Sector do Turismo e Hotelaria

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André

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« Responder #15 em: Outubro 30, 2007, 06:35:26 pm »
ANRET já entregou ao Governo contraproposta com 7 regiões de turismo

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A associação das regiões de turismo entregou à Secretaria de Estado do sector uma contraproposta onde defende a redução de 19 para sete regiões, seguindo as NUT III, embora a opção de 12 entidades também reunisse muitos defensores.

Em declarações hoje à agência Lusa, o presidente da Associação Nacional das Regiões de Turismo (ANRET), Miguel Sousinha, avançou que as alterações propostas pela entidade foram entregues à Secretaria de Estado liderada por Bernardo Trindade no final da semana passada e apontam para a definição de sete regiões, correspondentes às áreas administrativas NUT III (e não NUT II, como defendia o Governo).

Assim, em assembleia geral, a 18 de Outubro, as regiões de turismo aprovaram a divisão do território português em sete regiões, em termos gerais, acrescentando àquelas definidas pelo Governo as áreas do Grande Porto e da Grande Lisboa.

"Os municípios associam-se em NUT III para concorrer a programas comunitários" e a ANRET "adapta o mapa ao contexto do turismo nacional", especificou.

No entanto, o presidente da ANRET reconheceu hoje que os participantes na assembleia geral estavam divididos, ao referir que entre a proposta de sete regiões e a de 12 "a diferença de votos foi muito pouca".

Entre as alterações mais relevantes, Miguel Sousinha aponta uma maior explicitação das competências e atribuições das novas regiões de turismo e outra distribuição da origem do seu financimento.

A proposta do Executivo para o futuro das Regiões de Turismo aponta para a criação de cinco regiões de turismo coincidentes com as regiões administrativas existentes em Portugal Continental (Norte, Centro, Lisboa, Alentejo e Algarve), além das Regiões Autónomas dos Açores e da Madeira.

O documento estabelece como princípios da nova reorganização "a cobertura de todo o território nacional", de modo a "permitir que cada um dos cinco pólos de desenvolvimento turísticos identificados no Plano Estratégico Nacional do Turismo (PENT) tenha uma entidade dinamizadora e interlocutora junto do órgão central do turismo".

Lusa

 

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comanche

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« Responder #16 em: Novembro 06, 2007, 08:50:34 pm »
 Alentejo não será novo Algarve devido à "grande qualidade" dos projectos
 



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O empresário Jaime Antunes, responsável por um investimento turístico, com golfe, em Évora, afastou hoje a possibilidade do Alentejo tornar-se num novo Algarve, considerando que, para vingarem, os empreendimentos turísticos na região têm que ter "grande qualidade".
 


"Não vai acontecer o que aconteceu no Algarve. Esse risco não existe, porque no Alentejo interior não há mar e o mar vende esse tipo de produtos [de má qualidade]. Ninguém faria aqui um projecto de muito má qualidade porque, depois, não tem clientes", sustentou.

Jaime Antunes, presidente da Frontino, falava aos jornalistas à margem de uma sessão realizada hoje, em Évora, para divulgação dos principais projectos de investimento em curso ou em vias de concretização no Alentejo.

No encontro, promovido pela Associação Industrial Portuguesa - Confederação Empresarial (AIP-CE), em parceria com a Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal (AICEP), esteve em destaque, entre outros projectos, a criação de um destino de golfe em Évora.

Um grupo de seis promotores já apresentou, em Julho, intenções de investimento turístico neste concelho alentejano, com um valor global aproximado dos 800 milhões de euros, tendo cinco deles o golfe como "âncora".

A Frontino é uma dessas empresas e pretende criar o Évora Resort na Herdade Sousa da Sé, num investimento de 250 milhões de euros, com dois hotéis, residências turísticas e um complexo de desporto ao ar livre, com campo de golfe, centro de estágio e centro hípico, entre outras valências.

O projecto, a concretizar durante dez anos, prevê 500 postos de trabalho, aguardando Jaime Antunes a aprovação do novo Plano Director Municipal (PDM) de Évora para arrancar com as obras no "próximo ano", estimando que o empreendimento comece a funcionar em 2010.

Para que este destino golfe em Évora seja uma realidade, afirmou hoje o presidente da Frontino, os projectos têm que ter "grande qualidade", como condição para conseguirem atrair clientes.

"Há projectos de grande qualidade para o Alentejo e estamos a falar de turismo de cinco estrelas. Só assim é que se atraem pessoas para um destino que é novo, que não tem massa crítica de visitantes e de turistas, nomeadamente do mercado internacional", afiançou.

Os investidores neste sector na região, disse, devem também promover o que a região tem para oferecer a um público estrangeiro, que se pretende que seja oriundo "da Europa mais rica", ou seja, de países como o Reino Unido, Dinamarca ou Holanda.

Por isso, sublinhou também Jaime Antunes, o turismo residencial e o golfe são dois produtos que devem "andar de mãos dadas" no Alentejo interior, visto captarem o tipo de turista pretendido, sem que seja concorrente a existência de vários empreendimentos com esses dois pilares.

"Só se cria um destino de golfe com, pelo menos, cinco campos de golfe nas proximidades", explicou, referindo que os golfistas gostam de experimentar campos diferentes e, se não gostarem de um, devem ter outros como alternativa.

O empresário desvalorizou ainda a alegada falta de pessoal qualificado na região para dar resposta a este tipo de projectos, contrapondo que essa mesma qualificação "vem com os investimentos".

"Não se podem é fazer aqui estruturas de formação de pessoal de forma mais ou menos fechada, dentro de gabinetes, sem estarem ligadas a projectos de investimento concretos. No quadro do investimento da iniciativa privada é que a formação profissional dessas pessoas vai acontecer", afirmou.

 
 

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André

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« Responder #17 em: Novembro 09, 2007, 12:39:00 pm »
Unidades turísticas em Monforte face a dificuldades do PDM

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Três novas unidades de turismo em espaço rural estão projectadas para o concelho alentejano de Monforte (Portalegre), mas enfrentam dificuldades relacionadas com a revisão do Plano Director Municipal (PDM), disse hoje o presidente do município.

«Os três projectos, considerados de grande envergadura para o concelho, estão condicionados à revisão do PDM, que vai ficar concluída em Setembro ou Outubro de 2008», reconheceu Rui Maia da Silva.
Em declarações à agência Lusa, o autarca de Monforte garantiu que as novas unidades de turismo em espaço rural envolvem «investimentos de alguns milhões de euros».

«Estamos a trabalhar na revisão do PDM para que seja possível a concretização destas unidades turísticas, que seriam a mola determinante para o concelho de Monforte, nos próximos anos», afirmou.

«Não são apenas intenções de conversa, são intenções já escritas, que merecem toda a credibilidade e penso que são projectos para seguirem em frente», sublinhou.

De acordo com o presidente da autarquia, existe também interesse no desenvolvimento de um outro projecto, de investimento privado, na área da saúde, em Monforte.

Rui Maia da Silva destacou, por outro lado, que o município pretende avançar com a expansão da zona industrial de Monforte, o que considerou ser um projecto de «grande interesse» para o concelho.

O actual parque industrial de Monforte, com 12 espaços para unidades industriais, está cheio, adiantou o autarca, salientando que já existem interessados para ocupar outras áreas.

Rui Maia da Silva pretende que a futura zona de expansão do sector industrial permita instalar o triplo das unidades, em relação à actual área destinada à indústria.

Segundo o presidente do município, a autarquia tem já em vista um espaço para a ampliação da zona industrial, pretendendo negociar com os proprietários a aquisição dos terrenos.

«Uma dificuldade para a expansão da zona industrial é o financiamento, não sabemos ainda se o novo Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN) vai financiar infra-estruturas deste tipo, mas se não for através do QREN haverá outra forma qualquer de obter financiamento e a obra avançará», garantiu.

Diário Digital / Lusa

 

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« Responder #18 em: Novembro 11, 2007, 06:56:13 pm »
National Geographic mostra património português na Europa

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O National Geographic Channel, numa parceria inédita com o Turismo de Portugal, está a promover os principais locais do património português em mercados europeus, uma estratégia que pode atingir uma audiência potencial de cerca de 13 milhões de lares.

Espanha, Alemanha e Reino Unido, que são mercados estratégicos na promoção externa, e Portugal foram os países escolhidos para desenvolver a iniciativa, que passa pela transmissão de anúncios promocionais e pela estreia de um documentário sobre os 13 locais portugueses classificados pela Unesco como património mundial.

A promoção nacional e internacional de Portugal como destino turístico é o principal objectivo do projecto «Portugal: Um Outro Olhar», que também ambiciona «rejuvenescer a comunicação do património e dar outro ângulo do país», afirmou à agência Lusa Assunção Loureiro, representante da Fox International Channels (empresa que detém a marca National Geographic) para Portugal.

Uma nova abordagem que também quer ir ao encontro de um potencial turista para Portugal.

«O público do National Geographic é classe A/B, tem um elevado poder de compra e tem uma vertente cultural também elevada», realçou.

«Há tradição no canal com este tipo de parcerias na área do turismo», afirmou ainda a responsável, destacando que o National Geographic Channel já desenvolveu acções, quase similares, com países como Austrália, África do Sul e alguma regiões de Espanha.

No total, e durante este mês, o canal vai transmitir em Portugal, Espanha, Alemanha e Reino Unido dois 'spots' publicitários sobre o património nacional, que terão mais mil exibições em antena, de acordo com a estação.

Os spots apresentam a diversidade da oferta turística portuguesa, mostrando a tradição e a modernidade do país, referiu ainda o canal.

No mercado português, os anúncios vão também passar nas estações Fox e Fox Life, que integram a mesma rede internacional.

Também com a chancela National Geographic, a estação vai estrear este mês, em horário nobre, um documentário de 25 minutos sobre Portugal.

A estreia do documentário, que tem o mesmo nome do projecto, está agendada para dia 18 de Novembro em Portugal, Espanha e Alemanha e no dia 14 de Novembro no Reino Unido.

O formato, que foi idealizado pelo fotógrafo português António Sá, será retransmitido ainda durante o mês em todos mercados.

Entre os sítios visitados pelo documentário estão os Mosteiros de Alcobaça e da Batalha, o Vale do Côa, a floresta Laurisilva (Madeira) e as cidades do Porto e de Évora.

A parceria entre o National Geographic Channel e o Turismo de Portugal envolveu ainda a criação de uma exposição de fotografia, também da autoria de António Sá, que se encontra, neste momento, no Mosteiro dos Jerónimos, mas que já esteve patente nos armazéns londrinos Harrods.

Diário Digital / Lusa

 

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« Responder #19 em: Novembro 11, 2007, 11:31:30 pm »
Secretário de Estado visita World Travel Market

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O secretário de Estado do Turismo visita segunda-feira o certame turístico World Travel Market, em Londres, com o objectivo de reforçar a aposta de Portugal no mercado inglês, depois das várias iniciativas realizadas naquele país em Outubro.

Este é uma das mais importantes feiras turísticas da Europa, a par da FITUR de Madrid e da ITB, em Berlim.

Em declarações à agência Lusa, o secretário de Estado do Turismo, Bernardo Trindade, considerou importante a presença de Portugal no World Travel Market, que decorre entre 12 e 15 de Novembro, uma vez que o «mercado inglês é um dos mais importantes» para o sector português.

Até Agosto deste ano, o mercado do Reino Unido cresceu em todos os indicadores estatísticos, «destacando-se o aumento das dormidas na ordem dos 6,3 por cento, aumento indicador de maiores estadas médias», refere uma nota do Ministério da Economia e da Inovação.

De acordo com a informação, o mercado britânico registou um crescimento superior a 300 mil dormidas até Agosto no Algarve, um crescimento de 9,1 por cento face a 2006.

O objectivo da visita ao certame, segundo Bernardo Trindade, é «continuar a promoção de Portugal ao mais alto nível», após a parceria estabelecida com um dos mais emblemáticos espaços comerciais londrinos - o Harrods -, que durante Outubro exibiu produtos portugueses e apresentou o país como um dos destinos alternativos de férias para os ingleses.

«A minha presença [no certame) visa reiterar a confiança que Portugal tem no mercado inglês», sublinhou Bernardo Trindade.

O stand de Portugal, que este ano tem 686 metros quadrados, representa um investimento de cerca de 700 mil euros e nele estão representados a totalidade das agências regionais de promoção turística, além de 62 empresas do sector.

Este ano, o investimento no Reino Unido aumentou 25,8 por cento, para 6,02 milhões de euros, representando 12 por cento do orçamento global (50 milhões de euros) Portugal é o terceiro mercado de Portugal, a seguir à Alemanha e Espanha.

No início de Outubro, o secretário de Estado do Turismo e o presidente do Turismo de Portugal apresentaram em Londres a maior campanha de promoção de Portugal no estrangeiro, orçada em 7 milhões de euros e destinada a seis países.

Só o Reino Unido absorveu 1,6 milhões de euros deste orçamento, sendo que 500 mil euros foram aplicados na parceria com o Harrods.

Diário Digital / Lusa

 

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« Responder #20 em: Novembro 11, 2007, 11:51:56 pm »
Peneda-Gerês na rede das melhores áreas europeias

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O Parque Nacional da Peneda-Gerês vai aderir à rede das melhores áreas naturais da Europa, depois de ter sido aceite a sua candidatura ao sistema de certificação PAN Park´s, anunciou hoje o ministro do Ambiente, Nunes Correia.
Num encontro informal com jornalistas, em Lisboa, o governante adiantou que a candidatura do parque àquele sistema de certificação começou há três anos e vai «agora» formalizar-se com a assinatura do processo de adesão.

O presidente do Instituto da Conservação da Natureza e Biodiversidade (ICNB), João Menezes, também presente no encontro, explicou que o sistema de certificação PAN Park´s visa a criação de uma rede das melhores áreas naturais da Europa, onde é garantida uma combinação da conservação da natureza e do desenvolvimento económico, através da promoção do turismo sustentável.

«É quase impossível que qualquer outro dos parques naturais de Portugal consiga reunir as condições necessárias para aderir ao PAN Park´s. Aliás, cinco candidaturas nacionais já foram rejeitadas», adiantou João Menezes.

Um dos requisitos exigidos para aquele sistema de certificação é o parque ter uma extensa área, não inferior a 50 mil hectares, com valores naturais de carácter excepcional e uma área mínima de 10 mil hectares sem qualquer intervenção humana.

O Parque da Peneda-Gerês teve ainda de apresentar um plano de gestão da visitação e programar, implementar e monitorizar a estratégia de desenvolvimento do turismo sustentável, de forma participada.

João Menezes considerou que a adesão do parque àquele sistema permite à Peneda-Gerês inserir-se numa «rede de excelência», onde apenas constam os melhores parques da Europa, sendo por enquanto o único parque nacional da Península Ibérica a integrar esta rede.

«Esta certificação vai permitir também integrar o parque no roteiro dos grandes operadores turísticos especializados no turismo ad natureza», adianta o ICNB.

A Fundação PAN Parks, fundada sob o auspício da organização internacional de conservação da natureza WWF, tem como objectivo aumentar o conhecimento e ajudar a proteger as áreas naturais an Europa.

Diário Digital / Lusa

 

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« Responder #21 em: Novembro 23, 2007, 08:21:36 pm »
Bragança distinguida na Suíça com galardão turístico

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A cidade de Bragança foi distinguida, na Suíça, com um galardão turístico, no âmbito de um salão internacional de férias que promove destinos em todo o mundo para serem «descobertos», anunciou hoje a autarquia local.

De acordo com a fonte, Bragança recebeu o «Swiss Tourism Awards 2007» na categoria de «Destino a ser protegido-cidade a ser explorada, destino com forte vocação turística».

Este galardão é atribuído na Suiça no âmbito do salão internacional suíço de férias que este ano decorreu entre 31 d Outubro e 05 de Novembro e teve 600 participantes, ainda segundo a autarquia.

De entre as centenas de candidatos, foram galardoadas 28 cidades de 21 países de todo o mundo, nomeadamente Bulgária, Roménia, Grécia, Holanda, Bósnia Herzegovina, Portugal, Brasil, Itália, Sérvia, Montenegro, Colômbia, Macedónia, Geórgia, Peru, Chile, Caraíbas (Antígua e Barbuda), Eslovénia, Eslováquia, Azerbeijão e Albânia.

O Swiss Tourism Awards tem como objectivo impulsionar e desenvolver o sector turístico internacional, particularmente valorizando o património natural e cultural de algumas cidades, propondo destinos internacionais para serem «descobertos».

Bragança foi distinguida no ano em que foi também convidada para o salão de férias de Lugano, em que participou com uma exposição de material promocional do concelho e da Rota da Terra Fria do Nordeste Transmontano.

Segundo a autarquia, este salão foi visitado por mais de 66.000 pessoas.

A Câmara municipal de Bragança considera que «a participação neste evento foi importante, uma vez que teve a oportunidade de divulgar a cidade de Bragança a nível internacional, bem como de promover a captação de novos fluxos e mercados turísticos com benefício para a economia do município».

Diário Digital / Lusa

 

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André

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« Responder #22 em: Dezembro 04, 2007, 07:14:49 pm »
Norte foi a região que mais cresceu em visitantes e dormidas

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O Norte foi a região do país onde se verificou maior crescimento, em Setembro, de visitantes e dormidas, anunciou hoje no Porto a ADETURN - Agência Regional de Promoção Turística do Porto e Norte de Portugal.

Para Jorge Osório, presidente da ADETURN Turismo Norte de Portugal, "este é o resultado do grande esforço levado a cabo na promoção da região como destino de excelência em Portugal".

Os dados mais recentes disponíveis do Instituto Nacional de Estatística (INE), relativos a Setembro último, mostram que a região do Porto e Norte de Portugal se destacou das restantes, obtendo um crescimento homólogo de 14,5 por cento relativamente ao mesmo mês do ano anterior, superando as três mil dormidas.

Entre Janeiro e Setembro o crescimento acumulado foi de 8,8 por cento.

A região é ainda a única a registar um aumento de dois dígitos em termos de visitantes, situando-se em 14,2 por cento.

O responsável da ADETURN da região considera que se trata de "um crescimento assinalável, muito acima dos valores comuns e daqueles que outras regiões do país apresentam", o que "só vem comprovar o enorme potencial turístico de todo o Norte do país".

Comparando o número de visitantes acumulado entre Janeiro e Setembro de 2007 com o período homólogo de 2006, a região do Porto e Norte de Portugal regista também um aumento de 9,1 por cento.

No que respeita aos proveitos totais dos estabelecimentos hoteleiros, a região alcançou também aumentos na ordem dos dois dígitos, sendo Setembro último o melhor mês, que evidencia um crescimento de 19,2 por cento relativamente s Setembro de 2006.

A ADETURN Turismo Norte de Portugal é a Agência Regional de Promoção Turística do Porto e Norte de Portugal, oficialmente certificada pelo Instituto de Turismo de Portugal e pela Confederação do Turismo Português.

Criada em 1992, a associação sustenta a sua actividade numa série de parcerias estabelecidas com entidades públicas e privadas com representatividade no sector do Turismo.

Lusa

 

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André

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« Responder #23 em: Dezembro 05, 2007, 06:32:50 pm »
Número de turistas em Portugal em 2007 deve atingir 12 milhões

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O secretário de Estado do Turismo, Bernardo Trindade, estimou que em 2007 o número de turistas a entrar em Portugal ascenda aos 12 milhões, ou seja, «20% mais do que a população residente no país».

«Estimamos que os turistas a entrar em Portugal no ano de 2007 ascendam a mais de 12 milhões, 20 por cento mais do que a população residente no país e que as receitas globais do turismo em Portugal atinjam a marca dos 7 mil milhões de euros», afirmou na terça-feira Bernardo Trindade, durante a sua intervenção no IX Congresso Brasileiro da Actividade Turística (CBRATUR), em Brasília.

Para o governante, «Portugal está no caminho certo», uma vez que o Turismo se afirma «cada vez mais como uma actividade determinante e estratégica na economia portuguesa».

Neste sentido, Bernardo Trindade deu a conhecer os últimos dados do plano estratégico lançado pelo Governo em 2006, que demonstram que durante os primeiros nove meses deste ano as receitas globais do sector cresceram 12 por cento, as dormidas aumentaram 5,3 por cento, enquanto o tráfego aéreo registou um incremento de 9 por cento.

«Pela leitura destes dados penso que será clara a importância que o Turismo e todos os sectores económicos transversais que o representam têm na economia portuguesa», afirmou, acrescentando que a concretização deste plano permitiu o investimento de oito milhões de euros em projectos na área do Turismo e a criação de 34.000 postos de trabalho directos e indirectos.

Bernardo Trindade referiu também que a parceria estabelecida com a ANA (empresa pública responsável pela prestação do serviço aeroportuário) para a constituição de um fundo de promoção do desenvolvimento de novas rotas, dirigido aos voos de baixo custo (low cost), possibilitou o desembarque de cerca de 130.000 novos passageiros nos primeiros 8 meses do ano, comparativamente com o mesmo período de 2006.

«Por isso», afirmou, «temos colocado todo o empenho no desenvolvimento das low cost em Portugal, convictos que estamos de que é este o caminho certo para aumentar e diversificar a procura turística para os destinos portugueses», uma vez que este tipo de serviço permite fazer a ligação directa entre as principais cidades europeias.

O IX CBRATUR, que decorreu terça-feira e hoje, em Brasília, subordinada ao tema «O Turismo e a Crise dos Transportes no Brasil: ameaças e oportunidades», reuniu cerca de 500 participantes.

Diário Digital / Lusa

 

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André

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« Responder #24 em: Dezembro 10, 2007, 08:46:14 pm »
Nova campanha internacional vai fomentar notoriedade de Portugal

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O ministro da Economia, Manuel Pinho, afirmou que a nova campanha de promoção externa de Portugal, hoje apresentada em Lisboa, quer fomentar a notoriedade do País e transmitir uma imagem forte, dinâmica e inovadora.

"O nosso País tem mais valor do que muitos dizem e pensam, e passa relativamente desapercebido", justificou o governante na apresentação pública da campanha publicitária, hoje realizada em Lisboa.

Uma situação que não é encarada por Manuel Pinho como um obstáculo mas sim como "um bom ponto de partida".

"É preciso conhecer bem Portugal para se começar a gostar dele", frisou.

Clarificar a percepção e a imagem de Portugal é o principal objectivo da campanha, que envolveu um investimento global de três milhões de euros e vai percorrer nos próximos dois meses os mercados de Espanha, França, Alemanha e Reino Unido.

Com arranque agendado para quinta-feira, data da assinatura do Tratado de Lisboa pelos Chefes de Estado e de Governo dos 27 Estados-membros da União Europeia, a acção também será divulgada no mercado português.

Com a assinatura "Portugal Europe's West Coast", a campanha aposta na presença de oito personalidades portuguesas que fazem parte de uma "geração de talentos que se está a afirmar a nível internacional" e que tem "garra e gana para vencer", segundo o governante.

José Mourinho, Mariza, Cristiano Ronaldo, Nelson Évora, Vanessa Fernandes, Miguel Câncio Martins, Maria do Carmo Fonseca e Joana Vasconcelos foram as caras escolhidas para promover Portugal.

O investimento português na área das energias renováveis é outras das mensagens da campanha publicitária.

Imprensa e suportes de publicidade exterior foram os meios escolhidos para a acção de promoção, cujos principais destinatários vão ser "os actuais e potenciais visitantes, investidores e compradores de produtos portugueses", destacou.

Nick Knight é o responsável pelas imagens da campanha, enquanto o conceito criativo é da agência portuguesa de publicidade BBDO.

O projecto do Ministério da Economia e de Inovação é realizado em conjunto pelo Turismo de Portugal e pela Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal (AICEP), contando ainda com o apoio do Programa de Incentivos à Modernização da Economia (Prime).

Lusa

 

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comanche

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« Responder #25 em: Dezembro 16, 2007, 10:56:56 pm »
Turismo: Receitas atingirão os 7 mil milhões de euros em 2007 - Bernardo Trindade

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Funchal, 16 Dez (Lusa) - O secretário de Estado do Turismo, Bernardo Trindade, disse hoje em Santa Cruz, na Madeira, que Portugal arrecadará este ano 7 mil milhões de euros de receitas turísticas e que o número de visitantes ultrapassará os 12 milhões de turistas.

Ao falar na inauguração de oito terminais do sistema RAPID - Reconhecimento Automático de Passageiros Identificados Documentalmente no Aeroporto Internacional da Madeira, Bernardo Trindade considerou 2007 "um ano notável no turismo português".

A secretária regional do Turismo e Transportes, Conceição Estudante, regozijou-se também com o ano turístico da Região que considerou "o melhor dos últimos dez anos". "Ultrapassaremos largamente um milhão de visitantes", acrescentou.

O subsecretário de Estado da Administração Interna, Fernando Rocha de Andrade, realçou as virtualidades do sistema RAPID que identifica, em menos de 20 segundos, um portador de passaporte electrónico e lembrou que este é o primeiro contacto que um turista tem com o destino português e quanto mais célere for maiores mais valias trará para o país.

Este sistema, já em funcionamento nos aeroportos de Lisboa e Faro, assegura o controlo automatizado de fronteira para todos os titulares, maiores de idade, de passaportes da União Europeia.

A instalação do RAPID será concluída em 2008 em todos os aeroportos portugueses e representa um projecto concebido pelo Serviço de Estrangeiros e Fronteiras com o apoio do Ministério da Administração Interna e da Universidade do Algarve.

EC

 

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Lisander

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« Responder #26 em: Dezembro 16, 2007, 11:36:06 pm »
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A região Oeste, onde no espaço de três anos se ergueram dois hotéis de cinco estrelas (Westin e Marriott), pode vir a reunir no futuro as marcas hoteleiras mais luxuosas do Mundo.


Já temos a garantia de que o segundo hotel do Campo Real [onde se localiza o primeiro hotel Westin em Portugal] será um Sheraton e, eventualmente, o terceiro um Méridien”, revelou o presidente da Região de Turismo do Oeste, António Carneiro.

A ampliação do Campo Real (Torres Vedras) vai arrancar em Março de 2008, estimando-se um investimento de 135 milhões de euros na construção de mais um hotel de cinco estrelas, aparthotel, 320 residências turísticas e a extensão do campo de golfe de 18 para 24 buracos.

“Se somarmos o turismo residencial, num prazo de dez anos teremos entre 20 a 30 mil camas”, aponta António Carneiro.


Fonte:Correio da manhã


saudações
 

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ShadIntel

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« Responder #27 em: Dezembro 26, 2007, 01:34:49 pm »
Lisboa recebe dois 'design hotels'

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Lisboa vai passar a contar a partir de hoje com dois hotéis membros da reputada cadeia hoteleira Design Hotel. O primeiro abriu em Agosto e trata-se do Jerónimos 8, do grupo Alexandre de Almeida, localizado em pleno centro monumental e museológico da cidade, junto do Mosteiro dos Jerónimos, e o segundo, o Fontana Park, da Turismadeira, abre hoje no Saldanha, nas instalações da antiga Metalúrgica Lisbonense. Ambos os hotéis foram distinguidos recentemente, pelo The New York Times, como unidades de referência nas estadas em Lisboa, citada entre as dez cidades mais visitadas na Europa.

Os dois hotéis têm em comum o facto de estarem incluídos na rede da Design Hotel, que tem como principal característica a decoração ao estilo minimalista. Ambas as unidades procuraram manter as características dos edifícios. No Fontana predominam no lobby as estruturas de ferro, que lembram a actividade anterior do edifício. Já o Jerónimos 8 surge da remodelação do antigo Hotel da Torre, adquirido por Alexandre de Almeida e que durante um ano esteve em obras de modernização, onde os vermelhos, brancos e pretos se fundem com pinturas e esculturas de artistas portugueses.

No Fontana Park também os brancos e pretos predominam. "Um hotel com alma", é como Jorge Cosme, director-geral, caracteriza a unidade que vai "girar" a partir do bar, cujo balcão se assemelha ao Titanic e onde vão decorrer happy hours, uma forma de atrair os quadros das multinacionais instaladas na zona. Grandes mesas talhadas em enormes troncos de madeiras exóticas, importadas da Tailândia e da Indonésia, marcam presença no espaço decorado com puffes e cadeirões de verga king size e taças em madrepérola.

O hotel é constituído por 139 quartos, nove salas para conferências e dois restaurantes - o Saldanha Mar, especializado em grelhados no carvão, e o Bonsai, vocacionado para a gastronomia japonesa.

No Jerónimos 8, as vistas dos quartos, quer para o lado do mosteiro que lhe empresta o nome quer para os telhados e as palmeiras e coqueiros do Jardim Tropical, são a sua mais-valia. O hotel possui 65 quartos e suites, "espartanos quanto baste", considera Alexandre Almeida, que realça a qualidade dos lençóis. "No Jerónimos queremos que os hóspedes se sintam em casa", frisa ainda o gestor. As suites no primeiro piso possuem um terraço privativo. O bar é uma referência , possuindo uma carta única de vinhos do Buçaco, de produção própria.

http://dn.sapo.pt/2007/12/26/economia/l ... otels.html
 

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comanche

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« Responder #28 em: Janeiro 06, 2008, 04:04:54 pm »
Ano turístico de 2007 foi o melhor de sempre

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Mais de 12 milhões visitaram Portugal no ano passado
"Este é o melhor ano turístico de sempre para Portugal. Vamos ultrapassar a cifra dos sete mil milhões de euros de receitas e os 12 milhões de turistas, sendo que os indicadores para 2008 apontam para uma evolução positiva", disse ao DN Bernardo Trindade.

De acordo com os últimos dados do Banco de Portugal, as receitas turísticas somaram 6,38 mil milhões de euros, em Outubro, um acréscimo de mais de 11%. Isto significa que "nestes dez meses, em oito deles tivemos um crescimento superior a 10% por cento, o que reflecte o bom momento que o turismo atravessa e que é extensivo, felizmente, a todas as regiões turísticas do País", refere o secretário de Estado do Turismo. Um cenário consolidado que "reforça a importância estratégica do sector".

Para este "sucesso" contribuiu o acordo de promoção turística, assinado em Fevereiro de 2007, e que reforçou as verbas de cada das sete agências regionais de promoção turística (cinco no Continente e duas nas regiões autónomas", monotorizadas pelo Turismo de Portugal, e que permitiu uma "melhor abordagem aos principais mercados emissores".

Bernardo Trindade considera que todo o processo legislativo concluído em 2007, ao reduzir a burocracia e simplificando o acesso à actividade, passou, também, a responsabilizar cada vez mais os promotores, numa "base de relação de confiança entre sector público e privado".

"Os empresários perceberam a necessidade de dotarmos o país de infra-estruturas capazes, com qualidade, para poder responder às solicitações de procura. Portugal em circunstância alguma poder-se-á afirmar como destino de massas, não tem dimensão para isso, portanto, é na qualidade que busca a resposta. Esse é o caminho para marcar a diferença".

As autarquias são também "um parceiro fundamental" do ponto de vista da intervenção e da própria fiscalização, nomeadamente no que toca à integração do alojamento local paralelo no circuito formal da economia. "Aprovaremos todo o regulamento-base e depois as câmaras tratarão de aplicá-lo e fiscalizar, com benefícios para as próprias autarquias, uma vez que estas unidades de alojamento irão pagar impostos."

A aprovação de uma série de projectos de interesse nacional introduziu também uma maior dinâmica nos promotores. "Felizmente foram dados passos imensos e foi possível desbloquear projectos amarrados nas malhas da administração pública há mais de dez anos, como Tróia, e outros no litoral alentejano. Espero que no início de 2008 finalmente avance o projecto de Alqueva e vá para o terreno numa lógica de qualidade e respeito pelo ambiente", concluiu.
 

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André

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« Responder #29 em: Janeiro 10, 2008, 09:26:38 pm »
Crescimento do Algarve superou o previsto - AHETA

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O crescimento turístico no Algarve em 2007 foi superior ao previsto, cifrando-se em mais 5 por cento nas taxas de ocupação e 3,9 por cento nos resultados das empresas, anunciou hoje a principal associação hoteleira algarvia, AHETA.

No seu balanço anual, a Associação dos Hotéis e Empreendimentos Turísticos do Algarve (AHETA) sublinha que todos os restantes indicadores económicos da oferta turística da região reflectem uma situação positiva face ao ano anterior.

De acordo com os dados da associação, o aeroporto de Faro registou um aumento de 8,4 por cento no tráfego de passageiros.

Essa tendência deveu-se sobretudo ao crescimento do mercado do Reino Unido e à afirmação das companhias aéreas de baixo custo («low cost»), que em 2007 representaram 69 por cento dos movimentos totais de passageiros em Faro.

O golfe registou um aumento de 2,4 por cento, tendo sido jogadas mais de 1,1 milhões de voltas em todos os campos existentes no Algarve.

De acordo com o relatório da AHETA, de 43 páginas, o sector do imobiliário turístico apresentou uma procura crescente, traduzida num crescimento acentuado ao nível da concretização de negócios, continuando a demonstrar um elevado potencial para os próximos anos.

A associação ambiental regista o bom comportamento da procura em todas as marinas e portos de recreio da região, enquanto se assistiu a uma tendência estabilizadora na procura dos parques temáticos.

«As previsões para o próximo ano são mais modestas e reflectem o clima de instabilidade económica mundial, face aos sinais preocupantes que nos vão chegando de alguns dos principais países emissores, designadamente o Reino Unido», sublinha ainda o relatório anual da associação.

O aumento de 4,5 por cento nos preços é, segundo a AHETA, «a onsequência directa da taxa média de ocupação poder atingir os 65 por cento em 2008».

Invocando «parâmetros internacionais», a associação chama a esse valor a «ocupação ideal», a partir da qual é possível às empresas passarem a gerir a política de preços e, por essa via, a rentabilidade dos seus investimentos.

Diário Digital / Lusa

 

 

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