Cooperação Militar

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André

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« Responder #45 em: Julho 27, 2009, 06:37:33 pm »
Portugal quer ajudar Moçambique a criar força aérea


O Chefe de Estado-Maior General da Força Aérea de Portugal, Luís Araújo, considerou hoje positiva a cooperação militar com Moçambique e manifestou o interesse de ajudar o país a criar uma força aérea, nomeadamente na formação de pilotos.

"No futuro, pela configuração geográfica, Moçambique precisa de ter uma força aérea e nós queremos participar e contribuir na edificação desta equipa", disse Luís Araújo, em declarações à Agência Lusa.

"Moçambique está a iniciar a edificação de uma força aérea e Portugal quer ajudar, naturalmente, de acordo com as necessidades e requisitos das autoridades de Moçambique", destacou o Chefe de Estado-Maior General da Força Aérea de Portugal.

Luís Araújo iniciou hoje uma visita de seis dias a Moçambique, onde pretende "avaliar os projectos" auxiliados por Portugal e "trocar impressões" com as autoridades moçambicanas sobre a cooperação no campo da força aérea.

O Chefe de Estado-Maior General da Força Aérea portuguesa disse que a cooperação neste âmbito "está a correr bem" e apontou algumas áreas de interesse: a formação de pilotos aeronáuticos, na Academia Militar Samora Machel, em Nampula, norte, e de sargentos, em Boane, sul de Moçambique.

Hoje, o Chefe de Estado-Maior General da Força Aérea de Portugal deslocou-se à Praça dos Heróis, para prestar homenagem a figuras emblemáticas do país que combateram para a libertação do país e, mais tarde, manteve encontro conjunto com o Chefe de Estado-Maior General das Forças Armadas de Defesa de Moçambique (FADM), Paulo Macaringue, e com o ministro moçambicano da Defesa, Filipe Nyussi.

Nos próximos seis dias, Luís Araújo vai deslocar-se à província de Nampula, onde existem vários projectos militares apoiados por Portugal, no âmbito da cooperação técnico militar entre os dois países.

Na parceria técnico militar, Portugal e Moçambique têm um Programa Quadro de quatro anos com vários itens, nomeadamente a assessoria às estruturas superiores das FADM, mas um dos grandes projectos em curso relaciona-se com a edificação da força aérea.

Os beneficiários do projecto são militares que estão a fazer cursos de pilotagem, mecânica, e a ser formados na área de electricidade.

"No que diz respeito à força aérea que tem a ver com a formação de pilotos, em Nampula, está a correr bem", afirmou. "Temos continuado a trabalhar e apoiar esta formação com oito cadetes", que estão a fazer curso de pilotagem

"Estamos a desenvolver um mini-centro de medicina aeronáutica em Nampula, a ajudar a construir uma biblioteca, uma sala de aeronáutica, para os cadetes terem um ambiente de aeronáutica", apontou ainda Luís Araújo.

Lusa

 

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Cabecinhas

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« Responder #46 em: Julho 27, 2009, 07:06:06 pm »
Terão dinheiro para isso?
Um galego é um português que se rendeu ou será que um português é um galego que não se rendeu?
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Paisano

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Re: Cooperação Militar
« Responder #47 em: Setembro 20, 2009, 04:50:45 pm »
Citação de: "kurgan in Fórum Defesa Brasil"
17/09/2009 - 09h14
Brasil defende aliança com Portugal para defender Atlântico

Brasília, 17 set (Lusa) - O ministro da Defesa, Nelson Jobim, defendeu uma aliança estratégica com Portugal para estabelecer juntamente com Angola uma posição coordenada em relação à Área Internacional do Atlântico Sul e Equatorial.

"Precisamos de nos aliar a Portugal para estabelecermos com Angola uma linha unificada sobre a chamada Área", disse o ministro na quarta-feira, num depoimento à Comissão de Relações Exteriores do Senado.

Jobim citou Portugal ao defender que o Brasil precisa fazer alianças estratégicas, como com a França, cuja parceria estabelecida em dezembro do ano passado já permitiu a aquisição de 50 helicópteros de transporte EC-725, da Eurocopter, quatro submarinos convencionais - os Scorpènes - e o desenvolvimento de um submarino de propulsão nuclear.

Todos os equipamentos serão construídos no Brasil, com transferência de tecnologia.

Esta parceria entre Brasília e Paris pode englobar ainda a aquisição de 36 caças Rafale pelo governo brasileiro, se a Dassault tiver seu favoritismo confirmado ao final do processo de concorrência com os F/A-18 Super Hornet da norte-americana Boeing e com os Gripen, da sueca Saab.

Segundo Jobim, uma posição conjunta com os africanos em relação à região do Atlântico é também um "tema estratégico brutal" e passa por uma aliança com Portugal.

A denominada "área", um grande "corredor" entre as áreas de direito exclusivo, que é patrimônio da humanidade, tem imensas riquezas minerais.

É rica em manganésio, ferro, níquel, cobre, cobalto, titânio, alumínio e dispõe de uma valiosa biodiversidade, como uma bactéria que produz sangue humano e está sendo estudada pelos japoneses, segundo o ministro.

O Brasil defende que os países do Atlântico Sul se articulem e se estruturem para desenvolverem pesquisas nesses ambientes marinhos de águas profundas e até mesmo explorações conjuntas.

Um ponto que suscita preocupações é a instalação de módulos de exploração na região por outros países, o que vai implicar questões de defesa, cuidados com o meio ambiente e possíveis alterações de rotas de navegação.

O governo brasileiro teme, por exemplo, que países africanos e sul-americanos venham a sofrer prejuízos causados por mudanças das linhas marítimas de comércio.

Brasil e Portugal já acertaram também que vão ajudar países africanos na questão dos limites exteriores da sua plataforma continental.

Na semana passada, durante visita a Brasília do ministro português da Defesa, Nuno Severiano Teixeira, ficou acordado que haverá ainda um reforço da cooperação dos dois países neste setor com membros mais pobres da CPLP.

Teixeira e Jobim defenderam uma atuação mais coordenada no âmbito da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa, sobretudo para nações que necessitam de recuperação de infra-estruturas militares, fornecimento de fardamentos e equipamentos para as Forças Armadas e apoio à dimensão naval.


http://noticias.uol.com.br/ultnot/lusa/ ... 82595.jhtm
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legionario

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Re: Cooperação Militar
« Responder #48 em: Setembro 20, 2009, 08:47:21 pm »
Ainda o que vale à Lusofonia sao as iniciativs do Brasil... porque aqui deste lado do atlântico mandam os velhos do Restelo e os azelhas sem nenhum sentido  estratégico.
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TOMSK

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Re: Cooperação Militar
« Responder #49 em: Setembro 20, 2009, 11:40:09 pm »
Citação de: "legionario"
Ainda o que vale à Lusofonia sao as iniciativs do Brasil... porque aqui deste lado do atlântico mandam os velhos do Restelo e os azelhas sem nenhum sentido  estratégico.

Pois é. É que a CPLP, ou a herança do Império Português, surge-nos como uma oportunidade. Os nossos políticos é que optam por olhar para ela com indiferença quase total.
Imaginam o número de países que ambicionavam ter esta "dádiva" geo-estratégica? Poucos não são, concerteza.
 

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zeNice

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Re: Cooperação Militar
« Responder #50 em: Setembro 21, 2009, 03:14:01 am »
TGV é que é bom... tristeza  :N-icon-Axe:
 

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Re: Cooperação Militar
« Responder #51 em: Setembro 21, 2009, 10:41:51 am »
Portugal sem a Lusofonia (um outro império de uma outra forma) nao se pode realizar como pais . Pertencer à Uniao Europeia nao nos deve distrair dos nossos interesses nacionais. Portugal, hoje como ontem, continua espalhado pelo mundo, muitos dos nossos "filhos" sairam de casa e hoje sao (paises) independentes, mas continuamos todos a fazer parte da mesma familia. Numa familia existe solidariedade : os mais fortes ajudam os mais fracos,  todos se unem  quando um dos membros da familia esta em dificuldades, fazem-se projetos e olha-se para o futuro juntos ... assim deveria ser a comunidade Lusofona.

O Brasil, pela sua dimensao, tem talvez a maior responsabilidade (e se calhar mais meios)  para liderar o projeto da CPLP  e tem-no provado com as suas iniciativas e as suas ideias,.. (esta ultima,  assunto deste topico, revela muita pertinencia e sentido estratégico) , mas Portugal , como berço da Lusofonia, nao deveria desempenhar um papel mais ativo no seio da CPLP ?
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TOMSK

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Re: Cooperação Militar
« Responder #52 em: Setembro 21, 2009, 11:36:09 am »
Citação de: "legionario"
O Brasil, pela sua dimensao, tem talvez a maior responsabilidade (e se calhar mais meios)  para liderar o projeto da CPLP  e tem-no provado com as suas iniciativas e as suas ideias,.. (esta ultima,  assunto deste topico, revela muita pertinencia e sentido estratégico) , mas Portugal , como berço da Lusofonia, nao deveria desempenhar um papel mais ativo no seio da CPLP ?


Deveria, claro. Mas não podemos esqueçer que nestes últimos 4 anos tivemos um Primeiro-Ministro ( ou será Secretário de Estado do Governo Espanhol ) que tomou como prioridade para Portugal : "Espanha, Espanha, Espanha!"

 

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legionario

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Re: Cooperação Militar
« Responder #53 em: Setembro 22, 2009, 07:39:04 am »
O problema nao vem so do Socrates e muito menos da Espanha , como assim ?  Neste dominio, o da Lusofonia, este governo nem tem sido o pior.  Nao é a Espanha que nos sufoca e que ameaça a nossa cultura mas sim a pressao constante e a influência que exercem em Portugal os EUA !   Este ultimo domingo, passou na RTPi  uma reportagem sobre as Lajes em que o comandante americano dizia ao jornalista que Portugal é muito interessante para os EUA porque , ao contrario da Espanha e da Alemanha, os nossos governos nunca dizem  "nao"  aos EUA ; que quer dizer isto ?  Dizia ele  (o comandante americano) que Portugal era ainda muito dominado pelo catolicismo... :roll:  ... é caso para vêr de onde vem a ameaça de assimilaçao...

Portugal no passado formou-se  em oposiçao a Espanha mas o nosso futuro é com a Espanha : nao podemos desmentir nem negar as ligaçoes geograficas e culturais que temos com o pais vizinho. As ameaças do séc XXI sao conhecidas e Espanha nao consta da lista. O perigo da assimilaçao cultural vem da cultura anglo-saxa e nao da cultura hispanica, com a qual temos muitas afinidades. A Espanha tambem trava um combate pela presença e sobrevivência da cultura hispanica no mundo ; esta no seu direito e até tem tido algum sucesso : a lingua espanhola é juntamente com o inglês uma das linguas oficiais dos EUA e é ensinada nas escolas de muitos paises do mundo como primeira lingua estrangeira curricular...

A Lusofonia e a Espanha devem fazer parte das nossas prioridades quando falamos de cooperaçao militar (ou economica) e no que diz respeito à Espanha nao discordo das posiçoes do Socrates .
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Lancero

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Re: Cooperação Militar
« Responder #54 em: Janeiro 29, 2010, 07:59:43 pm »
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Defesa: Santos Silva destaca formação de mais de 5 mil bolseiros dos PALOP

   Oeiras, 29 Jan (Lusa) - O ministro da Defesa Nacional destacou hoje  a formação de mais de cinco mil alunos bolseiros vindos dos Países de Língua  Oficial Portuguesa (PALOP) e Timor-Leste que, nos últimos 20 anos, beneficiaram  do ensino português.  

 

   Augusto Santos Silva falava durante a cerimónia de recepção de ano novo  aos alunos bolseiros dos PALOP e Timor-Leste que se encontram em formação  em unidades de ensino militar, no quadro da cooperação técnico-militar.  

 

   "É importante destacar que na última vintena, desde 1992, contámos com  5.721 formandos, oriundos dos PALOP e Timor-Leste, que beneficiaram da formação  do nosso ensino", informou Santos Silva, sublinhando que se tratam de números  que "honram a Defesa Nacional e as Forças Armadas"  

 

   "Este valor representa um esforço de todos e de cada um deste bolseiros,  que nestes últimos 20 anos passaram pelo ensino superior português, numa  formação que os ajudou pessoalmente e na qualificação das Forças Armadas  de que são membros", sustentou Santos Silva.  

 

   O ministro responsável pela pasta da Defesa destacou ainda a importância  da cooperação técnico-militar que considera ter "o coração na formação".  

 

   "A cooperação técnico-militar é importante porque ajuda a que todos  beneficiemos reciprocamente e, apostando na formação, apostamos num diálogo  que se faz em português, estreitamos os nossos laços e contribuímos para  a força da nossa língua", concluiu.  

 

   Gilson Oliveira, aluno bolseiro proveniente de Cabo Verde, está a terminar  o quarto ano do curso de administração militar e considera um "orgulho"  estar a estudar no nosso país.  

 

   "A Academia Militar é o culminar da nossa formação e é daqui que saímos  como humanos e preparados para exercer funções ao serviço do nosso país",  afirmou.  

 

   Ao analisar os quatro anos de formação militar, Gilson admite que foram  muitos os desafios que exigiram muito suor.  

 

   "O Estabelecimento de Ensino Superior Militar exige muito de nós. Gastei  muito suor para conseguir aquilo que espero conseguir a partir de agora",  concluiu.  

 
"Portugal civilizou a Ásia, a África e a América. Falta civilizar a Europa"

Respeito
 

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PereiraMarques

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Re: Cooperação Militar
« Responder #55 em: Março 28, 2011, 03:26:21 am »
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Exercício FELINO 2011
18-03-2011

Está a decorrer nas instalações da Brigada das Forças Especiais de Angola, a 50 km a Sul de Cabo Ledo, o "Exercício Felino 2011".

O exercício, que termina a 28 de Março, insere-se na serie de Exercícios Militares Conjuntos e Combinados, desenvolvidos no âmbito da cooperação técnico-militar com a Comunidade de Países de Língua Portuguesa, têm a finalidade de permitir a interoperabilidade das Forças Armadas dos Estados Membros da CPLP e o treino para o emprego das mesmas em operações de paz e de assistência humanitária, sob a égide da Organização das

Nações Unidas, respeitadas as legislações nacionais.

Militares de Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor, participam neste exercício, com vista a treiná-las para o melhoramento da sua eficiência, no planeamento, comando, controlo e na conduta de missões de ajuda humanitária, manutenção de paz, busca e salvamento.

"O cenário do exercício "Felino 2011", que acontece na região de Cabo Ledo, é fictício e vai simular uma situação de crise humanitária com implicações de segurança, num ambiente permissivo, empregando dados geográficos reais do país.


Histórico

A necessidade da realização do Exercício Felino decorreu da I Reunião de Ministros da Defesa da CPLP, realizada de 20 a 21 de Julho de 1998, durante a qual houve unanimidade dos mesmos para a realização de exercícios militares para o treino e preparação de unidades aptas para participação em Operações Humanitárias e de Apoio à Paz. Em Maio de 1999 decorreu em Luanda a I Reunião da Chefes de Estado-Maior das Forças Armadas (CEMGFA) da CPLP, foi feita a proposta de Portugal de fazer exercícios militares anuais de Operações de Paz e Ajuda Humanitária.

Em 2000, na II Reunião dos CEMGFA, em Lisboa/Portugal, a manobra recebeu o nome de Exercício Felino.

Portugal foi o primeiro país a acolher o Exercício Felino, em 2000, na região de Lamego, no formato com tropas no terreno. Contou com o concurso de militares de Angola, Cabo-Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, S.Tomé e Príncipe e Portugal. O Brasil participou como observador.






http://www.emgfa.pt/pt/noticias/285
 

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Lusitano89

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Re: Cooperação Militar
« Responder #56 em: Maio 25, 2012, 12:00:51 am »
Portugal e Brasil planeiam reforço da cooperação militar


O ministro da Defesa português, José Pedro Aguiar-Branco, discutiu hoje, em encontro com seu homólogo brasileiro, Celso Amorim, uma ampliação na cooperação bilateral entre Portugal e Brasil nos temas de defesa e segurança. Na reunião, realizada em Brasília, foi sugerido que os chefes dos Estados-Maiores das Forças Armadas dos países passem a realizar reuniões anuais para troca de informações sobre temas militares, segundo avançou à Lusa a assessoria do ministério português.

Aguiar-Branco aproveitou a ocasião para formalizar ao ministro brasileiro a intenção do Governo português de privatizar o estaleiro Viana do Castelo, a ressaltar as vantagens que o empreendimento poderá significar para empresas brasileiras.

De acordo com a assessoria do Ministério da Defesa do Brasil, Celso Amorim terá visto com bons olhos a entrada de empresas nacionais na disputa.

O ministro Aguiar-Branco manifestou ainda o interesse em disponibilizar efetivos portugueses para atuarem em conjunto com o Brasil em operações de paz internacionais.

O Brasil participa atualmente da Missão das Nações Unidas para a Estabilização do Haiti (Minustah), e da Força Interina das Nações Unidas no Líbano (Unifil).

O ministro Aguiar-Branco realiza uma visita oficial de dois dias ao Brasil, que inclui passagem por Brasília, São Paulo e Rio de Janeiro.

Após a reunião com o ministro Celso Amorim, Aguiar-Branco partiu para uma visita à fábrica de aeronaves brasileira Embraer, sediada no município de São José dos Campos, no estado de São Paulo.

A Embraer é parceira da OGMA no projeto DC-320, que prevê o desenvolvimento de aeronaves para o transporte de carga e de tropas, além de jatos para o reabastecimento em voo.

Em seguida, o ministro segue para o Rio de Janeiro, onde visitará na sexta-feira a sede da Empresa Gerencial de Projetos Navais (EMGEPRON), vinculada à Marinha brasileira.

Lusa
 

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HSMW

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Re: Cooperação Militar
« Responder #57 em: Maio 25, 2012, 12:08:26 am »
Citação de: "Lusitano89"
Portugal e Brasil planeiam reforço da cooperação militar

Reparem na diferença de ênfase dado ao titulo...  :arrow:  http://www.forte.jor.br/2012/05/24/mini ... no-brasil/
http://www.youtube.com/profile_videos?user=HSMW

"Tudo pela Nação, nada contra a Nação."
 

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Lusitano89

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Re: Cooperação Militar
« Responder #58 em: Março 24, 2014, 11:03:08 pm »
Cabo Verde e EUA reforçam cooperação na Defesa


Cabo Verde e Estados Unidos assinaram hoje, na Cidade da Praia, dois acordos de cooperação destinados a reforçar o combate às atividades marítimas transnacionais ilícitas, bem como o apoio logístico recíproco.

Na ocasião, o ministro da Defesa cabo-verdiano, Jorge Tolentino, reforçou a ideia de que Cabo Verde "jamais será refúgio" para a criminalidade transnacional organizada e lembrou os esforços do Governo, com um "forte apoio" dos Estados Unidos, para garantir a vigilância das águas territoriais do arquipélago."Nenhum país está imune às novas ameaças globais e Cabo Verde, devido á localização geográfica, está sujeito a diversos tipos de tráfico, mas tem combatido firmemente, e com sucesso, a criminalidade no mar", salientou, lembrando também os perigos da pirataria marítima no Golfo da Guiné e na costa ocidental africana.

Para Jorge Tolentino, é vontade do Governo em tornar a Zona Económica Exclusiva (ZEE) cabo-verdiana "mais segura", sendo disso prova a colaboração com os Estados Unidos que, além de envolver Cabo Verde em exercícios militares conjuntos, instalou, na Cidade da Praia, o Centro de Operações Marítimas (COSMAR), que permite vigiar, via satélite, as águas territoriais nacionais. O ministro da Defesa cabo-verdiano salientou, porém, que são necessários mais meios humanos e equipamentos, para reforçar a ação da Guarda Costeira e as polícias Nacional (PN) e Judiciária (PJ).

Por seu lado, a embaixadora dos Estados Unidos em Cabo Verde manifestou a disponibilidade de Washington de apoiar a Cidade da Praia nos esforços de manutenção da paz e estabilidade na região oeste-africana, elogiando sobretudo o que já foi feito no combate à pirataria, tráfico de drogas e lavagem de capitais. Jorge Tolentino e Adrienne O'Neal assinaram um acordo para reforçar a capacidade de combate e resposta às atividades marítimas transnacionais ilícitas.

O segundo acordo, de "aquisição e apoio mútuo" entre o Departamento da Defesa norte-americano e o Ministério da Defesa de Cabo Verde, foi assinado pelo diretor nacional da Defesa, tenente-coronel Paulo Lopes, e pelo diretor de Logística do Comando dos Estados Unidos para África (AFRICOM), brigadeiro-general James Johnson. O acordo pretende facilitar o apoio logístico recíproco, a ativar principalmente em exercícios conjuntos, treino, destacamentos, escalas em portos, operações ou outros esforços de cooperação, circunstâncias ou exigências imprevistas nas quais uma das partes possa ter necessidade de apoio logístico, abastecimentos e serviços. A cooperação internacional no domínio do combate às atividades ilegais no mar constitui um "elo importante" na estratégia de Defesa e Segurança em prol de estabilidade e desenvolvimento de Cabo Verde enquanto país de "profundas raízes marítimas", salientou ainda Jorge Tolentino.

Neste contexto, concluiu, o reforço das relações de cooperação no combate a todo o tipo de licitude marítima, desde o tráfico marítimo de drogas, pesca ilegal, ou outras formas de crime organizado transnacional, exige dos países do atlântico um esforço conjunto na criação de respostas a esses desafios.

Lusa
 

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Lusitano89

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Re: Cooperação Militar
« Responder #59 em: Julho 11, 2014, 12:30:51 pm »
Angola espera apoio de Portugal para criação de escola de tecnologias navais


A Marinha portuguesa deverá apoiar Angola na criação de uma escola de tecnologias navais para sargentos e praças, disse hoje o comandante da Marinha de Guerra angolana, almirante Augusto da Silva Cunha «Gugu».

Em causa está o objetivo de Angola em seguir o modelo português da Escola Técnica Naval da Armada, no âmbito da formação dos militares daquele ramo das Forças Armadas Angolanas, que hoje comemora 38 anos de atividade.

«Nós, dentro do sistema de ensino da Marinha, tínhamos a necessidade de criação da escola de tecnologias navais. E Portugal tem uma escola semelhante, essa escola é uma escola técnica, que dá uma formação técnica, prática, aos sargentos e praças», explicou aos jornalistas o Chefe de Estado-maior da Marinha de Guerra de Angola.

Lusa
 

 

Uma aliança militar Brasil-Portugal-Angola-Moçambique

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