GIOE (ex-COE do Batalhão Operacional do RI GNR)

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Cabeça de Martelo

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COE/GNR
« Responder #15 em: Fevereiro 02, 2006, 05:59:12 pm »
Eis os militares da Companhia de Operações Especiais da Guarda Nacional Repúblicana em acção:











7. Todos os animais são iguais mas alguns são mais iguais que os outros.

 

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Yosy

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« Responder #16 em: Fevereiro 02, 2006, 07:15:54 pm »
Grandes fotos!!!  :D
 

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Lightning

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« Responder #17 em: Setembro 16, 2006, 07:41:11 pm »
Vi uma vez um video sobre uma reportagem neo-zelandesa sobre a GNR em Timor mas já não o consigo encontrar.
Agradeço alguma ajuda...
 

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Viriato - chefe lusitano

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« Responder #18 em: Setembro 16, 2006, 09:38:28 pm »
Citação de: "Hélder"
Vi uma vez um video sobre uma reportagem neo-zelandesa sobre a GNR em Timor mas já não o consigo encontrar.
Agradeço alguma ajuda...



Se encontrares coloca no forum, obrigado
"Viriato, ao Pretor romano Caio Vetílio lhe degolou 4000 soldados; a Caio Lucitor matou 6000; a Caio Plaucio matou Viriato mais de 4000 e prendeu 2000 soldados, Pretor Cláudio Unimano lhe deu batalha e de todo foi destruído por Viriato da Lusitânia..."
 

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Migas

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« Responder #19 em: Setembro 16, 2006, 09:47:40 pm »
 

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Viriato - chefe lusitano

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« Responder #20 em: Setembro 16, 2006, 09:58:07 pm »
Citação de: "Migas"
Será isto?

http://www.youtube.com/watch?v=4rQjoJT1npg



EXCELENTE, É SEMPRE BOM VER FALAR DE PORTUGAL... :

para ti MIGAS e HELDER  :G-beer2:
"Viriato, ao Pretor romano Caio Vetílio lhe degolou 4000 soldados; a Caio Lucitor matou 6000; a Caio Plaucio matou Viriato mais de 4000 e prendeu 2000 soldados, Pretor Cláudio Unimano lhe deu batalha e de todo foi destruído por Viriato da Lusitânia..."
 

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Lightning

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« Responder #21 em: Setembro 16, 2006, 10:53:32 pm »
Era essa reportagem mas a que eu vi tinha melhor qualidade e ouvia-se o jornalista a falar. Talvez o encontre.
 

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Lightning

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« Responder #22 em: Setembro 16, 2006, 10:59:14 pm »
 

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Yosy

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« Responder #23 em: Setembro 17, 2006, 01:59:03 pm »
Citação de: "Hélder"
aki está...

http://tvnz.co.nz/cda/tvnz/video_popup_ ... width=128k


Grande reportagem  :D
 

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PereiraMarques

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« Responder #24 em: Dezembro 04, 2006, 01:58:21 pm »
Citar
Portugal  


2006-12-04 - 00:00:00

Segurança - Prisões com estrangeiros perigosos
Máfias de Leste põem cadeias em alerta
 
Vítor Mota

Grupo de Intervenção e Segurança Prisional (GISP) durante o treino para libertação de reféns sequestrados por reclusos
A Companhia de Operações Especiais da GNR está a treinar o Grupo de Intervenção e Segurança Prisional (GISP), um corpo de elite, para intervir em casos de extrema violência e de tomada de reféns nas cadeias.O último treino, com a duração de duas semanas, terminou na última sexta-feira, em instalações cedidas pelo Exército, na Escola Prática de Infantaria, em Mafra.
 
 
O chefe desta força de elite da Guarda Prisional, que, por razões de segurança, não pode ser identificado, disse ao Correio da Manhã que o perigo é crescente nas cadeias portuguesas: “No dia-a-dia, deparamo- -nos com situações cada vez mais violentas, graças à presença de reclusos altamente perigosos, ligados ao crime organizado e às Máfias de Leste”, garante.

Os treinos, segundo o capitão António Quadrado, comandante da Companhia de Operações Especiais, incluem “muita instrução de defesa pessoal e de tiro” e, ainda, “tácticas de intervenção em casos de tomada de reféns”. O objectivo é tornar a força de elite da Guarda Prisional capaz de levar a cabo acções contra sequestradores que se encontrem no interior das cadeias.

“Os reclusos considerados como os mais perigosos são estrangeiros”, diz fonte dos Serviços Prisionais.

As cadeias portuguesas albergam 25 russos, 78 romenos e 37 ucranianos. Boa parte deles está implicada em redes criminosas transnacionais de estilo mafioso. “Muitos são ex-militares especializados em operações especiais”, diz a mesma fonte.

REDES DE TRÁFICO

Ainda entre os reclusos estrangeiros, estão espanhóis (116), holandeses (48), franceses (31) e italianos (20) – grande parte condenada por tráfico de droga ou à espera de julgamento pelo mesmo crime.

A comunidade reclusa de origem africana também tem crescido nos últimos anos. Os cabo-verdianos estão em maioria: são 721, seguidos pelos angolanos (225) e pelos guineenses (121).

Os guardas prisionais, de acordo com a mesma fonte, sabem que os presos de origem africana, regra geral, usam de grande violência quando reagem e temem, sobretudo, as facas fabricadas artesanalmente nas cadeias (‘chinos’) a partir de cabos de garfos ou de colheres.

Os reclusos brasileiros (177), de acordo com os serviços prisionais, raramente são violentos e, por norma, não causam problemas de segurança.

INTERVENÇÃO EM SEQUESTRO

Quando o capelão do Estabelecimento Prisional de Pinheiro da Cruz foi sequestrado por dois reclusos, em 5 de Novembro deste ano, a Companhia de Operações Especiais da GNR foi chamada a intervir. Hoje, o Grupo de Intervenção e Segurança Prisional (GIPS) já tem uma equipa treinada para libertar reféns. O padre Júlio Lemos foi sequestrado no final da missa de domingo, na capela da prisão, cerca das 11h00, e só foi libertado, através de uma operação lançada pela GNR, cerca das 6h00 de segunda-feira.

Os dois sequestradores, que exigiam ser colocados em liberdade, foram neutralizados com pistolas Taser, que disparam uma carga eléctrica atordoante e paralisante. Pela primeira vez em Portugal foram utilizadas armas não letais numa operação policial com o objectivo de derrubar sequestradores e libertar reféns. O Grupo de Intervenção dos Serviços Prisionais vai receber este tipo de pistolas.

112 GUARDAS DE ELITE

O Grupo de Intervenção e Segurança Prisional (GIPS) foi formado em 1995 e tem como missões principais actuar em casos de extrema violência nas cadeias e fazer escolta a reclusos considerados perigosos. Esta unidade está instalada na antiga prisão de Monsanto, em Lisboa, e conta com 112 operacionais: 97 homens e cinco mulheres. Todos os guardas prisionais, desde que tenham menos de 32 anos, podem candidatar-se ao GIPS. Sujeitam-se a duras provas físicas.

O grupo mantém um piquete em alerta 24 horas por dia – que está sempre pronto para partir de Monsanto para qualquer cadeia do País. O piquete, se for necessário, pode ser reforçado com pessoal de folga ou fora do horário normal de serviço.

MOTINS

LEIRIA

Grave motim no Estabelecimento Prisional de Leiria, em 2005, obrigou à actuação do Grupo de Intervenção e Segurança Prisional. “Foi a mais dura operação do GIPS”, diz fonte desta unidade. O subdirector da cadeia tentou negociar com os presos amotinados e ficou retido até à chegada das Forças Especiais. A rebelião provocou vários feridos.

LINHÓ

Na revolta no Estabelecimento Prisional do Linhó, nos arredores de Sintra, em 2004, o Grupo de Intervenção e Segurança Prisional actuou de “forma musculada”. Os presos foram dominados com balas de borracha e pelo menos seis ficaram feridos, tendo tido de receber tratamento no hospital

VALE DE JUDEUS

O Estabelecimento Prisional de Vale de Judeus, nos arredores de Alcoentre, é um dos mais ‘difíceis’ do País. Aqui estão, por regra, os reclusos considerados como os mais perigosos. Um motim à hora do jantar, em 2001, obrigou à intervenção do GIPS. Presos feridos foram tratados na enfermaria da prisão.

CAXIAS

Em Março de 1996, eclodiu um motim no Estabelecimento Prisional de Caxias. Reclusos em greve de fome recusaram, à noite, entrar nas celas. As negociações encetadas pelo director da cadeia falharam. O GIPS foi então chamado a intervir. Os presos barricaram-se num corredor atrás de camas e de móveis de madeira, mas cometeram um erro: deram fogo à barricada e os operacionais do GIPS, quando chegaram, tinham o caminho livre. Os presos, para fugirem aos cassetetes, fecharam-se nas celas. Estava reposta a ordem.

 
Fonte: http://www.correiomanha.pt/noticia.asp? ... l=10&p=200
 

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Lancero

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« Responder #25 em: Janeiro 12, 2007, 08:48:37 pm »
Deu agora mesmo uma boa reportagem no Jornal da TVI. A ver se aparecem por aí as imagens ;)
"Portugal civilizou a Ásia, a África e a América. Falta civilizar a Europa"

Respeito
 

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Jorge Pereira

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« Responder #26 em: Janeiro 30, 2007, 02:41:03 pm »
Reportagem sobre o COE colocada pelo Get_it na secção de vídeos:


 :arrow: COE
Um dos primeiros erros do mundo moderno é presumir, profunda e tacitamente, que as coisas passadas se tornaram impossíveis.

Gilbert Chesterton, in 'O Que Há de Errado com o Mundo'






Cumprimentos
 

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foxtrotvictor

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« Responder #27 em: Janeiro 30, 2007, 03:15:11 pm »
Muito bem. Óptimas instalações para treino em ambientes fechados.
Gostei de ver o oficial a ter a máxima confiança nos seus homens. Nota-se que tem um grande espírito de corpo.
 

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lecavo

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« Responder #28 em: Janeiro 30, 2007, 08:44:55 pm »
Viva!

Desculpem esta observação um pouco do contra (na verdade não é, mas com vai um pouco contra a corrente....), gostava de saber se aquele terceiro tiro do sniper, que bateu junto ao pé esquerdo do comandante estava no programa!

Chiça, largou penas!!!!!!!
Um abraço.

--Lecavo
 

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foxtrotvictor

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« Responder #29 em: Janeiro 30, 2007, 10:06:38 pm »
Pois é, companheiro lecavo. O rapaz deixou-se levar pelo entusiasmo.

Já agora, qual é a espingarda?   Parece uma Voere, não?
 

 

BOPE - Batalhão de Operações Especiais - BRASIL

Iniciado por Heer.Skuda

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Última mensagem Abril 26, 2018, 11:08:08 am
por Cabeça de Martelo