EH-101

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typhonman

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Re: EH-101
« Responder #585 em: Dezembro 30, 2018, 10:41:45 pm »
Mas quando leio artigos de oficiais do EP, a defender uma mistura de Chinooks, AW-101, NH-90 e UH-60 para o Exército já se pode esperar tudo...

Eles querem o que vem nos TO o que os outros países têm, principalmente EUA, Espanha... Mas não quer dizer que façam ideia de quanto isso custa lolol.

ehehe, concordo, mas se fosse cumprido o que estava planeado, os EC-635, UH-90T e AW-101, já era suficiente ! Mas como sempre, roeu-se a corda.
Artigo 308º

Traição à Pátria

Quem, por meio de violência, ameaça de violência, usurpação ou abuso de funções de soberania:

a) Tentar separar da Mãe-Pátria, ou entregar a país estrangeiro ou submeter à soberania estrangeira, todo o território português ou parte dele
 

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Lightning

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Re: EH-101
« Responder #586 em: Dezembro 31, 2018, 01:00:08 am »
Mas quando leio artigos de oficiais do EP, a defender uma mistura de Chinooks, AW-101, NH-90 e UH-60 para o Exército já se pode esperar tudo...

Eles querem o que vem nos TO o que os outros países têm, principalmente EUA, Espanha... Mas não quer dizer que façam ideia de quanto isso custa lolol.

ehehe, concordo, mas se fosse cumprido o que estava planeado, os EC-635, UH-90T e AW-101, já era suficiente ! Mas como sempre, roeu-se a corda.

Eles não estão forçosamente errados, até os estudos da AAA falam em sistemas HIMADS, é o que aprendem nas academias, na NATO, etc, e acredito que academicamente e em exercícios de QG os nossos oficiais até podem não ficar atrás dos da Holanda (por exemplo) ou quaisquer outros da NATO, só que a Holanda tem dinheiro para comprar todos esses equipamentos (Chinooks, LPD, Patriots, etc) e pagar dignamente aos seus militares (o que leva a ter bons efectivos) e pôr tudo isso na prática, enquanto que nós...
« Última modificação: Dezembro 31, 2018, 01:01:19 am por Lightning »
 
Os seguintes utilizadores agradeceram esta mensagem: HSMW, jorgeshot1

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Charlie Jaguar

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Re: EH-101
« Responder #587 em: Janeiro 13, 2019, 12:46:50 pm »
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Defesa atenta a vazio contratual para manutenção de helicópteros de busca e salvamento
Paulo Alexandre Amaral - RTP11 Jan, 2019, 15:11 / atualizado em 11 Jan, 2019, 15:53

Os helicópteros de busca e salvamento EH-101 encontram-se sem contrato de manutenção desde o início do ano, com o Ministério da Defesa "a acompanhar com atenção" este dossier, de acordo com o gabinete do ministro João Gomes Cravinho. Com as negociações em curso entre a DEFLOC, responsável pela operação destas aeronaves, e a Leonardo, empresa ítalo-britânica que desde 2009 faz a sua manutenção, fonte do processo alerta para a paralisação da frota e vazio de serviços de busca e salvamento. Mas a DEFLOC desdramatiza e aponta um acordo para os próximos dias.

A inoperacionalidade do país em questões de busca e salvamento e de vigilância é um cenário que há várias semanas ganhou visibilidade em artigos do Diário de Notícias e a forte possibilidade de os helicópteros EH-101 estarem num prazo de semanas incapacitados de voar foi agora reafirmada à RTP por fonte do processo, que alertou para a gravidade que constituiria em termos de soberania nacional a incapacidade de patrulhar a costa, as águas territoriais e o próprio território nacional. Uma das funções que vem sendo exercida pelos EH-101 é o transporte de feridos e grávidas entre ilhas no arquipélago dos Açores, onde dois helicópteros devem operar em permanência, e esse é um dos serviços que fica em risco com a inexistência do contrato de manutenção.

De acordo com a fonte da RTP, os EH-101 são helicópteros muito suscetíveis a pequenas avarias, exigindo manutenção intensiva, pelo que o vazio de um contrato que assegure essa assistência e o fornecimento de peças torna credível o cenário da incapacidade, nas próximas semanas, de ter número suficiente de aeronaves no ar para cumprir os serviços com normalidade. Paulo Santana, representante da DEFLOC, desdramatiza a situação, afastando qualquer cenário de incapacidade de voar dos EH-101: “Não há o risco de os EH-101 ficarem em terra no imediato”, garantiu, escusando-se a uma análise para o prazo de semanas.

"Com atenção"

Menos seguro parece estar o Ministério da Defesa Nacional, com o gabinete do ministro João Gomes Cravinho a admitir que o assunto está a ser acompanhado “com atenção”. O Ministério remete, contudo, o andamento das negociações para a DEFLOC, mantendo o que diz ser o primado da responsabilização das entidades a quem são entregues os processos e respectivas incumbências: “O ministro da Defesa está a acompanhar o trabalho da DEFLOC, mas é a DEFLOC que está a negociar o contrato”. Em resposta escrita à RTP, o Ministério da Defesa Nacional refere: "A Defloc está a conduzir as negociações, sendo a entidade legalmente competente para o fazer. Como tal, toda e qualquer questão deverá ser colocada a esta entidade".

"O Ministério da Defesa Nacional continuará atento ao desenrolar do processo negocial no qual também participam os Serviços Centrais (a Direção-Geral de Recursos da Defesa Nacional) e a Força Aérea", prossegue o texto."A Força Aérea continua a cumprir as suas missões dentro da normalidade e com assinalável competência. O Ministério da Defesa Nacional continuará a trabalhar, como sempre o tem feito, para que a Força Aérea tenha todas as condições para continua a assegurar o cabal desempenho das suas missões", remata.

O obstáculo

De acordo com a fonte do processo, a negociação está a ser dificultada pela Leonardo, que exige uma verba substancialmente superior ao que vinha sendo praticado para a prorrogação do contrato de manutenção dos helicópteros EH-101. Essa verba que está neste momento em cima da mesa das negociações [entre a DEFLOC e a Leonardo] visa a assinatura de uma prorrogação do contrato que terminou no final de 2018, que deverá preencher o vazio de assistência antes de ser assinado novo contrato plurianual, nos moldes daquele que vigorou desde 2009. “A DEFLOC fez uma oferta, mas a Leonardo acabou por exigir uma verba muito superior àquela que foi proposta, o que está a dificultar as negociações”, referiu a fonte da RTP. Os valores do contrato plurianual que estabeleciam o serviço de manutenção andavam à volta dos 11 milhões de euros por ano. Uma garantia foi deixada à RTP pelo gabinete do ministro da Defesa quando, num primeiro contacto telefónico, colocámos a questão no plano da soberania nacional: “Não deixaremos a situação chegar a esse ponto” de colocar em risco a soberania do país.

https://www.rtp.pt/noticias/pais/defesa-atenta-a-vazio-contratual-para-manutencao-de-helicopteros-de-busca-e-salvamento_n1122186

Enfim...
Saudações Aeronáuticas,
Charlie Jaguar

         "PER ASPERA AD ASTRA"
               (Por Caminhos Árduos, Até Às Estrelas)
 

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tenente

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Re: EH-101
« Responder #588 em: Janeiro 13, 2019, 01:02:52 pm »
Citar
Defesa atenta a vazio contratual para manutenção de helicópteros de busca e salvamento
Paulo Alexandre Amaral - RTP11 Jan, 2019, 15:11 / atualizado em 11 Jan, 2019, 15:53

Os helicópteros de busca e salvamento EH-101 encontram-se sem contrato de manutenção desde o início do ano, com o Ministério da Defesa "a acompanhar com atenção" este dossier, de acordo com o gabinete do ministro João Gomes Cravinho. Com as negociações em curso entre a DEFLOC, responsável pela operação destas aeronaves, e a Leonardo, empresa ítalo-britânica que desde 2009 faz a sua manutenção, fonte do processo alerta para a paralisação da frota e vazio de serviços de busca e salvamento. Mas a DEFLOC desdramatiza e aponta um acordo para os próximos dias.

A inoperacionalidade do país em questões de busca e salvamento e de vigilância é um cenário que há várias semanas ganhou visibilidade em artigos do Diário de Notícias e a forte possibilidade de os helicópteros EH-101 estarem num prazo de semanas incapacitados de voar foi agora reafirmada à RTP por fonte do processo, que alertou para a gravidade que constituiria em termos de soberania nacional a incapacidade de patrulhar a costa, as águas territoriais e o próprio território nacional. Uma das funções que vem sendo exercida pelos EH-101 é o transporte de feridos e grávidas entre ilhas no arquipélago dos Açores, onde dois helicópteros devem operar em permanência, e esse é um dos serviços que fica em risco com a inexistência do contrato de manutenção.

De acordo com a fonte da RTP, os EH-101 são helicópteros muito suscetíveis a pequenas avarias, exigindo manutenção intensiva, pelo que o vazio de um contrato que assegure essa assistência e o fornecimento de peças torna credível o cenário da incapacidade, nas próximas semanas, de ter número suficiente de aeronaves no ar para cumprir os serviços com normalidade. Paulo Santana, representante da DEFLOC, desdramatiza a situação, afastando qualquer cenário de incapacidade de voar dos EH-101: “Não há o risco de os EH-101 ficarem em terra no imediato”, garantiu, escusando-se a uma análise para o prazo de semanas.

"Com atenção"

Menos seguro parece estar o Ministério da Defesa Nacional, com o gabinete do ministro João Gomes Cravinho a admitir que o assunto está a ser acompanhado “com atenção”. O Ministério remete, contudo, o andamento das negociações para a DEFLOC, mantendo o que diz ser o primado da responsabilização das entidades a quem são entregues os processos e respectivas incumbências: “O ministro da Defesa está a acompanhar o trabalho da DEFLOC, mas é a DEFLOC que está a negociar o contrato”. Em resposta escrita à RTP, o Ministério da Defesa Nacional refere: "A Defloc está a conduzir as negociações, sendo a entidade legalmente competente para o fazer. Como tal, toda e qualquer questão deverá ser colocada a esta entidade".

"O Ministério da Defesa Nacional continuará atento ao desenrolar do processo negocial no qual também participam os Serviços Centrais (a Direção-Geral de Recursos da Defesa Nacional) e a Força Aérea", prossegue o texto."A Força Aérea continua a cumprir as suas missões dentro da normalidade e com assinalável competência. O Ministério da Defesa Nacional continuará a trabalhar, como sempre o tem feito, para que a Força Aérea tenha todas as condições para continua a assegurar o cabal desempenho das suas missões", remata.

O obstáculo

De acordo com a fonte do processo, a negociação está a ser dificultada pela Leonardo, que exige uma verba substancialmente superior ao que vinha sendo praticado para a prorrogação do contrato de manutenção dos helicópteros EH-101. Essa verba que está neste momento em cima da mesa das negociações [entre a DEFLOC e a Leonardo] visa a assinatura de uma prorrogação do contrato que terminou no final de 2018, que deverá preencher o vazio de assistência antes de ser assinado novo contrato plurianual, nos moldes daquele que vigorou desde 2009. “A DEFLOC fez uma oferta, mas a Leonardo acabou por exigir uma verba muito superior àquela que foi proposta, o que está a dificultar as negociações”, referiu a fonte da RTP. Os valores do contrato plurianual que estabeleciam o serviço de manutenção andavam à volta dos 11 milhões de euros por ano. Uma garantia foi deixada à RTP pelo gabinete do ministro da Defesa quando, num primeiro contacto telefónico, colocámos a questão no plano da soberania nacional: “Não deixaremos a situação chegar a esse ponto” de colocar em risco a soberania do país.

https://www.rtp.pt/noticias/pais/defesa-atenta-a-vazio-contratual-para-manutencao-de-helicopteros-de-busca-e-salvamento_n1122186

Enfim...

mais do mesmo, mais do mesmo !!!!