Exportações e Importações Portuguesas

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legionario

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« Responder #15 em: Março 16, 2009, 07:13:23 pm »
Esperemos que assim continue e que as nossas fabricas de sapatos nao se mudem para a China.
So fui ironico porque preferia que em vez de sapatos fosse algo na area das novas tecnologias ou coisa parecida. Os sapatos é muito importante claro ; nao quiz minimizar os nossos méritos industriais , nao se abespinhe André  ! :)
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André

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« Responder #16 em: Março 16, 2009, 07:35:14 pm »
:roll:  :roll:  :roll:

 

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Chicken_Bone

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« Responder #17 em: Março 16, 2009, 08:32:54 pm »
Ai legionario, viste o que fizeste? Até o André decidiu responder! Algo raríssimo. Já o imagino encrespado tal como um gato.  

As nossas fábricas de calçado têm primado pela qualidade e não quantidade, pelo que entre outros vários motivos, não faria sentido mandar para a China.
E, embora a maioria do Povo desconheça, há muita nova tecnologia na indústria do calçado. Se fores ao site da Associação Nacional do Calçado talvez fiques com uma ideia http://www.ctcp.pt/gapi/index.asp.

Se leres um bocado o tópico que o André colocou verás que temos muitas empresas de "novas tecnologias" que se têm expandido muitíssimo e com produtos únicos.
"Ask DNA"
 

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André

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« Responder #18 em: Março 16, 2009, 10:38:19 pm »
Deixe lá Chicken Bone, o Legionário já está habituado a essas irritações e picardias soft, fruto principalmente de conversas geo-estratégicas várias ...  :lol:  :lol:

 

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André

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« Responder #19 em: Março 17, 2009, 07:56:32 pm »
Japão é oportunidade única para exportadores lusos


O mercado japonês constitui uma oportunidade única para os exportadores portugueses, apesar da recessão que a economia do país está a atravessar, afirmou hoje no Porto o presidente da Câmara de Comércio e Indústria Luso-Japonesa (CCILJ).

"Temos uma oportunidade única de exportar para o Japão. É muito simples. O único constrangimento é ter rótulos em japonês, o que pode ser feito na Câmara do Comércio ou por um tradutor", afirmou António Paiva Morão, no seminário "Como exportar e como investir no Japão".

António Morão salientou que as exportações portuguesas para o Japão são diminutas, tendo totalizado 217 milhões de euros em 2008, o que é "três décimas de milésimas dos 755 biliões de euros que o Japão importa anualmente".

"São números astronómicos", frisou, acrescentando que o mercado japonês das tecnologias de informação representa um trilião de dólares, os negócios ligados ao ambiente 400 biliões de dólares e a biotecnologia 200 biliões de dólares.

O presidente da CCILJ realçou que 10% das importações japonesas são da área alimentar, pelo que as empresas portuguesas podem exportar produtos como vinho, azeite e sal.

O embaixador do Japão em Portugal, Akira Miwa, afirmou que a economia do seu país é uma das que mais tem sido atingida pela crise internacional, por estar muito dependente das exportações.

O Produto Interno Bruto do Japão caiu em 2008 cerca de 0,8%, recessão que se deverá acentuar em 2009 para menos 2,6%, de acordo com as previsões de 28 de Janeiro do Fundo Monetário Internacional.

Akira Miwa salientou que a previsão "um pouco optimista" do Governo japonês é de crescimento nulo em 2009, contando o Executivo de Tóquio com efeitos positivos das medidas que tem tomado para combater a recessão.

António Morão disse que o calçado, têxteis e alimentação têm sido sectores portugueses que exportam para o Japão, mas há oportunidades em muitas outras áreas, nomeadamente nas tecnologias de informação, ambiente e equipamentos industriais.

A balança comercial luso-japonesa é deficitária para Portugal, que em 2008 importou daquele país 776 milhões de euros, referiu o presidente da Câmara de Comércio.

Lusa

 

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comanche

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« Responder #20 em: Abril 06, 2009, 11:26:59 pm »
Para conservar uma tendência de crescimento, a indústria de calçado deve seguir a aposta na inovação.

Citar
“Para nos mantermos na 'crista da onda', conquistar novos desafios e alcançar os nossos competidores – que não estão parados -, temos necessariamente que inovar”, afirmou Leandro Melo em declarações à EDV Informação.

Sublinhando que o cluster tecnológico do calçado “tem ajudado a alterar substancialmente” o panorama da inovação do sector, o director-geral do CTCP frisou que “o percurso traçado deve continuar nesta dinâmica”.

Leandro Melo destacou que programas como o ShoeInov – destinado a desenvolver projectos de I&D e inovação, no âmbito do QREN (Quadro de Referência Estratégico Nacional) – são “fundamentais”.

O ShoeInov prevê a exploração de novos conceitos de actuação, designadamente nas áreas do luxo, ecologia e ambiente, arte e tradição, saúde, conforto e segurança.

Exportações a crescer

Globalmente, as exportações portuguesas de calçado cresceram 2,15 por cento em 2008, para 1.348 milhões de euros, aumentando pelo terceiro ano consecutivo.

De acordo com a Associação Portuguesa dos Industriais de Calçado (APICCAPS), desde 2005 as vendas para o exterior cresceram mais de 10 por cento, o que faz de Portugal um dos principais exportadores à escala mundial» nesta indústria.

“O sector está no bom caminho. A prova disso é que, apesar de 2008 ser um ano terrível para praticamente todas as actividades económicas, as exportações portuguesas cresceram. Esperamos que assim continue nos próximos anos”, concluiu Leandro Melo.


http://www.noticiasdeaveiro.pt/?c=noticiario&i=4238
 

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Chicken_Bone

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« Responder #21 em: Abril 13, 2009, 07:20:42 pm »
Espero que metam gajas boas, ao fazerem-no cá.

Media: Série portuguesa "T2 para 3" vendida a 10 países em menos de um ano

Citar
Lisboa, 13 Abr (Lusa) - A série portuguesa "T2 para 3" conseguiu em menos de um ano contratos de distribuição em dez países, alcançando um sucesso internacional único no panorama português, segundo a criadora de conteúdos BeActive, responsável pelo programa.

"T2 para 3" é uma série portuguesa produzida pela beActive em 2008, que retrata a vida de três estudantes universitários que dividem um apartamento, depois de deixarem a casa dos pais para vir para Lisboa estudar.

Exibida em três plataformas - televisão (RTP), Internet e telemóvel - a série ganhou no ano passado uma menção honrosa nos prémios "C21Media" e está nomeada este ano para os prémios "Rose D'Or", para os melhores programas de televisão a nível europeu, na categoria multiplataforma, disse à Lusa Nuno Bernardo, director-geral da beActive.

O formato do programa foi vendido no ano passado ao Reino Unido, à Irlanda, ao Brasil e à Grécia, para ser produzido nesses países.

Este ano, na última feira internacional de televisão (MIPTV), que decorreu até 03 de Abril em Cannes, foram assinados contratos que levarão a série até França, Espanha, Nova Zelândia, Sudeste Asiático e Estados Unidos.

Os contratos com estes países prevêem a venda do formato do programa, que posteriormente será produzido nos países de destino com actores locais.

A excepção foi Itália, o único país que também comprou o programa, mas na sua versão acabada. A primeira temporada foi transmitida na versão portuguesa, legendada em italiano.

A beActive destaca que a presença da série em 10 territórios internacionais no espaço de menos de 12 meses, ultrapassa o sucesso do "Diário de Sofia", o programa de televisão "made in Portugal" mais comercializado até à data.

"Os resultados internacionais do "T2 para 3" são uma surpresa, se pensarmos que estamos a conseguir em apenas um ano o que nos demorou cinco anos a conseguir com o Diário de Sofia", afirmou Nuno Bernardo.

A produção do "T2 para 3" contou com o apoio financeiro do Fundo de Investimento no Cinema e Audiovisual (FICA).


http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Interio ... id=1200354
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Chicken_Bone

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« Responder #22 em: Maio 06, 2009, 08:51:19 pm »
Portugal exporta já 650 milhões para Castela e Leão
Governo de região espanhola assina protocolo de cooperação com a AICEP

Citar
Portugal exporta já 650 milhões de euros para a região de Castela e Leão. Por outro lado, as importações somam 960 milhões de euros, representando 10% do total de exportações desta comunidade.

A garantia foi dada esta quarta-feira pelo Governo da Comunidade Autónoma de Castela e Leão, que esteve no nosso país, numa visita de dois dias, que culminou com um almoço de empresários realizado pela Câmara de Comércio e Indústria Luso-Espanhola (CCILE).

Perante uma audiência de empresários portugueses e espanhóis, o Presidente do Governo da Junta de Castela e Leão, Juan Vicente Herrera Campo, defendeu um tecido empresarial e industrial moderno, baseado no sector agro-pecuário e garantiu que há sectores económicos, como o industrial, o energético, o mineiro, o automóvel e o aeronáutico são um desafio. O responsável não esqueceu o turismo rural, que já tem um peso importante no Peso Interno Bruto (PIB) da comunidade.

No que concerne às relações da comunidade de Castela e Leão com Portugal, Juan Vicente Herrera Campo, defendeu a importância das infra-estruturas de ligação entre Norte de Portugal e Castela e Leão, e a importância dos portos de Leixões e Aveiro para o sector logístico da Comunidade.

Recorde-se que foi assinado esta quarta-feira um protocolo de cooperação entre o Governo de Castela e Leão na e a AICEP Portugal representada por Basílio Horta.

Este protocolo vem no sentido de «reforçar a cooperação em matéria do desenvolvimento económico, dinamização e internacionalização das empresas que operam em ambos os mercados».

Basílio Horta frisou que este protocolo tem como meta «fortalecer o tecido económico».


http://diario.iol.pt/economia/exportaco ... -4058.html
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André

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« Responder #23 em: Maio 09, 2009, 04:21:18 pm »
Exportadores perderam 2 mil milhões de euros nos primeiros dois meses do ano

As exportações recuaram 30,1% nos primeiros dois meses e as importações 30,4%. Famílias compram menos alimentos ao estrangeiro e empresários cortaram 472 milhões de euros em máquinas.

As exportações portuguesas caíram 30,1% nos primeiros dois meses do ano, face a igual período do ano passado. Por outras palavras, os exportadores perderam dois mil milhões de euros em negócios com o estrangeiro, cerca de 1,2% da riqueza do país (PIB). Por outro lado, as importações recuaram 30,4%, com as famílias a comprarem menos gasolina e carros. As compras de produtos alimentares estrangeiros, por exemplo, baixou 10%.

Todos os sectores exportadores perderam dinheiro e mercados (ver caixa), de acordo com os dados do comércio externo, ontem divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE). Também os industriais estão em apertos de tesouraria. Cortaram nas compras de máquinas e equipamentos, o que pode significar uma forte quebra no investimento. Nos primeiros dois meses, a indústria importou menos 472 milhões de euros em máquinas e equipamentos, em relação a igual período de 2008.

A indústria está a ser massacrada pela recessão em todo o mundo. No final de Abril, o FMI calculava que o comércio internacional deverá recuar 11,5% (em relação a 2008). Ou seja, indica o Fundo, a produção final (PIB) nas economias mais avançadas - com quem Portugal mantém o grosso do seu comércio - deverá contrair 3,8% em 2009.

Nos últimos três meses terminados em Fevereiro, as vendas do país para a Zona Euro - destino de 71% das exportações nacionais - sofreram uma contracção de 29,5%, em linha com o recuo das vendas globais, mas a um ritmo bem superior ao previsto pelo Banco de Portugal (que inclui serviços), para 2009: uma queda de 14,25, face a 2008.

O desempenho das exportações nacionais é mesmo pior que a quebra esperada nas importações dos nossos principais parceiros comerciais. Nesta semana, a Comissão Europeia previu uma forte contracção da procura externa de Espanha e Alemanha (medida pelas importações), respectivamente de 14,5% e 10,8%. Mas os dados do INE, ontem divulgados, indicam que as exportações para estes mercados caíram a um ritmo bem superior. Para Espanha, destino de 27,2% das vendas externas, as exportações baixaram 35%, nos primeiros dois meses; para a Alemanha, segundo cliente português - 12,9% do total das vendas - a sangria chegou aos 28,5%; e para França, terceiro destino, a contracção foi de 29,1%.

Com excepção de Angola - destino de 6% do comércio português e cujas vendas aumentaram 32,3% em Janeiro e Fevereiro - as exportações para os países terceiros à UE, caíram 15,8% entre Dezembro do ano passado e Fevereiro deste ano. As importações recuaram 34,8%, o que contribuiu para um decréscimo de 1,2 mil milhões de euros no défice da balança comercial.

DN

 

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Lusitano89

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Re: Exportações e Importações Portuguesas
« Responder #24 em: Janeiro 28, 2010, 06:10:45 pm »
Portugal exportou mais fármacos do que vinho do Porto em 2008


O secretário de Estado Adjunto e da Saúde, Manuel Pizarro, anunciou hoje que Portugal exportou, em 2008, mais medicamentos do que vinho do Porto, ultrapassando os 400 milhões de euros.
“Em 2008, as exportações de medicamentos ultrapassaram os 400 milhões de euros, o que significa que o país exportou mais medicamentos do que, por exemplo, vinho do porto, que os portugueses normalmente identificam como um dos principais produtos de exportação”, disse à agência Lusa Manuel Pizarro.

Os dados de exportação dos medicamentos em 2009 ainda não estão apurados, mas “presumivelmente ter-se-ão mantido”, adiantou o secretário de Estado à margem da VI conferência “Indústria Farmacêutica: O desenvolvimento pela inovação em saúde”, que decorreu em Lisboa.

Para Manuel Pizarro, Portugal só poderá afirmar-se no futuro, na actual conjuntura globalizada, se fizer “uma enorme aposta na conversão da sua economia para uma economia baseada no conhecimento, na investigação e na inovação”.

“É isso que tem vindo a acontecer ao longo dos últimos anos”, sublinhou, lembrando que, pela primeira vez em 2007, a despesa em investigação e desenvolvimento ultrapassou um por cento do Produto Interno Bruto (1,38 por cento) e, em 2008, subiu para 1,51 por cento.

“Mais de metade desse investimento foi feito por privados, o que é muito importante, porque também acrescenta solidez a este desenvolvimento da área da investigação em Portugal”, sustentou à Lusa.

Manuel Pizarro sublinhou que tem de haver uma “mudança na incorporação de valor nos produtos” que são produzidos e exportados, sendo os medicamentos exemplo disso.

“Seria absolutamente errado que o contexto de crise em que estamos fizessem inverter uma trajectória que ao longo dos últimos anos foi contribuindo para essa mudança estrutural da economia portuguesa”, acrescentou.

Lusa
 

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Lusitano89

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Re: Exportações e Importações Portuguesas
« Responder #25 em: Março 22, 2010, 07:11:00 pm »
Sector do calçado exporta 96% da produção em 2009


A indústria portuguesa de calçado exportou 96% da sua produção em 2009, para 132 países, mais 14 do que no ano anterior, anunciou hoje a associação sectorial.

"Pela primeira vez as empresas portuguesas exportaram calçado para países como a Bolívia, Bósnia, Iraque, Macedónia, Malásia e Paraguai, dando tradução prática à estratégia definida em 2007 no Plano Estratégico do Sector, onde se perspectiva como fundamental a abordagem a novos mercados de potencial de crescimento", refere a APICCAPS em comunicado.

Segundo dados da associação, em 2009 as empresas portuguesas exportaram 59 milhões de pares de calçado, no valor de 1.208 milhões de euros.

Apesar de estes valores representarem uma quebra de 6,4% face a 2008, a APICCAPS destaca que "atestam que o calçado foi o sector da economia portuguesa com melhor registo em 2009", já que "as exportações de todos os sectores de actividade recuaram 18,1% ".

Para a associação, o facto de as exportações de calçado terem vindo a recuperar ao longo do ano, pois no início de 2009 o decréscimo situava-se nos 15%, "poderá ser um bom prenúncio para 2010".

No ano passado, o preço médio do calçado português exportado aumentou 2,1%, para 20,38 euros, o que representa o segundo maior valor a nível mundial, "apenas superado por Itália".

Entre os principais mercados de exportação do sector voltou a destacar-se a Europa, surgindo a França no primeiro lugar, com um crescimento de 2,7%, para 354 milhões de euros.

O mercado alemão ocupa a segunda posição, mas com um recuo de 13,3%, para 228 milhões de euros, devido à "situação periclitante numa grande empresa multinacional alemã".

Já a Holanda consolidou a 3ª posição no 'ranking' das exportações nacionais ao aumentar as compras de calçado português em 1,7%, para 161 milhões de euros.

Fora da Europa, a APICCAPS destaca o recuo das exportações em Angola (menos 10,9%, para 13 milhões de euros), na Rússia (menos 41%, para 6,6 milhões de euros) e nos EUA (menos 26,6%, para 8,3 milhões de euros), para além do crescimento de 32,8% no Japão, para 6,8 milhões de euros.

Já as importações portuguesas de calçado recuaram 7,6% em 2009, para 398 milhões de euros, representando cerca de um terço das exportações e voltando a permitir ao sector "assumir-se como o que mais positivamente contribui para a balança comercial portuguesa, com um saldo liquido de 809 milhões de euros".

Segundo a associação, o preço médio do calçado importado por Portugal foi de 7,79 euros, menos 8,2% do que em 2008.

Lusa
 

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Lusitano89

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Re: Exportações e Importações Portuguesas
« Responder #26 em: Março 28, 2010, 02:25:27 pm »
Exportações portuguesas para a China aumentaram 20% em 2009


As exportações portuguesas para a China mais do que quadruplicaram na última década e apesar da crise global, em 2009, subiram 20 por cento, somando cerca de 222 milhões de euros.

«As nossas relações económicas não estão paradas e a tendência é para a China se tornar cada vez mais importante», realçou à agência Lusa fonte diplomática portuguesa.

A avaliação é confirmada pelo responsável de uma consultora portuguesa estabelecida há uma década em Pequim e que criou este mês uma «empresa de direito chinês» (SPI China) para «facilitar» os contactos entre firmas dos dois países.

“Nunca tivemos tanta procura como agora. Cada vez há mais empresas portuguesas interessadas em fazer negócios na China”, disse o presidente da Sociedade Portuguesa de Inovação (SPI), Augusto Guimarães de Medina. Há dez anos, a China era o 33º mercado de Portugal.

Hoje está em 16º lugar - ainda atrás de Cabo Verde, mas à frente da República Checa, Áustria, Finlândia e outros parceiros da União Europeia.

As importações portuguesas da China - superiores às exportações, como acontece com a generalidade dos países europeus - também têm aumentado muito, mas em ritmo menos acelerado.

Pelas contas do AICEP, em 2009, as exportações portuguesas para a China (excluindo Macau e Hong Kong) somaram 221,949 milhões de euros (mais 37,930 milhões que no ano anterior) e as importações 1114,601 milhões de euros, uma descida de 16,9 por cento em relação a 2008.

Mármores, produtos para a indústria química, máquinas e aparelhos elétricos, cortiça, cobre e pasta de papel representam mais de metade das exportações portuguesa para a China.

No ano 2000, as vendas de Portugal para a China somaram apenas 52,724 milhões de euros e as importações chinesas 382,497 milhões de euros

A economia chinesa cresceu em média 9,8 por cento ao longo das últimas três décadas, um resultado sem precedentes na História moderna.

Para este ano, o governo chinês preconiza um crescimento de “cerca de oito por cento”, um valor abaixo dos 8,7 por cento alcançados em 2009 e aquém dos 9,5 por cento previstos pelo Banco Mundial.

Lusa
 

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Lusitano89

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Re: Exportações e Importações Portuguesas
« Responder #27 em: Março 31, 2010, 08:43:40 pm »
José Sócrates anuncia fundo de 250 milhões de euros de apoio à exportação


O primeiro-ministro, José Sócrates, anunciou quarta-feira, no Parlamento, a criação de um fundo de 250 milhões de euros para apoio à internacionalização e exportação, medida que será aprovada quinta-feira em Conselho de Ministros.

No primeiro debate quinzenal após a aprovação do Orçamento do Estado para 2010 e da resolução do PS sobre o Programa de Estabilidade e Crescimento (PEC), que tem como tema a economia e as exportações, José Sócrates afirmou que o programa será focado no objetivo de aumentar a capacidade das empresas exportadoras e o número das empresas que exportam.

Outras metas referidas pelo primeiro ministro com a criação do fundo passam por «aumentar o valor acrescentado e o nível tecnológico das exportações portuguesas; diversificar os mercados geográficos de exportação; e aproveitar as oportunidades de investimento que a actual conjuntura trouxe em países como Espanha, Inglaterra e Estados Unidos».

Este fundo, de acordo com José Sócrates, será destinado a reforçar os capitais necessários à internacionalização, permitindo a participação no capital de empresas que promovam as exportações nacionais; a subscrição de títulos de dívida, ou a concessão direta de crédito ou garantias a empresas ou consórcios de empresas portuguesas.

Segundo Sócrates, na atual conjuntura, a economia portuguesa tem um duplo desafio: «a recuperação do crescimento e a consolidação das contas públicas».

«É neste quadro que o aumento das exportações constitui um dos grandes objetivos», disse.

Lusa
 

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HSMW

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Re: Exportações e Importações Portuguesas
« Responder #28 em: Março 31, 2010, 09:02:56 pm »
Proteccionismo: Porque não segue Portugal o exemplo espanhol?
2010/03/31 — Clavis Prophetarum - http://movv.org/

Ainda que Portugal insista em continuar a ser um “bom aluno europeu”, os países economicamente mais fortes do que nós, como a França e a nossa (má) vizinha Espanha já perceberam que do “comércio livre” se deve manter apenas a retórica.

A Federação da Construção (FEPICOP) pediu recentemente ao governo português que exija a Espanha alguma reciprocidade, de forma a ultrapassar um crescente muro proteccionista que tem impedido a ação das empresas portuguesas em Espanha. Ricardo Gomes, da FEPICOP afirmou que “Em rigor, por cada milhão de euros que uma empresa espanhola fizer em Portugal, tem que haver uma empresa portuguesa a fazer um milhão de euros em Espanha. Tem que ser assim”. Mas não é. Os nossos supermercados estão atulhados de produtos alimentais e de grande consumo fabricados em Espanha, ocupando e destruindo muitas empresas nacionais que operavam neste setor com práticas de dumping fiscal e empresarial que em pouco mais de dez anos, arruinaram todo um setor industrial outrora próspero em Portugal. Em Espanha, são raríssimos os produtos portugueses presentes no comércio, com excepção das zonas fronteiriças, especialmente a sul e apenas devido à presença de grandes números de turistas portugueses.

Este proteccionismo espanhol tem-se intensificado com a queda do país vizinho em crise, como declara o presidente da Associação de Empresas de Construção e Obras Públicas (AECOPS) que sublinha que esta vertente proteccionista crescente e que respondeu por uma parcela significativa do decréscimo das exportações portuguesas para Espanha.

Portugal e, sobretudo o governo português, nada têm feito para reagir a este proteccionismo espanhol. Sublinhe-se que o problema é especialmente grave no setor da construção civil, onde há uma profusão de empresas espanholas a operar em Portugal, contra raras empresas portuguesas em Espanha, já que segundo a FEPICOP, no sector da construção “nunca foi permitida a entrada de empresas” não espanholas em Espanha e somou ainda que “a verdade é que, em Espanha, existe uma série de mecanismos na contratação pública que tornam difícil a penetração das empresas não espanholas. Pelo contrário, entre nós, sucede “exactamente o oposto: temos, neste momento, muitas pequenas empreitadas de contratos públicos ganhos por empresas espanholas em que os donos de obra portugueses até fazem, às vezes, gala em entregar as obras a empresas espanholas, mesmo que seja por uma diferença de preço reduzida”.

Até quando? Até quando vamos insistir em desproteger a nossa economia contra este fechamento crescente do nosso principal parceiro comercial? Até quando os nossos partidocratas vão insistir em seguirem uma bitola formal que os seus criadores já abandonaram – na prática – há muito e que apenas estes seus servos do sul seguem religiosamente? Durante quanto mais tempo vamos tolerar que Madrid dificulte a vida às nossas empresas, enquanto que as suas ocupam paulatinamente uma posição cada vez mais “imperial” sobre setores inteiros da nossa economia, da Banca, à Construção Civil, passando pelo setor comercial e de construção civil e energia? Até quando, Portugal, vamos acreditar que o proteccionismo saiu de moda?

Fonte:
http://economia.publico.pt/Noticia/fede ... ha_1425191
http://www.youtube.com/profile_videos?user=HSMW

"Tudo pela Nação, nada contra a Nação."
 

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cromwell

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Re: Exportações e Importações Portuguesas
« Responder #29 em: Março 31, 2010, 09:36:23 pm »
Citação de: "HSMW"
Proteccionismo: Porque não segue Portugal o exemplo espanhol?
2010/03/31 — Clavis Prophetarum - http://movv.org/

Ainda que Portugal insista em continuar a ser um “bom aluno europeu”, os países economicamente mais fortes do que nós, como a França e a nossa (má) vizinha Espanha já perceberam que do “comércio livre” se deve manter apenas a retórica.

A Federação da Construção (FEPICOP) pediu recentemente ao governo português que exija a Espanha alguma reciprocidade, de forma a ultrapassar um crescente muro proteccionista que tem impedido a ação das empresas portuguesas em Espanha. Ricardo Gomes, da FEPICOP afirmou que “Em rigor, por cada milhão de euros que uma empresa espanhola fizer em Portugal, tem que haver uma empresa portuguesa a fazer um milhão de euros em Espanha. Tem que ser assim”. Mas não é. Os nossos supermercados estão atulhados de produtos alimentais e de grande consumo fabricados em Espanha, ocupando e destruindo muitas empresas nacionais que operavam neste setor com práticas de dumping fiscal e empresarial que em pouco mais de dez anos, arruinaram todo um setor industrial outrora próspero em Portugal. Em Espanha, são raríssimos os produtos portugueses presentes no comércio, com excepção das zonas fronteiriças, especialmente a sul e apenas devido à presença de grandes números de turistas portugueses.

Este proteccionismo espanhol tem-se intensificado com a queda do país vizinho em crise, como declara o presidente da Associação de Empresas de Construção e Obras Públicas (AECOPS) que sublinha que esta vertente proteccionista crescente e que respondeu por uma parcela significativa do decréscimo das exportações portuguesas para Espanha.

Portugal e, sobretudo o governo português, nada têm feito para reagir a este proteccionismo espanhol. Sublinhe-se que o problema é especialmente grave no setor da construção civil, onde há uma profusão de empresas espanholas a operar em Portugal, contra raras empresas portuguesas em Espanha, já que segundo a FEPICOP, no sector da construção “nunca foi permitida a entrada de empresas” não espanholas em Espanha e somou ainda que “a verdade é que, em Espanha, existe uma série de mecanismos na contratação pública que tornam difícil a penetração das empresas não espanholas. Pelo contrário, entre nós, sucede “exactamente o oposto: temos, neste momento, muitas pequenas empreitadas de contratos públicos ganhos por empresas espanholas em que os donos de obra portugueses até fazem, às vezes, gala em entregar as obras a empresas espanholas, mesmo que seja por uma diferença de preço reduzida”.

Até quando? Até quando vamos insistir em desproteger a nossa economia contra este fechamento crescente do nosso principal parceiro comercial? Até quando os nossos partidocratas vão insistir em seguirem uma bitola formal que os seus criadores já abandonaram – na prática – há muito e que apenas estes seus servos do sul seguem religiosamente? Durante quanto mais tempo vamos tolerar que Madrid dificulte a vida às nossas empresas, enquanto que as suas ocupam paulatinamente uma posição cada vez mais “imperial” sobre setores inteiros da nossa economia, da Banca, à Construção Civil, passando pelo setor comercial e de construção civil e energia? Até quando, Portugal, vamos acreditar que o proteccionismo saiu de moda?

Fonte:
http://economia.publico.pt/Noticia/fede ... ha_1425191

Que *** José Socrátes
Queimando-lhe sete Sóis
Por querer deixar em testamento
Portugal aos espanhois! :evil:
"A Patria não caiu, a Pátria não cairá!"- Cromwell, membro do ForumDefesa
 

 

Artigos/Historia de Empresas/industrias Portuguesas

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