Sector do Turismo e Hotelaria

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Lusitano89

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Re: Sector do Turismo e Hotelaria
« Responder #195 em: Novembro 23, 2013, 08:03:32 pm »
Turistas indianos têm cada vez mais interesse em Portugal


O interesse dos indianos por Portugal como destino turístico tem aumentado nos últimos anos, com Lisboa, o Douro e Fátima a liderarem as preferências dos turistas, disse à Lusa o embaixador português em Nova Deli. A confirmar este crescente interesse estão os números de vistos passados pela embaixada de Portugal na Índia: até Setembro deste ano já tinham sido emitidos 1.695 vistos turísticos, quase tantos como o número total de 2012 (1.699).

Quanto ao total de vistos, no ano passado a embaixada passou 2.290, enquanto até Setembro deste ano o número ia já em 2.096.

Em declarações à Lusa em Nova Deli, capital da Índia, o embaixador Jorge Roza de Oliveira considerou que este crescimento está relacionado com a aposta do Governo português no mercado indiano, onde há uma classe média com mais poder de compra e que gosta de viajar para fora do seu país.

Os turistas indianos "visitam essencialmente Lisboa, o Porto e a região do Douro, mas também Fátima", acrescentou o embaixador.

O diplomata recordou que a anterior secretária de Estado do Turismo deste Governo, Cecília Meireles, fez uma viagem com operadores turísticos, visitando Nova Deli e Mumbai, e que também o Turismo de Portugal abriu uma presença em Mumbai.

"Portugal não é mais visitado por desconhecimento dos indianos. Vão a Espanha mas não vão a Portugal", disse, admitindo que esta realidade está a começar a mudar: "Agora começa a ver-se pacotes dos operadores indianos que já incluem Portugal", afirmou.

A rodagem de um filme de Bollywood em Portugal - que deverá arrancar em Maio do próximo ano - é vista como um "multiplicador de visitas", referiu.

Também o presidente da Associação de Amizade Portugal-Índia, Eugénio Viassa Monteiro, disse à Lusa que "os indianos gostam muito de viajar".

Mais de mil milhões de indianos viajam dentro do país, mas também são cada vez mais os que vão ao estrangeiro.

Para tornar Portugal conhecido dos indianos, Viassa Monteiro aponta várias estratégias, como a gravação de um filme de Bollywood no país e a promoção do turismo religioso.

"O Santuário de Fátima é uma coisa impressionante para os indianos, em particular para os católicos, sobretudo de Goa", disse.

Portugal poderá ainda apostar em anúncios nas televisões locais ou oferecer facilidades para que cadeias hoteleiras indianas se fixem no país, defendeu, sugerindo ainda que cadeias portuguesas explorem hotéis na Índia.

Lusa
 

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Lusitano89

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Re: Sector do Turismo e Hotelaria
« Responder #196 em: Janeiro 06, 2014, 06:46:01 pm »
Algarve investe seis milhões de euros para promoção no estrangeiro


A Associação Turismo do Algarve (ATA) vai ter seis milhões de euros de orçamento para promover o turismo e a marca Algarve no estrangeiro, disse hoje à Lusa o novo presidente daquele organismo.

"O nosso orçamento este ano ronda os seis milhões de euros que possivelmente vai ser aumentado através de candidaturas", disse Carlos Luís, à margem da tomada de posse dos órgãos sociais da Associação Turismo do Algarve, que decorreu hoje no Auditório do Edifício-sede da Região Turismo do Algarve, em Faro.

A fórmula de contratualização que está feita com a ATA é que os privados põem um determinado montante, que este ano é de um milhão de euros, e depois a Região de Turismo compromete-se a meter o mesmo valor e o Turismo de Portugal coloca quatro vezes aquilo que puserem os privados, explicou o novo presidente da ATA, referindo que o Turismo de Portugal já transferiu este ano para a ATA 2,1 milhões de euros.

"Pela primeira vez foi recebido logo no princípio do ano (...), o que nos ajuda imenso, porque há que planear muita coisa", considerou Carlos Luís. O presidente do Turismo do Algarve e ex-presidente da ATA, Desidério Silva, apelou hoje, na cerimónia da tomada de posse dos órgãos sociais da ATA, para que o setor público e privado trabalhem para que "haja mais promoção", "mais sócios" e "mais negócios" para a região.

Em 2014 o Turismo de Portugal vai transferir uma verba de perto de 5,9 milhões de euros para o Turismo do Algarve, com o objetivo de continuar a promover a marca Algarve nos mercados nacional e internacional.

Lusa
 

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Re: Sector do Turismo e Hotelaria
« Responder #197 em: Setembro 08, 2014, 06:12:29 pm »
Sines: Turismo industrial em parceria com a Galp


O projeto-piloto entre uma incubadora de empresas e a Galp Energia arranca este mês, em Sines, e permite visitas à refinaria da empresa, a maior instalação industrial do país.
 
A iniciativa intitula-se "Sines - Turismo Industrial Sustentável" e é promovida pelo Sines Tecnopolo, envolvendo, nesta primeira fase, a Galp Energia. A primeira visita à refinaria da Galp será no dia 26 de Setembro e conta com o apoio da Câmara Municipal de Sines.
 
"É um produto turístico de nicho, não arrasta massas, mas pode e deve surgir aliado aos outros produtos turísticos" existentes no território, realçou a diretora-executiva do Sines Tecnopolo, Mónica de Brito, em declarações à agência Lusa.
 
Além das pessoas que procuram, especificamente, este nicho de oferta, designadamente "curiosos e estudiosos" das questões industriais, todos os turistas são potenciais consumidores da experiência, complementar à variedade de outras à sua disposição, afiançou.
 
"Vamos fazer a inauguração e, depois, começam as visitas regulares", em grupo e organizadas, numa fase inicial, pelo Sines Tecnopolo, ainda que essa regularidade esteja "muito dependente da disponibilidade da refinaria", disse Mónica de Brito.
 
O projeto tem "várias vantagens", segundo a incubadora de empresas que pretende "limar arestas e das mais maturidade ao projeto". Numa segunda fase, poderá incluir rotas temáticas e centros de acolhimento para os visitantes.
 
"O facto de ser a Galp e a refinaria ajuda-nos a projetar a nossa marca e o projeto de uma forma completamente diferente", afiançou.
 
Esta iniciativa, aos poucos, vai começar a ser alargada a outras empresas com instalações industriais em Sines, várias das quais estão interessadas em aderir, como a EDP, a REN, a Repsol ou a PSA.
 
Segundo Mónica de Brito, este apoio empresarial pode ser compreendido "numa lógica de responsabilidade social" e, ao mesmo tempo, para "desmistificar alguns preconceitos que existem em relação à própria atividade" industrial.
 
A par do produto sol e mar, a vertente industrial é uma "marca forte" de Sines e da zona envolvente, que este projeto quer tornar numa mais-valia em termos turísticos.
 
"Temos aqui uma realidade industrial, logística e portuária que é única no país e, portanto, havia que tentar 'casar' de forma harmoniosa dois setores que aparentemente são antagónicos, que é o turismo e a indústria", frisou
 
O objetivo do Sines Tecnopolo passa ainda por, no futuro, transferir o projeto para 'as mãos' de empreendedores, contribuindo para "gerar novos negócios", realçou a diretora-executiva.
 
O desenvolvimento do turismo industrial em Sines insere-se no projeto Aportar, promovido pelo município, que inclui uma plataforma multimédia com o património relacionado com o Gabinete da Área de Sines, criado em 1971 para a implantação do complexo industrial e portuário.

Boas Notícias
 

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Re: Sector do Turismo e Hotelaria
« Responder #198 em: Outubro 18, 2014, 12:25:46 am »
Governo promove Portugal na China através de Cristiano Ronaldo


O secretário de Estado do Turismo, Adolfo Mesquita Nunes, disse esta sexta-feira, que Portugal vai utilizar a imagem de Cristiano Ronaldo para promover o país enquanto destino turístico na China, em 2015.

"Chegamos a acordo para a cedência dos direitos de imagem de Cristiano Ronaldo para o próximo ano, para promover Portugal no mercado chinês", disse Adolfo Mesquita Nunes à agência Lusa, à margem do encontro Cultura e Turismo, em Sagres, no Algarve.

De acordo com Mesquita Nunes, a cedência dos direitos de imagem de Cristiano Ronaldo vai custar 150 mil euros, tendo o acordo a duração de 12 meses. "Justifica-se recorrer a este tipo de campanhas", sustentou Adolfo Mesquita Nunes.

"A China tem tido um crescimento de 30%. É um mercado com crescimentos percentuais muito grandes, mas com números absolutos ainda insuficientes", sustentou.
O governante prevê que a China venha a ser o maior mercado emissor de turistas do mundo, um mercado onde o défice de notoriedade do destino Portugal é muito grande e, neste caso, a utilização da imagem de uma personalidade famosa é importante para uma campanha de promoção.

Adolfo Mesquita Nunes acrescentou que a aposta na China será lançada em novembro, no decorrer da Feira de Turismo de Xangai, escusando-se a revelar os detalhes da iniciativa.

"Os detalhes sobre a campanha serão conhecidos nessa altura, bem como a sua sustentação técnica, que é do Turismo de Portugal", indicou. "Tenho sido bastante cioso nesta convicção de que cabe ao Turismo de Portugal a sustentação técnica das suas campanhas e a apresentação das mesmas", concluiu.

Lusa
 

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Sector da restauração - IVA dos restaurantes
« Responder #199 em: Agosto 01, 2015, 07:43:07 pm »
O estranho caso do IVA dos restaurantes
(24 de Julho de 2015)
Citação de: "Paulo Ferreira"
Nunca se abriram tantos negócios e tão inovadores na restauração. Afinal, o tal sector esmagado pelo IVA a 23% e pelo aperto do cinto mostra, paradoxalmente, uma vitalidade nunca antes vista.

O IVA da restauração deve baixar? Claro que deve. Tal como o da electricidade. E o da roupa e calçado. E também o dos iogurtes e dos concentrados de fruta. Para não falar do das conservas e sem esquecer o dos ginásios. A carga fiscal é sufocante e tudo o que se possa fazer para a aliviar é bem vindo. No IVA, no IRS ou no IRC. No IMI e no IUC. E no imposto sobre os combustíveis. Vá lá, mantenham-se impostos elevados sobre o tabaco e o álcool que quem quer vícios deve pagá-los – aos vícios e às externalidades sociais e económicas que eles provocam. E, se quiserem, mantenha-se também a nova taxa sobre os sacos de plástico que só nos faz bem reutilizá-los.

Então coloquemos a questão de outra maneira. O sector da restauração deve ser positivamente discriminado e beneficiar de uma baixa do IVA? Claro que os empresários do sector defendem que sim. Mas quem é que não gostava de ter um IVA de 13% em vez de 23% nos produtos e serviços que vende? Todos, verdade? Eu também gostava que os serviços de criação e produção de conteúdos e as colaborações com os media – como este texto que estão a ler – tivesse um IVA mais baixo. O ideal é que estivesse mesmo isento. Já viram o desemprego que por aí anda entre os jornalistas e licenciados em comunicação? Já repararam na dificuldade que as empresas de comunicação social têm tido na última década para equilibrar as contas?

Mas interesses próprios à parte, não vejo qualquer racionalidade económica e fiscal em fazer dos restaurantes e cafés uma excepção. O sufoco tributário é generalizado, a crise afectou de forma idêntica ou muito superior vários outros sectores – basta pensar na construção ou na venda de automóveis, por exemplo – e o desemprego involuntário também se distribuiu pela economia – excepção feita ao Estado, claro, e daí também esta carga fiscal pornográfica.

Mas é certo e sabido que até às eleições este vai ser um dos temas em discussão, já que está transformado numa “bandeira” de querela partidária e de diferenciação de promessas eleitorais. É apenas por isso – e pela capacidade reivindicativa do sector – que ele é discutido e não pela relevância económica do IVA da restauração que não é diferente da fiscalidade de outras indústrias. Infelizmente, o destino do país não muda se tributarmos o bitoque ou a francesinha a 13% em vez de 23%. Era bom que este fosse o grande assunto que temos para resolver.

Eleições rima com mistificações e este caso não é excepção.

Dificilmente o nível do IVA é para este sector um drama maior do que para outros. O problema é que a restauração – como, de resto, outras áreas do comércio e serviços – sofreu outro impacto maior. Foi aquele que resultou do combate à fuga ao fisco, com os novos sistemas electrónicos de facturação e com o incentivo dado aos consumidores para exigirem factura. A “gestão” da facturação declarada ao fisco e do IVA a entregar ao Estado – fosse ele de 13% ou de 23% – deixou de poder ser feita com a mesma amplitude e a rentabilidade do sector ressentiu-se. Mas esse é um problema criado por más praticas dos empresários que tinham que acabar por um imperativo de justiça tributária. Ou vamos defender a fuga ao fisco como meio legítimo de sobrevivência das empresas?

Outro impacto importante para muitos restaurantes foi o corte nos rendimentos das famílias, que as levaram a reduzir drasticamente as refeições fora. Muita gente deixou de almoçar e jantar no restaurante com a mesma frequência porque deixou de ter dinheiro para pagar 10 ou 20 euros por uma refeição e não porque a mesma passou a custar 11 ou 22 euros, respectivamente, por efeito (aproximado) do IVA.

Mas apesar de tudo isto este é um sector em crise? O que vejo olhando à volta é que nunca como agora se abriram tantos negócios e tão inovadores na restauração. Não passa uma semana sem que veja nos jornais várias páginas de sugestões de novos sítios para ir comer e beber. São hamburgueres de todas as formas e feitios, francesinhas do Porto a invadir Lisboa, tapas e copos de vinho, padarias reinventadas, sushi tradicional ou de fusão, mexilhões com cerveja ou com gin, pregos e bifanas gourmet, iogurtes naturais ou em gelado, novos negócios de “street food” que aparecem todos os dias, chefs famosos que não param de abrir novos espaços para todas as bolsas e paladares, esplanadas e terraços para aproveitar o bom tempo, bolos de chocolate ditos os melhores do mundo e tartes com amêndoa verdadeira. E os “brunchs” e as ceias. Com muito ou pouco colesterol. Uns baratos, outros caros. Para comer em pé ou sentado. No centro comercial ou em mercados de bairro reinventados.

O tal sector esmagado pelo IVA a 23% e pelo aperto do cinto mostra, paradoxalmente, uma vitalidade nunca antes vista.

Parecem, de facto, dois países diferentes. Estarão os milhares de empresários que têm lançado estes novos negócios todos enganados? Não saberão fazer contas ao IVA e às margens de lucro? Não ouviram falar da crise no país e no sector? Ou, pelo contrário, acreditam na inovação, na diversificação da oferta, na qualidade dos produtos e do serviço que prestam para atrair clientes?

Nestas discussões sobre o IVA da restauração não me esqueço de como tudo começou. Estámos a meio da década de 90 e António Guterres decidiu dar um bónus ao sector em nome de um alegado problema de competitividade – não fossemos todos começar a ir almoçar e jantar a Espanha. Criou a taxa intermédia de 12% para os restaurantes e cafés numa altura em que a taxa máxima de IVA era de 17% (que saudades). Os preços não mexeram e as margens aumentaram cerca de 5%. Na altura ninguém se preocupou com o pobre do cliente. A vida é difícil. Mas é difícil para todos.
Fonte: http://observador.pt/opiniao/o-estranho-caso-do-iva-dos-restaurantes/ (via A Bem da Nação)

Cumprimentos,
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Re: Sector do Turismo e Hotelaria
« Responder #200 em: Agosto 17, 2015, 02:05:29 pm »
 

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Re: Sector do Turismo e Hotelaria
« Responder #201 em: Setembro 05, 2015, 11:43:55 am »
Lisboa é a cidade europeia onde a hotelaria mais cresce


Lisboa é o fenómeno do momento no que toca a alojamento turístico. É a cidade europeia que mais está a crescer em número de hotéis, segundo um estudo recente da consultora imobiliária Worx, que faz uma análise comparativa da oferta de estabelecimentos hoteleiros de uma a cinco estrelas na capital portuguesa com Amesterdão, Barcelona, Berlim, Budapeste, Estocolmo, Helsínquia, Madrid, Munique, Oslo, Paris, Praga, Tallinn e Vilnius — outros destinos que evidenciam dinamismo ao nível da capacidade turística instalada.

O destaque vai para o facto de Lisboa ter dado, num curto espaço de tempo, um salto de cerca de 34% no seu parque hoteleiro, tendo passado de 122 para 163 unidades entre 2010 e 2014. “O aumento significativo da oferta hoteleira na cidade de Lisboa foi acompanhado por outras cidades europeias, ainda assim nenhuma outra conseguiu superar este incremento próximo dos 34%”, enfatiza o estudo da Worx, onde se evidencia também neste período os crescimentos de 23,7% em Oslo, 18,6% em Praga ou 18,4% em Budapeste.

A tendência de crescimento mantém-se em Lisboa, com a abertura de 20 hotéis em 2015 (entre os quais o Porto Bay Liberdade, Sana Evolution Saldanha ou a Pousada do Terreiro do Paço) que reforçam a sua capacidade em 12%, trazendo um acréscimo de 1572 quartos.


Expresso
 

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Re: Sector do Turismo e Hotelaria
« Responder #202 em: Setembro 21, 2015, 03:30:08 pm »
Turistas gastam por dia 28 milhões de €€ no País


Os turistas estrangeiros gastaram 28,3 milhões de euros por dia entre Janeiro e Julho deste ano, um aumento de 12% face aos 25,2 milhões despendidos no mesmo período do ano passado.

Para Adolfo Mesquita Nunes, secretário de Estado do Turismo, "estes números desmentem a ideia de que o sector está a viver à base de um turismo low cost".

O responsável frisou que este crescimento "que estamos a ter em Portugal não é à base de baixos preços nem de turistas 'low cost', houve um aumento das receitas, de rendimento por quarto e de dormidas. Há um crescimento qualitativo e quantitativo".

A receita por dormida aumentou cerca de 14 euros para 314,3 entre Janeiro e Julho deste ano, face ao mesmo período de 2014. As dormidas de estrangeiros por dia aumentaram para 126.467.

Face a Espanha, o destino concorrente de Portugal, o crescimento das receitas turísticas é quatro vezes superior ao espanhol (embora os dados do país vizinho sejam só para o primeiro semestre). Os turistas em Espanha gastaram nos primeiros seis meses do ano 21,2 milhões de euros por dia, mais 2,9% que no homólogo de 2014.
"Portugal está a aproveitar bem as oportunidades do turismo internacional, melhor que o nosso concorrente", sublinhou Adolfo Mesquita Nunes.

As receitas turísticas internacionais valeram a Portugal seis mil milhões de euros nos primeiros sete meses do ano, um crescimento de 12,2% face ao mesmo período de 2014. Já as dormidas subiram 7,3% para 19,1 milhões.

As despesas turísticas (gastos dos portugueses no exterior) aumentaram 8,8% no período em análise, totalizando 2 mil milhões. O saldo turístico aumentou 14,1% para 3,9 mil milhões.

Económico
 

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Re: Sector do Turismo e Hotelaria
« Responder #203 em: Dezembro 27, 2016, 05:38:27 pm »
Turismo divulga mais 20 monumentos para concessão a privados
(27 de Dezembro de 2016)
Citação de: Público
O Forte de Peniche foi retirado da lista e são agora conhecidos os restantes 20 monumentos que vão ser concessionados a privados em 2017, uma medida que abre o património nacional ao investimento privado para que se desenvolvam projectos turísticos. Esta iniciativa integra-se no Programa Revive, apresentado pelo Governo em Setembro, e visa abrir os edifícios históricos ao público, seja como hotéis, restaurantes ou museus.

A ampliação do número de edifícios a concessionar é avançada pelo Diário de Notícias e pelo Jornal de Negócios, que apresentam a lista completa dos 30 monumentos contemplados – os primeiros dez já eram conhecidos.

Este projecto, que tem como objectivo a valorização do património, tem em vista a recuperação de uma série de monumentos nacionais degradados, numa iniciativa conjunta dos ministérios das Finanças, da Cultura e da Economia, com apoio da Secretaria de Estado do Turismo liderada por Ana Mendes Godinho.

O Governo vai disponibilizar uma linha de financiamento de 150 milhões de euros, que só ficará disponível no próximo ano no âmbito do Sistema Nacional de Garantia Mútua, sendo que este valor pretende abranger todo o projecto. A concessão dos edifícios está prevista por um período entre os 30 e 50 anos, sendo que há possibilidade de renovação caso o Estado não pretenda recuperar a gestão do espaço.

O Jornal de Negócios avança que se os investimentos forem feitos nas regiões do interior do país, os investidores vão beneficiar de um bónus que pode chegar aos 20% da componente de apoio dada pelo Turismo de Portugal.

Muitos dos edifícios a concessionar estão em estado de ruína e ao abandono, e vão desde conventos a fortes militares. Os edifícios podem ser transformados em hotéis, restaurantes ou espaços de animação cultural, por exemplo. As opções são vastas, desde que a reabilitação seja feita e que o património “seja transformado em activo económico”, indica Ana Mendes Godinho, secretária de Estado do Turismo, citada pelo Negócios.

[continua]
Fonte: https://www.publico.pt/2016/12/27/culturaipsilon/noticia/governo-apresenta-30-monumentos-para-concessao-a-privados-para-fins-turisticos-1756196

Lista:
  • Mosteiro de Safins de Friestas (Valença)
  • Castelo de Vila Nova de Cerveira (Vila Nova de Cerveira)
  • Forte da Ínsua (Caminha)
  • Convento de Santa Clara (Vila do Conde)
  • Mosteiro de Santo André de Rendufe (Amares)
  • Ala Sul do Mosteiro de Arouca (Arouca)
  • Mosteiro de São Salvador de Travanca (Amarante)
  • Forte da Barra de Aveiro (Ílhavo )
  • Mosteiro de Lorvão (Penacova)
  • Mosteiro de Santa Clara-a-Nova  (Coimbra)
  • Convento de Santo António dos Capuchos (Leiria)
  • Casa Marrocos (Idanha-a-Nova)
  • Forte de São Pedro (Estoril)
  • Colégio de São Fiel ( Castelo-Branco)
  • Castelo de Portalegre (Portalegre)
  • Convento de São Francisco (Portalegre )
  • Pavilhões do Parque (Caldas da Rainha)
  • Palácio de Manique do Intendente (Azambuja)
  • Palácio das Obras Novas (Azambuja)
  • Coudelaria de Alter (Alter do Chão)
  • Convento de São Paulo (Elvas)
  • Forte do Guincho (Cascais)
  • Paço Real de Caxias (Oeiras)
  • Quartel da Graça (Lisboa)
  • Quinta do Paço de Valverde (Évora)
  • Santuário do Cabo Espichel (Sesimbra)
  • Quartel do Carmo (Horta, Açores)
  • Forte do Rato (Tavira)
  • Forte da Meia Praia ( Lagos)
  • Armazéns Pombalinos (Vila do Bispo)
Imóveis, REVIVE, Turismo de Portugal

Cumprimentos,
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Re: Sector do Turismo e Hotelaria
« Responder #204 em: Janeiro 07, 2017, 01:14:59 am »
O 19 é aqui bem perto de onde moro.



Não vejo qual a rentabilidade que aquilo possa dar. É uma ruína junto a um braço do Tejo no meio do nada.
Talvez aluguer  de meios fluviais e a apoio aos pescadores de fim de semana.

« Última modificação: Janeiro 07, 2017, 01:16:51 am por HSMW »
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"Tudo pela Nação, nada contra a Nação."
 

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Re: Sector do Turismo e Hotelaria
« Responder #205 em: Setembro 17, 2018, 11:29:03 am »
Turistas ocupam mais de 1/3 das casas do centro histórico de Lisboa


 

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Re: Sector do Turismo e Hotelaria
« Responder #206 em: Fevereiro 18, 2019, 10:17:33 am »
Empresário vai investir 70 milhões em bioparque que criará 150 postos de trabalho

Um empresário de Abrantes está a preparar um investimento de 70 milhões de euros num bioparque projetado para nascer em Vila Nova da Barquinha, e que terá mais de 250 animais distribuídos por 43 hectares, em diferentes habitats.

Citado pela agência Lusa, João Paulo Rodrigues, refere que este seu investimento, que se chamará BARK e será o primeiro no país, segundo na Europa e quinto no mundo aberto à noite, foi pensado como "centro de conservação de espécies em vias de extinção.

O BARK, pensado também como centro de conhecimento, pretende juntar a investigação científica com o desenvolvimento de programas ambientais e deverá criar 150 postos de trabalho diretos e receber 450 mil visitantes no primeiro ano.

O investimento vai ser preparado ao longo dos próximos três anos, estando previsto que as portas abram em 2021, recriando quatro habitats: Arquipélago Indonésio, Pantanal, Peneda-Gerês e Savana Africana.

Segundo o projeto, apresentado na sexta-feira, 15 de fevereiro, na Assembleia Municipal da Barquinha, o BARK terá ainda vários equipamentos de apoio ao visitante como um hotel de quatro estrelas com 130 quartos, um restaurante com 300 lugares sentados, um centro pedagógico e 397 lugares de estacionamento.

O presidente da Câmara da Barquinha, Fernando Freire, disse à Lusa que este projeto privado, "a edificar em terrenos do município, contará com o apoio inequívoco do executivo para dotar a região com forte componente turística, espaço para "visitar" para além das ofertas já existentes e de relevo nacional".

https://rederegional.com/index.php/economia/24859-empresario-vai-investir-70-milhoes-em-bioparque-que-criara-150-postos-de-trabalho
Abbati, medico, potronoque intima pande
 

 

Sector público nacional melhorou nos anos 90

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Última mensagem Fevereiro 06, 2004, 02:12:50 am
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Sector da Saude - Hospitais, etc..

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Última mensagem Abril 09, 2019, 05:37:51 pm
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Última mensagem Dezembro 25, 2006, 06:54:01 pm
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