Irão

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ricardonunes

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« Responder #105 em: Dezembro 11, 2006, 03:48:22 pm »
Ahmadinejad garante que país chegará ao topo matéria nuclear

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O presidente iraniano, Mahmoud Ahmadinejad, afirmou hoje que o país chegará ao topo em matéria de tecnologia nuclear e criticou os que pressionam Teerão para que abandone estas atividades.
«O Irão dará com autoridade o último passo para chegar ao topo da tecnologia nuclear», disse hoje Ahmadinejad, num discurso na Universidade de Amir Kabir, em Teerão.

«A minha pergunta é porque é que os Estados Unidos e a Inglaterra não querem que o nosso povo tenha acesso ao seu direito sobre a tecnologia nuclear», disse o governante iraniano.

Ahmadinejad salientou que o acesso do Irão ao combustível nuclear colocaria o país «entre os desenvolvidos e conferir-lhe-ia um poder indispensável no mundo».

O líder iraniano também afirmou, sem avançar pormenores, que o Irão «realizará um grande festival nuclear» entre 1 e 10 de Fevereiro de 2007, durante a festa anual em que os iranianos celebram o regresso de Khomeini ao país, vindo do exílio e a vitória da revolução islâmica, em 1979.

Um grupo de estudantes recebeu Ahmadinejad à chegada à universidade com gritos de «morte ao ditador», noticiou a agência estudantil Isna.

«Morte ao ditador» e «Os estudantes preferem morrer a submeterem-se» eram as frases que alguns dos presentes gritavam.

Os meios de comunicação oficiais não informaram sobre o protesto estudantil e a agência de notícias nacional, a Irna, limitou-se a afirmar que durante a visita «houve tensão por parte de um pequeno grupo de estudantes».



Diário Digital

 um grande festival nuclear :conf:
Potius mori quam foedari
 

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ricardonunes

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« Responder #106 em: Dezembro 13, 2006, 05:32:55 pm »
Mais do mesmo blx2x1

Irão estimula teses anti-Holocausto


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A conferência sobre o Holocausto, que ontem terminou em Teerão, foi dominada pelas teses que relativizam ou negam o genocídio nazi cometido contra os judeus na Segunda Guerra Mundial, uma posição que provocou a condenação firme e unânime da comunidade internacional.

O presidente iraniano, Mahmud Ahamadinejad, anfitrião da conferência, questiona a veracidade do do Holocausto e afirma que foi utilizado para justificar a criação do Estado de Israel em territórios árabes.

Entre os conferencistas estiveram o francês Robert Faurisson, condenado várias vezes por negar a realidade do Holocausto, o australiano Fredrick Toeben, que passou vários meses numa prisão alemã por incitar ao ódio racial, e o americano David Duke, ex-membro da Ku Klux Klan.

O primeiro-ministro israelita, Ehud Olmert, que visita a Alemanha, disse que a conferência "demonstra a amplitude do ódio" do Irão em relação aos judeus e a Israel" e pediu apoio internacional para travar aquelas teses. A chanceler alemã, Angela Mer- kel, concordou com o perigo que Teerão representa, mas excluiu uma acção militar.

A Casa Branca fez saber que o encontro é "uma afronta ao mundo civilizado assim como aos valores iranianos tradicionais de tolerância e respeito mútuo".  

JN
Potius mori quam foedari
 

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Pantera

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« Responder #107 em: Dezembro 13, 2006, 05:37:14 pm »
este fanático já era bem bombardeado com bombas "MOAB"

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Luso

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« Responder #108 em: Dezembro 13, 2006, 08:31:01 pm »
Li que Nuno Rogeiro terá participado nessa reunião e terá dito das boas, o que a meu ver só nos deve dar motivo de orgulho. Todavia andei à procura de alguma página oficial onde pudesse confirmar esta participação mas ainda não a encontrei.

http://ofuturopresente.blogspot.com/200 ... teero.html
Ai de ti Lusitânia, que dominarás em todas as nações...
 

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ricardonunes

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« Responder #109 em: Dezembro 13, 2006, 10:03:22 pm »
Atenção - imagens que podem chocar





Como se repreende um "gaito" de 9 anos apanhado a roubar?

No Irão é assim







Potius mori quam foedari
 

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typhonman

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« Responder #110 em: Dezembro 13, 2006, 11:27:16 pm »
Há gente que não tem nada na cabeça.. Talvez serrim... :x
Artigo 308º

Traição à Pátria

Quem, por meio de violência, ameaça de violência, usurpação ou abuso de funções de soberania:

a) Tentar separar da Mãe-Pátria, ou entregar a país estrangeiro ou submeter à soberania estrangeira, todo o território português ou parte dele
 

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Luso

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« Responder #111 em: Janeiro 12, 2007, 10:20:04 pm »
http://formerspook.blogspot.com/2007/01 ... eaded.html


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Where Are Those Patriots Headed?
Toward the end of last night's speech on Iraq, President Bush outlined preliminary steps for dealing with Iran and Syria, to interrupt their support for terrorists. He promised to interdict the flow of support from both countries, and destroy the terrorist networks they sponsor inside Iraq.

Mr. Bush also proposed new security initiatives to protect U.S. interests in the Middle East, including the recently-announced deployment of a second carrier battle group to the region. Then, he dropped this minor bombshell, which has been all-but-ignored by the pundits and the MSM:

"We will expand intelligence sharing, and deploy Patriot air defense systems to reassure our friends and allies. We will work with the governments of Turkey and Iraq to help them resolve problems along their border. And we will work with others to prevent Iran from gaining nuclear weapons and dominating the region."

True, Patriot batteries can provide an important symbol of our willingness to protect our friends. But they're most useful in defending key facilities and population centers from air and ballistic missile attacks. It doesn't take a military analyst to understand that there's something larger at work here. The U.S. seems concerned that our military build-up--or a preemptive Israeli strike--could trigger a backlash from Iran, prompting missile attacks against our allies in the region (air strikes are a much lesser threat, given the limited capabilities of the Iranian Air Force). Deploying Patriot batterys now would illustrate U.S. resolve, while providing a missile defense capability in areas that are currently unprotected.

And that begs another important question, namely the beddown location for those Patriot batteries. Saudi Arabia, Israel and Kuwait already operate the system (among others). Additional deployments to those nations would provide redundant coverage. I'm guessing that the deployments announced last night will cover Iraq and the various Gulf States--Bahrain, Qatar, Oman and the United Arab Emirates (UAE)--that currently lack a land-based, missile defense capability. Turkey is another possibility, although our resources are not unlimited; there are only 9 Patriot battalions in the U.S. Army, which includes those currently deployed.

It's also worth noting that countries which may "host" a Patriot deployment also have military facilities that could be used in a military campaign against Iran. Bahrain is already home for the U.S. 5th Fleet; Oman and the UAE have airfields that would be extremely useful in defending the region against Tehran's military forces, or if necessary, launching attacks on Iran. The planned Patriot deployments are not an indicator of pending action against Tehran; however, they do insert an important military asset into the region, and provide a defensive capability that may be useful--even imperative--at some point in the future.


# posted by Spook86 @ 6:15 AM
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ricardonunes

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« Responder #112 em: Fevereiro 05, 2007, 11:16:09 am »
Militares americanos pedem a Blair para rejeitar ataque ao Irão
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Três ex-responsáveis militares americanos apelaram ontem ao Governo britânico para ajudar os EUA a encontrarem uma solução diplomática para a crise no Irão, rejeitando um eventual ataque contra as instalações nucleares iranianas. Em carta enviada ao Sunday Times, os generais Robert Gard e Joseph Hoar e o vice-almirante Jack Shanahan alertaram para o facto de uma acção militar ter "consequências desastrosas" na segurança da região.

Os signatários da missiva apelaram ainda ao Presidente americano, George W. Bush, para iniciar um diálogo "sem condições prévias" com o Governo iraniano. Gard, ex-assistente do secretário da Defesa, Hoar, um ex-chefe do comando central, e Shanahan, antigo director do Centro para a Informação sobre Defesa, sublinharam que o Reino Unido tem um "papel vital" para relançar o processo diplomático. Alertando para o reforço de tensões regionais e globais em caso de ataque, os militares apelaram ao primeiro-ministro britânico, Tony Blair, para deixar claro a Bush que se opõe ao recurso à força militar.

Os EUA e vários países ocidentais acusam Teerão de estar a de-senvolver armas nucleares ao abrigo de um programa nuclear civil. Acusações que o regime iraniano nega. Ontem, voltou a garantir que não irá aplicar a resolução da ONU, que prevê o recurso a sanções se Teerão mantiver a recusa de suspender o enriquecimento de urânio. Este processo, usado na produção de energia, pode também ser utilizado no fabrico da bomba atómica.

Na semana passada, o Instituto Internacional para Estudos Estratégicos revelou que Teerão precisa de mais dois ou três anos para alcançar a capacidade de construir a bomba atómica. Entretanto, os EUA têm recusado afastar a hipótese de uma intervenção militar contra o Irão. Apesar de, na sexta-feira, o secretário de Defesa, Robert Gates, ter garantido que Washington não se prepara para uma nova guerra, nas últimas semanas, a marinha americana enviou para o golfo Pérsico um segundo porta-aviões, aumentando os rumores de um ataque. HT

DN
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comanche

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« Responder #113 em: Fevereiro 12, 2007, 05:35:38 pm »
Irã rejeita acusação de armar iraquianos
 
 
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O Irã rejeitou alegações dos Estados Unidos de que estaria fornecendo armas para milícias xiitas no Iraque.
O porta-voz do Ministério do Exterior iraniano, Mohammad Ali Hosseini, afirmou que as acusações são propaganda sem base e que os "Estados Unidos têm uma longa história na fabricação de provas".

"O que foi apresentado é prova fraca que é desacreditada até mesmo pelos americanos, não é aceitável", disse o porta-voz segundo a agência de notícias Reuters.


Hosseini afirmou que os Estados Unidos estão "planejando eventos artificiais" para justificar suas acusações.

"Autoridades importantes iranianas e outros não têm relação com esta ou outras questões. Qualquer interferência com questões internas do Iraque iria enfraquecer o governo do Iraque, e nós somos contra isso", disse.

As alegações dos americanos, de que bombas foram contrabandeadas do Irã para o Iraque, não puderam ser verificadas de forma independente.

Democratas

Democratas dos Estados Unidos pediram que o governo de George W. Bush seja cauteloso nas acusações de que o Irã está fomentando a violência no Iraque.

O senador democrata Chris Dodd disse que o governo Bush tentou falsificar provas antes.

"Estou analisando este relatório com um grau de ceticismo", disse.

"Não duvido que o Irã esteja envolvido até certo ponto e certamente este é um problema que precisa ser tratado, mas estou cada vez mais preocupado com o fato de eles estarem tentando criar uma premissa para, no futuro, ampliar a ação militar no Irã."

"Acredito que, neste ponto, isto seria um grande erro", acrescentou.

Outro influente democrata, o senador John Kerry, disse que as pessoas deveriam "ouvir àqueles entre nós no Congresso que afirmaram que devemos nos engajar na região".

Bombas

Autoridades do setor de defesa americano informaram a jornalistas em Bagdá, no Iraque, que bombas iranianas estão sendo usadas para matar soldados americanos e mais de 170 já morreram desde junho de 2004 e outros 620 americanos ficaram feridos.

As autoridades afirmaram que analistas de informações secretas dos Estados Unidos acreditam que estas bombas foram fabricadas no Irã e enviadas de forma secreta para militantes xiitas do Iraque, sob ordens de autoridades importantes do Irã.

"Avaliamos que todas estas atividades estão vindo de níveis superiores do governo iraniano", disse uma das autoridades americanas.

O militar acusou a brigada de elite iraniana Al-Quds, uma unidade da Guarda Revolucionária, afirmando que um importante comandante da brigada foi um dos cinco iranianos capturados por forças americanas em uma operação na cidade iraquiana de Irbil, em janeiro.


http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/story/2007/02/070212_irarejeitarelatoriofn.shtml
 

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ricardonunes

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« Responder #114 em: Fevereiro 21, 2007, 10:59:59 am »
Washington tem plano de ataque contra o Irão

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Ataques aéreos contra as instalações nucleares e toda a infra-estrutura militar iraniana. São estas as principais directrizes dos planos de contingência americanos a que a BBC teve acesso. Segundo a estação de televisão britânica, o ataque poderá ser provocado por duas situações: a confirmação de que Teerão obteve a bomba atómica ou um atentado especialmente sangrento contra tropas americanas no Iraque.

A pressão foi reforçada com a chegada, ontem, ao Golfo Pérsico do porta-aviões USS John Stennis, que ali se junta ao USS Eisenhower e ao USS Boxer, numa demonstração do poderio militar americano.

O comandante da V Frota americana, a operar no Golfo, garantiu à AFP que a chegada do USS John Stennis "não é necessariamente sinónimo de ofensiva". O almirante Patrick Walsh sublinhou o empenho na diplomacia para resolver a crise nuclear iraniana. Uma posição que encontrou eco no Pentágono. Este considerou "ridícula" a existência de um plano de ataque ao Irão.

Citando fontes militares, a BBC deixa claro que os planos se aplicam em caso de fracasso das negociações. Então, e caso seja dada ordem para atacar, a aviação deverá bombardear bases, armazéns de mísseis e centros de comando iranianos. A lista de alvos inclui ainda as centrais nucleares de Natanz, Ispaão, Arak e Bushehr.

A confirmação de que Teerão obteve a bomba atómica - que os EUA a acusam de estar a desenvolver ao abrigo de uma programa nuclear civil - poderá ser um dos "detonadores" para um ataque americano. O outro será um ataque sangrento, com apoio do Irão, contra os soldados americanos presentes no Iraque.

Se a primeira situação parece dar margem aos iranianos, a segunda pode precipitar os acontecimentos. Na semana passada, responsáveis militares americanos convocaram os jornalistas em Bagdad para lhes mostrar alegadas provas de que as milícias xiitas iraquianas recebem armas do Irão. Apesar de a informação ter sido posta em causa pelo general Peter Pace, o chefe do Estado-Maior Interarmas dos EUA, é sintomática do aumento da tensão entre os dois países; agravada pela detenção no Iraque de elementos que os EUA dizem pertencer aos Guardas da Revolução, a elite do exército iraniano. Ontem ainda os EUA denunciaram o aumento das patrulhas iranianas em águas territoriais iraquianas.

A crescente ameaça militar sobre o Irão está a preocupar a população. Mas enquanto os moderados se preocupam com uma possível guerra, os radicais partilham da confiança do Presidente Mahmud Ahmadinejad e acreditam que o poderio do Irão o deixa ao abrigo de ataques. Os restantes, vêem as ameaças de ataque como mais um meio de pressão, mas admitem que um pequeno incidente pode provocar um conflito.

Último esforço

As revelações da BBC surgiram um dia antes do fim do prazo dado pelo Conselho de Segurança da ONU para que o Irão suspenda o enriquecimento do urânio. Ontem, o principal negociador iraniano, Ali Larijani, reuniu-se, em Viena, com o director da Agência Internacional de Energia Atómica (AIEA), Mohamed ElBaradei. No final do encontro, Larijani sublinhou que a crise iraniana "deve ser resolvida pela negociação e não pela força ou as pressões".

As expectativas para a reunião eram baixas, uma vez que Ahmadinejad já afirmara que não suspenderá o enriquecimento de urânio. Teerão garante que o seu programa nuclear se destina apenas à produção de energia. Rico em petróleo, o Irão não tem refinarias, vendo-se forçado a importar gasolina, o que explica, em parte, a aposta no nuclear.

Projecto antigo - durante o reinado do xá Reza Pahlavi, os EUA incentivaram a aposta no nuclear - o programa de Teerão estará em análise esta semana na ONU, onde Baradei deverá apresentar um relatório pouco abonatório para o Irão.

Em entrevista ao Financial Times, o director da AIEA explicou que, dentro de quatro a seis meses, o Irão terá o conhecimento para enriquecer urânio, precisando de mais quatro a seis anos para produzir a bomba. Baradei já havia proposto uma pausa no enriquecimento de urânio, acompanhada da suspensão das sanções. Mas com a recusa do Irão, americanos e europeus deverão pedir o reforço das sanções.

DN
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Yosy

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« Responder #115 em: Fevereiro 21, 2007, 08:20:33 pm »
^^^^^este tipo de planos não significam nada. Washington deve ter planos para atacar a maioria dos países do mundo. É algo muito comum.
 

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ricardonunes

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« Responder #116 em: Fevereiro 24, 2007, 01:34:37 pm »
Japão lança quarto satélite para espiar Coreia do Norte

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A Agência Japonesa de Exploração Espacial lançou hoje um satélite de observação terrestre, dotado de radar, depois de dois cancelamentos por causa do mau tempo, informou o organismo espacial.
É o quarto satélite japonês com potencial para espiar a Coreia do Norte, desde que Pyongyang lançou, em 1998, um míssil balístico que sobrevoou o território nipónico e caiu no Pacífico.

O foguetão H-2A foi lançado do Centro Espacial de Tanegashima, onde aguardava desde quinta-feira pela melhoria das condições do tempo, indicou a agência Kyodo.

O satélite de observação tem capacidade para fotografar qualquer ponto do globo uma vez por dia e a sua produção custou à Agência Espacial Japonesa cerca de 30 mil milhões de ienes (188 milhões de euros, aproximadamente).

A experiência espacial japonesa tem sofrido diversos revezes e problemas técnicos como o que ocorreu em Novembro de 2003, quando um foguetão H-2A com dois satélites-espiões teve de ser destruído em voo, por não alcançar a altitude necessária para a sua posição orbital, devido a uma avaria nos propulsores.

Diário Digital / Lusa

24-02-2007 10:00:52
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ricardonunes

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« Responder #117 em: Fevereiro 26, 2007, 10:19:30 am »
EUA criam grupo especial para atacar o Irão

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Semanário norte-americano cita fontes de alto nível do Exército. Porta-voz do Pentágono desmente
O Pentágono criou um grupo especial para planear um ataque com bombas contra o Irão, que funcionará 24 horas depois de receber "luz verde" do Presidente George W. Bush, noticia hoje a imprensa norte-americana.

A notícia é hoje difundida por vários órgãos de imprensa que citam a edição do próximo domingo do semanário The New Yorker, segundo a qual o grupo depende directamente do Estado-Maior das Forças Armadas.

Entretanto, Bryan Whitman, porta-voz do Pentágono, afirmou que os "Estados Unidos não prevêem entrar em guerra com o Irão". "Sugerir qualquer coisa em sinal contrário é errado e é um equívoco", sublinhou.

Os Estados Unidos foram "muito claros relativamente às suas preocupações quanto às actividades específicas do Governo iraniano. O Presidente [Bush] reiterou publicamente que trabalhamos com os nossos aliados na região para que estas questões sejam tratadas através da via diplomática", acrescentou.

O semanário, que cita fontes de alto nível do Exército, afirma que o grupo especial foi criado há uns meses, centrando-se na planificação da destruição das instalações nucleares iranianas e derrubar o Governo de Teerão.

O The New Yorker, citando um assessor das Forças Armadas e um consultor do Pentágono, afirma que o mesmo grupo foi, recentemente, encarregue de identificar objectivos no Irão que estejam implicados na ajuda a militantes no Iraque.

Entretanto, sábado passado, em Sydney (Austrália), o vice-presidente norte-americano Dick Cheney afirmou que "todas as opções estão sobre a mesa" relativamente ao Irão.

O governante norte-americano prestava estas declarações à imprensa depois de se ter reunido sábado em Sydney (Austrália), depois de se ter reunido com o primeiro-ministro australiano, John Howard.

JN
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Miguel

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« Responder #118 em: Fevereiro 26, 2007, 11:44:19 am »
Citação de: "Yosy"
^^^^^este tipo de planos não significam nada. Washington deve ter planos para atacar a maioria dos países do mundo. É algo muito comum.



Seria interessante ver os planos de ataque a Portugal  :!:

Simplesmente é este: Aerotransporte de uma Task Force nas Lajes e mais nada...
 

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Mar Verde

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« Responder #119 em: Março 07, 2007, 02:22:40 pm »
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Last update - 11:52 07/03/2007          
Report: Missing Iranian official being questioned in N. Europe
By Yoav Stern, Haaretz Correspondent and Haaretz Service

The Iranian former deputy defense minister who disappeared in neighboring Turkey last month is being questioned in a northern European country under strict supervision
, the pan-Arab newspaper al-Sharq al-Awsat reported Wednesday.

According to the newspaper, published in London, Ali Reza Asghari is undergoing thorough investigation by intelligence forces before being transferred to the United States.

Asghari, who is a retired general in the elite Revolutionary Guards, disappeared in Istanbul about a month ago. A hotel room was booked under Asghari's name, but several reports indicate that he never arrived at the hotel.

On Tuesday, al-Sharq al-Awsat reported that Asghari left for the U.S. to seek asylum shortly after arriving in Turkey.

Earlier Tuesday, Iran's top police chief, General Esmaeil Ahmadi Moghaddam, said Iran was investigating Asghari's fate with the cooperation of the Turkish police.

"It is likely that Asghari has been abducted by the Western intelligence services," IRNA quoted the Iranian police general as saying. The general did not elaborate.

IRNA further quoted Moghaddam as saying Asghari had stayed in Turket for three days before being abducted.

"The police investigation shows that he did not leave Turkey," Moghaddam said.

Al-Sharq al-Awsat's sources, however, claimed the official was not abducted but left for the United States "along with the secrets he carried."

Security was beefed up in Israeli embassies worldwide Tuesday following reports that Iran suspected the CIA and the Mossad of involvement in Asghari's disappearance.

A British newspaper reported Monday that Asghari is likely to possess information on missing Israel Air Force navigator Ron Arad.

Arad, an IAF navigator, was captured by the Lebanese Shiite Amal militia after ejecting from his warplane, shot down over southern Lebanon in 1986. Media reports have said the pro-Iranian Hezbollah took Arad from Amal security chief Mustafa Dirani the following year.

Reports have also said that members of the Iranian Revolutionary Guard took Arad in 1988 and transported him to Iran.

Asghari had arrived in Turkey on a private visit from Damascus, Syria, the official Islamic Republic News Agency reported Tuesday.

Turkey's Foreign Ministry said Monday that the Iranian Embassy there had reported Asghari's disappearance and had asked Turkey's Interior Ministry to investigate.

In Israel, defense officials are concerned that there may be an attempt to kidnap embassy workers and strike Israeli targets.

According to a British Daily Telegraph report, Iranian intelligence official Asghari is also likely to have intimate knowledge of Iran's defense establishment and nuclear development program.

Although Asghari's disappearance in Turkey sparked allegations of a Mossad and CIA-linked kidnapping, Haaretz has learned that he may have defected.

Asghari served in the senior defense post under former defense minister General Ali Samahani. Israeli media have said that for many years, Asghari was the most senior Iranian intelligence official in Lebanon, with responsibility for Iran's ties with Hezbollah.

Israel Channel 10 television said late Sunday that Asghari was kidnapped on February 7, after arriving in Istanbul from Damascus, Syria.


http://www.haaretz.com/hasen/spages/834368.html
 

 

Iraque quer que Irão lhe devolva aviões emprestados em 1991

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por FinkenHeinle