderes do congresso no sentido de concretizar aquele objetivo. Os pomos da discórdia com os republicanos estão no que cortar na despesa federal e na questão de aumentar ou não os impostos. E são essas mesmas divergências que condicionam, agora, pontualmente a discussão sobre o aumento do teto de endividamento, já admitido pelos próprios republicanos.

Se o braço de ferro se arrastar pelo verão dentro, há sempre alternativas. "O governo pode deixar de pagar algumas contas, adiando. Deixar de pagar também aos trabalhadores do estado não essenciais. Mas dou a tudo isso uma muito baixa probabilidade", conclui Peter Cohan.

Números fracos quando se sai da espuma

Esta discussão ocorre com um pano de fundo de incerteza sobre a evolução da economia americana. O colunista Neville Bennet, no blogue Le Metropole Café, recorda hoje que os números americanos são fracos: "Os spin doctors - especialistas em marketing e manipulação políticas - não podem dizer que o último relatório sobre o Produto Interno Bruto é bom". "Temos de sair da espuma. A taxa de crescimento das vendas finais no consumo interno é apenas de 1% em termos reais, a taxa de crescimento do consumo caiu de 4% para 2,2% e o investimento em equipamentos caiu de 7% para 4%". A retoma é dourada pelo papel estimulador do programa de quantitative easing (alívio quantitativo) da Reserva Federal que tem alimentado a especulação nos mercados de ações e nas commodities. Apesar da desvalorização do dólar que ocorreu para estimular as exportações, "o sector industrial tem perdido gás", diz Bennet, que recorda que, segundo uma sondagem Gallup, 29% dos americanos acham que a economia está em depressão e outros 26% que está ainda em recessão. Largos setores da América empobreceram e não usufruem da bolha nas bolsas ou nos mercados das commodities. O desemprego ainda está em 9% e o défice orçamental é de 9% do PIB, com uma componente estrutural muito significativa a que se soma uma componente cíclica derivada da crise.

http://aeiou.expresso.pt/a-america-ja-e ... er=f649387
"[Os portugueses são]um povo tão dócil e tão bem amestrado que até merecia estar no Jardim Zoológico"
-Dom Januário Torgal Ferreira, Bispo das Forças Armadas
 

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Cabeça de Martelo

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Re: EUA na Bancarrota?
« Responder #16 em: Maio 18, 2011, 11:41:28 am »
EUA na bancarrota? Imagina só... :lol:
 

E nós é que somos "PIGS".
7. Todos os animais são iguais mas alguns são mais iguais que os outros.

 

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PILAO251

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Re: EUA na Bancarrota?
« Responder #17 em: Junho 29, 2011, 01:51:30 pm »
Caros Senhores
Não sendo adepto propriamente das teorias de conspiração, tampouco acredito muito em coincidências, e muito menos em bruxas, mas que as há ,há.
Recebi isto dum amigo, gostaria que algum dos mais bem informados foristas opinasse, pois a ter algum fundo de verdade, e refiro-me à história do ouro, pois a do Sr. DSK tá na cara que caiu que nem um patinho na esparrela da empregada da limpeza, as consequências da falta de fundos perante os países que tem comprado a dívida dos EUA,  Chinas e etc., mesmo para a economia mundial podem ser dramáticas. Será que, a não poder pagar a divida à China a política externa será ditada pelos Chineses, e se o mundo perder a confiança no Dólar passaremos a usar o Yuan como referencia?  
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Fort Knox guarda mesmo o ouro dos states? na América há quem duvide...
Na manhã de 14 Maio, o dia em que foi preso, Dominique Strauss-Kahn (DSK) tinha sido aconselhado pelos serviços secretos franceses (DGSE) a abandonar os EUA e regressar rapidamente à Europa, descartando-se do telemóvel para evitar que pudesse ser localizado. A delicadeza da informação secreta que lhe tinha sido entregue por agentes "d...elatores" da CIA justificava tal precaução.

Strauss-Kahn tinha viajado para os Estados Unidos para clarificar as razões que levavam os norte-americanos a protelar continuamente o pagamento devido ao FMI de quase 200 toneladas de ouro. A dívida, com pagamento acordado há vários anos, advém de ajustes no sistema monetário - "Special Drawing Rights" (SDR's).

As preocupações do FMI sobre o pagamento norte-americano ter-se-iam avolumado recentemente. Nesta viagem Strauss-Kahn estaria na posse de informação relevante que indiciava que o ouro em questão já não existem nos cofres fortes de Fort Knox nem no NY Federal Reserve Bank.

Mas Strauss-Kahn terá cometido um erro fatal: ligou para o hotel, já da plataforma de embarque, pedindo que o telefone lhe fosse enviado para Paris, o que permitiu aos serviços secretos americanos agir nos últimos minutos. O resto dos factos são do conhecimento público.

Já em prisão domiciliária, em Nova Iorque, DSK terá pedido ajuda ao seu amigo Mahmoud Abdel Salam Omar, um influente banqueiro egípcio. Era muito importante, para fundamento da defesa, que o egípcio lhe conseguisse obter a informação privilegiada sobre a "mentira" do ouro, que DSK tinha deixado "voar" em NY, para justificar a teoria da perseguição. No entanto a intervenção voluntariosa do banqueiro egípcio saiu gorada. Dias depois Salam Omar foi igualmente preso nos Estados Unidos, também ele acusado de assédio sexual a uma empregada de hotel. Relatórios de diferentes serviços secretos internacionais convergem na conclusão: os factos que motivaram a prisão do egípcio são altamente improváveis, Salam Omar é um muçulmano convicto e um homem com 74 anos de idade.

A inversão de sentido na história da suite do Sofitel de NY começava aqui a ganhar consistência e outros factos viriam ajudar.

Em Outubro de 2009, Pequim terá recebido dos EUA cerca de 60 toneladas de ouro, num pagamento devido pelos americanos aos chineses, como acerto de contas no balanço de comércio externo. Com a entrega, Pequim testou a genuinidade do ouro recebido tendo concluido que se tratava de "ouro falso". Eram barras de tungsténio revestido a cobertura de ouro. As 5.700 barras falsas estavam devidamente identificadas com chancela e número de série indicando a origem - Fort Knox, USA.

O congressista Ron Paul, candidato às eleições presidenciais de 2012, solicitou no final do ano passado uma auditoria à veracidade das reservas do ouro federal que foi rejeitada pela administração Obama. Numa entrevista recente, questionado sobre a possiblidade de ter desaparecido o ouro federal de fort Knox, o congressista Ron Paul gelou os interlocutores respondendo liminarmente: "É bem provável!"

À "boca fechada" têm vindo, aqui e ali, a escapar informações, a avolumar-se incertezas sobre as reservas de ouro norte-americanas. Mas as notícias referentes aos fortes indícios que de o ouro seja apenas virtual têm colhido uma tímida atenção na comunicação social
americana.

A "verdadeira história" por detrás da prisão de DSK, agora pública, consta de um relatório secreto preparado pelos serviços de segurança russos (FSB) para o primeiro-ministro Vladimir Putin. Talvez por isso Putin tenha sido o primeiro lider mundial a assumir publicamente a ideia de que DSK terá sido "vítima de uma enorme conspiração americana".

Estes factos, a confirmarem-se, em nada ilibam DSK na suspeição que sobre si recai do eventual crime de assédio sexual a  uma empregada do hotel mas, quem sabe, essa possa revelar-se como a pequena e ingénua ponta de um grande iceberg. A ser verdade, os serviços secretos norte-americanos, seguramente bem informados, terão sabido tirar partido das fraquezas do inimigo-alvo, aniquilando-o com eficácia cirurgica - um pequeno crime de costumes, tão ao gosto do imaginário popular, pode bem ter contribuido para abafar crimes de contornos bem mais sérios, por eliminação de testemunha ou de prova.

Entretanto DSK prepara activamente a defesa em tribunal arregimentando já um verdadeiro "crack team" de ex-espiões da CIA, investigadores, detectives e media advisors.

Para quem quiser seguir o rasto do ouro, cá vão algumas notícias Made in inglês... para não haver confusões:

The Times:
http://www.timesonline.co.uk/tol/news/w ... 989271.ece

CNN:
http://money.cnn.com/2011/06/24/news/ec ... /index.htm

Fox News:
http://www.foxnews.com/politics/2010/08 ... gold-gone/

The Daily Bail:
http://dailybail.com/home/is-gold-in-fo ... audit.html

View Zone:
http://viewzone2.com/fakegoldx.html

American Free Press:
http://www.americanfreepress.net/html/f ... __208.html
 

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Cabeça de Martelo

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Re: EUA na Bancarrota?
« Responder #18 em: Junho 29, 2011, 03:13:46 pm »
Talvez seja por isso que apareçam estes fenómenos:

 :arrow: viewtopic.php?f=21&t=10063
7. Todos os animais são iguais mas alguns são mais iguais que os outros.

 

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PILAO251

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Re: EUA na Bancarrota?
« Responder #19 em: Junho 30, 2011, 10:12:54 am »
Caro CM
Oh mano, voçe não fod.......
Tenho o meu Doomsday, every fucking 30th of the month.
And after Angola every single day is a bloody blessing.

Saúde e desporto
 

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Cabeça de Martelo

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Re: EUA na Bancarrota?
« Responder #20 em: Junho 30, 2011, 11:57:00 am »
:G-beer2:
7. Todos os animais são iguais mas alguns são mais iguais que os outros.

 

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FoxTroop

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Re: EUA na Bancarrota?
« Responder #21 em: Junho 30, 2011, 12:45:39 pm »
Essa fraude do ouro já roda à uns bons anos, sendo os indianos os primeiros a levar o barrete. O uso de tungsténio é brilhante pois tem a mesma densidade do ouro e a analises por Raios X não detecta a diferença. Tem de se abrir a barra ou furar. Os Indianos levaram o barrete em quase 400 toneladas de our.... quer dizer, tungsténio e abriu um caso grave com Londres (a proveniência). Após alguma investigação chegou-se à origem das barras e, surprise surprise, USA.

Devido a isso agora todas as barrinhas do amarelo são perfuradas.

Max Kaiser, o canal RT. O gajo pode parecer um alienado nas conversas, mas vale a pena ver para quem se interessa por estas mega-fraudes e jogadas.

Agora fica a questão; Se este é o ouro "baptizado" onde pára o verdadeiro?
 

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Luso

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Re: EUA na Bancarrota?
« Responder #22 em: Julho 01, 2011, 08:13:15 pm »
São todos alienados mas depois vai-se a ver e dizem a verdade.
Já com os bem-falantes, bom, com esses já sabemos onde estamos.

Em relação às "coincidências", dizia Espinosa, não as há: apenas falta de informação.


E por falar em conspirações, um título que vos deixo - para aqueles que ainda podem comprar livros ou estão dispostos a abdicar de alguma pinga em troca de um pouco de mundo:



Coisas do caraças e que para as quais não há pão para malucos!
Ai de ti Lusitânia, que dominarás em todas as nações...
 

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FoxTroop

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Re: EUA na Bancarrota?
« Responder #23 em: Julho 02, 2011, 12:48:38 am »
Menos umas 3 garrafinhas de Moskovskaya..... Ou então não  :D
 

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Cabeça de Martelo

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Re: EUA na Bancarrota?
« Responder #24 em: Julho 05, 2011, 11:10:38 am »
China: agências de rating encobrem insolvência dos EUA

3 de Julho, 2011por Luís Gonçalves
A agência de rating chinesa Dagong acusa as rivais norte-americanas (Standard&Poor’s, Moody’s e Fitch) de estarem a cometer o mesmo erro que levou à crise financeira mundial, em 2008, ao se recusarem a fazer um downgrade no rating dos EUA apesar do «estado de insolvência e das crescentes dificuldades do país em pagar a dívida» da maior economia mundial.

Em declarações ao SOL, Chen Jialin, director-adjunto do departamento internacional da Dagong, refere que as três maiores agências mundiais de notação de crédito apenas lançaram os avisos recentes sobre a elevada dívida dos EUA devido «à pressão da opinião pública» e não por sua vontade.

A Standard&Poor’s colocou o rating dos EUA em ‘vigilância negativa’ – o primeiro passo para uma eventual descida da notação – no mês passado, surpreendendo os investidores internacionais. Os EUA ainda mantêm a classificação máxima – AAA – junto da S&P, Moody’s e Fitch, o que indica que o país tem uma hipótese quase nula de entrar em incumprimento junto dos credores.

Mau exemplo


Porém, a folha financeira dos EUA está longe de ser exemplar. O Estado tem um défice orçamental superior a 10% do Produto Interno Bruto (PIB) e uma dívida pública que ronda 100% do PIB, que cresce abaixo de 2%. O Fundo Monetário Internacional (FMI) e o secretário do Tesouro, Timothy Geithner reiteraram esta semana que, se o tecto da dívida nos EUA não for aumentado pelo Congresso – de maioria republicana –, o país corre o risco de entrar em incumprimento em Agosto.

Numa primeira fase, a Dagong fez um downgrade do rating dos EUA, do nível máximo, AAA, para AA, devido à inexistência de uma «solução credível» para a resolução do défice orçamental no longo prazo, que estava a levar o país para um «crise da dívida», adianta o responsável.

A decisão da Fed, o banco central norte-americano, de injectar mais de 600 mil milhões de dólares na economia através da emissão de moeda, em Novembro de 2010, reflectiu o «colapso do estado de solvência dos EUA e a deterioração da capacidade de pagar as suas dívidas», salienta a agência chinesa. Este evento levou a Dagong a fazer um novo corte na notação dos EUA, para A+. Jialin lembra que nem a deterioração económica dos EUA levou as três agências norte-americanas a alterarem a classificação, acrescentando que «o silêncio tornou-se a opção unânime entre elas».

«O rating da dívida pública norte-americana é o segundo teste para as três maiores agênciasg. No primeiro, os seus erros morais e de actuação provocaram a crise de crédito global», diz Chen Jialin.

http://sol.sapo.pt/inicio/Economia/Interior.aspx?content_id=23130
7. Todos os animais são iguais mas alguns são mais iguais que os outros.

 

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miguelbud

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Re: EUA na Bancarrota?
« Responder #25 em: Julho 05, 2011, 10:04:37 pm »
Citação de: "PILAO251"
Caros Senhores
Não sendo adepto propriamente das teorias de conspiração, tampouco acredito muito em coincidências, e muito menos em bruxas, mas que as há ,há.
Recebi isto dum amigo, gostaria que algum dos mais bem informados foristas opinasse, pois a ter algum fundo de verdade, e refiro-me à história do ouro, pois a do Sr. DSK tá na cara que caiu que nem um patinho na esparrela da empregada da limpeza, as consequências da falta de fundos perante os países que tem comprado a dívida dos EUA,  Chinas e etc., mesmo para a economia mundial podem ser dramáticas. Será que, a não poder pagar a divida à China a política externa será ditada pelos Chineses, e se o mundo perder a confiança no Dólar passaremos a usar o Yuan como referencia?  
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Fort Knox guarda mesmo o ouro dos states? na América há quem duvide...
Na manhã de 14 Maio, o dia em que foi preso, Dominique Strauss-Kahn (DSK) tinha sido aconselhado pelos serviços secretos franceses (DGSE) a abandonar os EUA e regressar rapidamente à Europa, descartando-se do telemóvel para evitar que pudesse ser localizado. A delicadeza da informação secreta que lhe tinha sido entregue por agentes "d...elatores" da CIA justificava tal precaução.

Strauss-Kahn tinha viajado para os Estados Unidos para clarificar as razões que levavam os norte-americanos a protelar continuamente o pagamento devido ao FMI de quase 200 toneladas de ouro. A dívida, com pagamento acordado há vários anos, advém de ajustes no sistema monetário - "Special Drawing Rights" (SDR's).

As preocupações do FMI sobre o pagamento norte-americano ter-se-iam avolumado recentemente. Nesta viagem Strauss-Kahn estaria na posse de informação relevante que indiciava que o ouro em questão já não existem nos cofres fortes de Fort Knox nem no NY Federal Reserve Bank.

Mas Strauss-Kahn terá cometido um erro fatal: ligou para o hotel, já da plataforma de embarque, pedindo que o telefone lhe fosse enviado para Paris, o que permitiu aos serviços secretos americanos agir nos últimos minutos. O resto dos factos são do conhecimento público.

Já em prisão domiciliária, em Nova Iorque, DSK terá pedido ajuda ao seu amigo Mahmoud Abdel Salam Omar, um influente banqueiro egípcio. Era muito importante, para fundamento da defesa, que o egípcio lhe conseguisse obter a informação privilegiada sobre a "mentira" do ouro, que DSK tinha deixado "voar" em NY, para justificar a teoria da perseguição. No entanto a intervenção voluntariosa do banqueiro egípcio saiu gorada. Dias depois Salam Omar foi igualmente preso nos Estados Unidos, também ele acusado de assédio sexual a uma empregada de hotel. Relatórios de diferentes serviços secretos internacionais convergem na conclusão: os factos que motivaram a prisão do egípcio são altamente improváveis, Salam Omar é um muçulmano convicto e um homem com 74 anos de idade.

A inversão de sentido na história da suite do Sofitel de NY começava aqui a ganhar consistência e outros factos viriam ajudar.

Em Outubro de 2009, Pequim terá recebido dos EUA cerca de 60 toneladas de ouro, num pagamento devido pelos americanos aos chineses, como acerto de contas no balanço de comércio externo. Com a entrega, Pequim testou a genuinidade do ouro recebido tendo concluido que se tratava de "ouro falso". Eram barras de tungsténio revestido a cobertura de ouro. As 5.700 barras falsas estavam devidamente identificadas com chancela e número de série indicando a origem - Fort Knox, USA.

O congressista Ron Paul, candidato às eleições presidenciais de 2012, solicitou no final do ano passado uma auditoria à veracidade das reservas do ouro federal que foi rejeitada pela administração Obama. Numa entrevista recente, questionado sobre a possiblidade de ter desaparecido o ouro federal de fort Knox, o congressista Ron Paul gelou os interlocutores respondendo liminarmente: "É bem provável!"

À "boca fechada" têm vindo, aqui e ali, a escapar informações, a avolumar-se incertezas sobre as reservas de ouro norte-americanas. Mas as notícias referentes aos fortes indícios que de o ouro seja apenas virtual têm colhido uma tímida atenção na comunicação social
americana.

A "verdadeira história" por detrás da prisão de DSK, agora pública, consta de um relatório secreto preparado pelos serviços de segurança russos (FSB) para o primeiro-ministro Vladimir Putin. Talvez por isso Putin tenha sido o primeiro lider mundial a assumir publicamente a ideia de que DSK terá sido "vítima de uma enorme conspiração americana".

Estes factos, a confirmarem-se, em nada ilibam DSK na suspeição que sobre si recai do eventual crime de assédio sexual a  uma empregada do hotel mas, quem sabe, essa possa revelar-se como a pequena e ingénua ponta de um grande iceberg. A ser verdade, os serviços secretos norte-americanos, seguramente bem informados, terão sabido tirar partido das fraquezas do inimigo-alvo, aniquilando-o com eficácia cirurgica - um pequeno crime de costumes, tão ao gosto do imaginário popular, pode bem ter contribuido para abafar crimes de contornos bem mais sérios, por eliminação de testemunha ou de prova.

Entretanto DSK prepara activamente a defesa em tribunal arregimentando já um verdadeiro "crack team" de ex-espiões da CIA, investigadores, detectives e media advisors.

Caro Pilao,

o facto é que com o despoletar da actual crise em Setembro de 2008, aquando a insolvencia da financeira Lehman Brothers Holdings Inc., ficou provado que nao existia tanto dinheiro no mundo. Ou seja o sistema economico norte americano é tao fiavel quanto o sovietico, pois é puramente baseado na especulacao de valores e nao no verdadeiros valor das coisas. O ouro do fort knox para mim é um mito, pois so o vi no filme Goldfinger (sim, o do james bond na decada de 60  :wink:
 

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Cabeça de Martelo

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Re: EUA na Bancarrota?
« Responder #26 em: Julho 26, 2011, 12:27:15 pm »
What U.S. Economic Recovery? Five Destructive Myths
By RANA FOROOHAR Wednesday, June 08, 2011
http://www.time.com/time/nation/article ... -4,00.html

Double dip is not a term that a government keen to extricate itself from the economic-crisis-management business likes to hear. A couple of weeks ago, the Obama Administration was poised to switch to growth mode. Then the ugly data started pouring in like the overflowing Mississippi. First-quarter GDP numbers showed a measly 1.8% increase, well short of the expectations of above 3%, and second-quarter estimates are not much better. Then came a report on housing-price declines that have not been seen since the Great Depression, followed by reports of consumer spending at six-month lows and weak manufacturing surveys. The worst was unemployment figures to make you cry: a mere 54,000 jobs were created in May, less than half of what was expected and less than a third of what is needed to lower a 9.1% unemployment rate.
You can hardly blame Council of Economic Advisers head Austan Goolsbee for picking this moment to retreat to his tenured university post in Chicago. The professor tried to put a good face on things, brushing away worries of a double dip and citing stiff but temporary "headwinds" from such factors as the Japanese-nuclear-disaster-related supply shocks and higher gas prices. Fed Chairman Ben Bernanke was somewhat more sober, admitting that the recovery was proving to be "uneven" and "frustratingly slow." Yet he gave no hint of being willing to helicopter in a third round of fiscal stimulus — at least not yet. "Monetary policy," he said, "cannot be a panacea." Or as Goolsbee put it, it's time for the private sector to "stand up and lead the recovery."

If only. There may be $2 trillion sitting on the balance sheets of American corporations globally, but firms show no signs of wanting to spend it in order to hire workers at home, however much Washington might hope they will. Meanwhile, the average American is feeling poorer by the week. "If one looks at unemployment and housing, it's clear that for all practical purposes, we have yet to fully get out of recession," says Harvard economist Ken Rogoff, summing up what everyone who doesn't live inside the Beltway Bubble is thinking. While the White House's official 2011 growth estimate, locked in before Japan and the oil shock, is still 3.1%, most economic seers are betting on 2.6%. That's not nearly enough to propel us out of an unemployment crisis that threatens to create a lost generation of workers who can't find good jobs and may never find them. Welcome to the 2% economy.

While the Administration is taking a sort of "move along, nothing to see here" approach, Republicans are trying to pin every economic problem on Obama in the run-up to the 2012 election. Let's be clear: the slow growth the U.S. is experiencing is not an Obama-specific problem. Many of the ingredients in it were already baked into the economy and were simply laid bare by the financial crisis. According to research by Rogoff and economist Carmen Reinhart, it takes four years after a financial crisis just to get back to the same per capita GDP level you started with, and there's no doubt things would have been dramatically worse had the Administration not taken all the action it did in the wake of the crisis.

But at the same time, the growth problem is Obama's. Every President inherits his predecessor's economy; indeed, it's often what gets him the job. It's then up to the new guy to change the numbers as well as the debate. Now it looks as if Obama is losing that debate. The Republicans have pulled off a major (some would say cynical) miracle by convincing the majority of Americans that the way to jump-start the economy is to slash taxes on the wealthy and on cash-hoarding corporations while cutting benefits for millions of Americans. It's fun-house math that can't work; we'll need both tax increases and sensible entitlement cuts to get back on track. Yet surveys show 50% of Americans think that not raising the debt ceiling is a good idea — that you can somehow starve your way to economic growth.

No wonder the rest of the world is so worried about our future. Sadly, other regions won't be able to help us out, as happened in 2008. Europe is in the middle of its own debt crisis. And emerging markets like China, which helped sustain American companies by buying everything from our heavy machinery to our luxury goods during the recession, are now slamming on the growth brakes. Why? They're worried about inflation, which is partly a result of the Fed's policy of increasing the money supply, known as quantitative easing. Much of that money ended up in stock markets, enriching the upper quarter of the population while the majority has been digging coins out from under couch cushions. Investor money also chased oil prices way up (which hurts the poor most of all) and created bubbles in emerging economies. Now these things are coming back to bite us.

All this sounds complicated, and it is. But it's important to understand that our economy has changed over the past several decades in important and profound ways that politicians at both ends of the spectrum still don't get. There are half a billion middle-class people living abroad who can do our jobs. At the same time, technology has allowed companies to weather the recession almost entirely through job cuts. While Democrats may be downplaying the bad news, Republicans, obsessed with the sideshow that is the debt-ceiling debate, haven't offered a more cohesive explanation for the problems or any real solutions. Rather, both sides continue to push myths about what's happening and how the economy will — or won't — recover. Here are five of the most destructive myths and why we need to figure out a different path to growth.

Myth No. 1: This is a temporary blip, and then it's full steam ahead
True, only 12.2% of economists surveyed in the past few days by the Philadelphia Fed believe that the current backsliding will develop into a double-dip recession (though that percentage is up significantly from the start of the year). Avoiding a double dip is not the same as creating growth that's strong enough to revive the job market. In fact, there's an unfortunate snowball effect with growth and employment when they are weak. It used to take roughly six months for the U.S. to get back to a normal employment picture after a recession; the McKinsey Global Institute estimates it will take five years this time around. That lingering unemployment cuts GDP growth by reducing consumer demand, which in turn makes it harder to create jobs. We would need to create 187,000 jobs a month, growing at a rate of 3.3%, to get to a healthy 5% unemployment rate by 2020. At the current rate of growth and job creation, we would maybe get halfway there by that time.

Myth No. 2: We can buy our way out of all this
While a third round of stimulus shouldn't be off the table in an emergency (Obama has already indicated it's a possibility if things get much worse), the risk-reward ratio isn't good. For starters, our creditors — the largest of which is China — would squawk about the debt implications of doling out more money, not to mention the risk of creating hot-money bubbles in their economies. That's almost beside the point, though, because the stimulus — which has taken the form of Fed purchases of T-bills designed to reduce long-term interest rates and make homeowner refinancing easier — isn't much help if homeowners don't have jobs that allow them to make any payments at all. Although foreclosures are declining, the supply of foreclosed homes for sale is undermining the real estate market, which is dampening consumer spending and sentiment. "It's time to move beyond financial Band-Aids," says Mohamed El-Erian, CEO of Pimco, the world's largest bond trader. "It's clear that the stimulus-induced recovery hasn't overcome the structural challenges to large-scale job creation."

Myth No. 3: The private sector will make it all better
There is a fundamental disconnect between the fortunes of American companies, which are doing quite well, and American workers, most of whom are earning a lower hourly wage now than they did during the recession. The thing is, companies make plenty of money; they just don't spend it on workers here.

Half of Americans say they couldn't come up with $2,000 in 30 days without selling some of their possessions. Meanwhile, companies are flush: American firms generated $1.68 trillion in profit in the last quarter of 2010 alone. But many firms would think twice before putting their next factory or R&D center in the U.S. when they could put it in Brazil, China or India. These emerging-market nations are churning out 70 million new middle-class workers and consumers every year. That's one reason unemployment is high and wages are constrained here at home. This was true well before the recession and even before Obama arrived in office. From 2000 to 2007, the U.S. saw its weakest period of job creation since the Great Depression.

Nobel laureate Michael Spence, author of The Next Convergence, has looked at which American companies created jobs at home from 1990 to 2008, a period of extreme globalization. The results are startling. The companies that did business in global markets, including manufacturers, banks, exporters, energy firms and financial services, contributed almost nothing to overall American job growth. The firms that did contribute were those operating mostly in the U.S. market, immune to global competition — health care companies, government agencies, retailers and hotels. Sadly, jobs in these sectors are lower paid and lower skilled than those that were outsourced. "When I first looked at the data, I was kind of stunned," says Spence, who now advocates a German-style industrial policy to keep jobs in some high-value sectors at home. Clearly, it's a myth that businesses are simply waiting for more economic and regulatory "certainty" to invest back home.


Myth No. 4: We'll pack up and move for new jobs
The myth of mobility — that if you build jobs, people will come — is no longer the case. In fact, many people can't move, in part because they are underwater on their homes but also because the much heralded American labor mobility was declining even before this whole mess began. In the 1980s, about 1 out of 5 workers moved every year; now only 1 of 10 does. That's due in part to the rise of the two-career family — it's no longer an easy and obvious decision to move for Dad's job. This is a trend that will only grow stronger now that women are earning more advanced degrees and grabbing jobs in the fastest-growing fields.

A bigger issue is that the available skills in the labor pool don't line up well with the available jobs. Case in point: there are 3 million job openings today. "There's a tremendous mismatch in the jobs market right now," says McKinsey partner James Manyika, co-author of a new study titled An Economy That Works: Job Creation and America's Future. "It runs across skill set, gender, class and geography." A labor market bifurcated by gender, skill set and geography means that unemployed autoworkers in Michigan can't sell their underwater homes and retool as machinists in North Dakota, where homes are cheaper and the unemployment rate is under 5%.


Myth No. 5: Entrepreneurs are the foundation of the economy
Entrepreneurship is still one of America's great strengths, right? Wrong. Rates of new-business creation have been contracting since the 1980s. Funny enough, that's just when the financial sector began to get a lot bigger. The two trends are not disconnected. A study by the Kauffman Foundation found an inverse correlation between the two. The explanation could be tied to the fact that the financial sector has sucked up so much talent that might have otherwise done something useful in Silicon Valley or in other entrepreneurial hubs. The credit crunch has exacerbated the problem. Lending is still constrained, and the old methods of self-funding a business — maxing out credit cards or taking a home-equity loan — are no longer as viable.

So where does it all leave us? With an economy that still needs a major shake-up. There are short-term and long-term solutions. Job No. 1 is to fix the housing market. While the government is understandably reluctant to get deeper into the loan business, it's clear that private markets aren't able to work through the pile of foreclosures quickly enough for house prices to stabilize. If the numbers don't improve in the next month or so, it might be time for the government to step in and either take on more failing loans (a TARP for homeowners as opposed to investment banks?) or pass rules that would allow more homeowners to negotiate better terms with lenders.

And let's not forget the youth-unemployment crisis. There's now a generation of young workers who are in danger of being permanently sidetracked in the labor markets and disconnected from society. Research shows that the long-term unemployed tend to be depressed, suffer greater health problems and even have shorter life expectancy. The youth unemployment rate is now 24%, compared with the overall rate of 9.1%. If and when these young people return to work, they'll earn 20% less over the next 15 to 20 years than peers who were employed. That increases the wealth divide that is one of the root causes of growing political populism in our country. While Republicans have pushed back against spending on broad government-sponsored work programs and retraining, it would behoove the Administration to keep pushing for a short-term summer-work program to target the most at-risk groups.

But these are stopgaps. The real solutions, of course, are neither quick nor easy — making them especially challenging for Congress. It's a cliché that better education is the path to a more competitive society, but it's not just about churning out more engineers than the Chinese. The U.S. will also need a lot more welders and administrative assistants with sharper communication skills. There's an argument for a good system of technical colleges, which would in turn require a frank conversation about the fact that not everyone can or should shell out money for a four-year liberal-arts degree that may leave them overleveraged and underemployed.

The other major issue is bridging the divide between the fortunes of companies and the fortunes of workers. Democrats and Republicans argue about whether and how to get American corporations to repatriate money so it can be taxed, and again they are missing the point. For starters, it's hard to imagine that crafty corporate lawyers won't find ways around any new rules. (That in itself is an argument for tax simplification that would reduce the loopholes that allow the 400 richest Americans to pay 18% income tax.) The bottom line is that we have to find ways to make the U.S. a more attractive destination for investment.

One way to do that is by considering a third-rail term: industrial policy. It's a concept that needs to be rebranded, because Democrats and Republicans alike shudder at being associated with something so "anti-American." In fact, good industrial policy can be a useful economic nudge. It's not about creating a command-and-control economy like China's but about the private and public sectors coming together at every level, as in Germany, to decide how best to keep jobs at home.
(See "Why the Economic Recovery Is Slowing Down.")

The lesson of Germany is a good one. Back in 2000, the Germans were facing an economic rebalancing not unlike what the U.S. is experiencing. East and West Germany had unified, creating a huge wealth gap and high unemployment at a time when German jobs were moving to central Europe. The country didn't try to explain away the problem in quarterly blips but rather stared it directly in the face. CEOs sat down with labor leaders as partners; union reps sit on management boards in Germany. The government offered firms temporary subsidies to forestall outsourcing. Corporate leaders worked with educators to churn out a labor force with the right skills. It worked. Today Germany has not only higher levels of growth but also lower levels of unemployment than it did prerecession.

In our politically polarized society, such cooperation may seem impossible. But Germany after the fall of the Berlin Wall was perhaps far more polarized. It is worth remembering that economic change tends to happen only during crises. We've survived the banking crisis. How we deal with the longer-range crisis — the crisis of growth and unemployment — will define our economic future for not just the next few quarters but the next few decades.
7. Todos os animais são iguais mas alguns são mais iguais que os outros.

 

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Cabeça de Martelo

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Re: EUA na Bancarrota?
« Responder #27 em: Julho 26, 2011, 05:54:42 pm »
7. Todos os animais são iguais mas alguns são mais iguais que os outros.

 

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papatango

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Re: EUA na Bancarrota?
« Responder #28 em: Agosto 06, 2011, 04:01:42 pm »
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WASHINGTON — The United States has lost its sterling credit rating from Standard & Poor's.

The credit rating agency on Friday lowered the nation's AAA rating for the first time since granting it in 1917. The move came less than a week after a gridlocked Congress finally agreed to spending cuts that would reduce the debt by more than $2 trillion – a tumultuous process that contributed to convulsions in financial markets. The promised cuts were not enough to satisfy S&P.

The drop in the rating by one notch to AA-plus was telegraphed as a possibility back in April. The three main credit agencies, which also include Moody's Investor Service and Fitch, had warned during the budget fight that if Congress did not cut spending far enough, the country faced a downgrade. Moody's said it was keeping its AAA rating on the nation's debt, but that it might still lower it.

One of the biggest questions after the downgrade was what impact it would have on already nervous investors. While the downgrade was not a surprise, some selling is expected when stock trading resumes Monday morning. The Dow Jones industrial average fell 699 points this week, the biggest weekly point drop since October 2008.

"I think we will have a knee-jerk reaction on Monday," said Jack Ablin, chief investment officer at Harris Private Bank.

But any losses might be short-lived. The threat of a downgrade is likely already reflected in the plunge in stocks this week, said Harvey Neiman, a portfolio manager of the Neiman Large Cap Value Fund.

"The market's already been shaken out," Neiman said. "It knew it was coming."

http://www.huffingtonpost.com/2011/08/05/downgrade-us-standard-and-poors_n_919867.html

Entretanto o Império, aflito, já começou a chiar:
Citar
SHANGHAI (Reuters) - China roundly condemned the United States for its "debt addiction" and "short sighted" political wrangling and said the world needed a new stable global reserve currency.

http://www1.realclearmarkets.com/news/reuters/finance_business/2011/Aug/06/china_blasts_u_s__over_debt_problems__calls_for_dollar.html
 

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HaDeS

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Re: EUA na Bancarrota?
« Responder #29 em: Agosto 06, 2011, 05:35:06 pm »
China critica EUA pela crise da dívida e exige garantias
A China, principal credora dos Estados Unidos e com 70% de suas reservas em moeda estrangeira em dólares, criticou duramente o governo americano depois que a agência de classificação de risco S&P (Standard & Poor's) rebaixou a dívida americana na sexta-feira.

Com US$ 1,16 trilhão em bônus do Tesouro dos EUA e US$ 3,2 trilhões de reservas em moeda estrangeira em dólares, a queda da dívida americana de "AAA" -- a máxima qualificação possível -- para "AA+" gerou um forte mal-estar em Pequim.

A agência oficial chinesa "Xinhua" publicou neste sábado um duro editorial no qual assegura que a decisão da Standard & Poor's é "uma fatura que os EUA devem pagar por sua própria dependência quanto ao endividamento e por suas brigas políticas sem visão de futuro em Washington".

"A China tem todo o direito agora de reivindicar dos Estados Unidos que corrijam os erros estruturais de sua dívida e garantam a segurança dos ativos em dólares da China", afirmou a "Xinhua".

Ao mesmo tempo, a agência estatal reivindicou "supervisão internacional" sobre a moeda americana, e foi além, ao propor como alternativa ao dólar "uma nova moeda de reserva estável e assegurada em nível global" para evitar a dependência mundial da dívida dos EUA.

ALTERNATIVAS

Há alguns dias, Chen Daofu, diretor do Centro de Pesquisas Políticas do Conselho de Estado da China, advertiu da necessidade de buscar alternativas de investimento para as reservas chinesas, e avaliou que mudar a composição destas "é um desafio crucial para os conselheiros políticos em Pequim".

Com relação ao futuro, a "Xinhua" assinalou que se não houver cortes na "gigantesca despesa militar" e nos custos do novo sistema de previdência social universal disposto por Barack Obama, a Standard & Poor's pode diminuir ainda mais a qualificação da dívida americana.

Ainda assim, o economista-chefe do Centro de Informação Estatal da China, Jianping Fan, considerou que o endividamento americano afetará principalmente os mercados financeiros, e, só em segundo plano, o comércio.

O analista prevê uma queda nas exportações do país asiático, porém mais ligada aos problemas da Europa que aos indicadores americanos.

REBAIXAMENTO

A agência de classificação de risco S&P rebaixou a nota da dívida americana para AA+ devido aos riscos políticos e ao peso da dívida americana em relação ao PIB (Produto Interno Bruto).

A agência decidiu anunciar a decisão na sexta-feira à noite, depois do fechamento do mercado, para dar tempo dos investidores se acalmarem durante o fim de semana.

Mais cedo nesta sexta-feira, já havia rumores de que a nota americana, que era AAA desde 1917, seria rebaixada. A agência também teria segurado a divulgação do "downgrade" porque funcionários do Tesouro americano encontraram erros na análise do S&P sobre a receita do governo e a situação do deficit.

A disputa entre os partidos --Democrata e Republicano-- sobre a política fiscal americana também deixou a agência pessimista sobre a capacidade dos EUA conter o deficit.

A perspectiva da nova classificação é negativa, afirmou a S&P em comunicado, um sinal de que outro rebaixamento da nota é possível nos próximos 12 a 18 meses.

A nota da dívida americana pode ser rebaixada para "AA" caso haja menos redução de gastos do que o previsto, taxas de juros mais elevadas ou aumento da trajetória da dívida maior do que o esperado.

O rating AAA permitia que o país tomasse emprestado recursos a uma taxa de juros mais baixa, pois governo é considerado estável, e seus títulos são tidos como seguros.

Agora, os títulos do Tesouro dos EUA, uma vez vistos como o investimento mais seguro do mundo, estão classificados abaixo de títulos emitidos por países como Reino Unido, Alemanha, França ou Canadá, conforme a "Reuters".

Em tempos de crise, investidores vendem suas ações em mercados emergentes, como o Brasil, e procuram abrigo em títulos seguros.

Fonte: folhaonline