Rússia

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comanche

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« Responder #30 em: Setembro 11, 2007, 11:40:06 pm »
Rússia diz ter construído bomba a vácuo mais poderosa do mundo

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MOSCOU (Reuters) - A Rússia disse nesta terça-feira que havia testado a bomba a vácuo mais poderosa do mundo.

"Resultados de testes da nova arma mostraram que sua eficiência e poder são proporcionais a uma arma nuclear", disse Alexander Rukshin, vice-chefe do Estado Maior da Rússia, ao canal de televisão russo ORT First Channel.

"Vocês vão vê-la (a arma) agora em ação. A bomba que não tem páreo no mundo está sendo testada em um terreno militar", relatou o canal.

A emissora mostrou em seguida um bombardeiro Tupolev Tu-160 lançando a bomba em um local de testes, resultando numa grande explosão.

A bomba a vácuo causa uma ampla devastação. Um explosivo deste tipo é lançado, a primeira carga explosiva abre um compartimento em uma altura predeterminada e dispersa o combustível em uma nuvem que se mistura com oxigênio.

Uma segunda carga detona a nuvem, que engloba objetos e construções.

"Ao mesmo tempo, eu quero frisar que a ação desta arma não contamina o ambiente, ao contrário da nuclear", afirmou.

 

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oultimoespiao

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« Responder #31 em: Setembro 12, 2007, 02:04:04 am »
A russia devia dar pao aos russos... ha muita fome na russia!
 

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comanche

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« Responder #32 em: Setembro 18, 2007, 12:35:23 am »
Suspeito de matar Litvinenko diz querer ser presidente russo

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MOSCOU (Reuters) - O russo procurado pela Grã-Bretanha sob a acusação de envolvimento no assassinato do ex-agente Alexander Litvinenko, em Londres, afirmou na segunda-feira que gostaria de se tornar presidente da Rússia.

Andrei Lugovoy, também ex-agente dos serviços de segurança, disse que concorrerá a uma vaga no Parlamento pelo Partido Liberal Democrático (LDPR), comandado pelo ultranacionalista Vladimir Zhirinovsky.

Quando questionado por um repórter sobre se suas aspirações políticas iam além de ser eleito como parlamentar, Lugovoy respondeu: "Como qualquer cidadão da Federação Russa, gostaria de ser presidente."

Promotores britânicos requisitaram a extradição do ex-agente russo a fim de que fosse julgado em Londres pelo assassinato de Litvinenko, que morreu em um hospital da Grã-Bretanha no dia 23 de novembro, após receber uma dose fatal do elemento radioativo polônio-210, um isótopo raro e altamente tóxico.

 

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André

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« Responder #33 em: Setembro 18, 2007, 10:59:33 pm »
Ministro da Defesa russo apresenta demissão

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O ministro da Defesa russo, Anatoly Serdyukov, demitiu-se do cargo mas o nome do próximo a ocupar o gabinete ainda está em consideração por Vladimir Putin.

«Conversei com Serdyukov e o ex-ministro afirmou que, considerando os nossos laços familiares, deveria apresentar a sua demissão», afirmou o primeiro-ministro Viktor Zubkov

Serdyukov é casado com a filha de Zubkov. O primeiro-ministro, nomeado por Putin na última quarta-feira, afirmou ter submetido a sua proposta para o gabinete ao presidente. A nova estrutura do Governo deverá ser anunciada na segunda-feira.

Reuters/SOL

 

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oultimoespiao

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« Responder #34 em: Setembro 19, 2007, 04:49:30 am »
como eu ja referi aqui antes... "o problema da russia e os russos"
 

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André

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« Responder #35 em: Setembro 19, 2007, 06:27:19 pm »
Propostas de Bruxelas mal recebidas em Moscovo

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As propostas de política energética europeia hoje anunciadas em Bruxelas foram mal recebidas em Moscovo por industriais e políticos russos, que as consideram entraves à entrada de empresas da Rússia no mercado europeu.

A Comissão Europeia adoptou hoje a terceira de uma série de propostas legislativas sobre a política energética europeia e que prevê a separação entre a produção e o transporte de gás e electricidade, o designado «unbundlin».

O pacote legislativo tem como objectivo «promover a sustentabilidade, estimulando a eficiência energética e garantindo que as empresas de menor dimensão, como as que investem em energias renováveis, tenham acesso ao mercado da energia», segundo um comunicado de Bruxelas.

A proposta do executivo comunitário prevê cláusulas de salvaguarda que asseguram que empresas de países fora da União Europeia (UE) sejam obrigadas a cumprir com o «unbundling» se quiserem operar no mercado energético europeu.

Objectivo é que empresas como a gigante russa Gazprom respeitem a separação entre as actividades de produção e distribuição de energia e as de transporte.

«Semelhantes limitações contradizem o espírito existente na UE de mercado livre e equivalem ao proteccionismo estatal ao nível da União Europeia», reagiu Alexandre Chokhin, dirigente da União de Industriais e Empresários da Rússia.

«Isso poderá provocar sérios prejuízos às empresas russas que querem estabelecer contractos a longo prazo com os consumidores europeus», sublinhou Chokhin.

Analistas russos também consideram que as propostas da Comissão de Durão Barroso visam travar concretamente a entrada da empresa Gazprom, o gigante do gás natural russo, no mercado retalhista da União Europeia.

«A Rússia deve responder de forma simétrica e sem pânico às propostas da União Europeia com vista a limitar o acesso das empresas russas aos activos energéticos da Europa», defendeu, por seu lado, Konstantin Kossatchov, dirigente do Comité da Duma Estatal (câmara baixa) para Assuntos Internacionais do Parlamento russo.

«Da mesma forma que nos irão tentar cortar o acesso a ramos da economia de mercado da Europa Ocidental, nós seremos obrigados a limitar o acesso dos nossos parceiros estrangeiros aos ramos estratégicos correspondentes da economia russa», preconizou Kossatchov.

«Tal como no caso do Tratado sobre as Armas Convencionais na Europa, a iniciativa não pertence à Rússia, porque nós continuamos prontos a cooperar com base nos princípios há muitos anos acordados», observou o mesmo responsável, acrescentando: «Mas quando os nossos parceiros passam a vida a rever esses princípios em prol dos seus interesses pessoais e conjunturais, não se pode esperar da Rússia filantropia infinita, sacrifício eterno dos seus interesses naturais para conservar o ar de parceria».

Grigori Iavlinski, dirigente do partido liberal Iabloko, salientou que a Europa «tem receio da Gazprom e das corporações russas».

«O receio é provocado pela possível expansão das companhias públicas russas que se podem nortear não só por interesses económicos, mas também políticos», considera Iavlinski.

«Visto que o gás é uma matéria-prima estratégica e a fatia da Rússia no mercado é dominante, na Europa tentam reduzir as possibilidades de influência. Não conseguem chegar a acordo e por isso tomam medidas semelhantes para depender menos e não se sujeitarem a riscos», acrescentou o político liberal, vaticinando que «os preços do gás irão aumentar».

Ao pacote legislativo hoje anunciado por Durão Barroso - que prevê ainda a criação de uma agência independente que colabore com os reguladores nacionais - seguir-se-ão outros sobre o mercado da energia, nomeadamente sobre as renováveis.

As propostas de Bruxelas para o mercado interno de energia enquadram-se na Estratégia de Lisboa para o crescimento e emprego e na estratégia energética europeia, adoptada pelos líderes dos 27 na Cimeira da Primavera, em Março último, em Berlim.

O Conselho de Ministros da Energia dos 27, que se reúne a 01 e 02 de Outubro, sob presidência portuguesa, no Luxemburgo, fará uma primeira avaliação das propostas da Comissão de Bruxelas, nomeadamente da questão do «unbundling».

Diário Digital / Lusa

 

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Jorge Pereira

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« Responder #36 em: Setembro 20, 2007, 04:57:12 pm »
Citação de: "comanche"
Rússia diz ter construído bomba a vácuo mais poderosa do mundo

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MOSCOU (Reuters) - A Rússia disse nesta terça-feira que havia testado a bomba a vácuo mais poderosa do mundo.

"Resultados de testes da nova arma mostraram que sua eficiência e poder são proporcionais a uma arma nuclear", disse Alexander Rukshin, vice-chefe do Estado Maior da Rússia, ao canal de televisão russo ORT First Channel.

"Vocês vão vê-la (a arma) agora em ação. A bomba que não tem páreo no mundo está sendo testada em um terreno militar", relatou o canal.

A emissora mostrou em seguida um bombardeiro Tupolev Tu-160 lançando a bomba em um local de testes, resultando numa grande explosão.

A bomba a vácuo causa uma ampla devastação. Um explosivo deste tipo é lançado, a primeira carga explosiva abre um compartimento em uma altura predeterminada e dispersa o combustível em uma nuvem que se mistura com oxigênio.

Uma segunda carga detona a nuvem, que engloba objetos e construções.

"Ao mesmo tempo, eu quero frisar que a ação desta arma não contamina o ambiente, ao contrário da nuclear", afirmou.



O vídeo do novo brinquedo:

 :arrow: Fuel/Air Explosive (FAE)
Um dos primeiros erros do mundo moderno é presumir, profunda e tacitamente, que as coisas passadas se tornaram impossíveis.

Gilbert Chesterton, in 'O Que Há de Errado com o Mundo'






Cumprimentos
 

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Mike23

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« Responder #37 em: Setembro 21, 2007, 04:06:54 am »
De facto é estranho. Os prédios logo atrás dos que ruíram parecem intactos :?  Que distância haveria entre ambos? A mim parece-me mínima.
O Novo Portugal! Mais de 3 Milhões de Quilómetros Quadros!

 

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André

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« Responder #38 em: Setembro 22, 2007, 07:43:38 pm »
Novo governo russo deve ser conhecido no início da semana

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A composição do novo governo russo após a destituição do anterior, a 12 de Setembro, deverá ser anunciada no início da próxima semana, declarou este sábado o vice-primeiro-ministro interino, Alexander Jukov, citado pela Interfax.
«Creio que terão informações completas sobre esse tema no início da próxima semana», declarou Jukov em Sochi (sul da Rússia), segundo a Interfax.

O presidente russo, Vladimir Putin, nomeou na sexta-feira passada como primeiro-ministro Viktor Zubkov. Este sucede no cargo a Mikhail Fradkov, que foi demitido com todo o seu gabinete a 12 de Setembro, a apenas alguns meses das eleições presidenciais.

Diário Digital

 

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André

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« Responder #39 em: Setembro 24, 2007, 09:11:15 pm »
Putin apresenta novo Governo do país

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O presidente russo, Vladimir Putin, anunciou hoje a composição do novo governo depois de longas consultas com o primeiro-ministro, Victor Zubkov, mas as alterações não são muitas face ao anterior executivo, embora sejam consideradas importantes.

Serguei Ivanov e Dmitri Medvedev, apontados como potenciais sucessores de Putin no cargo de Presidente, conservaram os cargos de vice-primeiros-ministros, num sinal de que continuam na corrida ao Kremlin.

Serguei Lavrov mantém o cargo de ministro dos Negócios Estrangeiros.

Alexei Kudrin, ministro das Finanças da Rússia, não só conservou o seu cargo, como também foi promovido a vice-primeiro-ministro do novo governo russo.

«Deste modo, o estatuto do Ministério das Finanças adquire maior importância», afirmou o presidente.

Guerman Gref foi substituído por Elvira Nabiullina à frente do Ministério do Desenvolvimento Económico.

Tatiana Golikova substituiu Mikhail Zurabov à frente do Ministério da Saúde e do Desenvolvimento Social da Rússia.

Vladimir Iakovlev foi afastado do cargo de ministro do Desenvolvimento Regional, tendo sido substituído por Dmitri Kozak, representante de Putin no Cáucaso.

Vladimir Putin não aceitou o pedido de demissão de Serguei Serdiukov, mantendo-o à frente do Ministério da Defesa.

Serdiukov considerou não ser correcto continuar num governo dirigido pelo seu sogro, o primeiro-ministro Victor Zubkov, mas o presidente russo tem uma opinião diferente.

O Governo russo irá ter mais dois comités: da Juventude e Pesca.

Em véspera de eleições parlamentares, marcadas para 07 de Dezembro, Vladimir Putin substituiu os ministros mais impopulares na sociedade russa.

Diário Digital / Lusa

 

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André

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« Responder #40 em: Setembro 26, 2007, 10:55:28 pm »
Gorbachev alerta para os perigos do ressurgimento do Stalinismo

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Na conferência que marca os 70 anos do início da época do terror da URSS, Mikhail Gorbachev alertou a Rússia para o risco do ressurgimento do stalinismo.

«Devemos recordar os que sofreram, porque é uma lição para todos nós», discursou Gorbachev na conferência que marca o início das Grandes Purgas, quando Joseph Stalin endureceu o regime ao deportar ou aniquilar todos os seus opositores políticos.

«Devemos espremer o stalinismo para fora de nós, não gota-a-gota mas com copos e baldes. Há ainda gente que afirma que o regime de Stalin foi a Idade de Ouro e que o degelo de Nikita Khruschnev foi pura utopia, enquanto o neo-stalinismo de Brejnev se tornou numa espécie de continuação da Idade de Ouro», declarou.

Entre Agosto de 1937 e Novembro de 1938, cerca de 1,7 milhões de soviéticos foram presos, dos quais 818 mil foram executados.  Os historiadores estimam que até 13 milhões de pessoas tenham sido assassinadas ou enviadas para campos de trabalhos forçados entre 1921 e 1953, quando Stalin morreu.

Apesar do obscuro passado do regime soviético, pesquisas recentes mostraram que muitos jovens russos guardam uma imagem positiva do ex-líder.

O Kremlin tem feito algumas tentativas de minimizar os seus excessos.

SOL/Reuters

 

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Pantera

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« Responder #41 em: Setembro 27, 2007, 08:28:51 am »
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Gorbachev alerta para os perigos do ressurgimento do Stalinismo


Sim, senhor, sábias palavras deste Homem, no entanto estar a comparar o governo actual Russo com Estaline é no mínimo exagerar. Não se pode comparar um ou outro assassinato feito pelo governo russo, com as milhões de execuções perpétuadas por Estaline, o homem de aço

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André

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« Responder #42 em: Outubro 01, 2007, 12:48:34 am »
Garry Kasparov é candidato presidencial do movimento «Outra Rússia»

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O antigo campeão do mundo de xadrez Garry Kasparov foi designado este domingo como candidato do movimento Outra Rússia (oposição) às eleições presidenciais russas de 2008.

Eleito no congresso do partido, que hoje terminou em Moscovo, Kasparov derrotou por larga margem os cinco outros candidatos, ao recolher 379 dos votos dos 494 delegados presentes.

Os outros candidatos eram o ex-primeiro-ministro Mikhail Kassianov, o antigo presidente do Banco Central da Rússia Viktor Guerachtchenko e o deputado independente Vladimir Ryjkov, bem como Boris Vinogradov, apresentado como «patriota liberal», e Serguei Gouliaev, antigo eleito local de São Petersburgo, que criou o movimento «Povo».

As eleições presidenciais russas vão permitir escolher o sucessor de Vladimir Putin, que, por virtude de concluir o seu segundo mandato, não pode apresentar-se na corrida.

Diário Digital / Lusa

 

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André

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« Responder #43 em: Outubro 01, 2007, 11:45:28 pm »
Putin não nega possibilidade de vir a ser primeiro-ministro

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Vladimir Putin disse que poderia um dia assumir o cargo de primeiro-ministro, dando um claro sinal de como planeia manter o poder depois do final do seu segundo mandato na Presidência.

Pela Constituição, Putin não pode concorrer a um terceiro período consecutivo como presidente.

Num discurso no congresso da principal força pró-Kremlin, a Rússia Unida, Putin também anunciou que vai chefiar a lista do partido para as eleições parlamentares de Dezembro, o que lhe garante um lugar na Duma (a Câmara dos Deputados da Rússia).

«Duas condições têm de se verificar primeiro - a Rússia Unida precisa de vencer as eleições e uma pessoa moderna, decente e capaz com quem eu trabalhe em equipa tem de ser eleita como presidente», acrescentou.

Todas as pesquisas publicadas até agora dão à Rússia Unida uma grande vantagem para as eleições de Dezembro, com pelo menos 50 por cento dos votos.

Os comunistas, a segunda maior força no país, têm cerca de 10 a 20 por cento dos votos.

A própria popularidade de Putin e o controle do Kremlin sobre a política e os media do país garantem virtualmente a qualquer pessoa que ele indique como seu sucessor uma retumbante vitória eleitoral nas presidenciais em Março.

Respondendo à possibilidade de chefiar a lista do partido Rússia Unida, Putin disse sob aplausos: «Eu aceito com gratidão a proposta».

No domingo, o grande mestre do xadrez Garry Kasparov, foi escolhido pela aliança oposicionista Outra Rússia, como candidato para as eleições presidenciais.

Reuters/SOL

 

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André

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« Responder #44 em: Outubro 06, 2007, 07:27:38 pm »
Celebridades exigem explicações sobre morte de Politkovskaia

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Um ano após a morte da jornalista russa Anna Politkovskaia, mais de 60 personalidades mundiais assinaram uma carta, publicada este sábado no Times, exigindo que a Rússia apresente perante a justiça, os responsáveis pelo assassinato.
«Temos o dever de fazer este pedido ao governo russo em memória de Anna, para proteger os que ousam exprimir-se», refere o texto no jornal britânico, assinado por celebridades, como a actriz norte-americana Susan Sarandon ou o Nobel da Paz, Desmon Tutu.

Politkovskaia foi um dos raros jornalistas russos que continuavam a cobrir o conflito da Tchetchénia, que se iniciou em 1999, e a denunciar os atentados aos direitos humanos na Rússia, acabando por ser assassinada a 7 de Outubro de 2006, na sua residência, em Moscovo.

Em Setembro do ano passado, foi acusado de cumplicidade neste homicídio um ex-responsável da administração da Tchetchénia pró-russa, Chamil Bouraey, e, mais tarde, a Rússia anunciou a detenção de uma dezena de suspeitos, nomeadamente elementos do Ministério do Interior e do FSB (ex-KGB).

Numa primeira reacção ao assassinato da jornalista, o presidente da Rússia, Vladimir Putin, qualificou de «insignificante» o papel da jornalista.

Diário Digital

 

 

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