Ilhas Selvagens

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Pantera

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« Responder #45 em: Dezembro 28, 2005, 01:42:30 pm »
Citação de: "Typhonman"
As Selvagens são nossas, os espanhois que vão contar macacos.


Macacos contamos nós..olha são 230 macacos que temos neste país,não é preciso os espanhóis contarem-os. :mrgreen:

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alfsapt

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« Responder #46 em: Dezembro 28, 2005, 04:25:48 pm »
Citação de: "Typhonman"
As Selvagens são nossas, os espanhois que vão contar macacos.


Epá você nem dos macacos gosta!
"Se serviste a patria e ela te foi ingrata, tu fizestes o que devias, ela o que costuma."
Padre Antonio Vieira
 

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Rui Elias

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« Responder #47 em: Dezembro 28, 2005, 05:16:10 pm »
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¿Ha habido alguna reclamación oficial de España respecto a las Selvaghens?


Não.

A Espanha contesta é as 200 milhas de ZEE à sua volta, já que tocam na ZEE das Canárias.

E no passado a Espanha já sobrevoou com meios militares as Selvagens, sem autorização de Portugal.
 

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Doctor Z

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« Responder #48 em: Janeiro 28, 2006, 01:36:07 pm »
Citação de: "Rui Elias"
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¿Ha habido alguna reclamación oficial de España respecto a las Selvaghens?

Não.

A Espanha contesta é as 200 milhas de ZEE à sua volta, já que tocam na ZEE das Canárias.

E no passado a Espanha já sobrevoou com meios militares as Selvagens, sem autorização de Portugal.


Ola a todos,

Se fosse o contrario, os F16 portugueses a sobrevoar um ilha das Canarias, certamente que os espanhois reagiriam, mas quando é os espanhois a passarem por as aguas portuguesas sem autorização, esta tudo normal ...

(PS : estou a escrever desde um portatil, por isso, para produzir certos assentos torna-se dificil ...  :? )
Blog Olivença é Portugal
"Se és Alentejano, Deus te abençoe...se não
és, Deus te perdoe" (Frase escrita num azulejo
patente ao público no museu do castelo de
Olivença).

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pedro

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« Responder #49 em: Janeiro 28, 2006, 04:35:04 pm »
Isto e que e uma vergonha.
cumprimentos
 

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typhonman

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« Responder #50 em: Janeiro 28, 2006, 05:27:50 pm »
No minimo havia uma chamada de atenção para a embaixada.
Artigo 308º

Traição à Pátria

Quem, por meio de violência, ameaça de violência, usurpação ou abuso de funções de soberania:

a) Tentar separar da Mãe-Pátria, ou entregar a país estrangeiro ou submeter à soberania estrangeira, todo o território português ou parte dele
 

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Rui Elias

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« Responder #51 em: Janeiro 31, 2006, 03:55:22 pm »
Citar
No minimo havia uma chamada de atenção para a embaixada.


Isto já foi há uns anos, e houve um protesto.

Depois disso, julgo que não voltaram a haver sobrevoos por parte dos espanhois.
 

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pedro

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« Responder #52 em: Janeiro 31, 2006, 05:49:08 pm »
Tal era o medo que eles tinham.
cumprimentos
 

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sierra002

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« Responder #53 em: Janeiro 31, 2006, 06:45:52 pm »
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A Espanha contesta é as 200 milhas de ZEE à sua volta, já que tocam na ZEE das Canárias.

El tema de la ZEE no tiene porque afectar a la soberania. Por lo que tengo entendio, España reclama que a las Selvaghens se las considere islotes y no islas, por ello tendrian derecho a aguas de soberania pero no a ZEE. La consideración de isla se obtiene cuando esta es capaz de sostener vida humana por sus propios medios. ¿Son capaces las Selvaghens de hacerlo?
 

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emarques

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« Responder #54 em: Janeiro 31, 2006, 09:33:40 pm »
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El tema de la ZEE no tiene porque afectar a la soberania. Por lo que tengo entendio, España reclama que a las Selvaghens se las considere islotes y no islas, por ello tendrian derecho a aguas de soberania pero no a ZEE. La consideración de isla se obtiene cuando esta es capaz de sostener vida humana por sus propios medios. ¿Son capaces las Selvaghens de hacerlo?
O que a CNUDM (Convenção das Nações Unidas sobre o Direito do Mar) diz na 3ª alínea do Artigo 121 é que:

Citar
3-Os rochedos que, por si próprios, não se prestam à habitação humana ou à vida económica não devem ter zona económica exclusiva nem plataforma continental.

Segundo a Real Academia Espanhola:
Citar
islote.
   
   1. m. Isla pequeña y despoblada.
   2. m. Peñasco muy grande, rodeado de mar.

Parece-me que um "islote" não é forçosamente um rochedo, mesmo que um rochedo possa ser um "islote" (No texto em castelhano da convenção que encontrei dizia "roca", por falar nisso).

Mas de qualquer forma, dando uma vista de olhos ao "Google Earth" e usando a ferramenta de medição desse programa, vi que a Selvagem Grande (que até nem se vê mal) tem um perímetro de uns 7 ou 8 quilómetros (depende do nível de detalhe da linha traçada) e terá uma área de 1,5 a 2 km^2, pelo menos, ou seja, 150 a 200 ha. Parece ser bem mais que suficiente para sustentar não só habitação humana como também actividade económica. Infelizmente o nível de detalhe da Selvagem Pequena não tem qualquer comparação com o da Grande, por isso não posso exactamente andar com estas medições "às três pancadas", mas no mapa abaixo pode-se ver a proporção de tamanho entre as ilhas.

Ai que eco que há aqui!
Que eco é?
É o eco que há cá.
Há cá eco, é?!
Há cá eco, há.
 

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Luso

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« Responder #55 em: Janeiro 31, 2006, 10:17:20 pm »
Lição:

Um vidro partido hoje, zona degradada amanhã.

Que não haja precedentes.
Que todos nos demos ao respeito para sermos respeitados.
Ai de ti Lusitânia, que dominarás em todas as nações...
 

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ferrol

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« Responder #56 em: Fevereiro 01, 2006, 10:11:51 am »
Citação de: "emarques"
Parece ser bem mais que suficiente para sustentar não só habitação humana como também actividade económica.

Esta é unha idea debatida varias páxinas atrás. Unha illa ten dereito a 200 millas de ZEE se está (presente) habitada permanentemente. Se estivo (pasado) habitada e xa non o está (presente) a illa tivo (pasado) dereito a unha ZEE de 200 millas e xa non o ten (presente).

Logo:
1º.- As illas Salvaxes son de soberanía portuguesa.
2º.- Non están habitadas permanentemente
3º.- Consecuencia de 2º, teñen dereito a 12 millas de soberanía, pero non a 200 millas

Saúdos.
Tu régere Imperio fluctus, Hispane memento
"Acuérdate España que tú registe el Imperio de los mares”
 

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emarques

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« Responder #57 em: Fevereiro 01, 2006, 12:14:01 pm »
Não, ferrol. Se se der ao trabalho de ler o que escrevi, encontra lá o que está escrito na "lei do mar" das Nações Unidas. Mas já agora cito-lhe todo o artigo:

Citar
Artigo 121.°

Regime das ilhas

1-Uma ilha é uma formação natural de terra, rodeada de água, que fica a descoberto na praia-mar.

2-Salvo o disposto no n.° 3, o mar territorial, a zona contígua, a zona económica exclusiva e a plataforma continental de uma ilha serão determinados de conformidade com as disposições da presente Convenção aplicáveis a outras formações terrestres.

3-Os rochedos que, por si próprios, não se prestam à habitação humana ou à vida económica não devem ter zona económica exclusiva nem plataforma continental.

Ou seja, se a ilha se presta a habitação humana, tem direito a ZEE, nem que, como no caso das Selvagens, não viva lá ninguém.

Se quiser também lhe ponho aqui o artigo em castelhano:

Citar
Art. 121 Régimen de las islas

1.                 Una isla es una extensión natural de tierra, rodeada de agua, que se encuentra sobre el nivel de ésta en pleamar.

2.                 Salvo lo dispuesto en el párrafo 3, el mar territorial, la zona contigua, la zona económica exclusiva y la plataforma continental de una isla serán determinados de conformidad con las disposiciones de esta Convención aplicables a otras extensiones terrestres.

3.                 La rocas no aptas para mantener habitación humana o vida económica propia no tendrán zona económica exclusiva ni plataforma continental.


Aptas para mantener, como pode ver. Não que mantengan, só que sejam aptas para mantener.
Ai que eco que há aqui!
Que eco é?
É o eco que há cá.
Há cá eco, é?!
Há cá eco, há.
 

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sierra002

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« Responder #58 em: Fevereiro 01, 2006, 03:59:50 pm »
Citar
tem um perímetro de uns 7 ou 8 quilómetros (depende do nível de detalhe da linha traçada) e terá uma área de 1,5 a 2 km^2, pelo menos, ou seja, 150 a 200 ha
¿Esas hectareas son explotables economicamente o son pedregales?

Citar
Ou seja, se a ilha se presta a habitação humana, tem direito a ZEE, nem que, como no caso das Selvagens, não viva lá ninguém.


Cuando hablamos de que se presta a habitación humana, creo que hablamos de condiciones normales, no de supervivencia.

Siendo muy estricto, podriamos decir que Perejil es una isla con toda las de la ley.

Contuvo vida humana. Durante la crisis hubo allí seis infantes de marina marroquies y despues un centenar de legionarios españoles.

Producia actividad económica. La isla contenia cabras cuya leche era muy aprecida en el vecino Marruecos.

Por todo ello, Perejil es una isla que debería tener ZEE.
 

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ferrol

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« Responder #59 em: Fevereiro 01, 2006, 07:36:39 pm »
Citação de: "emarques"
Não, ferrol. Se se der ao trabalho de ler o que escrevi, encontra lá o que está escrito na "lei do mar" das Nações Unidas. Mas já agora cito-lhe todo o artigo:
Aptas para mantener, como pode ver. Não que mantengan, só que sejam aptas para mantener.

Si, emarques. O traballo de le-la convención, como xa dixen, se fixo hai varias páxinas atrás, e a idea é que unha illa que non é apta para mantener non mantén.

As Salvaxes non manteñen, logo non son aptas para mantener, logo terán 12 millas de augas propias.
Tu régere Imperio fluctus, Hispane memento
"Acuérdate España que tú registe el Imperio de los mares”
 

 

Portugal vende ilhas???

Iniciado por SANTACRUZ

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Última mensagem Setembro 07, 2007, 09:02:23 am
por manuel liste