Governo quer alargar direitos marítimos

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Vicente de Lisboa

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Re: Governo quer alargar direitos marítimos
« Responder #90 em: Setembro 23, 2010, 03:58:57 pm »
Citação de: "P44"
e vamos fiscalizar isso com...???? :mrgreen:
 

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Daniel

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Re: Governo quer alargar direitos marítimos
« Responder #91 em: Setembro 23, 2010, 05:37:06 pm »
P44
Citar
e vamos fiscalizar isso com...????

Ouvi dizer que é com motas d`água. c34x  não tenha paciência com a criançada, o que vc acabou de escrever revela uma tremenda falta de respeito pelos demais fóristas, é de lamentar tais palavras não só suas como, do P44 e do caro Luso, uma vez que são velhos tubarões cheios de experiência e de sabedoria dotados, por todo o respeito que possam merecer, nada justifica essa atitude, a não ser que os senhores pretendam ficar com o fórum defesa só pra vcs, pois mal ou bem todos dão o seu contributo para que este fórum tenha alguma vivacidade, pois se ficarem só os que sabem mais a dormir de que muitos acordados, isto fica porreiro pá. :lol:  c34x
A Vida é um teste e uma incumbência de  confiança.
 

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P44

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Re: Governo quer alargar direitos marítimos
« Responder #92 em: Setembro 23, 2010, 08:44:12 pm »
Liricos são os jovenzitos que por aqui pululam actualmente, talvez no dia em que tiverem de dar ao litro saindo debaixo das saias das mamãs percebam o que é a vida.
"[Os portugueses são]um povo tão dócil e tão bem amestrado que até merecia estar no Jardim Zoológico"
-Dom Januário Torgal Ferreira, Bispo das Forças Armadas
 

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nelson38899

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Re: Governo quer alargar direitos marítimos
« Responder #93 em: Setembro 23, 2010, 09:25:23 pm »
Citação de: "P44"
e vamos fiscalizar isso com...???? :roll:

Para a fiscalizar os navios perto da costa tens isto.

"Que todo o mundo seja «Portugal», isto é, que no mundo toda a gente se comporte como têm comportado os portugueses na história"
Agostinho da Silva
 

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PereiraMarques

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Re: Governo quer alargar direitos marítimos
« Responder #94 em: Setembro 23, 2010, 09:59:59 pm »
Citação de: "Daniel"
Pois é uma pena que o senhor já velho, de barbas brancas etc etc, c34x

Falei em nomes? Pelos vistos alguém enfiou a carapuça...
 

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FoxTroop

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Re: Governo quer alargar direitos marítimos
« Responder #95 em: Setembro 23, 2010, 11:01:44 pm »
Citação de: "PereiraMarques"
Citação de: "P44"
ps-tenho pena que não postes mais. Podemos discordar em muita coisa , mas sabes muito mais a dormir que muitos que aqui andam acordados.

Já somos dois. :roll: ...Apenas uma pequena "achega" para o Luso, muitas vezes o pessoal não consegue ler nas tuas "entrelinhas" (contra mim falo), as tuas mensagens são demasiado "densas", "enigmáticas" até, tens de chamar mais os "bois pelos nomes"...Não me digas que estás com medo da Maçonaria ou do SIS :twisted: :twisted: :G-beer2:

Quereis a "papinha" já toda mastigada e já agora o rabinho lavado com água das malvas, não?!!!!! Usai as "celulazinhas cinzentas" como diria o grande Hercule Poirot  :twisted:   :G-beer2:
 

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Luso

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Re: Governo quer alargar direitos marítimos
« Responder #96 em: Setembro 23, 2010, 11:45:28 pm »
Pereira, meu reles republicano, como tu me percebes! :mrgreen:
Agora os putos têm o mundo e mais o outro à sua disposição - coisa que não tive na idade deles, em que a informação sobre quase tudo era escassa e muito desactualizada. Além disso, podem contactar com pessoas de qualidade com a maior das facilidades, oportunidade que também não tive e que me dificultou a minha progressão no conhecimento das coisas. Meus meninos: além da informação que se pode obter sobre isto ou aquilo, há também que aprender que há várias maneiras de ver as coisas, de se encarar a realidade!

- E apesar disso, esses merdas de cristas e calças descaídas, além de não aprender um quercus do que muitos de nós aqui GRATUITAMENTE PARTILHAMOS (julgam que as coisas não custam???) - e repetidamente, por Deus! - ainda nos vêm dar lições!

Depois, também há problemáticas que me eram caras e que agora pouco ou nada significam para mim, por ter começado a encarar a realidade de maneira diferente. Quando se mexem nas fundações a construção tende a cair.

A minha presente preocupação é alertar as pessoas para a necessidade de estarem a tentas a certos factores e eventos que afectam ou afectarão as suas vidas... pessoais.
Porque entendo que há coisas que estão definitivamente perdidas, por a maioria das pessoas parecer abominar o pensamento, ainda para mais as que têm tempo de virem para fora.
Brincadeiras à parte, eu não me considero nada de especial, mas por aquilo que vejo e vivo é muito difícil não se julgar um gnóstico, como diria o Padre Rojão.

Sinceramente, sinto-me cada vez mais num outro patamar. Acima ou abaixo, não interessa. Simplesmente num patamar diferente.

Vejam o seguinte: que povo é o nosso?
Será que o nosso povo tem consciência do que é, do seu ser?
Se tem consciência do que é, terá consciência do que não quer ser, e do que ameaça a sua existência?
Saberá o que ameaça a sua existência?
Quererá saber?
Se não, porquê?

Ou seja, a ideia de uma Defesa, implica saber o que há a defender. Depois de saber o que há a defender, é preciso conhecer as ameaças.
(os putos que chegaram até aqui devem ter ido agora ver a Lua Vermelha).

E aqui há uma imensa vontade de falar de brinquedos, de gente fardada sempre "muito competente" e "dedicada à Nação" que cumpre as ordens de gente escolhida por gente que não a conhece e que não se conhece. E que disso não se importa. Ou seja, irrelevâncias que nos transcendem.
Mas que também podem ser discutidas, atenção!
Mas não é por isso que não deixam de ser irrelevâncias.

A meu ver, a mais importante batalha é pessoal, é travada individualmente e é cultural. O resto vem depois. Muito depois.
Como é sabido, eu gosto muito de fisgas mas já não consigo vislumbrar qualquer importância que elas podem ter sem primeiro se encarar a questão cultural.
E é também a questão cultural que por si só me deixa bastante desanimado e mais preocupado em "salvar almas" individualmente (a começar pela minha) e só aquelas que estiverem preparadas.
As restantes que dêem à perna, se quiserem.
Ai de ti Lusitânia, que dominarás em todas as nações...
 

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P44

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Re: Governo quer alargar direitos marítimos
« Responder #97 em: Setembro 24, 2010, 10:21:34 am »
Quem fala assim não é gago  :G-beer2:
"[Os portugueses são]um povo tão dócil e tão bem amestrado que até merecia estar no Jardim Zoológico"
-Dom Januário Torgal Ferreira, Bispo das Forças Armadas
 

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Crypter

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Re: Governo quer alargar direitos marítimos
« Responder #98 em: Setembro 24, 2010, 11:10:12 am »
Citação de: "P44"
e vamos fiscalizar isso com...???? :roll:

Neste momento, a nivel de patrulhas aéreas não estaremos  bem servido??

Com os P3 (quantos são ao todo??) e com a chegada dos VIMAR?
 

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João Vaz

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Re: Governo quer alargar direitos marítimos
« Responder #99 em: Setembro 24, 2010, 12:36:28 pm »
Citação de: "Vicente de Lisboa"
Citação de: "João Vaz"
Não vale a pena usar as perspectivas. A submissão já foi entregue à ONU, e é maior ainda:


Bem visto, caro Vicente  :mrgreen:

A propósito, o Dia do Mar foi ontem devidamente assinalado...a ver navios.



É um daqueles bens "estratégicos". Tão magnífico, que não se fez nada com ele. Permitimo-nos o luxo de esperar por bons ventos.

Um imenso potencial económico na Plataforma Continental, uma ZEE muito para além da escala dos nossos recursos, algum debate, uma Comissão Estratégica dos Oceanos cujo grandioso Relatório de propostas e objectivos (também eles estratégicos) acerca da "gestão dos assuntos relativos ao Oceano" foi entregue em... 2004.  

Nos 6 anos que decorreram desde então nada houve de concreto.
Onde está o planeamento estruturado da pesquisa, extracção e comercialização desses recursos?

Ah, e aqueles outros pormenores: não dispômos de tecnologia de águas profundas. As nossas infraestrutras portuárias são pouco menos que sub-desenvolvidas.

Pegue-se no orçamento previsto para a capital do TGV no Poceirão e invista-se ordenada e ordeiramente no sector marítimo, a longo prazo. Pois afunde-se a linha de alta velocidade numa carreira Poceirão-Dorsal Atlântica, com desdobramento para Ponta Delgada, onde há o interface com o off-shore da Madeira. Aí teremos dado, deveras, e finalmente, o prometido "salto tecnológico". Amplie-se e modernize-se o Porto de Lisboa, remodele-se a extinta DocaPesca em Algés (actual terreiro de circo). Mexam-se.

Felizmente, temos recursos humanos na investigação científica: Departamento de Oceanografia e Pescas (Horta, Açores), Biologia Marinha (Faro e Lisboa), Instituto Hidrográfico (Lisboa), a própria Marinha.

Mesmo orgulhosamente de bolsos rotos, temos soluções para estruturar este sector com parceiros naturais do espaço CPLP, numa tão comentada aliança atlântica Portugal / Brasil / Angola. As parcerias GALP/PETROBRÁS já existentes, a SONANGOL possuem capital de experiência e... capital a sério.  
Pois é, inscrevemo-nos numa maratona para a qual não temos pernas. Mas tudo bem.

Uma coisa é certa, estamos sempre bem nas "estratégias". Agora porque é que todo este imenso desígnio oceânico avança à velocidade do cacilheiro ronceiro no Mar da Palha?
É só uma questão de encontrar o bode "respiratório". Deve certamente suceder assim porque pensámos em tudo isto rápido demais...ou porque as "oposições" nunca entram "em acordo". Ou quiçá devido à Natureza cruel e injusta, conspirando numa profundidade abissal da Plataforma em pleno oceano.
Alguma coisa há-de ser, hão de descobri-la e hão de demonstrar que afinal existem razões para (mais) este atraso. Estamos bem, estamos protegidos. Devagar se vai ao longe. O Mar pode esperar (isto é tudo muito familiar). É o Portugal queirosiano no seu melhor.



Isto tem o seu quê de inevitável, num país que reclama consigo próprio há mais de 200 anos por ter perdido uma colecção de oportunidades no seu próprio terreno.

Mas está tudo sob controle. Nós sempre treinámos para o desastre.



Panorâmica do Terminal de Carga lisboeta


Infraestruturas portuárias - Cluster da Ericeira


Base avançada dos Açores

Patrulha marítima na Zona de águas profundas
« Última modificação: Setembro 24, 2010, 01:00:27 pm por João Vaz »
"E se os antigos portugueses, e ainda os modernos, não foram tão pouco afeiçoados à escritura como são, não se perderiam tantas antiguidades entre nós (...), nem houvera tão profundo esquecimento de muitas coisas".
Pero de Magalhães de Gândavo, História da Província Santa Cruz, 1576
 

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Cabeça de Martelo

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Re: Governo quer alargar direitos marítimos
« Responder #100 em: Setembro 24, 2010, 12:58:37 pm »
Por acaso na Ericeira está-se a reconstruir o pontão. Depois de as obras acabarem vão fazer outras de forma a construir uma marina para barcos de pesca artesanal, barcos recreativos, etc.

 :roll:
7. Todos os animais são iguais mas alguns são mais iguais que os outros.

 

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Vicente de Lisboa

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Re: Governo quer alargar direitos marítimos
« Responder #101 em: Setembro 24, 2010, 07:45:47 pm »
Citação de: "João Vaz"
Bem visto, caro Vicente  :|
Se as regras da Comissão não forem alteradas, não sei se isto está feito nesta década.

Por outro lado, nada impede o país de ir explorando aquilo a que tem direito, ir aprendendo, criando a infra-estrutura, formando quadros (importantíssimo!) e preparando a sociedade e as empresas.
 

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Vicente de Lisboa

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Re: Governo quer alargar direitos marítimos
« Responder #102 em: Setembro 25, 2010, 09:32:24 pm »
Olhe um mapa "a sair das boas intenções":

Citação de: "Publico"
Europa cria a primeira rede de áreas protegidas marinhas no alto mar

Os ministros do Ambiente de 15 países europeus aceitaram hoje definir seis zonas livres de pesca em zonas remotas do Oceano Atlântico, criando a primeira rede de áreas protegidas marinhas no alto mar, fora do controlo dos Governos.

Fazem parte desta rede seis áreas protegidas de "elevado valor ecológico" que abrangem 285 mil quilómetros quadrados do Atlântico, ou seja, uma superfície semelhante à da Itália. Todas as áreas estão para lá das 200 milhas náuticas (370,4 quilómetros), o limite das zonas económicas exclusivas dos países. A maioria das seis zonas fica a Norte do arquipélago dos Açores e a Oeste da Irlanda. Quatro das seis áreas foram estabelecidas em colaboração com Portugal.

A protecção em causa pode significar proibições à pesca, exploração petrolífera no fundo do mar e, talvez, restrições à circulação de navios.

Actualmente, 1,2 por cento dos oceanos do planeta são áreas protegidas, menos do que os 12 por cento das áreas protegidas nos continentes, segundo Caitlyn Toropova, especialista da União Mundial para a Conservação (UICN).

“Esta é uma medida histórica” que vai dar “um novo estatuto de protecção às espécies que vivem no Atlântico”, comentou Erik Solheim, ministro do Ambiente norueguês, depois das negociações que decorrem desde ontem em Bergen, Noruega. Solheim referia-se a espécies como os tubarões, raias e corais.

“Vamos tentar inspirar outras nações a fazer o mesmo, por exemplo nos oceanos Índico, Pacífico e outros”. Os delegados que participam no encontro em Bergen, sob a égide do grupo OSPAR – que reúne 15 países para a protecção do Atlântico Nordeste – sublinham que a única outra área marinha protegida em alto mar fica a 80 mil quilómetros da Antárctida.

Henrique Cabral, investigador do Instituto de Oceanografia da Universidade de Lisboa, comentou ao PÚBLICO que esta iniciativa "não tem precedentes", até porque a "tradição" tem sido proteger áreas marinhas em continuidade com as áreas terrestres. O especialista salientou também o benefício para os organismos marinhos desta "acumulação de áreas protegidas".

Ainda assim, "os valores que vão beneficiar desta protecção são uma minoria em relação ao que seria necessário proteger".

Henrique Cabral considera que a maior dificuldade desta rede de áreas marinhas é a "dificuldade de fiscalização e em desenvolver acções no local".

Portugal e Islândia, dois casos

Mas o acordo expôs diferenças de pontos de vista entre os países quanto ao planeamento das novas regras das Nações Unidas, que darão direitos aos países se o leito marinho ou a sua plataforma continental se estender para lá das 200 milhas náuticas.

Portugal aprovou zonas protegidas ao largo dos Açores, numa área onde deverá ter direitos extra ao leito marinho. Já a Irlanda recusou. “Estamos muito dependentes do peixe”, lembrou Humberto Rosa, secretário de Estado do Ambiente. “As áreas marinhas protegidas vão ser benéficas para as pescas”.

De acordo com Humberto Rosa, os benefícios de zonas livres de pesca ultrapassarão qualquer ganho futuro possível.

Já a Islândia recusou conceder protecção a uma área de alto mar a Sul da ilha vulcânica, onde reclama direitos sobre o leito marinho, no âmbito da regulamentação das Nações Unidas. O encontro de Bergen aceitou novas negociações sobre a questão até 2012.

Os delegados dizem que a Inglaterra, Irlanda, Noruega e Dinamarca – que também esperam estender as suas zonas económicas exclusivas, apoiaram a Islândia.

“Estamos satisfeitos por terem sido aceites seis áreas marinhas protegidas para lá da jurisdição nacional”, comentou Stefan Lutter, da organização WWF. Mas disse ter ficado decepcionado pela zona ao largo da Islândia ter ficado de fora.

Os 15 países reunidos em Bergen – Bélgica, Dinamarca, Finlândia, França, Alemanha, Islândia, Irlanda, Luxemburgo, Holanda, Noruega, Portugal, Espanha, Suécia, Suíça, Reino Unido e União Europeia - informaram que pretendem rever as regras para novas licenças de exploração de petróleo e gás natural a grandes profundidades.

As dez maiores áreas marinhas protegidas do mundo (em quilómetros quadrados):

1) Área Marinha das Ilhas Phoenix, em Kiribati, no Pacífico (408,342);

2) Parque Marinho da Grande Barreira de Coral da Austrália (343,480);

3) Monumento Nacional Marinho norte-americano Papahanaumokuakea, ao largo do Havai, no Pacífico (334,154);

4) Monumento Nacional Marinho norte-americano Mariana Trench, no Pacífico (247,179);

5) Monumento Nacional Marinho norte-americano das Ilhas Remotas no Pacífico (212,788);

6) Área Marinha Protegida das ilhas Príncipe Eduardo, na África do Sul (180,633);

7) Área Protegida Bentónica Kermadec, na Nova Zelândia (164,840);

8) Reserva Marinha da ilha Macquarie, Austrália (161,895);

9) Reserva Marinha das Galápagos, no Equador, no Pacífico (137,975);

10) Franz Josef Land Zakaznik, ao largo do Norte da Rússia (123,877).
link
 

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Vicente de Lisboa

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Re: Governo quer alargar direitos marítimos
« Responder #103 em: Setembro 25, 2010, 09:41:43 pm »
E olha mais notícias fresquinhas (hoje) sobre isso:

Link

(E olha para mim a aldrabar sobre a Comissão Estar a olhar para a submissão  :mrgreen: )
 

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Vicente de Lisboa

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Re: Governo quer alargar direitos marítimos
« Responder #104 em: Setembro 27, 2010, 04:16:22 pm »
Para quem esteja curioso sobre as novas áreas protegidas em território da nossa Plataforma Continental:



(Sacado com Paint de um PDF da WWF que desenvolve o assunto: Link)
 

 

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