Exportações e Importações Portuguesas

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Re: Exportações e Importações Portuguesas
« Responder #30 em: Maio 08, 2010, 04:10:18 pm »
Portugal acelera exportações


Entre Janeiro e Março as exportações subiram 14,6%, enquanto as importações aumentaram apenas 7,6%

O défice da balança comercial portuguesa baixou 168,3 milhões de euros no primeiro trimestre deste ano, devido ao aumento de 14,6% das exportações, enquanto as importações cresceram apenas 7,6%.

As vendas extracomunitárias, de acordo com as estimativas divulgadas ontem pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), subiram 38% no mês de Março, comparativamente a um ano antes, enquanto as importações aumentaram 25,5%. Já em relação ao mês anterior, houve acréscimos de 32,1% nas exportações - devido principalmente a combustíveis e lubrificantes, bem como às máquinas e equipamentos eléctricos - e de 9,8% nas importações.

No que se refere ao comércio intracomunitário, registou-se em Março uma subida homóloga de 19,9% nas exportações, com as importações a cresceram 7,9%. Comparativamente a Fevereiro, verificaram-se acréscimos de 16,5% e 18,1%, respectivamente.

No acumulado dos três primeiros meses do ano, o aumento das vendas para países extracomunitários ficou-se pelos 18%, com as entradas a registarem uma subida de 32,5%, o que o INE explica pelo encerramento extraordinário da refinaria de Sines em Janeiro/Fevereiro de 2009. Retirando os combustíveis e lubrificantes, as exportações aumentaram 4% e as importações 21,3%, com o saldo da balança comercial a atingir um défice de 54,3 milhões de euros.

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Re: Exportações e Importações Portuguesas
« Responder #31 em: Junho 26, 2010, 03:40:25 pm »
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Azeite: Gallo vendeu 30 milhões de litros em 2009, dois terços dos quais fora de Portugal

Lisboa, 26 jun (Lusa) - A marca Gallo vendeu cerca de 30 milhões de litros de azeite em 2009, dois terços dos quais fora de Portugal, e quer prosseguir a internacionalização, procurando novos mercados no norte da Europa e sudeste asiático.

De acordo com o diretor geral da Gallo Wordlwide, as vendas "têm vindo a aumentar sustentadamente nos últimos anos, sobretudo a nível internacional".

A marca está presente em mais de 33 países e avança agora para a procura de novos mercados, no norte da Europa e no sudeste asiático, afirmou Pedro Cruz à Agência Lusa.
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Re: Exportações e Importações Portuguesas
« Responder #32 em: Julho 09, 2010, 12:42:13 pm »
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Comércio: Exportações portuguesas crescem 18,4 por cento no período de março a maio
Lisboa, 09 jul (Lusa) - As exportações portuguesas cresceram 18,4 por cento de março a maio deste ano face ao mesmo período do ano passado, em especial nas categorias "Combustíveis e lubrificantes", "Fornecimentos industriais" e "Material de transporte e acessórios".
Lusa
12:04 Sexta feira, 9 de Julho de 2010  


Lisboa, 09 jul (Lusa) - As exportações portuguesas cresceram 18,4 por cento de março a maio deste ano face ao mesmo período do ano passado, em especial nas categorias "Combustíveis e lubrificantes", "Fornecimentos industriais" e "Material de transporte e acessórios".

Os números do comércio internacional relativos a maio deste ano foram divulgados hoje pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).

Apesar de a média do período registar um acréscimo de 18,4 por cento, as exportações têm vindo a decrescer desde março (quando se verificou um aumento de 24,2 por cento). Em abril a taxa de variação homóloga baixou para 15,8 por cento e em maio diminuiu para 15,1 por cento.
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Re: Exportações e Importações Portuguesas
« Responder #33 em: Julho 13, 2010, 08:32:13 pm »
Dois terços do peixe consumido em Portugal são importados


Dois terços do peixe consumido em Portugal são importados, com o défice da balança comercial a atingir cerca de 350 mil toneladas em 2009, no valor de 740 milhões de euros.

Os números foram hoje divulgados no lançamento da campanha "Pescado Controlado", que juntou seis associações ligadas ao sector das pescas, transformação e comercialização de peixe, numa iniciativa que pretende sensibilizar o consumidor para a sustentabilidade do pescado vendido em Portugal.

Segundo Pedro Silva, da Associação dos Armadores das Pescas Industriais (ADAPI), no ano passado, Portugal importou o equivalente a 1,3 mil milhões de euros de peixe e exportou apenas 560 milhões de euros.

Apesar de tudo as exportações têm aumentado, graças à desvalorização do euro.

"Temos melhores preços lá fora", admitiu Pedro Silva.

Isabel Tato, directora do departamento técnico e cientifico da Associação Nacional dos Industriais de Conservas, adiantou que das oito principais espécies capturadas no continente (sardinha, cavala/sarda, carapau, polvo, berbigão, peixe-espada preto, faneca e carapau negrão), que representam cerca de 80% do total dos desembarques, nenhuma apresenta sinais de captura excessiva e, por regra, as quotas não são esgotadas.

O presidente da ADAPI justificou que as quotas atribuídas nem sempre são esgotadas, quer devido à abundância de algumas espécies, quer porque Portugal não tem navios suficientes "porque a frota tem sido desmantelada".

O sector das pescas representa um efeito total no produto interno bruto (PIB) português superior a 2,5 mil milhões de euros e emprega mais de 90.000 pessoas, de acordo com as estatísticas divulgadas pela fileira do pescado.

Os portugueses estão entre os principais consumidores de peixe a nível mundial, com uma média anual de 57 quilos de peixe por pessoa, ficando apenas atrás do Japão e da Islândia.

Isabel Tato acrescentou que apesar do consumo de peixe ter crescido nos últimos anos, as capturas têm-se mantido estáveis, graças à produção em aquicultura.

Os dados da Organização das Nações Unidas para e Agricultura e Alimentação (FAO) indicam que nos últimos 20 anos o volume de capturas permaneceu estável, nos 90 milhões de toneladas/ano, apesar do consumo de pescado por pessoa ter aumentado 70% nos últimos 40 anos.

Lusa
 

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Re: Exportações e Importações Portuguesas
« Responder #34 em: Novembro 09, 2010, 11:45:51 pm »
Exportações continuam a crescer e importações desaceleram


No terceiro trimestre do ano, as exportações de bens aumentaram 14,6 por cento, enquanto as importações cresceram apenas quatro por cento, o que permitiu atenuar o défice de balança comercial em 645,7 milhões de euros.

De acordo com os dados do Instituto Nacional de Estatística (INE), as exportações aumentaram 14,6 por cento entre Julho e Setembro face a igual período do ano passado. Isto mostra que as exportações continuam em alta, tendo apenas desacelerado 0,3 pontos percentuais face ao período de Junho e Agosto.

Já as importações travaram a fundo, aumentando apenas quatro por cento, o que compara com o crescimento de 11,4 por cento no período de Junho a Agosto. Esta é a tendência prevista, aliás, pela maioria dos economias e organismos internacionais, já que as medidas de austeridade lançadas para conter o défice tenderão a ferir o consumo privado, o que leva a uma diminuição das importações.

Portugal conseguiu reduzir as importações ao nível do comércio intracomunitário, enquanto a entrada de bens proveniente de países terceiros se manteve alta, crescendo 22,8 por cento, devido ao peso das importações de combustíveis e lubrificantes. Ainda assim, as importações do comércio extracomunitário foram menores do que no trimestre terminado em Agosto, onde cresceram 31 por cento.

Este balanço entre as exportações e as importações fez o défice da balança comercial reduzir-se em 645,7 milhões de euros, tendo atingido os 4.372,8 milhões de euros no final de Setembro.

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Re: Exportações e Importações Portuguesas
« Responder #35 em: Novembro 10, 2010, 09:22:52 pm »
Agora só falta saber se essas percentagens são verdadeiras ou se fazem parte de outras tantas aldrabices deste governo mentiroso.
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Re: Exportações e Importações Portuguesas
« Responder #36 em: Dezembro 08, 2010, 08:26:15 pm »
Exportações de calçado português disparam


Entre Janeiro e Setembro deste ano, a indústria portuguesa exportou calçado no valor de 989 milhões de euros, que representam um crescimento acumulado de 1,4%.

Segundo dados da Associação Portuguesa dos Industriais de Calçado, Componentes, Artigos de Pele e seus Sucedâneos (APICCAPS), as machadadas no sector que representaram as situações na Rodhe (o encerramento da empresa em Portugal traduziu-se numa quebra de 4% nas exportações para a Alemanha, onde a marca estava sedeada) e na Aerosoles foram superadas pelas empresas do sector.

Só no mês de Setembro, o crescimento das exportações é de 17,6%, contra um recuo de 0,5% no produto comprado ao estrangeiro. Feitas as contas, o sector do calçado tem um saldo positivo de 628 milhões de euros nos primeiros nove meses do ano, tidas em conta exportações e importações.

O Boletim de Conjuntura da APICCAPS editado pelo Centro de estudos de Gestão e Economia Aplicada da Universidade Católica do Porto adianta que «entre os inquiridos para efeito da preparação do boletim, os que consideram que o estado dos negócios é bom superam os que pensam que é mau em 24 pontos percentuais, o saldo mais elevado de sempre».

França, Holanda, Espanha, Reino Unido, Bélgica e Itália são os destinatários onde o crescimento foi maior. Rússia, Estados Unidos, Canadá e Japão foram os maiores interessados fora da zona-euro.

«Para muitas empresas, as principais dificuldades prendem-se agora com o acesso a factores de produção, nomeadamente com o preço das matérias-primas e com a escassez de mão-de-obra qualificada. Isto porque, pelo terceiro trimestre consecutivo, as empresas que estão a contratar pessoal são mais numerosas do que as que o estão a dispensar», refere o estudo.

Em perspectiva está um último trimestre em que a carteira de encomendas deverá manter-se forte e a produção não deverá diminuir.

SOL
 

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Re: Exportações e Importações Portuguesas
« Responder #37 em: Dezembro 16, 2010, 08:59:57 pm »
Exportações para fora da UE já representam 25% do total


Os países fora da União Europeia já representaram, entre Janeiro e Outubro deste ano, 25 por cento das exportações das empresas portuguesas, num total de mais de 30 mil milhões de euros, de acordo com dados da AICEP.

Até Outubro, as empresas portuguesas exportaram mais de 30,3 mil milhões de euros, um aumento de 15 por cento face aos 26,3 mil milhões de euros registados no mesmo período de 2009.

Em sentido inverso, as importações aumentaram 10 por cento para 46,6 mil milhões de euros.

Do total de exportações, 7,6 mil milhões de euros foram para países fora da União Europeia, o que representa 25 por cento do total de exportações e um aumento de 17,4 por cento em relação aos 6,5 mil milhões de euros registados em 2009.

As importações de países terceiros também aumentaram, neste caso 27,9 por cento para 11,7 mil milhões de euros.

Ainda assim, os países comunitários continuam a ser os principais parceiros comerciais das empresas portuguesas.

Nos primeiros dez meses deste ano, as exportações para a UE atingiram 22,7 mil milhões de euros, num aumento de 14,3 por cento face aos 19,9 mil milhões de euros registados em 2009.

Para o presidente do AICEP-Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal, as empresas portuguesas estão «a ter grande influência em mercados onde não tinham grande presença», como é o caso do México, uma estratégia que a agência quer incentivar no próximo ano.

«Actualmente cerca de 25 por cento das nossas exportações são para fora UE e queremos seguir essa linha. Em 2011, vamos avançar com missões de empresários e estudos do mercado para Egipto, para Guiné Equatorial e para a Colômbia, três mercados onde nunca estivemos», afirmou recentemente Basílio Horta à agência Lusa.

Lusa
 

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Re: Exportações e Importações Portuguesas
« Responder #38 em: Dezembro 22, 2010, 07:36:48 pm »
Exportações hortícolas atingem 776 Milhões de €€€ em 2010


A exportações de produtos hortícolas, frutas e flores corresponderam este ano a quase 800 milhões de euros, apesar da maior área de estufas do país ter sido destruída há um ano pelo vento, disse hoje o ministro da Agricultura.

"Esta área dos hortícolas, frutícolas e flores representa no país em exportações 776 milhões de euros, o que é mais do que o nosso sector do vinho, incluindo o vinho do Porto", disse António Serrano.

O governante falava durante a visita a várias explorações agrícolas no concelho de Torres Vedras, região com a maior área de estufas de hortícolas do país, que há um ano ficaram parcial ou totalmente destruídas com o mau tempo de 23 de Dezembro.

Hoje o ministro da Agricultura elogiou a capacidade reconstrutiva dos produtores.

"Houve uma capacidade de reconstrução enorme nesta região com mais de 90% das explorações reconstruídas", com casos de produtores que conseguiram realizar "mais do que um ciclo de produção" e que "aproveitaram para fazer melhor do que antes", aumentando a área de produção e inovando na tecnologia adoptada.

Defendendo que há capacidade para "fazer mais", António Serrano disse que é preciso "trazer as universidades" para junto dos produtores, apostando na investigação e na inovação das práticas e, em consequência, numa maior competitividade do sector.

Lusa
 

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Re: Exportações e Importações Portuguesas
« Responder #39 em: Dezembro 25, 2010, 02:44:33 pm »
Motociclos portugueses chegam ao Brasil e Japão

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A empresa AJP Motos, única fabricante de motociclos em Portugal, começou a comercializar a sua produção no Brasil e no princípio de 2011 prepara-se para fazer o mesmo no Japão, disse à Lusa o diretor da empresa

A marca está representada em 18 países, com a França a absorver 30 por cento da produção da empresa e a Espanha 15 por cento, mas para António Pinto, diretor da AJP, o Brasil tem potencial para se tornar o principal mercado externo das motos portuguesas.

«O primeiro contentor de motos que enviámos para lá foi vendido quase numa semana», revelou o empresário.

Por isso, «pela reação das pessoas e da própria imprensa especializada, acredito que daqui a pouco tempo o Brasil pode vir a ser o nosso principal mercado de exportação», acrescentou....  

O resto da noticia em: http://sol.sapo.pt/inicio/Economia/Interior.aspx?content_id=7718
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Re: Exportações e Importações Portuguesas
« Responder #40 em: Janeiro 02, 2011, 07:26:18 pm »
Portugueses constroem sarcófago gigante em Chernobyl

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O grupo ISQ - Instituto Soldadura e Qualidade é o líder do consórcio que irá garantir a qualidade do novo arco de contenção - sarcófago - que será construído sobre o reactor número quatro de Chernobyl, que explodiu em Abril de 1986. O projecto deverá estar concluído em 2015, segundo a informação do governo ucraniano, e renderá cerca de 10 milhões de euros ao grupo português.

http://sol.sapo.pt/inicio/Economia/Interior.aspx?content_id=8095
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Re: Exportações e Importações Portuguesas
« Responder #41 em: Fevereiro 08, 2011, 08:36:05 pm »
Exportações das frutas e legumes superam as do vinho


As exportações do sector hortofrutícola rondam os 770 milhões de euros por ano, um valor superior ao do vinho, disse à Lusa o presidente da associação para a promoção internacional das frutas, legumes e flores, Portugal Fresh.

«O nosso volume de negócios atinge os 2.300 milhões de euros e exportamos 770 milhões de euros. Isto é superior ao que o sector do vinho exporta, mas como não estamos perante um produto que se diferencia em termos de marcas torna-se mais difícil passar esta mensagem», afirmou Manuel Évora, considerando que o sector tem sido pouco valorizado.

«Fala-se de alta tecnologia, de Magalhães, de energias renováveis e de produção de automóveis, mas gostava de pôr na ordem do dia o orgulho de se falar do agro-alimentar e especificamente das frutas e legumes, um sector que se diferencia em termos de sabor e atracção para os sentidos», sublinhou este responsável.

O principal destino das exportações do sector horto-frutícola continua a ser a Europa, mas a crise tem afectado os mercados europeus e reflecte-se a nível do retorno financeiro para as empresas portuguesas.

Por isso, «mais do que nunca, é preciso ir à procura de mercados com economias emergentes, com economias em crescimento e que nos possam valorizar como o mercado asiático e o da América Latina», frisou Manuel Évora.

O Brasil, para onde já são exportadas pêra-rocha, ameixas, nectarinas e pêssegos, é um mercado óbvio devido à «proximidade da língua e ao histórico das trocas comerciais», mas há outras oportunidades a surgir como a Costa Rica, Colômbia ou Venezuela, países «que estão hoje receptores de bons produtos que se produzem na Europa».

O presidente da Portugal Fresh salientou também o potencial do Médio Oriente que, graças à capacidade de compra resultante do petróleo, tem proporcionado bons negócios a países que concorrem com Portugal

«A Argentina e o Chile produzem quase os mesmos produtos que nós, mas em épocas completamente distintas. Estes países sempre olharam para a Europa em termos de exportação e hoje exportam para países como a Índia, China ou Tailândia. Temos de ter o mesmo engenho, a mesma arte e a mesma sabedoria de transportar os produtos a longas distâncias», apelou Manuel Évora.

De acordo com o empresário, os produtores sul-americanos «detêm uma tecnologia pós-colheita absolutamente apurada» para que os produtos cheguem ao seu destino final em perfeitas condições de conservação, algo em que Portugal deve investir para explorar também mercados longínquos.

«Temos muito bons técnicos e temos de insistir neste saber científico», destacou.

Lusa
 

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Re: Exportações e Importações Portuguesas
« Responder #42 em: Fevereiro 19, 2011, 04:10:24 pm »
Portugal quer Venezuela no top 10 de destinos das exportações


Portugal quer que a Venezuela passe rapidamente a estar no top 10 dos clientes das exportações portuguesas para o mercado mundial.
«Começámos este processo em 2005, com um valor de exportações de Portugal para a Venezuela em cerca de 17 milhões. No ano passado, encerrámos com cerca de 170 milhões e em cinco anos multiplicámos por 10. Espero que em 2011 possamos duplicar esse valor e, que, dentro de poucos anos, com esta evolução e aprofundamento [das relações comerciais] a Venezuela esteja no top em termos de exportações portuguesas», defendeu em Caracas o secretário de Estado do Comércio.

Fernando Serrasqueiro falava à agência Lusa à margem da 5.ª reunião da Comissão Mista de Acompanhamento Bilateral que decorre no Hotel Alba Caracas, com várias mesas de trabalho e negociações em diversas áreas, entre ela energia, alimentar, construção de habitações sociais, saúde e informática.

«É bom para a economia portuguesa, é bom para a economia venezuelana e sobretudo é bom para os portugueses que aqui vivem mantermos este relacionamento intenso».

Questionado sobre as preocupações manifestadas anteriormente por alguns empresários sobre atrasos nos pagamentos, frisou que «é mais um problema de natureza ou administrativa ou burocrática, em que é preciso resolver pequenos problemas».

O governante explicou que, por vezes, no sector da energia, é preciso fazer pagamentos através dos medicamentos ou dos ministérios da Saúde e da Alimentação, uma «movimentação que têm vindo a melhorar e a afinar para que alguns atrasos não se coloquem».

Lusa
 

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« Responder #43 em: Abril 06, 2011, 12:05:25 pm »
Sector metalúrgico é o maior exportador nacional

 
O sector metalúrgico e metalomecânico é, «de longe», o maior exportador nacional, responsável por vendas ao exterior de 11,4 mil milhões de euros, «entre um terço e um quarto» do total nacional, revela um estudo a apresentar hoje.

Elaborado pelo economista Augusto Mateus a pedido da Associação dos Industriais Metalúrgicos, Metalomecânicos e Afins de Portugal (AIMMAP), o trabalho visa «contribuir para uma maior compreensão e percepção do sector junto da opinião pública, comunicação social e administração pública», adiantou o vice-presidente da associação, Rafael Campos Pereira.

A cargo do economista e ex-ministro da Economia Augusto Mateus, a apresentação do trabalho decorrerá no Museu da Electricidade, em Lisboa, e contará ainda com a presença presidente da AIMMAP, Aníbal Campos, que preside também à Silampos.

Conforme explicou Rafael Campos Pereira, as «características» do sector metalúrgico e metalomecânico - marcado pela heterogeneidade, porque abrange diversos subsectores, desde a louça metálica e cutelaria aos componentes para a indústria automóvel, passando por empresas como de estruturas como a Martifer e de embalagens como a Colep - «acabaram por penalizar a notoriedade que ele justifica».

Isto sobretudo quando o sector se destaca como o principal exportador português, responsável por 11,4 dos 37 mil milhões de euros das exportações totais nacionais em 2010, numa altura em que «as exportações são o que de mais importante há para ajudar a reduzir o défice da balança portuguesa».

De acordo com Rafael Campos Pereira, o sector metalúrgico e metalomecânico exporta mais de 40 por cento do seu volume de negócios de 25 mil milhões de euros, 10 vezes mais do que o calçado.

Aliás, disse, «o calçado, têxtil, vinho e cortiça, todos juntos, não chegam a metade» do que o sector exporta.

No total, as cerca de 15 a 20 mil empresas metalúrgicas e metalomecânicas em Portugal, grande parte das quais de micro e pequena dimensão, empregam cerca de 200 mil trabalhadores.

Segundo o vice-presidente da AIMMAP, a actual crise económica não se tem reflectido no sector, cuja perspectiva é de, «pelo menos, manter o mesmo nível de volume de negócios» este ano.

«Para já, como é um sector muito exportador, as empresas que estão a exportar estão com perspectivas razoavelmente optimistas, embora as que trabalham essencialmente para o mercado nacional estão a começar a ficar muito apreensivas com toda a confusão que aqui vai», afirmou.

Lusa
 

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Re: Exportações e Importações Portuguesas
« Responder #44 em: Abril 24, 2011, 06:25:32 pm »
Comércio externo cresce ao maior ritmo desde 1996

 
Com a recessão, a crise de dívida e o FMI, o único balão de oxigénio para a economia portuguesa está a vir das exportações.

As exportações nacionais cresceram nos dois primeiros meses do ano, por exemplo, 20% face a igual período de 2010. Mais: contando só com o mês de Fevereiro, as exportações cresceram 21,1% em termos homólogos, o maior ritmo desde 1996.

E bem acima das previsões do Governo no PEC IV, chumbado pelo Parlamento, que apontam para um crescimento das vendas ao exterior na ordem dos 7,3% para o conjunto de 2011. O ritmo dificilmente será mantido até final do ano, mas para já os números deixam margem para algum optimismo.

Sobretudo quando se tem em conta que no mesmo mês de Fevereiro as importações aumentaram "apenas" 8,1%, dando origem a um desagravamento do défice da balança comercial - entre Dezembro e Fevereiro, caiu 31 milhões de euros.

"Se mantivéssemos este ritmo já não entravamos em recessão", disse feira Basílio Horta, presidente da AICEP. "Se chegássemos ao fim do ano com um crescimento de 12%, seria possível um crescimento modesto mas que não fosse negativo", frisou, durante um encontro com empresários.

Com a austeridade imposta ao País, não restam grandes alternativas que não as exportações para revitalizar um pouco a economia. No Orçamento do Estado para 2011, aliás, já o comércio externo era a grande aposta do Governo para fazer a economia crescer este ano. Basílio Horta admite que será difícil manter o ritmo de crescimento revelado nos primeiros dois meses do ano, mas diz que o sector transaccionável tem que continuar a ser a aposta da economia.

E, de acordo com um estudo do Gabinete de Estudos e Estratégia do Ministério da Economia, da autoria da economista Elsa Sarmento, há ainda vários produtos onde Portugal revela já alguma vantagem comparativa, que pode tentar dinamizar. Produtos farmacêuticos; químicos orgânicos; e máquinas e materiais eléctricos; por exemplo, têm ainda muito para dar à economia.

Nesse sentido, aliás, o mesmo estudo identifica 43 tipos de produtos diferentes onde Portugal apresenta uma grande vantagem comparativa. Que é o mesmo que dizer: são 43 produtos que a economia teria supostamente mais facilidade para exportar, porque tem vantagem em termos de custos e afins, face a outros países. E vão desde os mais óbvios, como a cortiça e o calçado, aos mais incomuns, caso das armas e munições, por exemplo.

No entanto, desse total de 43, Portugal apenas é líder mundial em dois: cortiça e suas obras, e fibras sintéticas e artificiais. De acordo com os dados da quota de mercado da economia por tipo de produtos, avançados pela AICEP, nos restantes 41 ainda não se explorou devidamente a vantagem comparativa revelada que o país apresenta, para ganhar a liderança face ao resto do mundo.

Diário Económico
 

 

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