Exportações e Importações Portuguesas

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HSMW

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Re: Exportações e Importações Portuguesas
« Responder #45 em: Abril 24, 2011, 09:25:13 pm »
As grandes empresas nacionais espalhadas pelo mundo
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Desenvolvem a sua actividade em sectores estratégicos para a economia portuguesa.

Combustíveis, automóveis, engenharia e tecnologia de ponta, pasta e papel, alimentação e distribuição, cortiça. São das maiores empresas portuguesas, com fortes planos de internacionalização. E o negócio lá fora está a correr de vento em popa. Todas elas têm assistido ao crescimento das vendas por via da componente internacional. Enquanto as empresas continuam a investir, o Governo já anunciou a criação de um fundo de 250 milhões de euros para apoiar a internacionalização e as exportações nacionais. (...)

 :arrow: http://economico.sapo.pt/noticias/conheca-as-grandes-empresas-nacionais-espalhadas-pelo-mundo_116510.html
http://www.youtube.com/profile_videos?user=HSMW

"Tudo pela Nação, nada contra a Nação."
 

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Lusitano89

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Re: Exportações e Importações Portuguesas
« Responder #46 em: Maio 05, 2011, 07:03:49 pm »
Exportações de electricidade cresceram 145% no ano passado


As exportações de electricidade aumentaram 145% no ano passado, face ao anterior, enquanto as importações diminuíram 22,5%, segundo a «Factura Energética 2010» divulgada esta quinta-feira pela Direcção Geral de Energia e Geologia.

Em quantidade, as exportações aumentaram de 701 para 1.717 gigawatts-hora (GWh) e as importações diminuíram de 5.614 para 4350 GWh, um resultado que aquele direcção considera «reflectir» os resultados da política energética seguida, designadamente a aposta em recursos renováveis endógenos que têm vindo a substituir os recursos fósseis importados.

«Acresce à política seguida o facto de o ano de 2010 ter sido muito abundante em termos de recursos hídrico e eólico, o que potenciou ainda mais a produção renovável na electricidade», acrescenta em nota divulgada.

Também as quantidades de produtos refinados exportados aumentaram 28,5%, com destaque para as exportações de gasolinas (mais 7,8%), fuelóleo (mais 18,5%) e jets (mais 151%).

O saldo importador de produtos energéticos foi de 5,561 milhões de euros, mais 13,8% do que em 2009, contribuindo para este aumento a desvalorização do euro face ao dólar e o aumento dos preços de importação dos produtos energéticos nos mercados internacionais.

Lusa
 

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Lusitano89

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Re: Exportações e Importações Portuguesas
« Responder #47 em: Maio 10, 2011, 09:55:29 pm »
Exportações crescem 17% no primeiro trimestre

 
Dados do INE reportam um crescimento de 17% das exportações entre Janeiro e Março, período em que as importações aumentaram 8,5%.

No primeiro trimestre de 2011 as exportações portuguesas - um dos principais propulsores do crescimento económico - aceleraram 17% enquanto as importações subiram 8,5%, face a igual período do ano passado. Esta evolução resultou num emagrecimento de 342 milhões de euros da balança comercial portuguesa.

O INE destaca, ao nível das exportações, "os acréscimos nas saídas de Fornecimentos industriais (33,6%) e de Material de transporte e acessórios (27,4%). Em sentido contrário salienta-se a quebra na saída de Combustíveis e lubrificantes (-21,9%)".

As exportações portuguesas para a comunidade europeia avançaram 18% no primeiro trimestre, enquanto as saídas para fora do espaço europeu aumentaram 13,9%.

Os números do Instituto Nacional de Estatística (INE) mostram ainda que as exportações cresceram em Março, tanto em termos homólogos como em termos mensais. Face a Março de 2010 cresceram 11,5% (as importações aumentaram 6%) e na comparação com Fevereiro registaram um acréscimo de 12,8% (as importações subiram 15,5%).

Este crescimento das exportações não deve evitar uma contracção do PIB português de cerca de 2% este ano. É isso que está previsto no acordo desenhado pela ‘troika'.

Diário Económico
 

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Luso-Efe

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Re: Exportações e Importações Portuguesas
« Responder #48 em: Maio 22, 2011, 10:21:02 pm »
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Praga da madeira ameaça exportações portuguesas.

Embargo ao pinho português seria desastre nacional, explica presidente da Associação Industrial de Madeira e Mobiliário.

Empresários debatem esta tarde a polémica da praga do nematodo da madeira que ameaça fechar fronteiras às exportações nacionais.

A Comissão Europeia ameaça impedir a exportação de mobiliário de pinho português para os países da Europeus, caso a doença não seja controlada.

Fernando Rolin, presidente da Associação Industrial de Madeira e Mobiliário, diz que essa decisão seria um desastre nacional: “Estamos a falar de prejuízos reais e induzidos que já se situam na área dos mil milhões de dólares. É um dos problemas que temos para por aos senhores que vêm estar connosco, é que corremos o risco daqueles senhores de Bruxelas que olham para Portugal como números, proponham às mais altas instâncias o embargo da madeira de pinho de Portugal, e isso seria um desastre nacional”.

Na reunião de hoje, na Mealhada, os presidentes da CIP, UGT, CGTP e industriais da madeira e mobiliário pretendem encontrar soluções e pressionar o governo para a importância deste sector na economia.

http://www.rr.pt/informacao_detalhe.asp ... did=156525
Chamar aos Portugueses ibéricos é 1 insulto enorme, é o mesmo que nos chamar Espanhóis.

A diferença entre as 2 designações, é que a 1ª é a design. Grega, a 2ª é a design. Romana da península.

Mas tanto 1 como outra são sinónimo do domínio da língua, economia e cultura castelhana.

Viva Portugal
 

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Luso-Efe

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Re: Exportações e Importações Portuguesas
« Responder #49 em: Maio 22, 2011, 10:29:41 pm »
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Artigos de pinho em risco de embargo total na UE.

Três análises positivas à presença de nemátodo em produtos portugueses põem em risco centenas de empresas nacionais.

Portugal está em risco de ver a Comissão Europeia decretar um embargo total aos produtos de pinho, sejam eles madeira serrada, paletes, painéis ou mobiliário. A Associação das Indústrias da Madeira e Mobiliário Nacional, em comunicado recente enviado aos seus associados, classificava tal possibilidade como uma "verdadeira tragédia nacional" já que, garante, "será o fim do nosso sector".

http://www.dn.pt/inicio/economia/interi ... -+Economia)

Resalvo este comentário que se encontra na Dn a propósito desta noticia, a há mais dignos de registo.
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Parabéns, "eng." Sócrates.

Muitos parabéns!... É um problema que já vem de há quatro ou cinco anos e em relação ao qual o desgoverno do "engenheiro" sucateiro e trambiqueiro Sócrates NADA fez... Absolutamente nada. :N-icon-Axe:
Chamar aos Portugueses ibéricos é 1 insulto enorme, é o mesmo que nos chamar Espanhóis.

A diferença entre as 2 designações, é que a 1ª é a design. Grega, a 2ª é a design. Romana da península.

Mas tanto 1 como outra são sinónimo do domínio da língua, economia e cultura castelhana.

Viva Portugal
 

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Malagueta

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Re: Exportações e Importações Portuguesas
« Responder #50 em: Maio 27, 2011, 09:54:51 am »
Portugal exportou, em 2010, 156,2 mil toneladas de cortiça, no valor de 754,3 milhões de euros, um crescimento de 7,4 por cento em relação a 2009, segundo dados da Associação Portuguesa de Cortiça (APCOR).

 

O setor vai estar em destaque na terceira FICOR, Feira Internacional da Cortiça, que decorre de hoje até 01 de junho, em Coruche, concelho que reivindica para si o título de maior produtor mundial de cortiça, por ser o que tem a maior e mais densa mancha de montado de sobro e aquele onde se produzem diariamente cinco milhões de rolhas.

 

Portugal lidera a produção mundial de cortiça (52 por cento das 300.000 toneladas produzidas anualmente a nível mundial), destinando-se a quase totalidade da cortiça transformada em Portugal (cerca de 90 por cento) à exportação, com a indústria vinícola a absorver mais de dois terços da produção.

 

Segundo os dados da APCOR, a cortiça exportada em 2010 representou 2,1 por cento do total das exportações nacionais.

 

A França é o país que mais compra a Portugal (20,4 por cento, ou seja, 154,2 milhões de euros em 2010), seguida dos Estados Unidos da América (15,8 por cento, 119,2 milhões de euros).

 

O mercado europeu fica com 38,9 por cento da cortiça transformada em Portugal (271,5 milhões de euros em 2010), seguindo-se a América (34,4 por cento, 240,2 milhões de euros), Europa de Leste (17,3 por cento, 121 milhões de euros) e Ásia (4,3 por cento).

 

A Espanha importa 10,4 por cento da cortiça transformada em Portugal (78,5 milhões de euros em 2010), sendo o país que mais contribui para o volume de importações de cortiça (77,9 por cento das 48,2 mil toneladas adquiridas para serem transformadas pela indústria nacional).

 

As importações de cortiça destinada à transformação foram, em 2010, da ordem dos 91,6 milhões de euros (48,2 mil toneladas).

 

As rolhas de cortiça naturais são as que mais pesam nas exportações totais, representando 44,5 por cento do valor exportado em 2010, seguindo-se as rolhas de cortiça aglomeradas (25,7 por cento) e os restantes aglomerados (20,5 por cento).

 

O montado de sobro ocupa 2,2 milhões de hectares a nível mundial, sendo Portugal o país com maior área desta cultura (736,7 mil hectares, ou seja 32 por cento da área mundial), seguindo-se a Espanha (506 mil hectares, 22,2 por cento).

 

O montado de sobro, cultura tipicamente mediterrânica, surge ainda em países como a Argélia (414 mil hectares, 18,2 por cento), Marrocos (345 mil hectares, 15,2 por cento) e, em partes iguais (4 por cento cada), França, Tunísia e Itália.

 

Setenta e dois por cento do montado de sobro nacional encontra-se no Alentejo, seguindo-se a Região de Lisboa e Vale do Tejo (21 por cento).

 

O setor conta com cerca de 700 empresas que produzem 40 milhões de rolhas/dia e empregam 10.000 pessoas.
 

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Lusitano89

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Re: Exportações e Importações Portuguesas
« Responder #51 em: Junho 09, 2011, 11:42:30 am »
Exportações cresceram 16% até abril, diz INE


As exportações portuguesas (saídas de bens) registaram um aumento de 16,2% no trimestre móvel até abril, enquanto as entradas aumentaram 8,8%, determinando um desagravamento do défice da balança comercial em 248,3 milhões de euros, revelou o Instituto Nacional de Estatística (INE) esta quinta-feira. Com base nos números do INE, o défice comercial caiu pouco mais de 5%, situando-se nos 4 482 milhões de euros, dos quais 3,18 mil M€ representam o desequilíbrio resultante das trocas intra-UE.

A taxa de cobertura (das importações pelas exportações) foi de 70,0%, o que corresponde a uma melhoria de 4,4 p.p. face à taxa registada no período homólogo do ano anterior, nota o organismo.

Os dados do comércio internacional do 1º trimestre de 2011, «revelam que a instabilidade que se tem sentido nos países do Norte de África parece estar a afectar a importação de bens daquela zona geográfica, nomeadamente a importação de Combustíveis minerais da Líbia».

No entanto, não se evidenciam ainda reflexos na exportação de bens para os países do Norte de África.

Lusa
 

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Lusitano89

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Re: Exportações e Importações Portuguesas
« Responder #52 em: Junho 14, 2011, 12:20:59 pm »
Portugueses batem franceses na balança comercial pela primeira vez


Em 2010, e pela primeira vez na história entre os dois países, as exportações portuguesas para França foram superiores à importação de produtos franceses por Portugal. No ano passado, a balança comercial entre os dois países pendeu para Portugal, cujas exportações para o mercado francês totalizaram 4.209 milhões de euros, contra os 4.185 milhões de produtos originários de França, segundo dados da Câmara de Comércio e Indústria Luso-Francesa (CCILF).

Segundo o presidente da CCILF, Bernard Chantrelle, este diferencial de 24 milhões explica-se com «a progressão das exportações portuguesas» tanto para França – onde cresceram 15,1% em 2010 –, como para outros países. E pelo "efeito Airbus", que também justifica a queda de 3,9% nas exportações francesas para Portugal.

«Há uma explicação conjuntural, já que, em 2010, não houve exportação de aviões para a TAP. É normal haver venda de Airbus em cada ano à TAP. Tirando o "efeito Airbus", as exportações francesas para Portugal aumentaram 4,4%. Mesmo assim, houve uma progressão maior de Portugal do que da França», detalha.

Em 2010, a França manteve-se como terceiro parceiro comercial de Portugal – enquanto cliente e como fornecedor. Já Portugal, é o 18.º cliente das exportações francesas e o 21.º fornecedor daquele mercado.

«É importante Portugal manter o marketing forte sobre as potencialidades do país. Ainda há sectores com futuro e é bom dizê-lo, ao nível da comunicação do Estado», sugere o presidente da CCILF, que aponta os sectores das renováveis, turismo e ambiente como tendo potencialidades para captar investimento francês neste contexto de crise.

Neste âmbito, destaca também a importância da edição deste ano dos Troféus Luso-Franceses – que a CCILF volta a organizar, em parceria com o SOL –, que visam incentivar as trocas comerciais bilaterais, distinguindo empresas de sucesso em cinco categorias (exportação portuguesa, exportação francesa, investimento, PME e desenvolvimento sustentável).

«Os troféus representam uma oportunidade no âmbito do plano da troika. A exportação é um dos eixos prioritários para tirar Portugal da crise. Através dos troféus, as empresas vão ter visibilidade», afirma.

SOL
 

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miguelbud

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Re: Exportações e Importações Portuguesas
« Responder #53 em: Junho 27, 2011, 10:18:03 pm »
Morreu Salvador Caetano

Empresário sofria de doença prolongada

 
O empresário Salvador Caetano faleceu esta segunda-feira, perto das 13h, informou fonte do grupo à TVI. O empresário sofria de doença prolongada e estava internado no Hospital Pedro Hispano, em Matosinhos.

Fundador do grupo com o mesmo nome, era representante da marca Toyota e da BMW em Portugal.

Natural de Vila Nova de Gaia, onde aliás instalou o primeiro pólo industrial do grupo, Salvador Caetano faleceu hoje aos 85 anos de idade.

Salvador Caetano tinha 85 anos e natural de Vila Nova de Gaia, onde aliás instalou o primeiro pólo industrial do grupo que fundou.

Originário de uma família numerosa, foi obrigado a trabalhar cedo e, segundo informação disponível no Wikipédia, começou, por intermédio do pai, como pintor de carroçarias. Mais tarde, especializou-se na reparação de autocarros na empresa Gondomarense.

Em 1946, depois da II Guerra Mundial, estabelece-se na indústria das carroçarias com pequena firma que se tornou no embrião da Toyota Caetano Portugal, S.A.

Salvador Caetano fica à frente do grupo, e em 1961 fornece 12 autocarros aos STCP, a que se seguem outras importantes encomendas: em 1967, consegue o primeiro contrato de exportação de autocarros para Inglaterra e em 68 torna-se representante exclusivo da Toyota em Portugal.

Criou várias unidades industriais pelo país, mantendo sede em Vila Nova de Gaia. Na década de 80 torna-se também importador da marca BMW, e cria a Baviera.

Em 1996, ao comemorar os 50 anos de actividade, Salvador Caetano tinha criado ou adquirido 50 empresas.

http://www.agenciafinanceira.iol.pt/ger ... -5238.html

Portugal precisa de mais empresarios/ empreendedores como este.
 

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Lusitano89

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Re: Exportações e Importações Portuguesas
« Responder #54 em: Julho 11, 2011, 06:50:40 pm »
Exportações sobem 16,4% entre Março e Maio

 
O défice da balança comercial de Portugal melhorou em 9,4 milhões de euros entre Março e Maio, mostra um relatório do INE.

As exportações portuguesas cresceram 16,4% para 10,87 mil milhões de euros entre Março e Maio, face a igual período de 2010. Para este comportamento contribuíram sobretudo as categorias de Fornecimentos Industriais e de Material de Transportes e Acessórios.

No mesmo sentido, as importações avançaram 10,8% para 14,19 mil milhões de euros, em grande parte devido aos contributos da categoria dos Combustíveis e Lubrificantes, que registou uma subida de 41,6% para 2,8 mil milhões de euros.

Contas feitas, o défice comercial português registou um desagravamento de 9,4 milhões de euros para 4,84 mil milhões de euros no trimestre terminado em Maio, segundo os dados revelados hoje pelo INE relativos ao comércio global de Portugal.

A subida das exportações (16,8%) foi ligeiramente mais acentuada nas trocas comerciais de Portugal com os restantes países da União Europeia, tendo atingido 8,17 mil milhões de euros.

No que se refere às entradas de bens de países intra-comunitários, o aumento foi de 4,9%.

Quanto ao comércio de Portugal com os países fora da União Europeia, as exportações cresceram 15,3% para 2,7 mil milhões de euros, enquanto as importações subiram 29,1%, totalizando 4,45 mil milhões de euros.

O INE revela ainda que as exportações nacionais cresceram 21,1% em Maio, face ao mesmo período do ano passado, o melhor desempenho desde Fevereiro, quando as saídas de bens avançaram 21,9%. Em relação a Abril, as exportações progrediram 7,8% em Maio.

No que toca às importações, estas subiram 14,2% em Maio, em termos homólogos. Já em relação ao mês anterior, as entradas de bens subiram 8,1%.

Diário Económico
 

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Malagueta

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Re: Exportações e Importações Portuguesas
« Responder #55 em: Julho 14, 2011, 02:29:21 pm »
"As exportações de cervejas continuam a crescer e têm ajudado a contornar a diminuição de consumo no mercado interno.

Quem o diz é Pires de Lima, o recém-nomeado presidente da Associação Portuguesa dos Produtores de Cerveja (APCV) em representação da Unicer.

De acordo com Pires de Lima, em 2010 as marcas portuguesas de cerveja exportaram 248 milhões de litros, sendo este o grande factor de crescimento do sector, a par de ser um contributo altamente positivo para a balança comercial". Em 2009 o volume de exportações situou-se em 173 milhões de litros. Os principais destinos das vendas externas de cerveja são Angola, França, Suíça e Luxemburgo.

Perante a possibilidade de o mercado interno registar nova queda no corrente ano, na ordem dos 5%, o presidente da APCV afirma que aposta novamente no crescimento das exportações para ajudar à sobrevivência do sector"
 

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Malagueta

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Re: Exportações e Importações Portuguesas
« Responder #56 em: Agosto 08, 2011, 11:35:48 am »

"Consumo de produtos nacionais aumenta 7 por cento
 
Um ex-ministro da Economia disse, um dia, que bastaria que cada português consumisse mais 10 euros por mês de produtos nacionais para resolver o défice. Se isto for verdade, Portugal poderá estar a caminhar para o equilíbrio, graças a iniciativas como a “Compro o que é Nosso”, da Associação Empresarial de Portugal (AEP), que segundo os últimos dados conseguiu um aumento de cerca de sete por cento no consumo de produtos nacionais.

Segundo um estudo de mercado realizado em junho pela AEP, junto de 1.000 produtores nacionais, a logomarca “Compro o que é Nosso” tem tido um efeito positivo nas vendas de produtos e serviços, desde o seu lançamento em 2006. Nem todos os produtores conseguiram quantificar o impacto da campanha nas vendas, mas 21 por cento dos inquiridos indicam que, em média, terá havido um aumento na ordem dos 7 por cento.
 
Também em junho deste ano, o programa deu um novo passo em frente, ao assinar um protocolo com distribuidores nacionais, no sentido de sensibilizar cada vez mais a grande distribuição para “privilegiar a compra de produtos [portugueses] que geram valor acrescentado", disse na altura o vice-presidente da AEP, Paulo Nunes de Almeida, à agência Lusa.

Em apenas cinco anos, a iniciativa “COMPRO o que é nosso” conseguiu reunir 765 empresas que representam 2.500 marcas e um volume de negócios agregado que ultrapassa os 14 mil milhões de euros.

E os números continuam a aumentar: só em junho de 2011 houve um acréscimo de adesão de 80 por cento comparativamente ao mesmo período do ano anterior. De acordo com informação da AEP, o setor da alimentação continua a liderar o número de aderentes com 33 por cento do total.

Para incentivar as empresas do sector agro-alimentar a aderirem a este projeto têm sido organizados, anualmente, concursos que atribuem apoios financeiros às empresas aderentes. No último concurso, cujas candidaturas terminaram em junho, foi atribuído um apoio global de cem mil euros, um valor que será pago até 31 de agosto.

Para aderir a esta campanha - lançada em 2006 e relançada em 2008 com o slogan “Portugal, A minha Primeira Escolha” - é necessário cumprir vários objetivos, como por exemplo não ter dívidas ao Fisco nem à Segurança Social, e ter uma marca própria registada em Portugal"



"Ramirez aumenta exportações e quer nova fábrica
 
Para fazer face às encomendas do estrangeiro, a conserveira Ramirez quer avançar com uma nova fábrica robotizada, num investimento de 16 milhões de euros, avança o jornal Expresso deste sábado. O objetivo é duplicar a capacidade atual.

A procura externa das latas de conservas Ramirez não pára de crescer. Segundo o Expresso, estes aumentos estão a obrigar a conserveira a aumentar a capacidade e a avançar rapidamente com a sua nova fábrica, em Matosinhos, para evitar a recusa de encomendas.

A nova fábrica implica um investimento de 16 milhões de euros e está pronta para avançar – com terreno e projeto concluído – estando a empresa apenas à espera da aprovação da classificação PIN (Projetos de Interesse Nacional) para facilitar os processos de aprovações.

Para avançar com a nova unidade, falta também a garantia do financiamento que está, em parte, dependente dos juros da banca. O presidente da Ramirez, Manuel Ramirez, garantiu ao Expresso que não aceitará “taxas exorbitantes” que comprometam a viabilidade do projeto. Cinquenta por cento do financiamento será assegurado pelo fundo comunitário Promare.

Caso surja algum entrave à construção da nova fábrica, a Ramirez poderá ampliar e modernizar as atuais instalações, mas a empresa alerta que o défice de espaço seria sempre um fator de estrangulamento e dificilmente cumpriria o objetivo de duplicar a produção.

A produção da Ramirez tem beneficiado, em parte, da turbulência que se vive em Marrocos. De acordo com o Expresso, a conserveira nota um aumento sobretudo da Alemanha e de Angola, que anteriormente previligiavam o mercado marroquino.

O resultado é um recorde absoluto de exportações que comprensam a descida, em cerca de 10%, das vendas no mercado interno. Neste momento, o mercado externo representa um peso de 60% na faturação da Ramirez. A empresa sublinha, no entanto, que não descura a distribuição nacional da marca."
 

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Lusitano89

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Re: Exportações e Importações Portuguesas
« Responder #57 em: Agosto 08, 2011, 05:48:40 pm »
Exportações excedem expectativas


As exportações portuguesas cresceram 8,5% entre Janeiro e Abril, impulsionadas essencialmente pelos países emergentes, segundo dados compilados pelo Gabinete de Estudos do Ministério da Economia. Se mantiverem o ritmo actual, as vendas para o exterior ficarão mesmo acima das previsões de crescimento do Governo (6,7%), do Banco de Portugal (7,7%) e da troika (6,2%).

A Argélia foi o país que mais aumentou as suas importações de Portugal, que quase duplicaram (subiram 93,7%).

Também o México (41,9%), a China (41,2%), o Brasil (39,9%) e Marrocos (33,4%) trouxeram grandes aumentos às exportações de bens portugueses.

A Finlândia foi a carta fora do baralho neste lote de países emergentes, tendo as exportações para o país nórdico subido 76,2%, o segundo maior aumento.

Entretanto, no que toca ao quadro geral das vendas para o exterior, a ordem é neste momento a seguinte: a Espanha lidera (com 25,8% do total), seguida da Alemanha (13,8%), França (12,8%), Reino Unido (5%) e Angola (4,7%). Estes cinco mercados representam no conjunto mais de 60% das exportações portuguesas.

Lusa
 

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nelson38899

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Re: Exportações e Importações Portuguesas
« Responder #58 em: Agosto 08, 2011, 08:59:59 pm »
Tenho pena que estas noticias não sejam mais completas, tipo exportamos o quê?

- matérias primas, simples sapatos ou simples tecido sem nada de mais

ou bens de valor acrescentado como.

-software
-maquinas e bens industriais
- novos produtos desenvolvidos cá

Porque se for dos primeiros que falei, estas exportações não vão ter muito futuro, se for do segundo já fico contente, porque isto mostra que viemos para ficar.
"Que todo o mundo seja «Portugal», isto é, que no mundo toda a gente se comporte como têm comportado os portugueses na história"
Agostinho da Silva
 

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Malagueta

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Re: Exportações e Importações Portuguesas
« Responder #59 em: Agosto 09, 2011, 09:50:09 am »
Boas,

Estas noticias são retiridas do site do INE, sendo esta um indice mensal ( para referencia ) que agrupa
3 Grandes Grupos:

Designação dos Grandes Agrupamentos Industriais         
CT - Bens de consumo          
INT - Bens intermédios         
INV - Bens de investimento         


No mesmo site com livre acesso a qualquer cidadão tens estatisticas mais especificas que vou colocar aqui:

Código: [Seleccione]
6.10 - Comércio intracomunitário - Expedição de bens (FOB) por grupos de produtos

 Valores Mensais   (10³ EUR)   Variação
Mai. Abr. Mar. Fev. Jan. Dez. Nov. Homóloga  (a)
11 (a) 11 (a) 11 (a) 11 (a) 11 (a) 10 (a) 10 (a) Mai. (%)

TOTAL GERAL 2 768 617 2 532 359 2 875 153 2 527 947 2 419 708 2 292 934 2 544 763 20.5

 1. Agrícolas 145 391 134 304 144 251 119 925 125 866 144 384 145 708 16.6
 2. Alimentares 116 991 97 693 104 659 92 667 86 107 99 808 124 557 7.5
 3. Combustíveis minerais 97 845 93 656 125 623 64 414 87 779 69 888 77 025 23.1
 4. Químicos 149 875 155 292 167 902 144 898 138 735 106 529 126 886 31.9
 5. Plásticos, borracha 222 157 190 213 223 448 190 590 173 942 143 963 192 028 20.7
 6. Peles, couros 9 755 8 506 8 846 7 832 7 634 8 837 7 319 36.9
 7. Madeira, cortiça 83 963 84 732 88 344 80 277 76 624 63 470 81 955 10.7
 8. Pastas celulósicas, papel 165 831 155 391 169 455 116 486 120 808 140 536 128 961 24.0
 9. Matérias textêis 113 545 114 811 119 895 98 579 91 061 91 330 111 640 14.4
10. Vestuário 171 665 163 200 184 119 190 315 189 433 189 354 188 057 13.8
11. Calçado 103 260 83 447 119 621 132 886 121 807 90 515 98 007 28.1
12. Minerais e suas obras 137 841 136 779 152 999 135 500 94 966 160 087 132 637 8.7
13. Metais comuns 222 370 218 956 240 708 212 471 200 097 166 969 199 136 13.0
14. Máquinas, aparelhos 369 614 332 903 380 110 340 270 330 620 295 873 359 811 15.1
15. Veículos e outro material de transporte 463 701 382 529 454 295 427 208 406 653 373 373 370 685 42.3
16. Aparelhos de óptica e precisão 26 492 24 868 25 771 24 200 24 915 20 520 24 326 10.4
17. Outros produtos 168 321 155 080 165 107 149 429 142 661 127 497 176 023 16.5

(a) Os dados de Novembro a Dezembro de 2010 e Janeiro a Maio de 2011,  incluem estimativas de não respostas e das transacções abaixo dos limiares de
     assimilação para os países da União Europeia.
 

 

Artigos/Historia de Empresas/industrias Portuguesas

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