TAP: Notícias

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Marauder

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TAP: Notícias
« em: Abril 03, 2006, 06:53:34 pm »
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TAP volta a prejuízos, com perdas de 9,9 M€ em 2005 (oficial)

A TAP interrompeu dois anos consecutivos de lucros para voltar aos prejuízos no ano de 2005, com um resultado líquido negativo de 9,9 milhões de euros (M€), que a transportadora aérea portuguesa imputou à escalada dos preços dos combustíveis.

Em 2004, a TAP apresentou lucros de 8,6 milhões de euros.

As contas consolidadas da empresa, apresentadas hoje em Lisboa, revelam que a factura com combustíveis atingiu o valor de 287 milhões de euros, mais 93 milhões de euros que o orçamentado pela companhia aérea.

Segundo a empresa, entre 2001 e 2003 a factura com combustíveis oscilou entre os 140 e os 150 milhões de euros, atingindo os 200 milhões em 2004 e disparou para os 287 milhões de euros no ano passado.

«É importante notar também que dentro deste crescimento de 87 milhões somente 4 M€ foram motivados pelo aumento do consumo», sublinha.

A companhia aérea portuguesa previa encerrar o ano de 2005 com um lucro de 14 milhões de euros.

Em 2004, o lucro da TAP foi de 8,6 milhões de euros, uma queda de 56% face a 2003, quebra já na altura justificada com o custo de 72 milhões de euros acima do orçamentado com os combustíveis.

Em 2003, a TAP lucrou 19,7 milhões de euros, depois de quatro anos de prejuízos.

Diário Digital / Lusa

03-04-2006 12:01:00
 


de:
http://diariodigital.sapo.pt/dinheiro_d ... news=65407

 :no:    not good
 

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Marauder

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« Responder #1 em: Agosto 04, 2006, 07:27:00 am »
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TAP negoceia venda da White à OMNI

A TAP está a negociar a venda da companhia aérea charter White com a OMNI-Aviação e Tecnologia. «Não é a primeira vez que a companhia aérea liderada por Fernando Pinto desenvolve contactos com a empresa presidida por José Miguel Costa (ex-comandante da TAP), para a alienação da White (ex-Yes)», observa o Diário de Notícias de quinta-feira.


A notícia de que o negócio entre a TAP e a OMNI poderá conhecer um desfecho positivo foi ontem avançada pelo site Presstur, que garante que ambas as partes já «assinaram um memorando de entendimento».

Há cerca de dois anos, a OMNI avaliou o dossier da companhia de voos charter, «mas não foi possível chegar a acordo em relação a números», afirmou José Miguel Costa em entrevista recente ao DN.

Também a euroAtlantic, de Tomaz Metello e do grupo Pestana, esteve envolvida no negócio, tendo chegado a «apresentar uma proposta à TAP. Mas o negócio não se concretizou», disse fonte da euroAtlantic.

Fernando Pinto também desenvolveu conversações com o operador turístico espanhol Iberojet, «mas o presidente da TAP negou sempre a entrega de propostas concretas para a venda da White», nota o DN.

Actualmente, a frota da empresa é composta por um Airbus A310-300, e pelo Lockeed, que está prestes a ser vendido, refere o artigo adiantado que o encaixe do negócio será lucro, uma vez que o aparelho está pago.

03-08-2006 10:09:58


de:
http://diariodigital.sapo.pt/dinheiro%5 ... news=70178
 

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« Responder #2 em: Agosto 04, 2006, 09:30:48 pm »
Do DD:

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Negócios: TAP sobe tarifa longo curso 3ª feira devido a preço petróleo
 
A TAP vai aumentar a tarifa sobre as rotas de longo curso a partir de terça-feira através da sobretaxa para os combustíveis, para fazer face à escalada dos preços do petróleo, disse hoje à Lusa fonte da transportadora.

A partir de 8 de Agosto, a sobretaxa nas viagens de longo curso passa de 40 para 55 euros, mantendo-se o valor de 15 euros para as rotas de médio curso, disse à Lusa fonte da operadora aérea portuguesa.

As viagens de Lisboa para as regiões autónomas não estão sujeitas à sobretaxa de combustíveis.

A sobretaxa - criada em Agosto de 2004, devido à subida dos preços dos combustíveis - tinha sido aumentada pela última vez em Abril deste ano.

A decisão de aumentar a sobretaxa «está em linha com as [sobretaxas] das companhias concorrentes», disse a mesma fonte, explicando que a subida nas rotas de longo curso se deve à concorrência das operadoras europeias e norte-americanas.

Os encargos da TAP com os combustíveis subiram 46% no primeiro semestre, face a igual período do ano passado, adiantou a fonte.

Face ao ano passado, o preço do petróleo valorizou cerca de 22%.

Desde Agosto de 2004, este é o sexto aumento da sobretaxa para os combustíveis.

Diário Digital / Lusa

"Há vários tipos de Estado,  o Estado comunista, o Estado Capitalista! E há o Estado a que chegámos!" - Salgueiro Maia
 

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« Responder #3 em: Agosto 09, 2006, 11:56:24 pm »
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TAP registou 51 M€ de prejuízo semestral

A TAP Portugal registou resultados negativos de 51 milhões de euros no primeiro semestre deste ano, um incremento de três milhões face aos 48 M€ observados no mesmo período no ano passado, anunciou esta quarta-feira a companhia aérea portuguesa.


Os proveitos operacionais ascenderam a 710 M€, uma subida de 17% em termos homólogos, enquanto os custos totais se cifraram em 675 M€, mais 14,8% do que há um ano atrás.

A empresa justifica os resultados negativos na primeira metade do ano com as perdas cambiais face ao dólar e real e a escalada nos preços dos combustíveis.

«Como habitualmente acontece no primeiro semestre, o resultado líquido foi negativo, correspondendo a 51 milhões de euros, mais 3 milhões de euros que no mesmo período do ano passado, reflectindo perdas cambiais no dólar e no real na ordem dos 12 milhões de euros», sublinha a transportadora aérea.

«O aumento de 41% da factura dos combustíveis, que ascendeu a 167 milhões de euros, foi um dos factores que mais influenciou os resultados da TAP na primeira metade do ano», acrescenta a empresa.

A empresa reafirma que mantém o objectivo de encerrar o ano com resultados positivos.

09-08-2006 20:37:25


de:
http://diariodigital.sapo.pt/dinheiro%5 ... news=70423

Pois, a situação internacional do petróleo não ajuda à luta da TAP por se tornar uma empresa viável.
 

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« Responder #4 em: Agosto 31, 2006, 08:03:24 am »
Do Diário Económico:

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TAP compra Portugália ao Grupo Espírito Santo
O Diário Económico acompanhou nos últimos dois dias as negociações. Ontem entrou em contacto com as empresas. Primeiro houve um desmentido, depois a confirmação. Só faltam acertar alguns “detalhes administrativos”.

DE

Segundo o DE apurou, a TAP prepara-se para comprar a totalidade do capital da Portugália. Ainda não foi assinado o memorando de entendimento, mas esta formalidade esteve marcada para ontem, tendo sido adiada. A compra da Portugália é um objectivo antigo da TAP.  Em Fevereiro de 2005, as negociações que estavam em curso caíram na sequência da mudança de governo.





http://diarioeconomico.sapo.pt/edicion/ ... 83920.html
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« Responder #5 em: Agosto 31, 2006, 07:36:15 pm »
Quem deve estar feliz é o GES, de ter finalmente passado a batata quente a outro. O GES já andava a tentar vender a Portugália à já algum tempo.

Será que a Portugália vai ser engolida pela TAP, ou vai continuar dentro do grupo TAP apenas?

Secalhar seria uma maneira de estabilizar ainda mais os resultados da TAP, se absorvessem a Portugália e a SATA. E mais, que tal uma Low-cost do grupo TAP para realizar ligações dos arquipélagos com Portugal e as principais fontes de turistas (Alemanha, RU, Holanda, França, Espanha, etc..)?
 

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« Responder #6 em: Setembro 06, 2006, 12:15:46 am »
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TAP vende White à OMNI por 5 milhões de euros

A TAP Portugal acordou a venda da sua companhia de voos charter White à OMNI por um valor estimado de 6,5 milhões de dólares (cerca de 5 milhões de euros), anunciou esta terça-feira a transportadora aérea portuguesa.


Em comunicado, a empresa explica que o valor definitivo do negócio deverá ser ajustado após o fecho das contas relativas ao mês de Agosto.

Diário Digital / Lusa

05-09-2006 18:36:00


de:
http://diariodigital.sapo.pt/dinheiro%5 ... news=71258
 

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ricardonunes

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« Responder #7 em: Setembro 14, 2006, 09:49:55 am »
TAP vai adoptar gestão por objectivos "muito em breve"

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A TAP deverá contratualizar com o a tutela, "nos próximos dias", um modelo de gestão por objectivos na linha daquele que foi ontem assinado com a administração dos CTT, revelou o secretário de Estado-adjunto das Obras Públicas. Até final do ano, adiantou Paulo Campos, as 27 empresas ou institutos tutelados pelo Ministério das Obras Públicas, Transportes e Comunicações deverão adoptar um modelo semelhante, com vista a "aumentar a transparência", a "responsabilização" e a "profissionalização" da gestão.

Apesar de não ter adiantado detalhes, o governante disse estar para "muito breve" a adopção do modelo na TAP, que, apesar da melhoria dos resultados, tem tido prejuízos. Os CTT tornaram-se ontem na primeira empresa pública a aderir a este modelo, que define objectivos qualitativos e quantitativos para 2006 e 2007.

O contrato prevê que a empresa liderada por Luís Nazaré registe este ano lucros de 17 milhões de euros e um crescimento das receitas em pelo menos 56 milhões, para 814 milhões.

A meta de lucros fixada é, contudo, inferior aos resultados de 2005 (17,3 milhões), redução desvalorizada por fonte oficial dos CTT e que a tutela explica com o facto de ser a verba orçamentada. As metas de lucros e receitas para 2007 serão fixadas no âmbito do plano Estratégico dos CTT que, disse Luís Nazaré, estará concluído "até final de Outubro".

Entre os critérios fixados para avaliar a gestão das empresas - e cujo incumprimento pode levar, em última instância, ao afastamento das administrações - estão o índice da qualidade de serviços prestados e desempenho dos investimentos realizados. Neste último caso, os resultados dos CTT serão comparados com as 11 melhores empresas internacionais do sector e caso não se atinjam, pelo menos, 85% dos objectivos os administradores perdem direito ao prémio anual. Nos CTT, contudo, a administração já anunciou prescindir da regalia.

Os resultados da gestão serão publicitados em oito relatórios mensais, a par de quatro relatórios de actividade trimestral. Após a TAP, as próximas empresas ou institutos a aderir ao modelo serão a ANA, as Estradas de Portugal, Instituto Nacional de Aviação Civil, Anacom, STCP, Carris e CP.


http://jn.sapo.pt/2006/09/14/economia_e ... uito_.html
Potius mori quam foedari
 

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Marauder

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« Responder #8 em: Setembro 16, 2006, 12:58:40 pm »
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TAP e Portugália baixam tarifas pressionadas pela ‘low-cost’ da Ibéria
Voos entre lisboa e barcelona com tarifas de 5 euros da Clickair obrigou a concorrência a reduzir os preços. TAP antecipou-se com uma promoção que, mesmo assim, é mais cara do que as rivais.

Catarina Beato e Herminia Saraiva

O nascimento da nova companhia aérea ’low-cost’, Clickair, originou uma guerra de preços na ligação entre Lisboa e Barcelona.
Na passada quinta-feira, enquanto a Clickair vendia mais de vinte mil viagens nas primeiras onze horas de funcionamento da página de Internet, a concorrente espanhola Vueling surgiu com uma campanha idêntica, com um valor de 5 euros por percurso, acrescido de taxas, entre Lisboa e Barcelona.
A TAP antecipou o lançamento da companhia que tem  como base a máquina logística da Ibéria, uma das principais accionistas da nova ‘low-cost’, com uma nova campanha para os destinos espanhóis, nomeadamente Barcelona: com um valor de 68 euros  mais taxas. Apesar desta campanha, idêntica à que foi feita quando a Vueling entrou no mercado, em Maio de 2004, com uma campanha de voos a 10 euros, fonte oficial da TAP assegura que não teme a concorrênia das ‘low-cost’. Para a TAP, o aparecimento das ‘low-cost’ “abriram um novo mercado”. Neste momento, Espanha representa  10% no total de passageiros transportados pela TAP.
A empresa que poderá ser mais afectada com o início das operações da Clickair será a Portugália, uma companhia regional para a qual  Madrid e Barcelona representam importantes destinos em termos comerciais. A Portugália oferece um preço de 69 euros mais taxas entre Lisboa e Barcelona, um valor  idêntico ao da TAP.
A Clickair é detida pelos grupos ACS, Ibéria Iberostar, Nefinsa e Quercus Equity, detendo cada um 20% do capital. A empresa prevê investir 120 milhões de euros até 2009 para o arranque do projecto e consolidação da nova companhia.
As operações da nova companhia, que arrancam a 1 de Outubro, incluem uma viagem por dia para Lisboa, além de deslocações para Barcelona, Sevilha, Genebra, Zurique e Paris, este último a partir de Madrid e de Sevilha. Em Novembro deverão ser acrescentadas novas rotas - Valência a Paris e Valência a Roma. A Clickair vai iniciar os voos com três Airbus A-320, antecipando que, até ao final de 2007, a sua frota se ampliará para 20 aparelhos, aumentando para 30 no ano seguinte, quando estima transportar 10 milhões de passageiros.
A Vueling Airlines é participada pela Inversiones Hemisferio, grupo liderado por Dave Barger, presidente de JetBlue Airways e pela  Apax Partners.

Easyjet divulga prejuízos causados pelo alerta antiterrorista
A companhia de aviação Easyjet anunciou na quinta-feira que perdeu quase seis milhões de euros devido ao alerta antiterrorista de Agosto contra a ameaça de derrube de aviões entre o Reino Unido e os Estados Unidos. Este montante inclui os bilhetes que se perderam devido à suspensão de 469 voos entre 10 e 14 de Agosto, quando a polícia divulgou que tinha abortado a conspiração terrorista. As perdas contemplam também o aumento de custos devido à assistência e indemnizações aos passageiros afectados pelo cancelamento dos voos. Não obstante, a companhia britânica de baixo custo, com sede no aeroporto londrino de Luton, realçou que mantém as perspectivas de alcançar resultados positivos no final do ano.
A Easyjet divulgou estes valores depois na passada terça-feira a British Airways ter informado que o alerta antiterrorista lhe custou 59,2 milhões de euros. A polícia britânica frustrou a tentativa de, no passado dia 10 de Agosto, fazer cair dez aviões, levando explosivos líquidos ocultos na bagagem de mão.

Clickair

-  A oferta de lançamento da Clickair é válida para todos voos, todos os destinos e para todos os dia em 100 mil bilhetes para as reservas efectuadas ‘on-line’.

-  Companhia ‘low-cost’ detida pelos grupos ACS, Ibéria Iberostar, Nefinsa e Quercus Equity, detendo cada um 20% do capital.
 
-  Poderá usar a máquina logística da Ibéria.

-  As operações a 1 de Outubro, com três Airbus A-320, para Lisboa, Barcelona, Sevilha, Genebra, Zurique e Paris, este último a partir de Madrid e de Sevilha.

-  Em Novembro deverão ser acrescentadas novas rotas: Valência-Paris e Valência-Roma.

-  Até ao final de 2007 a frota será ampliada para 20 aparelhos, aumentando para 30 no ano seguinte, para transportar 10 milhões de passageiros.

-  Investimento previsto até 2009: 120 milhões de euros.


de:
http://diarioeconomico.sapo.pt/edicion/ ... 87228.html


E com isto é o fim do meu sonho de ver uma low-cost nacional. A probabilidade de isto acontecer..agora é mais reduzida.
 

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TOMKAT

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« Responder #9 em: Novembro 07, 2006, 01:09:24 am »
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Aviação: TAP compra Portugália por 140 milhões de euros

Lisboa, 06 Nov (Lusa) - A TAP e a Espírito Santo International firmaram hoje o acordo para a venda da companhia de aviação PGA-Portugália, que a transportadora aérea portuguesa vai adquirir por 140 milhões de euros.

Além da Portugália, a TAP vai ainda adquirir a participação de 6 por cento que esta detém na empresa de 'handling' Groundforce, por quatro milhões de euros, refere um comunicado divulgado pela transportadora aérea liderada por Fernando Pinto.

A participação de 99,81 por cento na PGA vai ser adquirida livre de qualquer passivo, adianta o comunicado.

A companhia esclarece que a concretização destas transacções se encontra dependente da autorização da Autoridade Concorrência, já que a TAP e a Portugália são as duas maiores companhias de aviação a operar em Portugal.

A TAP esclarece ainda que a PGA deverá continuar a manter a identidade própria e as operações já programadas, à excepção da rota Lisboa-Porto, onde será feita uma articulação dos horários de voo das duas companhias.

Citado no comunicado, o administrador-delegado da TAP, Fernando Pinto considera esta aquisição como "um passo estratégico para o desenvolvimento da TAP" ao permitir uma "melhor satisfação da necessidade dos clientes" e a "dinamização dos principais centros de operações, a partir de Lisboa e, sobretudo, a partir do Porto".

Para Fernando Pinto, a aquisição da PGA vai proporcionar à TAP "uma nova dimensão, necessária para poder competir mais equilibradamente com outras companhias estrangeiras".

O presidente do GES, António Luís Roquette Ricciardi, afirmou que o acordo alcançado "vem ao encontro do processo de reestruturação da área não financeira" do Grupo.

TD.

Lusa/Fim
IMPROVISAR, LUSITANA PAIXÃO.....
ALEA JACTA EST.....
«O meu ideal político é a democracia, para que cada homem seja respeitado como indivíduo e nenhum venerado»... Albert Einstein
 

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Jorge Pereira

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« Responder #10 em: Março 06, 2007, 04:13:40 pm »
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A TAP é a décima companhia aérea mais segura do mundo. A avaliação é da edição japonesa da revista Newsweek e inclui 300 transportadoras.

A idade média da frota, o tipo de aviões, a qualidade das instalações e do equipamento de controlo de tráfego aéreo, a qualidade de gestão e o histórico de segurança da empresa foram os principais critérios para esta análise.

O primeiro lugar foi atribuído à British Midland, seguiu-se a finlandesa Finnair e em terceiro lugar ficou a alemã Lufthansa.

Fonte

Um dos primeiros erros do mundo moderno é presumir, profunda e tacitamente, que as coisas passadas se tornaram impossíveis.

Gilbert Chesterton, in 'O Que Há de Errado com o Mundo'






Cumprimentos
 

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Lancero

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« Responder #11 em: Março 12, 2007, 06:31:56 pm »
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Aviação: TAP lucrou 7,3 milhões de euros em 2006

Lisboa, 12 Mar (Lusa) - A transportadora aérea TAP lucrou 7,3 milhões de euros no ano passado, o que contrasta com o prejuízo de 9,9 milhões de euros registado em 2005, anunciou hoje a empresa.

      Este valor supera em 82,5 por cento o objectivo de resultados líquidos de 4 milhões de euros definido para o exercício terminado em Dezembro.

      Em conferência de imprensa, a administração da transportadora aérea explicou que as receitas totais aumentaram 21,7 por cento, enquanto os custos, incluindo o combustível, subiram 18,1 por cento.

      "Estamos muito satisfeitos, porque a TAP não só voltou aos lucros, como ultrapassou as metas, uma vez mais", afirmou o administrador para área financeira, Michael Connoly, durante a apresentação dos resultados.

      Os resultados antes de impostos, juros, depreciação e amortizações (EBITDA) cresceram 61,3 por cento, de 113,8 milhões de euros para 183,6 milhões de euros, um "número excepcional", considerou o administrador.

      As receitas totais atingiram 1.654 milhões de euros e, dentro destas, os proveitos de passagens aumentaram 22 por cento face ao exercício anterior, para 1.338 milhões de euros.

      As receitas de carga, juntamente com as de correio, ultrapassaram os 100 milhões de euros, um valor recorde e que representa um crescimento de 29,4 por cento em relação a 2005.

      Durante o exercício de 2006, a TAP criou voos exclusivos de carga, com "particular destaque para Angola", o que contribuiu para o aumento das receitas na área e para a tornar num "negócio representativo dentro do universo" da companhia, afirmou Michael Connoly.

      Os proveitos na área da manutenção para terceiros aumentaram 11 por cento de 105,8 milhões de euros em 2005 para 117,6 milhões de euros em 2006.

      Isto, para além da operação ter crescido na auto- manutenção, uma vez que a frota da TAP aumentou, com a entrada em funcionamento de dois novos A320 e três novos A330.

      Para além do aumento das receitas, a TAP conseguiu controlar os custos, que cresceram 18,1 por cento, abaixo do crescimento das receitas.

      Em 2006 a TAP contabilizou custos de exploração de 1,470 mil milhões de euros, cerca de um quarto dos quais, apenas com combustíveis.

      A factura com o combustível representou 373 milhões de euros, mais 87 milhões de euros que em 2005.

      Depois de ter contribuído para os prejuízos de 2005, a escalada dos preços do petróleo "voltou a ser um problema em 2006", admitiu Michael Connoly.

      Sem o efeito do combustível, os custos de exploração aumentaram apenas 14,4 por cento.

      A transportadora aérea alcançou perto de 90 por cento de aumento de produtividade entre 2000 e 2006, período durante o qual reduziu 4,6 por cento os recursos humanos e expandiu 67 por cento a operação.

      Os objectivos definidos pelo Governo para a transportadora apontam para lucros de 38 milhões de euros este ano e de 64 milhões de euros em 2008.

      A escalada dos preços do petróleo nos mercados internacionais ditou, em 2005, um regresso da TAP aos prejuízos, que interromperam dois anos consecutivos de lucros.

      Entre 2001 e 2003, a factura com os combustíveis oscilou entre os 140 e os 150 milhões de euros, atingiu os 200 milhões de euros em 2004 e disparou para os 287 milhões de euros em 2005.
"Portugal civilizou a Ásia, a África e a América. Falta civilizar a Europa"

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André

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« Responder #12 em: Agosto 06, 2007, 02:30:07 pm »
TAP facturou 10 M€ a bordo em produtos livres de impostos

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A TAP facturou cerca de 10 milhões de euros no ano passado com as vendas de produtos a bordo, os quais estão isentos de impostos e outras taxas, revela o Correio da Manhã.

Para muitos dos passageiros, estas compras representam a última possibilidade de comprar um presente antes de desembarcar e para outros trata-se de uma oportunidade de comprar mais barato artigos como jóias, relógios, bebidas e tabaco, explica o jornal.
Com efeito, os produtos vendidos estão isentos de impostos, taxas e outros encargos, o que reduz o seu preço. No caso dos artigos de perfumaria e cosmética, por exemplo, é possível adquirir algumas marcas cerca de 20% mais baratas do que nos mercados locais.

Já no caso dos relógios a poupança é na ordem dos 10%, de acordo com fonte da companhia. Os perfumes, tabaco bebidas e jóias, bem como alguns artigos para crianças são dos mais vendidos a bordo.

Dinheirodigital


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turkiko

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« Responder #13 em: Agosto 08, 2007, 10:38:38 am »
Falta de respeito
JORGE MAIA

A TAP pediu desculpa ao FC Porto pelo sucedido no Aeroporto de Lisboa durante a viagem de regresso a Portugal dos bicampeões nacionais após a participação no Torneio de Roterdão. Apesar de, como dizia a minha avó, as desculpas deverem ser evitadas em vez de pedidas, fica bem à TAP pedir desculpa ao FC Porto. Fica-lhe é muito mal limitar esse pedido de desculpas ao clube. Houve mais duas dezenas de passageiros, entre os quais eu me incluo, prejudicados pela decisão de desviar o vôo TP 653 proveniente de Amesterdão directamente para Lisboa, sem a escala prevista no Porto. Duas dezenas de passageiros, muitos dos quais estrangeiros, que ficaram entregues à sua sorte no aeroporto da Portela, sem qualquer tipo de apoio por parte do pessoal de terra da TAP. Duas dezenas de passageiros que foram divididos atabalhoadamente por quatro aviões distintos, o que provocou a fractura de grupos que viajavam em conjunto. Duas dezenas de passageiros que ainda aguardam pela devolução da respectiva bagagem, perdida pela TAP nos corredores do aeroporto de Lisboa. Duas dezenas de passageiros que não mereceram qualquer pedido de desculpas por parte da TAP e que foram excluídos do comunicado com que, ontem, a companhia aérea tentou de forma mais ou menos apressada, fazer as pazes com o FC Porto. Duas dezenas de passageiros que, pelos vistos, não contam para uma companhia aérea de capitais públicos, que já foi salva da falência uma mão-cheia de vezes através da injecção do dinheiro dos impostos que o Governo cobra tão ferozmente em Lisboa como no Porto. Duas dezenas de passageiros, finalmente, que ficam a dever ao FC Porto a publicidade em torno daquela que é uma prática habitual da TAP em total derespeito por quem tem como destino o Aeroporto de Sá Carneiro e que, normalmente, passa completamente impune. O desejável, agora, é que o processo que os portistas vão mover contra a TAP seja suficientemente grave em termos financeiros para a empresa que leve aquela a pensar duas vezes da próxima vez que resolver tratar alguns passageiros como cidadão de segunda.
 

SERVIÇO

"A TAP presta um serviço miserável, apesar de ser uma empresa pública que muitas vezes foi salva da falência com a injecção de capital por parte do Estado"

Rui Moreira, Presidente da Associação Comercial do Porto

In O Jogo

Cumprimentos,
 

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Leonidas

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« Responder #14 em: Agosto 08, 2007, 11:10:11 pm »
Saudações guerreiras

Pelo que me contaram já não seria a primeira vez que houve problemas com o FCP. Até com a selecção já houve uns episódios e que poderá levar a selecção a solicitar outro operadores e... consequentemente mais dinheiro dos portugueses a sair para os cofres de empresas estrangeiras!

Até nas grandes empresas há problemas. Quanto a isso nada a acrescentar. O que para mim é surpreendente é o facto de terem pedido desculpas só a alguns, o que torna pior a situação porque indicia pura discriminação e isso é inaceitável! Alguém que ponha olhos nisto. Alguém que esclareça isto tudo, porque só por este pormenor a situação se degradou ainda mais.

Não sei se a denuncia dos restante passageiros saiu do FCP ou se foi o jornal que investigou, se um ou outro, serviram-se disso para fazer mais barulho, etc. Mas, no caso de terem (FCP) alertado para a descriminação que sofreram os outros passageiros, acho que seria engraçado, numa atitude de solidariedade, o FCP prestar-se a assisti-los também. Com o seu peso exigir também que os outros passageiros mereçam o mesmo tratamento digno de cidadãos de 1ª.

Acho que, a bem da companhia, deveria haver alguém para esclareça isto tudo, pois a coisa para mim, da maneira como é contada não augura nada de bom para ninguém.

Cumprimentos
 

 

Estaleiros Navais de Viana do Castelo: Notícias

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