Portugal melhora no ranking mundial das TIC

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Jorge Pereira

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Portugal melhora no ranking mundial das TIC
« em: Março 28, 2006, 04:46:23 pm »
Citação de: "Diário Digital"
António Eduardo Ferreira
Portugal ascendeu quatro lugares no índice global de competitividade tecnológica NRI ocupando agora o 27º lugar entre 115 países analisados no estudo Global Information Technology Report 2005-2006.

No relatório divulgado esta terça- feira pelo Fórum Económico Mundial e o INSEAD, a classificação de Portugal melhorou de 0,39 pontos (31º lugar na lista de 2004), para 0,56 pontos no ranking 2005-2006, superando países como Espanha (31º), Malta, República Checa, Eslovénia, Itália (42º) Grécia (43º), China (50º), Brasil (52º).

O posicionamento de cada país no NRI resulta de uma avaliação em três dimensões: «enquadramento» (ambiente macro-económico e regulatório, infra- estruturas de rede, etc), do grau de preparação (readiness) de indivíduos, empresas e administração pública em aceder e utilizar os avanços e do uso efectivo das tecnologias por esses agentes.

A lista deste ano é encimada pelos EUA (2,02 pontos), que lidera o ranking pela terceira vez em cinco anos e destronando Singapura, que ocupava o 1º posto na classificação de 2004.

A completar os cinco primeiros lugares, a Dinamarca, Islândia e Finlândia reflectem a primazia relativa dos países nórdicos na capacidade de integrar e usar os avanços das tecnologias de informação e da comunicação (TICs) no esforço de desenvolvimento.

Considerando as quatro categorias do índice geral, Portugal está englobado no segundo grupo em face do DAI (índice de acesso digital), o qual tem como base os dados da União Internacional das Telcomunicações.

O índice NRI mede, assim, a capacidade que cada país tem de acompanhar e tirar proveito – efectivo - do desenvolvimento das tecnologias de informação e da comunicação (TICs) e é considerado na actualidade um dos benchmarking mais abrangentes e reconhecidos na avaliação da competitividade tecnológica, sustentam os promotores do estudo.

A quinta edição do NRI (Networked Readiness Index) tem o patrocínio da Cisco Systems e a colaboração do Insead. A reconhecida escola de gestão colabora na construção do índice desde a primeira edição (2000-2001).
Um dos primeiros erros do mundo moderno é presumir, profunda e tacitamente, que as coisas passadas se tornaram impossíveis.

Gilbert Chesterton, in 'O Que Há de Errado com o Mundo'






Cumprimentos
 

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Marauder

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(sem assunto)
« Responder #1 em: Março 28, 2006, 04:57:20 pm »
Uma boa noticia para variar... :Palmas:
 

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Mike23

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(sem assunto)
« Responder #2 em: Maio 29, 2008, 10:40:08 pm »
Citar
Portugal sobe dois lugares na lista da competitividade


Portugal subiu dois lugares no ranking anual da competitividade do Fórum Económico Mundial (WEF - World Economic Forum). O 22.º lugar luso além de representar uma subida na classificação que mede os mais competitivos, surpreende por surgir à frente de países como Irlanda, Espanha, França e Bélgica.

Os países nórdicos e dois dos tigres asiáticos lideram a tabela, elaborada através da combinação de informação estatística com inquéritos de opinião junto de 11 mil empresários de 117 Estados. A Finlândia mantém a posição do país mais competitivo do Mundo, pela quarta vez em cinco anos. Entre os dez primeiros, constam, ainda, a Suécia (3.º), a Dinamarca (4.º), a Islândia (7.º) e a Noruega (9.º). O facto de estes países contarem com um ambiente económico saudável e com institutos públicos "extremamente transparente e eficientes" é determinante para a obtenção de uma boa classificação, nota o WEF.

Estados Unidos, na segunda posição, Taiwan, na quinta, e Singapura, na sexta, completam a lista dos dez países mais competitivos do Mundo, num ranking que analisou um total de 117 nações.

Espanha desce

A subida de Portugal fica a dever-se aos bons resultados obtidos nos sub-índices ligados aos institutos públicos (15.ª posição) e à tecnologia (20.ª), que compensaram as perdas verificadas no que diz respeito ao ambiente macro-económico (37.º). Mas o país contou, também, com o tropeção de Espanha - caiu seis lugares em relação ao ano passado.

Entre os Vinte e Cinco da União Europeia, Portugal surge num honroso 10.º lugar. O economista e professor na universidade Católica de Lisboa, João César das Neves, deixa, no entanto, um alerta "Não devemos ficar demasiado entusiasmados com estes indicadores, assim como não devemos entrar em pânico quando outros estudos apontam para resultados negativos".

O facto de o ranking ser ordenado com base em critérios "relativos e pouco sólidos" deve refrear entusiasmos, aconselha. "Esta ordenação acaba por ser uma salada de muitas coisas", sublinha César das Neves, que considera a descida de Espanha ainda mais surpreendente do que a subida de Portugal no ranking.

Ambiente negativo

O WEF subdivide cada um dos sub-índices em vários itens. Englobado no capítulo do ambiente macroeconómico - parcela na qual o país obteve o pior resultado -, Portugal aparece em 64.º lugar, no que diz respeito à estabilidade, no 58.º, quanto ao desperdício do Governo, e em 22.º, em relação ao crédito.

Portugal apresenta, ainda neste índice, como principal vantagem comparativa as taxas de juro (no 11.º posto) e, como maiores desvantagens, as expectativas que antecipam um quadro recessivo (103º), a taxa de poupança nacional (94.º) e a taxa de câmbio efectiva (91.º). Ainda como factores negativos para o ambiente macro-económico nacional, o WEF destaca a dívida pública (72.ª posição) e o défice orçamental (71.ª).

No sub-índice relativo às instituições públicas, Portugal ocupa o 16.º lugar no capítulo das leis e contratos e em 19.º no que diz respeito à corrupção. Quanto à classificação da tecnologia, o país aparece em terceiro no sub-índice de transferência tecnológica, mas em 30.º no das tecnologias de informação e comunicação e em 35.º na inovação.

"A competitividade está ligada a aspectos muito diferentes. Não tem a ver com um só detalhe", sublinha João César das Neves. "O quadro competitivo afecta toda a gente. Mas a interpretação da competitividade em cada um dos sectores só pode ser percebida se a informação for desagregada", nota. "Pode ser diferente da agricultura para o comércio, por exemplo".
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