Serviços Secretos em Acção

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Miguel

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Re: quanto ao SIS
« Responder #45 em: Outubro 30, 2007, 11:55:18 am »
Citação de: "HJERONIMO"
Carissimos ,
por alguns nomes que aparecem parece que pode haver aqui alguêm ligado ao SIS e a passar por um leigo .


por isso limitem-se a .... bom , digam o que quiserem , ainda vivemos num pais democrático , acho eu ...

um abraço .


 :jok:  o SIS que é isso?
 

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HJERONIMO

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Miguel
« Responder #46 em: Outubro 31, 2007, 09:37:44 pm »
Miguel ,
por acaso não estiveste nos comandos em 89 ou 90 ?

tinha lá um amigo neste periodo do qual perdi o contacto ...

just for know ...não me leves a mal.

um abraço ,
etc
 

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Miguel

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« Responder #47 em: Novembro 01, 2007, 04:14:59 pm »
Lamento nao tive a sorte de estar nos Comandos, apesar de ser essa a minha vontade.

E por acaso entrei mesmo na vida militar em 89.
 

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André

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« Responder #48 em: Novembro 27, 2007, 07:12:20 pm »
James Bond dá dores de cabeça ao MI6

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O sucesso atemporal da filmografia do agente 007 tem causado dores de cabeça aos Serviços Secretos de Inteligência do Reino Unido: centenas de excêntricos têm tentado pôr-se ao serviço do MI6.

«Acho que os filmes transmitem uma impressão falsa de como é realmente trabalhar para os Serviços Secretos britânicos», disse à BBC o chefe do recrutamento do MI6, que se identificou apenas como 'Mark'.

«E a tendência é recebermos muitas pessoas que têm fantasias e estão à procura de emoções fortes, o que não é, de todo, o tipo de pessoa que procuramos», acrescentou.

Além de desmentir a ideia de que ser espião significa ter uma vida repleta de carros velozes, mulheres fáceis e Martinis, 'Mark' quer por fim a outro mito do MI6: «não temos licença para matar?

SOL

 

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André

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« Responder #49 em: Novembro 30, 2007, 10:45:57 pm »
Ciberespionagem é a maior ameaça à segurança em 2008

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De acordo com o estudo "Virtual Criminology Report 2007" da McAfee, a ciberespionagem está a assumir-se como uma das maiores ameaças à segurança nacional, apresentando formas cada vez mais sofisticadas.

O relatório, que conta com a colaboração de organizações como a NATO, o FBI, a SOCA e de grupos de especialistas e universidades, alerta para o crescimento da ciberespionagem e para o facto de esta se estar a fortalecer, ao ponto de se tornar na maior ameaça à segurança em 2008, afirma a McAfee em comunicado.

O estudo refere a evolução dos ataques de simples investidas curiosas para operações de espionagem política, económica, militar e técnica, bem pensadas e organizadas.

A McAfee conclui ainda que os ciberataques praticados pelos governos e grupos aliados visam muitas vezes sistemas, redes e infra-estruturas nacionais críticas, como o sistema eléctrico, o controlo de tráfego aéreo, os mercados financeiros e as redes informáticas governamentais.

Actualmente são 120 os países que praticam a ciberespionagem, sendo que muito dos ataques têm origem na China.

A solução passa pela preparação dos governos para lidar com estes ataques, como o que afectou, durante várias semanas o governo, servidores de notícias e bancos da Estónia.

«A tecnologia é apenas uma parte da solução e nos próximos 5 anos os governos internacionais terão de entrar em acção», defende Jeff Green, vice-presidente sénior dos Avert Labs e de desenvolvimento de produto da McAfee.

O "Virtual Criminology Report 2007" aponta também para o crescimento das ameaças aos serviços online, como o e-banking, e para o aparecimento de um mercado complexo, sofisticado e fértil para o desenvolvimento de malware.

Ciberia

 

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André

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« Responder #50 em: Janeiro 23, 2008, 07:13:44 pm »
Ciberataques causaram apagões em várias cidades - CIA

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A CIA afirmou que tem provas de que várias cidades fora dos EUA ficaram sem energia eléctrica após uma onda de ciberataques bem sucedidos.

«Temos informações que foram utilizados ciberataques para desactivar equipamentos eléctricos em várias regiões fora dos EUA», disse o analista sénior da CIA, Tom Donahue, numa conferência organizada pela empresa de formação em segurança informática SANS Institute.

«Em pelo menos um dos casos, a ruptura causou uma falha de energia que afectou múltiplas cidades», revelou Donahue.

O analista afirmou que a CIA desconhece a identidade e a motivação dos responsáveis pelos ataques, mas acrescentou que todos foram executados recorrendo a «intrusões através da Internet».

No entanto, a secreta norte-americana «tem informações, de várias regiões fora dos EUA, de ciberintrusões em serviços públicos, seguidas por exigências de extorsão» e «suspeita, mas não pode confirmar, que alguns dos perpetradores beneficiaram de conhecimento privilegiado».

Segundo Donahue, a CIA ponderou exaustivamente os riscos e os benefícios decorrentes da divulgação desta informação, tendo optado por torná-la pública.

Ciberia

 

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André

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« Responder #51 em: Fevereiro 06, 2008, 02:27:29 am »
CIA confessa uso de torturas em interrogatórios

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A CIA admitiu esta terça-feira ter utilizado a «técnica do submarino», considerada uma forma de tortura para interrogar três supostos detidos nos Estados Unidos
 
De acordo com o director da CIA, Michael Hayden, o método do «afogamento simulado» foi utilizado para obter informações de Khalid Sheikh Mohammed, acusado de ser o autor dos ataques aos Estados Unidos em 11 de Setembro de 2001; com Abu Zubaydah, o número três da Al Qaeda; e com Abu al Rahim al Nashiri, outro membro da organização terrorista.

Hayden explicou que os interrogatórios em que submergiram a cabeça dos detidos para obter confissões decorreram entre 2002 e 2003 em prisões secretas da CIA, antes dos presos terem sido transferidos para Guantánamo, em Cuba.

«O submarino foi aplicado por circunstâncias deste momento, quando se acreditava que eram inevitáveis outros ataques catastróficos ao país» explicou Hayden. «Tínhamos um conhecimento limitado da Al Qaeda e das suas modalidades operativas»

Por sua vez, o director nacional da Inteligência dos Estados Unidos, Mke McConnell, afirmou hoje que o método de «afogamento simulado» permanece na CIA e que para utilizá-lo é necessária a autorização do presidente dos Estados Unidos e do ministro de Justiça.

SOL

 

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André

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« Responder #52 em: Maio 15, 2008, 07:43:24 pm »
Contra-espionagem dos serviços portugueses aumentou em 2007

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As actividades de contra-espionagem dos serviços portugueses aumentaram no ano passado porque Portugal continua a ser «um alvo» de diversos serviços de informações estrangeiros que operam nas mais diversas áreas, indica o relatório de Segurança Interna 2007.
«O incremento das actividades de contra-espionagem justifica-se porque Portugal continua a ser um alvo de diversos Serviços de Informações estrangeiros que, no nosso país, desenvolvem actividades de recolha de informações nas mais diversas áreas«, refere o relatório de 2007, que será apresentado sexta-feira aos deputados e ao qual a agência Lusa teve hoje acesso.

No decorrer de 2007, o Serviço de Informações e Segurança (SIS) «reforçou as actividades tendentes à identificação, caracterização e monitorização de estruturas, actores e acções de serviços de informação estrangeiros no território nacional susceptíveis de constituir ameaça à segurança interna e prejudicar os interesses nacionais».

O documento adianta também que «no âmbito da proliferação de armas de destruição maciça, a actividade do SIS centrou-se na detecção de indivíduos e de entidades conotadas com actividades de procurement no nosso país«, ou seja actividades ligadas a compra, angariação ou obtenção de recursos materiais e humanos.

De acordo com especialistas ligados ao sector da Segurança e Defesa ouvidos pela Lusa, «as armas de destruição maciça [citadas no relatório] podem ser nucleares, biológicas e químicas« pelo que as «actividades de procurement» podem estar relacionadas com «a investigação em laboratórios farmacêuticos» nacionais.

«Como é uma área difícil de controlar, o SIS tem de estar atento porque os produtos químicos podem ser roubados ou traficados para produzir armamento», disse um das fontes contactadas pela Lusa.

Outro especialista disse que o «SIS concentra-se no acompanhamento de indivíduos que podem - a partir de Portugal - estar a fazer contactos com outros países relacionados com a aquisição de armas».

Apesar destas notas relacionadas com a contra-espionagem, o relatório de Segurança 2007 refere que «não se assinalaram alterações significativas na ameaça terrorista em Portugal, em virtude de não terem sido detectados quaisquer indícios de que o país constituísse um alvo para atentados das redes terroristas da Al Qaeda ou de qualquer outro grupo terrorista«.

Ainda assim, indica o mesmo documento, «Portugal continuou a ser percepcionado como uma plataforma para a obtenção de apoio logístico, em especial na vertente da documentação falsa».

Sobre a ETA, o relatório que será apresentado aos deputados diz que o «SIS manteve, ao longo do ano de 2007, estreita cooperação com o serviço congénere espanhol no sentido de recolher e avaliar quaisquer dados sobre o estabelecimento em território nacional de estruturas de apoio logístico«.

Quanto ao crime organizado, o documento adianta que «o território nacional afigura-se como um nicho potencial de mercado, detectando-se, nos últimos anos, uma consolidação das suas posições e actividades nos países da orlamediterrânica da Europa«.

Diário Digital / Lusa

 

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RicP

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« Responder #53 em: Maio 15, 2008, 08:35:24 pm »
Acho muito bem.
De acordo com os dados presentes do terrorismo nunca é demais manter a espionagem cada vez mais activa.

NOTA: Isso de manter a espionagem activa não tem que assustar ninguém porque o SIS não tem nada a ver com que muitas pessoas pensam devido aos fantasmas da antiga PIDE.

A missão do SIS nao é contra a população Portuguesa,mas sim para zelar pela nossa segurança interna.

Cumps a todos os operacionais do SIS.
 

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legionario

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« Responder #54 em: Junho 18, 2008, 11:33:58 am »
Citação de: "RicP"
Acho muito bem.
De acordo com os dados presentes do terrorismo nunca é demais manter a espionagem cada vez mais activa.

NOTA: Isso de manter a espionagem activa não tem que assustar ninguém porque o SIS não tem nada a ver com que muitas pessoas pensam devido aos fantasmas da antiga PIDE.

A missão do SIS nao é contra a população Portuguesa,mas sim para zelar pela nossa segurança interna.

Cumps a todos os operacionais do SIS.


Em materia de escutas telefonicas, devem ser até melhores que a PIDE :)
IN HOC SIGNO VINCES
 

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RicP

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« Responder #55 em: Junho 18, 2008, 03:16:21 pm »
Citação de: "legionario"
Em materia de escutas telefonicas, devem ser até melhores que a PIDE :)


Pode ter a certeza que sim.
 

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legionario

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« Responder #56 em: Junho 18, 2008, 06:14:01 pm »
Citação de: "RicP"
Citação de: "legionario"
Em materia de escutas telefonicas, devem ser até melhores que a PIDE :)

Pode ter a certeza que sim.


E como é que o senhor sabe isso ?
IN HOC SIGNO VINCES
 

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Lancero

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« Responder #57 em: Junho 18, 2008, 07:54:12 pm »
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AR: "Secretas" recrutaram "novos funcionários", "maior capacidade de previsão" em 2007  



    Lisboa, 18 Jun (Lusa) - Os serviços de informações portugueses aumentaram de produtividade em 2007 e recrutaram "novos funcionários", "especialistas de informações" e revelaram "maior capacidade de previsão de ameaças".  

 

    Estas revelações são feitas no parecer anual de 2007 do Conselho de Fiscalização dos Serviços de Informações da República Portuguesa (CFSIRP) entregue há duas semanas à Assembleia da República, de que depende este órgão fiscalizador, e a que a Agência Lusa teve acesso.  

 

    Em cerca de 20 páginas, o conselho de fiscalização afirma que, no âmbito das suas funções, "não foram detectadas situações de ofensa à constituição e da lei" por parte dos serviços fiscalizados.  

 

    Os três serviços no âmbito da fiscalização do conselho são os Serviços de Informações e Segurança (SIS), Serviços de Informações Estratégicas e de Defesa (SIED) e DIMIL - Divisão de Informações Militares.  

 

    A fiscalização pelo CFSIRP é feita com base nos relatórios dos vários serviços, a "lista integral dos processos em curso, em cada serviço", além de visitas aos vários serviços para acções inspectivas que, segundo o relatório, "tiveram um incremento significativo".  

 

    É na análise dos relatórios enviados pelos serviços que o conselho de fiscalização conclui que há uma "maior densidade e precisão da informação recolhida e analisada", mas também "uma maior capacidade de previsão de ameaças, incluindo os diversos cenários alternativos possíveis".  

 

    Neste, como noutros capítulos, o conselho de fiscalização é lacónico nas suas considerações e não entra em detalhes.  

 

    Em 2007, "do ponto de vista quantitativo", o CFSIRP assinalou "um aumento da produtividade dos organismos do SIRP", comprovado "nos relatórios anuais".

 

    Esse "aumento da produtividade" é explicado no relatório com a reorganização departamental, com a estabilidade dos dirigentes dos serviços e ainda pelo "recrutamento de novos funcionários".  

 

    Com estes novos recrutamentos aumentaram "o número de especialistas de informações", lê-se ainda no parecer do conselho de fiscalização.  

 

    O CFSIRP é constituído por Jorge Bacelar Gouveia (presidente), Marques Júnior (deputado do PS), e Teresa Morais (ex-deputada do PSD).  

 
"Portugal civilizou a Ásia, a África e a América. Falta civilizar a Europa"

Respeito
 

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André

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« Responder #58 em: Setembro 29, 2008, 02:43:48 pm »
Governo britânico espiava os Beatles

Documentos secretos do governo britânico, agora desclassificados, mostram que diplomatas e polícias fizeram inúmeros relatórios secretos, durante oito anos, sobre os Beatles, anunciou o investigador Mari J. Cereghino.

Tudo começou quando da viagem aos Estados Unidos da América dos Fab Four, em Fevereiro de 1964, e de uma festa na embaixada britânica, no fim da qual os Beatles se queixaram da segurança.

Um artigo no Daily Express revelava então que uma fã tinha conseguido cortar uma madeixa de cabelo a Ringo Star. O Ministério dos Negócios Estrangeiros britânico quis saber o que se passou concretamente e pediu um relatório à sua embaixada de Washington.

A partir dessa altura passou a existir uma vigilância quase constante de todos os passos da banda. Onde quer que se encontrassem, de Londres a Tóquio, os relatórios de diplomatas ou da polícia descreviam todos os passos dos elementos do grupo.

Mais tarde, os principais alvos das autoridades passaram a ser John Lennon e Yoko Ono. A 18 de Outubro de 1968, são ambos presos no seu apartamento por posse de estupefacientes (cannabis).

Dois anos mais tarde, um outro relatório informava sobre uma exposição de litografias, concebidas por Lennon, que retratavam o casal em várias posições sexuais. Oito das 14 litografias são apreendidas pela polícia e a exposição encerrada. O relatório descreve todos os actos sexuais representados.

Contudo, as autoridades britânicas também se interessavam pelas finanças dos membros do grupo, mantendo uma contabilidade actualizada de quanto, de quem e de quê cada um deles recebia dinheiro.

Curiosamente, faz também parte do espólio agora revelado o documento que marca o fim da banda. Trata-se do processo, que chegou ao Supremo Tribunal, instruído por Paul McCartney contra os seus três ex-companheiros, depois da dissolução do grupo em finais de 1970.

John Lennon resolveu viver nos Estados Unidos mas aí passou a ser vigiado de perto pelo FBI porque esta entidade, então dirigida por J. Edgar Hoover, desconfiava seriamente dos conhecimentos sociais de Lennon.

Angela Davis, do Partido Comunista Americano, e alguns dos membros dos Black Panther for Self Defense, grupo negro radical, faziam parte dessa lista.

Lusa

 

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jmg

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« Responder #59 em: Setembro 29, 2008, 07:09:23 pm »
Nós em Portugal, vigiamos igualmente o Saramago devido aos seus contactos.
Acho que o Senhor Pinto da Costa também tem vigilância apertada devido às ligações com o vaticano e o Pérola Negra. :lol:
Não te fies de mim, se te faltar valentia.
(Inscrição gravada num antigo punhal.Autor desconhecido)

ΜΟΛΩΝ ΛΑΒΕ
 

 

Nova directora-geral dos Serviços de Informação e Segurança

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