U.S.A.F. - Força Aérea dos Estados Unidos

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nelson38899

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« Responder #60 em: Janeiro 16, 2009, 12:33:37 pm »
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A DARPA cancelou o projeto Blackswift para uma aeronave hipersônica de testes. A aeronave seria usada para reconhecimento estratégico voando a Mach 6 com motor Ramjet com função equivalente ao SR-71
http://sistemasdearmas.blogspot.com/


"Que todo o mundo seja «Portugal», isto é, que no mundo toda a gente se comporte como têm comportado os portugueses na história"
Agostinho da Silva
 

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« Responder #61 em: Janeiro 17, 2009, 03:49:57 pm »
Só por curiosidade, que caças possui a Air National Guard para alem dos F-16?
 

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Cabeça de Martelo

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« Responder #62 em: Janeiro 17, 2009, 04:20:11 pm »
F-15, A-10...
7. Todos os animais são iguais mas alguns são mais iguais que os outros.

 

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HaDeS

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« Responder #63 em: Janeiro 21, 2009, 11:34:50 pm »
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De volta a Guam
Os doze caças F-22 Raptor da Base de Elmendorf da USAF, Alaska, que estavam em Okinawa, chegaram à Base Aérea de Andersen, em Guam, no sábado.
Mais de 270 homens do 90th Expeditionary Fighter Squadron acompanham os jatos por um período de três meses, em sua missão de Global Deterrence.
O general brigadeiro Philip Ruhlman, comandante da 36a. Ala, disse que a presença do F-22 “irá dissuadir potenciais adversários e assegurar nossa parceria com os aliados na região.”
Os Raptors deveriam ter chegado antes a Guam, mas houve um adiamento devido às difíceis condições atmosféricas.

http://www.aereo.jor.br/
 

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nelson38899

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« Responder #64 em: Janeiro 29, 2009, 10:15:58 am »
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B-2 Spirit Bomber

Program Overview:
The U.S. Air Force's B-2 stealth bomber is the flagship of the nation's long-range strike arsenal, and one of the most survivable aircraft in the world. Its unique capabilities, including its stealth characteristics, allow it to penetrate the most sophisticated defenses and hold at risk high value, heavily defended enemy targets. The B-2 has demonstrated its capabilities in several combat scenarios, most recently during Operation Iraqi Freedom.

The B-2 is the only U.S. aircraft that combines long range, large payload and stealth in a single platform, giving it the ability to project air power anywhere in the world. It can fly more than 6,000 nautical miles unrefueled and more than 10,000 nautical miles with just one aerial refueling. With its ability to carry more than 20 tons of conventional and nuclear ordnance and deliver it precisely under any weather conditions, the B-2 also has the ability to change the outcome of a conflict with a single mission.

Northrop Grumman, the B-2 prime contractor, leads an industry team that is working with the Air Force to modernize the B-2 to ensure that it remains fully mission capable against evolving worldwide threats. A range of upgrade programs are improving the B-2's lethality; its ability to collect, process and disseminate battlefield information with joint force commanders or other local first responders worldwide; and its ability to receive updated target information during a mission.

Twenty one aircraft were built in the original B-2 fleet. Today, the fleet consists of 20 aircraft, following the loss, in Feb 2008, of the Spirit of Kansas, which crashed while taking off from Andersen Air Force Base, Guam, the first such incident in the B-2's 19 years of operation. Since 1989, B-2 aircraft have flown more than 14,000 sorties and accumulated more than 75,000 flying hours without incident, an unprecedented safety record. Nineteen B-2s are currently based at Whiteman Air Force Base, Mo., home of the 509th Bomb Wing, while one aircraft is assigned to flight-testing at Edwards AFB, Calif. to validate software and weapon systems upgrades.
http://www.is.northropgrumman.com/systems/b2spirit.html


Para quem não sabe o B2 o bombardeiro mais avançado que os americas tem oficialmente, faz este ano 20 anos de serviço e como tal a empresa Northrop Grumman decidiu contar a história oficial do seu bombardeiro.
"Que todo o mundo seja «Portugal», isto é, que no mundo toda a gente se comporte como têm comportado os portugueses na história"
Agostinho da Silva
 

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HaDeS

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« Responder #65 em: Fevereiro 01, 2009, 12:06:59 am »
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USAF pode ter problemas na defesa aérea devido ao envelhecimento de seus caças

Durante a Guerra Fria, os EUA posicionaram seus caças por todo seu território e Canadá, para proteger a América do Norte contra um ataque de bombardeiros estratégicos da União Soviética.
Aeronaves de caça em Alerta de Soberania Aérea eram dedicados, não cumpriam outros tipos de missões, e estavam sempre armados, abastecidos e prontos a todo momento. Em 1958 existiam 5.800 (!) caças em alerta, mas o número de aeronaves diminuiu drasticamente ao longo dos anos, assim como o número de sites designados para interceptação. Em 1997, foi sugerida uma defesa de “quatro cantos”, mantendo sites de alerta em Massachusetts, Oregon, Califórnia e Flórida. Em 11 de setembro de 2001, no ataque às Torres gêmeas, apenas 14 aviões de caça estavam em alerta para interceptação nos Estados Unidos.

Agora, a Força Aérea dos EUA enfrenta dois desafios para sustentar a sua capacidade de Alerta de Soberania Aérea (ASA) a longo prazo:

    * substituir ou aumentar a vida útil dos seus envelhecidos caças;
    * substituindo as unidades ASA com equipamentos e pessoal treinado de unidades desdobradas;

Por exemplo, se as aeronaves atuais não forem substituídas até 2020, 11 dos 18 sites atuais de Alerta de Soberania Aérea podem ficar sem aviões. A Força Aérea não desenvolveu planos para mitigar estes desafios, pois tem focado outras prioridades.
Os F-15 e F-16 estão envelhecendo, e custa mais caro mantê-los à medida que o tempo passa. Dos 18 sites ASA, 12 estão atualmente equipados com F-16, que chegará ao fim da sua vida útil de serviço entre os anos fiscais de 2015 e 2020.
Uma opção é substituir os F-16s com F-22 ou F-35, que a Força Aérea está adquirindo. No entanto, de acordo com o atual cronograma de entrega dos F-22 e F-35, apenas uma das 12 unidades ASA, irá receber a nova aeronave, antes que sua frota de F-16 atinja o final do seu período de vida útil.
Outra opção para a Força Aérea seria substituir os F-16s com alguns dos mais modernos modelos F-15. No entanto, os F-15, como os F-16, começam a chegar ao fim da sua vida útil de serviço. Além disso, todos os F-15, incluindo aqueles pilotados por cinco unidades ASA, foram “groundeados” por 3 meses no final de 2007 e início de 2008, após um F-15 desintegrar-se em vôo em novembro de 2007. A Força Aérea encontrou um problema estrutural em um dos seus modelos F-15 e reformou as aeronaves que encontraram com problemas estruturais.
O GAO, Government Accountability Office, conhecido como “o braço investigativo do Congresso americano” e “cão de guarda do Congresso”, fez um relatório sobre a delicada situação da USAF e propõe uma série de providências ao Departamento de Defesa.

http://www.aereo.jor.br/?p=3407#comments
 

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pchunter

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« Responder #66 em: Fevereiro 01, 2009, 11:48:03 am »
Se eles precisarem sempre se arranjam uns 12 MLU para venda. :lol:
 

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nelson38899

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« Responder #67 em: Fevereiro 01, 2009, 01:39:41 pm »
Citação de: "pchunter"
Se eles precisarem sempre se arranjam uns 12 MLU para venda. :lol:


não sei se eles queriam  os nossos MLUs, visto que quando-os compramos eles já estavam encostados logo os nossos mlu devem ser da mesma idade ou mais velhos que os aviões da usaf.
"Que todo o mundo seja «Portugal», isto é, que no mundo toda a gente se comporte como têm comportado os portugueses na história"
Agostinho da Silva
 

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Lightning

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« Responder #68 em: Fevereiro 01, 2009, 04:43:04 pm »
 

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« Responder #69 em: Fevereiro 01, 2009, 10:37:31 pm »
Citação de: "HaDeS"
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USAF pode ter problemas na defesa aérea devido ao envelhecimento de seus caças

Durante a Guerra Fria, os EUA posicionaram seus caças por todo seu território e Canadá, para proteger a América do Norte contra um ataque de bombardeiros estratégicos da União Soviética.
Aeronaves de caça em Alerta de Soberania Aérea eram dedicados, não cumpriam outros tipos de missões, e estavam sempre armados, abastecidos e prontos a todo momento. Em 1958 existiam 5.800 (!) caças em alerta, mas o número de aeronaves diminuiu drasticamente ao longo dos anos, assim como o número de sites designados para interceptação. Em 1997, foi sugerida uma defesa de “quatro cantos”, mantendo sites de alerta em Massachusetts, Oregon, Califórnia e Flórida. Em 11 de setembro de 2001, no ataque às Torres gêmeas, apenas 14 aviões de caça estavam em alerta para interceptação nos Estados Unidos.

Agora, a Força Aérea dos EUA enfrenta dois desafios para sustentar a sua capacidade de Alerta de Soberania Aérea (ASA) a longo prazo:

    * substituir ou aumentar a vida útil dos seus envelhecidos caças;
    * substituindo as unidades ASA com equipamentos e pessoal treinado de unidades desdobradas;

Por exemplo, se as aeronaves atuais não forem substituídas até 2020, 11 dos 18 sites atuais de Alerta de Soberania Aérea podem ficar sem aviões. A Força Aérea não desenvolveu planos para mitigar estes desafios, pois tem focado outras prioridades.
Os F-15 e F-16 estão envelhecendo, e custa mais caro mantê-los à medida que o tempo passa. Dos 18 sites ASA, 12 estão atualmente equipados com F-16, que chegará ao fim da sua vida útil de serviço entre os anos fiscais de 2015 e 2020.
Uma opção é substituir os F-16s com F-22 ou F-35, que a Força Aérea está adquirindo. No entanto, de acordo com o atual cronograma de entrega dos F-22 e F-35, apenas uma das 12 unidades ASA, irá receber a nova aeronave, antes que sua frota de F-16 atinja o final do seu período de vida útil.
Outra opção para a Força Aérea seria substituir os F-16s com alguns dos mais modernos modelos F-15. No entanto, os F-15, como os F-16, começam a chegar ao fim da sua vida útil de serviço. Além disso, todos os F-15, incluindo aqueles pilotados por cinco unidades ASA, foram “groundeados” por 3 meses no final de 2007 e início de 2008, após um F-15 desintegrar-se em vôo em novembro de 2007. A Força Aérea encontrou um problema estrutural em um dos seus modelos F-15 e reformou as aeronaves que encontraram com problemas estruturais.
O GAO, Government Accountability Office, conhecido como “o braço investigativo do Congresso americano” e “cão de guarda do Congresso”, fez um relatório sobre a delicada situação da USAF e propõe uma série de providências ao Departamento de Defesa.
http://www.aereo.jor.br/?p=3407#comments


 Não percebo porque razão dizem que os F-16 da USAF já estão em fim de vida :?
 

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« Responder #70 em: Fevereiro 01, 2009, 10:41:18 pm »
Citação de: "nelson38899"
Citação de: "pchunter"
Se eles precisarem sempre se arranjam uns 12 MLU para venda. :lol:

não sei se eles queriam  os nossos MLUs, visto que quando-os compramos eles já estavam encostados logo os nossos mlu devem ser da mesma idade ou mais velhos que os aviões da usaf.


 Estavam encostados pela simples razão de serem F-16 block 15!
 

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nelson38899

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« Responder #71 em: Fevereiro 02, 2009, 11:18:12 am »
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US Presidential Helicopter 50% Over Budget
http://www.airforce-technology.com/news/news49326.html

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The U.S. Department of Defense has told the U.S. Air Force that there will be no more money for developing a new heavy bomber. Not for a while, anyway. That will slowdown the decade long air force effort to get a new heavy bomber, but won't stop it.
http://www.strategypage.com/htmw/htairf ... 90201.aspx


chegou a crise à força aérea americana e a final parece que não é só em Portugal que o preço final das coisas compradas pelo estado é maior do que inicialmente estava contratado.
Quanto ao f16 block15, continuo a não perceber porque é que queriam os americanos os nossos mlu quando tem a fábrica que os produz numa versão superior ao nossos.
"Que todo o mundo seja «Portugal», isto é, que no mundo toda a gente se comporte como têm comportado os portugueses na história"
Agostinho da Silva
 

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pchunter

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« Responder #72 em: Fevereiro 02, 2009, 12:01:48 pm »
Citação de: "nelson38899"
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US Presidential Helicopter 50% Over Budget
http://www.airforce-technology.com/news/news49326.html

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The U.S. Department of Defense has told the U.S. Air Force that there will be no more money for developing a new heavy bomber. Not for a while, anyway. That will slowdown the decade long air force effort to get a new heavy bomber, but won't stop it.
http://www.strategypage.com/htmw/htairf ... 90201.aspx

chegou a crise à força aérea americana e a final parece que não é só em Portugal que o preço final das coisas compradas pelo estado é maior do que inicialmente estava contratado.
Quanto ao f16 block15, continuo a não perceber porque é que queriam os americanos os nossos mlu quando tem a fábrica que os produz numa versão superior ao nossos.


Não os queriam exactamente para nada. Era uma piada!
 :lol:
 

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« Responder #73 em: Fevereiro 02, 2009, 09:41:15 pm »
Citação de: "pchunter"
Citação de: "nelson38899"
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US Presidential Helicopter 50% Over Budget
http://www.airforce-technology.com/news/news49326.html

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The U.S. Department of Defense has told the U.S. Air Force that there will be no more money for developing a new heavy bomber. Not for a while, anyway. That will slowdown the decade long air force effort to get a new heavy bomber, but won't stop it.
http://www.strategypage.com/htmw/htairf ... 90201.aspx

chegou a crise à força aérea americana e a final parece que não é só em Portugal que o preço final das coisas compradas pelo estado é maior do que inicialmente estava contratado.
Quanto ao f16 block15, continuo a não perceber porque é que queriam os americanos os nossos mlu quando tem a fábrica que os produz numa versão superior ao nossos.

Não os queriam exactamente para nada. Era uma piada!
 :no:
 

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nelson38899

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« Responder #74 em: Fevereiro 03, 2009, 11:24:01 am »
Citação de: "pchunter"
Citação de: "nelson38899"
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US Presidential Helicopter 50% Over Budget
http://www.airforce-technology.com/news/news49326.html

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The U.S. Department of Defense has told the U.S. Air Force that there will be no more money for developing a new heavy bomber. Not for a while, anyway. That will slowdown the decade long air force effort to get a new heavy bomber, but won't stop it.
http://www.strategypage.com/htmw/htairf ... 90201.aspx

chegou a crise à força aérea americana e a final parece que não é só em Portugal que o preço final das coisas compradas pelo estado é maior do que inicialmente estava contratado.
Quanto ao f16 block15, continuo a não perceber porque é que queriam os americanos os nossos mlu quando tem a fábrica que os produz numa versão superior ao nossos.

Não os queriam exactamente para nada. Era uma piada!
 :lol:

Pode não ser piada:

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NAVAL AIR SYSTEMS COMMAND, PATUXENT RIVER, Md. – NAVAIR’s Support and Commercial Derivative Aircraft Support Office Adversary Team recently completed a six year program to buy and refurbish 44 retired Swiss Air Force F-5 Freedom Fighters. These F-5N aircraft enable the Navy to fly in a dedicated adversary role until at least Fiscal Year 2015.

“The success of the F-5E Replacement Program could not have happened without our international and industry partners, the Swiss government and Northrop Grumman. This reverse Foreign Military Sales program began in 2000 when the Navy needed a replacement for its fleet of F-5E Tiger II adversary aircraft,” said Capt. James Wallace, Support and Commercial Derivative Aircraft program manager (PMA207). “The Swiss are long-time operators of the F-5 and had surplus aircraft available. An agreement between the U.S. and Swiss governments was signed and the Swiss initially supplied 32 former Swiss Air Force single-seat F-5Es to us under the F-5E Replacement Program, a program valued at $50 million.”

The Swiss aircraft were manufactured with Improved Handling Quality systems. Their physical differences include a sharper nose, different wing leading edge roots and automatic flaps, giving an increased capability compared to the U.S. F-5Es.

“The Swiss aircraft had very few flight hours and were in great shape,” said Lt. Cdr. Jason Goff, the Adversary and Commercial Air Services Deputy program manager. “One F-5 was delivered to Northrop Grumman’s plant in St Augustine, Fla., every month to start the refurbishment process. We basically take one of our old F-5E’s and a Swiss plane and at the end of the refurbishment; we have a new plane – the F-5N. The refurbishment process takes up to five months to complete. It just made sense to refurbish the aircraft at Northrop Grumman’s plant since they designed and built the jets in the first place. They already do all our depot work and they own all the drawings.”

“In 2004, the Navy wanted to establish an Adversary training base in Key West, Fla. The Navy Reserve came up with the funding to buy 12 extra jets,” said Jay Bolles, the Integrated Program Team lead for Adversary Aircraft in PMA-207. “We bought the extra aircraft from the Swiss, now totaling 44 aircraft, and put them through the refurbishment line with the reserve funding and we were still able to stay within the original schedule.”

Each Swiss F-5E is airlifted from RUAG's plant at Emmen, Switzerland, to St Augustine, Fla., in a U.S. Navy C-130T. The Swiss F-5’s are disassembled and stowed in a purpose-built frame designed and manufactured by Northrop Grumman. One of two frames was permanently at Emmen, and the other was always in transit.
http://pao.navair.navy.mil/press_releas ... &site_id=6
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Agostinho da Silva
 

 

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