Catalunha começa a querer independencia?

  • 56 Respostas
  • 24464 Visualizações
*

fgomes

  • Perito
  • **
  • 476
  • +0/-0
(sem assunto)
« Responder #15 em: Novembro 06, 2005, 11:46:16 pm »
Acho que a Catalunha tem tanto direito a ser independente como nós, aliás foi a revolta da Catalunha que em 1640 ajudou muito a nossa restauração.
Quantos aos problemas dos Castelhanos em aceitarem, bem os russos também tiveram que "engolir" o fim do URSS, que além de ter acabado com o regime comunista também foi, na prática, o fim do império russo que tinha durado séculos.
 

*

papatango

  • Investigador
  • *****
  • 5512
  • Recebeu: 9 vez(es)
  • +12/-0
    • http://www.areamilitar.net
(sem assunto)
« Responder #16 em: Novembro 07, 2005, 08:51:08 pm »
Citar
Acho que a Catalunha tem tanto direito a ser independente como nós, aliás foi a revolta da Catalunha que em 1640 ajudou muito a nossa restauração.
Quantos aos problemas dos Castelhanos em aceitarem, bem os russos também tiveram que "engolir" o fim do URSS, que além de ter acabado com o regime comunista também foi, na prática, o fim do império russo que tinha durado séculos.


Do meu ponto de vista são situações diferentes. Creio que é mais lógico o exemplo da separação da Checoslováquia. O império Russo, tem características diferentes. Eles criaram um império, declaradamente russo. Ao contrário no caso espanhol, embora na prática se trate de um império castelhano, (onde se defendeu durante séculos a castelhanização como forma de unificar a península) faz-se referência a Espanha.

Ora, em toda a peninsula (Portugal incluido) grande parte da literatura anterior a 1715 faz referência a Espanha. A história refere "Espanha". Portanto, os castelhanos criaram um país ao qual deram o nome de "Espanha", tentando fazer referência à "Espanha" que está na história dos vários países ibéricos.

Portanto, segundo a historiografia espanhola, Castela "diluiu-se" na Espanha  e transformou.-se em Espanha.

Nós, em Portugal, reagimos de uma forma feroz e o sentimento anti-castelhano, foi transformado em sentimento anti-espanhol, a partir do momento em que os castelhanos passaram a chamar Espanha ao seu estado.

A historiografia espanhola, acusa "preto no branco" e afirma: Portugal recusou-se a ser Espanha.

Explicando assim, o problema, de uma parte da Espanha (peninsula Hispanica) não fazer parte da Espanha (Estado Espanhol).

A Espanha ignorou Portugal tanto quanto possível (estamos praticamente desinfectados da História Oficial de Espanha). Mas mesmo assim, isso não impediu que alguns independentistas da Catalunha, berrassem em alta-voz nos comicios coisas como : "l´autonomia que ens cal és la de Portugal". Os gritos catalães, parecem tentar fazer o mesmo, ou seja, atacar a Espanya". No entanto, não sei se o sentimento anti-castelhano dos catalães, poderá ser de alguma forma parecido ao português. Creio que eles não têm momentos como Aljubarrota, que quer se queira quer não, são é uma demolidora (literalmente) manifestação de vontade de um povo.

Já aqui referi algumas trocas de impressões que tive no fim do Verão com algumas pessoas em Barcelona sobre estas questões, e devo dizer que me surpreende a facilidade com que o processo está  avançar. Só espero que os vaticinios não se confirmem.

Cumprimentos
 

*

superbuzzmetal

  • Membro
  • *
  • 128
  • +0/-0
(sem assunto)
« Responder #17 em: Janeiro 19, 2006, 04:29:17 am »
Penso que é uma questão de tempo até que a Espanha se desfaça em várias regiões autonomas, o alberto joão que se livre de tentar seguir o exemplo :evil:
Peace through superior firepower.
 

*

sierra002

  • Perito
  • **
  • 434
  • +0/-0
(sem assunto)
« Responder #18 em: Janeiro 19, 2006, 11:24:07 pm »
Citar
Penso que é uma questão de tempo até que a Espanha se desfaça em várias regiões autonomas, o alberto joão que se livre de tentar seguir o exemplo


Cuando las barbas de tu vecino veas pelar, pon las tuyas a remojar.
 

*

Dinivan

  • Membro
  • *
  • 198
  • +0/-0
(sem assunto)
« Responder #19 em: Janeiro 20, 2006, 04:03:25 am »
Querer un nuevo estatuto no significa querer la independencia. Yo por ejemplo estoy a favor de la redacción de un nuevo estatuto únicamente por el tema de la financiación, pues estoy harto de que extremeños y andaluces se lleven el dinero que tanto esfuerzo nos ha costado ganar (y esto vale tanto para nosotros, los catalanes, como para los madrileños). Solidaridad sí, pero hasta un máximo, y eso es precisamente lo que propone el estatuto.
 

*

JoseMFernandes

  • Perito
  • **
  • 394
  • Recebeu: 1 vez(es)
  • +0/-0
(sem assunto)
« Responder #20 em: Janeiro 20, 2006, 08:43:21 am »
Do ex-director do 'Diario de Noticias' uma cronica com data de 19-1-2006, publicada no seu antigo jornal, notando o facto de ele proprio ser de origem insular...trata-se de uma opiniao e visao bem pessoal,( para mim) discutivel, mas interessante e 'provocatoria'.

 
Citar

Uma ficção e uma crise preocupante



Mário Bettencourt Resendes
Jornalista    
 
Proponho hoje aos leitores um exercício de ficção imaginemos que a Assembleia Regional dos Açores tinha aprovado, por larga maioria (90 por cento), um projecto de estatuto autonómico que consagrava algumas alterações importantes nos poderes da Região, instituindo também o conceito de "nação açoriana".

Perante uma chuva de protestos dos sectores mais centralistas e conservadores - e um incómodo indisfarçável do Governo socialista da República -, o documento transitava para o Parlamento nacional, para efeitos de debate e eventual aprovação.

Assistia-se, entretanto, a uma campanha de enorme violência contra as instituições autonómicas açorianas. Na primeira linha desse combate estava a imprensa de direita e, para surpresa de muitos, a Rádio Renascença, propriedade da hierarquia da Igreja Católica. Aos microfones da rádio, todos os pretextos eram armas de arremesso apelidava-se o Governo açoriano de "nacional-socialista", insinuava-se que o seu presidente era um "bêbado compulsivo", sugeria-se que, nas ruas dos Açores, eram perseguidos e agredidos todos aqueles que tinham "sotaque continental".

Neste clima de enorme tensão, vinha a público o chefe do Estado-Maior do Exército, declarando que a situação poderia exigir "uma intervenção militar nos Açores". O Governo da República reagia, colocando o general em causa em detenção domiciliária, mas nem por isso evitava a divulgação de um abaixo-assinado de apoio ao detido, subscrito por militares na reserva.

Entretanto, nos Açores, o Conselho do Audiovisual, entidade local com competências no sector, recusava a renovação das frequências da Rádio Renascença na Região. A decisão era depois revogada por sentença judicial, mas o Conselho, com base numa equívoca (e perigosa, em termos democráticos...) capacidade de punir "faltas à verdade", aplicava à rádio uma pesada multa pecuniária.

As reacções ganhavam eco internacional. com associações mundiais de jornalistas a acusar os açorianos da prática de "formas de censura incompatíveis com uma democracia moderna".

Estaríamos, neste cenário, perante uma crise de enorme gravidade. Ora, como se sabe, tudo isto é ficção desde logo, os açorianos têm evidenciado uma apreciável sensatez na consolidação do seu processo autonómico; a Rádio Renascença, por seu lado, é um exemplo de moderação, enquanto a hierarquia da Igreja Católica demonstra, quase sempre, equilíbrio e inteligência, como ainda recentemente se constatou na forma como reagiu à polémica - artificial - sobre os crucifixos nas escolas.

Infelizmente para Espanha, todo este relato é verdadeiro basta substituir Açores por Catalunha e Rádio Renascença por Cadena Cope, propriedade da Conferência Episcopal espanhola.

Por cá, fixamo-nos nas compras e vendas efectuadas por empresas espanholas - e nas vicissitudes futebolísticas do Real e do Barça ... - e temos ignorado aquela que é, provavelmente, a crise mais grave da Espanha democrática das autonomias, desde que, em 1982, Tejero de Molina invadiu as Cortes, de pistola em punho.

Não haja ilusões. A estabilidade do Estado espanhol é hoje fundamental para o progresso de Portugal, seja pela interligação crescente entre as duas economias e ainda porque uma Espanha próspera e "pacificada" é um elemento fundamental para o avanço da União Europeia, a que Portugal, "para o bem e para o mal", tem o seu futuro irremediavelmente associado.

A Catalunha é uma peça-chave na Espanha dos tempos modernos, com uma contribuição de peso para a importância da economia do país. Não foi por acaso que, em 1640, os reis de Madrid, confrontados com a possibilidade de terem de lutar em duas frentes, optaram por "esquecer" Portugal e concentrar forças na repressão da rebelião catalã. E também não está esquecida a brutalidade da punição franquista no final da guerra civil.

José Luis Zapatero e Pascual Maragall, chefe do Governo catalão, têm sobre os ombros uma responsabilidade histórica pesada. Exige-se capacidade negocial e ainda sentido de Estado por parte de outros sectores da sociedade espanhola, incluindo uma hierarquia católica que deveria abster-se de acicatar feridas graves de um passado ainda demasiado próximo e activo no imaginário popular.  
 

*

Leonidas

  • Analista
  • ***
  • 621
  • Recebeu: 3 vez(es)
  • +1/-2
(sem assunto)
« Responder #21 em: Janeiro 26, 2006, 04:04:35 am »
Saudações guerreiras.

Citação de: "Mário B. Resendes"
Não haja ilusões. A estabilidade do Estado espanhol é hoje fundamental para o progresso de Portugal, seja pela interligação crescente entre as duas economias e ainda porque uma Espanha próspera e "pacificada" é um elemento fundamental para o avanço da União Europeia, a que Portugal, "para o bem e para o mal", tem o seu futuro irremediavelmente associado.


 :arrow: Acham mesmo que esta transcrição é feita por puro devaneio ficcionista (de mau gosto) do autor do texto? Eu não acho. Agora aquilo que tenho a certeza é que dá-me uma enorme vontade de rir se a minha disposição for de levar tudo no gozo. Este é dos tais que só consegue ver com umas palas de lado. Coitado… Não deve saber que para ir de Portugal para a Europa passa-se sempre primeiro pelo Atlântico e vem-me com cantigas (do bandido). Esse é que é o caminho mais direto e sem sobressaltos de origem humana. Quero ver o que ele deve dizer quando os camionistas espanhós barram a circulação aos portugueses entre Portugal e o resto da Europa. Gostava de lhe ver um comentário sobre o apedrejamento de camiões portugueses que constituiem verdadeiros atentados á integridade física desses mesmos camionistas portugueses. Gostava mesmo.  Xissa-penico, não há pachorra.

Desculpem lá esta minha f(r)icção. Foi sem querer.
 

*

ferrol

  • Analista
  • ***
  • 717
  • +0/-0
(sem assunto)
« Responder #22 em: Janeiro 26, 2006, 10:54:21 am »
Citação de: "Leonidas"
Gostava de lhe ver um comentário sobre o apedrejamento de camiões portugueses que constituiem verdadeiros atentados á integridade física desses mesmos camionistas portugueses.
Pois pode vostede gostar. ¿Lémbrase do que dixo Sócrates na primeira visita a España?
Citar
[José Sócrates]...deixou claro que a prioridade do Executivo para a política externa ia ser “Espanha, Espanha, Espanha”.
(diarioEconomico.com)
Pois iso é o que dí o comentario, Portugal non é nada sen Europa, e para chegar a Europa hai que pasar por España.
Tu régere Imperio fluctus, Hispane memento
"Acuérdate España que tú registe el Imperio de los mares”
 

*

Paulo

  • 21
  • +0/-0
(sem assunto)
« Responder #23 em: Fevereiro 06, 2006, 01:38:50 am »
Citação de: "ferrol"
Citação de: "Leonidas"
Gostava de lhe ver um comentário sobre o apedrejamento de camiões portugueses que constituiem verdadeiros atentados á integridade física desses mesmos camionistas portugueses.
Pois pode vostede gostar. ¿Lémbrase do que dixo Sócrates na primeira visita a España?
Citar
[José Sócrates]...deixou claro que a prioridade do Executivo para a política externa ia ser “Espanha, Espanha, Espanha”.
(diarioEconomico.com)
Pois iso é o que dí o comentario, Portugal non é nada sen Europa, e para chegar a Europa hai que pasar por España.


 Realmente, e infelizmente, hoje somos pouco sem a Europa.. Não nego a importância que tem para Portugal estar inserido no processo de construção europeia, mas virar as costas para a nossa vertente "atlantista" (Brasil, Palop's) parece-me um erro. Se bem que, na actualidade, pouco podemos fazer face ao poderio económico de outras potências com interesses no Brasil, por exemplo..
O mais antigo Estado-Nação da Europa, o 1º a desbravar o mundo!
 

*

HELLAS

  • 375
  • +0/-0
(sem assunto)
« Responder #24 em: Abril 25, 2008, 12:03:03 pm »
Citação de: "superbuzzmetal"
Penso que é uma questão de tempo até que a Espanha se desfaça em várias regiões autonomas, o alberto joão que se livre de tentar seguir o exemplo :evil:


Caro amigo portugues. Espanha, como ja expliquei varias vezes, ja é un pais con regioes autonomas, o mais descentraliçado de Europa, pois ja tem una mentalidade muito avançada nesse aspecto.
Alem disto, estou a ler do Estatudo Catalao, pois bem, o % que votou foi quase a metade apenas, emtao a outra metade pouco importaba o novo estatuto pois as gentes da rua nao pederam isso, apenas os politicos. A suma dos que nao votaram ou dos que votaram nao, e mais dos que votaram que sim.
Tambem, ja expliquei que o unico partido independentista catalao ERC, nao ganha eleiçoes, e mais, nas ultimas baixoa, coisa que a dia de hoje crio una confrontaçao interna.
Acredito que os catalanismas fazem muito ruido e ate sabem mover-se inteligentemente, mas eles tem un tope e de ai nao pasan. Depois se passa que estao a quer promocionar o invento dos Paisos Catalans, absorvendo, mudando, inventando, invadendo, etc...outras culturas, sendo o caso maior a Comunidade de Valencia, ai ate agora tinhan una minima representaçao num partido, o Bloc e tambem ERC presentou-se, resultados? nem uns nem outros tem ja representaçao ai.
Voces tem que ver quando o pancatalanismo quere fazer qualquer acto, manifestaçao, concerto, etc...a quantidade de autocarros que vai de um lado a outro, sempre os mesmos.
Nao façam hipotesis da minha terra. Ah! eu nao sou de Castela.
 

*

zocuni

  • Especialista
  • ****
  • 982
  • Recebeu: 11 vez(es)
  • Enviou: 29 vez(es)
  • +21/-0
    • http://www.mochileiros.com
(sem assunto)
« Responder #25 em: Abril 26, 2008, 02:42:33 am »
Citação de: "HELLAS"
Caro amigo portugues. Espanha, como ja expliquei varias vezes, ja é un pais con regioes autonomas, o mais descentraliçado de Europa, pois ja tem una mentalidade muito avançada nesse aspecto.


Tudo bem,

Sabe que tenho respeito consigo em muitas de suas colocações,mas nesta tenho várias restrições.São atentados bombistas a toda hora,relações de pouca animosidade entre as regiões autónomas,vários fenómenos indepedentistas,todas as regiões querendo ser autónomas.Acha isso uma mentalidade avançada,eu diria do outro mundo,viver nesse contexto e não enxergar o óbvio.Pela minha parte não me interessa que a Espanha se desmembre e que seja fraca,Portugal pouco ganhará com isso,eu muito menos,mas não é o que se constata infelizmente.
Certamente saberão contornar tal problema e sem ajudas de ninguém.

Abraços,
zocuni
 

*

HELLAS

  • 375
  • +0/-0
(sem assunto)
« Responder #26 em: Abril 26, 2008, 11:38:31 am »
Citação de: "zocuni"
Citação de: "HELLAS"
Caro amigo portugues. Espanha, como ja expliquei varias vezes, ja é un pais con regioes autonomas, o mais descentraliçado de Europa, pois ja tem una mentalidade muito avançada nesse aspecto.

Tudo bem,

Sabe que tenho respeito consigo em muitas de suas colocações,mas nesta tenho várias restrições.São atentados bombistas a toda hora,relações de pouca animosidade entre as regiões autónomas,vários fenómenos indepedentistas,todas as regiões querendo ser autónomas.Acha isso uma mentalidade avançada,eu diria do outro mundo,viver nesse contexto e não enxergar o óbvio.Pela minha parte não me interessa que a Espanha se desmembre e que seja fraca,Portugal pouco ganhará com isso,eu muito menos,mas não é o que se constata infelizmente.
Certamente saberão contornar tal problema e sem ajudas de ninguém.

Abraços,


Caro de novo.
Os atentados com bombas apenas sao dos elementos marxistas da ETA, ate outros partidos nacionalistas detestan e condenan.
Acho que temos una concepçao diferente do termo autonomas,pois pemso que para voce quer dizer independente e para mi é o que sao agora, precisamente autonomias, com leis, por vezes linguas, etc...diferentes, descentraliçadas e transferidas.
Os independentismos mais fortes, Pais VAsco, Catalunya e Galiza, por orden de força, pelas suas atitudes ou ja seja que nao sao votados suficentemente nunca ganhan e que melhor referendum que unas eleiçoes para saber o grado de independentismo que a povaçao quere.
Tenho que dizer, que esta "guerra" e una mistura de intereses quase sempre economicos e historicos e ja podes achar que tudos menten e mudan questoes para os seus intereses.
Depois á micronacionalismos que estao de "moda"apenas para quer ganhar protagonismo e posteiormente poder para os seu ideologos,  para posteriormente aproveitar-se.
Curiosamente o que por aqui ja lei de alguns de voces que constatan que Espanha quere anexionar-se Portugal de alguna maneira, defenden depois os nacionalismos em Espanha por ver-se assim mesmo num espejo, mas quriosamente os nacionalismos em Espanha sao anexionistas e espansionistas como tudos os demais do passado, imperio espanhol, imperio portugues, imperio romano, imperio macedonio, imperio persa, nazismo, etc...e vou a enumerar, pois acho interesante este ponto que eles critican contra o Estado espanhol, mas eles tambem practican de alguna maneira. Desculpen mas ja expliquei esto outras vezes e posso resultar cansativo.

GALIZA: quere-se anexionar a comarca leonesa do Bierzo.
PAIS VASCO: querem anexionar-se Navarra, quando em todo caso tinha que ser ao reves, os vascos sao navarros (neste caso posso recomendar un libro muito bom de nome La Navarra Maritima).
CATALUNHA: querem anexionar-se Valencia, Ilhas Baleares, parte de Aragao. Curiosamente nao estao a dar a mesma "autonomia"que eles querem a outra "naçao" o Val d´Aran, que esta na mesma Catalunha.

Tudo esto se gostaras profundiçar mais so tens que peder em algun ponto.

Nao estou a esconder que a certo perigro independentista se os governos centrais espanhois nao saben tratar bem. Neste caso o pior de tudos e que pela sua mentalidade liberal nao sabem tratar esto sao os do PP, depois os de PSOE sao uns vendidos que vao otorgando para manter calados temporalemente os nacionalistas diversos.

Em tudo esto, cada un de nos vamos ter nosso ponto de vista e ca em Espanha a termos ou mentalidades que os portugueses nao vai a perceber porque em muitos pontos voces estao de acordo em pontos dos nacionalistas, eu sei, e por isso em pessoas como o Comanche nunca vai a entrar pensamentos que eu explico ca e que ele diz que estou a mentir, falsear, enganhar, etc...mas é apenas por ignorar o dia a dia de ca, ou porque so quere informar-se do que a ele interesa, assim vai a ser impossivel ter una opinao contrastada.

Tampouco vou a esconder que para min o pior de tudo é o empregamento do termo Castela = Espanha ou castelhano = espanhol, pelo menos a min isso chatea-me muito.
 

*

zocuni

  • Especialista
  • ****
  • 982
  • Recebeu: 11 vez(es)
  • Enviou: 29 vez(es)
  • +21/-0
    • http://www.mochileiros.com
(sem assunto)
« Responder #27 em: Abril 26, 2008, 12:53:36 pm »
Citação de: "HELLAS"
Caro de novo.
Os atentados com bombas apenas sao dos elementos marxistas da ETA, ate outros partidos nacionalistas detestan e condenan.
Acho que temos una concepçao diferente do termo autonomas,pois pemso que para voce quer dizer independente e para mi é o que sao agora, precisamente autonomias, com leis, por vezes linguas, etc...diferentes, descentraliçadas e transferidas.
Os independentismos mais fortes, Pais VAsco, Catalunya e Galiza, por orden de força, pelas suas atitudes ou ja seja que nao sao votados suficentemente nunca ganhan e que melhor referendum que unas eleiçoes para saber o grado de independentismo que a povaçao quere.
Tenho que dizer, que esta "guerra" e una mistura de intereses quase sempre economicos e historicos e ja podes achar que tudos menten e mudan questoes para os seus intereses.
Hellas,eu acredito nessa pluralidade cultural,linguistíca,etc,porém o que vemos são as confederações assentes nesse modelo,em processos de desmembração e ruptura e outros em fase adiantada de degradação,é um conceito muito bonito teóricamente mas na prática funciona enquanto a economia é próspera ao primeiro sinal de crise esses problemas sempre vêm ao de cima,tomara que não aconteça com a Espanha.
Citar
Curiosamente o que por aqui ja lei de alguns de voces que constatan que Espanha quere anexionar-se Portugal de alguna maneira, defenden depois os nacionalismos em Espanha por ver-se assim mesmo num espejo, mas quriosamente os nacionalismos em Espanha sao anexionistas e espansionistas como tudos os demais do passado, imperio espanhol, imperio portugues, imperio romano, imperio macedonio, imperio persa, nazismo, etc...e vou a enumerar, pois acho interesante este ponto que eles critican contra o Estado espanhol, mas eles tambem practican de alguna maneira. Desculpen mas ja expliquei esto outras vezes e posso resultar cansativo.

Portugal não precisa para nada dos nacionalismos espanhóis,nosso conceito de defesa é muito diferente e distinto.Portugal tem soberania há quase 9 séculos,antes pelo contrário é muito comum nesses movimentos radicais terem muita simpatia por Portugal apenas porque conseguimos construir bem ou mal nossa história.

Citar
GALIZA: quere-se anexionar a comarca leonesa do Bierzo.
PAIS VASCO: querem anexionar-se Navarra, quando em todo caso tinha que ser ao reves, os vascos sao navarros (neste caso posso recomendar un libro muito bom de nome La Navarra Maritima).
CATALUNHA: querem anexionar-se Valencia, Ilhas Baleares, parte de Aragao. Curiosamente nao estao a dar a mesma "autonomia"que eles querem a outra "naçao" o Val d´Aran, que esta na mesma Catalunha.

Tudo esto se gostaras profundiçar mais so tens que peder em algun ponto.

Nao estou a esconder que a certo perigro independentista se os governos centrais espanhois nao saben tratar bem. Neste caso o pior de tudos e que pela sua mentalidade liberal nao sabem tratar esto sao os do PP, depois os de PSOE sao uns vendidos que vao otorgando para manter calados temporalemente os nacionalistas diversos.

Em tudo esto, cada un de nos vamos ter nosso ponto de vista e ca em Espanha a termos ou mentalidades que os portugueses nao vai a perceber porque em muitos pontos voces estao de acordo em pontos dos nacionalistas, eu sei, e por isso em pessoas como o Comanche nunca vai a entrar pensamentos que eu explico ca e que ele diz que estou a mentir, falsear, enganhar, etc...mas é apenas por ignorar o dia a dia de ca, ou porque so quere informar-se do que a ele interesa, assim vai a ser impossivel ter una opinao contrastada.

Aqui não emitirei qualquer comentário,uma vez que se trata de sua opinião pessoal e por isso respeito.

Citar
Tampouco vou a esconder que para min o pior de tudo é o empregamento do termo Castela = Espanha ou castelhano = espanhol, pelo menos a min isso chatea-me muito.


Claro que não concorda,para si nada existe existe,Espanha,Portugal,só existe Ibéria e somos todos ibéricos,tam bém é um conceito seu que respeito mas não compartilho.

Abraços,
zocuni
 

*

old

  • Especialista
  • ****
  • 913
  • +1/-0
(sem assunto)
« Responder #28 em: Maio 02, 2008, 09:00:18 am »
Se tienden a confundir regionalismos con separatismos.

El gobierno autonomico de Cataluña es del PSOE y su presidente es un Andaluz :lol: . No se donde esta el separatismo en esa ecuacion..

El unico partido que abiertamente se declaraca independentista es ERC (esquerra republicana de Catalunya) Y en las ultimas elecciones desaparecio del congreso por una perdida brutal de votantes. Asi de simple.

Lo que reclamamos los catalanes en nuestro estatuto es que se nos deje gestionar mejor nuestros impuestos y que desaparezcan privilegios economicos de comunidades como el Pais Vasco o Navarra.

Los nacionalismos sirven como medida de presion para obtener mejores contrapartidas a la hora de negociar las comunidades autonomas con el estado central.
 

*

ferrol

  • Analista
  • ***
  • 717
  • +0/-0
(sem assunto)
« Responder #29 em: Maio 02, 2008, 11:29:41 am »
Citação de: "old"
Lo que reclamamos los catalanes en nuestro estatuto es que se nos deje gestionar mejor nuestros impuestos y que desaparezcan privilegios economicos de comunidades como el Pais Vasco o Navarra.
¿Y qué opináis los catalanes del concepto "solidaridad interterritorial"?
Tu régere Imperio fluctus, Hispane memento
"Acuérdate España que tú registe el Imperio de los mares”
 

 

Governo montenegrino pede «sim» à independência

Iniciado por Marauder

Respostas: 3
Visualizações: 2522
Última mensagem Abril 08, 2006, 11:06:20 am
por Marauder