Governo quer alargar direitos marítimos

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zocuni

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Muito bom
« Responder #30 em: Agosto 06, 2007, 01:32:42 pm »
Tudo bem,

Excelente notícia,Comanche.Procurei na internet e achei algumas matérias interessantes,tais como:

Mapa


Video explicativo da RTP,neste site.Tem uma imagem é só clicar.
link


Abraços,
zocuni
 

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Cabeça de Martelo

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« Responder #31 em: Agosto 06, 2007, 02:16:45 pm »
7. Todos os animais são iguais mas alguns são mais iguais que os outros.

 

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comanche

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« Responder #32 em: Agosto 06, 2007, 02:22:04 pm »
Entrevista no jornal 2 de 05-08-2007ao responsável do alargamento da plataforma continental de Portugal.
Ver os 12 minutos iniciais.

http://multimedia.rtp.pt/index.php?vid=1

excelente :wink:
 

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SSK

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« Responder #33 em: Agosto 07, 2007, 10:56:55 pm »
Citar
Teresa Firmino

Tal como no Tratado de Tordesilhas, querem dividir o mar, com tudo o que lá existir. Portugal já leva avanço

Portugal voltou a desbravar o mar. Tornou-se o primeiro país a ter jurisdição sobre uma área para lá das 200 milhas náuticas, onde o mar é de todos. No novo pedacinho de Portugal, para os lados dos Açores, existem fontes de água quente, a 2300 metros de profundidade, onde a luz do sol nunca chega.
Para que quer um país um mundo destes? Porque, entre outras coisas, as fontes hidrotermais são oásis de vida marinha, alguma bem esquisita. Ela adaptou-se a condições extremas, como temperaturas elevadas e um ambiente tóxico, com enxofre, metais pesados, dióxido de carbono ou metano em excesso. Não depende da luz solar e da fotossíntese, mas da síntese que diversas espécies de bactérias fazem de elementos químicos oriundos das fontes hidrotermais, para obterem os nutrientes de que precisam. É nessas invulgares bactérias que assenta a cadeia alimentar: servem de refeição a outros seres vivos, que servem de refeição a outros...
Ao adaptarem-se às condições das fontes, bactérias e outros organismos podem ter desenvolvido moléculas úteis à medicina ou à indústria. Na biotecnologia, as fontes hidrotermais do mar profundo são vistas como um mundo admirável, de onde podem sair produtos industriais ou farmacêuticos surpreendentes.
Metade da cidade do Porto
"Rainbow" é o nome do novo pedaço de Portugal. Situa-se a 40 milhas do limite da zona económica exclusiva (ZEE) dos Açores. A ideia de proteger a riqueza biológica deste campo hidrotermal foi o início de uma história de conquista, em versão pacífica.
Portugal começou por propor, em Outubro de 2006, que o Rainbow fosse uma área protegida sob jurisdição portuguesa, no âmbito da Convenção para a Protecção do Ambiente Marinho no Atlântico Nordeste (OSPAR).
Para esta candidatura, entrou em cena a equipa da Estrutura de Missão para a Extensão da Plataforma Continental (EMEPC), incumbida pelo Governo de provar pela ciência, até 2009, que a parte continental do território português se prolonga mar adentro para lá das 200 milhas da costa (370 quilómetros). Se o provar, Portugal pode esticar-se - mas só pelo leito e subsolo do mar, como estabelece a Convenção das Nações Unidas sobre o Direito do Mar (CNUDM), em vigor desde 1994.
Mas a EMEPC quis apressar as coisas. Defendeu que o Rainbow fosse já reconhecido, formalmente, como parte da plataforma continental portuguesa, com base na informação científica disponível. "Portugal podia, e devia, exercer sobre ele os direitos previstos na CNUDM - ou seja, direitos de soberania sobre a plataforma continental para exploração e aproveitamento dos recursos naturais", refere uma nota de imprensa.
O sim veio no final de Junho, numa reunião dos Estados-membros da OSPAR na Bélgica. Consideraram o Rainbow como área marinha protegida ao abrigo daquela convenção regional e referiram "claramente" que está na "plataforma continental portuguesa alargada, ou seja, dentro da jurisdição nacional", diz a nota.
O novo bocado de chão português tem 2215 hectares: uns 4000 campos de futebol ou cerca de metade da cidade do Porto. Simbólico, mas talvez prenúncio de um país que vai crescer muito mais. Assim o espera Manuel Pinto de Abreu, o engenheiro hidrógrafo e oceanógrafo físico que chefia a EMEPC. Desde meados de 2005 que a sua equipa trabalha para alargar o fundo do mar português.
Até à ZEE, os países têm direito de explorar o que se encontrar na coluna de água e no fundo do mar. Transpor essa "fronteira", embora já só para o fundo do mar, dá trabalho.
Os cientistas têm de reunir uma imensidão de dados (geológicos, geofísicos, hidrográficos...) que provem que a plataforma continental dos seus territórios se prolonga, realmente, para lá das 200 milhas. Portanto, têm de saber onde os fundos marinhos deixam de ter características continentais e já têm características oceânicas. Para encontrar essa transição, usam-se como pistas a morfologia do fundo (um declive acentuado) e a geologia (o fim da continuidade dos materiais geológicos entre a parte emersa e a submersa). O problema, nalguns casos, é que esse limite não é óbvio.
O continente vezes 15?
Portugal, ilhas incluídas, tem 92.083 quilómetros quadrados e uma ZEE de 1,6 milhões de quilómetros quadrados. Até agora, os dados científicos indicam que Portugal poderá alargar-se em cerca de 240 mil quilómetros quadrados, em redor da ZEE do continente e da Madeira, diz Pinto de Abreu. Tirando os 4000 campos de futebol do Rainbow, os Açores ainda não entram nas contas, porque os levantamentos oceanográficos começaram agora. Está lá o navio Almirante Gago Coutinho e, em Setembro, seguirá o D. Carlos I.
No cenário optimista, o fundo do mar português poderá alargar-se em 1,3 milhões de quilómetros quadrados - o que é 14,9 vezes a área de Portugal continental. O cenário menos favorável é o dos 240 mil quilómetros quadrados já prospectados (2,6 vezes a área continental).
Agora, os cientistas correm contra o tempo, um esforço que custará, incluindo missões de navios, 15 milhões de euros. Até 13 de Maio de 2009, o processo de extensão da plataforma tem de estar concluído e toda a documentação tem de ser entregue na Comissão de Limites da Plataforma Continental. Se as suas recomendações forem favoráveis, Portugal poderá então exercer o acto de soberania que é fixar os limites do país. Que surpresas reservarão essas novas parcelas às gerações actuais e futuras? Petróleo? Gás? Metais? Recursos genéticos, de fontes hidrotermais ou não?
"Há quem diga que a plataforma continental é o novo Tratado de Tordesilhas para Portugal, tal a vastidão da área que pode ficar sob jurisdição nacional. Na União Europeia, Portugal já tem a maior ZEE. Com o alargamento da plataforma, passará a ser dos países com maior jurisdição marítima do mundo", diz o jurista Tiago Pitta e Cunha, que coordenou a estratégia portuguesa para os oceanos.
Quando se pergunta qual o significado do Rainbow, Pinto de Abreu sublinha: "É o reconhecimento da jurisdição nacional nessa área, sem sequer termos concluído o processo de extensão da plataforma."
O passo seguinte no Rainbow é gerir e regular a investigação e exploração dos recursos. Se os cientistas de outros países quiserem lá ir, têm de comunicar a Portugal. "É normal que partilhem parte do material recolhido", diz Pinto de Abreu. "Quando há um limite traçado, há uma barreira que geralmente é respeitada."
A incógnita, agora, é saber onde haverá mais bandeiras com as cores portuguesas no chão do Atlântico.

2215
hectares é o tamanho do novo bocado de chão português, no fundo do mar - corresponde a quase metade da cidade do Porto
 

 
in  Público
5 de Agosto de 2007
"Ele é invisível, livre de movimentos, de construção simples e barato. poderoso elemento de defesa, perigosíssimo para o adversário e seguro para quem dele se servir"
1º Ten Fontes Pereira de Melo
 

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comanche

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« Responder #34 em: Agosto 08, 2007, 03:05:17 pm »
Portugal "dá cartas no Mundo" na investigação das fontes hidrotermais



Citar
O cientista Ricardo Serrão Santos garantiu hoje que Portugal "dá cartas no Mundo" na investigação científica das fontes hidrotermais no Atlântico, campos a grande profundidade que estão a merecer a atenção da indústria farmacêutica.
 
Portugal "dá cartas no mundo em termos de investigação científica nas fontes hidrotermais e é mesmo o nono país em termos de produtividade de artigos científicos", assegurou à agência Lusa o director do departamento de Oceanografia e Pescas da Universidade dos Açores.

Segundo disse, esta prestação de Portugal deve-se, em grande parte, "ao papel que a Universidade dos Açores desempenha" nesta investigação submarina, através do departamento universitário da cidade da Horta.

"Há alguns domínios específicos em que a Universidade dos Açores é mesmo a primeira a nível mundial, nomeadamente no estudo dos mexilhões das hidrotermais, porque instalou na Horta um laboratório único que lhe permite fazer estudos sobre fisiologia e genética", explicou o investigador.

Um dos objectivos da investigação científica é encontrar respostas para sectores como a medicina e a indústria farmacêutica, que continuam a financiar as grandes missões aos campos hidrotermais dos oceanos.


Cada vez mais as grandes missões científicas em todo o mundo estão associadas a empresas farmacêuticas, que financiam parte dos trabalhos, procurando mais tarde tirar dividendos das descobertas efectuadas.

Este tipo de investigação científica assume uma maior importância numa altura em que Portugal poderá vir a ter jurisdição sobre uma área do fundo do mar até 350 milhas náuticas, mais 150 milhas do que a actual Zona Económica Exclusiva.

O departamento de Oceanografia e Pescas (DOP) é uma das entidades envolvidas, a par do Governo Regional, na preparação da candidatura a reserva natural das fontes hidrotermais de profundidade existentes ao largo das ilhas.

Segundo Ricardo Serrão Santos, além das candidaturas recentemente aprovadas pela Convenção OSPAR, entidade encarregue da protecção marinha no Atlântico, outras mais poderão surgir num futuro próximo.

A Convenção OSPAR (Oslo/Paris) aprovou recentemente a reclassificação de um conjunto de áreas (Corvo e Canal Pico/Faial) e de fontes hidrotermais (Lucky Strike e Menez Gwen) dentro das 200 milhas da ZEE dos Açores, incluindo, pela primeira vez na história, uma área fora da jurisdição portuguesa, a fonte "Rainbow", situada 40 milhas para além do limite da ZEE nacional.

"Há muitos anos que estamos a desenvolver um dossier sobre as questões das áreas marinhas protegidas em alto-mar, que têm sido financiadas pelo Governo Regional", recordou aquele investigador.

Em Outubro de 2006, numa reunião do Grupo de Trabalho de Habitats e Espécies da OSPAR, realizada na cidade da Horta, foi formalmente apresentada uma candidatura à protecção das fontes hidrotermais.

"Todos os documentos técnicos foram preparados pelo DOP em colaboração com a Direcção Regional do Ambiente, enquanto a Estrutura de Missão para o Alargamento da Plataforma Continental preparou o enquadramento jurídico e específico do Rainbow", explicou Ricardo Santos.

A candidatura do Rainbow (curiosamente o mais pequeno dos três campos hidrotermais), situado a 2.300 metros de profundidade, foi o que mais destaque mereceu pelo facto de ficar fora das 200 milhas da ZEE dos Açores, embora dentro da área de alargamento da plataforma continental portuguesa.

Para o director do DOP, "trata-se de uma área muito importante", que "traz uma mais valia para a investigação científica".

Segundo explicou, o local é fértil em "espécies únicas", que suscitam o interesse dos investigadores, que procuram descobrir propriedades anti-cancerígenas nos organismos de profundidade, que conseguem sobreviver em condições extremas (libertação de gases e temperaturas elevadas).


Ricardo Serrão Santos entende, também, que Portugal deveria investir na construção de um submersível para que possa ter "alguma autonomia na investigação que faz".

Mas isso, realça, implica que o país invista também em navios apetrechados para trabalhar com esses equipamentos.

Actualmente, em toda a Europa, apenas países como a Inglaterra, a Alemanha e a França dispõem de pequenos submarinos, alguns dos quais não tripulados, que permitem descer a grandes profundidades.

 
 

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zocuni

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????
« Responder #35 em: Agosto 09, 2007, 01:49:35 pm »
Citação de: "sierra002"
En el tópico colgué una foto de la ZEE portuguesa.

El foro es http://www.elgrancapitan.org/foro/index.php

El tópico es este:  http://www.elgrancapitan.org/foro/viewt ... 5&start=30

Advierto que está en una sección llamada "Sol y Sombra" a la que solo se puede acceder si estais registrados. Os invito a entrar, es un foro moderado muy correctamente (hubo en el tópico quien insultó a Portugal y fue convenientemente amonestado). Por otro lado... espero que no os parezca yo muy belicoso en dicho tópico.  :?


Caro,Sierra002

Segui sua sugestão e me cadastrei em tal site,contudo para acessar tal fórum "Sol y Sombra",é pré requisito o utilizador ter 100 mensagens,tem outro lá,que só entra quem é convidado.Parece-me secretismo demais.
Gostaria realmente de saber o que se fala de Portugal,nesse tópico,pois nos abertos pouco ou nada se fala.Também não vi por lá utentes portugueses,vi alguns brasileiros a se expressarem em castelhano,também é obrigatório?

Abraços,
zocuni
 

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zocuni

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Trabalho
« Responder #36 em: Agosto 12, 2007, 02:38:11 pm »
Tudo bem,

Artigo sobre as pesquisas oceanográficas em curso.

http://visao.clix.pt/default.asp?CpContentId=333623


Abraços,
zocuni
 

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comanche

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Re: Trabalho
« Responder #37 em: Agosto 12, 2007, 04:30:50 pm »
Citação de: "zocuni"
Tudo bem,

Artigo sobre as pesquisas oceanográficas em curso.

http://visao.clix.pt/default.asp?CpContentId=333623


Abraços,

Muito interessante artigo,

Citar
Momentos depois, a prudência faz-se ouvir. «Prognósticos só no fim do jogo.» O trocadilho é de Manuel Pinto de Abreu, 48 anos, chefe daquela equipa com um nome estranho – Estrutura de Missão para a Extensão da Plataforma Continental (EMEPC) – mas muito nobre propósito: encontrar uma continuidade (geológica, biológica) entre a costa portuguesa e o solo oceânico, e estender a nossa jurisdição para lá das 200 milhas náuticas. Se o trabalho correr bem, serão uma espécie de novos heróis, 900 anos depois de D. Afonso Henriques – e o território nacional poderá voltar a beneficiar de nova expansão. A máxima que os move é característica de todos os exploradores: o fundo do mar português constitui um jazigo de riquezas desconhecidas


É muito bom saber que os cientistas fazem este trabalho com alegria, orgulho e prazer, tudo no sentido das suas realizações pessoiais e profissionais, e principalmente por terem consciência que estão a dar um enorme contributo para o engrandecimento Portugal.

Cumprimentos.
 

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Luso

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« Responder #38 em: Agosto 12, 2007, 09:19:14 pm »
Citando um post do Comanche Portugal defende criação de uma Política Marítima Europeia , pergunto-me o que é que estes tipos - o "governo" - andam a beber.

- Primo: querem alargar os direitos marítimos para os defender com que meios?

- Secundo: Reivindicar uma parcela de território para depois ser policiado por uma polícia maritíma europeia. Afinal em que é que ficamos?

O que vale é que eu sei é que TUDO isto é só soundbyte. Porque eles não querem saber nem deuma coisa nem de outra. O que interessa é o teatro para tentar passar a ideia que se está a fazer alguma coisa, ideias essas que saem não deles - incapazes - mas de algum subalterno de algum organismo que lá consegue vender o seu peixe.
Ai de ti Lusitânia, que dominarás em todas as nações...
 

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zocuni

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Meios
« Responder #39 em: Agosto 13, 2007, 12:12:44 am »
Citação de: "comanche"
Ricardo Serrão Santos entende, também, que Portugal deveria investir na construção de um submersível para que possa ter "alguma autonomia na investigação que faz".

Mas isso, realça, implica que o país invista também em navios apetrechados para trabalhar com esses equipamentos.

Actualmente, em toda a Europa, apenas países como a Inglaterra, a Alemanha e a França dispõem de pequenos submarinos, alguns dos quais não tripulados, que permitem descer a grandes profundidades.


Tudo bem,

Como curioso nestas questões,gostaria que os especialistas nestas questões,de saber.Que navios apetrechados são esses e como seriam esses pequenos submarinos não tripulados?

Abraços,
zocuni
 

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comanche

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Re: Meios
« Responder #40 em: Agosto 14, 2007, 03:13:11 pm »
Citação de: "zocuni"
Citação de: "comanche"
Ricardo Serrão Santos entende, também, que Portugal deveria investir na construção de um submersível para que possa ter "alguma autonomia na investigação que faz".

Mas isso, realça, implica que o país invista também em navios apetrechados para trabalhar com esses equipamentos.

Actualmente, em toda a Europa, apenas países como a Inglaterra, a Alemanha e a França dispõem de pequenos submarinos, alguns dos quais não tripulados, que permitem descer a grandes profundidades.

Tudo bem,

Como curioso nestas questões,gostaria que os especialistas nestas questões,de saber.Que navios apetrechados são esses e como seriam esses pequenos submarinos não tripulados?

Abraços,


Como é sabido não existem muitos submersiveis no mundo capazes de descer a grandes profundidades, os MIR russos foram construidos na Finlândia, a França, Japão, USA, também têm submersiveis.
Assim que Portugal tiver área de jurisdição do seu mar defenida, devia pensar em adquirir este tipo de equipamento, para sermos autosuficientes, e podermos assim explorar os nossos recursos.

http://en.wikipedia.org/wiki/MIR_%28submersible%29
http://fr.wikipedia.org/wiki/Nautile_%28sous-marin_de_poche%29
http://en.wikipedia.org/wiki/DSV_Alvin
 

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zocuni

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MIR
« Responder #41 em: Agosto 14, 2007, 03:33:37 pm »
Tudo bem,

Obrigado,Comanche.Realmente não conhecia esse MIR,russo.Fiz a pergunta,pois pelo que li o Nautile(IFREMER) está sendo utilizado nessas pesquisas,um outro foi usado na década passada o Alvin(WHOI),só que estes são tripulados(2/3)que descubruiu a região "Saldanha".
Estão sendo usados,os navios hidrográficos da marinha(D.Carlos e Alm.Gago Coutinho),o navio arrendado (Kommander Jack),o navio (Arquipélago),do DOP,o Nautile francês e outras lanchas menores.
Penso que poderiamos também ter um,seria muito bom e útil.Qual seria o custo?

Abraços,
zocuni
 

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comanche

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« Responder #42 em: Agosto 14, 2007, 07:07:55 pm »
Não sei quanto custaria a preços a actuais um barco e um submersivel, mas gostaria de saber.
 

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SSK

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« Responder #43 em: Agosto 14, 2007, 07:28:21 pm »
Caro comanche os termos é um navio ou embarcação caso seja mais pequeno, bem como se chama submarino visto os submersíveis acabaram quando se inventou o mastro snorkel (inventado no final da 2ªGM).

Os preços variam com o recheio. Qual é o objectivo fiscalizar ou defender/atacar? Qual é a ameaça, são os "pescas", narcotráfico, imigraçãom ilegal. Como pode ver são tantas as variáveis.

Com tantas variáveis que existem o que aconselho é que vejam a armada da dinamarca com os seus navios modelares.
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Pesquisa
« Responder #44 em: Agosto 14, 2007, 08:37:20 pm »
Tudo bem,

SSK,o objectivo seria pesquisa oceanografica a altas profundidades(mais de 4.000m).Tipo esse Nautile ou esse MIR.Não seria na vertente bélica.Por acaso você sabe o custo disso,ou onde encontrar?Obrigado.

Abraços,
zocuni
 

 

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