Sector da Saude - Hospitais, etc..

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Lusitano89

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Re: Sector da Saude - Hospitais, etc..
« Responder #75 em: Março 31, 2012, 05:47:53 pm »
Algarve já tem um centro cardíaco

O Hospital Particular do Algarve abre hoje o primeiro centro cardíaco na região, que possibilita a realização de cirurgias não asseguradas pelo Serviço Nacional de Saúde no Hospital de Faro, disse o diretor do serviço de cardiologia. Em declarações à Lusa, José Baptista realçou a importância da abertura deste serviço para os doentes do Algarve, que “passarão a ter a hipótese de ser submetidos a cirurgias cardíacas sem terem de se deslocar a Lisboa, como acontece com os utentes do Serviço Nacional de Saúde”.

Como o Hospital de Faro não faz este tipo de cirurgias, os doentes são encaminhados para unidades de saúde em Lisboa, situação que agora pode ser alterada para quem possa pagar o valor inerente a uma operação cardíaca.

Os doentes do Serviço Nacional de Saúde que não tenham essa possibilidade vão continuar a ser encaminhados para hospitais da capital, uma vez que o Hospital Particular do Algarve não tem acordo com a Administração Regional de Saúde (ARS) do Algarve.

Questionada pela Lusa sobre uma eventual colaboração que permitisse aos doentes do Algarve poderem ser assistidos no novo centro cardíaco e evitar deslocações para Lisboa, a ARS do Algarve, através da assessoria de imprensa, disse apenas que “até agora não chegou nenhuma proposta para uma eventual colaboração com o Hospital Particular do Algarve”, frisando que “essa iniciativa nunca passará pela ARS”.

“Até aqui os doentes tinham que ser enviados para Lisboa, mas a partir de agora para os casos, por exemplo, de um agravamento súbito da condição cardíaca, o centro é uma mais-valia muito importante”, considerou o diretor do Serviço de Cardiologia, frisando também “a importância para o Turismo e para os estrangeiros que visitam a região e tenham um problema”.

José Baptista sublinhou que o Hospital Particular do Algarve montou o centro com base num projeto criado há cerca de dez anos, quando começou a apostar na cardiologia para colmatar a falta de cobertura do SNS nesta área na região.

“Num momento em que o país está em crise, o Hospital decidiu dar um passo em frente e criar este centro. O que pretendemos é dar uma resposta de qualidade, numa valência que só existia a 300 quilómetros de distância”, acrescentou.

José Batista admitiu a possibilidade de, no futuro, o centro poder acolher doentes do SNS, mas frisou que “a decisão de avançar não foi tomada a contar com isso”, porque ao longo dos anos o Hospital Particular do Algarve passou a contar com um número grande de doentes na área da cardiologia.

O centro representa um investimento de 35 milhões de euros.

Lusa
 

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Lusitano89

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Re: Sector da Saude - Hospitais, etc..
« Responder #76 em: Abril 03, 2012, 05:40:04 pm »
Hospitais do Alto Minho devem 18,3 milhões de €€


A Unidade Local de Saúde do Alto Minho (ULSAM) terminou o ano de 2011 com dívidas a fornecedores de 18,3 milhões de euros, menos quatro milhões do que no ano anterior, mas um valor que a administração considera preocupante.

"O montante da dívida, apesar do esforço da instituição, é relevante, principalmente para o tecido económico credor e merece desta administração preocupação e atenção", disse hoje à Agência Lusa Franklim Ramos, presidente do conselho de administração.

A ULSAM, Entidade Pública Empresarial, reúne os dois hospitais do distrito (Viana do Castelo e Ponte de Lima), além de 13 centros de saúde e outras valências, sendo que a 31 de dezembro de 2010 a dívida total a fornecedores era de 22,2 milhões de euros. No final de 2011, segundo o relatório que acaba de ser disponibilizado pela administração, a ULSAM somava uma dívida total a fornecedores de 18,3 milhões de euros.

Contudo, Franklim Ramos recorda que "a sua redução e liquidação depende da tutela", que, a 31 de dezembro de 2011, "devia à ULSAM, com referência ao contrato programa de 2010, cerca de 18 milhões de euros".

"Montante inserido no Orçamento do Estado de 2010 e, portanto, por direito pertencente ao Alto Minho, verbas de faturação de Convenções Internacionais de cerca de 7,5 milhões de euros, bem como as verbas correspondentes ao cumprimento do contrato programa 2011, mas ainda não validadas", sublinha o administrador.

Entre prazos de 90 a 120 dias, o total de dívidas da ULSAM é de 4,2 milhões de euros, de 120 a 240 dias de 11,5 milhões de euros e de 240 a 360 dias de 1,1 milhões de euros.

Já com mais de um ano de atraso estão pagamentos no valor de 1,5 milhões de euros.

Só em Meios Complementares de Diagnóstico e Terapêutica (MCDT) a ULSAM tem pagamentos em atraso de 8,5 milhões de euros.

"No ano 2011, a ULSAM procedeu a um forte ajustamento da utilização dos recursos e racionalização dos gastos, nomeadamente redução de MCDT e não realização de investimentos previstos, fator essencial para a redução verificada", refere Franklim Ramos.

Acrescenta, ainda, que as verbas entretanto transferidas pelo Estado "referem-se a 85 por cento do orçamento aprovado, limitando a gestão de tesouraria".

DN
 

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Lusitano89

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Re: Sector da Saude - Hospitais, etc..
« Responder #77 em: Abril 12, 2012, 07:14:35 pm »
Investigadores portugueses descobrem teste de detecção de tuberculose rápido e barato


Dois investigadores portugueses descobriram um novo teste para diagnóstico da tuberculose, mais rápido e mais barato, um feito que lhes valeu a atribuição de um prémio de mérito que será entregue na sexta-feira. Pedro Viana Baptista, do departamento de Ciências da Vida da Faculdade de Ciências e Tecnologia da NOVA, e Miguel Viveiros Bettencourt, do Instituto de Higiene e Medicina Tropical, descobriram um sistema inovador para detectar o agente etiológico da tuberculose e as mutações mais frequentemente implicadas na resistência a antibióticos.

Em declarações à Lusa, Pedro Baptista explicou que «dentro das problemáticas da tuberculose, um dos principais factores de combate é a identificação da infecção», nomeadamente porque as técnicas são demoradas ou muito caras e grande parte da tuberculose dá-se em países sem recursos financeiros.

Além disso, a tuberculose «tem ganho mecanismos de resistência» que dificultam ainda mais a sua detecção.

No estudo premiado, intitulado 'Nano TB Nanodiagnostics for XDRT at a point-of-need', utiliza-se um sistema de nanotecnologia para fazer um diagnóstico molecular e identificar a presença, ou não, do organismo e se tem padrão de resistência.

«Utilizam-se nanoparticulas de ouro, que ficam estáveis e apresentam uma coloração vermelho rubi quando detectam a presença de DNA do microrganismo que causa a tuberculose e sequencias associadas à resistência a antibióticos», explicou.

Em contrapartida, na ausência do microrganismo, as nanoparticulas não ficam estáveis e, juntando-lhes sal, adquirem uma coloração azul, acrescentou.

Por serem necessárias apenas pequenas quantidades, é possível cortar no preço, salientou o investigador, especificando que, tendo em conta apenas o cálculo do custo directo (sem margem de lucro), esta técnica é 10 vezes mais barata do que as actualmente utilizadas.

Pedro Baptista adiantou que este modelo de detecção já funciona e está em fase de validação.

Uma vez alcançado este primeiro objectivo, poderá ser feita a transposição do laboratório para regiões onde as populações são mais afectadas pela doença e onde existem mais fracos recursos.

«Pode ser usado descentralizadamente, em hospitais de campanha, independente de todas as tecnologias», explicou, comparando com os testes de gravidez que se compram nas farmácias.

O investigador afirmou existirem já algumas empresas nacionais e alguns consórcios europeus interessados na transferência de tecnologia do protótipo.

Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), a tuberculose persiste como uma das mais sérias doenças infecciosas a nível global, com cerca de 1,1 milhões de mortes e 8,8 milhões de novos casos em 2010.

O Prémio de Mérito Científico Santander Totta/Universidade Nova será entregue numa cerimónia a decorrer sexta-feira na reitoria da Universidade Nova, com a presença de Jorge Sampaio, enviado do secretário-geral das Nações Unidas para a tuberculose, e do director-geral da Saúde, Francisco George.

Lusa
 

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Re: Sector da Saude - Hospitais, etc..
« Responder #78 em: Abril 19, 2012, 01:52:59 pm »
Oeste: Fecho de urgência pode aumentar mortes em ambulâncias


O presidente da câmara de Torres Vedras (PS) escreveu ao ministro da Saúde a alertar que as 96 mortes ocorridas nas ambulâncias do concelho no último ano podem vir a aumentar, se a urgência médico-cirúrgica do hospital vier a encerrar. No ofício enviado ao ministro da Saúde, a que a agência Lusa teve hoje acesso, citando dados dos bombeiros de Torres Vedras, Carlos Miguel refere que cem pessoas morreram no último ano nas ambulâncias no concelho, na sequência de paragens cardiorrespiratórias.

O autarca alerta que se prevê que mais pessoas venham a morrer nas ambulâncias, se a urgência médico-cirúrgica da cidade encerrar, uma vez que a distância dos doentes do concelho até à urgência de Caldas da Rainha passa de 12 para 40 quilómetros, aumentando "quatro vezes mais" o tempo de deslocação das ambulâncias.

"Quantas mais pessoas irão morrer no transporte até terem assistência médica, quem é o responsável pelo aumento previsível de mortes sem terem assistência médica, quem irá pagar as vidas", questiona Carlos Miguel.

O presidente da autarquia lembra que Torres Vedras é o concelho com maior área territorial do distrito de Lisboa, obrigando os cidadãos a deslocarem-se até 12 quilómetros para se deslocarem de uma ponta do concelho até à atual urgência.

Na quarta-feira, Carlos Miguel reuniu com vários grupos parlamentares, na sequência de uma petição subscrita por mais de 4600 cidadãos contra o encerramento da urgência.

Os subscritores sensibilizam o Ministério da Saúde e a ARSLVT para que, "a ser inviável a manutenção de ambas as urgências médico-cirúrgicas, que se mantenha a de Torres Vedras".

A posição é sustentada pelo critério geográfico de Torres Vedras se localizar mais a sul, tendo em conta que a população de toda a região tem como hospital central de referência o de Santa Maria, em Lisboa.

De acordo com uma proposta da Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo (ARSLVT), o Ministério da Saúde pretende transformar a urgência médico-cirúrgia do Centro Hospitalar de Torres Vedras (CHTV) em básica, mantendo a urgência médico-cirúrgica das Caldas da Rainha.

Além disso, quer encerrar o bloco de partos e a urgência pediátrica em Torres Vedras, concentrando estes serviços nas Caldas da Rainha, que, por sua vez, perde a ortopedia e a cirurgia em prol de Torres Vedras.

Os autarcas da região aguardam uma decisão definitiva do Ministério da Saúde, que tinha dado o prazo até ao final de março.

A região Oeste é servida pelo Centro Hospitalar Oeste Norte (Caldas da Rainha), que abrange os concelhos de Alcobaça, Bombarral, Caldas da Rainha, Nazaré, Óbidos e Peniche, e pelo Centro Hospitalar de Torres Vedras, que serve o Cadaval, Lourinhã, Torres Vedras e parte do concelho de Mafra.

Lusa
 

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Lusitano89

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Re: Sector da Saude - Hospitais, etc..
« Responder #79 em: Abril 27, 2012, 05:55:26 pm »
Grávidas de Bragança fazem 200 quilómetros para ecografia morfológica


As grávidas de Bragança voltaram a ter de se deslocar quase duzentos quilómetros para fazer um dos mais importantes exames pré-natais, a ecografia morfológica, devido à falta de um profissional com a habilitação necessária.

Responsáveis dos serviços de saúde confirmaram à Lusa que há já "alguns meses" que não pode ser feita em Bragança a ecografia do segundo trimestre, que é realizada entre as 18 e as 22 semanas de gravidez e permite detetar anomalias no feto.
 
As grávidas que queiram fazê-la pelo Serviço Nacional de Saúde têm agora de se deslocar quase 200 quilómetros até Amarante para realizar o exame, que só desde agosto de 2007 é que começou a ser feito em Bragança.
 
O presidente do concelho de Administração da Unidade Local de Saúde (ULS) do Nordeste, António Marçôa, disse hoje à Lusa que o especialista que assegurava este serviço, deslocando-se periodicamente a Bragança, deixou de o fazer.
 
Como na região não existe um ecografista com habilitação para realizar o exame, a ULS decidiu contratualizar o serviço a uma clínica privada, a Clipóvoa, de Amarante.
 
O presidente d ULS garantiu que "a medida é temporária até se conseguir encontrar um médico que assegure o serviço" em Bragança.
 
Ao contrário das restantes ecografias, que são realizadas por obstetras, esta exige um profissional diferenciado, que nunca existiu m permanência na região.
 
O diretor clínico para os cuidados hospitalares da ULS, Domingos Fernandes, explicou à Lusa que se trata de um exame que "é altamente diferenciado, que permite com qualidade diagnosticar malformações no feto, numa altura em que é fundamental fazê-lo".
 
Como deixou de haver condições para fazer o exame em Bragança, "tentou-se encontrar um equilíbrio entre a comodidade e a qualidade e segurança", disse o diretor clínico, para justificar a escolha da clínica de Amarante.
 
O responsável frisou que "o diagnóstico pré-natal continua a ser feito quase na totalidade em Bragança, com a exceção deste exame".
 
O antigo Centro Hospital do Nordeste, que agora foi integrado na ULS, junto com os centros de saúde da região, fez um acordo, em 2007, com um ecografista do Hospital de Santo António, no Porto.
 
O profissional passou a deslocar-se duas vezes por semana a Bragança para realizar o exame, mas deixou de o fazer "há alguns meses", segundo o presidente da ULS, que não adiantou os motivos.
 
O serviço prestado por este profissional garantia mais conforto e rapidez às grávidas.
 
O diretor clínico da ULS afirmou que, relativamente ao custo das deslocações, a unidade "assegura o que está previsto na lei, que é o reembolso do valor equivalente ao custo do transporte público".

Lusa
 

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Lusitano89

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Re: Sector da Saude - Hospitais, etc..
« Responder #80 em: Maio 02, 2012, 10:12:31 pm »
Hospital de Loures com mais consultas para abortar do que para ter filhos


A responsável pela Espírito Santo Saúde, entidade que gere o Hospital de Loures, disse hoje que, em março, houve mais pessoas naquela unidade para realizarem abortos do que a marcarem consultas para terem filhos.

"Tivemos mais consultas de interrupção voluntária da gravidez do que de obstetrícia [para terem filhos]. E algumas das pessoas a repetirem segunda e terceira vez", sublinhou Isabel Vaz, em Fátima, durante a sua intervenção no XXIV Encontro Nacional da Pastoral Social.
 
À Agência Lusa, Isabel Vaz notou que estes são os primeiros números desde que iniciaram a gestão em fevereiro e dizem respeito a março.
 
"Isto não tem nada a ver com ser ou não católico", destacou a responsável daquela entidade do Grupo Espírito Santo, lembrando que "a cobertura universal dos cuidados de saúde não é possível".
 
Isabel Vaz sustentou que uma das "discussões sérias que tem que ser feita" é "sobre o que deve ser de facto pago por todos nós", porque "não há dinheiro para pagar tudo". Ou seja, "há que fazer escolhas", defendeu.
 
A responsável explicou que "não vale a pena fazer declarações de amor ao Serviço Nacional de Saúde (SNS)". O que é imperioso, sustentou, é "gerir melhor".
 
A presidente da comissão executiva da Espírito Santo Saúde salienta que "o ministro [da Saúde] Paulo de Macedo tem carradas de razão quando fala do combate ao desperdício".
 
A responsável da Espírito Santo Saúde afirmou que as despesas com a saúde em Portugal "vão continuar a crescer" e que isso coloca em causa a sustentabilidade do SNS.
 
Isabel Vaz defendeu que é preciso acabar com o mito dos malefícios das Parcerias Público-Privadas e destacou que "as pessoas em necessidade não diabolizam o setor público ou privado", sustentando que, em Portugal, "não existem doenças rentáveis, mas uma péssima definição de preços".
 
Por outro lado, disse ainda, é preciso desfazer outros mitos como os da exigência da exclusividade médica, "de que os velhotes é que dão cabo disto [SNS] tudo", e, ao mesmo tempo, perceber que é essencial investir na tecnologia e na prevenção das doenças crónicas.
 
A intervenção da presidente da comissão executiva da Espírito Santo Saúde foi realizada na sessão da tarde no primeiro dia dos trabalhos do XXIV Encontro Nacional da Pastoral da Saúde, que decorre em Fátima até ao próximo sábado.
 
A iniciativa, promovida pela Comissão Nacional da Pastoral da Saúde da Igreja Católica Portuguesa, está subordinada ao tema "Cuidados de Saúde, Lugares de Esperança (A Saúde em Portugal)".

Lusa
 

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Camuflage

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Re: Sector da Saude - Hospitais, etc..
« Responder #81 em: Maio 03, 2012, 02:11:24 am »
"Isto não tem nada a ver com ser ou não católico", destacou a responsável daquela entidade do Grupo Espírito Santo, lembrando que "a cobertura universal dos cuidados de saúde não é possível".

"durante a sua intervenção no XXIV Encontro Nacional da Pastoral Social."

 :lol:


Olhem mais para os mecanismos de prevenção e percam menos tempo a tagarelar. É só começar a educar para a saúde: miúdos e graúdos.
 

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Cabeça de Martelo

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Re: Sector da Saude - Hospitais, etc..
« Responder #82 em: Maio 03, 2012, 02:43:54 pm »
Citar
"Tivemos mais consultas de interrupção voluntária da gravidez do que de obstetrícia [para terem filhos]. E algumas das pessoas a repetirem segunda e terceira vez", sublinhou Isabel Vaz, em Fátima

Mas que lindo... :evil:  :evil:
7. Todos os animais são iguais mas alguns são mais iguais que os outros.

 

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Lusitano89

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Re: Sector da Saude - Hospitais, etc..
« Responder #83 em: Maio 03, 2012, 08:38:35 pm »
Aborto: Meio milhar fez mais do que um em 2011 e oito já tinham feito mais de dez


Perto de 500 mulheres realizaram em 2011 mais do que uma interrupção da gravidez e oito já tinham realizado mais de dez abortos anteriormente, de acordo com o relatório da Direção Geral de Saúde (DGS). O documento com o registo das Interrupções da Gravidez (IG) em 2011, hoje disponibilizado pela DGS no seu site, revela que nesse período foram realizadas 20.290, das quais 97 por cento (%) por opção da mulher até às dez semanas.
 
Das mulheres que realizaram uma IG em 2011, 74,1% nunca tinha realizado um aborto anteriormente, 20,4% tinham realizado uma, 4,2% tinham feito duas e 1,3% já tinham feito três ou mais no decorrer da sua idade fértil.
 
Das IG realizadas no ano passado, 464 (2,3%) referiam-se a mulheres que já tinham realizado um aborto em 2011.
 
O documento indica ainda que sete das mulheres que realizam IG em 2011 tinham feito seis abortos anteriores, três tinham realizado sete, três fizeram oito e oito mulheres já se tinham submetido a mais de dez intervenções do género.
 
Em relação à idade da mulher, as classes em que se verificaram mais IG correspondem aos intervalos 20-24 anos (22,6%), 25-29 anos (21,8%) e 30-34 anos (20,5%).
 
A IG em mulheres com menos de 20 anos mantém uma tendência decrescente (11,7% em 2011 e 12,1% em 2010), o que se deveu à diminuição de casos no grupo das menores de 15 anos. Ainda assim, 82 mulheres que interromperam a gravidez no ano passado tinham menos de 15 anos.
 
Os autores do documento identificaram uma alteração na distribuição das mulheres no que respeita à sua situação laboral, registando um aumento relativamente a anos anteriores nos grupos das desempregadas (19,4%) e das 'Agricultoras, Operárias, Artífices e outras Trabalhadoras Qualificadas (19%).
 
Sobre os companheiros destas mulheres, desconhecia-se a sua situação laboral em 31,4% dos casos.
 
No período em análise, mais de metade (51,8%) das mulheres que efetuaram uma IG até às 10 semanas de gestação, por opção, referiram ter um a dois filhos e 40% disseram não ter filhos.
 
A maioria das IG (66,9%) por opção da mulher foi feita em unidades do Serviço Nacional de Saúde (SNS), o que “constitui uma diminuição de cerca de 2,6% relativamente a 2010”, refere o relatório.
 
Nas IG realizadas em instituições do SNS, “48% decorreu de acesso direto das mulheres à consulta hospitalar (iniciativa própria), 38,3% teve uma referenciação prévia dos cuidados de saúde primários (encaminhamento do centro de saúde) e 5,7% decorreu de encaminhamento de outras unidades hospitalares públicas”.
 
Em relação às unidades privadas, “45,4% das mulheres foram encaminhadas por unidades hospitalares públicas, 32% [foram encaminhadas] a partir dos cuidados de saúde primários e 21,3% procurou estas unidades por iniciativa própria e não ao abrigo de encaminhamento do SNS”.
 
As IG são maioritariamente realizadas recorrendo a medicamentos (65%), mas de forma diferente consoante a unidade de saúde seja pública ou privada.
 
Nas unidades do SNS, a grande maioria das interrupções (96%) são realizadas utilizando medicamentos, enquanto a quase totalidade das unidades privadas (98%) opta pelo método cirúrgico.

Lusa
 

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Camuflage

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Re: Sector da Saude - Hospitais, etc..
« Responder #84 em: Maio 03, 2012, 10:43:18 pm »
Não sei porque isto causa tanta consternação ou admiração. A repetição do abordo já ocorria quando este era ilegal, não por o legalizar que iria deixar de ocorrer, o que se passa é que antigamente não havia noção dos números porque era feito em vãos de escada, agora sabe-se o que se passa e como tal deviam investir na educação das pessoas. Ilegalizar é o maior erro porque as mulheres vão continuar a fazê-lo recorrendo a métodos nocivos aumentando dessa forma a despesa médica porque acabam, tal como antigamente por ir parar aos hospitais com hemorragias internas e necessitam de cirurgias ou intervenções caras.

Eduquem as pessoas para a sexualidade e planeamento familiar sem tabus ou jesus pelo meio, terão com certeza melhorias no futuro.
 

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Lusitano89

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« Responder #85 em: Maio 08, 2012, 08:52:59 pm »
 

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« Responder #86 em: Maio 09, 2012, 10:23:16 pm »
Portugueses criam vacina contra infeções nos recém-nascidos


Um grupo de investigadores do Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar (ICBAS) do Porto anunciou hoje ter desenvolvido uma vacina contra o principal agente causador de infeções nos recém-nascidos, o Streptococcus agalactiae, responsável pela septicemia e pela meningite.

O estudo científico, que já foi publicado na revista "PLOS Pathogens", foi liderado pela investigadora Paula Ferreira.

Esta investigadora explicou à Lusa que, "por enquanto, a única forma de controlar esta infeção é a administração profilática de antibióticos às grávidas".

Muito embora este tratamento tenha conduzido a "um decréscimo significativo" na incidência global desta infeção no recém-nascido, o problema continua a ser "a principal causa de morbilidade e mortalidade neonatal, nomeadamente por septicemia ou meningite", salientou Paula Ferreira.

Neste contexto, e porque "a vacinação maternal representa uma alternativa atrativa à administração de antibióticos", a equipa do Laboratório de Imunologia do ICBAS tem vindo a estudar formas de combater a bactéria que se encontra presente no trato genital feminino.

Aliás, segundo a investigadora, "várias vacinas já foram propostas, a nível mundial, mas carecem de universalidade, uma vez que não conferem proteção para todas as bactérias desta espécie".

O projeto do grupo de investigadores do ICBAS conseguiu, pela primeira vez, desenvolver "uma vacina capaz de combater todas as bactérias do agente infecioso".

Quando a vacina foi testada num modelo animal, "verificou-se que os nascidos de mães vacinadas estavam protegidos da infeção, ao contrário dos ratinhos nascidos de mães não vacinadas", explicou Paula Ferreira.

O artigo publicado na revista "PLOS Pathogens" refere que a equipa do ICBAS usou como alvo uma proteína [a gliceraldeído-3-fostato desidrogenase], produzida por esta bactéria, que induz no hospedeiro a produção de um fator imunossupressor, a interleucina 10 (IL-10).

"Mostrámos ainda que a elevada suscetibilidade do recém-nascido à infeção por esta bactéria se deve à propensão do recém-nascido em produzir IL-10, que impede o recrutamento de uma célula imune, muito importante para a eliminação da bactéria, o neutrófilo", referiu a docente do ICBAS.

Por outro lado, a investigação concluiu que a vacinação materna impede esta produção de IL-10, permitindo o recrutamento do neutrófilo para os órgãos infetados, levando assim à eliminação do Streptococcus agalactiae.

Lusa
 

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« Responder #87 em: Maio 15, 2012, 07:18:19 pm »
Estudo coloca Portugal em 25º lugar nos sistemas europeus de saúde


Portugal surge em 25.º lugar na classificação de sistemas de cuidados de saúde de 34 países europeus, divulgada hoje em Bruxelas pela organização Health Consumer Powerhouse, que sublinha os «longos tempos de espera» e os «resultados medíocres».

Com um total de 589 pontos em mil possíveis, no conjunto de 42 indicadores de desempenho, Portugal caiu quatro posições relativamente ao posto que ocupava em 2009, e é agora o sétimo país da União Europeia com pior resultado, surgindo na lista, apenas à frente de Lituânia, Polónia, Hungria, Albânia, Macedónia, Letónia, Roménia, Bulgária e Sérvia, país que se encontra na «cauda» da tabela, com 451 pontos.
 
No extremo oposto, a Holanda lidera com 872 pontos em mil possíveis, seguida da Dinamarca (822), da Islândia (799), do Luxemburgo (791) e da Bélgica (783).
 
De acordo com Arne Björnberg, o director de investigação do Euro Health Consumer Index, inquérito anual dos cuidados de saúde na Europa, «parte-se do princípio que a crise económica dos últimos anos afectou Portugal e, por isso, não seria de esperar grandes melhoras na assistência médica», mas a verdade é que «Portugal estagnou, enquanto outros países melhoraram».
 
Segundo o mesmo responsável, Portugal tem bom nível na assistência médica utilizando a internet, mas esta modernização não reflecte as condições gerais de assistência médica.
 
«As esperas são demasiado longas e os resultados medíocres», assinala.
 
Como nota positiva, o estudo indica que «o sistema é suficientemente inclusivo e existe um bom acesso a operações cirúrgicas renais e a cataratas».
 
Publicado pela primeira vez em 2005, o índice é compilado pela Health Consumer Powerhouse, uma organização sueca especializada na informação aos consumidores sobre cuidados de saúde, que garante compilar a classificação a partir de um conjunto de estatísticas públicas, sondagens aos utentes e pesquisa independente.
 
O índice traduz a classificação anual dos sistemas de saúde nacionais da Europa em cinco áreas: direitos e informação dos pacientes, listas de espera para tratamento, prevenção, âmbito e alcance dos serviços prestados e a área farmacêutica.
 
A classificação abrange os 27 Estados-membros da União Europeia e outros sete países europeus: Islândia, Suíça, Noruega, Croácia, Albânia, Macedónia e Sérvia.

Lusa
 

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Re: Sector da Saude - Hospitais, etc..
« Responder #88 em: Maio 16, 2012, 08:10:09 pm »
Ministro da Saúde analisa ranking pouco favorável para Portugal


O ministro da Saúde vai analisar o estudo que coloca Portugal no 25.º lugar entre 34 sistemas europeus, mas quer saber qual a empresa que recolheu os dados, em que altura e a razão de os indicadores serem «voláteis».

O relatório foi divulgado na terça-feira, em Bruxelas, pela organização Health Consumer Powerhouse, que sublinha os "longos tempos de espera" e os "resultados "medíocres".
 
Com um total de 589 pontos em mil possíveis, no conjunto de 42 indicadores de desempenho, Portugal caiu quatro posições relativamente ao posto que ocupava em 2009, e é agora o sétimo país da União Europeia com pior resultado, surgindo na lista, apenas à frente de Lituânia, Polónia, Hungria, Albânia, Macedónia, Letónia, Roménia, Bulgária e Sérvia, país que se encontra na "cauda" da tabela, com 451 pontos.
 
No extremo oposto, a Holanda lidera com 872 pontos em mil possíveis, seguida da Dinamarca (822), da Islândia (799), do Luxemburgo (791) e da Bélgica (783).
 
Segundo o relatório, Portugal e Espanha foram os únicos em que a "crise afetou a assistência médica".
 
À margem da inauguração de uma rede de cuidados continuados, na Amadora, Paulo Macedo indicou a necessidade de saber qual a empresa sueca que fez o estudo, a que anos se reporta e a razão dos "indicadores irem variando ao longo dos anos".
 
 "É muito difícil dizer qual é a nossa evolução em termos comparativos, tanto mais que em termos de 'score' concreto Portugal não baixou. Houve um 'score' absoluto de outros países que cresceu", afirmou aos jornalistas.
 
Para o governante, seria "possível ver a tendência, se se mantivessem os indicadores".
 
"Como todos os estudos vamos avaliá-lo, mas para já quereríamos saber quem é a empresa sueca, a que período é que se reporta e porque é que os indicadores são tão voláteis", concluiu.
 
Acerca da rede de cuidados continuados, Paulo Macedo admitiu a necessidade de "cobertura adicional" na região de Lisboa e Vale do Tejo, uma vez que há "cobertura com alguma expressão já a Norte".
 
Face à tendência futura de existirem mais idosos "que felizmente vivem mais", vai ser preciso "tratar com mais intensidade", considerou.
 
Questionado se já recebeu a carta hospitalar, o ministro respondeu ter recebido um estudo sobre a mesma e que deverá ser colocado em discussão pública.
 
Quanto às conversações com os médicos sobre grelhas salariais, Paulo Macedo acredita que será possível o acordo, salientando que as negociações continuam e que pela tutela não houve qualquer ameaça de rutura.
 
Perante a hipótese levantada pelos clínicos de greve, o ministro respondeu estar "sempre atento ao que lhe dizem" e recusou que exista qualquer impasse nas negociações e sim uma "evolução programada das negociações".

Lusa
 

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Malagueta

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Re: Sector da Saude - Hospitais, etc..
« Responder #89 em: Maio 29, 2012, 01:57:33 pm »
Aposta de sucesso na Biotecnologia representa investimento de €40M

BIAL inaugura nova Unidade de Produção e Investigação em Espanha com presença da Casa Real




•Investimento de €12M ao nível de infraestruturas, estando previstos mais €28M
•Cerimónia oficial de inauguração presidida por sua Alteza o Príncipe das Astúrias
•BIAL posiciona-se para ser um dos principais players na comercialização e desenvolvimento de vacinas e meios de diagnóstico
•Projeto viabiliza entrada nos mais importantes mercados da Europa
•Imunoterapia representa 10% do volume de faturação do grupo
•BIAL cresce mais de 20% em Espanha

O Grupo BIAL inaugura oficialmente a sua nova Unidade Integrada de Produção e Investigação, localizada no Parque Tecnológico da Biscaia, Bilbau, Espanha. A cerimónia oficial de inauguração é presidida por Sua Alteza o Príncipe das Astúrias, contando igualmente com a presença de figuras de Estado de Portugal e de Espanha e outras entidades institucionais do País Basco.

A nova unidade envolveu um investimento de €12M ao nível de infraestruturas, estando previstos até 2020 mais €28M destinados aos projetos de desenvolvimento de vacinas antialérgicas e meios de diagnóstico.


BIAL: um player de referência na área da imunoterapia

“É para nós uma enorme honra poder contar com a presença do Príncipe das Astúrias na inauguração oficial deste nosso projeto que representa o estado da arte ao nível da produção, investigação e desenvolvimento de vacinas e é a base para desenvolver o negócio da imunoterapia alérgica onde BIAL quer assumir uma dimensão internacional”, admite, António Portela, CEO do Grupo BIAL.

O Centro de Excelência localizado em Bilbau concentra 28% dos recursos humanos de BIAL Espanha, que conta com 276 colaboradores, e a área de imunoterapia representa 10% do volume de faturação do grupo. A equipa de I&DI é multidisciplinar, contando com 20 técnicos e cientistas com formação nas áreas da biologia, biotecnologia, medicina e farmácia. “Temos uma equipa com forte know how e temos hoje condições que nos permitem dar um salto qualitativo no negócio da imunoterapia, nomeadamente ao nível do lançamento de novas vacinas que perspetivamos possa ocorrer já em 2015.”

Com uma área total de 4200m2, atualmente nas novas instalações de BIAL em Bilbau são produzidas 250 mil vacinas e testes de diagnóstico, existindo capacidade para atingir a produção de 2 milhões de frascos de vacinas por ano.

BIAL assume assim uma dimensão competitiva em relação a outras farmacêuticas estrangeiras que operam nesta área de negócio, permitindo a entrada em novos mercados, nomeadamente, a Alemanha e a França, os mais importantes mercados na Europa, entre outros como Polónia, Áustria, Suíça e Hungria.

A nova unidade de BIAL tem como base processos de biotecnologia e permitirá a investigação e produção de vacinas antialérgicas personalizadas, alergénios recombinantes, autovacinas e vacinas microbiológicas e diagnósticos in vivo e in vitro para alergias. O projeto integra as Boas Praticas de Produção (cGMP) e obedece aos requisitos das entidades regulamentares, nomeadamente da FDA Americana e da EMA na Europa.


150 milhões de pessoas na Europa sofrem de doenças alérgicas

Conjuntamente com a asma, a doença do foro alérgico constitui a doença crónica de maior prevalência a nível mundial.

Estima-se que 150 milhões de pessoas na Europa sofram de doenças alérgicas, perspetivando-se que a prevalência destas patologias continue a aumentar e que em menos de 15 anos mais de metade da população europeia sofra de doença alérgica.

O previsível aumento das doenças do foro alérgico, o forte know how de BIAL e a iniciativa de ampliar a oferta tecnológica na área da imunoterapia baseada em processos de biotecnologia, foram fatores decisivos para a construção desta unidade inovadora.

A aplicação de vacinas antialérgicas possibilita a alteração da resposta alérgica e constitui o único método de tratamento dirigido à origem da doença, alterando significativamente a qualidade de vida das pessoas com alergias.


Espanha: principal mercado internacional e pilar do projeto de internacionalização

Atualmente, BIAL é um dos principais grupos farmacêuticos da Península Ibérica, ocupando uma posição de liderança na produção de produtos de imunoterapia alérgica. Espanha é o principal mercado internacional e pilar do projecto de internacionalização da empresa. A entrada no mercado espanhol deu-se em 1998 com a compra da empresa Ifidesa Aristegui que detinha instalações no centro de Bilbau, onde BIAL Espanha esteve sedeada até agora.

BIAL Espanha é membro do European Allergen Manufacturers Group, participando no plano da plataforma de promoção de actividades I+D+i, onde está classificada como “empresa com significativa atividade de investigação com fábrica e centro de I&D próprios”. Em 2011 a faturação de BIAL em Espanha foi de cerca de €30M, o que representa um crescimento de mais de 20% face ao ano anterior.

A investigação de novas soluções terapêuticas continuará a ser um dos alicerces da expansão internacional do grupo BIAL que prevê, até 2020, colocar no mercado mais novos medicamentos de sua própria investigação. BIAL tem canalizado nos últimos anos cerca de 40 milhões de euros para I&D (mais de 20% da sua faturação) que está centrada no sistema nervoso central, no sistema cardiovascular e novos avanços no tratamento de alergias.

Nos últimos anos BIAL iniciou um importante processo de expansão e hoje tem produtos em 50 países. As vendas de BIAL nos mercados internacionais já representam 40% do total do volume de negócios da empresa. O Grupo detém também instalações em Itália, em Moçambique, em Angola, na Costa do Marfim e no Panamá.

A farmacêutica conta com cerca de 900 colaboradores e o seu volume de negócio é de cerca de 140 milhões de euros.
 

 

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