Sector da Saude - Hospitais, etc..

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Re: Sector da Saude - Hospitais, etc..
« Responder #60 em: Dezembro 28, 2011, 07:36:17 pm »
INEM entrega 200 desfibrilhadores automáticos externos


Duzentos desfibrilhadores automáticos externos (DAE) são hoje entregues pelo Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) a várias corporações de bombeiros, em cerimónia presidida pelo ministro da Saúde, Paulo Macedo. Esta iniciativa vai permitir que mais cem ambulâncias do INEM localizadas em corpos de bombeiros passam a dispor de um aparelho.

A medida, que tem o apoio da Fundação Calouste Gulbenkian, torna também possível atribuir DAE a outras cem corporações de bombeiros que constituem a rede de “postos reserva” do INEM. "Com esta entrega de equipamentos, o instituto concretiza o objectivo assumido como indispensável para uma melhor assistência médica às vítimas de paragem cardiorrespiratória e tem como reflexo a melhoria na qualidade do serviço prestado aos cidadãos", refere fonte da instituição.

O DAE é um dispositivo portátil que permite, através de eléctrodos adesivos colocados no tórax de uma vítima em paragem cardiorrespiratória, analisar o ritmo cardíaco e recomendar ou não um choque eléctrico. Regista som, electrocardiograma (ECG), fornece indicações aos reanimadores, analisa os dados e indica o choque ou não, segundo o algoritmo pré-definido.

Dados

Segundo dados divulgados do INEM, além de todas as viaturas do instituto estarem equipadas com desfibrilhador, em 2011 verificou-se um acréscimo de desfibrilhadores disponíveis em 131 ambulâncias de corporações de bombeiros voluntários.

A partir desta semana, mais 200 ambulâncias estarão igualmente equipadas e a sua tripulação formada, representando, no total, um acréscimo de ambulâncias com DAE ao serviço da população em todo o país, superior a 300 por cento.

O Programa DAE foi galardoado a 12 de Outubro deste ano com o 1º Prémio Nacional de Boas Práticas em Saúde, atribuído pela Associação Portuguesa para o Desenvolvimento Hospitalar e pela Direcção-Geral da Saúde.

Ciência Hoje
 

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Lusitano89

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Re: Sector da Saude - Hospitais, etc..
« Responder #61 em: Janeiro 01, 2012, 02:48:32 pm »
Portuguesa premiada por comprovar que comer devagar emagrece


A velocidade com que ingerimos os alimentos tem influência no peso corporal e comer devagar tem resultados equiparáveis aos de uma cirurgia bariátrica, revela um estudo realizado por uma investigadora portuguesa que ganhou um prémio internacional. A investigação premiada de Júlia Galhardo durou um ano e teve por base 500 jovens obesos que estavam a ser acompanhados no Hospital Pediátrico de Bristol, em Inglaterra, com o objectivo de estudar as hormonas que estão relacionadas com os hábitos alimentares.

São duas hormonas do sistema digestivo que circulam no sangue: a grelina, segregada pelo estômago e que induz a sensação de fome e o peptídeo tirosina-tirosina (PYY), segregado pelo intestino e que dá a sensação de saciedade.

Os jovens foram divididos em dois grupos e a um foi dada uma balança computorizada na qual colocavam o prato com os alimentos do almoço e do jantar e que media a velocidade a que comiam, sendo que o ritmo pré-formatado era de cerca de 300-350 gramas em 12-15 minutos.

Caso a velocidade fosse superior, o computador dizia para comerem mais devagar.

Ao segundo grupo (de controlo) foi apenas fornecido aconselhamento dietético e físico.

«Passados esses doze meses fomos ver o índice de massa corporal (IMC) do grupo de controlo e do grupo estudado e o grupo relacionado com a balança tinha uma diminuição do índice de massa corporal significativamente superior à do grupo de controlo. Isto deixou-nos muito contentes porque era uma forma barata e acessível de todos diminuírem o peso», revelou à agência Lusa a investigadora principal.

Júlia Galhardo apontou que é do senso comum que comer devagar faz com que se fique saciado mais depressa e não se ganhe peso, mas que ninguém tinha antes estudado o que acontecia a nível hormonal.

«No fundo há uma comunicação entre o aparelho digestivo e o cérebro, em que o aparelho digestivo diz: ‘estamos com fome, venha daí comida’. Depois de estarmos a comer, ele diz: ‘já chega, já estamos saciados, não é preciso vir mais comida’», explicou a investigadora.

De acordo com Júlia Galhardo, quando as crianças e os adolescentes comiam de forma lenta, as hormonas que regulam a fome e a saciedade, e que tinham estado totalmente alteradas pelos maus hábitos alimentares, ficaram novamente reguladas, regularizando também a comunicação entre o sistema digestivo e o cérebro.

Era do senso comum que comendo mais devagar as pessoas ficavam mais saciados e perdiam peso.

Porém, sublinhou Júlia Galhardo, «ninguém foi estudar o que é que acontecia a nível hormonal e ao nível fisiológico e nunca ninguém tinha ido estudar a possibilidade de reajustar esta comunicação entre o sistema digestivo e o cérebro» através da redução da velocidade de ingestão.

De acordo com a investigadora, o trabalho mostrou que tornar o processo de ingestão de alimentos mais lento tem resultados comparáveis aos das cirurgias bariátricas, ou seja, cirurgias realizadas em pessoas com um elevado nível de obesidade e que normalmente serve para reduzir o tamanho do estômago.

Segundo Júlia Galhardo, nunca se deve perder menos de trinta minutos a comer, tendo em conta que cada uma das refeições deve incluir uma sopa de legumes e um prato principal.

A investigadora espera que esta descoberta seja divulgada nos centros de saúde, campanhas de esclarecimento ou mesmo nos estabelecimentos de ensino, lembrando que este é um caso de saúde pública.

Júlia Galhardo foi premiada este ano com o Henning Andersen da Sociedade Europeia de Endocrinologia pediátrica.

Lusa
 

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Re: Sector da Saude - Hospitais, etc..
« Responder #62 em: Janeiro 03, 2012, 02:40:02 pm »
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Saúde
Espanha pede a Portugal mais de 2,3 milhões por partos em Badajoz

Económico com Lusa  
03/01/12 13:13


Portugal deve mais de 2,3 milhões de euros às autoridades da Estremadura espanhola por atrasos no pagamento da assistência às grávidas do Alentejo no Hospital de Badajoz, nos últimos anos, segundo revelou o governo estremenho.

As dívidas foram divulgadas pela vice-presidente e porta-voz da Junta da Estremadura, Cristina Teniente, que frisou que o montante é relativo a 2008, 2009 e 2010.

"Não foi recebido o pagamento de qualquer montante em divida nem no ano de 2008, nem em 2009", tendo apenas sido liquidado um montante "praticamente simbólico em 2010", pelo que, "até ao dia de hoje, a dívida é de 2,33 milhões de euros", disse.

Cristina Teniente aludiu a estes dados numa conferência de imprensa em Mérida (Espanha), na sexta-feira passada, após uma reunião do governo regional.

Contactada hoje pela Agência Lusa, a Junta da Extremadura disponibilizou as declarações proferidas pela responsável na mesma conferência de imprensa.

Os atrasos de Portugal no pagamento dos montantes relativos à assistência às grávidas de Elvas e Campo Maior no Hospital Materno-Infantil de Badajoz foram um dos assuntos analisados fora da ordem de trabalhos, referiu a vice-presidente.

No encontro, adiantou, ficou acordado que o governo regional vai "dar os passos necessários, através de reuniões bilaterais", para resolver este "problema".

Questionada por jornalistas, Cristina Teniente esclareceu que, apesar das dívidas, o serviço de assistência às grávidas alentejanas não será suspenso.

"Não se paralisa, em absoluto, o serviço que se presta. O que se passa é que se arrasta uma situação económica complicada, porque já são três exercícios sem liquidação dos montantes [em dívida]", afirmou.

O que interessa agora, acrescentou, é regularizar "a situação financeira" decorrente do "atraso nos pagamentos", no âmbito de "um protocolo que não se está a cumprir".

A Lusa contactou hoje a Administração Regional de Saúde do Alentejo (ARS), que remeteu eventuais esclarecimentos para a Unidade Local de Saúde do Norte Alentejano (ULSNA), em Portalegre.

Por sua vez, a ULSNA, em declarações à Lusa, remeteu para mais tarde uma reacção sobre esta matéria.

Desde 2006 e até Novembro de 2011, altura em que a Lusa efectuou o último balanço junto das autoridades da Estremadura espanhola, tinham nascido cerca de 1 300 bebés portugueses no Hospital Materno-Infantil de Badajoz.

Estes nascimentos enquadram-se no convénio celebrado em 2006 entre as autoridades portuguesas e da região da Estremadura, que está em vigor.

O acordo serviu para colmatar o fecho da sala de partos do Hospital de Elvas, em Junho de 2006, permitindo às grávidas daquele concelho e do município vizinho de Campo Maior optarem entre o hospital de Badajoz ou os hospitais de Portalegre e Évora.

http://economico.sapo.pt/noticias/espan ... 35027.html
"[Os portugueses são]um povo tão dócil e tão bem amestrado que até merecia estar no Jardim Zoológico"
-Dom Januário Torgal Ferreira, Bispo das Forças Armadas
 

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Re: Sector da Saude - Hospitais, etc..
« Responder #63 em: Janeiro 04, 2012, 07:48:11 pm »
Governo vai pagar ao hospital de Badajoz, Não diz é quando


Autoridades da Estremadura espanhola acusam Portugal não pagar há três anos, reclamando uma verba de 2,3 milhões de euros.

O Ministério da Saúde garante o pagamento pela assistência às grávidas portuguesas no Hospital de Badajoz, mas não diz quando o fará.

Contactado pela Renascença, o gabinete de Paulo Macedo garante que os compromissos do Estado português vão ser cumpridos e admite que a Unidade Local de Saúde tem a responsabilidade directa do pagamento, embora dependa do ministério e dos dinheiros do Orçamento do Estado.

A Unidade Local de Saúde do Norte Alentejano descartou , ontem, responsabilidades pela falta de pagamento, alegando não ter orçamentado uma verba que compete ao Ministério da Saúde.

Segundo as autoridades da Estremadura espanhola, Portugal não paga há três anos e, por isso, reclama uma verba de 2,3 milhões de euros.

Renascença
 

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Re: Sector da Saude - Hospitais, etc..
« Responder #64 em: Janeiro 10, 2012, 10:08:10 pm »
Serviços de urgência em risco a partir de Março


Médicos ameaçam deixar de fazer horas extras além do que a lei prevê. Urgências podem ficar sem "condições de segurança", alerta a Federação Nacional dos Médicos. Governo garante que não fecha hospitais sem garantir cuidados primários

Os sindicatos médicos estão a recolher declarações onde os profissionais do sector recusam fazer mais do que as 100 horas extraordinárias por ano previstas na lei, o que pode colocar em risco o funcionamento dos serviços de urgência a partir de Março.

Numa altura em que o Ministério da Saúde decidiu suspender os acordos colectivos de trabalho e cortou o valor das horas extraordinárias, Mário Jorge, da Federação Nacional dos Médicos (FNAM), explica que são milhares as declarações já subscritas. Nalguns hospitais de Lisboa, abrangem 50% dos clínicos.

“O Governo é o exclusivo responsável por uma situação extremamente delicada que criou, tanto mais que com a entrega destas declarações, a partir do final de Março ou princípio de Abril, em muitos hospitais do país deixam de existir condições de segurança para manter abertas as urgências hospitalares”, afirma Mário Jorge, em declarações à Renascença.

A revisão da grelha salarial e o acréscimo de pagamento a quem trabalha nas urgências "são promessas do Ministério que poderiam ser uma solução", sublinha o dirigente da FNAM.

Segundo Mário Jorge, o Ministério da Saúde comprometeu-se a lançar as negociações sobre a nova grelha salarial dos médicos a 26 de Dezembro, dia em que o ministro Paulo Macedo recebeu os dois sindicatos do sector e em que foi desconvocada uma greve às horas extraordinárias.

Renascença
 

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Re: Sector da Saude - Hospitais, etc..
« Responder #65 em: Janeiro 16, 2012, 08:43:04 pm »
Macedo renova contratos a médicos cubanos


O ministro da Saúde, Paulo Macedo, anunciou hoje a renovação de contrato dos médicos cubanos a trabalhar em Portugal, salientando a necessidade de autossuficiência no futuro e acções do Ministério «para captar mais médicos» para o SNS. No final da tomada de posse do Conselho de Administração do IPO Porto e da inauguração da Clínica de Ginecologia desta estrutura hospitalar, Paulo Macedo foi questionado pelos jornalistas sobre a contratação de médicos portugueses por parte de uma empresa francesa, tendo salientado que o ministério «não só quer reter os médicos que se licenciam» em Portugal como ainda gostaria de «chamar vários dos médicos portugueses que se estão a licenciar noutros países».

«Em termos de medicina geral e familiar, temos claramente uma carência e portanto a nossa política é no sentido de os incentivar a ficar», disse.

Questionado sobre se o orçamento permite esta situação, o ministro da Saúde foi perentório: «A contratação de médicos permite e terá que permitir designadamente para nós materializarmos o nosso compromisso de ter um médico de família para cada cidadão até ao final da legislatura».

«O Ministério da Saúde não só gostava como não vai ficar pelo gostar. Vai tomar acções para captar mais médicos para o Serviço Nacional de Saúde designadamente porque sabemos que, em certas localidades, há falta de médicos», referiu.

O governante anunciou ainda que vão ser renovados os contratos com os médicos cubanos a trabalhar em Portugal.

«Quando nós estamos a renovar o contrato com os médicos cubanos - que aliás são muito bem aceites pela população e pelas autarquias -, temos uma obrigação muitíssimo maior de sermos autossuficientes para o futuro», defendeu.

O primeiro grupo de médicos cubanos chegou a Portugal a 8 de Agosto de 2009, no âmbito de um contrato celebrado entre os governos de Portugal e de Cuba, para prestar cuidados médicos em centros de saúde no Alentejo, Algarve e Ribatejo.

Os contratos dos médicos cubanos terminavam no final de Janeiro.

Lusa
 

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Re: Sector da Saude - Hospitais, etc..
« Responder #66 em: Janeiro 28, 2012, 06:02:23 pm »
Molécula que ataca Alzheimer e cancro descoberta em Portugal


Um estudo coordenado por uma investigadora da Universidade do Minho descobriu uma molécula-chave que «abre novas perspectivas» no tratamento de doenças como Parkinson, Alzheimer, hipertensão hereditária e cancro. «Este estudo abre novas perspetivas no tratamento destas e de outras doenças», sublinha Sandra Paiva, da Escola de Ciências da UM.

Como explica, as células produzem proteínas responsáveis pela entrada dos nutrientes disponíveis ou preferidos e destruindo as proteínas que não são necessárias.

Naquele estudo, foi descoberta uma molécula-chave envolvida no processo de destruição de proteínas na célula.

«Quando a molécula recebe informação da presença de determinado nutriente, destrói então os transportadores indesejáveis», acrescenta.

Segundo Sandra Paiva, os resultados deste estudo representam «um grande avanço» na compreensão dos mecanismos de degradação de proteínas.

«Os defeitos nestes mecanismos estão associados a doenças neurodegenerativas, como Parkinson e Alzheimer, à hipertensão hereditária e ao cancro. Este estudo abre novas perspectivas no tratamento destas e de outras doenças», sublinha.

Lembra que as células de cancro, por exemplo, «necessitam de muita energia e ao conseguirmos reduzir o número de transportadores podemos de algum modo privá-las de alimento, tornando-as mais sensíveis à quimioterapia».

Este trabalho utilizou como modelo um microrganismo, a levedura do pão ou da cerveja, que é fácil de crescer em laboratório e partilha uma grande semelhança dos seus genes com os genes em humanos.

A investigação foi realizada por uma equipa coordenada por Sandra Paiva e por Sebastien León, do Instituto Jacques Monod da Universidade de Paris.

A equipa inclui ainda Neide Vieira, Margarida Casal, Carina Cunha e Jéssica Gomes, todas da UMinho, e outros investigadores das universidades de Paris e Madrid.

A investigação acaba de ser publicada no conceituada revista Journal of Cell Biology e foi premiada no 2011 Nature Cell Biology Poster Prize Winners, na Croácia.

Sandra Paiva recebeu o American Club Annual Award 2001 e tem 15 artigos publicados em revistas científicas.

Lusa
 

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Re: Sector da Saude - Hospitais, etc..
« Responder #67 em: Fevereiro 11, 2012, 01:27:39 pm »
Cirurgias não estão em risco por falta de sangue


O ministro da Saúde, Paulo Macedo, esclareceu hoje que as cirurgias nos hospitais não estão em risco por falta de sangue e rejeitou que a "quebra" de stock se deva ao fim das isenções nas taxas moderadoras.

"Houve uma quebra, mas felizmente neste fim de semana já há um crescimento em face do apelo que se fez e quero registar mais uma vez a generosidade das pessoas e também esclarecer que, ao contrário do que foi dito, não há qualquer cirurgia posta em risco por falta de sangue", disse o ministro da Saúde aos jornalistas.

Na sexta-feira o diretor do Serviço de Imunohemoterapia do Hospital de S. João, no Porto, manifestou-se "preocupado" com a "quebra substancial" nas dádivas de sangue, admitindo que, a continuar assim, seja necessário "adiar cirurgias". No mesmo dia, o presidente da Associação de Dadores Benévolos de Sangue de Guimarães, Alberto Mota, disse não ter "qualquer dúvida" que a diminuição das dádivas de sangue em Portugal se deve ao fim das isenções dos dadores no acesso aos cuidados de saúde.

Já hoje, a administração do Centro Hospitalar de São João esclareceu, em nota enviada à imprensa, que "não há cirurgias adiadas por falta de sangue", acrescentando, ainda assim, que "o Serviço de Imunohemoterapia iniciou os processos conducentes ao incremento da recolha de dádivas".

Quando questionado pela agência Lusa sobre as declarações da associação de doadores, Paulo Macedo considerou que não há uma relação entre o fim das isenções nas taxas moderadores e a quebra de stock.

"Não será por pagarem as taxas moderadoras nas urgências, porque como sabem os dadores de sangue continuam isentos de taxas moderadoras nos cuidados primários. Mas eu penso que um dador de sangue não faz essas questões contabilísticas em que 'eu só dou sangue em troca de algo'", disse

O ministro da Saúde esteve hoje na inauguração da nova unidade de saúde da Tapada das Mercês, em Sintra, que vai permitir a prestação de cuidados de saúde a cerca de doze mil utentes do Serviço Nacional de Saúde.

Nesta nova unidade trabalham sete médicos, quatro enfermeiros e quatro administrativos, num horário de funcionamento de segunda a sexta-feira, assegurando consultas médicas, consultas de saúde materno-infantil, vacinação e tratamentos.

O governante disse, durante a cerimónia de inauguração, que a abertura deste equipamento de saúde faz parte de uma estratégia do governo em dar "um médico de família a cada português", adiantando que o objetivo ainda em 2012 será abrir mais dez equipamentos de saúde no distrito de Lisboa.

Segundo o ministro, ainda em 2012 está prevista a abertura de mais três dezenas de unidades de saúde familiar em todo o país.

Presente na iniciativa, o presidente da Câmara de Sintra, Fernando Seara, saudou a parceria entre a Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo e a autarquia, que permitiu a abertura deste equipamento de saúde com um custo de 250 mil euros.

"Significa que em termos de gestão pode-se fazer muito com pouco. Não foram precisos milhões para construir esta unidade de saúde e doze mil pessoas são muito mais pessoas do que em muitos concelhos de Portugal", disse.

Lusa
 

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Re: Sector da Saude - Hospitais, etc..
« Responder #68 em: Fevereiro 12, 2012, 05:54:00 pm »
Meio de auxílio ao diagnóstico criado por portuguesa premiado


Um novo método de auxílio de diagnóstico de determinadas doenças, especialmente da diabetes, foi premiado com o 'Best Student Paper Award', na conferência internacional Bioinformatics 2012, anunciou hoje a reitoria da Universidade de Coimbra (UC).

O prémio de melhor artigo científico foi atribuído a Edite Figueiras, doutoranda em engenharia biomédica, no âmbito de "uma investigação iniciada, há quatro anos", no Centro de Instrumentação da UC, em colaboração com investigadores internacionais e financiada pela Fundação para a Ciência e Tecnologia.

A investigação permitiu criar "um protótipo de produto, que mede, com todo o rigor, o fluxo sanguíneo nos vasos mais pequenos" e, por isso, "também os mais difíceis de medir", disse, à Agência Lusa, o investigador principal do projeto, Requicha Ferreira.

O protótipo - um fluxómetro a laser - "não invasivo", envia e recebe, através de fibra ótica, "informações resultantes da sua interação com os glóbulos vermelhos, medindo a velocidade de circulação do sangue", acrescentou o especialista.

Este meio permite medir o fluxo de sangue presente até às camadas mais profundas da pele, afirmou Requicha Ferreira, sublinhando que as informações ali recolhidas "podem ser, depois de convenientemente estudadas, muito importantes", no âmbito do diagnóstico de certas doenças.

O fluxómetro desenvolvido pela UC -- sintetizou --, permite "correlacionar os fenómenos que se passam na pele", em função da velocidade da circulação capilar sanguínea, "mesmo nas camadas mais profundas".

Sem este novo meio de auxílio de diagnóstico (ou qualquer outro com esta capacidade), só é possível efetuar medições nas camadas superficiais da pele, salientou Requicha Ferreira, recordando que as diferentes doenças afetam, no corpo humano, de modo diverso, "as várias camadas microcirculatórias".

Ao medir-se o fluxo sanguíneo presente em cada uma das camadas microcirculatórias, é possível detetar "a camada da pele mais afetada" e, portanto, localizar a zona mais atingida pela falha da microcirculação.

Trata-se, sem dúvida, de "um contributo muito importante para o auxílio no diagnóstico médico e na terapêutica de várias doenças, especialmente na diabetes", já que, explicitou Requicha Ferreira, permite verificar a gravidade de determinada doença.

As atenções dos estudos dos investigadores do CIUC envolvidos neste projeto vão agora centrar-se na "otimização do dispositivo", na perspetiva de o poder vir a colocar no mercado

Lusa
 

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Re: Sector da Saude - Hospitais, etc..
« Responder #69 em: Fevereiro 17, 2012, 07:36:01 pm »
Outro medicamento da portuguesa Hovione aprovado nos EUA


A Hovione, empresa portuguesa dedicada à saúde humana, anunciou hoje que pela terceira vez num ano, as autoridades de saúde Americanas aprovaram um produto farmacêutico fabricado pela Hovione.

Os produtos agora aprovados pelo FDA (Food and Drug Administration) são inovadores. De acordo com a empresa em "2011 a Hovione recebeu primeiro a aprovação de um medicamento revolucionário para a cura de doenças infecciosas do fígado, seguida pela de um novo antibiótico e, neste último mês, para tratamento de uma deficiência genética ao nível dos pulmões em que, pela primeira vez, não se tratam as manifestações da doença, mas sim a sua causa".

A Hovione estima que estes produtos venham a representar 40 milhões de euros de vendas anuais para a empresa.

Dois dos produtos são fabricados com uma tecnologia de engenharia de partículas distinguida com o Prémio COTEC Inovação em 2009.

Para  Peter Villax, Vice-Presidente da Empresa e vogal da direcção do Health Cluster Portugal, “estes sucessos têm um rosto – o cientista português – que tem uma capacidade invulgar, tanto para fazer descobertas teóricas, como depois para as aplicar à realidade industrial".

A Hovione  conta já com 52 anos de experiência no desenvolvimento e fabrico de substâncias activas farmacêuticas. Com cinco fábricas, em Portugal, Estados Unidos da América, Macau, China e Irlanda, a Empresa emprega mais de 1100 colaboradores, dos quais 180 investigadores e exporta os seus produtos para os mercados mais exigentes do mundo.

Dinheiro Vivo
 

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Re: Sector da Saude - Hospitais, etc..
« Responder #70 em: Março 07, 2012, 07:37:26 pm »
Investigadores da UMinho descobrem que lactoferrina é «decisiva» contra cancro da mama


Investigadores do Centro de Engenharia Biológica da Universidade do Minho (UMinho) descobriram que a lactoferrina, uma proteína do leite, é decisiva no tratamento e prevenção do cancro da mama, foi hoje anunciado. O estudo, recentemente publicado no Journal of Dairy Science, concluiu que o tratamento de células cancerosas com lactoferrina reduziu a sua viabilidade para metade e a sua proliferação em quase dois terços.

A equipa de Lígia Rodrigues defende que produtos de leite e derivados devem ser enriquecidos com lactoferrina, como forma natural de não contrair cancro da mama ou prevenir a evolução da doença.

A lactoferrina, constituída por 703 aminoácidos, encontra-se predominantemente nos produtos de excreção das glândulas exócrinas dos aparelhos digestivo, respiratório e reprodutivo.

Assim, é possível encontrar esta proteína no leite, nas lágrimas, na saliva e no sémen.

Adicionalmente, a lactoferrina pode também ser encontrada no sangue.

Lusa
 

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Re: Sector da Saude - Hospitais, etc..
« Responder #71 em: Março 07, 2012, 07:55:17 pm »
Urgências eliminam refeições nocturnas


Vários hospitais públicos estão a deixar de fornecer ceias aos profissionais de saúde que se encontram a fazer urgência. A crise e o programa de ajustamento económico-financeiro têm sido invocados para justificar a medida. O Centro Hospitalar Barreiro/Montijo é um dos exemplos mais recentes. Uma circular, com data de 17 de Fevereiro, informava que a partir de dia 20 do mesmo mês deixariam de ser fornecidas as refeições nocturnas.

Perante esta situação, o Sindicato Independente dos Médicos (SIM), em comunicado, já veio alertar os médicos para o facto de a refeição nocturna (que, por norma, é composta por uma sandes, uma bebida e uma peça de fruta) estar contemplada no ponto 2 da Cláusula 48 do Acordo Colectivo de Trabalho: «O trabalhador que prestar trabalho no período nocturno tem direito ao fornecimento gratuito de uma refeição ligeira, quente, ou subsídio de refeição no valor de 2,85 euros». Nesse sentido, o SIM aconselha os médicos a verificarem o recibo de vencimento, para confirmarem se passam a receber o referido montante.

Os cortes nas ceias têm-se multiplicado pelo país, como já se verifica na Maternidade Alfredo da Costa, no Hospital de Cascais, no Centro Hospitalar Vila Nova de Gaia/Espinho, na Unidade Local de Saúde de Matosinhos, no Hospital S. João ou no Centro Hospitalar Lisboa Central. Já no Centro Hospitalar do Porto a ceia deixou de ser de distribuída e, em contrapartida, passou a ser atribuída uma senha com um valor de 1,25 euros.

Mário Jorge Neves, da Federação Nacional dos Médicos (FNAM), mostra-se indignado com esta situação, em particular porque «quem está a trabalhar 12 horas, durante a noite, não pode ausentar-se da urgência para ir comer alguma coisa fora do hospital». Pilar Vicente, da FNAM, conta ao SOL que no Centro Hospitalar Lisboa Central em vez da ceia passaram a dar só pão e critica a forma como a entrega é feita: « É pouco dignificante, parece que estão a atirar milho aos pombos; distribuem as carcaças num saco plástico e deixam aquilo a um canto». «Deviam distribuir no bar, onde sempre tínhamos uma faca para abrir o pão e pôr lá dentro alguma coisa», acrescenta.

Segundo a FNAM, alguns hospitais estão também a cortar nos reforços alimentares nos blocos operatórios. Em alternativa, foram instaladas máquinas onde se pode comprar comida e bebida.

SOL
 

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Camuflage

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Re: Sector da Saude - Hospitais, etc..
« Responder #72 em: Março 07, 2012, 10:26:28 pm »
Sabem porque ocorrem estes cortes? Isto nunca é falado mas eu vou por o dedo na ferida, em quase todas as unidades públicas sejam elas quais forem há furtos e desperdícios. Desde material de escritório vandalizado, a furto de medicamentos, só que os funcionários assumem que há mais de onde veio. Desde o maqueiro ao médico se roubam medicamentos ou material, são pequenos furtos diários feitos por muita gente, uns mais avultados que outros. "olha a minha mulher andava com dores vou levar paracetamol", nos centros de saúde mal chegam os preservativos já o desbaste foi concretizado, levam aos molhos antes de darem ao público. "ah um irmão meu precisa de injectar insulina, vou levar umas agulhas e seringas" e não há forma de combater isto, por melhores e mais bem pagos que sejam os gestores. Ninguém entende isto como furto mas sim como algo banal...
Já no material de escritório é igual, as pessoas não fazem a mínima ideia dos gastos com canetas por exemplo, eu trabalhei numa pequena empresa que tinha por ano gastos de 500€ só em canetas pois "acabavam muito depressa" e eram aos montes todos os meses...

Agora com os cortes ainda pior, as pessoas pensam sempre de forma a f*der todos: como sou mal pago, vou roubar para compensar o que não me pagam...
 

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Re: Sector da Saude - Hospitais, etc..
« Responder #73 em: Março 19, 2012, 07:33:31 pm »
Novo Hospital da Terceira a funcionar até ao final de abril


O novo Hospital da Ilha Terceira, nos Açores, terá todos os serviços a funcionar até ao final do mês de abril, começando a receber esta semana os primeiros doentes de internamento, revelou Olga Freitas, presidente do conselho de administração. "Durante o mês de abril teremos todas as áreas transferidas", afirmou Olga Freitas, em declarações à Lusa, acrescentando que os "serviços mais críticos", nomeadamente urgências, cuidados intensivos e bloco operatório, serão os últimos a sair do atual edifício.

Na semana passada o novo hospital já começou a receber os doentes de consulta externa, exceto nas especialidades de Ginecologia e Obstetrícia, que serão transferidas durante esta semana, assim como os primeiros doentes de internamento.

O novo Hospital do Santo Espírito da Ilha Terceira vai também receber esta semana o serviço de Imagiologia e o Laboratório de Análises, tendo Olga Freitas assegurado que o cronograma de transferência está a ser cumprido "dentro dos prazos".

A nova unidade hospitalar tem 216 camas em quartos duplos de internamento geral e 25 quartos de internamento especial, a mesma capacidade existente no atual edifício, destacando a presidente da administração que a diferença está no número de camas por quarto e no conforto para os doentes, além de terem sido criados quartos na Pediatria para que os pais possam pernoitar.

Olga Freitas salientou ainda que uma das principais melhorias da nova infraestrutura é a criação de um hospital de dia médico-cirúrgico, que vai realizar cirurgias de ambulatório.

"Há muitos tipos de cirurgias em que o doente pode entrar e sair no mesmo dia", afirmou, acrescentando que este serviço vai permitir "diminuir o tempo de internamento e as infeções hospitalares".

O novo edifício possui seis salas de bloco operatório central e uma de obstetrícia, contra apenas três nas atuais instalações, o que possibilitará "praticamente duplicar as intervenções cirúrgicas".

O Hospital da Terceira, com 50 mil metros quadrados de área coberta, reforçou também o número de gabinetes de consulta e os lugares para estacionamento, que passam a ser 1.000, divididos por três parques.

A maioria dos equipamentos está a ser transferida das atuais instalações hospitalares, uma vez que "ainda estavam em condições de uso", mas alguns são novos, como é o caso do bloco operatório.

O novo Hospital da Ilha Terceira resulta de uma parceria público-privada, tendo a obra sido concluída em menos de dois anos, dentro dos prazos previstos.

Lusa
 

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Lusitano89

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Re: Sector da Saude - Hospitais, etc..
« Responder #74 em: Março 20, 2012, 09:38:58 pm »
Lançada plataforma para promover ensaios clínicos em Portugal


A autoridade nacional do medicamento (Infarmed) lançou hoje a Plataforma Nacional de Ensaios Clínicos (PNEC) para aumentar o número destes testes em Portugal, depois de constatar uma redução desde 2008. Actualmente, estão a decorrer 330 ensaios, sendo as principais áreas envolvidas a oncologia (40 por cento), doenças infecciosas e as doenças do sistema nervoso (ambas com 11 por cento).

Fátima Pimentel, do Infarmed, explica que a Plataforma tem como objetivos estratégicos identificar e resolver os principais problemas e constrangimentos à realização de ensaios clínicos com medicamentos, promover a realização da investigação clínica e aumentar o número de ensaios de fases mais precoces.

Na apresentação da PNEC, que decorreu em Lisboa, o secretário adjunto do ministro da Saúde, Fernando Leal da Costa, afirmou que esta Plataforma é “um passo decisivo para melhorar a capacidade de realização de ensaios clínicos”.

Para o governante, a realização destes ensaios, além de proporcionar inovação, é um “processo muito importante” que reúne várias entidades que colaboram em conjunto para a concretização de um processo biomédico.

Hélder Mota Filipe, do Infarmed, adiantou que, “por cada 10 mil moléculas que podem vir a dar origem a um medicamento, apenas uma entra no mercado”, situação que pode dever-se à elevada exigência do mercado. “Portugal tem um investimento significativo em investigação por parte da indústria farmacêutica, mas temos de potenciar” esta actividade, disse.

Em Portugal, o número de ensaios não comerciais (ensaios clínicos académicos) é de 5,6 por cento em relação ao total de ensaios clínicos, um número considerado pelo responsável do Infarmed “muito baixo”.

Emília Monteiro, da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Nova de Lisboa adiantou que 93 por cento dos ensaios comerciais realizados em Portugal eram apoiados pela indústria farmacêutica. Para a professora, a legislação “está muito virada para a indústria farmacêutica, tem algumas limitações e pode ser aperfeiçoada”.

Assinalou também a diminuição do número de ensaios clínicos em Portugal, situação também registada na Europa. Em 2011 foram submetidos 327 ensaios clínicos, dos quais foram autorizados 267. “É preciso aumentar o número de ensaios nas fases mais precoces e com terapêuticas mais inovadoras porque são estes que trazem mais inovação, que estão menos conotados com alguns conflitos de interesses e indução à prescrição e contribuem de forma mais directa para o acesso a medicamentos inovadores”.

Os grandes centros hospitalares “são os que mais contribuem para os ensaios”. Na distribuição de ensaios por centros hospitalares entre 2006 e 2011, o centro hospitalar da Universidade de Coimbra lidera com 158, seguindo-se o centro hospitalar de Lisboa Norte com 135 e o centro hospitalar do Porto, com 98.

Ciência Hoje
 

 

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