Petróleo em Portugal

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zocuni

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« Responder #60 em: Novembro 15, 2007, 08:46:20 pm »
Tudo bem,

A se confirmar tal notícia serão menos 320 milhões de euros a menos de compras ao exterior,por isso concluo que poderemos gastar essa verba em sectores estruturais,penso eu.Claro que nestes processos os tubarões acabam sempre abocanhando sempre mais.
Agora estranho a ausencia da Galp nesse processo de licitação ou pelo menos ser o sócio majoritário?Porque tem de ser a Repsol a vir explorar esse gás,porque não com a Petrobras com quem temos importantes parcerias no Brasil?Confesso que não entendo.Também pelo que li o Estado português nada assinou por nem saber o que tem.Para Portugal espero que supra sua necessidade de gás em 65% ou proporcional às jazidas,e que o Estado fiscalize com muita eficácia e clareza e já agora que seja usada mão-de-obra local.

Abraços,
zocuni
 

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Daniel

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« Responder #61 em: Novembro 26, 2007, 09:21:03 am »
Há petróleo e gás natural em Alenquer e Alcobaça prontos a ser explorados. A convicção parte da empresa canadiana DualEx Energy Internacional que no próximo mês tem prevista a chegada a Portugal de uma plataforma perfuradora para escavar dois poços.

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Um primeiro em Lapadouços (concelho de Alenquer) e um segundo em Aljubarrota (concelho de Alcobaça). Garry T. Hides, presidente e chefe executivo da empresa, confirmou ao CM “a chegada da plataforma em Dezembro”, proveniente da China. E avançou que “a empresa também planeia realizar prospecções com recurso à perfuradora no concelho de Torres Vedras”. A certeza de uma exploração rentável será obtida no próximo ano.

Garry Hides estima encontrar em Portugal “uma fonte potencial sem riscos” estimada em 2,5 triliões de pés cúbicos (TPC) de gás natural e em 40 milhões de barris de petróleo nos campos existentes em Alenquer e Alcobaça, a uma profundidade entre 1500 e 3500 metros. Estima ainda obter novo potencial de reservas em Torres Vedras.

A empresa faz questão de frisar que, para já, tudo isto são “estimativas”, mas logo que estejam verificadas “têm viabilidade técnica e económica para serem exploradas”. O responsável pelas estimativas da empresa é Kenneth Tompson que, esclarece a empresa, é membro da Sociedade Canadiana de Geólogos de Petróleo e da Associação de Engenheiros, Geólogos e Geofísicos de Alberta.

O presidente da Câmara Municipal de Alenquer, Álvaro Gomes Pedro, confirmou ao CM o interesse da empresa pela região, mas adiantou que até “ao momento ainda não foi apresentado o projecto para a abertura de um poço de petróleo em Lapadouços”.

O trabalho da DuaLEx ocorre na área do Oeste concessionada à empresa norte-americana Mohave Oil and Gas Corporation. Esta empresa – que já gastou no nosso país mais de 50 milhões de euros – descobriu na zona de Aljubarrota a única jaziga de gás natural em 1999, mas optou pela não exploração. Em Torres Vedras, em 1955, foram extraídos 1600 barris de petróleo.

 c34x  :wink:
A Vida é um teste e uma incumbência de  confiança.
 

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pedro

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« Responder #62 em: Novembro 26, 2007, 08:57:56 pm »
Sera isso verdade bem se a plataforma vem por algo sera??
So uma coisa oxala o governo nao se deixe roubar :wink:
 

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comanche

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« Responder #63 em: Novembro 26, 2007, 09:31:49 pm »
O problema não é não haver petróleo gás, em Portugal ele existe, agora resta saber se existe em quantidades rentáveis.

Tenho esperança que isso venha a acontecer.
 

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zocuni

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« Responder #64 em: Novembro 26, 2007, 10:04:14 pm »
Citação de: "comanche"
O problema não é não haver petróleo gás, em Portugal ele existe, agora resta saber se existe em quantidades rentáveis.

Tenho esperança que isso venha a acontecer.


Todos nós.Mas o que se tem feito para se confirmarem essas expectativas?O Governo tem desenvolvido alguma estratégia para isso,uma vez que negoceia algo,pelo menos deveria saber o que tem.

Abraços,
zocuni
 

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André

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« Responder #65 em: Novembro 28, 2007, 12:47:53 pm »
Prospecção de gás natural arranca em Janeiro

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A empresa norte-americana Mohave Oil, em parceria com a canadiana DualEx Energy Internacional, vai iniciar em Janeiro a prospecção de hidrocarbonetos na zona de Aljubarrota, numa das maiores jazidas de gás natural da Europa, disse à Lusa um dos responsáveis.

Segundo Rui Vieira, um dos engenheiros da Mohave Oil, os trabalhos na zona vão ter início em Janeiro e visam, sobretudo, um «estudo geofísico do terreno» para avaliar «onde é que será mais vantajoso» iniciar um furo.
O aumento do custo do barril de petróleo veio favorecer estes trabalhos já que os custos elevados de exploração poderão ser rentabilizados com o preço actual dos hidrocarbonetos, segundo o responsável.

«Para já, sabemos que a jazida existe, mas é necessário avaliar se é rentável», afirmou Rui Vieira.

Os trabalhos de pesquisa de gás natural em Aljubarrota, Alcobaça, tiveram início em 1999, mas foram abandonados há cerca de três anos depois da exploração comercial não ter sido considerada viável.

A falta de pressão e a existência de água misturada com o gás foram alguns dos problemas que os responsáveis da pesquisa encontraram no reservatório principal.

Na ocasião, os responsáveis que conduziram os estudos consideraram que a jazida parece não ter um reservatório continuado, constituindo uma «esponja com barreiras de permeabilidade», o que impede a exploração com apenas um furo.

No total, a Mohave já realizou cinco prospecções e chegou mesmo a extrair gás em quantidade suficiente para realizar a sua queima ao ar livre, mas sem viabilidade para exploração comercial.

Os especialistas estimam «em mais de dois triliões de pés cúbicos em gás natural» e cerca de 40 milhões de barris de petróleo naquela que será uma das maiores jazidas da Europa.

Diário Digital / Lusa

 

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André

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« Responder #66 em: Novembro 28, 2007, 07:06:34 pm »
Novas prospecções de petróleo em Aljubarrota envolvem técnicas inovadoras - responsável

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As novas prospecções de hidrocarbonetos que vão arrancar em Aljubarrota e Alenquer vão envolver novos estudos sísmicos inovadores naqueles locais para averiguar a rentabilidade de exploração da jazida, disse hoje à Lusa um responsável.

Segundo Vasco Taborda, responsável pela representação da Mohave Oil em Portugal, as equipas que vão avançar no terreno a partir de Janeiro irão utilizar a "novas técnicas de prospecção" que permitem um "levantamento mais aprofundado" do subsolo.

"Estamos em Portugal há 15 anos e a ideia agora é fazer um levantamento mais desenvolvido", afirmou Vasco Taborda, salientando que "já se detectaram alguns sítios com possível potencial" de exploração, mas são necessários novos estudos técnicos.

Com o aumento do preço do petróleo nos mercados internacionais, "em todo o mundo está a haver uma busca de novos locais e as companhias têm surgido em força" em zonas que podem contar jazidas importantes mas que, até ao momento, não eram consideradas rentáveis do ponto de vista comercial.

Nos últimos meses foram celebrados "novos contratos de concessão" com o Estado português e as novas sondagens já se inscrevem nesta nova estratégia, acrescentou Vasco Taborda.

Os estudos irão obrigar a perfurações e novas avaliações técnicas, permitindo uma análise "tridimensional" do subsolo: "vamos fazer uma ecografia quando no passado fizemos só radiografias", explicou o responsável da Mohave.

As prospecções vão ter lugar em parceria com a companhia canadiana DualEx Energy Internacional até porque este tipo de projectos envolve sempre "muitos recursos financeiros" e "apoio técnico" entre várias companhias.

Os trabalhos de pesquisa de gás natural em Aljubarrota, Alcobaça, tiveram início em 1999, mas foram abandonados há cerca de três anos depois da exploração comercial não ter sido considerada viável.

A falta de pressão e a existência de água misturada com o gás foram alguns dos problemas que os responsáveis da pesquisa encontraram no reservatório principal.

Lusa

 

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André

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« Responder #67 em: Dezembro 06, 2007, 07:21:04 pm »
Repsol continua interessada em explorar petróleo no Algarve

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O administrador-delegado da Repsol Portuguesa, António Calçada de Sá, afirmou hoje que a petrolífera espanhola continua interessada em explorar petróleo e gás na costa algarvia.

«Temos interesse em assinar os contratos [com o Governo português] e desenvolver essa área», afirmou o responsável durante um encontro com jornalistas.

Os acordos entre a Repsol e o Governo estão para ser assinados há quase dois anos.

Em Fevereiro deste ano, o director-geral de Energia, Miguel Barreto, afirmou que o Governo ia avançar com a exploração de petróleo na costa algarvia, faltando apenas oportunidade para assinar o contrato com o consórcio formado pela Repsol e RWE.

O director-geral de Energia afirmou na altura que as minutas do contrato estavam prontas para assinar, faltando apenas oportunidade para coordenar as agendas da Repsol e da RWE.

Miguel Barreto afirmou ainda que os trabalhos de prospecção e exploração de petróleo serão precedidos de um estudo de impacte ambiental.

A concessão da exploração dos blocos 13 e 14 na costa algarvia, localizados a 200 metros, resulta de um concurso internacional lançado em 2002, à qual se candidatou o consórcio formado pela Repsol (75 por cento) e pela alemã RWE (25 por cento).

O consórcio já explora gás natural na bacia de Cadiz, em Espanha, e os dois blocos na costa algarvia têm as mesmas características geológicas, aumentando assim as probabilidades de exploração deste hidrocarboneto no Sul de Portugal.

Diário Digital / Lusa

 

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pedro

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« Responder #68 em: Dezembro 06, 2007, 07:30:50 pm »
Nao quero Repsol e Rwe eu quero GALP. :wink:
 

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André

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« Responder #69 em: Fevereiro 01, 2008, 07:36:47 pm »
Empresas iniciam estudos de prospecção de petróleo

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A Câmara Municipal de Alcobaça anunciou hoje que duas empresas estrangeiras «vão avançar, em breve, com estudos de prospecção de combustíveis fósseis em dez freguesias do concelho», numa área de 120 quilómetros quadrados.

Em comunicado, a autarquia afirma que os estudos de prospecção vão ser realizados pelas empresas Mohave e Seispros e visam «iniciar a colocação de estacas no terreno, espaçadas entre si em apenas 300 metros, com a finalidade de se elaborar uma malha de cabos no terreno».
«Cada estaca funcionará como receptora de emissão de ondas no subsolo, e a malha de cabos, bastante densa, deverá abranger uma área de 120 km2, permanecendo no terreno por um período entre 15 dias a três semanas», detalha o comunicado.

De acordo com a nota de imprensa, inicialmente «serão estabelecidos contactos de sensibilização com as populações locais, em especial com os proprietários» dos terrenos, nas freguesias de Alcobaça, Alpedriz, Bárrio, Cós, Évora de Alcobaça, Maiorga, Montes, São Vicente, Prazeres e Vestiaria.

Segundo a autarquia alcobacense, os trabalhos vão contar com «a colaboração das juntas de freguesia respectivas, forças de segurança e elementos da Associação dos Agricultores da Região de Alcobaça (APFRA).

A Câmara de Alcobaça solicita ainda que «a população que não interfira com o material colocado no terreno, uma vez que é demasiado dispendioso e indispensável para a referida investigação».

Diário Digital / Lusa

 

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ShadIntel

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« Responder #70 em: Fevereiro 01, 2008, 07:53:13 pm »
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«a população que não interfira com o material colocado no terreno, uma vez que é demasiado dispendioso e indispensável para a referida investigação».

Isto é quase lançar um apelo aos sucateiros.  :roll:
 

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André

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« Responder #71 em: Fevereiro 07, 2008, 05:02:39 pm »
Norte-americanos ultimam montagem de plataforma para iniciarem prospecções em Alenquer

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A empresa norte-americana Mohave Oil vai iniciar em breve trabalhos de prospecção de petróleo, no concelho de Alenquer, estando a concluir a montagem de uma imponente plataforma de perfuração do solo com 50 metros de altura.

A plataforma, acabada de construir na China e que só para ser transportada para Portugal envolveu um custo de um milhão de dólares, vai perfurar 2.500 metros de profundidade na expectativa de encontrar reservas rentáveis de petróleo.

A montagem dos equipamentos está a ser feita por técnicos ingleses, sobretudo mecânicos e electricistas, na Serra da Galega (junto ao lugar de Lapaduços na freguesia de Vila Verde dos Francos).

O local é o mesmo onde em 2005 decorreram as primeiras prospecções, mas dessa vez de apenas 800 metros de profundidade, informou hoje David Jackman, director operacional da Mohave Oil & Gás Corporation.

"Esperamos obter melhores resultados desta vez. Acreditamos que há petróleo nesta área e se houver pensamos que será possível produzi-lo a partir dessa profundidade", adiantou David Jackman.

A montagem da plataforma no cimo da serra, que apenas co-habita com um antigo moinho de vento, característico da paisagem da região Oeste e que ainda funciona, obrigou ao alargamento dos acessos ao local, explicou por seu lado o presidente da Câmara de Alenquer, Álvaro Pedro.

"Deram apenas conhecimento à Câmara de que iam começar a obra e estão legalizados para este efeito", afirmou o autarca.

"Se encontrarem petróleo será bom para o país. Penso que se decidiram voltar ao local é porque têm essa expectativa", disse Álvaro Pedro.

A instalação da plataforma estava hoje nas últimas afinações visto ser um equipamento novo que irá operar pela primeira vez.

Os trabalhos só não se iniciaram mais cedo porque alguns equipamentos necessários para operar na plataforma ainda se encontram no porto de Lisboa.

A existência de petróleo nesta zona límitrofe do concelho de Alenquer com o de Torres Vedras não é rara para os agricultores locais que, quando procuram água encontram vestígios de petróleo, e chegam telefonar para a empresa a contar os achados.

Segundo o previsto pela empresa, os trabalhos de perfuração vão decorrer durante 28 dias e serão acompanhados em permanência por um geólogo e por um especialista em prospecção de petróleo que farão as análises às amostras do solo recolhidas à medida que avance a perfuração.

Após a perfuração deste local, a plataforma seguirá até Aljubarrota no concelho de Alcobaça, o outro local onde a empresa tem expectativas de encontrar gás natural.

Há 15 anos em Portugal a efectuar estudos, e embora dependente do sucesso destas operações, a empresa deverá ainda manter-se em solo português "por um período considerável para estudar todas as possibilidades" de encontrar reservas de hidrocarbonetos (petróleo ou gás natural), disse o director operacional da Mohave.

A empresa opta por não lançar para já qualquer estimativa em termos de quantidades que poderão ser encontradas em Portugal.

"O facto de continuarem [em Portugal] significa que têm tido resultados animadores e que têm fortes expectativas, fundadas nos estudos efectuados ao longo dos anos", acrescentou por seu lado Vasco Taborda, representante da empresa no país.

Vasco Taborda afirmou ainda à Lusa que a empresa já investiu mais de 40 milhões de euros em estudos na busca de hidrocarbonetos.

A empresa obteve a concessão do Estado para estudar quatro zonas no país situadas entre a zona Oeste (desde Torres Vedras) e a Figueira da Foz.

Após obterem a licença para efectuar as pesquisas segue-se a negociação com os proprietários privados para a utilização dos terrenos podendo ser desde a simples autorização de passagem até ao aluguer de terras por períodos de seis meses a um ano como acontece em Lapaduços.

Mesmo não estando ainda a decorrer a perfuração do solo são já muitos os curiosos que passam no local, sobretudo aos fins de semana, chegando inclusivamente a deslocar-se até ali de táxi, contou um outro responsável da empresa.

Apesar das expectativas das populações, David Jackman, disse à Lusa que a "probabilidade não é assim tão elevada, é de um para 10".

"Tivemos geólogos e geofísicos a trabalhar connosco mas não sabemos o que vamos encontrar", disse David Jackman, um neozelandês que, antes de Portugal, trabalhou em países como o Sudão, Indonésia, Dubai, Tailândia, Filipinas, Malásia ou Birmânia.

Mais afastados de Lapaduços e já nos concelhos de Torres Vedras e Mafra decorrem outro tipo de operações.

Denominam-se "sísmicas" e destinam-se a desenhar um mapa do sub-solo.

Os estudos estão a ser coordenados pela empresa Seis Prós e contam com o apoio das câmaras municipais e juntas de freguesia.

A Seis Prós é pioneira nesta área utilizando tecnologia 3D para desenvolver projectos em países africanos, da América Latina e nos Estados Unidos da América.

Os técnicos que andam nos terrenos informam os proprietários que estão a realizar um estudo geofísico para a elaboração de mapas de subsolo.

Para isso espalham quilómetros de fios eléctricos que atravessam ruas, casas e aldeias.

"O objectivo é reflectir uma pancada no solo que transmite uma onda e é essa 'voz' de retorno que é estudada" e que dará aos técnicos a informação sobre se estarão perante uma zona compacta ou não, explicou Vasco Taborda.

Estes trabalhos abrangem as freguesias de Mafra, Ericeira, Encarnação, Santo Isidoro e Sobral da Abelheira, no concelho de Mafra e Freiria, Ventosa, São Pedro da Cadeira, Silveira, Ponte de Rol e Santa Maria, no concelho de Torres Vedras.

Lusa

 

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André

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« Responder #72 em: Fevereiro 07, 2009, 11:36:34 pm »
Galp Energia admite perfurar costa portuguesa em 2010


O administrador executivo da Galp Energia, Ferreira de Oliveira, admitiu sexta-feira, na Batalha, que a empresa poderá vir a iniciar a perfuração da costa portuguesa dentro de dois anos se os prospectos petrolíferos já identificados forem de suficiente dimensão.

«Eu já vi com os meus olhos prospectos a três, quatro quilómetros. Não quer dizer que são reservas ou recursos. São indicações de que possam existir», afirmou o responsável no jantar-conferência promovido pela Liga de Amigos da Casa-Museu João Soares, que reuniu sobretudo empresários.

Ferreira de Oliveira explicou que a empresa participa em consórcios «com uma área de concessão de 21 mil quilómetros quadrados, que vai desde a zona do Sul Alentejo até Espinho, entre 30 a 90 quilómetros da costa».

Neste momento, a Galp Energia está a fazer a «ecografia da terra», adiantou o administrador, lembrando que este trabalho deve terminar no final do ano.

«Se os prospectos identificados por essas ecografias, no sentido simbólico, forem de suficiente dimensão que justifiquem a sua perfuração, nós estaremos a perfurar na costa portuguesa entre 2010 e 2012», declarou.

Ferreira Oliveira acrescentou que «cada furo custa entre 50 a 100 milhões de euros» e que «pode não ser produtivo».

Referindo-se depois ao preço dos combustíveis, o administrador executivo da Galp Energia reconheceu que o consumidor se irrita quando este aumenta, mas atribuiu a situação ao facto de este ser «um mercado de tanta liquidez, em que flutuações nos preços são transmitidas instantaneamente».

Ferreira de Oliveira destacou que «não há outro produto transaccionado na economia portuguesa que esteja tão exposto à economia global como o são os produtos petrolíferos».

O administrador executivo da Galp lembrou ainda que quando os preços dos combustíveis aumentam, os operadores do sector perdem «porque a procura reduz-se», além de que as empresas «não conseguem transmitir todo o seu aumento de custo».

Ferreira de Oliveira reconheceu, por outro lado, que «quando os preços descem as empresas são mais lentas a transferir como compensação a redução ao consumidor».

Abordando o tema «O mercado energético, a racionalidade da concorrência entre combustíveis e a sua implicação na competitividade das empresas», o responsável foi confrontado pela assistência com o tema da energia nuclear.

«Estamos condenados um dia a usar a energia nuclear», salientou, confessando que gostaria de ver o assunto debatido.

Lusa

 

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Daniel

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Re: Petróleo
« Responder #73 em: Outubro 17, 2009, 05:06:37 pm »
Petróleo: pesquisa na costa com «grandes expectativas»


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Consórcio entre Petrobras, Galp e Partex tem indícios de «oportunidades para perfurbação de poços»
O director de exploração e produção da Petrobras disse esta sexta-feira que o consórcio, composto pela Petrobras, a Galp e a Partex, terminou «a primeira fase de pesquisa [na costa portuguesa] que indicou oportunidades para perfuração de poços».

«Já terminámos a primeira fase das pesquisas que nos indicou oportunidades para perfuração de poços que serão confirmadas a partir de uma segunda fase no ano que vem», afirmou hoje Guilherme de Oliveira Estrella, à margem da atribuição do grau Doutor Honoris Causa.

Em declarações à Lusa, o director de exploração e produção da Petrobras disse que «a primeira fase está a ser concluída com grandes expectativas».

A Vida é um teste e uma incumbência de  confiança.
 

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Finalmente o petróleo?
« Responder #74 em: Novembro 13, 2009, 08:56:06 pm »
Será esta noticia uma mentira ou será real?

http://economico.sapo.pt/noticias/berardo-quer-produzir-500-milhoes-de-barris-de-petroleo-em-portugal_74335.html

Estou céptico,porque pesquisei esta companhia e não me aparece nada sobre ela...Mas por outro lado,Berardo pode ser muita coisa,mas nunca foi parvo a nivel de negócios..
 

 

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