Tempestade na Pérsia 'Achmadinejad versus o ocidente'

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Jorge Pereira

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« Responder #30 em: Fevereiro 02, 2006, 10:32:34 pm »
Citação de: "ferrol"
Tampouco creo que teña maior problema. Se a diplomacia non ten éxito, mándanse algúns F-15 israelitas nunha noite de inverno a destrui-las instalacións nucleares iranies, e xa está.

Xa se fixo no 81, pódese facer no 2005:
http://www.timesonline.co.uk/article/0,,2089-1522978,00.html
Citar
ISRAEL has drawn up secret plans for a combined air and ground attack on targets in Iran if diplomacy fails to halt the Iranian nuclear programme.

Sinxelo e eficaz.


Eu também penso que a solução passará por uma acção desse género. A minha dúvida radica é em saber se Israel será a o país certo para levar a cabo essa missão.

Um ataque desses, e como já o reafirmou o presidente do Irão, provocaria uma resposta militar deste país contra Israel, facto este que iria incendiar ainda mais esta zona do globo, e o que é mais grave ainda, seria o fim do processo de paz em curso, que até estava bem encaminhado.

Se forem os Estados Unidos a fazer o “trabalho” penso que seria um mal menor, dadas as reduzidas possibilidades de o Irão reagir contra este país (a não ser claro, com um recrudescer das actividades terroristas contra alvos norte-americanos).

Se fosse a comunidade internacional a fazê-lo em conjunto seria melhor ainda, mas as posições calculistas de países como a França, Rússia e China acabariam por travar uma acção desse género.
Um dos primeiros erros do mundo moderno é presumir, profunda e tacitamente, que as coisas passadas se tornaram impossíveis.

Gilbert Chesterton, in 'O Que Há de Errado com o Mundo'






Cumprimentos
 

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ferrol

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« Responder #31 em: Fevereiro 03, 2006, 07:53:25 am »
Revisando a web, atopo que a memoria xogoume unha mala pasada. Osiraq bombardeuse no 81, sí, pero estaba en Irak, non en Iran.
O caso, nembargantes, sigue igual. ¿Que represalias podería tomar Iran se os israelitas lle destruisen o reactor nuclear?

Francamente, ningunha. Ningunha, porque ese ataque contaría, sen dúbida, coa aprobación dos EE.UU, e ninguén vai traballar contra os EE.UU ou os séus aliados sen exporse a represalias directas.
¿A liga árabe? Tampouco. Venden demasiado petróleo a bon prezo como para enfrontarse a ningún dos seus clientes...
¿Máis terrorismo?Ben, levamos desde o 2.001 con esa ameaza, xa estamos acostumados.

En fin, a cousa, para min, está clara. Se erra a diplomacia, pois nada, unha acción puntual contra o reactor e listo.
Tu régere Imperio fluctus, Hispane memento
"Acuérdate España que tú registe el Imperio de los mares”
 

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manuel liste

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« Responder #32 em: Fevereiro 03, 2006, 04:34:43 pm »
El programa nuclear iraní tiene varias localizaciones dispersas por el país:

Instalaciones nucleares iraníes

Creo que es pronto para discutir posibles bombardeos, el caso va para largo. Ni estamos en 1981 ni Irán es el Irak de 1981.
 

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luis filipe silva

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« Responder #33 em: Fevereiro 03, 2006, 05:50:38 pm »
Algumas dessas instalações são apenas reactores nucleares. Não têm tecnologia para o enriquecimento de uranio. Essas são só uma ou duas.
-----------------------------
saudações:
Luis Filipe Silva
 

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superbuzzmetal

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« Responder #34 em: Fevereiro 05, 2006, 10:27:47 am »
Falando um bocado fora do contexto da crise iraniana, seria um bocado irónico que fossem uns cartoons a desencadear esta guerra de culturas, mas depois de observar os ultimos acontecimentos pelo mundo fora, já não me surpreendia nada.
Peace through superior firepower.
 

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Jorge Pereira

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« Responder #35 em: Fevereiro 08, 2006, 11:23:28 pm »
Citação de: "ferrol"
Revisando a web, atopo que a memoria xogoume unha mala pasada. Osiraq bombardeuse no 81, sí, pero estaba en Irak, non en Iran.
O caso, nembargantes, sigue igual. ¿Que represalias podería tomar Iran se os israelitas lle destruisen o reactor nuclear?

Francamente, ningunha. Ningunha, porque ese ataque contaría, sen dúbida, coa aprobación dos EE.UU, e ninguén vai traballar contra os EE.UU ou os séus aliados sen exporse a represalias directas.
¿A liga árabe? Tampouco. Venden demasiado petróleo a bon prezo como para enfrontarse a ningún dos seus clientes...
¿Máis terrorismo?Ben, levamos desde o 2.001 con esa ameaza, xa estamos acostumados.

En fin, a cousa, para min, está clara. Se erra a diplomacia, pois nada, unha acción puntual contra o reactor e listo.

Não interpretei que se estivesse a referir ao Irão. Todos nós, os que temos F-16 nas nossas forças aéreas, sabemos que o ataque ao reactor nuclear de Osirak, foi no Iraque,  dado este ter sido o baptismo de fogo do F-16.
Em relação as represálias que o Irão poderia tomar estas são muitas e com um possível grande impacto na região, mas a meu ver, duas são as mais evidentes:

 :arrow: Incitamento para que o Hezzbolla lance uma campanha de terror contra Israel, seja esta desde dentro do próprio Israel ou desde o sul do Líbano.

Repare que qualquer uma destas acções, ou as duas em conjunto, seriam suficientes para incendiar ainda mais esta região do globo, acabando provavelmente de uma vez por todas, com o plano de paz que estava, como já disse anteriormente, bem encaminhado.

É por esta razão que a meu ver Israel não será o executante de tal acção, caso esta venha a ter lugar.
Um dos primeiros erros do mundo moderno é presumir, profunda e tacitamente, que as coisas passadas se tornaram impossíveis.

Gilbert Chesterton, in 'O Que Há de Errado com o Mundo'






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Jorge Pereira

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« Responder #36 em: Fevereiro 12, 2006, 02:24:18 pm »
Citar
Estados Unidos estudam planos para atacar Teerão
 


Os estrategas norte-americanos estão actualmente a estudar planos tendo em vista um ataque contra o Irão, que será um último recurso para acabar com o desejo da República Islâmica de se dotar da arma nuclear, revela o Sunday Telegraph.


Esta informação, proveniente de Washington e publicada na primeira página do jornal, indica que o comando central norte- americano e os responsáveis pelo comando estratégico "identificaram alvos e trabalham sobre questões logísticas, tendo em vista uma operação (militar)".

Os estrategas, que estão em contacto com o gabinete do secretário norte-americano da Defesa, Donald Rumsfeld, estudam uma opção militar no caso da via diplomática não chegar para travar a vontade do Irão de se dotar de armamento nuclear.

"Isto é mais do que uma simples e eventual avaliação militar.

Esta questão assumiu cada vez mais prioridade nos últimos meses", indicou o Sunday Telegraph, citando um alto responsável do Pentágono.

Sábado, o presidente ultra-conservador iraniano Mahmud Ahmadinejad ameaçou implicitamente abandonar o Tratado de Não- Proliferação Nuclear (TNP) se os ocidentais continuarem a "privar" o Irão dos seus direitos em matéria nuclear.

Por seu lado, o executivo da Agência Internacional de Energia Atómica (AIEA) decidiu no início do mês de Fevereiro, após três anos de inquérito e negociações, transmitir ao Conselho de Segurança da ONU o dossier nuclear do Irão.

O Irão respondeu com o anúncio da sua decisão de retomar as actividades de enriquecimento de urânio, que pode servir para fabricar uma arma nuclear.

Agência LUSA
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Gilbert Chesterton, in 'O Que Há de Errado com o Mundo'






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Marauder

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« Responder #37 em: Fevereiro 12, 2006, 03:05:44 pm »
Hehehehe...mas toda a gente já sabia que eles já estão a preparar a próxima guerra...curioso..Irão pelo seu esforço conseguiu ultrapassar a Coreia do Norte da lista negra de Bush =)

   Cumprimentos
 

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Miguel Sá

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« Responder #38 em: Fevereiro 12, 2006, 04:57:21 pm »
Toda esta postura do Irão é sobretudo para consumo interno

Acho curioso o facto do Irão, por força da sua política interna, não aproveitar o conflito do Iraque para uma aproximação ao Ocidente. É certo que os EUA são o seu inimigo visceral mas creio que o Irão muito poderia beneficiar. Ora, o principal foco de resistência no Iraque é sunita, o extremismo islâmico é predominantemente sunita e o sr. Laden e companhia também. Quem sai beneficiado com a queda de Sadam Hussein são os curdos e os xiitas, maior grupo religioso do Iraque. Um apoio às mudanças que ocorrem no Iraque poderiam aumentar a influência do Irão no Iraque e na região. Mas 30 anos de combate ao Ocidente são difíceis de superar.

O Irão não é o Iraque
Além de mais populoso e apesar da menor qualidade tecnológica a moral das FA parece-me superior.
O seu exército conta com:
Divisões Blindadas – 2
Divisões de Infantaria – 6
Divisão de Comandos – 1
Divisão de Forças Especiais – 1

A Guarda Revolucionária:
Divisões Blindadas – 2
Divisões Mecanizadas – 2
Divisões de Infantaria – 23

Entre elas contam com 1.100 Carros de Combate (T54, T55, T62, T72, Type 59, Chieftain, M48, M60) têm muita artilharia de muitos calibres e origens e os seus helicópteros são do tempo do Xá. Pouca qualidade portanto.

Caso queiram avançar os EUA terão de ponderar muita coisa. Uma enorme frente terrestre na fronteira com o Iraque e Afeganistão, a linha costeira é igualmente extensa, mas o grau de envolvimento seria maior, seriam necessários muitos meios militares.

E que os acompanharia? Além dos dissidentes iranianos que possuíam/possuem bases no Iraque?
E a reacção da opinião pública, sobretudo a muçulmana, seria devastadora.
 

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Miguel

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« Responder #39 em: Fevereiro 13, 2006, 07:22:56 pm »
Qual unidade poderiamos colocar para apoiar uma força tarefa das NU?

1 Fragata Meko

10 F16MLU
2 C130
3 EH101

1 Brigada "Tempestade Lusitana":
com 3 Batalhões Mecanizados/Infantaria Ligeira/Para

 :Cavaleria1:

Sou voluntario.
 

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Get_It

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« Responder #40 em: Fevereiro 13, 2006, 08:11:11 pm »
Citação de: "Miguel Sá"
Caso queiram avançar os EUA terão de ponderar muita coisa. Uma enorme frente terrestre na fronteira com o Iraque e Afeganistão, a linha costeira é igualmente extensa, mas o grau de envolvimento seria maior, seriam necessários muitos meios militares.

E que os acompanharia? Além dos dissidentes iranianos que possuíam/possuem bases no Iraque?
E a reacção da opinião pública, sobretudo a muçulmana, seria devastadora.

Ou seja, os EUA vão à falência se tentarem invadir o Irão... :lol:
É que mesmo utilizando como técnica principal os bombardeamentos vão ter muito trabalho, pois a Força Aérea Iraniana têm ainda um arsenal de defesa aérea capaz [1] [2]

    [1][/list]
    Citação de: "Wikipédia, edição em inglês"
    Combat Aircraft
    * IAMI Shafaq (Iranian Origin)
    * IAMI Azarakhsh (Iranian Origin)
    * McDonnell-Douglas F-4D/E Phantom II, RF-4 Phantom II
    * Northrop F-5E/F Tiger
    * Shenyang F-6 'Farmer'
    * F-7 'Fishbed'
    * Grumman F-14A Tomcat
    * Dassault Mirage F-1
    * Mikoyan MiG-29 'Fulcrum' A/UB
    * Mikoyan-Gurevich MiG-23
    * Sukhoi Su-17/20/22 'Fitter'
    * Suhkoi Su-24MK 'Fencer'
    * Sukhoi Su-25K 'Frogfoot'

    Non-Combat
    * Pilatus PC-7
    * Lockheed C-130 Hercules
    * Ilyushin Il-76 'Candid'
    * Boeing 707 (Tanker)
    * Boeing 727 (Cargo/transport)
    * Boeing 747 (Transport)
    * Commander 690
    * Fokker F-27
    * Dassault Falcon 20
    * Lockheed JetStar

    Helicopters
    * Shabaviz 206 (Iranian Origin)
    * Shabaviz 2-75 (Iranian Origin)
    * Bell AH-1J Cobra
    * Boeing CH-47 Chinook
    * Agusta/Bell 206
    * Agusta/Bell 212
    :snip: :snip: :Tanque:
     

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    Jorge Pereira

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    « Responder #41 em: Fevereiro 18, 2006, 10:56:03 pm »
    Esta hipotética operação será uma acção directa contra alvos perfeitamente identificados com o programa nuclear iraniano. Não se trata de invadir o Irão.
    Será uma acção baseada principalmente em ataques com sistemas de armas tais como mísseis de cruzeiro, B2, F-117 e talvez B1.
    A meu ver, o Irão terá poucas possibilidades de se defender contra ataques deste tipo.
    Um dos primeiros erros do mundo moderno é presumir, profunda e tacitamente, que as coisas passadas se tornaram impossíveis.

    Gilbert Chesterton, in 'O Que Há de Errado com o Mundo'






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    « Responder #42 em: Fevereiro 18, 2006, 11:11:01 pm »
    O material americano dessa lista foi fornecido antes da Revolução Islamica, que desde então não tem recebido manuntenção adequada visto que como é obvio, os EUA cortaram esse tipo de relações com o novo governo. Muitos já estão inoperacionais...e à já algum tempo..
     Um exemplo é o F-14...compraram 80...estima-se que nos anos 90 somente 30 tavam operacionais..

       Cumprimentos
     

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    Jorge Pereira

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    « Responder #43 em: Abril 03, 2006, 07:57:30 pm »
    Segundo noticia hoje a SIC Notícias através do seu correspondente na Rússia, José Milhazes, um General ou ex-General Russo afirmou que quando foi feita a transferência das ogivas nucleares que estavam na Ucrânia para a Rússia, 250 destas “perderam-se” e segundo ele foram parar às mãos do Irão.

    Segundo o tal individuo, o programa nuclear iraniano visa dar capacidade ao Irão para manter o dito arsenal.

    Também afirmou que entre o material desviado incluem-se mísseis de cruzeiro (?) e que as ameaças do Irão tantas vezes repetidas em que ameaçam os EUA com golpes demolidores, referem-se precisamente a ataques com aqueles engenhos.

    Esta notícia já foi considerada absurda por alguns responsáveis russos, mas com tudo não deixa de ser curiosa e até preocupante.
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    « Responder #44 em: Dezembro 18, 2006, 09:25:57 pm »
    Citar
    Mossad: Irão poderá dispor de bomba atómica em 3 ou 4 anos

    O Irão poderá dispor da primeira bomba atómica dentro de três, ou quatro anos, caso o programa nuclear prossiga ao actual ritmo, garantiu hoje o general Meir Dagan, chefe dos serviços secretos externos israelitas, Mossad.

    «Se o programa nuclear prosseguir ao actual ritmo, terão a bomba atómica dentro de três, ou quatro anos», declarou.

    O chefe da Mossad falava perante a Comissão dos Negócios Estrangeiros e da Defesa do Parlamento (Knesset) israelita.

    Em Novembro de 2003, o general Dagan advertiu a mesma comissão de que o programa nuclear iraniano representava, na sua opinião, «a maior ameaça a Israel desde a independência, em 1948».

    O primeiro-ministro israelita, Ehud Olmert, reafirmou em diversas ocasiões que o seu país «não tolerará» a bomba atómica iraniana.

    Em recentes visitas à Alemanha e Itália, Olmert insistiu na aplicação de sanções ao regime iraniano, visando a suspensão do enriquecimento de urânio, etapa prévia ao fabrico da bomba atómica.

    Israel e os Estados Unidos acusam o Irão de, ao abrigo de um programa nuclear alegadamente com fins civis (produção de electricidade), estar a produzir a bomba atómica.

    O receio das autoridades israelitas aumentou com as repetidas declarações do presidente iraniano, Mahmud Ahmadinejad, no sentido de «varrer o Estado Judaico do mapa».

    Por outro lado, sobre a alusão a negociações feita por Damasco a Israel, o chefe da Mossad, numa entrevista à rádio militar, frisou não haver «qualquer mudança estratégica na política síria».

    «A Síria retirou lições da incursão militar israelita contra o Hezbollah, no Líbano, e dotou as suas forças terrestres de mísseis anti-tanque», explicou.

    Os xiitas radicais do Hezbollah (Partido de Deus), apoiado por Damasco e Teerão, usaram estes sofisticados mísseis, que causaram elevadas perdas ao exército invasor.

    No domingo, Israel rejeitou um apelo a negociações feito pelo Presidente sírio, Bachar al-Assad, alegando que só terá cabimento quando cessarem os apoios militares ao Hezbollah e aos palestinianos do Hamas.

    Miri Eisin, porta-voz de Olmert, disse ser difícil aceitar com seriedade tal oferta enquanto continuar o apoio aos terroristas» do Hezbollah e do Hamas.

    As negociações entre a Síria e Israel - que tem 15.000 colonos instalados nos Montes Golã - estão congeladas desde 2000.

    Diário Digital / Lusa
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    A Queda do Ocidente

    Iniciado por Luso

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