U209PN

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NVF

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Re: U209PN
« Responder #2715 em: Janeiro 07, 2019, 01:24:22 am »
Quando o CEMGFA é um almirante 'hidrográfico', que nunca comandou um navio de combate, pode dar nisto... 
 

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Luso

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Re: U209PN
« Responder #2716 em: Janeiro 07, 2019, 09:38:33 am »
NUNCA confiar nas chefias de topo das nossas Farsas Armadas.

Não me espantaria que o comandante colocasse em causa a credibilidade de algum comando "aliado" com alguma… "façanha" e tenha, com isso, envergonhado certos políticos que depois deram uns cascudos nos sátrapas locais e, depois, foi por aí abaixo.

O Comandante hidrográfico é pelos vistos o campeão de alvarás de inteligente, na história da Marinha. E por causa disso não poderá ser criticado. Em todo o caso, faço-o, já que o considero um burocrata fardado (tal como o disse no passado):

https://www.emgfa.pt/documents/rszbkn5d8yjv.pdf

"Foi promovido ao posto de guarda-marinha em outubro de 1978 e especializou-se em Hidrografia. Possui o Doutoramento em Ciência Política, com agregação em Estratégia, e o Mestrado em Estratégia. Possui, igualmente, o Curso Geral Naval de Guerra, o Curso Complementar Naval de Guerra e o Curso de Promoção a Oficial General."

E pronto, está declarado o interesse prioritário do Sr. Almirante CEMG das Farsas "Armadas".
Ai de ti Lusitânia, que dominarás em todas as nações...
 
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asalves

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Re: U209PN
« Responder #2717 em: Janeiro 07, 2019, 01:02:11 pm »
No que vem descrito os motivos não parecem ter sido asneira, parece-me mais que surgiu uma oportunidade para "vigiar" qualquer coisa e o comandante aproveitou.

Lembro que no dia 1 setembro a Rússia realizou alguns exercícios no mediterrâneo, quem sabe o Arpão andava por lá e aproveitou-se. Cá na tugalandia ou na Europa podem não ter gostado pois se os russos tivessem descoberto podia ter dado barraca.

Nunca se saberá, é pena pois parece que daria para um bom filme de acção.
 
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Lancero

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Re: U209PN
« Responder #2718 em: Janeiro 07, 2019, 06:37:03 pm »
Quando o CEMGFA é um almirante 'hidrográfico', que nunca comandou um navio de combate, pode dar nisto...
O CEMGFA não exonera comandante da Marinha
"Portugal civilizou a Ásia, a África e a América. Falta civilizar a Europa"

Respeito
 

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NVF

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Re: U209PN
« Responder #2719 em: Janeiro 08, 2019, 07:27:49 pm »
Quando o CEMGFA é um almirante 'hidrográfico', que nunca comandou um navio de combate, pode dar nisto...
O CEMGFA não exonera comandante da Marinha

Pois, mas quando o CEMGFA e ex-CEMA alega que um comandante de um navio da Marinha desobedeceu a uma diretiva superior, não resta muito que o CEMA possa fazer.
 

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asalves

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Re: U209PN
« Responder #2720 em: Janeiro 11, 2019, 09:31:49 am »
Marinha abre processo a ex-comandante do Arpão por artigo na Revista da Armada
https://observador.pt/2019/01/10/marinha-abre-processo-a-ex-comandante-do-arpao-por-artigo-na-revista-da-armada/
Citar
A Marinha abriu um processo contra o ex-comandante Henriques Frade, por ter enviado para publicação na Revista da Armada um artigo com "informações reservadas" sem passar pela triagem.

A Marinha abriu um processo de averiguações ao ex-comandante do submarino Arpão Henriques Frade, exonerado em setembro, por ter enviado para publicação na Revista da Armada um artigo com “informações reservadas”.

De acordo com o porta-voz da Marinha, o ex-comandante do Arpão enviou para publicação na edição de dezembro da Revista da Armada um artigo contendo “matéria reservada, com elementos que não deviam lá estar”.

Segundo o comandante Fernando Fonseca, o processo de publicação na revista oficial da Marinha prevê que os artigos sejam apresentados à esquadrilha de superfície e ao Comando Naval “e só daí é que seguem para a Revista da Armada”, uma publicação oficial mensal com uma tiragem de quatro mil exemplares.

   
Citar
Quando terminou a missão em setembro, [o ex-comandante do submarino Arpão] fez um artigo e enviou-o para publicação sem passar pela triagem normal”, disse o comandante Fernando Fonseca.

Segundo o porta-voz da Marinha, a revista foi publicada em dezembro e a estrutura superior do ramo, ao tomar conhecimento do conteúdo, “mandou recolher os exemplares, mas não conseguiu recolher todos” e há ainda exemplares a circular, admitiu.

O processo de averiguações foi aberto “há algumas semanas” e poderá ou não dar origem a um processo disciplinar.

O comandante Fernando Fonseca recusou que o processo de averiguações se relacione com os motivos da exoneração do ex-comandante, cerca de um mês e meio antes de terminar a comissão de serviço, em setembro.

“Já tinha sido exonerado. Só tomámos conhecimento da situação [da publicação do artigo] depois da revista sair”, frisou.

O porta-voz da Marinha rejeitou que a direção da Revista da Armada tenha “alguma culpa” na publicação do artigo com “informações reservadas”, frisando que o “processo normal” é o autor dos artigos submetê-los à “triagem” superior antes de os enviar.

Segundo noticiou o DN no sábado passado, o comandante Henriques Frade foi exonerado em setembro, antes de completar a comissão. O mesmo jornal escreve que o “comandante tomou decisões operacionais cujas consequências teriam colocado em risco a segurança do submarino e dos seus 33 militares”.

Sobre a exoneração, o porta-voz da Marinha disse apenas que a decisão foi tomada pelo almirante chefe do Estado-Maior da Armada, Mendes Calado, “por questões de gestão administrativa”, sem adiantar os motivos que a fundamentaram.

Portanto o comandante é exonerado em setembro porque tomou decisões numa missão que é tão secreta que ninguém quer falar disso. Paralelamente escreve um artigo para a revista da marinha que não envia para a triagem com informações sensíveis (segundo a marinha) que obriga a que a marinha tente recolher todas as revistas publicadas.

Será que no artigo fala da missão? alguém tem esta edição da revista? estou curioso para saber do que se tratava o artigo.
 

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jpthiran

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Re: U209PN
« Responder #2721 em: Janeiro 11, 2019, 02:38:10 pm »
...lol...
...o que é o comandante descobriu e comentou que mais ninguém sabia!...
...que segredo tão extraordinário é esse?...
 

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Lightning

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Re: U209PN
« Responder #2722 em: Janeiro 11, 2019, 05:06:38 pm »
Se é assim então a causa é uma falha nos procedimentos, a revista em causa até é da Marinha, bastava que eles estipulassem que qualquer informação operacional tenha que vir do Comando Naval e não dos intervenientes, se isso acontecesse, como neste caso, não publicavam.
 

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Charlie Jaguar

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Re: U209PN
« Responder #2723 em: Janeiro 12, 2019, 12:02:54 pm »
Se é assim então a causa é uma falha nos procedimentos, a revista em causa até é da Marinha, bastava que eles estipulassem que qualquer informação operacional tenha que vir do Comando Naval e não dos intervenientes, se isso acontecesse, como neste caso, não publicavam.

Essa parte da Revista da Armada é curiosa; por exemplo, conheci bem os meandros da Mais Alto, revista da Força Aérea, as suas linhas editoriais e o cuidado que têm antes de publicar um artigo, especialmente aqueles que são escritos por militares no activo, precisamente para que no explanar da informação não se divulgue aquilo que não é necessário de todo vir cá para fora, o que é de certa forma compreensível. Não se verifica isso na Revista da Armada?  ???
Saudações Aeronáuticas,
Charlie Jaguar

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BARCO À VISTA

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Re: U209PN
« Responder #2724 em: Janeiro 12, 2019, 10:46:54 pm »
Quando o CEMGFA é um almirante 'hidrográfico', que nunca comandou um navio de combate, pode dar nisto...

Estimado NVF, está equivocado, acontece, eu sei e compreendo...
Noto que a par de alguns foristas mais antigos até tem um bom raciocínio e capacidade intelectual para se distinguir de muitos outros foristas que por aqui "vestem" a pele de General e Almirante de sofá, como diz um tipo que aparece quando o Rei faz anos: "Quem muito "post'a" pouco acerta...:mrgreen:, pelo que se me permite um aconselho: opte 1.º por se informar e só depois tecer considerações.
O Oficial General em causa exerceu os seguintes cargos a bordo de Unidades Navais:
- Comandante do N.R.P. Almeida Carvalho;
- Comandante do N.R.P. Andrómeda;
- Chefe de Serviço de Navegação do N.R.P. João Belo;
- Imediato do N.R.P. Save;
- Adjunto do Chefe do Serviço de Navegação do N.R.P. São Gabriel.

Já agora, para seu conhecimento e dos demais foristas, como Oficial de Marinha especializado em hidrografia, atendendo ao inexistência de Draga-Minas desde 1975, foi o responsável pelo começo do implemento dos nossos meios hidrográficos e suas capacidades / sensores / ROV's, etc e etc no apoio directo aos Mergulhadores na guerra de minas, por forma a efectuarem varreduras, detecção e inactivação de minas marítimas no leito do mar:
https://barcoavista.blogspot.com/2009/06/navios-hidrograficos-classe-d-carlos-i.html
https://barcoavista.blogspot.com/2009/06/lanchas-hidrograficas-da-classe.html

Para além disso, foi graças aos seus extensos conhecimentos e pensamento de Geoestrátegia e afins, aliado aos seus estudos de Hidrografia que permite que desde alguns anos os Ctes. das nossa Unidades Navais tenham um conhecimento perfeito de grande parte toda a nossa subsuperfície marítima (águas territoriais, águas adjacentes, ZEE, águas internacionais próximas).
Conhecimento esse nuclear nomeadamente para a ASW e principalmente para quem exerce o Comando dos nossos submarinos para melhor usufruto dos mesmos em todo o espectro do seu emprego operacional e posicionamento táctico, sendo o exemplo mais fácil de dar a entender, saber tirar o máximo partido de montanhas / encostas submarinas, fundos rochosos vs arenosos que originam as designadas "zonas de sombra" nos sonares dos navios.
Ou julga que é obra do espírito santo, rezar o terço a santa ingrácia e sorte à mistura?
Pese embora não tenha sido nas nossa águas, o mais famosa caso que serve de exemplo ao que redigi, foi do "NRP Barracuda" durante o exercício da NATO "LOCKED GATE 83" e a força naval do porta-aviões nuclear "USS Eisenhower":
- https://barcoavista.blogspot.com/2009/10/submarinos-da-classe-albacora.html
Quem muito "post'a" pouco acerta...
 

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NVF

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Re: U209PN
« Responder #2725 em: Janeiro 13, 2019, 12:24:56 am »
Oh caríssimo BARCO À VISTA, obrigado pelos elogios, mas quem leia a sua prosa até pode ficar com a ideia que a escreveu a pedido -- espero não ser o caso. Mas não vamos por aí. Somente uma questão, qual dos dois navios mencionados que o actual almirante CEMGFA comandou se pode designar como navio de combate? Navios militares são de certeza, pois pertencem à Marinha de Guerra Portuguesa, mas são unidades combatentes? Se o amigo BARCO À VISTA considerar que um dos navios (ou mesmo ambos) são unidades de combate, então retiro o que disse, pois não vou desafiar os seus vastos conhecimentos navais.
 

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BARCO À VISTA

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Re: U209PN
« Responder #2726 em: Janeiro 13, 2019, 12:42:50 pm »
NVF, não me diga que não era para dizer? nem me lembrei sequer disso na interpretação da sua mensagem privada :mrgreen:
De resto, meu caro NVF, como dizem os brasileiros: "você me deixa sem jeito" eu não tenho "vastos conhecimentos navais", olhe que eu não sei nadinha, apenas vi uma coisas, li ou ouvi outras. c56x1

No que concerne à sua questão, bom "my bad", tem razão (as viagens Porto - Ameixoeira e vice-versa de Alfa-Pendular faz um tipo ler um pouco na diagonal)...
Não obstante, em parte posso contra-argumentar noutro sentido (sou muito mau c56x1) e passo a explicar, com alguma "prosa"...

Observando a Doutrina da Marinha de Guerra Portuguesa e de basicamente todas as marinhas militares, na "teoria" todas as suas unidades navais são considerados para todos os efeitos "navios de guerra" e podem efectuar todas missões atribuídas as FA's e em particular o Ramo Naval, nesse sentido em caso de conflito ou necessidade pode tomar medidas ofensivas / defensivas, assim como abordar, provocar danos, capturar ou afundar embarcações ou outros "contactos", tal como igualmente pode estar sujeito a serem abordados, receber danos, ser capturado ou ser afundado...
Todos os navios da MGP cujo o nome seja antecedido pelo "NRP" e independentemente de no número de amura constar: "A", não serem dotados de mísseis, torpedos ou peças de artilharia naval pesada, etc e etc, ou terem uma especificidade evidente como a título de exemplo hidrográficos, são orgulhosamente navios de guerra, em caso de dúvida experimente subir a prancha e entrar a bordo de um navio da Armada e diga alto e bom som com plenos pulmões à sua guarnição o contrário, aconselho é que saiba nadar, pois vai ser lançado bordo fora!
A razão principal advém do facto de que todos (salvo erro) são dotados na sua palamenta de armamento ligeiro para uma certa parte da guarnição, nem que seja as vestustas HK-21 (por regra para colocar em reparos nas asas da ponte) / HK-G3 / FBP / WALTHER P38 e assim terem capacidade de demonstração de força e dissuasão ou mesmo de se defenderem ou efectuar missões de soberania, fiscalização, patrulha.
Não falta casos conhecidos com navios hidrográficos, o Balizador S. Xavier, antigos Draga-minas e até mesmo a Sagres! 

Quanto ao exercício de Comando de uma "unidade de combate" pura por parte do Almirante Silva Ribeiro, em complemento ao supramencionado, o NVF continua a ter razão, mas na prática o Comando de um navio não é só exercido pelo Oficial mais graduado a quem o comando da Unidade é confiada, pois esse tal Comando é dividido, ou deverá ser por várias ordens de razão, em termos de responsabilidade e tomada de decisões entre o Cte. e o Imediato.
O Cte. passa muitas vezes ao longo da comissão de serviço o "Comando" do navio ao Imediato, nem que seja por breves espaços de tempo para colmatar necessidade fisiológicas.

Para terminar, duas histórias:
- Consta que o "NRP Almeida Carvalho" numa das suas missões de investigação ou levantamento de hidrografia em África nos anos 80, em apoio as antigas colónias, aquando de passagem, salvo erro, pelo Golfo da Guiné, foi confundido com um navio mercante e teve para ser alvo de tentativa de abordagem por umas visitas indesejáveis, presume-se de origem nigeriana, armados em piratas de algibeira.
Como era de esperar a guarnição prontificou-se para "retribuir" a visita e se necessário "constipar" os artistas, pois julgo que não tinha em complemento da guarnição, Fuzileiros a bordo para resolver a situação, como é costumo neste tipo de missões, mas sucede que nem tiveram tempo, pois o Comando do navio optou por passar ao ataque..., sob a forma de abalroamento!
Como o navio tinha uma proa alta e uma certa envergadura que impõe respeitinho, reza a história que os ditos cujos ao depararem-se com semelhante coisa, devem ter tido alguma micose onde o Sol nunca brilha e como o diabo foge da cruz, rapidamente se esfumaram em direcção a terra.
- O "NRP Save" mesmo já velhinho sempre foi uma verdadeira máquina de guerra, e em relação aos restantes navios da sua classe, a par do "Limpopo" como tinham uma borda-falsa no castelo, esta fazia com que os navios tivessem melhor comportamento no mar e lá conseguia galopar as ondas do Mar, sucede que num determinado exercício nacional ou conjunto quando fez de "força opositora" lá conseguiu surpreender e chegar mesmo muito perto de navios com mais tonelagem, mais modernos e de longe com melhor armamento e sensores, como?
Bom, aproveitando a sua baixa silhueta, navegando e escondendo-se em ondas de grande dimensão, conhecimento das condições batitermográficas locais, assim como tirando partido de um radar de características civis (cujo nome não me recordo) que a Marinha usa / usava e que é utilizado principalmente pela marinha de pesca, que permitiu identificar o rumo de progressão dos tais navios, ao mesmo tempo que o eco emitido terá levado a crer que fosse alguma traineira, criando a sensação nos radares de ser um falso "contacto".
Quem fazia parte de ambas as guarnições? Deixo à consideração da sua imaginação... :G-beer2:
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Re: U209PN
« Responder #2727 em: Janeiro 13, 2019, 04:50:39 pm »
Já te obriguei a postares mais um. Daqui a nada entras na categoria de "Quem muito "post'a" pouco acerta..."  :mrgreen:

Não ponho em causa as capacidades e qualidades científicas do actual almirante CEMGFA. Muito menos as suas 'qualidades' políticas que, obviamente, são muitas. Mas comandar navios de combate destacados em missões de vários meses, em ambientes mais ou menos desagradáveis, implica um desenvolvimento e aperfeiçoamento de aptidões tácticas que um oficial, com uma carreira essencialmente científica, poderá não ter adquirido. Obviamente, mesmo entre comandantes 'de guerra' nem sempre impera o bom senso, como parece ter acontecido no recente caso do comandante da Corte-Real.

Tudo isto não quer dizer que o Dr. Silva Ribeiro não seja um bom almirante, com visão estratégica e boas capacidades administrativas, mas será que é o almirante ideal para comandar uma forca naval em combate? Nunca saberemos, espero. No entanto, este episódio da exoneração do comandante do Arpão e a subsequente abertura de um processo disciplinar pela publicação de um artigo na Revista da Armada denota, quanto a mim, uma certa mesquinhez. Pelo menos, esta é a minha leitura, baseada na informação passada na CS. O caro BARCO À VISTA, com acesso privilegiado a fontes da Marinha, saberá eventualmente mais alguns pormenores mas, provavelmente, não os poderá partilhar connosco. Saudações!  :G-beer2:
 

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PereiraMarques

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Re: U209PN
« Responder #2728 em: Janeiro 13, 2019, 08:03:32 pm »
Com tanta converseta e teoria, ninguém se deu ao trabalho de usar o Google? Eu usei e descobri duas coisas:

1) no CV LinkedIn do Comandante Paulo Henriques Frade, surge agora como destacado no Emgfa, ligeiramente estranho para quem teoricamente foi saneado pelo ALM Cemgfa;

2) no perfil do Facebook do supracitado Comandante aparece a partilha de vários links do emgfa, nomeadamente a mensagem de Natal do ALM Cemgfa.
 

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BARCO À VISTA

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Re: U209PN
« Responder #2729 em: Janeiro 14, 2019, 12:19:08 am »
Já te obriguei a postares mais um. Daqui a nada entras na categoria de "Quem muito "post'a" pouco acerta..."  :mrgreen:
Estou muito longe disso, mas gostei do seu humor!, espelha o elogio que lhe teci...
Gosto de pautar-me com contributos neste fórum que sirva para elucidar ou fazer raciocinar o pessoal.
Além disso, já comparou a diferença de mensagens entre mim e por exemplo qualquer foristas com mais participação?

Citar
No entanto, este episódio da exoneração do comandante do Arpão e a subsequente abertura de um processo disciplinar pela publicação de um artigo na Revista da Armada denota, quanto a mim, uma certa mesquinhez.
Tendo em linha de conta que conheço ambos os Oficiais e sou de ambos amigo, compreenda que não comento a situação.

Citar
O caro BARCO À VISTA, com acesso privilegiado a fontes da Marinha, saberá eventualmente mais alguns pormenores mas, provavelmente, não os poderá partilhar connosco. Saudações!  :G-beer2:
Correcto e afirmativo.
Meu caro, a Instituição Militar se algum dia assim o entender, tal como em casos passados, há de esclarece a quem de Direito necessita de ter conhecimento, o que os jornais escreveram pouco mais se pode catalogar de vago, o que só dá azo a que teorias e suposições comecem a aflorar como cogumelos nalgumas mentes, curiosamente aqui no fórum ao ler algumas, fico com a sensação que aqui pessoal que deve ser fã incondicional de filmes indianos de Bollywood, mas daqueles muito espalhafatosos... ::)
Se as designadas "fontes militares" dos jornais que exploram estas notícias não foram estúpidos de todo e atreveram-se a verbalizar de verdade o cerne da questão e entrar em pormenores, por forma a que o comum do cidadão fique elucidado e consiga assimilar o porquê de tal coisa, obviamente que não vou ser eu que o vou fazer... :-X
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Última mensagem Março 28, 2005, 02:54:36 pm
por C. E. Borges