Missão militar portuguesa no Afeganistão

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Lightning

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« Responder #45 em: Julho 02, 2006, 11:40:52 pm »
Citação de: "Yosy"
são tropas altamente profissionais


Olhe caro Yosy, eu não sei se isso não passa de um boato ou se é a realidade mas olhe que se for eu chamava-os tudo menos profissionais, não se ouviu nada semelhante quando as forças portuguesas estiveram no Kosovo, ou Bosnia ou noutros locais, e se é por ser o Afeganistão olhe não tão lá só os comandos mas sim milhares de tropas de muitos paises e não se ouve falar disso deles.
 

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Spectral

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« Responder #46 em: Julho 03, 2006, 04:59:08 pm »
E que tal uma confirmação de outra fonte do que se passa ?


Não é que o militaryphotos.net seja o fórum mais reputado ou melhor frequentado da net... :roll:
I hope that you accept Nature as It is - absurd.

R.P. Feynman
 

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Duarte

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« Responder #47 em: Julho 03, 2006, 05:10:57 pm »
bem, os Comandos também não são meninos de coro...  :D

Deve ser um relato um pouco exagerado também, a tendência anglo-saxónica de olhar os outros com desdém.

Agora a crítica aos nossos camuflados "woodland" é válida. Não me digam que as OGFC não podem fabricar camuflados de deserto. Caramba!  :evil:
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«Os chamados partidos políticos, por definição e exigências da sua vida própria, não representam nem podem servir a unidade nacional» Salazar
 

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Lightning

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« Responder #48 em: Julho 03, 2006, 06:37:53 pm »
Concordo com o Duarte Mendonça, deve haver um exagero nisso tudo como por exemplo o tal boato do americano que os comandos eram soldados penais, ao estilo dos "doze indomáveis patifes", para quem não conheçe eram um grupo de soldados que para fugir à prisão faziam missões quase suicidas...

em relação aos camuflados concordo, ainda este fim de semana vi um excelente da Força Aérea e não é o branco do TACP :(
 

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Miguel

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« Responder #49 em: Julho 03, 2006, 06:51:33 pm »
Citação de: "Duarte Mendonça"
bem, os Comandos também não são meninos de coro...  :D

Deve ser um relato um pouco exagerado também, a tendência anglo-saxónica de olhar os outros com desdém.

Agora a crítica aos nossos camuflados "woodland" é válida. Não me digam que as OGFC não podem fabricar camuflados de deserto. Caramba!  :wink:
Isso aconteceu mesmo na Arabia Saudita, aonde é proibido o alcool e as revistas feminas, mas nas unidades Légion havia sempre "de la Kronenbourg" e uns livros de "Playboy" :lol:
 

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ricardonunes

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« Responder #50 em: Julho 03, 2006, 08:01:24 pm »
Aqui fica o link, para uma reportagem sobre os comandos.~
http://www.ihavideo.net/news_story.jsp? ... 06d&scuid=
Potius mori quam foedari
 

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Lightning

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« Responder #51 em: Julho 03, 2006, 08:08:55 pm »
Citação de: "ricardonunes"
Aqui fica o link, para uma reportagem sobre os comandos.~
http://www.ihavideo.net/news_story.jsp? ... 06d&scuid=


Esse filme é bom pra colocar lá no site do militaryphotos para provar lá aos ingleses e americanos que os comandos ao contrário do que eles dizem sabem falar inglês :lol:
 

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ricardonunes

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« Responder #52 em: Julho 03, 2006, 08:15:32 pm »
O ingles não é o melhor, mas que se desenrascam não podemos ter duvidas.
Já agora, que tipo de antena é aquela, que aparece logo de inicio, montada no Hummer.
« Última modificação: Julho 03, 2006, 08:16:56 pm por ricardonunes »
Potius mori quam foedari
 

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Yosy

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« Responder #53 em: Julho 03, 2006, 08:16:07 pm »
Citação de: "Hélder"
Citação de: "ricardonunes"
Aqui fica o link, para uma reportagem sobre os comandos.~
http://www.ihavideo.net/news_story.jsp? ... 06d&scuid=

Esse filme é bom pra colocar lá no site do militaryphotos para provar lá aos ingleses e americanos que os comandos ao contrário do que eles dizem sabem falar inglês :lol:


Vou já tratar disso.
 

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Lancero

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« Responder #54 em: Julho 30, 2006, 07:31:10 pm »
Uma prova (várias até) da 'incompetência' dos Comandos no Afeganistão..

http://dn.sapo.pt/2006/07/30/nacional/t ... _casa.html

"Temos de voltar todos para casa"
 
A base aérea da NATO em Cabul é uma zona sobrelotada de militares e agentes da CIA em actividade constante. No meio dos gritos - em várias línguas - e correrias de quem participa diariamente nos exercícios e treinos de ordem unida ou recolher obrigatório, o sargento português Joaquim Condeço montou uma escola para formar controladores aéreos afegãos.

Por razões de segurança "não podia criar a escola fora" da unidade, explica ao DN aquele controlador da Força Aérea. Os interlocutores ficaram estupefactos: "Uma escola aqui? Isto é uma base militar!" O facto é que os belgas lhe "ofereceram" um dos contentores montados ao lado do edifício do aeroporto internacional de Cabul e que formam a base da NATO, onde pôde dar dois cursos.

Condeço constatou que "os outros países não queriam saber" da escola autorizada pela própria NATO para formar alguns dos futuros quadros do Afeganistão. A verdade é que "a escola fechou" desde que o destacamento português terminou a sua missão em Março, lamentou o militar - que, a pedido da Hungria, chegou a estruturar também um curso de inglês para os afegãos e os militares dos ex-países de Leste membros da NATO, que têm grandes dificuldades naquela língua.

São casos de voluntarismo e dedicação como o de Joaquim Condeço que justificam os repetidos e rasgados elogios dos chefes militares estrangeiros que têm comandado forças portuguesas desde 1996, primeiro na Bósnia, depois no Kosovo, Timor ou Afeganistão. "A realidade é que as nossas forças têm, de um modo geral, cumprido as suas missões com elevado espírito de missão e muitas vezes com meios muito inferiores aos de outras nacionalidades", declara ao DN um oficial superior pára-quedista com larga experiência de missões no exterior.

O tenente-coronel comando Luís Moreira, um dos responsáveis pela tropa portuguesa junto da força da NATO no Afeganistão (ISAF, sigla em inglês) no segundo semestre de 2005, confirma aquela afirmação. E junta outros argumentos: "Nós cumpríamos e o comando da ISAF sabia que havia outras unidades que não o faziam." A própria formatura também ajudava a formar a opinião externa: "Todas as quartas-feiras havia o içar da bandeira, que os outros não faziam. Dava visibilidade [ao País], mas era também um sinal de disciplina" constante - "apesar de se estar em campanha."

O impacto da actuação lusa foi tal que a bandeira portuguesa ficou içada na base aérea da NATO em Cabul (KAIA, sigla em inglês) até meados deste mês - quando o contingente português ali destacado saiu de lá em Março, refere o coronel Luís Ruivo.

Portugal foi a nação-líder do KAIA entre Agosto e Novembro de 2005, sendo o comando exercido por Luís Ruivo. Este piloto-aviador recorda os objectivos: rever a segurança da área, abrir o aeroporto aos voos nocturnos, formar quadros locais. Como tal, proibiu a entrada na base de afegãos com telemóveis e a presença dos tradutores sempre que não estivessem a trabalhar, alargou o perímetro e mudou a posição dos postos de sentinela. "Não levei sacos para cadáveres. Tínhamos de voltar todos para casa", relembra.

Para se ter uma ideia do grau de violência existente, Luís Moreira lembra o "período muito complicado" que se viveu entre Outubro e meados de Dezembro de 2005: a bandeira no quartel-general de Camp Wharehouse (também em Cabul) esteve sempre a meia-haste. "Os alemães queriam [deslocar-se só] com a protecção dos soldados portugueses e não dos efectivos do batalhão alemão que também lá estava estacionado", adianta. Não por acaso, observa ainda, o general italiano Mauro Del Vecchio "escolheu a companhia portuguesa" para a cerimónia da sua despedida como comandante da ISAF.

Porquê? Fontes dos Comandos dão outro exemplo: "O guia norueguês que nos ia mostrar a nova zona de operação [onde substituíam uma unidade norueguesa] perdeu-se logo ao fim de alguns minutos. E quando, nas patrulhas apeadas, falávamos com os locais, diziam-nos que não viam viaturas militares há semanas."

Outro caso, pouco conhecido, foi o de uma operação antidroga com forças especiais inglesas e de outros países da NATO no Afeganistão e em que participou um avião C-130 português (onde se capturaram 13 toneladas de opiáceos e cem quilo s de heroína, além de outros produtos). No regresso a Portugal, a actuação das tripulações do avião que "ia a todas" justificou uma carta de agradecimento do Comandante Supremo Aliado da NATO na Europa, general James Jones.

Quem ficou zangado foi o comandante da Força Aérea afegã - por não ter podido oferecer uma prenda de agradecimento ao major Rui Campos (foto no topo), quando soube que este estava a quatro dias de regressar a Portugal. É que o meteorologista se prestara a explicar-lhe os símbolos das cartas com que se fazem os planos de voo logo no primeiro briefing - "Ele só perguntava como é que estava o tempo!"
"Portugal civilizou a Ásia, a África e a América. Falta civilizar a Europa"

Respeito
 

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Luso

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« Responder #55 em: Julho 30, 2006, 08:11:09 pm »
Meu amigos, o texto do Lancero é um exemplo que demonstra aquilo que tenho vindo a dizer sobre o futuro que Portugal pode ter e, eventualmente, porque é que alguns se esforçam por nos destruir ou denegrir a imagem - com a ajuda de indígenas.
Enquanto alguns conspiram e jogam sujo, nós podemos obter melhores resultados às claras e a bem de todos.
E como homens a sério.

Repito: temos o potencial e está ali mesmo, mesmo ao nosso alcance. Não é sonho.
É a Obra que nos falta.

- Obrigado Lancero!  :G-beer2:
Ai de ti Lusitânia, que dominarás em todas as nações...
 

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Lancero

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« Responder #56 em: Julho 30, 2006, 08:26:25 pm »
Citação de: "Luso"
- Obrigado Lancero!  :)
"Portugal civilizou a Ásia, a África e a América. Falta civilizar a Europa"

Respeito
 

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Cabeça de Martelo

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« Responder #57 em: Julho 31, 2006, 08:07:47 pm »
Óptimo texto!
7. Todos os animais são iguais mas alguns são mais iguais que os outros.

 

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carlospires

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Má educação e incompetências dos "comandos "
« Responder #58 em: Julho 31, 2006, 09:43:56 pm »
De facto não percebo porque se tenta tanto denegrir a imagem que os "comandos" têm por esse mundo fora...É um facto que todos  comprovam o contrário ,mas que infelizmente alguns bem tentam contrariar ao dizer barbaridades dessas sobre os  "comandos "...pois toda a gente sabe que existem tensões em todos os exércitos que prestam serviço longe das suas pátrias...mas daí até á "incompetência" "má educação",desconhecimento da lingua inglesa...enfim essas "istórias " que alguns aqui contam...vai uma grande diferença. Eu conheço e convivi com alguns dos sargentos e oficiais que estão e estiveram no Afeganistão e posso afirmar que não está nas suas maneiras de ser e estar na vida, penso que estão mesmo a tentar denegrir a nossa imagem no exterior...
Só não sei ainda é com que intuito...mas os mesmos que por cá conseguiram acabar com a especialidade em 93 estejam outra vez a fazer o trabalho de "sapa"  com as mesmas intenções...Não sei, o tempo o dirá.
Um abraço
Carlos Pires
mama sumae
 

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ricardonunes

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« Responder #59 em: Julho 31, 2006, 10:08:53 pm »
Eu só ainda não percebi onde é que o texto, ou qual a mensagem que denigre os Comandos.
Potius mori quam foedari
 

 

Origem da palavra "Commando" portuguesa?

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